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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

BBB

Ana Paula Renault encara desafio do Barrado no Baile e questiona merecimento

por Redação 12 de março de 2026

Após ser escolhida novamente para o “Barrado no Baile” pelos Líderes Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy, Ana Paula Renault entrou no cômodo e leu o desafio que precisaria cumprir para participar da festa do BBB 26 nesta quarta-feira (11).

O recado determinava: “Você tem uma chance de ir à Festa dos Líderes. Para isso, precisa preencher todas as linhas das 50 páginas pautadas do caderno. Você deve seguir o modelo e copiar a frase ‘eu mereço ir à Festa do Líder’. Não pode deixar nenhuma linha sem ser preenchida, e todas as frases precisam estar preenchidas corretamente”, explicou a jornalista ao ler.

Ao começar a tarefa, Ana Paula rasurou a folha e comentou com bom humor: “Caderno do Humberto e 5ª série. Bem melhor”, questionando, de forma divertida, se realmente merecia cumprir o desafio.

Fonte: GSHOW

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Comando Vermelho

Operação contra o Comando Vermelho prende PMs e vereador; mãe de Oruam está entre os foragidos

por Redação 11 de março de 2026

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta quarta-feira (11) a Operação Contenção Red Legacy, voltada a desarticular a estrutura nacional do Comando Vermelho (CV). Até a última atualização, sete pessoas haviam sido presas, enquanto quatro dos alvos já estavam detidos anteriormente.

Ao todo, a Justiça expediu 13 mandados de prisão. Entre os presos na operação estão seis policiais militares e o vereador carioca Salvino Oliveira (PSD).

Entre os procurados está Márcia Gama dos Santos Nepomuceno, esposa do traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, e mãe do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam. Ela é considerada foragida. Outro alvo que ainda não foi localizado é Landerson Lucas dos Santos, sobrinho de Marcinho VP.

De acordo com a Delegacia de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD), responsável pela investigação, a operação busca atingir a estrutura nacional do Comando Vermelho, que, segundo a polícia, atua como uma organização criminosa altamente estruturada e com atuação interestadual.

A investigação também aponta indícios de cooperação entre o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Entre os alvos da operação estão nomes apontados como integrantes da estrutura da facção, incluindo Arnaldo da Silva Dias, conhecido como Samurai; Francisco Glauber de Oliveira, o GL; Luiz Claudio Machado, o Marreta; e o próprio Marcinho VP, todos já presos.

Também foram presos nesta quarta-feira policiais militares identificados como Hélio da Costa Silva, major da PM; Reuel de Almeida Silva Fernandes, capitão da PM; Leandro Oliveira Loiola; Rodrigo Paiva Lopes; Thiago Monteiro Gomes Marcelino; e Thomás dos Santos Machado.

O vereador Salvino Oliveira também foi preso durante a operação. Segundo a Polícia Civil, as investigações apontam tentativas de interferência política em áreas dominadas pelo tráfico para transformá-las em bases eleitorais.

De acordo com a corporação, o parlamentar teria negociado diretamente com o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, apontado como um dos chefes do Comando Vermelho no Rio, autorização para realizar campanha eleitoral na comunidade da Gardênia Azul.

Segundo a polícia, em troca o vereador teria articulado benefícios ao grupo criminoso, apresentados publicamente como ações voltadas à população local.

Um dos exemplos investigados envolve a instalação de quiosques na região. De acordo com os investigadores, parte dos beneficiários teria sido escolhida diretamente por integrantes da facção, sem processo público transparente.

Salvino Oliveira negou qualquer ligação com o traficante Doca e afirmou não ter envolvimento com a instalação de quiosques na Gardênia Azul. O vereador também declarou que não conhece o sobrinho de Marcinho VP.

“Estou sendo vítima de uma briga política que não é minha”, afirmou.

As investigações também apontam que Marcinho VP, mesmo após quase três décadas no sistema prisional, continua exercendo papel central na estrutura de comando do Comando Vermelho. Segundo a polícia, ele integraria um “conselho federal permanente” da facção.

