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Categoria:

Meio Ambiente

Meio Ambiente

Bactéria modificada é capaz de transformar plástico PET em paracetamol, diz estudo

por Redação 23 de junho de 2025

Transformar lixo plástico em substância para remédio parece coisa de ficção científica, mas é uma conquista anunciada por cientistas em estudo publicado na revista científica “Nature Chemistry”. Em testes de pequena escala em laboratório, pesquisadores da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, usaram uma versão geneticamente modificada da bactéria Escherichia coli para converter plástico PET no princípio ativo do paracetamol, um dos analgésicos mais usados no mundo.

O PET, usado em garrafas e embalagens, serviu de matéria-prima para produzir uma substância essencial na medicina e de maneira surpreendentemente limpa: o processo foi realizado em temperatura ambiente, com praticamente zero emissão de carbono e em menos de 24 horas.

A eficiência também impressiona: em testes de laboratório, cerca de 92% do material plástico processado foi convertido no princípio ativo.

Uma reação química rara
Um dos pontos curiosos do estudo é a chamada “reação de Lossen”, até então usada só em laboratório e sob condições rigorosas. Os cientistas descobriram que essa reação pode acontecer dentro da E. coli, em ambiente aquoso e com a ajuda apenas do fosfato — um componente já presente no meio de crescimento da bactéria.

Essa reação química permite transformar um tipo especial de composto — chamado hidroxamato — em uma amina, que é uma estrutura básica presente em muitas moléculas, inclusive medicamentos.

No caso do estudo, esse processo foi essencial para gerar o para-aminobenzoato (PABA), uma substância intermediária usada depois pela própria bactéria para fabricar o paracetamol. O mais surpreendente é que tudo isso ocorreu sem necessidade de metais pesados, calor extremo ou catalisadores artificiais — o fosfato, sozinho, foi suficiente para fazer a reação acontecer dentro das células vivas.

De garrafa a comprimido: o processo
Para que a bactéria pudesse fazer o trabalho completo, os pesquisadores inseriram nela dois genes: um vindo de um cogumelo (Agaricus bisporus) e outro de uma bactéria do solo (Pseudomonas aeruginosa). Esses genes permitem que a E. coli transforme o produto derivado do plástico em paracetamol.

Todo o processo foi realizado em um único recipiente — o chamado método “one-pot” — e funciona em duas etapas: primeiro, a reação química transforma o PET em uma molécula intermediária; depois, a bactéria finaliza o trabalho, gerando o remédio.

Experimento com potencial
Por enquanto, a transformação do plástico em paracetamol foi realizada apenas em pequena escala, dentro do laboratório. Os cientistas reconhecem que será necessário muito desenvolvimento até que o processo possa ser usado em indústrias.

Embora os resultados sejam promissores, a equipe enfatiza que “desenvolvimento adicional é necessário” antes que a produção em larga escala possa ser alcançada. Alguns desafios ainda precisam ser superados, como aumentar a concentração do material sem prejudicar as bactérias e garantir que o sistema funcione em biorreatores maiores. Também será necessário comparar os custos e benefícios ambientais em relação aos métodos tradicionais.

Mesmo assim, o avanço já aponta para um futuro em que o plástico descartável pode virar matéria-prima para medicamentos — reduzindo tanto o lixo quanto a dependência de combustíveis fósseis na indústria farmacêutica.

Fonte: G1

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Meio Ambiente

Brasil despeja 1,3 milhão de toneladas de plástico nos mares: 8% da poluição global

por Redação 17 de outubro de 2024

A poluição por plásticos é a segunda maior ameaça ambiental ao planeta, atrás apenas da emergência climática, segundo a ONU. Isto por conta dos impactos sobre todos os ecossistemas, incluindo a biodiversidade marinha.

No Brasil, esse cenário é alarmante. O país despeja aproximadamente 1,3 milhão de toneladas desses resíduos no oceano anualmente, o que representa cerca de 8% de todo o plástico que chega aos mares globalmente. Além disso, o Brasil está no ranking dos 10 maiores poluidores globais por plástico: o 8º no mundo, e o líder na América Latina.

