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Brasil

Brasil

Suspeito de mandar matar amante da esposa em MT tentou simular briga de bar e fingiu não conhecer a vítima, diz polícia

por Redação 16 de julho de 2025

O empresário Gabriel Tacca e o comerciante Danilo Guimarães simularam uma briga de bar como parte do plano para matar Ivan Michel Bonotto, de 35 anos, segundo o delegado responsável pelo caso, Bruno França. Os dois foram presos durante a operação Inimigo Íntimo, em Sorriso (MT), nesta terça-feira (15). De acordo com a Polícia Civil, o crime foi cometido a mando de Gabriel, após descobrir uma suposta traição entre a esposa — a médica ginecologista Sabrina Iara de Mello, e Ivan.

Sabrina também foi alvo da operação. Ela é investigada por fraude processual devido à invasão no celular da vítima para apagar provas e dificultar as investigações, segundo a polícia.

Ao g1, a defesa de Sabrina informou que aguarda ter acesso ao inquérito policial para se posicionar sobre o caso. O g1 tenta localizar a defesa de Gabriel e Danilo.

No dia 22 de março, Ivan deu entrada em um hospital particular em Sorriso, com diversas perfurações de faca espalhadas pelo corpo. Na época, Gabriel foi ouvido na Delegacia e alegou que o caso se tratava de uma briga motivada por desentendimento relacionado ao consumo de bebidas alcoólicas no bar dele. Ele afirmou que não conhecia nem mantinha qualquer relação com a vítima nem com Danilo, suspeito de ser autor das facadas.

Ainda na época do crime, Danilo também se apresentou voluntariamente à polícia, alegando uma versão semelhante: teria se envolvido na confusão durante uma briga de bar e agido em legítima defesa.

Após semanas internado, Ivan sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu no dia 13 de abril, fazendo com que as investigações fossem retomadas. Os policiais descobriram que os envolvidos no caso se desentenderam por causa de relacionamentos amorosos.

Exclusão de provas

Quatro minutos após a entrada da vítima no hospital, Sabrina compareceu à unidade de saúde alegando ser apenas amiga do paciente. Segundo a polícia, a intenção era acessar o celular da vítima e apagar provas do envolvimento do casal no crime.

De acordo com a Polícia Civil, a médica teria se aproveitado da condição profissional para ter acesso ao centro cirúrgico e cometer a ação. Imagens das câmeras de segurança, registradas no dia do crime, mostram a profissional de saúde uniformizada caminhando pelos corredores do hospital, logo atrás da equipe médica que levava Ivan para o centro cirúrgico (assista acima).

Durante o período em que esteve com o aparelho, a médica teria deletado mensagens, fotos e até um vídeo gravado pela própria vítima no momento do ataque. O celular só foi entregue à família três dias depois, já com os arquivos apagados. Ela alegou que apagou os dados para “proteger a vítima”.

Diante dos elementos reunidos, o delegado Bruno França representou pelos mandados de prisão e busca e apreensão contra os dois suspeitos. As ordens foram expedidas pela Justiça e cumpridas nesta terça-feira.

Investigações

No decorrer das investigações, a Polícia Civil constatou que as versões dos dois envolvidos eram falsas. A apuração revelou que a vítima era amigo íntimo do dono da distribuidora onde ocorreu o crime e mantinha um relacionamento amoroso com a esposa dele, a médica Sabrina.

Segundo a polícia, ao descobrir o caso extraconjugal, o empresário contratou Danilo para matar a vítima, simulando uma briga na distribuidora. Porém, imagens de câmeras de segurança mostraram que a vítima foi atraída ao local e atacada de surpresa, pelas costas.

A vítima morava em Tapurah e, sempre que ia a Sorriso, costumava se hospedar na casa do casal. A polícia destacou que os três mantinham um vínculo estreito, com diversos registros de momentos juntos.

Fonte: G1

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Brasil

‘Procurada viva ou morta’: vendedor é condenado por expor cliente na web para cobrar dívida no DF

por Redação 16 de julho de 2025

Um vendedor de aparelhos eletrônicos foi condenado a pagar R$ 3 mil por danos morais a uma cliente que foi exposta, de forma vexatória, em uma rede social por causa de uma dívida (veja imagem acima).

Na publicação, o comerciante fez uma montagem com a foto da consumidora e a palavra “wanted” (em português, procurada) e a expressão alemã “tot oder lebendig” — que significa “morta ou viva”. A imagem repercutiu entre amigos e familiares da mulher, que registrou um boletim de ocorrência.

