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Categoria:

Brasil

Brasil

Queijo artesanal produzido no Sul de Minas vence principal prêmio em concurso internacional

por Redação 30 de junho de 2025

O queijo “Pedra do Segredo”, produzido em Alagoa, no Sul de Minas, conquistou o prêmio Super Ouro na 5ª edição da ExpoQueijo Brasil – um dos maiores concursos de queijos do mundo. O evento foi realizado neste fim de semana em Araxá (MG) e reuniu mais de mil queijos de 17 países, incluindo representantes de 18 estados brasileiros e do Distrito Federal.

Nas quatro primeiras edições do concurso, o título principal ficou duas vezes com a Itália e, nas duas últimas, com um produtor da Argentina. Em 2025, o prêmio veio para o Brasil, com um queijo artesanal do Sul de Minas.

O produto concorreu na categoria queijo de leite cru, casca lisa e/ou lavada, com ou sem aquecimento, acima de 180 dias de maturação, e obteve a maior pontuação entre as mil amostras inscritas por 17 países.

O produtor Jaime Porfírio de Barros foi representado na cerimônia por sua prima, Tatiany Barros Siqueira. Com massa consistente, pele amarelada e centro cremoso, o queijo apresenta cristais de tirosina, que é um sinal de maturação avançada, formados naturalmente durante a decomposição das proteínas em aminoácidos.

Essa foi apenas a segunda participação da queijaria na ExpoQueijo, suficiente para superar concorrentes da Europa e da América Latina. Tatiany comemorou o reconhecimento para a pequena cidade de Alagoa.

“É muito grandioso, né? É um prêmio que acho que levou para a Alagoa um reconhecimento muito grande, depois de duas vezes, italianos e argentinos, e agora trazer esse prêmio para o Brasil, para Minas Gerais e para uma cidadezinha tão pequenininha que é Alagoa, eu acho que é, assim, grandioso demais”, afirmou.

Jair Martins de Barros, queijeiro mais antigo em atividade na cidade, com 64 anos de experiência, também celebrou a conquista. “A terra do queijo é Alagoa. Um leite de primeira, dou tratamento orgânico. Estou muito feliz”, disse.

Além do Prêmio Super Ouro, outros queijos da região foram premiados com medalhas de bronze, prata e ouro. A lista completa dos vencedores está disponível no site www.expoqueijobrasil.com.br.

Premiações
A ExpoQueijo Brasil 2025 distribuiu troféus em 42 categorias e premiou produtores de quatro países. O Brasil liderou o ranking com 39 conquistas “Ouro”, seguido por Itália, Argentina e Peru. Minas Gerais foi o estado com maior número de premiações. O concurso avaliou mil queijos artesanais de 16 países, julgados por cerca de 200 especialistas de sete nacionalidades.

Fonte: G1

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Política

O duro alerta de Hugo Motta ao governo Lula caso leve o IOF ao Supremo

por Redação 30 de junho de 2025

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), deu um recado duro a integrantes do governo Lula sobre as consequências de entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a derrubada do aumento do IOF.

Motta destacou que o gesto será visto como um enfrentamento claro e que só fará o Congresso querer dobrar a aposta nos embates com o Palácio do Planalto. A leitura da judicialização do caso, segundo ele, será que “o governo abriu mão de governar com os parlamentares e agora busca governar com o STF”.

A aliados, Motta faz a avaliação de que levar a questão para o Supremo só vai piorar a situação do Executivo, já que o problema que tem hoje não é jurídico, mas político. A falta de base no Congresso e a crescente insatisfação de parlamentares com o governo Lula são apontadas por Motta como fatores que podem levar à ingovernabilidade, caso o Palácio do Planalto não consiga mudar sua relação com os congressistas. Para o presidente da Câmara, judiciar o IOF é dobrar a aposta no enfrentamento sem colocar no radar as consequências que estão por vir.

Em conversas com representares do governo, o presidente da Câmara ainda se queixou que ele só recebeu contatos com queixas e que o Palácio ignorou as medidas positivas que ele pautou e que foram aprovadas no mesmo dia da derrubada do IOF.

Motta se refere à Medida Provisória (MP) que autoriza o uso de até R$ 15 bilhões do Fundo Social do pré-sal para habitação popular e que permite ao governo leiloar óleo e gás excedente, com potencial de arrecadar até R$ 20 bilhões, à MP que isenta do Imposto de Renda de quem ganha até dois salários mínimos e a outra que permite a contratação de crédito consignado por trabalhadores do setor privado.

