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Quincy Jones, produtor de ‘Thriller’, morre aos 91 anos

por Redação 4 de novembro de 2024

O produtor e arranjador musical Quincy Jones morreu neste domingo (3) aos 91 anos. Segundo seu assessor, Arnold Robinson, o músico morreu cercado da família em sua casa em Bel Air, em Los Angeles.

“Com corações cheios, mas partidos, devemos compartilhar a notícia do falecimento de nosso pai e irmão Quincy Jones”, disse a família, em um comunicado. “E, embora esta seja uma perda incrível para nossa família, celebramos a grande vida que ele viveu e sabemos que nunca haverá outro como ele”.

O músico alcançou uma extensa lista de premiações, com 28 Grammys, dois Oscars honorários e um Emmy.

Jones foi o responsável por produzir alguns dos álbuns mais memoráveis de Michael Jackson: “Off The Wall” (1979), “Thriller” (1983) e “Bad” (1987). Estes foram os primeiros discos da fase mais madura do “Rei do Pop”, já sem o grupo The Jackson Five, que integrava com seus irmãos.

O álbum “Thriller” vendeu mais de 20 milhões de cópias apenas no ano de lançamento e, desde então, figura entre os discos mais vendidos de todos os tempos. Segundo a Associated Press, foram de Jones as ideias de convidar o ator Vincent Price para a introdução da faixa-título e o guitarrista Eddie Van Halen para um solo em “Beat It”.

Ele produziu “We Are The World” para o projeto que reuniu dezenas de estrelas da música em 1985 para arrecadar fundos para a luta contra a pobreza na África. Lionel Richie, que compôs a faixa com Michael Jackson, classificou Jones como o “mestre orquestrador”.

Além de Michael Jackson e Lionel Richie, a iniciativa teve a participação de artistas como Bob Dylan, Billy Joel, Stevie Wonder, Cindy Lauper e Bruce Springsteen.

Quincy Jones também fez arranjos para artistas como Frank Sinatra e Ella Fitzgerald e participou de turnês com músicos de jazz como Count Basie, Lionel Hampton e Billy Holiday. Ele também é autor da trilha de abertura da série “Um Maluco no Pedaço”.

Nascido em Chicago, Jones citava hinos religiosos que sua mãe, Sarah Frances, cantava como suas primeiras memórias musicais. Quando ele tinha sete anos, Sarah foi internada com diagnóstico de esquizofrenia, o que, para ele, fez o mundo ficar “sem sentido”.

“Existem dois tipos de pessoas: aquelas que têm pais ou cuidadores carinhosos, e aquelas que não têm. Não há nada no meio”, disse Jones, em uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey.

Jones passou algum tempo envolvido com gangues de Chicago até começar a tocar piano na casa de um vizinho. Anos depois, ele estaria tocando trompete e se tornaria amigo do então jovem músico Ray Charles.

No início da década de 1960, já com a carreira estabelecida, Quincy Jones se tornou vice-presidente da gravadora Mercury Record. Em 1971, ele se tornou o primeiro diretor musical negro de uma cerimônia do Oscar.

“A música era a única que eu podia controlar”, disse Jones, em sua autobiografia. “Era o único mundo que me oferecia liberdade. Eu não tinha que procurar por respostas. As respostas não estavam além do sino da minha trombeta e minhas partituras riscadas a lápis. A música me fez completo, forte, popular, autoconfiante e legal”.

Fonte: G1

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Morre Zé Carlos, ex-lateral do São Paulo que jogou a Copa do Mundo de 1998

por Redação 25 de outubro de 2024

Morreu o ex-lateral Zé Carlos, de 56 anos, que jogou no São Paulo e disputou a Copa do Mundo de 1998 pela seleção brasileira. A morte foi confirmada na manhã desta sexta-feira, em Osasco.

Zé Carlos é natural de Presidente Bernardes, a quase 600km de distância da capital paulista. Nos últimos dias, estava em Osasco, na Grande São Paulo, na casa de uma sobrinha.

A família achou estranho que ele demorou para acordar nesta sexta e acionou o Corpo de Bombeiros diante da suspeita de parada cardiorrespiratória. Ele foi atendido no Pronto Socorro do bairro Santo Antônio, onde foi constatada a morte.

Zé Carlos deixa uma filha de 8 anos e um filho de 16.

Carreira
Zé Carlos teve uma ascensão tardia, porém meteórica no futebol. Depois de rodar por clubes como São José, Nacional, São Caetano e Marília, o lateral-direito se destacou na Matonense, em 1997, quando ajudou o clube do interior paulista a conseguir o acesso à Série A1 do Paulistão.

No meio daquele ano, acertou com o São Paulo e chegou como um ilustre desconhecido, mas começou 1998 como titular, jogando bem e participando da campanha do título paulista. O desempenho lhe rendeu uma surpreendente convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 1998, na França. Zé Carlos foi à Copa como reserva de Cafu e precisou substituir o lateral, suspenso, na semifinal contra a Holanda.