Os dados fazem parte do relatório “Fragmentos da Destruição: Impactos da Poluição Plástica à Biodiversidade Marinha Brasileira”, que será lançado nesta quinta-feira pela Oceana, Ong dedicada à conservação dos oceanos.

O estudo mostra que foram encontrados microplásticos em 9 das 10 espécies de peixes mais consumidos globalmente, mostrando que a substância já faz parte da dieta humana

No Brasil, a contaminação foi detectada também em peixes de riachos da Amazônia, onde 98% dos peixes analisados tinham plástico no intestino e nas brânquias.

Nos animais, o plástico leva à desnutrição, diminuição da imunidade e até à morte, além de expor os organismos a compostos químicos nocivos. Entre as tartarugas-verdes, por exemplo, cada grama de plástico ingerido aumenta em 450% o risco de definhamento, diz o estudo.

  • Esperamos que os graves dados que essa publicação revela impulsionem políticas públicas para reduzir, urgentemente, o plástico em suas muitas formas no ambiente, e restaurar a saúde dos nossos oceanos e de toda a biodiversidade marinha – afirma o oceanólogo Ademilson Zamboni, diretor-geral da Oceana.

Os cientistas defendem que o Congresso Nacional aprove o Projeto de Lei (PL) 2524/2022, que propõe a implementação de uma Economia Circular do Plástico, por meio de medidas que reinserem o plástico no sistema de produção e consumo – seja pela reutilização e efetiva reciclagem ou pela compostagem, evitando que ele seja descartado na natureza. Segundo a Oceana, o projeto está estacionado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no Senado, desde outubro do ano passado.

Fonte: G1

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Meio Ambiente

Impostos sobre jatos particulares e superiates poderiam financiar ação climática

por Redação 19 de setembro de 2024

Pesquisas estimam que 1% das pessoas mais ricas contribuem com mais emissões do que dois terços de toda a humanidade. Diante disso, muitos acreditam que este grupo deveria pagar impostos maiores com a finalidade de financiar a ação climática – e essa demanda tem ganhado força ultimamente.

Por exemplo, impostos justos sobre jatos particulares e superiates gerariam bilhões. Só no Reino Unido, que tem um dos maiores números de voos privados da Europa e é lar de uma frota de 450 superiates, o valor estimado em 2023, segundo a Oxfam, seria de £ 2 bilhões (aproximadamente R$ 15 bilhões).

Na Escócia, a organização diz que o Imposto de Partida Aérea (ADT) planejado pelo governo, com a adição de um novo imposto sobre jatos particulares, arrecadaria o suficiente para financiar tarifas ferroviárias de baixa temporada durante o dia todo até o final de 2024.

“Enquanto os super ricos continuam a poluir em taxas excessivas, são as pessoas que vivem na pobreza – tanto no Reino Unido quanto no mundo todo – que menos fizeram para causar a crise climática e que mais estão sofrendo com seus impactos devastadores”, destacou Natalie Shortall, consultora de política de justiça climática da Oxfam GB.

Ela acrescentou, segundo o Euronews, que mais medidas para tributar melhor a riqueza extrema são necessárias para acelerar a ação climática e combater a desigualdade, e aumentar os impostos sobre luxos altamente poluentes, como jatos particulares e superiates, é um bom jeito de começar.

Para Shortall, estas são o tipo de “soluções de senso comum” que são necessárias para reduzir as emissões e angariar fundos financeiros climáticos cruciais, “fazendo com que os maiores e mais ricos poluidores paguem”.

Mas um ponto que precisa ser considerado é que as pessoas têm dificuldade em estimar como a riqueza impacta as pegadas de carbono pessoais, e isso pode interferir no apoio a políticas climáticas voltadas para os ricos.

Como publicamos esta semana em Um Só Planeta, um estudo realizado por uma equipe internacional e publicado no periódico Nature Climate Change, constatou justamente que a pegada de carbono pessoal das pessoas mais ricas é altamente subestimada, e isso tanto pelos próprios ricos quanto por aqueles com renda média e baixa. Ao mesmo tempo, ambos os grupos superestimam a pegada de carbono dos menos abastados.

