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COP30

COP30

Prefeito de Londres reavalia opinião e diz que agora gosta de guaraná brasileiro após presente enviado por Janja

por Redação 1 de dezembro de 2025

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, voltou atrás após causar polêmica ao afirmar que o guaraná brasileiro era “horrível”. Nesta semana, Khan afirmou ter mudado de opinião depois de receber novas latas da bebida enviadas pela primeira-dama Janja Lula da Silva, acompanhadas de orientações sobre a forma “correta” de experimentar o refrigerante.

A polêmica começou em novembro, quando Khan esteve no Brasil para participar da Cúpula Mundial de Prefeitos da C40, evento preparatório para a COP30. Durante a visita, ele provou a versão zero açúcar do refrigerante e disse ter achado o sabor desagradável — comentário que repercutiu amplamente nas redes sociais, gerando críticas e reações bem-humoradas de brasileiros.

No novo vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito reconhece que quase criou uma “crise diplomática” ao criticar a bebida. Desta vez, ele testou o guaraná tradicional, com açúcar, servido gelado, com bastante gelo e uma rodela de laranja. Segundo Khan, a experiência foi completamente diferente, e o gosto, aprovado.

O episódio reacendeu discussões sobre produtos típicos brasileiros e a maneira como são apresentados ao público internacional, além de gerar um novo ciclo de engajamento nas redes sociais em defesa do guaraná, um dos refrigerantes mais tradicionais do país.

Fonte: G1

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COP30

Cientistas denunciam ausência de menção a combustíveis fósseis em novo rascunho da carta final da COP30 e falam em “traição”

por Redação 21 de novembro de 2025

Cientistas climáticos reunidos na COP30, no pavilhão Ciência Planetária, manifestaram forte insatisfação com a nova versão do texto que poderá se tornar a carta final da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, realizada em Belém. O comunicado foi divulgado nesta sexta-feira e critica duramente o fato de o rascunho atual não mencionar os combustíveis fósseis.

No texto anterior, já havia divergências relevantes sobre o futuro dos combustíveis fósseis no acordo global. A sugestão de realizar futuramente um workshop ou reunião ministerial para discutir o tema foi considerada insuficiente por especialistas. Agora, com a retirada completa de qualquer referência aos combustíveis fósseis, o tom das críticas se intensificou.

“Apesar de muitos países apoiarem rotas claras para superar a dependência de combustíveis fósseis e do impulso dado pelo presidente do Brasil, as palavras ‘combustíveis fósseis’ simplesmente desapareceram do rascunho. Isso representa uma traição à ciência e às pessoas, principalmente as mais vulneráveis, além de ser incoerente com o compromisso de limitar o aquecimento a 1,5°C”, afirma a carta divulgada pelos cientistas.

De acordo com os especialistas, não há possibilidade de cumprir metas de segurança climática sem uma eliminação gradual dos combustíveis fósseis e sem o fim do desmatamento. Eles pedem que, nas horas finais de negociação, as delegações restituam ao texto diretrizes claras para uma transição energética compatível com as evidências científicas.

O documento é assinado por Carlos Nobre (Painel Científico para a Amazônia), Fatima Denton (United Nations University), Johan Rockström (Potsdam Institute for Climate Impact Research), Marina Hirota (Instituto Serrapilheira), Paulo Artaxo (USP), Piers Forster (University of Leeds) e Thelma Krug, presidente do Conselho Científico da COP30.

Fonte: OGLOBO

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COP30

PF faz inspeção após incêndio na COP 30 para liberar pertences retidos

por Redação 21 de novembro de 2025

A Polícia Federal realizou na noite desta quinta-feira (20) uma vistoria na área da COP 30 afetada por um incêndio, em Belém, com o objetivo de liberar pertences deixados por participantes durante a evacuação emergencial. Segundo um representante responsável pela intermediação entre a ONU e as Forças Armadas, a ação buscou permitir que delegados e observadores com voos marcados pudessem recuperar documentos e objetos pessoais.

O major Menezes explicou que a verificação do material que permaneceu na chamada Zona Azul — espaço restrito administrado pela ONU — foi necessária para garantir controle e segurança na devolução dos itens. O local teve o funcionamento restabelecido às 20h40, após emissão do alvará de funcionamento e do atestado de segurança pelo Corpo de Bombeiros.