Depois, porém, Zé não defendeu mais a Seleção, continuou no São Paulo até 2000 e passou a rodar o Brasil novamente, por clubes como Grêmio, Ponte Preta e Joinville. Encerrou a carreira no Noroeste, em 2005.

Fonte: GE

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Maguila, lenda do boxe brasileiro, morre aos 66 anos

por Redação 24 de outubro de 2024

O Brasil se despede de um dos maiores boxeadores se sua história. José Adilson Rodrigues dos Santos, mais conhecido como Maguila, morreu nesta quinta-feira, dia 24 de outubro de 2024, em São Paulo, aos 66 anos. O principal peso-pesado e uma das direitas mais pesadas do boxe brasileiro sofria de encefalopatia traumática crônica, também conhecida como demência pugilística, diagnosticada em 2013.

A notícia do falecimento de Maguila foi confirmada pela sua esposa, Irani Pinheiro, em entrevista ao canal de TV “Record”.

  • Ele tava, ficou 28 dias internado, e a gente procurou não falar com a imprensa, porque eu procurei cuidar da minha família. É o momento de cada um. O Maguila estava há 18 anos com encefalopatia traumática crônica… Há 30 dias, foi descoberto um nódulo no pulmão, ele sentiu muitas dores no abdômen, tiraram dois litros de água do pulmão, não conseguimos fazer a biópsia – relatou Irani.

Maguila nasceu no dia 11 de julho de 1958, em Aracaju. Dos 17 anos em que lutou, acumulou um cartel de 85 lutas, 77 vitórias (61 por nocaute), sete derrotas e um empate técnico. Com seu jeito carismático e suas entrevistas folclóricas, foi cativando o público. Entre as lutas mais especiais da carreira, estão os confrontos com nomes como Evander Holyfield e George Foreman.

O interesse pelo boxe começou ainda em Aracaju, ao assistir às lutas de Éder Jofre e, em especial, de Muhammad Ali. Em uma casa repleta de irmãos, Maguila assistia às lutas do ídolo em uma TV preto e branco na casa de um vizinho. Anos depois, se tornou campeão peso-pesado, mesma categoria de Ali.

  • Eu me interessei por boxe porque eu sempre fui fã do Muhammad Ali, do Cassius Clay. Sempre fui fã dele e disse: vou lutar boxe. Gostava demais dele. Quando eu comecei a assistir, nem televisão tinha em casa – disse ao ge em 2015.

Mas o início no pugilismo só viria mais tarde. Logo aos 14 anos, o então jovem Adilson foi para São Paulo para ser ajudante de pedreiro. A vida na capital paulista trouxe muitas dificuldades, inclusive a fome.

  • Fiquei amarelo, pálido. Foram três meses (comendo) pão com banana. Minha morada era um caminhão abandonado no Butantã, desses que carregam entulho. Quando o dono descobriu que eu dormia lá, tirou o caminhão, e eu fiquei (dormindo) no poste – disse o lutador em 1987, ao documentário “Maguila”, de Galileu Garcia, lançado em 1987.

Profissão: pugilista
Começou a treinar em 1979, e a primeira luta veio dois anos depois, em 1981. Foi na “Forja de Campeões”, maior evento de boxe do Brasil, que acontece desde 1941, sob o comando do técnico Ralph Zumbano, tio de um de seus ídolos, Éder Jofre.

O primeiro título brasileiro veio em 1983, ao vencer Waldemar Paulino, no icônico ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Maguila se manteve no topo da categoria no Brasil e dono do título até 1995. Foi campeão sul-americano pela primeira vez em 1984, ao nocautear o argentino Juan Antonio Figueroa ainda no primeiro round, também no Ibirapuera. Ele manteve o título por 10 anos.

Em 1985, no ginásio do Parque São Jorge, em São Paulo, Maguila perdeu sua invencibilidade. O sergipano foi nocauteado pelo argentino Daniel Falconi. O brasileiro, no entanto, conseguiu dar o troco. No ano seguinte, no mesmo palco, ele não somente teve sua revanche, como também deu um fim à carreira do rival.

  • Aquela luta terminou a minha carreira, porque deslocou a retina do olho direito. Para o Maguila foi um trampolim para decolar na carreira. Salvaram meu olho depois de duas cirurgias. Era muito perigoso continuar minha carreira nessa situação. Tive que decidir e parei – contou Falconi ao ge em 2019.

Maguila também conquistou o cinturão das Américas pelo Conselho Mudnial de Boxe (WBC), em 1986, e da América Latina pela Associação Mundial de Boxe (WBA) e pela Federação Internacional de Boxe (IBF), ambos em 1996.