O trabalho, que consultou 4 mil pessoas da Dinamarca, da Índia, da Nigéria e dos Estados Unidos, também demonstrou que os participantes dinamarqueses e nigerianos que subestimaram a desigualdade da pegada de carbono eram geralmente menos favoráveis as políticas climáticas, como a implementação de um imposto sobre o carbono.

“Em todos os grupos de renda, as pessoas querem soluções reais para a crise climática, sejam elas regulatórias ou tecnológicas”, disse o primeiro autor, Kristian Steensen Nielsen, da Copenhagen Business School. “No entanto, as pessoas com as maiores pegadas de carbono têm a maior responsabilidade de mudar seus estilos de vida e reduzir suas pegadas.”

Ramit Debnath, professor assistente e Cambridge Zero Fellow na Universidade de Cambridge, completou: “Devido à sua maior influência financeira e política, a maioria das políticas climáticas reflete os interesses dos mais ricos da sociedade e raramente envolve mudanças fundamentais em seus estilos de vida ou status social”.

Fonte: G1

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Meio Ambiente

Quase 60% do país corre risco direto de pegar fogo com ‘terrorismo climático’, diz Marina

por Redação 17 de setembro de 2024

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou nesta terça-feira (17) que o Brasil tem cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados sob risco de pegar fogo, por ação criminosa, em meio à maior estiagem da história recente do país.

O número representa quase 60% da área total do Brasil.

“É preciso que haja ação coordenada o mais rápido possível e nós estamos trabalhando nesta direção. As medidas têm sido suficientes? Ainda não têm sido suficientes, mas estão sendo ajustadas o tempo todo, mobilizando equipes o tempo todo, aumentando a quantidade de recursos o tempo todo”, emendou.

Com o prolongamento da seca e o aumento dos focos de incêndio, todos os estados brasileiros proibiram o uso controlado do fogo.

Por isso, explicou a ministra, qualquer foco de queimada provocado pela ação humana é um incêndio criminoso.

O problema, diz Marina, é que as penas hoje são “inadequadas” – muito baixas – e, com isso, acabam se convertendo em punições alternativas à prisão. O que, na visão da ministra, é um estímulo à continuidade dos crimes.

‘Terrorismo climático’
Na entrevista ao “Bom Dia Ministro” da EBC, controlada pelo governo federal, Marina voltou a usar o termo “terrorismo climático” para se referir à ação de criminosos para atear fogo nas matas do país.

Segundo Marina, é essa ação orquestrada que diferencia a seca prolongada no Brasil da estiagem enfrentada por outros países da região.

De acordo com Marina Silva, os incêndios em curso no país poderiam ser “incomparavelmente maiores” se o governo não tivesse conseguido reduzir o desmatamento na Amazônia.

“Dentro das áreas de agricultura e pecuária, são cerca de 900 mil hectares de área que já foram queimados. Na parte de campo e pastagem, temos já 1,4 milhão de hectares queimados. E dentro de conformação vegetal [floreta], algo em torno de 1 milhão de hectares, em uma demonstração que, de fato, a seca é severa. A ponto de termos aumento de 32% dos incêndios dentro da floresta primária”, listou Marina.

A ministra disse que o governo já identificou ação de criminosos para atear fogo na floresta.

? Segundo investigadores, esse tipo de medida tenta derrubar a mata nativa para que, com isso, aquela área deixe de ser considerada floresta e possa ser ocupada para atividades econômicas.

Fonte: G1

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Meio Ambiente

Efeito pré-frontal: calor pode ser ‘turbinado’ nas capitais por fenômeno que antecede frente fria; entenda

por Redação 13 de setembro de 2024

Com a aproximação de uma nova frente fria, algumas capitais brasileiras devem registrar novos recordes de calor. De acordo com a Climatempo, São Paulo, Goiânia, Brasília e Manaus devem ter as maiores temperaturas de 2024 até o fim de semana.

