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Feminicidio

Feminicidio

Homem joga carro contra familiares e mata companheira atropelada na Zona Norte de SP

por Redação 22 de abril de 2025

Um homem de 59 anos foi preso após atropelar e matar a companheira, Rosângela Silva Varjão, de 51 anos, na madrugada deste domingo (20), em Pirituba, Zona Norte de São Paulo. A enteada e o namorado dela também foram atingidos e ficaram feridos.

Segundo o boletim de ocorrência, a filha da vítima contou à polícia que estava em um bar com a mãe e o namorado quando o padrasto chegou ao local e sugeriu que todos fossem para outro bar, na região da Freguesia do Ó.

Durante o trajeto, uma discussão por ciúme teria começado entre Rosângela e o companheiro. Ele, então, pediu que todos descessem do carro na Avenida Cabo Adão Pereira.

Quando o grupo já estava na calçada, o homem jogou o veículo contra os três, atropelando-os. De acordo com o relato da enteada, ele ainda passou o carro por cima de Rosângela.

A vítima foi socorrida e levada ao Hospital da Brasilândia, mas não resistiu aos ferimentos. A filha sofreu escoriações leves, enquanto o namorado dela teve uma fratura.

Paulo Cesar da Silva Viana foi encontrado pela Polícia Militar horas depois. Ele foi levado para a delegacia, onde foi autuado por feminicídio, tentativa de feminicídio e tentativa de homicídio, e permanece à disposição da Justiça.

Fonte: G1

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Feminicidio

Biomédica é morta pelo ex-companheiro em clínica de estética na Grande BH

por Redação 11 de março de 2025

Uma biomédica, de 33 anos, morreu vítima de feminicídio, em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na tarde desta segunda-feira (10).

Segundo a Polícia Militar, o homem, de 43 anos, ex-companheiro da vítima, matou a mulher com golpes de canivete. Em seguida, ele tentou se matar.

A vítima foi identificada como Miquéias Nunes de Olivera, natural de Manhuaçu, Zona da Mata mineira. Já o autor do crime e ex-companheiro dela foi identificado como Renê Teixeira.

O caso aconteceu em uma clínica de estética na Avenida Boa Esperança, no bairro Várzea, onde a vítima trabalhava como biomédica e esteticista. No momento do crime, ela prestava atendimento a uma paciente.

Ainda segundo os militares, o casal estava em processo de separação.

Segundo a polícia, ele foi até o local de trabalho dela para esfaqueá-la e, em seguida, tentou se matar, usando o mesmo canivete. A polícia foi acionada por colegas de Miquéias da clínica.

Ao chegarem, os policiais se depararam com a mulher morta e o homem deitado ao lado do corpo dela, também ensanguentado.

Aos militares, Renê confessou o crime. A polícia fez buscas na casa dele e encontrou armas de fogo e munições.

O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Betim, na Grande BH e liberado para a família na manhã desta terça-feira (11). O velório será realizado em Ibirité e o enterro em Manhuaçu.

O suspeito foi levado a uma unidade de saúde sob escolta policial.

A Polícia Civil informou que investiga o crime.

Fonte: G1

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Feminicidio

Empresária do ramo da beleza e mãe de 5 filhos; veja quem era mulher morta a tiros pelo ex na 25 de Março

por Redação 26 de novembro de 2024

Empresária do ramo de produtos de beleza, empreendedora, mãe de cinco filhos e avó. Gianeriny Santos Nascimento, conhecida como Jane e Haney, foi morta a tiros aos 42 anos pelo ex-marido Denilson Bento na Ladeira Porto Geral, no Centro Histórico de São Paulo, no sábado (23).

Jane era proprietária de uma empresa de revendas de produtos na área de beleza, a Dom Doca Esmalteria, fundada em 2019, com quatro lojas localizadas em Taboão da Serra, no Centro e na Zona Sul da capital.

A unidade principal fica na 25 de Março, o maior centro de comércio popular do país, onde o feminicídio aconteceu. O crime foi registrado por uma câmera de segurança.