Entre os participantes afetados está a diretora da Trias, que aguarda a reabertura para retirar sua bagagem e tentar embarcar ainda nesta quinta-feira para a Bélgica. Situação semelhante vive a observadora internacional Magali Coppenolle, da Climate Bonds Initiative, que também ficou com seus pertences retidos no guarda-volumes do evento. Com voo marcado para a Europa, ela relatou não ter sido autorizada a retornar ao espaço. “Acho que minha mochila vai ter que ficar no Brasil”, afirmou.

O incêndio atingiu um dos pavilhões da Zona Azul e levou à evacuação imediata. Vídeos mostram o momento em que as chamas começam atrás do pavilhão da Comunidade da África Oriental, onde ocorria um painel. Segundo a organização do evento, 21 pessoas foram atendidas no próprio local após inalarem fumaça. Fontes da equipe de saúde da COP confirmaram que ao menos três delas foram encaminhadas ao Hospital Metropolitano com quadro de intoxicação.

O governo do Pará e a prefeitura de Belém afirmaram que não houve feridos. Equipes de emergência concentraram esforços na retirada da fumaça acumulada, que se espalhou pelo sistema de refrigeração. De acordo com bombeiros, a estrutura montada para a conferência utiliza materiais considerados não inflamáveis, embora equipamentos e objetos presentes nos estandes possam elevar a carga de incêndio.

O episódio também chamou atenção para o risco enfrentado por profissionais que atuam na linha de frente, como a bombeira que aparece em vídeos durante o combate às chamas, além de levantar questionamentos sobre a transparência das informações repassadas em situações de emergência em grandes eventos internacionais.

Fonte: G1

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COP30

Êxito da COP30 dependerá de sinalização para abandono dos combustíveis fósseis

por Redação 17 de novembro de 2025

O principal resultado que a COP30 pode oferecer ao mundo está além da pauta oficial de Belém: avançar na construção de um caminho que leve à redução e, futuramente, ao abandono dos combustíveis fósseis. À medida que a conferência entra em sua semana decisiva, temas fora da agenda formal tendem a influenciar mais diretamente o combate à emergência climática do que as negociações estruturadas.

As conclusões da conferência ainda são incertas, e não há expectativa de anúncios surpreendentes. Entretanto, qualquer passo que indique a disposição global de caminhar para o fim do uso de carvão, petróleo e gás seria considerado um marco.

As decisões da COP30 se distribuem em três eixos. O primeiro envolve articulações políticas; o segundo, os temas oficialmente em negociação; e o terceiro, a busca por um plano concreto que sinalize o distanciamento da produção e do consumo de combustíveis fósseis. Este último deriva dos compromissos estabelecidos na COP28, em Dubai, quando os países concordaram em triplicar a capacidade de energias renováveis, duplicar a eficiência energética e iniciar uma transição “justa, ordenada e equitativa” para longe dos fósseis.

Apesar de ter sido negligenciado na COP29, o tema voltou a ganhar relevância em Belém. O presidente Lula mencionou a necessidade de definir uma rota global de transição em seus discursos, e manifestações sociais, incluindo a marcha pelo clima, reforçam essa demanda. Delegações de diferentes países também pressionam para que o tema avance nas salas de negociação, apesar da resistência de grandes produtores de petróleo.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, tem atuado em articulações paralelas para construir consenso. Em um encontro recente com chefes de delegação, representantes como Jochen Flasbarth, da Alemanha, expressaram apoio à elaboração de um mapa de transição. A ministra do Meio Ambiente da Colômbia, Irene Veléz-Torres, defende que a COP30 explicite pela primeira vez a necessidade de eliminação dos combustíveis fósseis, destacando que reduzir emissões não é suficiente sem mudanças estruturais na matriz energética global.

No campo formal da negociação, quatro temas centrais continuam a gerar impasses: financiamento climático, medidas comerciais unilaterais, ambição de corte de emissões e transparência nos compromissos nacionais. As duas primeiras questões são prioridades para o Sul Global, enquanto as outras são demandas dos países desenvolvidos. Comércio e clima estão cada vez mais interligados, especialmente diante de iniciativas como o imposto de carbono europeu, contestado por China, Índia, Arábia Saudita e outras nações emergentes.