Segundo o processo, a consumidora comprou um celular no valor de R$ 2.360 e pagou apenas a entrada, de R$ 500, em agosto de 2023. Após perder o emprego, ela não conseguiu quitar as parcelas restantes e avisou o vendedor, pedindo mais tempo para o pagamento.

No entanto, o comerciante começou a ameaçar a cliente, afirmando que, caso ela não pagasse o valor devido, seria exposta publicamente.

Em uma das mensagens, escreveu que a próxima publicação a deixaria “conhecida na cidade”. Em outro momento, fez ameaças em comentários no perfil profissional da mulher (veja imagem abaixo).

Exposição ao ridículo e constrangimento

De acordo com o processo, assim que a consumidora conseguiu um novo emprego, o vendedor voltou a abordá-la. “Sou amigo do dono de lá, vai achando que você se livrou de mim”, escreveu.

A defesa do comerciante alegou que ele não teve intenção de desabonar a imagem da consumidora, apenas de chamar atenção para o pagamento da dívida.

No entanto, de acordo com os desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), a conduta violou o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe a exposição ao ridículo ou o constrangimento do devedor.

Segundo o colegiado, houve ofensa à honra e à integridade psíquica da consumidora, configurando dano moral indenizável.

Além da indenização, a Justiça determinou que o vendedor se abstenha de fazer novos comentários sobre a consumidora nas redes sociais e exclua todas as postagens relacionadas ao caso. Caso descumpra a decisão, será multado em R$ 500 por dia.

Fonte: G1

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Brasil

Foragida na Itália, Carla Zambelli comenta política nacional e reforça críticas ao STF em perfil alternativo no Instagram

por Redação 16 de julho de 2025

Considerada foragida da Justiça brasileira, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) segue ativa nas redes sociais por meio de um perfil alternativo no Instagram.

O primeiro post do perfil foi publicado em 13 de junho, cerca de 10 dias após a retirada do ar de suas redes oficiais, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, em 4 de junho.

A conta foi criada em maio de 2025 e tem cerca de 4.600 seguidores e é utilizada para comentar temas da política nacional e reforçar críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Apesar da suspensão das contas principais, o novo perfil continua acessível e é atualizado com frequência.

Críticas a Moraes e ao governo
Há seis dias, Zambelli publicou um vídeo com críticas direcionadas a Moraes e ao governo federal, por causa do aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos.

“Olá, pessoal, aqui é Carla Zambelli. Muita coisa tem acontecido no Brasil, não é?”, diz no vídeo. Ela chama as tarifas de “Taxa Moraes” e afirma que “faz muitos anos que o Moraes está brincando de ditador”.

No mesmo post, parabeniza o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), “pela coragem de enfrentar certas coisas que nenhum outro presidente teve coragem de enfrentar”, agradece o apoio do líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante.

A deputada se diz confiante no processo em curso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, que decidirá sobre a perda de seu mandato. Além do Instagram, Zambelli também ela publica textos na plataforma Substack, onde compartilha reflexões sobre sua situação política.

Nas postagens define sua situação como “exílio”, embora seja formalmente considerada foragida por descumprir medidas cautelares e se recusar a entregar o passaporte, conforme determinação do Supremo.

A conta alternativa também divulga vídeos em parceria com sua mãe, Rita Zambelli, que reforça o discurso da filha e compartilha mensagens de apoio. Em 17 de junho, Carla convidou os seguidores a acompanharem seus novos canais de comunicação e afirmou que continuará usando plataformas alternativas para se manter próxima da base.

Zambelli é alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pelo ministro Alexandre de Moraes e está incluída na lista de procurados da Interpol. Ela foi condenada a 10 anos de prisão por envolvimento na invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com apoio do hacker Walter Delgatti Neto. Desde então, está fora do país, onde permanece foragida após a decretação da prisão pelo STF.

Fonte: G1

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Brasil

Médica acessa centro cirúrgico para apagar conteúdos do celular de amante morto a mando do marido, diz polícia

por Redação 15 de julho de 2025

Câmeras de segurança registraram o momento em que a médica ginecologista Sabrina Iara de Mello, alvo da operação Inimigo Íntimo nesta terça-feira (15), entra em um hospital de Sorriso (MT) para apagar mensagens no celular do paciente Ivan Michel Bonotto, de 35 anos, que estava internado e morreu após ser esfaqueado em um bar da cidade, em março deste ano. Segundo a Polícia Civil, o crime foi cometido a mando do marido da médica, que descobriu uma suposta traição dela e Ivan.