Apesar de não ter conquistado o título por uma das quatro principais organizações mundiais de boxe, Maguila foi o primeiro brasileiro campeão mundial dos pesos-pesados. Em 1995, ele venceu Johnny Nelson, em Osasco, e conquistou o cinturão da Federação Mundial de Boxe (WBF), uma entidade considerada de segunda prateleira.

Maguila pendurou as luvas em 2000 e foi nocauteado por Daniel Frank em seu adeus aos ringues, no dia 29 de fevereiro daquele ano.

Holyfield e Foreman: as maiores lutas da carreira
No dia 15 de julho de 1989, o Brasil parou para assistir ao duelo de Maguila com Evander Holyfield. O brasileiro vinha de uma sequência de 18 vitórias, incluindo o marcante triunfo por pontos sobre James “Quebra-Ossos” Smith, em 1987, e vivia o melhor momento de sua carreira. No primeiro round, o sergipano até levou a melhor, mas a alegria durou pouco. No assalto seguinte, o norte-americano conquistou uma vitória contundente com um nocaute fulminante.

  • A luta contra Maguila foi importante para mim. Ele era número um e meu objetivo era ser o número um e forçar a luta contra Tyson. Eu treinei para isto. Nós lutamos, eu o nocauteei, e as pessoas sentiram que eu tinha força, assim como Tyson – disse Holyfield, em entrevista ao Esporte Espetacular, em 2015.

Em 16 de junho de 1990, Maguila enfrentava novamente um grande nome do boxe mundial, um ano após ser derrotado pelo então campeão mundial Evander Holyfield. Aos 32 anos, em Las Vegas, Maguila subia ao ringue para enfrentar George Foreman na preliminar da luta entre Mike Tyson e Henry Tillman.

Na época, Maguila ostentava um cartel importante nos pesos-pesados, com 36 vitórias e o 10º lugar no ranking da Associação Mundial de Boxe (WBA). Do outro lado do ringue, Foreman, com 41 anos, lutava para poder disputar novamente o cinturão da categoria.

A expectativa de Maguila e do povo brasileiro acabou no segundo round, quando George Foreman nocauteou o brasileiro. Em depoimento ao ge, em 2020, o brasileiro lembrou, cheio de bom humor, de um dos principais duelos de sua carreira.

– O “véio” era uma parada dura. O que eu vou contar são as quedas que levei, batia no “veio” e ele nem se mexia. Ali foi problema, estou vivo e tranquilo. Se ficasse em pé ele me matava – disse Maguila ao ge.

Fora dos ringues
Em 2009, lançou o álbum “Vida de Campeão”, com a música que dá nome ao disco, de sua autoria, e a gravação de sambas consagrados. Também realizou alguns trabalhos na TV, inclusive como comentarista de economia.

Fã de samba, Maguila foi homenageado ao virar enredo da escola de samba “Me Chama Que Eu Vou”, no desfile virtual de 2021. A canção “Para que nunca se esqueça, um abraço, Maguila”, é de autoria do compositor Thiago de Souza (confira a música no vídeo abaixo).

Um longa metragem sobre a vida de Maguila, que seria interpretado por Babu Santana, chegou a ser divulgado em 2015. O ator iniciou o processo de treinamentos para viver o pugilista nas telonas, mas as gravações foram suspensas por falta de patrocínio.

A demência pugilística
Em 2013, foi diagnosticado com encefalopatia traumática crônica, também conhecida como demência pugilística. Trata-se de uma doença neurodegenerativa e irreversível, causada por golpes na cabeça. Além de Maguila, a condição acometeu outros grandes nomes do esporte, como o também pugilista e campeão mundial Éder Jofre e o zagueiro Bellini, campeão da Copa do Mundo de 1958 com o Brasil.

De início, os sintomas pareciam esquecimentos normais de carteiras, chaves. Até que as situações se tornaram mais graves e perigosas, como quando o ex-lutador saía de casa e ficava perdido, desorientado. Uma agressividade inesperada foi surgindo, e sua esposa, Irani Pinheiro, buscou ajuda dos especialistas.

O primeiro diagnóstico veio em 2010: Mal de Alzheimer, doença progressiva que destrói funções cerebrais. Mas tudo começou a fazer mais sentido três anos mais tarde, depois do segundo diagnóstico: demência pugilística.

  • Ele vem sofrendo há 18 anos, nessa luta com ele tentando dar uma qualidade de vida melhor. A gente sempre cuidou do Maguila com muito carinho. Agradeço a todos os brasileiros que torceram. A doença é complicada, a gente tentou fazer o melhor. Eu casei em 1989 com o Maguila, aos 18 anos; hoje eu tenho 58 (anos), 40 anos de casada. A gente teve momentos bons e ruins, mas Deus sempre esteve conosco – comentou Irani.

