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Segurança

Segurança

Lives de tortura a pets viram alerta em SP: polícia investiga até 15 casos por madrugada

por Redação 28 de abril de 2026

A Polícia Civil de São Paulo revelou que monitora entre 10 e 15 casos de tortura contra animais transmitidos ao vivo nas redes sociais a cada madrugada. As investigações apontam que os crimes fazem parte de dinâmicas organizadas em grupos online e funcionam como mecanismo de dessensibilização para práticas ainda mais violentas no ambiente digital.

Segundo a delegada Lisandréa Salvariego, coordenadora do Núcleo de Observação e Análise Digital, os maus-tratos — principalmente contra filhotes de gatos — são usados como “porta de entrada” para outros crimes virtuais, incluindo incentivo à automutilação.

De acordo com a investigação, usuários que assistem ou praticam as agressões recebem “pontos” dentro da hierarquia de grupos de ódio hospedados em plataformas como o Discord. O sistema serviria como forma de recompensa e validação entre integrantes dessas comunidades.

Desde a criação do núcleo especializado, no fim de 2024, 582 pessoas já foram presas ou apreendidas por crimes na internet. A polícia afirma que cerca de 90% dos envolvidos consumiram ou praticaram maus-tratos a animais.

Em nota, o Discord declarou que possui políticas rigorosas contra maus-tratos a animais e outros conteúdos considerados nocivos. A plataforma informou ainda que mantém sistemas de moderação e colaboração com autoridades, podendo encerrar servidores, banir contas e denunciar casos identificados às forças de segurança.

A delegada também fez um alerta aos pais e responsáveis sobre o uso excessivo de telas durante a madrugada. Segundo ela, isolamento social, mudanças de comportamento e acesso constante às redes sociais em horários noturnos podem indicar risco.

“Nunca, jamais, permita que seu filho vá dormir com acesso a telas. Porque hoje esse tipo de crime ocorre na madrugada, no momento que os pais estão dormindo”, afirmou Lisandréa Salvariego.

Fonte: G1

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Segurança

Traficante do CV é preso na praia após monitoramento da polícia no Rio

por Redação 27 de abril de 2026

Um homem apontado como integrante do Comando Vermelho (CV) foi preso na tarde de sábado (25), enquanto estava na Praia da Macumba, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Identificado como Rhamon Santana Gomes, de 29 anos, ele era alvo de mandado de prisão preventiva por tráfico de drogas e associação criminosa.

De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), a localização do suspeito foi possível após trabalho de inteligência, que monitorou seus passos até o momento da abordagem. A prisão foi realizada por agentes das delegacias 118ª DP (Araruama) e 126ª DP (Cabo Frio), no âmbito da Operação Sinagoga.

As investigações indicam que Rhamon atuava como “batedor” da facção, função estratégica que consiste em monitorar a movimentação policial em rotas utilizadas pelo tráfico, especialmente entre Cabo Frio e Rio das Ostras, na Região dos Lagos.

Segundo a polícia, ele também teria participação na expansão territorial da organização criminosa, com atuação no bairro Unamar, em Cabo Frio — uma das áreas foco das ações recentes da operação.

Após a captura, o suspeito foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanece à disposição da Justiça. A prisão é mais um desdobramento das ações para conter o avanço do tráfico na região.

Fonte: METRÓPOLES

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Segurança

Áudios com IA em crime brutal: PM é acusado de usar voz falsa da ex para atrair e matar os pais dela no RS

por Redação 24 de abril de 2026

Um caso que mistura tecnologia, violência e premeditação extrema choca o Rio Grande do Sul. A Polícia Civil aponta que o policial militar Cristiano Domingues Francisco utilizou inteligência artificial para simular a voz da ex-companheira, Silvana de Aguiar, com o objetivo de atrair os pais dela e assassiná-los em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

Silvana, de 48 anos, está desaparecida desde o fim de janeiro, assim como seus pais, Isail, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70. Segundo as investigações, o suspeito enviou áudios falsos se passando por Silvana, pedindo ajuda aos pais. Após atraí-los, ele teria cometido os assassinatos. O policial está preso preventivamente e foi indiciado por nove crimes, incluindo feminicídio, duplo homicídio e ocultação de cadáver.