Como informou a coluna, entre as ações que estão no radar do centrão, caso o embate com o Executivo continue, está escolher o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), um expoente da oposição, como relator da CPI do INSS.

Nesta segunda-feira, Hugo Motta foi às redes sociais defender a decisão do Congresso que invalidou o aumento do IOF e disse que não traiu o governo ao pautar o projeto.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Mutirão começa nesta segunda para revisar prisões por pequenas quantidades de maconha

por Redação 30 de junho de 2025

Tribunais de todo o país começam a revisar nesta segunda-feira (30) processos de pessoas condenadas após terem sido flagradas com menos de 40 gramas de maconha.

Esta é a primeira vez que a revisão desses casos faz parte do mutirão carcerário promovido anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Há um ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) descriminalizou o porte de maconha para uso pessoal. A substância não foi legalizada, mas foi decidido que o usuário não é criminoso e, portanto, não pode ser condenado criminalmente.

O Supremo também estipulou que, quando uma pessoa é pega com até 40 gramas ou seis pés de maconha, a Justiça deve presumir que ela é usuária, e não traficante.

No entanto, se a pessoa tiver outros elementos que indiquem o comércio de maconha — como saquinhos plásticos, balança de precisão e caderno de contabilidade —, ela continua podendo ser enquadrada como traficante, mesmo que a quantidade da erva seja inferior a 40 gramas.

O STF encarregou o CNJ de coordenar mutirões para rever as condenações por tráfico de drogas. Até o dia 30 de julho, os tribunais de Justiça estaduais e os tribunais regionais federais (TRFs) vão reanalisar casos de pessoas que, de acordo com esses critérios, eram usuárias, mas estão ilegalmente presas como traficantes.

Mudança de traficante para usuário
Pelo país, magistrados têm ocasionalmente alterado o enquadramento de traficante para usuário quando a quantidade de maconha apreendida foi inferior a 40 gramas.

No último dia 6, por exemplo, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais absolveu um homem de Sete Lagoas que havia sido condenado, em primeira instância, a 7 anos e 3 meses de prisão por tráfico de drogas. Ele havia sido pego com dois tabletes de maconha em maio de 2018.

“Foram arrecadados 20,43 gramas de maconha, quantidade que, malgrado não seja ínfima, por si só, não prenuncia a narcotraficância e não é incompatível com o consumo próprio. Também não foi encontrado nenhum petrecho próprio para o tráfico de drogas ou qualquer outro indicativo de sua prática”, escreveu o desembargador Eduardo Brum em seu voto.

“Tendo em vista que o excelso STF […] fixou, dentre outras teses, a de que ‘não comete infração penal quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, a substância cannabis sativa, sem prejuízo do reconhecimento da ilicitude extrapenal da conduta, com apreensão da droga e aplicação de sanções de advertência sobre os efeitos dela e medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo’, absolvo Henrique.”

Casos reais
Decisões como essa são encontradas na maioria dos tribunais estaduais. Porém, como apontou um levantamento do g1 em outubro do ano passado, a maior parte dos condenados por tráfico não tem conseguido ser reenquadrada como usuária para escapar da punição criminal.

Na ocasião, o g1 analisou 176 acórdãos — decisões de segunda instância tomadas por um grupo de desembargadores — dos 27 Tribunais de Justiça dos estados e do Distrito Federal que citavam a decisão do Supremo.

No Rio de Janeiro, por exemplo, em apenas um dos acórdãos lidos pela reportagem o tribunal entendeu que o réu deveria ser reenquadrado como usuário. Em outros 11, as condenações por tráfico foram mantidas.

No Distrito Federal, em um único caso analisado um homem condenado a 8 anos e 9 meses de prisão teve sua conduta reclassificada de tráfico para consumo pessoal. Em outros 12 os desembargadores mantiveram as condenações por tráfico.

Mutirão
Segundo o CNJ, a revisão dos processos de tráfico de drogas feita durante o mutirão pode gerar quatro encaminhamentos:

▶️ manutenção da pena, por não se encaixar nos critérios da decisão do STF;

▶️ cancelamento de condenações por porte de maconha (baseadas no Artigo 28 da Lei de Drogas), já que o usuário não é mais criminoso;

▶️ revisão de condenações por tráfico (baseadas no artigo 33 da Lei de Drogas);

▶️ e encaminhamento dos casos para que as defesas e o Ministério Público se manifestem.