A Polícia Civil afirma ainda que Márcia Nepomuceno atuaria fora do sistema prisional como intermediária de interesses do grupo, participando da circulação de informações e de articulações entre integrantes da organização e pessoas externas.

Já Landerson Lucas dos Santos, sobrinho de Marcinho VP, seria responsável por fazer a ligação entre lideranças da facção, membros que atuam em comunidades dominadas pelo grupo e pessoas envolvidas em atividades econômicas exploradas pela organização, como serviços e imóveis.

O vereador Salvino Oliveira, de 29 anos, nasceu na Cidade de Deus e teve uma trajetória marcada por trabalhos informais na juventude, vendendo balas e água em ônibus. Aos sete anos, ingressou no Colégio Pedro II por meio de sorteio.

Antes da carreira política, trabalhou como ambulante, garçom e ajudante de pedreiro. Formou-se em Gestão Pública pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Em 2021, aos 22 anos, foi escolhido secretário municipal especial da Juventude na gestão do prefeito Eduardo Paes. Posteriormente, foi eleito vereador pelo PSD com mais de 27 mil votos e atualmente cumpre seu primeiro mandato.

Entre suas propostas mais conhecidas está um projeto de regulamentação do aluguel por temporada na cidade do Rio de Janeiro.

Em nota, a Câmara Municipal do Rio informou que acompanha o caso. “A Câmara do Rio acompanha o desenrolar dos fatos e se coloca à disposição das autoridades competentes para prestar quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. O Legislativo municipal reafirma sua confiança no trabalho das instituições e no devido processo legal”, afirmou a instituição.

Fonte: G1

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PCCComando Vermelho

Polícia encontra mensagens que indicam aliança entre CV e PCC e acende alerta sobre avanço do crime organizado

por Redação 11 de março de 2026

Uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou indícios de uma aliança entre duas das maiores facções criminosas do país: o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC). As informações foram obtidas a partir de mensagens encontradas em celulares apreendidos durante a Operação Contenção Red Legacy, realizada nesta terça-feira, 11 de março.

Entre os materiais analisados pelos investigadores está um documento intitulado “Comunicado Geral”, datado de 25 de fevereiro de 2025, que teria sido enviado a integrantes das duas organizações criminosas. O texto informa que CV e PCC teriam decidido encerrar conflitos anteriores para estabelecer uma nova parceria.

No comunicado, as facções afirmam que a data representaria um marco histórico para os grupos. “Deixamos todos cientes de que, a partir da data de hoje, 25/02/2025 — data essa histórica —, o CV e o PCC estão colocando fim a esta guerra e refazendo uma nova aliança”, diz um trecho da mensagem.

O documento também menciona a intenção de ampliar a cooperação entre grupos criminosos. “Deixamos a prerrogativa para outras organizações de que estamos abertos ao diálogo e assim incorporando ainda mais nossas fileiras nessa empreitada em que lutamos de mãos dadas por um só ideal, que é: o crime fortalece o crime”, afirma o texto.

De acordo com a investigação da Polícia Civil, o acordo teria contado com a participação do traficante Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca, apontado como um dos principais líderes do Comando Vermelho no Rio de Janeiro.

Segundo os investigadores, ele aparece nas conversas utilizando o contato identificado como “Deus é fiel” e teria tratado diretamente com lideranças do PCC em São Paulo para firmar o entendimento entre as organizações.

A descoberta reforça preocupações das autoridades sobre uma possível cooperação estratégica entre as duas maiores facções do país, o que poderia ampliar a capacidade de atuação do crime organizado em diferentes regiões do Brasil.

Fonte: OGLOBO

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Famosos

Vivi Wanderley rebate comentário de Juliano Floss no BBB 26 e dispara: “Não sou otária”

por Redação 11 de março de 2026

A influenciadora e cantora Vivi Wanderley voltou a comentar a polêmica envolvendo o ex-namorado Juliano Floss após uma declaração dele dentro do BBB 26. A artista havia publicado uma indireta nas redes sociais depois que o dançarino afirmou no reality que prefere mulheres naturais e associou a participante Jordana a um trauma com uma ex por causa de procedimentos estéticos.