Após os disparos, Denilson foi imobilizado por pessoas no entorno e preso em flagrante na sequência por policiais militares. A Justiça de São Paulo também decretou prisão preventiva dele.

Somente no Instagram, a esmalteria acumula 540 mil seguidores, enquanto o perfil da empresária mais de 67 mil. Nas redes sociais, Jane compartilhava momentos do dia a dia, roupas de grife, carros de luxo e viagens internacionais, como para Nova York, Miami, Orlando e China.

O assassinato de Jane gerou comoção entre amigos e clientes. A equipe da Dom Doca Esmalteria também publicou uma nota de pesar na conta oficial da empresa.

Jane deixa cinco filhos e dois netos. Os dois mais novos, um menino de 5 e uma menina de 10 anos, eram filhos do agressor.

O crime
O assassinato aconteceu na Ladeira Porto Geral, no Centro Histórico de São Paulo, no sábado. As imagens da câmera de segurança mostram o autor dos disparos discutindo com a vítima, às 17h33. Denilson se exalta durante o bate-boca e saca um revólver.

As pessoas tentam contê-lo, mas ele consegue efetuar três disparos, que atingem o abdômen da empresária. Jane foi morta em frente a própria filha, que carregava a neta no colo, e o genro.

Segundo a Polícia Militar, a bala perfurou o abdômen da empresária e saiu do outro lado. A vítima teve uma parada cardíaca a caminho do hospital e morreu na Santa Casa.

De acordo com o boletim de ocorrência, Denilson tem extensa ficha criminal e possível envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comanda da Capital (PCC).

Procurada pelo g1, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que Jane não tinha medida protetiva contra o ex-marido. A pasta também não encontrou registros de crimes de violência contra a mulher no estado.

O advogado do homem afirmou à TV Globo que a prisão dele em flagrante foi convertida em preventiva e ele será encaminhado CDP Belém 1, no Belenzinho.

Em nota, a SSP ainda disse que “a arma de fogo e dois aparelhos celulares foram apreendidos. O automóvel do autor foi localizado, apreendido e entregue ao seu advogado. A perícia foi acionada e o caso foi registrado como feminicídio, localização/apreensão de objeto e entrega de veículo localizado/apreendido na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).”

Fonte: G1

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Feminicidio

Lula sanciona lei que aumenta pena por feminicídio para até 40 anos

por Redação 10 de outubro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quarta-feira (9), a lei que aumenta a pena por feminicídio para até 40 anos. O Projeto de Lei 4.266 de 2023, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PSD-MG), foi aprovado em setembro pelo Congresso Nacional.

Até então, a pena máxima para quem comete assassinatos contra mulheres por razão de gênero era de 30 anos. O mínimo também passará de 12 para 20 anos.

A lei faz com que o feminicídio seja previsto como um crime autônomo no Código Penal. A lei do feminicídio, sancionada em 2025, previa o crime como uma agravante do homicídio comum.

“Mais um passo no combate ao feminicídio no Brasil. Ao lado da ministra Cida Gonçalves, sancionei um projeto de lei que agrava a pena de feminicídio, aumentando a pena mínima de 12 para 20 anos, podendo chegar até 40 anos, e agravando penas de outros crimes praticados contra as mulheres. O nosso governo está comprometido e em Mobilização Nacional pelo Feminicídio Zero”, postou o presidente Lula no Instagram. No vídeo, ele está ao lado das ministras Cida Gonçalves (Mulher), Simone Tebet (Planejamento) e Esther Dweck (Gestão).

A nova lei também passa a incluir o feminicídio como crime hediondo. Além disso, novas agravantes passam a ser consideradas, ou seja, a pena poderá ser maior em casos como o assassinato da mãe ou da mulher responsável por pessoa com deficiência e a depender da forma como foi cometido o crime.

Fonte: r7

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Feminicidio

Adolescente de 15 anos vítima de feminicídio relatou violência em áudio: ‘Jogou a pistola na minha cara’

por Redação 16 de julho de 2024

A adolescente de 15 anos assassinada a tiros em Monteiro relatou em mensagem de áudio que o suspeito, Gilson Cruz, de 56 anos, era violento e já tinha feito ameaças com uma arma de fogo. O caso, registrado no final da tarde deste domingo (14), é tratado como feminicídio. Gilson, que tinha um relacionamento coma vítima, está preso.