Nesta terça, Gabriel Tacca, marido da médica, e Danilo Guimarães, apontado como executor do crime, foram presos na operação. Já Sabrina é investigada por fraude processual devido à invasão no celular da vítima para apagar provas e dificultar as investigações.

Ao g1, a defesa de Sabrina informou que aguarda ter acesso ao inquérito policial para se posicionar sobre o caso. O g1 tenta localizar a defesa de Gabriel e Danilo.

De acordo com a Polícia Civil, a médica teria se aproveitado da condição profissional para ter acesso ao centro cirúrgico e cometer a ação. Nas imagens registradas pela segurança, é possível vê-la uniformizada caminhando pelos corredores do hospital, atrás da equipe médica que conduzia Ivan.

O crime

Inicialmente, o crime foi tratado como “situação decorrente de uma briga em um bar”. No entanto, com o avanço das investigações, os policiais descobriram que os envolvidos no caso se desentenderam por causa de relacionamentos amorosos.

No dia 22 de março, Ivan deu entrada em um hospital particular em Sorriso, com diversas perfurações de faca espalhadas pelo corpo. No entanto, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu no dia 13 de abril.

Na época, Gabriel foi ouvido na Delegacia de Sorriso e alegou que o caso se tratava de uma briga motivada por desentendimento relacionado ao consumo de bebidas alcoólicas. Ele afirmou que não conhecia e nem mantinha qualquer relação com a vítima e nem com o suspeito.

O autor das facadas também se apresentou voluntariamente à polícia, apresentando uma versão semelhante: teria se envolvido na confusão durante uma briga de bar e agido em legítima defesa.

Investigações
No decorrer das investigações, a Polícia Civil constatou que as versões dos dois envolvidos eram falsas. A apuração revelou que a vítima era amigo íntimo do dono da distribuidora onde ocorreu o crime e mantinha um relacionamento amoroso com a esposa dele, a médica Sabrina.

Segundo a polícia, ao descobrir o caso extraconjugal, o empresário contratou Danilo para matar a vítima, simulando uma briga na distribuidora. Porém, imagens de câmeras de segurança mostraram que a vítima foi atraída ao local e atacada de surpresa, pelas costas.

A vítima morava em Tapurah e, sempre que ia a Sorriso, costumava se hospedar na casa do casal. A polícia destacou que os três mantinham um vínculo estreito, com diversos registros de momentos juntos.

Exclusão de provas
Quatro minutos após a entrada da vítima no hospital, a médica compareceu à unidade de saúde alegando ser apenas amiga do paciente. Segundo a polícia, a intenção era acessar o celular da vítima e apagar provas do envolvimento do casal no crime.

Durante o período em que esteve com o aparelho, a médica teria deletado mensagens, fotos e até um vídeo gravado pela própria vítima no momento do ataque. O celular só foi entregue à família três dias depois, já com os arquivos apagados. Ela alegou que apagou os dados para “proteger a vítima”.

Diante dos elementos reunidos, o delegado Bruno França representou pelos mandados de prisão e busca e apreensão contra os dois suspeitos. As ordens foram expedidas pela Justiça e cumpridas nesta terça-feira.

Fonte: G1

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Trama golpista

Mauro Cid omitiu ‘fatos graves’, adotou ‘narrativa seletiva’ e prejudicou interesse público, diz PGR

por Redação 15 de julho de 2025

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, fez duras críticas à postura do delator Mauro Cid em suas alegações finais encaminhadas na noite desta segunda-feira (14) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No parecer de 517 páginas, Gonet pediu a condenação de Bolsonaro, Mauro Cid e outros seis réus acusados de integrar o “núcleo crucial” de uma trama golpista para manter o ex-presidente no poder – e criticou Cid por conta do “comportamento contraditório, marcado por omissões e resistência ao cumprimento integral das obrigações pactuadas”.

Mauro Cid fechou acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal em 2023. Para Gonet, a atitude do militar ao longo da investigação, com a omissão de “fatos graves” e a adoção de uma “narrativa seletiva”, provocou “prejuízos relevantes ao interesse público”, o que exige uma “criteriosa ponderação” quanto à concessão de eventuais benefícios previstos em lei.