Na ocasião, Vivi reagiu publicamente com uma postagem que rapidamente repercutiu nas redes: “Traumas? Ai, se eu abro minha boca. Nunca gostou de coisas muito naturais”.

Em entrevista à revista Quem, a cantora explicou a razão da resposta e afirmou que apenas se manifestou porque foi mencionada indiretamente. “Eu não assisto ao programa, mas vejo os cortes em que me mencionam. Tenho o meu direito de me defender se eu for mencionada. Não sou otária. Enquanto eu não for mencionada, não tenho nada mais para falar sobre isso”, disse.

Vivi Wanderley e Juliano Floss foram um dos casais mais populares das redes sociais durante quase dois anos. O relacionamento terminou em dezembro de 2023.

Após o fim, Floss assumiu um relacionamento com a cantora Marina Sena, que era amiga do casal. Desde então, a relação entre os três tem sido marcada por climões públicos e indiretas nas redes sociais.

Na mesma publicação em que respondeu ao comentário do ex, Vivi também fez uma referência direta ao último álbum de Marina Sena, lançado em 2025 e intitulado Coisas Naturais, reforçando o tom da provocação.

Durante a entrevista, a influenciadora também falou sobre o momento pessoal que vive e destacou que tem se sentido cada vez mais confiante com o próprio corpo. Segundo ela, o processo de empoderamento veio com a maturidade e com a experiência adquirida ao longo da carreira como influenciadora e cantora.

“Esse empoderamento fui conseguindo com a maturidade e minha história como influenciadora e cantora”, afirmou.

Fonte: revistaquem

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CPI

CPI do Crime Organizado aprova quebra de sigilos de cunhado de dono do Banco Master

por Redação 11 de março de 2026

A CPI do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (11) uma série de medidas relacionadas às investigações sobre possíveis conexões entre o sistema financeiro e o crime organizado. Ao todo, foram aprovados 27 requerimentos em votação realizada em bloco.

Entre as decisões está a quebra de sigilos fiscal, telefônico e telemático de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O colegiado também autorizou a quebra de sigilos e o envio de Relatórios de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) de Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”. Ele morreu após ser preso no âmbito das investigações.

Além disso, os parlamentares aprovaram um requerimento solicitando ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso envolvendo o Banco Master, informações sobre a morte de Mourão.

A votação ocorreu “em bloco”, procedimento comum no Congresso Nacional em que vários itens da pauta são analisados e aprovados conjuntamente, sem votação individual, geralmente quando há consenso entre os parlamentares.

A comissão também aprovou a convocação de Marilson Roseno da Silva, apontado como integrante de um grupo conhecido como “a Turma”, além de Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana, servidores do Banco Central suspeitos de favorecer o Banco Master.

Outro requerimento aprovado prevê o envio de pedidos de informação à empresa de gestão de aeronaves Prime You, que teve Daniel Vorcaro entre seus sócios.

Os parlamentares também autorizaram a quebra de sigilo bancário e fiscal de Mohamad Hussein Murad, conhecido como Beto Louco, apontado como figura central em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Em sessões anteriores, a CPI já havia aprovado convites para que prestem esclarecimentos os ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o comandante do Exército, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva.

Durante a mesma sessão desta quarta-feira, os parlamentares ouviram o fundador da gestora Reag, João Carlos Mansur. A empresa é investigada pela Polícia Federal em duas operações que apuram suspeitas de lavagem de dinheiro associada ao PCC.

Inicialmente, o advogado de Mansur, José Luis Oliveira Lima, informou que o empresário permaneceria em silêncio. No entanto, Mansur decidiu falar e apresentou explicações sobre o funcionamento da empresa.

Ele afirmou que a gestora administra mais de 700 fundos de investimento, mas que os fundos questionados representam uma pequena parcela da operação total.

“São aproximadamente R$ 300 bilhões em administração de terceiros. Não são recursos próprios. Os fundos questionados correspondem a uma fração de não mais de 10% a 15% do banco total da operação”, afirmou.