?️Os recordes são consequência da soma de dois fatores que influenciam o clima no país:

Bloqueio atmosférico – o sistema que impede a formação de grandes nuvens de chuva tem causado uma onda de calor duradoura e elevado as temperaturas em boa parte do Brasil;
Efeito pré-frontal – é um fenômeno caracterizado pelo aumento das temperaturas antes da aproximação de uma frente fria. Esse efeito acontece porque o ar frio, sendo mais denso, empurra o ar quente para cima, gerando uma compressão e elevando os termômetros.

Fábio Luengo, meteorologista da Climatempo explica que, como o efeito pré-frontal tende a aumentar ainda mais as temperaturas antes da chegada da frente fria, a tendência é que os termômetros, já elevados, subam ainda mais.

Em São Paulo, por exemplo, a previsão é de máxima de 35°C nesta sexta-feira (13), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Caso a marca se confirme, vai superar o recorde anterior de 34,7°C.

Goiânia e Brasília, que já vinham registrando marcas elevadas com o calor intenso no Centro-Oeste, também podem ter recordes. A capital goiana pode registrar até 39°C nos próximos dias, enquanto, na capital federal, os termômetros podem atingir os 34°C.

Em Manaus, a máxima prevista para domingo (15) é de 39°C, o que igualaria o recorde histórico da cidade observado no dia 11 de setembro.

Baixos níveis de umidade
Apesar da aproximação da frente fria, praticamente todo o país ainda deve ter baixos índices de umidade nesta sexta.

A região central do Brasil é a que tem a situação mais crítica. Todos os estados do Centro-Oeste, por exemplo, devem seguir com a umidade muito baixa.

Além do Centro-Oeste, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, oeste dos estados do Nordeste, sul do Pará, sul do Amazonas e Rondônia devem ter níveis de umidade entre 30% e 20%.

?Nessas condições, a recomendações para evitar problemas à saúde são:

Beber bastante líquido;
Evitar desgaste físico nas horas mais secas;
Evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.
Avanço da frente fria
Uma nova frente fria que chegou ainda na quarta-feira (11) no Sul deve avançar para o Sudeste e para o Centro-Oeste somente no fim de semana.

Apesar da mudança de tempo prevista com a chegada desse sistema no país, ele não será forte o suficiente para quebrar totalmente o bloqueio atmosférico responsável pelas altas temperaturas registradas em todo o país.

De acordo com Fábio Luengo, meteorologista da Climatempo, a frente fria deve acabar com a onda de calor no Sul, leste de São Paulo, Rio de Janeiro e sul do Mato Grosso do Sul.

Os estados que mais devem sentir a queda nas temperaturas são Paraná, Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul. No Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul, sul do Mato Grosso e sul de Goiás, os termômetros devem registrar a redução nas máximas no final de semana.

Já no Sudeste, o sistema deve amenizar o calor extremo, principalmente em São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais.

Apesar do alívio nas temperaturas, o refresco deve ser momentâneo. Os meteorologistas preveem que a trégua no calor deve durar no máximo três dias, e depois volta a esquentar em quase todo o país.

Fonte: G1

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Meio Ambiente

Floresta da Faber-Castell que dá origem aos lápis de cor é destruída por incêndio em MG

por Redação 12 de setembro de 2024

Há quase quatro décadas a empresa de lápis de cor Faber-Castell tem a própria plantação de árvores para a produção de lápis na região Sudeste. E na região de Prata, no Triângulo Mineiro, a floresta de pinus que dava origem aos lápis para diversas áreas do Brasil foi totalmente destruída por um incêndio que começou na manhã de sábado (7) em um terreno vizinho à floresta.

Durante três dias, equipes combateram o fogo na vegetação, até que ele fosse controlado na terça-feira (10).

Segundo a empresa, o sistema de monitoramento da floresta identificou o fogo assim que começou, mas devido a rapidez com que o incêndio se alastrou, foi necessário, inclusive, o uso de helicópteros com água para combater as chamas. Leia a nota completa abaixo.

O que antes era um cenário esverdeado formado por várias árvores, se tornou uma paisagem coberta por cinzas. Imagens registradas por moradores da região mostram a destruição do espaço que antes era usado de capineira. Veja o vídeo acima.