No parecer, Gonet descartou a possibilidade de perdão judicial e afirmou que a redução da pena para o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro deve ser fixada em “patamar mínimo” – com a diminuição de apenas ⅓ da pena. O acordo de Cid fechado com a PF e homologado por Moraes em 2023 previa perdão judicial ou pena privativa de liberdade não superior a dois anos. Em tese, todos os crimes imputados a Cid podem levar a uma condenação de 43 anos de prisão.

“Afasta-se, por conseguinte, a concessão do perdão judicial, da conversão automática da pena privativa de liberdade em restritiva de direitos e da redução máxima de dois terços, uma vez que esses benefícios exigem colaboração efetiva, integral e pautada pela boa-fé, requisitos não plenamente evidenciados no presente caso”, frisou Gonet.

Gonet defendeu que os benefícios acertados no acordo de Mauro Cid sejam “concedidos com estrita observância ao princípio da proporcionalidade, levando-se em conta não apenas a efetiva contribuição do colaborador para o esclarecimento dos fatos, mas também o grau de lealdade demonstrado ao longo do procedimento”.

“A omissão de fatos graves, a adoção de uma narrativa seletiva e a ambiguidade do comportamento prejudicam apenas o próprio réu, sem nada afetar o acervo probatório desta ação penal”, observou o procurador-geral da República.

Para Gonet, Mauro Cid “optou por sustentar algumas de suas omissões” ao longo de toda a apuração e “resistiu ao reconhecimento de sua efetiva participação nos eventos sob investigação”.

“Os depoimentos prestados por Mauro Cid sobre sua própria atuação nas empreitadas da organização criminosa mostraram-se, em geral, superficiais e pouco elucidativos, especialmente quanto aos fatos de maior gravidade”, criticou Gonet.

Troca de mensagens
Gonet ainda apontou as suspeitas de que Mauro Cid utilizou um perfil no Instagram para manter contato com a defesa de um dos réus, enquanto se aprofundavam as investigações, “em aparente afronta às restrições” impostas por Moraes em medidas cautelares. Esse ponto foi explorado pela defesa de Bolsonaro no depoimento de Cid ao Supremo no mês passado.

“A questão permanece sob apuração, não sendo possível, neste momento, atribuir ao réu a autoria dos acessos. De todo modo, eventual comprovação de vinculação do perfil ao nome de Mauro Cid não implicaria, por si só, o esvaziamento da voluntariedade ou da legalidade do acordo de colaboração premiada, cuja regularidade e espontaneidade foram reiteradamente reconhecidas ao longo de toda a instrução. Apenas estaria acentuado o caráter ambíguo da conduta do colaborador, que, por vias paralelas, buscava auferir benefícios premiais e restabelecer canais de interlocução com os demais corréus”, escreveu Gonet.

O acordo de colaboração premiada de Cid já havia sido questionado pelo ministro Luiz Fux em março deste ano, durante o julgamento em que votou pelo recebimento da denúncia contra Bolsonaro e outros sete investigados.

“Nove delações representam nenhuma delação”, disparou Fux, em referência aos sucessivos depoimentos do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro após inconsistências em oitivas anteriores. “Eu não tenho a menor dúvida que houve omissão. Tanto houve omissão que houve nove delações”.

O ministro, porém, ponderou na ocasião que só abordará o assunto na etapa final do julgamento e acompanhou os colegas da Primeira Turma votando contra uma questão preliminar que pedia a anulação da colaboração do tenente-coronel do Exército.

Cláusulas
O acordo fechado com a PF prevê quatro benefícios a Mauro Cid, cuja delação fundamentou a denúncia apresentada pela PGR contra Bolsonaro, Walter Braga Netto e outras 32 pessoas por golpe de Estado.

São eles: perdão judicial ou pena privativa de liberdade não superior a dois anos; restituição de bens e valores pertencentes ao colaborador apreendidos; extensão dos benefícios para pai, esposa e filha maior do colaborador, “no que for compatível”; e ação da Polícia Federal “visando garantir a segurança do colaborador e seus familiares, bem como medidas visando garantir o sigilo dos atos de colaboração”.

Em contrapartida, Cid se comprometeu a “esclarecer espontaneamente todos os crimes que praticou, participou ou tenha conhecimento”, “falar a verdade incondicionalmente” e entregar todos os documentos, papéis, escritos, fotografias, vídeos, banco de dados, arquivos eletrônicos, senhas de acesso, “de que disponha, quer estejam em seu poder, quer sob a guarda de terceiros”, e que podem ajudar no esclarecimento dos fatos investigados.