Mansur também respondeu a questionamentos do relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), sobre os chamados fundos de cotista único. Segundo ele, esse tipo de estrutura não é ilegal.

“Ter apenas um cotista não quer dizer que o fundo seja A, B ou C. A quantidade de cotistas não carimba o objetivo do fundo. O fundo é como um prédio. O administrador é a imobiliária, o gestor é o síndico. E os cotistas do fundo são os donos do prédio. Os fundos são condomínios, abertos ou fechados”, explicou.

A Polícia Federal, no entanto, suspeita que a Reag utilizou fundos exclusivos como parte de um mecanismo para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Nesse tipo de estrutura, apenas um investidor aparece formalmente como cotista, o que amplia o controle sobre o fundo e pode reduzir a transparência sobre quem é o beneficiário final dos recursos.

Fonte: G1

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caso Master

Relatório do Coaf aponta repasses de R$ 3,6 milhões do Banco Master e da Reag a empresa de ACM Neto

por Redação 11 de março de 2026

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que uma empresa ligada ao vice-presidente do União Brasil e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master, controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, e da gestora de recursos Reag. Os repasses ocorreram entre dezembro de 2022 e maio de 2024.

Segundo o documento, os pagamentos foram feitos à empresa A&M Consultoria Ltda., da qual ACM Neto é sócio junto com sua esposa. A empresa foi aberta em 28 de dezembro de 2022, com capital social de R$ 2 mil, e tem como atividade principal a prestação de serviços de consultoria em gestão empresarial, além de atuação de apoio à educação.

De acordo com dados do Coaf, entre junho de 2023 e maio de 2024 a empresa recebeu R$ 1,55 milhão em 11 transferências da gestora Reag e R$ 1,34 milhão em nove repasses do Banco Master, somando R$ 2,89 milhões nesse período. Antes disso, entre março e junho de 2023, a consultoria recebeu mais R$ 422,325 mil do Master e R$ 281,55 mil da Reag.

Ainda segundo o relatório, no mesmo intervalo de tempo ACM Neto recebeu de sua própria empresa R$ 4,2 milhões em 14 transferências.

O Coaf afirmou ter identificado movimentações financeiras consideradas elevadas em comparação à capacidade financeira declarada da empresa. “Identificamos que, no período analisado, a empresa movimentou recursos expressivos, acima de sua capacidade financeira declarada”, registra o relatório do órgão, que atua na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro.

Procurado, ACM Neto confirmou os pagamentos e afirmou que os valores são referentes à prestação de serviços de consultoria realizados após deixar cargos públicos.

Em nota enviada por meio de sua defesa, o ex-prefeito de Salvador disse que constituiu a empresa quando já não ocupava função pública e passou a prestar serviços a clientes, entre eles o Banco Master e a Reag.

“Isso sempre ocorreu com contratos formais, com o devido recolhimento de impostos e trabalhos de consultoria efetivamente executados, notadamente relacionados à análise da agenda político-econômica nacional, e materializados em diversas reuniões com o corpo técnico e jurídico dos contratantes”, afirmou.

ACM Neto também declarou que, no período em que prestou os serviços, não havia fatos que desabonassem as empresas contratantes, ambas inseridas em setores regulados.

Segundo ele, as atividades realizadas não têm relação com investigações envolvendo o Banco Master. “Os serviços por mim prestados não envolveram qualquer tipo de irregularidade e não têm correlação com os temas que se noticia estarem sob investigação”, afirmou.

O ex-prefeito acrescentou ainda que os honorários recebidos e os rendimentos declarados são compatíveis com os serviços prestados, destacando que também atuou como consultor para outros clientes no mesmo período.

Além de ACM Neto, o Banco Master firmou contratos com diversos consultores e advogados com atuação política e jurídica. Reportagens anteriores apontaram que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega também foi contratado pelo banco como consultor.

Segundo informações divulgadas pelo colunista Lauro Jardim, Mantega intermediou um encontro entre Daniel Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atuou em articulações para a aprovação da venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB).