Ainda de acordo com o CNJ, o mutirão carcerário vai analisar também:

▶️ a aplicação de uma decisão do STF, de 2018, que concedeu habeas corpus coletivo a gestantes, lactantes e mães de crianças de até 12 anos ou de pessoas com deficiência, para substituir prisões preventivas por domiciliares;

▶️ prisões preventivas que se estendem por mais de um ano sem terem sido renovadas;

▶️ e processos com penas vencidas.

Fonte: G1

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Brasil

Mulher fatura R$ 15 mil por mês ao vender rapadura de sabor diferenciado

por Redação 30 de junho de 2025

Foi no quintal de casa, no interior de Rondônia, que Melissa Almeida transformou uma tradição brasileira em inovação: a rapadura ganhou sabor de cacau e caiu no gosto do público.

A receita, ensinada pela avó, virou o carro-chefe de um negócio que hoje fatura R$ 15 mil por mês.

Criada entre plantações e panelas, Melissa uniu memória afetiva, criatividade e técnicas de gastronomia para desenvolver o doce, feito com ingredientes regionais e muito cuidado.

O que começou com panelas queimadas na infância virou uma fábrica artesanal, que também produz chocolates veganos, compotas e gelatos sem glúten nem lactose.

A empreendedora cresceu em Ouro Preto do Oeste, cidade com cerca de 37 mil habitantes. Filha de agricultores, sempre teve o cacau por perto.

Melissa até pensou em seguir carreira na saúde, mas foi a paixão pela cozinha que falou mais alto. Ao conhecer o curso de gastronomia no interior de São Paulo, decidiu mudar os planos.

A volta para casa trouxe a chance de criar pratos com a cara da região. Um dos primeiros foi o “Piracau”: filé de pirarucu com mousse de chocolate e farofa de castanha. Mas Melissa queria mais. Começou a testar receitas de sobremesa e teve a ideia de fazer uma rapadura com sabor de cacau.

O processo foi difícil. O ponto do doce não dava certo. Até que sua avó, mineira de Belo Horizonte, decidiu viajar até Rondônia para ensinar o segredo.

“Ela pegou o tacho, bateu e me mostrou o ponto certo. E aí nasceu a rapadura de cacau.”

O cacau usado na produção vem, em boa parte, do quintal da própria família. Depois de colhido, o fruto é aberto à mão; a amêndoa, fermentada, seca e moída. Só então vira chocolate. Misturada ao açúcar mascavo, dá origem ao doce que conquistou os clientes.

Melissa começou o negócio com R$ 20 mil. Aprendeu a torrar, processar, formular. Produzia, embalava e vendia sozinha. Também buscou capacitação em um curso na Bahia para dominar a arte do chocolate.

Hoje, a produção é feita com o apoio de duas funcionárias e uma rede de fornecedoras. Entre elas, mulheres como Selma, que cultiva 1.200 pés de cacau sem agrotóxicos.

“Ter essa parceria com outra mulher que valoriza o nosso trabalho é muito importante”, diz Selma.

O cuidado vai além do produto. A fábrica de Melissa usa embalagens biodegradáveis que podem ser reaproveitadas para mudas de reflorestamento.

A produção é agroecológica, e a preocupação com o solo, a água e a floresta está no centro de tudo.

Hoje, a estrutura conta com cerca de R$ 150 mil em equipamentos e capacidade para produzir até 300 quilos de rapadura por mês.

Os produtos são vendidos em um trailer montado na beira da rodovia, a mesma onde os pais da empreendedora já mantiveram um restaurante.

Além das vendas locais, Melissa aposta nas redes sociais e em feiras para divulgar o negócio. Em breve, pretende levar seus produtos para o Chile e o Peru.

Fonte: G1

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Brasil

Escândalo no quartel: investigação revela que morte de soldado divulgada como suicídio foi forjada para acobertar homicídio

por Redação 30 de junho de 2025

Chegou ao fim a investigação da morte de um soldado, atingido por um tiro na cabeça, dentro do alojamento do quartel, no Rio de Janeiro. O Ministério Público Militar concluiu que Wenderson Nunes Otávio não cometeu suicídio. Testemunhas declararam que receberam ordens para ficar em silêncio. Veja a reportagem completa no vídeo acima.

O caso
Desde 15 de janeiro, Adilson e Cristiana esperavam por resposta e Justiça. O filho do casal, Wenderson Nunes Otávio, conhecido no Exército como soldado Otávio, foi encontrado morto com um tiro na cabeça dentro de um alojamento militar no Rio de Janeiro. Inicialmente, o Exército comunicou à família que se tratava de suicídio. No entanto, uma investigação do Ministério Público Militar revelou uma versão diferente.