Fonte: OGLOBO

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Trama golpista

PGR pede ao STF condenação de Bolsonaro e mais sete réus por trama golpista

por Redação 15 de julho de 2025

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu no fim da noite desta segunda-feira a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete réus na ação penal que analisa se houve uma tentativa de golpe de Estado. Em alegações finais apresentadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), Gonet considerou que Bolsonaro deve ser considerado culpado dos cinco crimes atribuídos a ele.

A manifestação de mais de 500 páginas encaminhada à Corte reforça a denúncia apresentada pela PGR em fevereiro e recapitula os principais pontos da acusação. Gonet, ao falar sobre Bolsonaro, afirma que “as evidências são claras: o réu agiu de forma sistemática, ao longo de seu mandato e após sua derrota nas urnas, para incitar a insurreição e a desestabilização do Estado Democrático de Direito”.

“As ações de Jair Messias Bolsonaro não se limitaram a uma postura passiva de resistência à derrota, mas configuraram uma articulação consciente para gerar um ambiente propício à violência e ao golpe. O controle da máquina pública, a instrumentalização de recursos do Estado e a manipulação de suas funções foram usados para fomentar a radicalização e a ruptura da ordem democrática”, diz o PGR.

O procurador-geral da República ainda diz, sobre Bolsonaro, que “as evidências revelam que o ex-Presidente foi o principal coordenador da disseminação de notícias falsas e ataques às instituições, utilizando a estrutura do governo para promover a subversão da ordem”. E conclui: “portanto, cabe a responsabilização do réu pelos crimes descritos na denúncia”.

Acusado de cinco crimes
Bolsonaro é acusado de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

“O grupo, liderado por Jair Messias Bolsonaro e composto por figuras-chave do governo, das Forças Armadas e de órgãos de inteligência, desenvolveu e implementou plano progressivo e sistemático de ataque às instituições democráticas, com a finalidade de prejudicar a alternância legítima de poder nas eleições de 2022 e minar o livre exercício dos demais poderes constitucionais, especialmente do Poder Judiciário”, diz o procurador-geral na manifestação.

Segundo Gonet, o 8 de janeiro de 2023 pode “não ter sido o objetivo principal do grupo, mas passou a ser desejado e incentivado, quando se tornou a derradeira opção disponível”.

“O líder enaltecido pelos manifestantes era Jair Bolsonaro e a pauta defendida era fruto do seu insistente e reiterado discurso de radicalização, embasado em fantasias sobre fraudes do sistema eletrônico de votação e em injustas descrenças na lisura dos poderes constitucionais, exatamente nos mesmos moldes da narrativa construída e propagada pela organização criminosa”, apontou o PGR.

O procurador-geral da República também afirma que todos os crimes apresentados na denúncia estão fundados em provas — muitas delas documentadas pela própria organização criminosa.

“A organização criminosa documentou a quase totalidade das ações narradas na denúncia, por meio de gravações, manuscritos, arquivos digitais, planilhas e trocas de mensagens eletrônicas, tornando ainda mais perceptível a materialidade delitiva”, afirma Gonet.

Ainda segundo o procurador-geral, “não há como negar fatos praticados publicamente, planos apreendidos, diálogos documentados e bens públicos deteriorados”.

“Se as defesas tentaram minimizar a contribuição individual de cada acusado e buscar interpretações distintas dos fatos, estes não tiveram como ser negados”, disse.

A manifestação final da PGR também ressalta a centralidade dos depoimentos dos comandantes das Forças Armadas, sobretudo do ex-comandante do Exército Freire Gomes e da Aeronáutica, Baptista Junior.

“As testemunhas ouvidas em juízo, especialmente os ex-Comandantes do Exército e da Aeronáutica, confirmaram que lhe foram apresentadas, em mais de uma ocasião, minutas que decretavam medidas de exceção, cujos fundamentos não se ajustavam às hipóteses constitucionais e de consequências impensáveis no Estado Democrático de Direito”, disse.

De acordo com Gonet, as providências “previam anulação das eleições, prisão de autoridades públicas e intervenção em Tribunais. Os relatos assentaram que as medidas seriam assinadas tão logo obtido o apoio das Forças Armadas. Os Comandantes foram claros ao confirmar terem sido instantemente pressionados, inclusive por meio de ataques virtuais, a aderir ao intento disruptivo”.