Fogo que arrasa
De acordo com o professor Luciano Cavalcante, do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), são poucos os fenômenos naturais que se assemelham ao potencial danoso de grandes incêndios florestais, uma vez que eles transformam intensivamente a estabilidade de um ecossistema natural.

Ele disse que o fogo remove a cama superficial do solo chamada de serrapilheira, que é o acumulado de material orgânico, como folhas e galhos, em diferentes estágios de decomposição, que protege e fertiliza o solo. A camada demora vários anos para se acumular e se decompor, enriquecendo o solo.

Ainda conforme Cavalcante, com toda a cadeia comprometida pelo fogo, o solo exposto e degradado pode sofrer com a erosão e, a longo prazo, à desertificação.

O que disse a Faber-Castell
“A Faber-Castell esclarece que os focos de incêndio na floresta da companhia na região do Prata (MG) já foram controlados, graças ao trabalho da Brigada de Incêndio da empresa. Os brigadistas iniciaram o trabalho assim que os sistemas de monitoramento identificaram o fogo, na manhã de sábado (7 de setembro), que foi originado de uma queimada em um terreno vizinho à floresta e que, graças à combinação de ventos fortes e ar seco, espalhou-se rapidamente por diversos pontos da região.”

Fonte: G1

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Meio Ambiente

Fogo mais que dobrou em 11 estados e no DF; entenda origem da fumaça e causas da crise ambiental no Brasil

por Redação 12 de setembro de 2024

A fumaça que cobre o país vem, principalmente, de onze estados e do Distrito Federal (DF), de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O mapa do fogo mostra que, nestas unidades da federação, o total de focos de incêndio mais que dobrou entre 1º de janeiro e 10 setembro na comparação com o mesmo período do ano passado.

? O fogo é usado não só para o desmatamento, mas nos processos agropecuários, como limpeza e renovação de pastos. Todos os anos, de julho a agosto, o país enfrenta a temporada do fogo, principalmente na Amazônia, o que castiga quem mora na região, que fica sufocada com a fumaça.

No entanto, este ano, a situação é diferente. Como revelou o g1, o Brasil vive uma seca nunca antes vista em sua história recente, e o fogo mais que dobrou em quase metade dos estados do país, espalhando a fumaça. Para se ter uma noção, no Sudeste, por exemplo, todos os estados mais do que dobraram os índices. (Entenda mais abaixo)

O g1 analisou dados e ouviu especialistas que explicam de onde vem a fumaça, quais as causas das crises dos incêndios. Veja abaixo um resumo da situação atual e, em seguida, a análise completa:

  • O fogo, usado principalmente no desmatamento e atividades agropecuárias, aumentou devido a uma seca histórica, que deixou a vegetação extremamente vulnerável.
  • No Sudeste e Centro-Oeste, os incêndios mais que dobraram, com em São Paulo, por exemplo, que teve um aumento de 400% nos focos de fogo.
  • Dados do Inpe mostram que na Amazônia apenas 15% dos incêndios estão ligados ao desmatamento; o restante é causado por atividades agropecuárias e condições de seca.
  • Segundo especialistas, essa fumaça vem de queimadas que se espalham além das áreas desmatadas, atingindo ecossistemas no Pantanal, no Cerrado e na Amazônia, onde os incêndios afetam vegetações nativas que não estão adaptadas ao fogo.

Fonte: G1

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Meio Ambiente

Amazônia se torna o maior emissor de gases de efeito estufa do planeta

por Redação 12 de setembro de 2024

Em meio ao cenário de seca extrema e queimadas no Norte do país, dados do Copernicus, o programa de observação da Terra da União Europeia, indicam que o Sudoeste da Amazônia foi a região que mais emitiu gases de efeito estufa no planeta nos últimos cinco dias, segundo Lucas Ferrante, doutor em biologia e pesquisador da USP e da Universidade Federal do Amazonas. A conclusão é baseada no volume de aerossóis e de monóxido de carbono captado nessa área de emissão. Esses gases são associados aos que causam o efeito estufa na atmosfera, como o dióxido de carbono, que também é liberado nos incêndios.