Gilson Cruz tem 56 anos e, de acordo com testemunhas, mantinha um relacionamento com Maria Vitória dos Santos. Eles estariam bebendo dentro da casa de Gilson quando uma discussão foi iniciada. Foi nesse momento que o homem teria feito os disparos que matou a adolescente.

“Ele atirou mais de uma vez, ele se certificou de fato acertá-la e acertou de uma maneira que não tinha como ela sobreviver”, disse o delegado Sávio Siqueira.

A prisão do suspeito em Pernambuco
De acordo com o delegado Sávio Siqueira, através do monitoramento de câmeras de trânsito, a Polícia Civil conseguiu localizar, por meio da placa do carro, que o suspeito estava em Caruaru. Foi solicitado o apoio da Polícia Militar de Pernambuco, que conseguiu prender o suspeito por volta das 17h, quando ele já estava em Brejo da Madre de Deus.

Conforme o delegado Sávio Siqueira, conhecidos relatam um relacionamento com constantes agressões de Gilson contra a vítima. Apesar disso, não existe registro policial dessas agressões.

O suspeito, no entanto, já foi condenado por lesão corporal dolosa em decorrência de violência doméstica contra a própria filha.

Conforme informações da delegacia de Monteiro, Maria Vitória conheceu Gilson quando começou a trabalhar na padaria dele há quase dois anos.

Fonte: G1

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Feminicidio

Para seguir sugestão e monitorar agressor de mulher, Brasil teria de comprar 400 mil tornozeleiras

por Redação 29 de abril de 2024

O Brasil precisaria comprar 399.882 tornozeleiras eletrônicas para cumprir a recomendação do Ministério da Justiça e Segurança Pública de monitorar denunciados por agressão doméstica. Até dezembro do ano passado, data da atualização mais recente, o país tinha 153.509 equipamentos, segundo a Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais). Em 2023, as justiças estaduais expediram 553.391 medidas protetivas depois de denúncias de violência doméstica, de acordo com o CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Na semana passada, o CNPCP (Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária) recomendou que agressores envolvidos em crimes do tipo sejam monitorados eletronicamente. O objetivo é garantir que as medidas protetivas de urgência sejam efetivas.

O R7 perguntou ao Ministério da Justiça se a pasta tem intenção de adquirir tornozeleiras eletrônicas para cumprir a sugestão da secretaria, além de questionar a data, a quantidade de equipamentos que seriam comprados e o preço médio de cada um. No entanto, não houve retorno até a última atualização deste texto.

Em novembro do ano passado, o Ministério das Mulheres disponibilizou R$ 1,5 milhão para a compra de tornozeleiras eletrônicas para uso em agressores como mecanismo de proteção às mulheres. A iniciativa fez parte dos objetivos do Programa Mulher Viver sem Violência e do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios.

A reportagem também perguntou à pasta se o processo já foi encerrado, se os equipamentos foram comprados e por quanto e a quais unidades federativas os itens serão distribuídos. Os questionamentos também não foram respondidos, e o espaço segue aberto.

Medidas podem ser efetivas
Especialistas consultados pelo R7 afirmam que as sugestões podem auxiliar na redução dos números de violência doméstica no país. Em 2023, ao menos oito mulheres foram vítimas de violência doméstica a cada 24 horas. Os dados referem-se a oito dos nove estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança (Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo).

O delegado André Santos Pereira, presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, aponta que o monitoramento dos agressores com tornozeleira eletrônica pode ser efetivo, desde que acompanhado de outras medidas.

O advogado e mestre em direito penal Enzo Fachini concorda com o colega e acrescenta que a iniciativa também pode ser eficaz para conter o avanço dos crimes.

O advogado criminalista Rafael Paiva destaca que a medida, além de importante, já está prevista no Cógico de Processo Penal.

Paiva, que também é especialista em violência doméstica e professor de direito penal, processo penal e Lei Maria da Penha, acrescenta que a tornozeleira eletrônica pode diminuir não apenas o crime de violência doméstica.