Após consentimento da família, o ex-boxeador concordou, em 2018, em doar o cérebro para pesquisa após sua morte. Será um movimento semelhante ao feito pela família de Bellini. O órgão será objeto de estudo na Universidade de São Paulo. Uma equipe da instituição analisa as consequências de impactos repetidos na cabeça nos esportes, como futebol, boxe e rúgbi, entre outros. O aprofundamento é tido como fundamental para desenvolver medidas de prevenção.

Nos últimos anos de vida, passou a morar no Centro Terapêutico Anjos de Deus, clínica em Itu, no interior paulista. Vivia uma rotina regrada que incluía fisioterapia e muita conversa, além de vídeos e lembranças de lutas antigas.

  • Quero mandar um abraço para todos os meus fãs do Brasil. Um abraço grande para eles – disse Maguila, em uma de suas últimas entrevistas ao ge.

Fonte: GE

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Washington Olivetto, ícone da publicidade brasileira, morre aos 73 anos

por Redação 14 de outubro de 2024

Uma das mentes mais criativas do país, o publicitário e escritor Washington Olivetto morreu neste domingo (13), aos 73 anos, no Rio de Janeiro. Ele é o criador de personagens como o “Garoto Bombril” e de campanhas como a do primeiro sutiã (leia mais abaixo).

Há quatro meses o publicitário estava internado no Hospital Copa Star para tratar uma infecção pulmonar. Segundo a assessoria de Olivetto, ele morreu por volta das 17h15 de pneumonia e choque séptico, que provocou a falência múltipla dos órgãos.

A morte foi confirmada pelo hospital. “O Hospital Copa Star lamenta a morte do paciente Washington Olivetto na tarde deste domingo (13) e se solidariza com a família e amigos por essa irreparável perda. O hospital também informa que não tem autorização da família para divulgar mais detalhes”, informou a unidade em nota.

O escritor deixa a esposa e três filhos — Homero, Antônia e Theo.

Nesta segunda-feira (14), o corpo será transportado de avião para São Paulo e será velado em uma cerimônia restrita a amigos e familiares. O local e o horário ainda não foram divulgados.

Descendente de italianos, Olivetto nasceu em setembro de 1951 na capital paulista, onde foi criado pela mãe, uma dona de casa, e o pai, vendedor de tintas.

Aos 17 anos, entrou para o curso de publicidade da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap). No ano seguinte, iniciou sua trajetória profissional como redator de uma agência publicitária.

Ainda em seu primeiro ano de atuação no mercado, conquistou um dos prêmios mais importantes para os profissionais da área, o Leão de Bronze do Festival de Publicidade de Cannes.

No final da década de 70, já experiente no ramo da publicidade, criou o “Garoto Bombril”, personagem clássico da propaganda brasileira e um de seus maiores feitos.

Mais tarde, em 1987, ele lançou outra campanha premiada, que se tornou marca da publicidade da época: a do Primeiro Sutiã, para a Valisère, em que uma adolescente comprava sua primeira peça íntima e que tinha como mote “O primeiro sutiã a gente não esquece”. Em entrevistas, Olivetto sempre disse que esta foi uma campanha “emblemática”.

Durante a carreira de sucesso, recebeu diversas estatuetas e homenagens, que foram desde títulos em universidades a menções em músicas de Jorge Ben Jor — “Alô, Alô W/Brasil”, diz o trecho em referência à empresa de Olivetto.

Em sua trajetória, também se descobriu autor, escrevendo oito obras sobre a própria carreira e peças publicitárias que havia criado.

Em 2017, se mudou para Londres, no Reino Unido, mas vinha ao Brasil com certa frequência para participar de palestras.

A fama internacional também teve lado negativo. Em 2001, foi sequestrado perto de sua casa, em Higienópolis, na região central de São Paulo, por um grupo de chilenos e argentinos, que planejaram a ação ao longo de 10 meses. Somente após 53 dias, Olivetto se viu livre do cativeiro.

Fonte: G1

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Morre o ator Emiliano Queiroz, aos 88 anos

por Redação 4 de outubro de 2024

Morreu, na manhã desta sexta-feira (4), aos 88 anos, o ator Emiliano Queiroz. Rosto conhecido do grande público, o artista integrou o elenco de “Ilusões perdidas” (1965), a primeira novela da TV Globo, e interpretou personagens de sucesso, entre os quais Dirceu Borboleta, de “O bem-amado” (1973), e Juca Cipó, de “Irmãos Coragem (1970). O artista estava internado, há dez dias, na Clínica São Vicente, na Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, para tratar problemas no coração. A causa da morte foi uma parada cardíaca.

Recentemente, Emiliano havia sido submetido a uma cirurgia para colocar três stents no coração. Na última quinta-feira (3), o ator recebeu alta e foi encaminhado para casa. Às 4h30 desta sexta-feira (4), acordou se sentindo mal. Foi então levado para o mesmo hospital, onde teve uma parada cardíaca e não resistiu.