Outro nome citado foi o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, que passou a prestar consultoria ao banco após se aposentar do Supremo Tribunal Federal em 2023. O contrato previa pagamentos mensais de R$ 250 mil e teria rendido cerca de R$ 6,5 milhões ao ex-ministro e a seu filho entre agosto de 2023 e agosto de 2025.

Também foi revelado que o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF, foi contratado para prestar serviços ao Banco Master em Brasília. O acordo previa pagamentos de até R$ 129 milhões ao longo de três anos, mas foi encerrado após a prisão de Vorcaro e a liquidação da instituição financeira.

O Banco Master tornou-se alvo de investigações da Polícia Federal após a descoberta de um esquema bilionário de fraude no sistema financeiro, envolvendo emissão de títulos de crédito sem lastro e outras operações irregulares que podem chegar a R$ 12 bilhões.

Diante das irregularidades, o Banco Central decretou a liquidação da instituição em novembro de 2025.

Na semana passada, Daniel Vorcaro foi preso pela segunda vez por determinação do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. Na decisão, o magistrado afirmou que o banqueiro mantinha um “braço armado” para intimidar adversários, com uso de “coação por meio de sua milícia”.

Fonte: OGLOBO

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caso Master

Coaf aponta transferência de R$ 700 milhões do Banco Master para paraíso fiscal durante negociação com BRB

por Redação 11 de março de 2026

Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que o banqueiro Daniel Vorcaro transferiu ao menos R$ 700 milhões em ativos do Banco Master para uma holding sediada nas Ilhas Cayman, considerado um paraíso fiscal. As movimentações ocorreram entre janeiro e julho de 2025, período em que o banco negociava a venda da instituição ao Banco de Brasília (BRB), operação posteriormente barrada pelo Banco Central.

O Relatório de Inteligência Financeira (RIF), obtido pelo jornal O Globo, mostra que o Master realizou diversas movimentações envolvendo fundos de investimento e repassou as cotas para a empresa de Vorcaro no exterior. As transações chamaram a atenção do órgão de controle porque os valores movimentados não seriam compatíveis com o patrimônio declarado pelo banqueiro.

Na última semana, o Banco Central decretou a indisponibilidade de bens da offshore ligada ao banqueiro, apontada como uma das controladoras do Banco Master.

Segundo o Coaf, a empresa, inicialmente chamada Master Holding e posteriormente rebatizada como Titan Holding, tem Vorcaro como acionista. A estrutura funcionaria como uma holding patrimonial, utilizada para registrar bens pessoais do banqueiro, como imóveis de luxo, aeronaves e automóveis.

Procurada, a defesa de Vorcaro informou que não comentaria o caso.

As transferências começaram em janeiro de 2025, quando houve a cessão de cotas do fundo Quíron por R$ 85 milhões. Em fevereiro, o Banco Master transferiu à holding suas cotas no fundo Saint German, avaliadas em R$ 66 milhões.

Em abril, ocorreu a maior movimentação do período: a transferência de cotas do fundo GSR para o fundo Krispy, em operação estimada em R$ 555 milhões. De acordo com o Coaf, a holding de Vorcaro nas Ilhas Cayman aparece como cotista desse fundo.

No relatório, a equipe técnica do órgão destacou a suspeita em relação às operações. “Os valores movimentados pelo cliente mostram-se incompatíveis com os valores de patrimônio declarados nas fichas cadastrais fornecidas”, afirma o documento.

Além dessas operações, em julho de 2025 a holding realizou uma aplicação de R$ 314 milhões no fundo Tessália. Dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) indicam que os fundos Quíron e Tessália possuem participação societária na Oncoclínicas.

Em novembro do ano passado, as ações da Oncoclínicas caíram 13% após a revelação de que a empresa mantinha R$ 433 milhões em CDBs do Banco Master, que também era um de seus acionistas.

Segundo as investigações, os fundos repassados por Vorcaro para sua própria holding no exterior têm como principais ativos precatórios relacionados a ações judiciais envolvendo usinas e empresas de saúde contra o poder público.

O reforço financeiro da holding ocorreu paralelamente às negociações entre o Banco Master e o BRB para a venda da instituição financeira ao banco estatal do Distrito Federal.