Núcleo ‘crucial’
Além do ex-presidente, também são réus nesta ação o tenente-coronel Mauro Cid, deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), o ex-comandante da Marinha Almir Garnier e os ex-ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Anderson Torres (Justiça), Paulo Sérgio Nogueira (Defesa) e Walter Braga Netto.

De acordo com a PGR, eles fazem parte do “núcleo crucial” da suposta organização criminosa que teria tentado um golpe de Estado. Outras 25 pessoas, que fariam parte dos demais três núcleos, também são rés, em outras ações penais.

Com a apresentação das alegações da PGR, fica aberto o prazo de 15 dias para os demais réus apresentarem suas alegações finais O primeiro será o Mauro Cid, que fará isso antes dos demais por ter fechado um acordo de delação premiada. Depois, os demais réus também protocolam seu posicionamento final, em um prazo conjunto, igualmente de 15 dias.

Como o GLOBO mostrou, a PGR usou todo o seu prazo, que termina nesta segunda-feira, para elaborar seu posicionamento. A contagem foi aberta pelo ministro Alexandre de Moraes no dia 27 de junho.

O Judiciário está em recesso durante o mês de julho, mas não houve interrupção do prazo porque um dos réus está preso, o ex-ministro Walter Braga Netto.

Depois que todos os réus apresentarem as alegações finais, Moraes irá elaborar seu voto e liberar o caso para o julgamento, que ocorrerá na Primeira Turma do STF. Além de Moraes, que é o relator da ação, a Turma é composta pelos ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Eles decidirão pela condenação ou absolvição dos réus.

A expectativa do STF é que o julgamento possa começar até setembro. Integrantes da Corte e da PGR veem esse período como provável tendo em vista o cumprimento dos requisitos legais para que a ação esteja pronta para ser apreciada.

Fonte: OGLOBO

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Política

O que é propriedade intelectual — e por que o Brasil cogita retaliar os EUA nessa área

por Redação 15 de julho de 2025

Diante da decisão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de aplicar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, o governo brasileiro estuda responder com medidas na área de propriedade intelectual — que envolve a proteção de criações culturais (como músicas, filmes e livros) e industriais (como medicamentos, softwares e tecnologias).

Segundo especialistas, essa resposta teria impacto mais direto sobre o setor produtivo norte-americano, sem causar inflação no Brasil, como ocorreria com a imposição de tarifas sobre alimentos, por exemplo. No entanto, há riscos: a medida pode gerar insegurança jurídica, distorções no mercado e afastar investimentos estrangeiros.

O que é propriedade intelectual?
A propriedade intelectual é o conjunto de direitos que protege criações do intelecto humano, garantindo que autores, inventores e empresas recebam pelo uso de suas obras ou invenções. Isso vale, por exemplo:

Quando um cantor recebe direitos autorais por sua música tocada em rádios ou streamings;
Quando uma farmacêutica recebe pela produção de um medicamento patenteado.
No Brasil, esse tema é regulado principalmente por duas leis:

Lei da Propriedade Industrial (1996): trata de patentes, marcas, desenhos industriais e indicações geográficas;
Lei de Direitos Autorais (1998): protege obras intelectuais como músicas, filmes, livros e outras produções culturais.
O que o governo brasileiro pode fazer?
A Lei de Propriedade Industrial, no artigo 71, permite que o governo quebre uma patente — ou seja, autorize terceiros a produzir algo que pertence a outra empresa — em situações de interesse público ou emergência nacional.

Um exemplo foi a quebra da patente do remédio Efavirenz, usado no tratamento do HIV, em 2007, durante o segundo mandato de Lula.

Segundo o advogado Fábio Pereira, sócio do escritório Veirano Advogados, o governo poderia usar esse mesmo instrumento para atingir empresas dos EUA:

“Em tese, o governo pode adotar esse tipo de medida em relação a medicamentos americanos, como uma resposta a Trump, mas uma possível consequência é a criação de distorções no mercado e a saída de investimento estrangeiro nessa área”, diz Pereira.

Por outro lado, economistas avaliam que retaliar via propriedade intelectual pode evitar um efeito inflacionário no Brasil.

“Se a resposta aos Estados Unidos for com tarifas de 50% sobre alimentos, o preço desses alimentos vai disparar no Brasil. Nesse sentido, a opção por mudanças em propriedade intelectual acaba parecendo mais segura”, afirma Juliana Inhasz, professora de economia do Insper.