— A região se tornou a maior emissora de gases de efeito estufa devido ao avanço do desmatamento e às queimadas — alerta Ferrante, que pesquisa os efeitos da ação humana sobre a Amazônia há mais de uma década.

Os efeitos dessa emissão, se continuarem por um longo período, terão impacto por todo o planeta, segundo a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) Camila Silva e o professor de Economia na PUC-RS Gustavo Inácio Moraes, que estudou efeitos climáticos em sua tese de doutorado. Moraes ressalva que o cenário por enquanto é o resultado de uma temporada sazonal de queimadas, e apenas um período de muitos meses “poderia criar uma tendência mais alarmante”.

— Os gases liberados contribuem para o aquecimento global, que aumenta os níveis do mar, altera o clima. Além disso, espécies de fauna e flora desaparecem — alerta Silva.

Fogo na beira da estrada
Com mais de 82 mil focos de incêndio de 1º de janeiro a 9 setembro deste ano, a Amazônia já alcançou o dobro de queimadas em relação ao mesmo período de 2023, e o número só não é maior do que os 85 mil pontos de fogo registrados em 2007, recorde da série histórica. O GLOBO percorreu cerca de 1,6 mil quilômetros na BR-163, que liga Santarém (PA) a Cuiabá, na BR-230 (a Transamazônica) e na Transgarimpeira (na Bacia do Tapajós) e presenciou o avanço do fogo sobre a floresta, os pastos e as casas que margeiam as rodovias.

Na altura da cidade de Trairão (PA), às margens da BR-163, uma família precisou sair de casa às pressas para tentar conter as chamas do terreno ao lado. Enquanto uma mulher retirava os objetos de casa, um homem tentava jogar terra sobre o fogo com um trator. Alguns vizinhos se aproximaram com baldes e uma mangueira para barrar o fogo. A cena virou rotina na região desde agosto, quando se intensificou a seca.

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o município com mais focos de calor é São Félix do Xingu (PA), com 4.988 pontos. O prefeito João Cleber de Souza Torres (MDB) atribui a queimada à estiagem severa e ao costume da população de usar o fogo para preparar a roça.

— Tem muito fogo acidental e alguns podem ser criminosos. O pessoal põe fogo em pequenas roças e no quintal. A seca neste ano foi a mais severa, como não víamos desde a década de 1980. A última vez que choveu foi em maio — disse.

O município abriga a Terra Indígena Apyterewa, onde o governo federal faz um trabalho de retirada de grileiros e garimpeiros. Agentes e brigadistas do Ibama estão combatendo as queimadas na reserva e, segundo a equipe, alguns invasores iniciaram uma queimada na área para impedir que os fiscais retirassem o gado. A denúncia foi levada à Polícia Federal, que já abriu neste ano outros 19 inquéritos para apurar incêndios criminosos na Amazônia e no Pantanal.

Na área do Parque Nacional do Jamanxim (PA), a situação também é dramática. Durante a noite, o fogo avançava com rapidez nas margens da BR-163. A fumaça provoca ardência nos olhos e dificulta a respiração. A reportagem testemunhou uma casa de madeira devorada pelas chamas, enquanto os motoristas desaceleravam na pista com medo de as labaredas atingirem os veículos.

No distrito do Jardim do Ouro, em Itaituba (PA), alguns bois foram para o meio da rodovia Transgarimpeira para escapar das chamas no pasto. O sol virou uma mancha avermelhada às 13h, com a fumaça espessa que cobria o céu. Na paisagem, subsistiam os troncos das castanheiras, que podem chegar a até 50 metros de altura, em meio ao mato rasteiro em cinzas. Araras-azuis e papagaios fugiam do calor em revoada, enquanto os buritis ardiam.

Mais à frente, em Moraes Almeida (PA), a fumaça atrapalhava a visibilidade na pista de pouso de aviões pequenos que vinham dos garimpos da região.

— Sempre tem fumaça nessa época, mas não tanto quanto agora — comentou Emilia Silva, que mora à beira da BR-163.

Além do pequeno aeroporto do garimpo, o distrito tem serrarias, madeireiras e fazendas de gado erguidas no coração da Amazônia.