Emiliano era casado há 51 anos com Maria Letícia, advogada e também atriz, de 77 anos. O ator criou 14 filhos junto com a mulher e deixa oito netos e três bisnetos. O local e o horário do velório e da cremação do corpo ainda não estão definidos, como apurou o GLOBO.

Trabalhos de sucesso
Na TV Globo, Emiliano Queiroz realizou diversos trabalhos em diferentes produções, como “Pai Herói” (1979), “Cambalacho” (1986), “Senhora o destino” (2004) e, mais recentemente, “Espelho da vida” (2018) e “Éramos seis” (2020), além de “Alma gêmea” (2005), que atualmente é reprisada pelo canal no “Vale a pena ver de novo”. O último trabalho na televisão se deu em “Além da ilusão” (2022), numa participação de cinco capítulos da novela.

Com profícua carreira no teatro, ele esteve na primeira montagem de “O pagador de promessas”, de Dias Gomes, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), em 1960, e interpretou Geni na primeiríssima versão do musical “Ópera do malandro”, de Chico Buarque e Ruy Guerra, em 1978.

Filho de um ourives e uma professora primária, Emiliano deixou seu estado natal, o Ceará, com pouco mais de 20 anos. Nesse período, ele pegou carona num caminhão rumo a São Paulo, para participar de montagens profissionais de teatro, atividade a que se dedicava desde a infância, quando ainda morava na pequena cidade de Aracati, onde nasceu. Entre familiares e amigos de escola, era considerado um prodígio.

Aos 10 anos, depois se mudar com os pais para Fortaleza, o jovem participou de cursos livres de artes cênicas e logo decidiu que seguiria carreira a carreira artística. Entrou para o Teatro Experimental de Arte, uma importante companhia cearense, aos 14 anos. Pouco depois, começou a trabalhar na Ceará Rádio Clube. “Fiz um concurso, fui aprovado e me tornei um profissional aos 16 anos”, ele relembrou, em entrevista ao site “Memória Globo”.

Após um curto período em São Paulo, o então rapaz retornou ao seu estado natal e foi contratado pela TV Ceará. Na emissora local, fez de tudo: trabalhou como ator, humorista, contrarregra, produtor, cenógrafo, apresentador… Até voltar novamente para São Paulo e ser convidado para integrar o elenco de “Eu amo esse homem” (1964), na TV Paulista.

Dali em diante, emendou trabalhos bem-sucedidos em folhetins televisivos. Depois de participar de “Ilusões perdidas” (1965), primeira novela da TV Globo, caiu nas graças do público em “Eu compro esta mulher” (1966), novela da mesma emissora, com dramaturgia de Glória Magadan.

Também em 1966, chegou a apanhar na rua por causa do vilão nazista Hans Stauben de “O Sheik de Agadir” (1966), da mesma autora. “O povo me odiava. Eu havia assassinado o personagem do Cláudio Marzo no capítulo da noite anterior, e a coisa já começava a ficar braba na rua. Os caras passavam de táxi ou de ônibus e gritavam: ‘Assassino!’. Na manhã seguinte, uma mulher deu com a sombrinha na minha cabeça”, disse ele, na mesma entrevista ao “Memória Globo”.

O papel mais famoso na carreira de Emiliano Queiroz veio em 1972, com o Dirceu Borboleta de “O bem-amado”, escrita por Dias Gomes. O personagem entrou para a antologia da televisão brasileira com seu jeito nervoso de mexer as mãos e sua gagueira compulsiva. “Quando começou a novela, ele não tinha nada, era um cara feliz no trabalho. Até que começaram as pressões, e ele foi ficando apoplético”, comentou o ator, à época. Dirceu Borboleta acompanhou o ator para além da exibição da novela: entre 1980 e 1984, ele retomou o personagem no seriado ‘O bem-amado’ e, em 1994, no humorístico “Escolinha do Professor Raimundo”.

Fonte: OGLOBO

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Cid Moreira, ícone do jornalismo da televisão brasileira, morre aos 97 anos

por Redação 3 de outubro de 2024

Morreu nesta quinta-feira (3) o jornalista, locutor e apresentador Cid Moreira, um dos rostos mais icônicos da televisão brasileira, aos 97 anos.

Ele estava internado no Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, na Região Serrana do RJ, desde o dia 4 de setembro, quando deu entrada com insuficiência renal crônica. O quadro piorou, e às 8h desta quinta Cid morreu de falência múltipla dos órgãos.

Segundo o Memória Globo, Cid Moreira apresentou o Jornal Nacional cerca de 8 mil vezes.

O corpo do jornalista será enterrado em Taubaté, sua cidade natal. Ainda não se sabe a data e em qual cemitério será a cerimônia de despedida.

Vida e carreira
Cid Moreira nasceu em Taubaté, no Vale do Paraíba, em 1927 — ele completou 97 anos no último domingo (29).