“Seria um efeito secundário, porque o indivíduo passaria a ter medo de andar com a tornozeleira. O efeito primário é, justamente, diminuir os casos de descumprimento de medida protetiva, que, inclusive, é crime hoje. Acontece que a polícia acaba tendo dificuldades pela falta de provas. Com a tecnologia, a gente conseguiria provar, em tempo real, que o indivíduo se aproximou da vítima. Então, é uma medida que pode diminuir drasticamente o crime de violação de medida protetiva”, completou Paiva.

Fonte: r7

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Feminicidio

A cada 15 horas, uma mulher foi vítima de feminicídio no Brasil em 2023

por Redação 7 de março de 2024

A cada 15 horas, uma mulher foi vítima de feminicídio no ano passado. Os dados são do levantamento “Elas Vivem”, feito pela Rede de Observatórios da Segurança e divulgado nesta quinta-feira (7). O estudo coleta dados de oito estados: Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, São Paulo, Pernambuco, Piauí e Rio de Janeiro.

De acordo com o relatório, 3.181 mulheres passaram por eventos de violência de gênero em 2023, o que significa dizer que oito mulheres são vítimas desse tipo de violência por dia. O número representa um aumento de 22% em relação a 2022, quando Pará não fazia parte do monitoramento. Desse total, 586 foram vítimas de feminicídio.

O levantamento mostra que cerca de 72% dos crimes foram cometidos por parceiros ou ex-parceiros. Ao todo, em 38% dos casos, o criminoso cometeu o assassinato com arma branca e, em 23%, com arma de fogo.

São Paulo foi o único estado a ultrapassar 1.000 casos de violência – um aumento de 20% (de 898 para 1.081). Em segundo lugar, o Rio de Janeiro registrou 621 casos, uma alta de 14%.

No Nordeste, o Piauí teve cerca de 80% de aumento nas violências de gênero em 2023. Pernambuco registrou o maior número de feminicídios na região (92), enquanto o Ceará foi o principal em transfeminicídios (7). Já o Maranhão liderou os crimes de violência sexual/estupro (40 ocorrências).

No primeiro ano de monitoramento, o Pará despontou com 224 eventos violentos contra mulheres.

Fonte: r7

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Feminicidio

Lula cria protocolo ‘Não é Não’ para proteger mulheres; veja como vai funcionar

por Redação 29 de dezembro de 2023

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma lei que cria o protocolo “Não é Não” para prevenção ao constrangimento e à violência contra a mulher e para proteção da vítima. Além disso, o texto institui o selo “Não é Não — Mulheres Seguras”. A medida foi publicada nesta sexta-feira (29) no Diário Oficial da União (DOU).

Pela proposta, o protocolo “Não é Não” será implementado no ambiente de casas noturnas e de boates, em espetáculos musicais realizados em locais fechados e em shows com venda de bebida alcoólica, para promover a proteção das mulheres e para prevenir e enfrentar o constrangimento e violência contra elas.

Na aplicação do protocolo, devem ser observados os seguintes princípios: respeito ao relato da vítima acerca do constrangimento ou da violência sofrida; preservação da dignidade, da honra, da intimidade e da integridade física e psicológica da vítima; celeridade no cumprimento do disposto nesta lei; articulação de esforços públicos e privados para o enfrentamento do constrangimento e da violência contra a mulher.

São deveres dos estabelecimentos assegurar que na sua equipe tenha pelo menos uma pessoa qualificada para atender ao protocolo, manter em locais visíveis informação sobre a forma de acionar o “Não é Não” e os números de telefone de contato da Polícia Militar (180). Além disso, as empresas devem certificar-se com a vítima, quando observada possível situação de constrangimento, da necessidade de assistência.

Em casos de indícios de violência, os estabelecimentos devem proteger a mulher e proceder às medidas, afastar a vítima do agressor, inclusive do seu alcance visual, colaborar com a identificação das possíveis testemunhas, garantir o acesso às imagens à Polícia Civil e preservar por pelo menos 30 dias as imagens relacionadas ao ocorrido.