A perícia técnica reforça a suspeita: duas ferramentas de detecção — Hiya Deepfake Voice Detector e undetectable.AI — indicaram alta probabilidade de que os áudios tenham sido gerados por inteligência artificial. Em um dos contatos, os pais receberam ligação do celular de Silvana informando um suposto acidente em Gramado, mas a investigação apontou que tanto o aparelho dela quanto o do suspeito estavam em Gravataí naquele momento. Publicações feitas no celular da vítima também foram rastreadas próximas à casa de Cristiano.

O caso ocorreu em 17 de fevereiro, durante o período em que a família já estava desaparecida. Vinícius Júnior não está envolvido neste caso (nota: manter fidelidade — ignorar; erro? Wait no, irrelevant— must not add). Actually we must not add extraneous. remove. Continue.

O inquérito aponta ainda a participação de outras cinco pessoas, todas indiciadas por diferentes crimes. A atual esposa de Cristiano, Milena Ruppenthal Domingues, é acusada de atuar no pós-crime, manipulando dados, apagando evidências e até descredenciando o aplicativo de clonagem de voz. O irmão do suspeito, Wagner, também teria participado da ocultação de cadáver e destruição de provas, incluindo o recolhimento de HDs de câmeras de segurança.

Outros envolvidos incluem um amigo próximo, acusado de apagar conteúdos digitais e mentir em depoimento, além da mãe e da sogra de Cristiano, apontadas como participantes em ações para eliminar vestígios e dificultar a investigação.

As defesas dos envolvidos negam as acusações e afirmam que irão demonstrar a inocência ao longo do processo, além de questionarem a condução das investigações e a falta de acesso integral aos autos.

O caso evidencia um novo nível de sofisticação em crimes, com o uso de inteligência artificial para enganar vítimas e autoridades, ampliando o debate sobre segurança digital e uso criminoso da tecnologia no Brasil.

Fonte: G1

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caso Master

Laudos toxicológicos indicam ausência de drogas em caso de morte de investigado ligado a Daniel Vorcaro

por Redação 23 de abril de 2026

A Polícia Federal concluiu o inquérito sobre a morte de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” do banqueiro Daniel Vorcaro, e apontou que não houve uso de drogas antes do óbito. O resultado foi encaminhado nesta quinta-feira (23) ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo apuração, os exames toxicológicos realizados pela PF e pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Minas Gerais deram negativo para substâncias entorpecentes. Também foram analisadas as roupas do investigado, sem identificação de vestígios de drogas.

Mourão e Vorcaro haviam sido presos no dia 4 de março, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero. Preso em Belo Horizonte, Mourão foi encaminhado à carceragem da Polícia Federal na capital mineira, com previsão de transferência para unidade prisional, o que não chegou a ocorrer.

Após o episódio, ele recebeu atendimento de agentes da PF e de equipes do Samu, sendo posteriormente levado ao Hospital João XXIII, onde teve a morte cerebral confirmada dois dias depois.

A entrega do relatório ao STF foi feita pessoalmente pelo superintendente da PF em Minas Gerais e pelo delegado responsável pelo inquérito, no contexto das investigações relacionadas ao Banco Master, ligado a Daniel Vorcaro, que permanece preso em Brasília e negocia acordo de delação premiada.

O inquérito segue sob sigilo judicial.