O jornalista iniciou a carreira no rádio em 1944, depois de ser descoberto por um amigo que o incentivou a fazer um teste de locução na Rádio Difusora de Taubaté. Nos anos seguintes, entre 1944 e 1949, ele narrou comerciais até se mudar para São Paulo, onde trabalhou na Rádio Bandeirantes e na Propago Publicidade.

Em 1951, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi contratado pela Rádio Mayrink Veiga. Foi lá que, entre 1951 e 1956, começou a ter suas primeiras experiências na televisão, apresentando comerciais ao vivo em programas como “Além da Imaginação” e “Noite de Gala”, na TV Rio.

Sua estreia como locutor de noticiários aconteceu em 1963, no “Jornal de Vanguarda”, da TV Rio, o que marcou o início de sua carreira no jornalismo televisivo. Nos anos seguintes, trabalhou nesse mesmo programa em várias emissoras, como Tupi, Globo, Excelsior e Continental, consolidando sua presença na televisão.

Ele estreou o JN
Em 1969, Cid Moreira voltou à Globo para substituir Luís Jatobá no “Jornal da Globo”, que então ia ao ar às 19h45. No mesmo ano, foi escalado para a equipe do recém-lançado “Jornal Nacional”, o 1º telejornal transmitido em rede no Brasil. A estreia ocorreu em setembro de 1969, e Cid dividiu a bancada com Hilton Gomes.

Cid Moreira contou do nervosismo na estreia daquele que, em pouco tempo, seria o principal telejornal da televisão brasileira. “Eu chegava no horário de fazer o jornal, não participava da redação. Eu só ia para apresentar o jornal. Naquele dia, cheguei e vi aquele nervosismo, todo mundo preocupado. E, para mim, era normal. Mas no dia seguinte, vi na capa do jornal O Globo: ‘Jornal Nacional…’ Aí comecei a perceber a dimensão”, revelou ao Memória Globo.

Dois anos depois, iniciou uma parceria de longa data com Sérgio Chapelin. Durante 26 anos, Cid foi o principal rosto do JN. Sua voz tornou-se sinônimo de credibilidade, e seu “boa-noite” diário marcou a televisão brasileira.

Em 1996, uma reformulação do programa trouxe novos apresentadores, William Bonner e Lillian Witte Fibe, com Cid Moreira dedicando-se à leitura de editoriais.

‘Senhor de todos os sortilégios’
Paralelamente, Cid também participou do “Fantástico” desde sua estreia, em 1973, revezando com outros apresentadores. Em 1999, ele narrou o famoso quadro de Mr. M, que se tornou um grande sucesso do programa. Sua voz icônica ficou tão ligada ao quadro que ele entrevistou o próprio Mr. M quando o ilusionista visitou o Brasil no ano seguinte.

A partir da década de 1990, Cid começou a se dedicar à gravação de salmos bíblicos. Em 2011, realizou o objetivo de gravar a Bíblia na íntegra, projeto que se tornou um grande sucesso de vendas.

Em 2010, foi lançada a biografia “Boa Noite – Cid Moreira, a Grande Voz da Comunicação do Brasil”, escrita por sua esposa, Fátima Sampaio Moreira. Durante a Copa do Mundo daquele ano, ele gravou a famosa vinheta “Jabulaaani!” para a cobertura do “Fantástico” e programas esportivos da Globo, adicionando mais um capítulo à sua ilustre carreira.

Fonte: G1

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Maggie Smith, atriz de ‘Harry Potter’ e ‘Downton Abbey’, morre aos 89 anos

por Redação 27 de setembro de 2024

Maggie Smith, atriz de “Harry Potter” e “Downton Abbey”, morreu aos 89 anos. A informação foi confirmada por seus filhos, Toby Stephens e Chris Larkin. “É com grande tristeza que informamos a morte de Maggie Smith”, informou o comunicado. A causa da morte não foi informada.

“Ela morreu pacificamente, no hospital, na manhã desta sexta-feira (27). Uma pessoa intensamente reservada, esteve com seus familiares e amigos até o fim. Ela deixa dois filhos e cinco amados netos que estão devastados com a enorme perda de sua extraordinária mãe e avó.”

A família ainda agradeceu a toda a equipe médica que cuidou da atriz e as mensagens carinhosas e ainda pediu privacidade neste momento.

Nascida em 28 de dezembro de 1934 em Ilford, Essex (sudeste da Inglaterra), Margaret Smith debutou nos palcos da Oxford Playhouse no início dos anos 1950. Em seguida, ingressou na trupe teatral londrina de Old Vic, depois na do Royal National Theatre, onde teve muito sucesso ao lado de seu marido, o ator Robert Stephens.