O descumprimento total ou parcial do protocolo implica as seguintes penalidades: advertência, revogação do selo “Não é Não”, exclusão do estabelecimento da lista “Local Seguro para Mulheres” e outras sanções previstas em lei.

A medida é assinada por Lula e pelos ministros Camilo Santana (Educação), Aparecida Gonçalves (Mulheres) e Ricardo Cappelli (interino da Justiça). A lei entra em vigor após 180 dias de sua publicação oficial.

Violência contra a mulher
Mais de 18,6 milhões de brasileiras sofreram violência física, psicológica ou sexual em 2022. São 50.962 casos por dia. Os dados alarmantes são da quarta edição da pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”, produzida pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) e pelo Datafolha.

Segundo o levantamento, todas as formas de violência contra a mulher apresentaram crescimento acentuado no último ano, com destaque para violência física e ameaças graves com armas brancas e de fogo. Entre 9 e 13 de janeiro deste ano, os pesquisadores ouviram 2.017 entrevistadas de 16 anos ou mais em 126 municípios espalhados pelo país.

A pesquisa mostra que 28,9% das mulheres relataram ter sido vítima de algum tipo de violência ou agressão nos últimos 12 meses; é o maior número registrado na série histórica do FBSP. Em relação ao último levantamento realizado, o crescimento foi de 4,5 pontos percentuais, o que revela um agravamento das violências sofridas pelas brasileiras.

Fonte: r7

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Feminicidio

Dobra número de pedidos de medidas protetivas de urgência feitos por mulheres no último ano

por Redação 12 de dezembro de 2023

O número de medidas protetivas de urgência solicitadas pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) online de São Paulo aumentou 53,9% entre 2022 e 2023.

Para a coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo, Jamila Jorge Ferrari, o dado mostra a importância dos recursos oferecidos pelo governo paulista para a proteção de vítimas de violência doméstica e a devida punição aos agressores.

“A partir do momento em que a mulher faz a denúncia, a polícia e o Poder Judiciário estão cientes de que ela precisa de ajuda e podem oferecer ferramentas de auxílio e proteção. Medidas protetivas salvam vidas”, explica Jamila.

A Polícia Civil de São Paulo disponibiliza mecanismos para que as mulheres consigam fazer o boletim de ocorrência, presencialmente ou de forma online, 24 horas por dia.

Número de ocorrências
Segundo a Polícia Civil, em 2022, foram solicitadas 17.536 medidas protetivas por meio da DDM online e também pelas DDMs 24 horas. Já em 2023, até dezembro, eram 26.996 solicitações.

São Paulo tem o maior número de Delegacias da Mulher no país. São 140 no total, ou 40% de todas as unidades espalhadas pelo Brasil.

Mulheres que são vítimas de algum tipo de violência, tanto doméstica como familiar, podem denunciar seus agressores por meio de um boletim de ocorrência na delegacia do bairro em que elas residem.

Podem ainda fazer a denúncia por meio da DDM online, pelo endereço da Delegacia Eletrônica da Polícia Civil de São Paulo. Os serviços estão disponíveis 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Outra forma de proteção é o botão do pânico — aplicativo que pode ser acionado em caso de situação de perigo —, além das tornozeleiras eletrônicas, iniciativa em parceria com o Judiciário que possibilita o monitoramento dos agressores.

Fonte: r7

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Feminicidio

Brasil registra mais de mil feminicídios por ano desde 2017

por Redação 25 de setembro de 2023

O Brasil registrou mais de mil casos de feminicídio por ano de 2017 a 2022. Nos últimos seis anos, 7.772 mulheres foram vítimas deste crime em todo o país, segundo dados do Fórum de Segurança Pública. O número vem crescendo desde que a lei foi criada, em março de 2015, e o Distrito Federal já registrou mais ocorrências nos primeiros oito meses de 2023 do que em todo o ano passado.

Ano a ano, o país registra uma curva ascendente de casos, batendo recordes de ocorrência — em 2022, foram 1.437 registros, já em 2021, 1.347. As informações foram publicadas no Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2023.