Os EUA são potência em propriedade intelectual
De acordo com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), os Estados Unidos foram o segundo país com mais pedidos de patentes e registros de marcas em 2024. A China lidera. O Brasil aparece em sétimo lugar no registro de marcas, mas não figura entre os 20 maiores em patentes.

Isso faz da propriedade intelectual um setor estratégico para os EUA — e, por isso, um possível alvo de retaliação sensível.

Filmes, músicas e streaming entram na conta?
A Lei de Direitos Autorais protege as produções culturais no Brasil, inclusive as estrangeiras, desde que o país de origem tenha acordos com o Brasil — o que é o caso dos EUA. Por isso, seria difícil derrubar diretamente os direitos autorais de filmes ou músicas.

“A lógica das patentes não vale para filmes e músicas, o governo não conseguiria derrubar o direito autoral sobre uma obra específica”, explica Fábio Pereira.

O que é possível, no entanto, é elevar a taxação sobre produtos e serviços culturais, como plataformas de streaming, livros e filmes. Mas esse tipo de medida acabaria gerando aumento de preços para os consumidores brasileiros.

O que motivou a tensão entre Brasil e EUA?
Na última quarta-feira (9), Trump publicou uma carta pública endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), anunciando uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados aos EUA. A nova taxação deve entrar em vigor em 1º de agosto.

Lula classificou a decisão como “inadmissível”, prometeu recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e afirmou que o Brasil está pronto para responder com medidas econômicas proporcionais.

Segundo apuração do comentarista Gerson Camarotti, o governo avalia que a propriedade intelectual e a quebra de patentes são, neste momento, o principal caminho para a retaliação.

Fonte: G1

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Brasil

Mãe e filha mantidas em cárcere no PR jogaram bilhetes pedindo ajuda pela sacada de apartamento, e vizinho encontrou na entrada de prédio

por Redação 15 de julho de 2025

A mãe e filha que foram mantidas por dois dias em cárcere privado por um conhecido da família em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), foram resgatadas após conseguirem escrever bilhetes pedindo socorro. Veja acima.

De acordo com o delegado Gustavo de Pinho, elas aproveitaram quando o suspeito dormiu para escreverem quatro bilhetes, entre a noite de sexta (11) e a madrugada de sábado (12), e jogá-los pela sacada do apartamento onde estavam sendo mantidas presas.

Um vizinho encontrou um dos papeis na entrada do prédio na manhã de sábado, avisou a síndica e acionou a Polícia Militar (PM-PR), que resgatou as vítimas e prendeu o suspeito, Glauber Gandra Severino, no mesmo dia.

As vítimas contaram à polícia que conheciam Glauber porque teve um relacionamento amoroso com uma prima delas. Ele também morou no prédio de mãe e filha em 2023 – e, por isso, tinha as chaves da entrada.

Segundo o delegado, ele conseguiu entrar no apartamento na quinta-feira (10) depois que uma das mulheres saiu para ir à farmácia, e as manteve amarradas, em um quarto, na maior parte do tempo.

O crime teve motivação financeira, de acordo com o policial.

As vítimas contam que o homem as obrigou a preencher dois cheques, e ainda pegou cartões bancários e as senhas deles para efetuar saques.

Até a última publicação desta reportagem, Glauber ainda não tinha defesa constituída.

Quando a polícia chegou ao prédio, encontrou mãe e filha amarradas com abraçadeiras plásticas. Elas contaram que o homem responsável havia fugido pulando para o apartamento vizinho. Com apoio de outro morador, que também é policial militar, as equipes entraram no apartamento ao lado e encontraram o suspeito, que foi preso em flagrante.

Um vídeo gravado em meio à ação policial mostra um policial soltando as vítimas enquanto uma delas conta, muito nervosa, que escreveu os bilhetes de madrugada. Veja acima.

Durante a ação, a polícia também apreendeu uma mochila contendo abraçadeiras plásticas, fitas adesivas, ferramentas, o celular de uma das vítimas e R$ 2,7 mil em dinheiro.

À RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, o delegado Gustavo de Pinho informou que o suspeito passou por audiência de custódia e o juiz definiu a prisão preventiva.