Sua carreira no cinema decolou na década de 1960 e ela ganhou, em 1969, o Oscar de Melhor Atriz por “Primavera de uma Solteirona”. A atriz ainda é vencedora de um segundo Oscar, por “California Suite”, de 1979. Além disso, ganhou quatro Emmys, três Globos de Ouro, um Tony e sete Baftas.

Durante sua longa carreira, “Dame Maggie” assumiu papéis diversos. Foi de madre superiora ao lado de Whoopi Goldberg em “Mudança de Hábito” (1992) à professora de “transfiguração” Minerva McGonagall nos filmes da saga “Harry Potter”. Ela foi uma acompanhante neurótica em “Uma Janela para o Amor” (1986) e uma idosa sem-teto em “A Senhora da Van” (2015).

Lady Violet, com seus comentários ácidos, fez com que ela se tornasse uma celebridade ainda mais global. “Eu vivia uma vida perfeitamente normal antes de Downton Abbey”, disse ela, em 2017, no British Film Institute (BFI). “Ia ao teatro, galerias de arte, coisas assim, sozinha. Agora já não posso mais”, lamentou.

A atriz interpretou a exigente aristocrata por seis temporadas da série, entre 2010 e 2015. Depois de inicialmente se recusar a participar da adaptação da série para o cinema, finalmente concordou em encarnar novamente a aristocrata inglesa.

Vida pessoal
Na vida pessoal, foi casada com Robert Stephens, alcoólatra, infiel e depressivo. Com ele, ela teve dois filhos, Chris Larkin e Toby Stephens. Maggie e Stephens se divorciaram em 1975. Ela se casou pouco depois com o dramaturgo Beverley Cross, com quem foi viver e trabalhar no Canadá.

Maggie Smith foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico em 1990 e Companheira de Honra em 2014, uma recompensa pelos serviços prestados ao país no campo das artes.

A atriz sobreviveu ao diagnóstico de câncer de mama em 2007 e participou das filmagens de “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” (2009) enquanto fazia quimioterapia. Ela também sofria da doença de Graves, uma condição autoimune da tireoide que causa o movimento do olho para fora de sua órbita.

Entre seus colegas, Maggie era conhecida por seu humor e sua preocupação com a perfeição.

Fonte: G1

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Morre Tito Jackson, irmão de Michael Jackson e ex-integrante do Jackson Five

por Redação 16 de setembro de 2024

Tito Jackson, irmão de Michael Jackson (1958-2009) e ex-integrante do grupo Jackson Five, morreu aos 70 anos de idade, As informações são do site Entertainment Tonight. Segundo informações preliminares, Tito teria sofrido um ataque cardíaco enquanto dirigia.

“Embora a causa oficial da morte ainda não tenha sido determinada, acredita-se que Tito tenha sofrido um ataque cardíaco enquanto dirigia de Novo México para Oklahoma”, disse Steve Manning, amigo de Tito e ex-empresário da família Jackson.

Pouco antes de sua morte, Tito postou em seu Instagram. “Antes do nosso show em Munique, meus irmãos Jackie, Marlon e eu visitamos o belo memorial dedicado ao nosso amado irmão Michael Jackson”, dizia sua última publicação na rede social.

Tito integrou o Jackson 5, formado em 1964, ao lado de Michael, Jermaine, Jackie, e Marlon, com Randy se juntando ao grupo posteriormente. Entre os maiores sucesso do grupo estão canções como I Want You Back, ABC, The Love You Save e I’ll Be There.

Após o fim do grupo, Tito se dedicou à carreira solo, especialmente ao blues. Seu primeiro grande sucesso foi em 2016, com o single Get It Baby, em colaboração com o rapper Big Daddy Kane.

Tito deixa três filhos – Taj, Taryll e TJ, que formaram o grupo de R&B/pop 3T – além de nove netos.

Fonte: revistaquem

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Luto

Sergio Mendes, músico que espalhou a bossa nova pelo mundo, morre aos 83 anos

por Redação 6 de setembro de 2024

Sergio Mendes morreu aos 83 anos em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde morava desde os anos 60. A morte foi confirmada ao g1 pela família do pianista e a causa não foi revelada.

Músico brasileiro que mais fez sucesso nos Estados Unidos em todos os tempos, ele colaborou com grandes ícones do jazz (Herb Alpert, Cannonball Adderley), com artistas do pop americano (Stevie Wonder, Justin Timberlake, Black Eyed Peas, John Legend) e da MPB (João Donato, Hermeto Pascoal).

Em 60 anos de carreira com 35 álbuns lançados, Mendes ganhou o Grammy e foi indicado ao Oscar em 2012 pela música “Real in Rio”, trilha da animação “Rio”, feita em parceria com Carlinhos Brown.

Nascido em Niterói (RJ) em 11 de setembro de 1941, ele se mudou para os Estados Unidos em 1964. Nenhum brasilerio fez tanto sucesso nas paradas americanas quanto ele. Ao todo, o pianista levou 14 músicas ao top 100 americano, quatro delas nos anos 80 e dez nos anos 60.