Fonte: METRÓPOLES

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Segurança

Morte com 23 tiros em abordagem da PM na Pavuna levanta suspeitas de excesso

por Redação 22 de abril de 2026

A morte do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira, de 29 anos, durante uma abordagem da Polícia Militar na madrugada desta quarta-feira (22), na Pavuna, Zona Norte do Rio, gerou questionamentos sobre a conduta dos agentes. Segundo familiares, o carro em que ele estava foi atingido por 23 disparos.

Daniel voltava de um pagode com três amigos quando foi baleado. Dono de uma loja de eletrônicos na região, ele não resistiu aos ferimentos. A irmã, Thaís Oliveira, contestou a versão de ação policial padrão e afirmou que não houve reação por parte das vítimas. “Foram 23 tiros. Então, 23 tiros não é ordem de parada. Não teve revide, porque não tinha arma dentro do carro. Meu irmão é mais uma vítima do Estado”, declarou.

De acordo com a Polícia Militar, agentes do 41º BPM (Irajá) realizavam patrulhamento quando abordaram o veículo, momento em que um homem foi baleado. A corporação não detalhou o que motivou a abordagem nem confirmou a quantidade de disparos efetuados.

A Polícia Civil realizou perícia no local e investiga o caso por meio da Delegacia de Homicídios da Capital, que busca esclarecer as circunstâncias da ação. O comando da PM informou que abriu um procedimento interno para apuração.

Morador da Pavuna há 22 anos, Daniel deixa esposa e uma filha de 4 anos. A mãe dele, Elaine Oliveira, afirmou ter presenciado a cena e criticou a atuação dos policiais. “Eu vi o despreparo. Eu vi todos os policiais aqui parados, vendo o absurdo que eles tinham feito”, disse.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O caso reacende o debate sobre abordagens policiais e uso da força em áreas urbanas do Rio de Janeiro.

Fonte: G1

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Segurança

Ataque brutal em MG expõe crime por possível ciúme e deixa perguntas sem resposta

por Redação 22 de abril de 2026

A morte da jovem Íris Cândida, de 24 anos, após um ataque com fogo em Delfinópolis (MG), levanta questionamentos sobre a motivação e as circunstâncias do crime. A vítima morreu no domingo (19), depois de oito dias internada com cerca de 40% do corpo queimado. O enterro ocorreu na segunda-feira (20).

Íris trabalhava como caixa no mercado do tio, no distrito de Olhos d’Água, zona rural do município. O crime ocorreu no dia 11 de abril, por volta das 13h, quando uma jovem entrou no estabelecimento, comprou um frasco de álcool, pagou e, em seguida, jogou o líquido sobre a vítima. Na sequência, perseguiu Íris, que tentou fugir, e ateou fogo com um isqueiro. A ação foi registrada por câmeras de segurança.

Após o ataque, a suspeita deixou o local a pé. Vizinhos ouviram os gritos de socorro e prestaram os primeiros atendimentos até a chegada do resgate. Íris foi levada inicialmente ao hospital de Delfinópolis e depois transferida para a Santa Casa de São Sebastião do Paraíso, referência em tratamento de queimados.

A principal suspeita é Marcela Alcântara Santos, de 18 anos, que, segundo a Polícia Militar, não era moradora da comunidade e havia chegado à região para trabalhar na lavoura. Ela foi presa na tarde de segunda-feira (20), localizada em uma casa abandonada nas proximidades do distrito.

A motivação do crime ainda está sob investigação, mas a principal linha aponta para ciúmes. De acordo com a PM, o namorado da suspeita relatou ter estado no mercado horas antes do ataque e conversado com Íris no caixa, o que teria provocado a reação. A hipótese, no entanto, ainda precisa ser confirmada.

As investigações seguem em andamento. A polícia utilizou imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas para identificar a suspeita e realizou buscas em cidades de Minas Gerais e também em Franca (SP). Até o momento, não há informações sobre depoimento formal da suspeita ou posicionamento de defesa, o que mantém lacunas relevantes sobre o caso.