Cidade do ‘dia do fogo’
A fumaça se intensifica no município de Novo Progresso (PA), que ficou conhecido nacionalmente pelo “Dia do Fogo” em 2019, quando fazendeiros da região organizaram uma vaquinha para pagar o combustível e abrir o pasto no “Dia D” da queimada. O prefeito da cidade, Gelson Dill (MDB), afirmou que a situação atual está pior do que a dos últimos anos.

— Moro aqui há 25 anos e não me lembro de ter vivido uma seca tão grande. A brigada de bombeiros mais próxima fica a 400 quilômetros. Estamos tentando usar os nossos caminhões pipas, mas eles não conseguem acesso às áreas — contou.

Fonte: OGLOBO

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Meio Ambiente

Seca e queimadas: Lula diz que Exército pode usar jovens do serviço militar para combater fogo

por Redação 11 de setembro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (11) que o Brasil pode recorrer aos jovens em formação militar para reforçar as linhas de combate às queimadas e aos impactos negativos da estiagem prolongada em quase todo o país.

Segundo Lula, a ideia já foi levada ao comandante do Exército, general Tomás Paiva. O presidente não informou prazo para a medida ser colocada em prática.

“Eu disse [ao comandante do Exército] que, quem sabe, a gente devesse aproveitar esse jovens que vão servir o Exército para que a gente formasse eles exatamente na Defesa Civil, para que eles tivessem preparados para enfrentar desastres climáticos”, afirmou Lula em entrevista à rádio Norte FM.

Ao citar a ação de brigadistas voluntários para combater as queimadas no Pantanal, Lula disse esperar que a população brasileira aprenda e se dedique a enfrentar os impactos negativos das mudanças climáticas – assim como aprendeu a lidar com a dengue, fazendo pequenas ações em casa para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

Autoridade climática
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a falar nesta quarta-feira que o governo levará a sério a questão climática e não tratará o tema como “secundário”.

Na terça (10), após visita ao Amazonas, Lula anunciou que vai tirar do papel a promessa de criar uma autoridade nacional para o clima, além de editar uma medida provisória com o “estatuto jurídico” para a emergência climática.

O governo ainda não informou qual será o modelo dessa autoridade climática – se será uma instância superior aos ministérios ou abrigada no Ministério do Meio Ambiente, por exemplo. Também não detalhou se terá orçamento próprio e quem será o chefe do novo órgão.

Segundo Lula, o governo quer “aproveitar esse momento” em que os olhos estão voltados para a Amazônia para cobrar o financiamento internacional das ações de preservação.

“Para que a gente receba em dinheiro para cuidar das pessoas que moram lá. Nós temos que fazer os europeus e o mundo desenvolvido entender que embaixo de cada copa de árvore mora uma pessoa. Tem um extrativista, um seringueiro, um pescador, um indígena, um pequeno colono. Essa gente pode usar a preservação da floresta como uma forma de viver, de ganhar dinheiro, de cuidar da sua família”, disse Lula.

Garimpo e proteção a yanomamis
Lula também foi questionado sobre o avanço do garimpo na região Norte e sobre a proteção aos indígenas Yanomami – população que há anos sofre com doenças contagiosas, desnutrição e alta mortalidade infantil.

“Aqui em Brasília corre um boato de que o governador [de Roraima, Antonio Denarium] teria vinculação com essa gente do garimpo. E o que estamos fazendo é investigando e tentando proibir. Não é fácil você destruir 757 dragas e balsas. O problema é que como quem financia o garimpo não está lá, está em outro lugar, você destrói uma balsa e no dia seguinte tem outra balsa. Destrói uma draga, no dia seguinte tem outra draga”, disse.

Fonte: G1

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Meio Ambiente

Mais de 200 cidades no Brasil têm umidade menor ou igual à verificada em desertos como o Saara; veja lista

por Redação 4 de setembro de 2024

Com o tempo seco e as altas temperaturas, está difícil respirar no país. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ao menos 244 cidades registraram umidade relativa do ar menor ou igual à do deserto do Saara nesta terça-feira (3), e a previsão é de que nesta quarta-feira (4) os índices possam ser ainda piores.

