Internado no hospital DF Star, em Brasília, o ex-presidente Jair Bolsonaro está sob forte esquema de segurança. Policiais fazem a guarda da porta do quarto e isolam o perímetro para impedir a aproximação de estranhos.
Profissionais de saúde também enfrentam restrições: enfermeiros e atendentes não podem entrar com celulares no quarto, sendo obrigados a deixá-los em uma baia antes de acessar o ambiente.
Do lado de fora, a segurança é reforçada com viaturas da Polícia Militar e até um veículo da polícia penal estacionado próximo ao prédio. Bolsonaro é acompanhado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, acomodada em um quarto ao lado do leito vip.
Os médicos que o assistem, o cirurgião Cláudio Birolini e o cardiologista Leandro Echenique, vieram de São Paulo na noite de terça-feira (16) para realizar exames. Ainda não há previsão de boletim oficial sobre seu estado de saúde ou data de alta.
Segundo familiares, o ex-presidente foi levado ao hospital após sentir mal-estar, queda de pressão, falta de ar, soluços e vômitos. O senador Flávio Bolsonaro afirmou que o pai apresentava quadro de pressão baixa no momento em que a família decidiu pelo encaminhamento.
Em nota, o médico Cláudio Birolini informou que a ida ao hospital teve como objetivo “avaliação clínica, medidas terapêuticas e exames complementares”.
Bolsonaro já havia passado pelo mesmo hospital no domingo (14), três dias após ser condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe e outros crimes. Na ocasião, exames apontaram anemia e sinais de pneumonia recente.
Fonte: OGLOBO