Brasil domina o Chile no Maracanã, cresce com substituições e mostra evolução sob comando de Ancelotti

A Seleção Brasileira venceu o Chile por 3 a 0, nesta quinta-feira (5), no Maracanã, em partida válida pelas Eliminatórias. Apesar do domínio durante os 90 minutos, o time só empolgou o público no segundo tempo, especialmente após as entradas de Lucas Paquetá e Luiz Henrique, que deram novo ritmo ao jogo.

O Brasil enfrentou um adversário fragilizado, último colocado da competição e escalado com muitos jovens. Mesmo assim, mostrou sinais positivos: foram 22 finalizações contra apenas três do Chile, além de posse de bola que chegou a 70% em alguns momentos.

No ataque, Carlo Ancelotti apostou em quatro jogadores de movimentação intensa — Estêvão, Raphinha, João Pedro e Martinelli — com Wesley atuando quase como um ponta direita. Essa configuração abriu espaços na defesa chilena. O gol que inaugurou o placar nasceu justamente de uma triangulação rápida entre João Pedro, Martinelli e Douglas Santos, concluída por Estêvão, que marcou seu primeiro gol com a camisa da Seleção.

As substituições no segundo tempo renovaram o fôlego da equipe. Luiz Henrique, Paquetá, Andrey Santos e Kaio Jorge elevaram a intensidade da marcação e do ataque, permitindo que o Brasil ampliasse a vantagem.

Mesmo diante da fragilidade do adversário, a Seleção alcançou um feito importante: chegou ao terceiro jogo consecutivo sem sofrer gols neste ciclo de Copa. Ainda assim, ajustes são necessários, principalmente na proteção do meio-campo, já que Casemiro e Bruno Guimarães tiveram de cobrir grandes espaços.

A vitória confirma o bom início da “era Ancelotti”, mas também reforça que a equipe precisa de evolução rápida, considerando o pouco tempo até a Copa do Mundo.

Fonte: GE

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