Esses temas — apelidados nos corredores da COP30 de “os quatro tópicos do apocalipse” — podem resultar em um pacote de decisões equilibradas, mas ainda não há clareza sobre como a presidência brasileira irá conduzir o processo. Especialistas apontam que a incorporação de elementos de política comercial à Convenção do Clima pode ser um avanço, ainda que tímido.

O financiamento climático também enfrenta entraves. Com a ausência dos Estados Unidos e a União Europeia direcionando recursos para a guerra na Ucrânia, é improvável que compromissos robustos de novos aportes públicos sejam anunciados em Belém.

Na pauta oficial, um dos temas mais relevantes é a definição de indicadores para orientar políticas de adaptação climática. No entanto, as discussões encontram resistência de países africanos, que pedem um adiamento de dois anos por considerarem que não estão prontos para adotar as métricas propostas.

Para organizações da sociedade civil, adiar não é uma opção. “Precisamos começar de algum lugar e começar agora, com garantia de uma meta clara para o financiamento”, afirma Thaynah Gutierrez, assessora internacional de Clima do Geledés – Instituto da Mulher Negra.

Fonte: VALOR

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COP30

Lula abre a COP30 em Belém e afirma ser preciso “impor nova derrota” aos negacionistas

por Redação 10 de novembro de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou nesta segunda-feira (10) na abertura da 30ª Conferência do Clima da ONU (COP30), realizada pela primeira vez na Amazônia, em Belém (PA). Em um pronunciamento com tom político e simbólico, Lula afirmou que o evento representa uma “proeza” e um marco histórico, destacando a importância de sediar a conferência em uma região que vive os efeitos diretos das mudanças climáticas.

“Fazer a COP aqui é um desafio tão grande quanto acabar com a poluição do planeta Terra. Seria mais fácil fazer a COP em uma cidade que não tivesse problema, mas a gente resolveu aceitar fazer em um estado da Amazônia, para provar que quando há disposição e compromisso com a verdade, nada é impossível”, afirmou.

Durante o discurso, Lula ressaltou que as mudanças climáticas não são mais uma ameaça do futuro, mas sim uma “tragédia do presente”, citando o tornado que atingiu cidades do Paraná na última semana. O presidente também criticou os negacionistas e os ataques à ciência e às instituições democráticas:

“A COP30 será a COP da verdade. Na era da desinformação, os obscurantistas rejeitam as evidências da ciência. Eles controlam algoritmos, semeiam o ódio e espalham o medo. É momento de impor uma nova derrota aos negacionistas.”

Lula voltou a cobrar investimentos em ações climáticas em vez de guerras, criticando os gastos bilionários com conflitos armados:

“Se os homens que fazem guerra estivessem aqui, perceberiam que é muito mais barato colocar US$ 1,3 trilhão para resolver o problema climático do que gastar US$ 2,7 trilhões em guerras, como fizeram no ano passado.”

O presidente também destacou o compromisso brasileiro com a justiça climática e o combate ao racismo ambiental, tema central da declaração assinada pelo Brasil na Cúpula de Líderes da COP30, que pela primeira vez uniu justiça racial e ação climática em um mesmo documento internacional.

Ausência dos Estados Unidos

Sem citar diretamente nomes, Lula fez referência indireta à ausência de países importantes na conferência — entre eles os Estados Unidos, que não enviaram representantes de alto nível à COP30. A ausência do presidente Donald Trump já era esperada, mas havia expectativa de que Washington enviasse delegados técnicos, o que não ocorreu.

O evento

A COP30 acontece até 21 de novembro, reunindo cerca de 50 mil participantes, entre líderes globais, diplomatas, cientistas, empresários e ativistas. O encontro marca um momento decisivo para a ação climática global, com três grandes eixos de debate:

acelerar a transição energética,

ampliar o financiamento climático, e

proteger as florestas tropicais.

As próximas semanas serão dedicadas à negociação de planos concretos, metas e prazos para os compromissos assumidos durante a Cúpula de Líderes.

Fonte: G1

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