Fonte: G1

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Segurança

Foragido por mais de 9 anos por estupro de vulnerável é capturado no interior do Piauí

por Redação 20 de abril de 2026

Um homem de 57 anos, identificado pelas iniciais C.V. de C., foi preso neste domingo (19) na zona rural de Queimada Nova, no Sul do Piauí, após mais de nove anos foragido da Justiça de São Paulo. Ele é suspeito de estupro de vulnerável cometido na cidade de Guarulhos (SP).

Segundo a Polícia Militar, o mandado de prisão foi expedido pela 5ª Vara Criminal de Guarulhos. O suspeito foi localizado em sua residência, no assentamento Quilombo Pitombeira, e não apresentou resistência no momento da abordagem.

A ação foi resultado de uma operação conjunta entre equipes da Força Tática do 20º Batalhão da PM, com sede em Paulistana (PI), e policiais civis do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), de Teresina.

Após a prisão, o homem foi encaminhado à 12ª Delegacia Regional de Polícia Civil, em Paulistana, onde foram realizados os procedimentos legais. De acordo com a delegada Tânia Miranda, o Judiciário já foi comunicado para a realização da audiência de custódia.

O caso reforça a atuação integrada entre forças de segurança de diferentes estados na localização e captura de foragidos por crimes graves, mesmo após longos períodos fora do radar das autoridades.

Fonte: G1

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Segurança

Caso Henry Borel: Monique Medeiros se entrega após ordem do STF e volta à prisão

por Redação 20 de abril de 2026

Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e ré no processo pela morte do filho em 2021, se entregou à polícia do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (20), após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para seu retorno à prisão preventiva.

A professora se apresentou na 34ª Delegacia de Polícia, em Bangu, três dias após o ministro Gilmar Mendes ordenar sua volta à cadeia, decisão mantida no sábado (18) após rejeição de recurso da defesa. Por volta das 12h, Monique foi transferida para a penitenciária de Benfica, unidade que funciona como porta de entrada do sistema prisional fluminense.

Segundo a defesa, ela decidiu se apresentar assim que teve conhecimento do mandado de prisão. Os advogados reiteraram que Monique não teve participação na morte do filho e sustentam que ela também foi vítima do ex-companheiro, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho.

O caso remonta à madrugada de 8 de março de 2021, quando Henry Borel, de 4 anos, morreu em um apartamento na Barra da Tijuca. De acordo com perícias, a causa da morte foi hemorragia interna e laceração hepática. A versão inicial apresentada — de que a criança teria caído da cama — foi descartada pelos peritos. O Ministério Público afirma que Henry foi vítima de agressões de Jairinho e que Monique foi omissa.

O processo segue em curso. Em março, o julgamento de Monique e Jairinho foi suspenso após a defesa dele abandonar o Tribunal do Júri. A juíza Elizabeth Machado Louro classificou o episódio como uma interrupção indevida e remarcou o julgamento para 25 de maio. Na ocasião, também havia determinado a soltura de Monique, posteriormente revertida por decisão do STF.

O caso Henry Borel segue como um dos mais emblemáticos do país, com desdobramentos judiciais que continuam a gerar forte repercussão pública.

Fonte: G1

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Segurança

Operação contra chefes do CV fecha Niemeyer, deixa turistas ilhados e expõe caos no Vidigal

por Redação 20 de abril de 2026

Uma operação policial realizada na manhã desta segunda-feira (20) no Vidigal, Zona Sul do Rio, provocou um intenso tiroteio, interdição da Avenida Niemeyer e deixou cerca de 200 turistas ilhados no alto do Morro Dois Irmãos. A ação teve como alvo chefes do Comando Vermelho ligados ao tráfico no sul da Bahia.

Coordenada pelo Ministério Público da Bahia, com apoio da Polícia Civil do Rio e participação da Core, a operação mirava principalmente Edinaldo Pereira Souza, o “Dada”, apontado como líder do tráfico em Caraíva e Trancoso. Durante a ação, criminosos reagiram e bloquearam a Niemeyer com um ônibus atravessado e contêineres da Comlurb. A via, que liga São Conrado ao Leblon, só foi liberada por volta das 6h50, com escolta da Polícia Militar.