Segundo a denúncia, o disparo foi feito por Jonas Gomes Figueira, ex-soldado do 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista. O terceiro sargento Alessandro dos Reis Monteiro também foi indiciado por não fiscalizar a entrada da arma no alojamento, o que é proibido pelas normas militares.

Depoimentos
De acordo com os depoimentos colhidos, Figueira costumava brincar com armas dentro do alojamento e que já chegou a aportar e encostar a arma na cabeça de um colega. Segundo a investigação, no dia da tragédia, ele teria apontado uma pistola 9mm para Wenderson, acreditando que a arma estava descarregada, e efetuado o disparo enquanto o colega calçava o coturno.

Militares relataram que ao Fantástico que o comandante do batalhão, Douglas Santos Leite, reuniu os militares logo após o ocorrido e determinou que a versão oficial seria de suicídio. Também teria proibido qualquer contato com a família da vítima.

Mensagens obtidas pelo Ministério Público mostram que superiores tentaram identificar os militares que prestaram depoimento e reforçaram a ordem de silêncio.

Para os pais de Wenderson, a dor permanece, mas há um sentimento de alívio.

A defesa de Jonas Figueira se manifestou por nota e diz que recebe com tranquilidade a denúncia oferecida pelo Ministério Público Militar por suposta autoria atribuída a este no crime de homicídio qualificado e que entende que não há justa causa para a presente ação ou para uma futura condenação de Jonas pelos crimes que lhe são imputados. E que Jonas afirma ser inocente, o que ficará provado ao fim do processo.

O Fantástico conversou com o comandante Douglas e ele disse que iria se manifestar através da assessoria do Exército. Em nota, o Centro de Comunicação Social do Exército disse que, desde o momento do ocorrido, todas as ações realizadas pelo Comando do 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista foram pautadas pelo estrito cumprimento das normas e em rigorosa observância das atribuições relativas ao cargo do comandante. Tudo visando a garantir a lisura do processo e minimizar a disseminação de informações inverídicas.

A nota também diz que, em nenhum momento, o Comando da Organização Militar afirmou, perante familiares ou militares do batalhão, qualquer conclusão sobre a dinâmica dos fatos. E finaliza afirmando que todas as providências adotadas seguiram rigorosamente os preceitos legais, com total comprometimento com a verdade, a integridade, a ética, a justiça e o respeito ao militar falecido e sua família.

Fonte: FANTÁSTICO

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Brasil

‘Maconha de playboy’: uso do Ice avança entre jovens de classe média alta e preocupa autoridades

por Redação 30 de junho de 2025

Uma nova droga, mais potente, viciante e cara que a maconha, tem causado estragos em famílias de classe média e alta no Brasil. Conhecida como “Ice”, a substância, antes importada, agora também é produzida no Brasil e vendida livremente pelas redes sociais e aplicativos de mensagens.

Como é feito o Ice
O Ice é produzido a partir da flor da maconha, submetido a um processo de batimento com gelo e filtragem até atingir sua forma final. O resultado é uma droga até dez vezes mais viciante e cinquenta vezes mais cara que a maconha comum.

Venda digital e impunidade
O Ice é vendido por traficantes que entregam a droga diretamente aos usuários, como mostram imagens obtidas pela polícia. O programa Fantástico flagrou a venda do Ice em redes sociais e aplicativos de mensagens.

“Tenho dry, flor, Ice e sintético. Me passa a região certinho para combinarmos a entrega. O pagamento é na hora”, diz uma traficante em conversa com um produtor infiltrado.

Apesar da aparente impunidade, a polícia alerta: “Tudo o que se faz no mundo digital deixa rastro. Essas pessoas não ficarão impunes”, afirma o delegado Guerra.

A operação policial
A Operação On Ice, da Polícia Civil de São Paulo, desmantelou uma quadrilha que produzia a droga no Brasil. Na primeira fase, foi preso um distribuidor com acesso à alta sociedade. Na segunda, os produtores. Na terceira, a movimentação financeira da quadrilha foi desarticulada.

Além de três veículos (um com compartimento secreto para esconder drogas), foram apreendidos R$ 3.771.831,00 em espécie, uma tonelada de maconha, skunk e Ice, além de equipamentos para cultivo indoor. As drogas foram incineradas nesta semana.