Fonte: G1

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Trama golpista

Trama golpista: Mauro Cid presta novo depoimento nesta segunda; STF ouve testemunhas dos últimos núcleos

por Redação 14 de julho de 2025

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, presta um novo depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (13), no âmbito de três ações penais relacionadas à tentativa de golpe de Estado em 2022.

Mauro Cid fechou uma delação premiada com a Polícia Federal.

Por isso, ele depõe mais uma vez para apresentar informações nos processos penais de três núcleos da trama golpista, que somam outros 23 réus:

o núcleo 2, do gerenciamento de ações, com 6 acusados;
o núcleo 3, das ações coercitivas, com 10 acusados;
o núcleo 4, das operações estratégicas de desinformação, com 7 acusados.

Mauro Cid será ouvido no período da tarde. Nesta manhã, estão previstas as oitivas das seguintes testemunhas:

Adiel Pereira Alcântara, ex-coordenador de inteligência da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que teria atuado para dificultar o deslocamento de eleitores nas eleições de 2022.
Éder Lindsay Magalhães Balbino, dono de uma empresa que teria auxiliado na produção de um material com suspeitas infundadas sobre as urnas eletrônicas;
Clebson Ferreira de Paula Vieira, servidor que teria elaborado planilhas que supostamente foram utilizadas por Anderson Torres para mapear a movimentação de eleitores no segundo turno das eleições de 2022.
Depoimentos
O primeiro a ser ouvido pelo Supremo foi o ex-coordenador de inteligência da PRF, Adiel Pereira Alcântara.

Em seu depoimento, Adiel reforçou o que já havia dito durante depoimento do núcleo crucial da trama golpista em maio.

A orientação da chefia era que a PRF deveria “tomar um lado”, por determinação do diretor-geral.

Em seguida, o servidor do Ministério da Justiça Clebson Ferreira afirmou que uma subsecretária da pasta durante o governo Jair Bolsonaro pediu análises na tentativa de estabelecer uma relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e facções criminosas.

O servidor, à época lotado na secretaria de inteligência do ministério, também disse que foi demandado para fazer um relatório sobre os municípios em que o então candidato Lula estaria na liderança com mais de 75% dos votos.

Interrogatório na ação do “núcleo crucial”
Mauro Cid esteve no STF em junho deste ano, para ser interrogado no âmbito da ação contra o chamado “núcleo crucial” da organização criminosa.

Neste grupo — no qual ele figura como réu — também está o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: G1

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Política

Lindbergh pede inclusão de Flávio e Bolsonaro em inquérito por obstrução de Justiça

por Redação 14 de julho de 2025

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), pediu neste domingo (13) ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sejam incluídos no inquérito aberto no STF contra o deputado Eduardo Bolsonaro para apurar possível tentativa de obstrução de investigação em relação ao ex-presidente.

O inquérito, aberto por decisão do ministro Alexandre de Moraes após pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), apura se Eduardo teria cometido os crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

O motivo para o processo é a atuação do filho do ex-presidente nos Estados Unidos nos últimos meses. Eduardo tem falado abertamente sobre seu trabalho no sentido de convencer autoridades dos Estados Unidos a sancionar Moraes e o Brasil por causa das investigações contra seu pai.

No pedido, Lindbergh alega que “é notório que o deputado federal Eduardo Bolsonaro se encontra nos Estados Unidos, atuando junto a autoridades e agentes políticos para viabilizar apoio às sanções contra o Brasil, apresentando o STF como inimigo da liberdade e promovendo investida diplomática contra os interesses nacionais”.

O petista cita uma entrevista do senador Flávio Bolsonaro e uma publicação de Jair Bolsonaro nas redes sociais. Na entrevista, Flávio disse que o “primeiro passo” para o Brasil conseguir reverter a tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seria aprovar uma anistia “ampla e irrestrita”.

Bolsonaro, por sua vez, pediu “aos Poderes que ajam com urgência apresentando medidas para resgatar a normalidade institucional”. Nas palavras do ex-presidente, “ainda é possível salvar o Brasil”.

“As ações do núcleo político-familiar liderado por Jair Bolsonaro evidenciam a tentativa de transformar o Brasil em satélite de um projeto internacional de extrema-direita, comprometendo a autonomia do Estado brasileiro e o funcionamento regular das instituições democráticas”, declarou Lindbergh no pedido apresentado ao STF.

O caso é relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, a quem caberá decidir se Flávio e Bolsonaro serão de fato incluído no inquérito para apurar suspeita de tentativa de obstrução de justiça.

Fonte: r7

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