A Polícia Federal investiga operações atribuídas a Vorcaro que teriam envolvido o repasse de cartas de crédito fraudadas ao BRB. O negócio acabou cancelado após a identificação de que os ativos não tinham expectativa de pagamento, o que poderia gerar um rombo bilionário à instituição.

Além disso, conforme revelado anteriormente pelo O Globo, fundos ligados ao Banco Master também participaram da operação de aumento de capital do BRB entre o final de 2024 e fevereiro de 2025. Segundo as investigações, as compras de ações teriam como objetivo inflar artificialmente o tamanho do banco para facilitar a aprovação da aquisição pelo Banco Central.

Depoimentos prestados por Vorcaro e representantes do BRB à Polícia Federal indicam que o banqueiro tentou reunir diferentes ativos para transferir ao banco estatal e viabilizar o negócio. Apesar do anúncio da venda em março de 2025, o Banco Central rejeitou a operação em setembro do mesmo ano.

No último dia 5 de março, o Banco Central determinou a indisponibilidade de bens da Titan Capital Holding, novo nome da Master Holding. Segundo o comunicado, a decisão ocorreu por causa da participação indireta da offshore no controle do Banco Master.

A legislação prevê que administradores de instituições financeiras em liquidação, como é o caso do Banco Master, tenham seus bens tornados indisponíveis até a apuração final de responsabilidades. A medida impede que os controladores transfiram ou vendam patrimônio até a conclusão do processo.

O Coaf elabora relatórios quando identifica movimentações financeiras que se enquadram em critérios legais de suspeita de lavagem de dinheiro. Os documentos não indicam necessariamente a existência de crime, mas são encaminhados às autoridades responsáveis para aprofundamento das investigações.

Fonte: OGLOBO

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BBB

Ana Paula Renault provoca rivais no BBB 26 e recebe resposta irônica de Jonas Sulzbach

por Redação 11 de março de 2026

A manhã desta quarta-feira (11) começou com clima tenso no BBB 26. Após a permanência de Milena no Paredão que eliminou Babu Santana, Ana Paula Renault aproveitou o café da manhã para provocar alguns adversários dentro da casa.

A jornalista direcionou a alfinetada a Jonas Sulzbach, Alberto Cowboy e Solange Couto. Com tom irônico, ela se aproximou e cumprimentou o grupo. “Bom dia, liderança. Tudo bem?”, disse.

Jonas respondeu de forma direta: “Tudo ótimo. Por que não estaria?”. Na sequência, Ana Paula continuou a provocação e citou o resultado do Paredão.

“Não sei. Acho que um dos primeiros motivos é porque quem foi indicado, voltou. Acho isso sempre um problema. Mas é isso. Só para dar um bom dia mesmo porque sou muito educada”, afirmou.

O comentário gerou reação imediata do gaúcho, que respondeu com deboche. “É um poço de educação”, ironizou Jonas.

Sem recuar, Ana Paula manteve o tom sarcástico. “Não é? De finesse, de simpatia”, retrucou a jornalista antes de deixar a cozinha, encerrando o breve embate.

Fonte: GSHOW

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BBB

Babu Santana revê brigas com Ana Paula Renault no BBB 26 e admite: “Fico muito envergonhado”

por Redação 11 de março de 2026

Eliminado como o sétimo participante do BBB 26, Babu Santana revisitou momentos tensos de sua trajetória no reality durante participação no Café com o Eliminado, exibido nesta quarta-feira (11) no Mais Você. Ao rever imagens de discussões com Ana Paula Renault, o ator reconheceu excessos e pediu desculpas a mulheres que possam ter se sentido ofendidas.

Durante a conversa, Babu afirmou que o formato do programa estimula confrontos, mas ressaltou que se arrepende de algumas atitudes. “Peço desculpa a toda mulher que se sentiu ofendida. Estamos em uma semana em homenagem às mulheres, mas todo dia é dia das mulheres”, declarou.

Ele também argumentou que estava inserido na dinâmica competitiva do programa e enfrentando uma adversária experiente em confrontos dentro do jogo. “Naquele momento, eu estava dentro do Big Brother Brasil, embatendo com outra competidora que é especialista em desestabilizar não só a mim, mas outras pessoas da casa”, afirmou.