O mês de setembro, o último do inverno, começou com uma onda de calor que fez subir as temperaturas. Nesta terça-feira, no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul as máximas chegaram aos 40°C. No interior de São Paulo e Minas Gerais, as cidades chegaram a 39°C. A subida do termômetro levou especialistas a debaterem até mesmo se o Brasil é o país mais quente do mundo nesta semana.

? O calor se somou à seca, que é a maior e mais extensa já enfrentada pelo país, com cidades sem chuva há mais de cem dias. A falta de chuva e a alta temperatura faz com que a umidade, literalmente, evapore, chegando a níveis desérticos.

Comparando com o Atacama, por exemplo, que é o deserto mais seco do mundo, registrou umidade de 5%, dez cidades no país chegaram próximas desse índice com 7%.

Os dados são das estações de monitoramento do Inmet, que estão em todas as regiões do país, mas não cobrem todos os municípios do Brasil.

Por que isso está acontecendo?
O primeiro ponto é que estamos na estação seca, consequentemente, é um período com menos chuva e isso impacta na umidade relativa do ar que se estende até outubro. No entanto, a situação ficou mais grave por três fatores:

☀️ Seca histórica: o Brasil vive a maior e mais intensa seca de sua história recente. Todos os estados, com exceção do Rio Grande do Sul, estão passando pelo pior período seco já visto. Segundo os dados do Cemaden, em dez estados além do Distrito Federal não chove há mais de cem dias.
? Calor intenso: setembro começou com uma onda de calor que vai levar cidades a níveis recordes de calor. Com a temperatura alta e menos chuva, a umidade acaba se dissipando.
❌ Bloqueios Atmosféricos: o bloqueio é uma configuração dos ventos que impede o avanço de frentes frias e, consequentemente, das chuvas. Com menos nuvens e chuva, a umidade vai ficando cada vez mais baixa.

E o que pode acontecer nos próximos dias?
➡️ Segundo os meteorologistas, a situação é grave e pode piorar ainda nesta quarta-feira. Isso porque estamos em mais um dia com altas temperaturas. A umidade vai caindo ao longo do dia, conforme a temperatura vai aumentando. A previsão é de que até o fim desta quarta os níveis sejam baixos.

? O Inmet emitiu um aviso de sinal vermelho para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e no Distrito Federal porque a umidade deve ficar abaixo de 12%.

? Para o restante do país, há um alerta amarelo, com a umidade ficando em até 30%.

Impactos na saúde
➡️ De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a faixa de umidade ideal para o organismo humano situa-se entre 40% e 70%. Quando essa taxa cai para 30%, já se configura uma situação de alerta, com prejuízos evidentes para a saúde.

O tempo seco pode levar a problemas respiratórios, cansaço, dor de cabeça, narinas e olhos ressecados. O desconforto é ainda maior para pessoas que já têm doenças respiratórias, como asma, rinite alérgica ou bronquite crônica, que ficam propensas ao agravamento dos quadros.

? Isso acontece porque um dos mecanismos de defesa que temos para as vias aéreas é o muco. Com o ar seco, esse muco também seca e isso piora a obstrução.

Dicas para enfrentar o tempo seco
Beba bastante água (cerca de dois litros por dia ou 10 copos de água de 200 ml). Ela hidrata todos os órgãos, inclusive pele e mucosa.
Se puder, tenha um umidificador de ar em casa. Você também pode colocar uma bacia com água no ambiente ou uma toalha umedecida para minimizar os efeitos do ar seco, do ar poluído.
Hidrate bem as mucosas com soro fisiológico – pelo menos duas vezes ao dia.
Lave os olhos com soro fisiológico ou com colírio de lágrima artificial.
Cuidado com bebidas alcoólicas. Elas podem refrescar, mas também desidratam.
Mantenha a casa limpa, evitando o acúmulo de poeira.
Evite praticar exercícios físicos das 11h às 17h.
Proteja-se ao máximo do sol e evite o ressecamento das mucosas e pele.

Fonte: G1

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  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

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