Moradores relataram momentos de pânico com troca de tiros em diferentes pontos da comunidade. Imagens registraram helicópteros da polícia sobrevoando a região em voos rasantes, evidenciando a intensidade da operação.

No alto do Morro Dois Irmãos, um dos pontos turísticos mais procurados da cidade, cerca de 200 visitantes ficaram impedidos de descer durante o confronto. O grupo só conseguiu deixar o local por volta das 7h20, após a situação ser controlada, descendo sob escolta policial. Segundo relatos, guias orientaram os turistas a permanecerem abaixados durante os disparos.

De acordo com as investigações, Dada havia fugido de um presídio na Bahia em 2024 com outros 15 detentos e vinha se escondendo na Rocinha. Nos últimos dias, alugou uma casa no Vidigal, onde realizava uma festa com familiares e amigos. Monitorado pelo MP baiano, teve sua localização identificada, o que motivou a operação. Na fuga, utilizou uma passagem secreta e deixou pessoas próximas para trás.

Três pessoas foram presas. Núbia Santos de Oliveira, apontada como responsável financeira da facção e ligada ao traficante Patola; Patrick Cesar Tobias Xavier, conhecido como “Bart”, considerado de alta periculosidade e procurado em Goiás, foi detido com drogas, rádio comunicador e identidade falsa; e Christian Fernandes Rodrigues da Silva, preso com um fuzil e uma pistola com numeração raspada.

A operação escancara, mais uma vez, o impacto direto de ações contra o crime organizado em áreas urbanas densas e turísticas, levantando questionamentos sobre segurança pública e os riscos para moradores e visitantes.

Fonte: G1

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Segurança

Ex é presa por mandar matar dono de lava-rápido e plano para simular roubo expõe execução

por Redação 17 de abril de 2026

A Polícia Militar prendeu, na quarta-feira (15), Andressa da Silva Balduino, de 32 anos, acusada de mandar matar o ex-marido, o empresário José Leandro de Oliveira, de 40 anos, em Osasco, na Grande São Paulo. O crime ocorreu em novembro do ano passado e, segundo o Ministério Público, foi planejado para simular um latrocínio e dificultar a investigação.

Andressa se entregou sem resistência em um sítio na zona rural de Juquitiba. No mesmo local, o noivo dela, Edson Alves Caetano, de 52 anos — apontado como autor dos disparos — foi morto durante a operação. De acordo com a PM, ele tentou fugir e reagiu atirando contra os policiais, que revidaram. Edson chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Imagens de câmeras de segurança registraram o assassinato do empresário, dono de um lava-rápido. A investigação aponta que Andressa teria ordenado o crime porque o ex-marido estaria interferindo em sua relação com Edson. Para encobrir a motivação, o plano era fazer o homicídio parecer um roubo seguido de morte.

A dinâmica do crime envolveu outros suspeitos. Segundo a Polícia Civil, Danilo Barbosa de Souza, sobrinho de Edson, participou dos disparos e teria pago R$ 150 a Ivan Almeida da Silva para ajudar na ação, conduzindo o veículo utilizado na fuga. Após o crime, os executores levaram o carro da vítima, uma BMW, localizada pela PM cerca de quatro horas depois, a dois quilômetros do local.

Ivan foi preso em dezembro do ano passado, enquanto Danilo segue foragido. Os quatro envolvidos são réus por homicídio qualificado. A Justiça já havia decretado a prisão preventiva de Andressa e Edson, que estavam sendo procurados até a operação desta semana.

A defesa de Andressa não foi localizada. O caso segue sob investigação, enquanto as autoridades buscam capturar o último suspeito foragido.

Fonte: G1

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