PMs são mordidos por cão caramelo de Bolsonaro durante guarda de prisão domiciliar

por Redação

Policiais militares do Distrito Federal (PMDF) responsáveis pelo monitoramento do cumprimento de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentam uma rotina marcada por limitações estruturais, improvisos e episódios inusitados, segundo relatos apurados pela coluna Na Mira.

De acordo com informações obtidas pela reportagem, os agentes atuam exclusivamente na parte externa da residência, localizada em um condomínio no Jardim Botânico, sem acesso às áreas internas. A operação é dividida entre a frente e os fundos do imóvel, onde também há atuação de integrantes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Ainda segundo relatos de fontes policiais, cães de estimação que circulam livremente pela propriedade — sem raça definida e conhecidos popularmente como “caramelo” — teriam avançado contra agentes em duas ocasiões. A presença constante dos animais, sem contenção, teria aumentado o nível de atenção necessário durante o serviço.

Os policiais também relatam limitações de infraestrutura durante o turno, como ausência de local adequado para descanso e restrições no uso de banheiro, que fica localizado nos fundos da residência. Parte da equipe permanece em áreas externas ou na garagem ao longo do expediente.

A atividade de monitoramento envolve ainda verificações periódicas de cumprimento das determinações judiciais, com registros feitos por um oficial responsável e conferências em horários definidos.

Segundo informações citadas no texto original, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março, sob medidas determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que incluem restrições como proibição de uso de celular e limitação de visitas. O caso segue sob acompanhamento judicial.

Fonte: METRÓPOLES

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