“Acho que a diferença foram as grandes melodias que você lembra. Não foi só um ritmo, só uma jogada de marketing”, disse ele ao g1, em 2020. O pianista já ficou duas vezes no top 4 do ranking da revista americana “Billboard: em 1983, com “Never Gonna Let You Go”; e 1968, com “The Look of Love”.

Em 1966, lançou sua gravação mais conhecida: “Mas que nada”, de Jorge Benjor, em verão bossa nova. Em 2006, a música foi remixada pelo Black Eyed Peas com participação do próprio Sergio.

Na entrevista ao g1, Sergio também explicou como a parceria com o Black Eyed Peas o apresentou para novas gerações. “Will.i.am que veio até a minha casa, falou que era fã, que ouvia minha música desde garoto. Eu gostei muito dele, nos tornamos amigos. Aconteceu por meio desses encontros assim, que não foram programados, mas que deram certo”, disse o músico.

“Minha vida é muito feita por esses encontros, seja com Frank Sinatra, com Will.I.Am. Eu sou anti fórmula. Eu sigo muito a minha intuição e sou muito curioso. E essa curiosidade que me leva a isso, a encontrar essas pessoas e ter essa troca musical.”

Em 1971, Mendes se tornou um dos brasileiros a se encontrar com Elvis Presley. O encontro aconteceu durante a temporada do rei do rock em Nevada, no Midnight Show.

Em toda a carreira, ele lançou 35 álbuns. O último disco foi “In the Key of Joy”, de 2020, criado a partir de colaborações com outros artistas como João Donato, Hermeto Pascoal e Guinga. No mesmo ano, ele também foi tema de um documentário de mesmo nome. Ele deixa a esposa, Gracinha Leporace, e cinco filhos.


Fonte: G1

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Luto

Izquierdo, jogador do Nacional-URU, morre em São Paulo

por Redação 28 de agosto de 2024

O zagueiro Juan Manuel Izquierdo, do Nacional-URU, morreu em São Paulo nesta terça-feira, em decorrência de morte encefálica após uma parada cardiorrespiratória associada à arritmia cardíaca, informou o Hospital Israelita Albert Einstein.

O jogador, de 27 anos, teve um mal súbito no segundo tempo do jogo contra o São Paulo, na última quinta-feira, no Morumbis, não respondeu aos tratamentos e teve a morte confirmada inicialmente pelo clube uruguaio e mais adiante pelo hospital.

O traslado do corpo para velório e sepultamento será feito por um avião da Força Aérea Uruguaia.

Izquierdo caiu no gramado aos 39 minutos da etapa final da partida, válida pelas oitavas de final da Conmebol Libertadores. Ele foi diagnosticado inicialmente com uma arritmia cardíaca.

No sábado, o hospital comunicou que o atleta teve uma parada cardíaca enquanto era transportado do estádio na ambulância e precisou ser ressuscitado ao receber atendimento no local.

No domingo, os médicos informaram que os novos exames do zagueiro indicaram uma “progressão do comprometimento cerebral” e “aumento da pressão intracraniana”.

O jogador seguiu sob “cuidados intensivos neurológicos, dependente de ventilação mecânica”. Na noite de segunda-feira, o boletim informou que o atleta apresentava “quadro neurológico crítico”.

Izquierdo teve detectada uma arritmia há dez anos, quando fazia parte do elenco do Cerro, do Uruguai. A informação foi revelada na última segunda pelo secretário nacional de Esporte do Uruguai, Sebastián Bauzá.

— Há dez anos, foram feitos exames com o elenco do Cerro, onde jogava o Juan Izquierdo naquele momento. Ele passou por um eletrocardiograma. Juan tinha 17 anos, tinha uma pequena arritmia e foi informado — revelou Bauzá.

Nos últimos dias, a família de Izquierdo chegou ao Brasil para acompanhar o tratamento do jogador.

Os pais Nelson e Sandra e a esposa Selena, com quem ele teve uma filha de dois anos e meio e um filho recém-nascido, estão em São Paulo acompanhados por membros da delegação do Nacional, com a presença também de alguns jogadores do elenco.

Nesta terça-feira, por sinal, Calleri, Rafinha e Michel Araujo, jogadores do Tricolor, estiveram no hospital.

Em solidariedade, o Campeonato Uruguaio está interrompido. Ainda não há previsão para que as partidas sejam retomadas.

Quem é Juan Izquierdo?
Izquierdo começou a carreira no Cerro, do Uruguai, passou pelo Montevideo Wanderers e se transferiu para o Atlético San Luis, do México.

Na volta ao país de origem, defendeu novamente o Wanderers, o Nacional, o Liverpool e retornou ao Nacional em 2024. Foram 25 partidas na temporada pelo gigante uruguaio.

Fonte: GE

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