Um novo perfil de traficante
Segundo a polícia, a investigação revela um novo perfil de traficante: pessoas com trânsito na classe média e alta, independentes de facções criminosas.

“Daí o perigo disso, porque isso pode se expandir muito e daí a necessidade e a importância dessa investigação de abrir nosso olhar para isso”, ressalta o delegado Guerra.

Fonte: FANTÁSTICO

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Brasil

‘Ser jovem e bonita pesava’: após carta anônima, freira brasileira é afastada de mosteiros e aciona Justiça italiana

por Redação 30 de junho de 2025

Uma freira brasileira entrou na Justiça italiana por difamação e calúnia depois de ter sido afastada do comando de mosteiros. Uma carta anônima acusou irmã Aline de maus-tratos e desvio de recursos.

Ascensão e conflito
Em 2018, aos 34 anos, Irmã Aline foi nomeada abadessa – a irmã superiora de uma abadia ou um monastério – tornando-se responsável por quatro mosteiros em diferentes regiões da Itália. A conquista, segundo ela, não foi bem recebida pelo abade geral Mauro Giuseppe Lépori.

O Fantástico tentou falar com o Mauro Giuseppe Lépori, mas não obteve retorno.

A carta anônima
O ponto de virada ocorreu em janeiro de 2023, quando uma carta anônima foi enviada diretamente ao Papa Francisco. O documento acusava Irmã Aline de manipular e maltratar outras religiosas.

A denúncia, sem assinatura, desencadeou uma série de investigações e visitas ao mosteiro de Vittorio Veneto, onde ela vivia com outras 18 monjas em clausura.

Religiosas próximas à ex-abadessa contestam as acusações.

Acusações financeiras e resposta
Outra acusação contra Aline dizia respeito às finanças do monastério de Veneto. No entanto, uma perícia ordenada pelo próprio abade geral não encontrou nenhuma irregularidade.

Entre as iniciativas que teriam desagradado o abade geral está a venda de uvas do mosteiro para a produção de prosecco, um tipo de espumante italiano. Segundo a irmã Aline, a prática, comum em mosteiros ao redor do mundo, visava garantir autonomia econômica.

Futuro incerto
Oito dias após a morte do Papa Francisco, em abril, Irmã Aline deixou o mosteiro. No dia seguinte, cinco freiras fugiram da clausura para acompanhá-la.

Irmã Aline e as outras freiras estão questionando no Tribunal Eclesiástico, na segunda instância, na Justiça vaticana, a legitimidade dessas decisões.

Fonte: FANTÁSTICO

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IBGE

Número de filhos por mulher no Brasil é o menor da história, diz IBGE

por Redação 27 de junho de 2025

O Brasil atingiu a menor taxa de fecundidade já registrada: 1,6 filho por mulher, segundo dados do Censo Demográfico de 2022 divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número está abaixo do nível de reposição populacional, que é de 2,1 filhos por mulher — o mínimo necessário para manter estável o tamanho da população ao longo das gerações.

? O que é reposição populacional?
A taxa de reposição populacional indica o número médio de filhos que cada mulher precisa ter para que uma geração seja substituída pela seguinte, mantendo o tamanho da população estável ao longo do tempo. O patamar considerado ideal por organizações internacionais é de 2,1 filhos por mulher — índice que compensa nascimentos, mortes e casos em que a mulher não tem filhos.
A taxa brasileira é mais baixa que de países como a Nigéria (4,6), França (1,8) e Estados Unidos (1,7), mas está acima da de países como Argentina (1,5), Chile (1,3) e Itália (1,2).

De acordo com os dados do Censo 2022:

Fecundidade histórica: menor taxa já registrada, com 1,6 filho por mulher;
Reposição populacional: índice abaixo do necessário para manter o tamanho da população (2,1);
Regiões: Sudeste tem a menor taxa (1,41), e Norte, a maior (1,89);
Grupos sociais: indígenas têm média de 2,8 filhos; brancas, 1,4;
Escolaridade: mulheres com ensino superior têm menos filhos (1,2);
Religião: evangélicas têm mais filhos (1,7), espíritas têm menos (1,0);
Idade da maternidade: idade média subiu para 28,1 anos;
Mulheres sem filhos: 16% entre 50 e 59 anos não tiveram filhos, segundo o levantamento.
Fecundidade no Brasil atinge menor nível da história
A taxa de fecundidade representa o número médio de filhos por mulher em idade reprodutiva. Em 1960, o índice no Brasil era de 6,3. Nos anos 1980, caiu para 4,4; em 2000, foi para 2,4; e, agora, chegou a 1,6.