Ao assistir novamente aos embates, o ator disse sentir vergonha das cenas. “Quando vejo uma cena dessas, me sinto muito envergonhado. Sem motivo, pedi desculpa para minha filha e para minhas ex-companheiras que estavam ali, ainda mais por ser uma semana tão emblemática e por já ter tido outros assuntos delicados, como o da abertura do programa”, comentou.

Babu também afirmou acreditar que ficou abalado durante a discussão após ser chamado de traidor. “Acho que ali houve uma desestabilização da minha pessoa e a surpresa de ter sido chamado de traidor sem ter traído”, concluiu.

Durante a entrevista, o ator também comentou os conflitos envolvendo a jornalista no contexto da Prova do Anjo. Ele relembrou o momento em que decidiu retirar Ana Paula da disputa quando ela estava ao lado de Juliano Floss.

Segundo Babu, a decisão ocorreu após perceber movimentações paralelas dentro da casa. “Eu comecei a analisar as conversas paralelas que estavam acontecendo, de que as pessoas deixariam o Anjo para a Chay, que é uma aliada próxima. Então decidi tirar a Ana Paula para ela não ficar combinando com a Milena, mas eu sabia que poderia correr o risco de o Juliano sair”, explicou.

A estratégia acabou sendo interpretada por outros participantes como traição, o que, segundo ele, deu início ao conflito com Ana Paula. “Esse movimento, em que todo mundo jogava junto, foi considerado um ato de traição. Foi aí que começou toda a nossa guerra”, relembrou.

O ator admitiu ainda que perdeu o controle em alguns momentos das discussões. “Eu fui me exaltando e, de fato, perdi a mão nos ataques, uma vez que tinha que entrar em um plano que eu acreditava que daria certo”, disse.

Babu também comentou a relação com Juliano Floss e afirmou que chegou a questionar a amizade entre os dois durante o jogo, algo que hoje não entende. “É uma coisa que eu não entendo, porque eu saí de lá amando o Juliano”, declarou, acrescentando que deixou o programa em bons termos com o influenciador.

Outro ponto esclarecido por ele foi uma polêmica envolvendo um suposto presente de um sapato para Juliano dentro da casa. “Eu calço 44 e o Juliano 40. Não tinha possibilidade de ter dado um sapato para ele”, explicou.

Babu Santana foi eliminado no oitavo Paredão do BBB 26 com 68,62% da média dos votos para sair. No confronto com o ator, Milena recebeu 30,91% dos votos, enquanto Chaiany registrou apenas 0,47%.

Fonte: GSHOW

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BBB

Babu Santana revela bastidores e explica por que mudou estratégia no BBB 26 após fala de Breno

por Redação 11 de março de 2026

Babu Santana abriu o jogo sobre um momento decisivo de sua trajetória no BBB 26. Eliminado como o sétimo participante da edição, o ator participou do Café com o Eliminado desta quarta-feira (11) e contou que mudou sua postura dentro da casa após um comentário de Breno.

Durante a conversa com Ana Maria Braga, Babu relembrou o momento em que Breno retornou à casa após o chamado Paredão Falso e trouxe informações que influenciaram diretamente o rumo do jogo.

Segundo o ator, Breno afirmou: “A gente está indo no ponto certo, Babu. Pare de divergir, para a gente ir eliminando um por um e isso vai dar certo”.

A fala fez com que Babu reconsiderasse sua postura. Ele contou que reconheceu que vinha reagindo às provocações dentro da casa e decidiu mudar a estratégia.

“Falei: ‘Então tá, brother. Me desculpa, você sabe que eu não estou conseguindo me segurar nas provocações. Mas, se você viu o jogo de fora, então tá. Vou segurar a minha onda e vamos juntos’”, explicou.

O relato revela como a volta de Breno com uma nova leitura do jogo influenciou a dinâmica entre os participantes e levou Babu a tentar controlar as reações dentro do confinamento.

Fonte: GSHOW

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