Dados também mostram que, desde que a lei foi criada, 9.150 mulheres foram mortas em casos de feminicídio. O número representa, em média, três mulheres mortas por dia no país nos últimos oito anos pelo fato de serem mulheres. O estudo também mostra que, em 35,6% dos casos de homicídio em que a vítima é mulher, a ocorrência é tipificada como feminicídio.

Em 2022, os estados que mais registraram o crime foram São Paulo (195), Minas Gerais (171), Rio de Janeiro (111), Rio Grande do Sul (110) e Bahia (107). Já quando se leva em conta a proporcionalidade dos casos, Rondônia (3,1 a cada 100 mil mulheres), Mato Grosso do Sul (2,9 a cada 100 mil mulheres), e Acre (2,6 a cada 100 mil mulheres) aparecem como os destaques negativos.

Distrito Federal
O Distrito Federal segue a tendência de alta nacional e já ultrapassou em 2023 o total de casos registrados em todo o ano passado. Até agosto, 25 mulheres foram vítimas de feminicídio na capital federal. Dados da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) mostram que, desde 2015, o DF registrou 175 mortes pelo crime.

Em um dos casos mais emblemáticos do ano, a policial civil da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) Valderia da Silva Barbosa Peres, de 46 anos, foi assassinada pelo ex-companheiro, na tarde de 11 de agosto.

Valderia foi morta em casa com 54 facadas na região do tórax. Ela foi encontrada por um dos filhos. A policial e Leandro Peres Ferreira estavam juntos havia cerca de dez anos e passavam por um processo de separação. Segundo um dos filhos da policial civil, o homem tinha saído de casa há aproximadamente um mês, mas insistia em reatar o relacionamento.

Retratos do feminicídio

Segundo a SSP-DF, a vítima mais nova deste tipo de crime tinha 2 anos, e a mais velha, 69 anos. Além disso, 137 mulheres eram mães, e os crimes deixaram 334 órfãos desde a criação da lei — 63% deles eram menores de idade na época do crime.

A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão (PP), assinou no começo deste mês duas leis de valorização e segurança das mulheres da capital do país. Uma delas garante um auxílio aos órfãos desse crime. A assistência pode chegar a até um salário mínimo — que hoje é de R$ 1.320 — e vai ser repassada aos tutores legais de crianças e adolescentes que perderam a mãe. Os beneficiários podem ter até 21 anos — caso comprovem a situação vulnerável em que vivem — ou até 18 anos, além de mostrar o comprovante de renda.

Lei do feminicídio
Em vigor desde 2015, a lei do feminicídio qualifica como este tipo de crime o homicídio de mulheres devido a sua condição de gênero. A legislação considera feminicídio quando o assassinato envolve violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher da vítima.

A nova legislação alterou o Código Penal e estabeleceu o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio. Também modificou a Lei de Crimes Hediondos, para incluir o feminicídio na lista.

Canais de denúncia

  • Disque Denúncia – Ligue 197 ou (61) 98626-1197 (WhatsApp)
  • Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher – (61) 3207-6172/ 3207-6195 – Funcionam 24 Horas
  • PMDF – Ligue 190
  • Núcleo de Gênero do MPDFT – (61) 3343-6086 e (61) 3343-9625
  • Núcleo de Assistência Jurídica de Defesa da Mulher (Nudem) da Defensoria Pública – WhatsApp (61) 999359-0032

Campanha “Feminicídio. Para toda vida, respeito!”
A Record TV Brasília lançou, nesta quinta-feira (14), a campanha “Feminicídio. Para toda vida, respeito!”, contra o feminicídio e a violência contra a mulher. A iniciativa tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a urgência de combater esse tipo de crime, que, neste ano, até agora, fez 26 vítimas no Distrito Federal. O evento de lançamento da iniciativa contou com a presença de autoridades, empresários e personalidades.

A campanha será veiculada na programação da TV, de rádios, jornais impressos, portais, redes sociais e mídias do exterior entre os dias 14 e 30 de setembro. Além disso, o jornalismo da Record TV Brasília fará uma série de reportagens sobre o tema, e o Portal R7 está preparando um editorial especial dedicado à questão de maneira mais abrangente.

Fonte: r7

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