A queda vem ocorrendo desde os anos 1970, começando pela região Sudeste e depois se espalhando para todo o país.

Diferenças entre regiões e grupos sociais
A menor taxa regional em 2022 foi registrada no Sudeste (1,41), seguida pelo Sul (1,50), Centro-Oeste (1,64), Nordeste (1,60) e Norte (1,89) — região que, historicamente, apresentava os maiores índices.

Os dados do Censo também mostram diferenças na fecundidade entre grupos sociais. Mulheres indígenas lideram em número de filhos (média de 2,8), seguidas por pardas (1,7), pretas (1,6), brancas (1,4) e amarelas (1,2).

A fecundidade também diminui conforme aumenta o nível de escolaridade: mulheres com ensino superior completo têm, em média, 1,2 filho, enquanto aquelas com menor escolaridade têm média de até 2.

Entre os grupos religiosos, as maiores taxas de fecundidade foram registradas entre as evangélicas (1,7 filhos), seguidas por católicas (1,5), sem religião (1,4), adeptas de religiões de matriz africana (1,2) e espíritas (1).

Mais mulheres têm filhos após os 30 anos
A pesquisa aponta que as mulheres brasileiras estão tendo filhos cada vez mais tarde.

A idade média das brasileiras ao ter filhos chegou a 28,1 anos em 2022, um aumento em relação aos 26,3 anos registrados em 2000 e aos 26,8 anos em 2010.

Em 2010, o grupo etário com maior taxa de fecundidade era o de 20 a 24 anos, responsável por 26,5% do total de nascimentos. Já em 2022, esse pico passou para o grupo de 25 a 29 anos, que concentrou 24,4% das taxas de fecundidade. Houve aumento da taxa de fecundidade entre todas as faixas etárias acima de 30 anos, e diminuição entre aquelas com menos de 24 anos.

O Distrito Federal teve a maior média de idade para a fecundidade (29,3 anos). O Pará, a menor (26,8 anos).

Mais mulheres sem filhos
A proporção de mulheres que chegaram ao fim da vida reprodutiva sem ter filhos também aumentou ao longo das últimas décadas, segundo o IBGE.

Em 2000, 10% das mulheres entre 50 e 59 anos não tinham tido filhos nascidos vivos. Esse percentual subiu para 12% em 2010 e chegou a 16% em 2022.

O levantamento aponta que o aumento está ligado principalmente à postergação da maternidade e à redução do desejo de ser mãe.

Fonte: G1

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Brasil

Juliana Marins: Brasileira teria morrido 20 minutos após uma das quedas, e legista descarta que jovem tenha agonizado em vulcão

por Redação 27 de junho de 2025

O médico legista responsável pela autópsia da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, afirmou nesta sexta-feira (27) que não há qualquer evidência de que a jovem tenha agonizado por horas ou dias após cair no Monte Rinjani, na Indonésia. A informação foi divulgada em entrevista coletiva no Hospital Bali Mandara, em Denpasar, onde o corpo foi examinado. Segundo ele, Juliana teria morrido em até 20 minutos após uma queda. Apesar das explicações do legista, algumas questões seguem sem esclarecimento. Não se sabe exatamente qual queda provocou as lesões mortais, nem o local preciso em que ela ocorreu ou o horário exato da morte.

Juliana sofreu a primeira queda por volta das 6h (horário local) no sábado, dia 21, ou seja, 19h (de Brasília) de sexta-feira, dia 20. Horas depois do acidente, com auxílio de um drone, turistas captaram imagens em que a jovem aparece com movimentos, como mexendo as mãos. Na segunda-feira, autoridades da Indonésia detalharam como localizaram a turista, apontando que havia sido monitorada “com sucesso por um drone” e permanecia presa em um penhasco rochoso a uma profundidade de cerca de 500 metros, “visualmente imóvel”.

Qual foi a causa da morte de Juliana Marins?
A causa da morte, segundo a autópsia, foi um trauma torácico grave provocado por impacto de “violência contundente”, o que teria provocado grande hemorragia interna e danos irreversíveis aos órgãos respiratórios a partir das fraturas ósseas.

— Trabalhamos com fatos. E os fatos indicam que a vítima não sobreviveu por muito tempo depois do trauma — disse o legista Dr. Ida Bagus Putu Alit, ao comentar as especulações levantadas nas redes sociais sobre o vídeo em que a jovem aparece se movimentando após a queda.

O médico explicou:

— Estimamos que, no máximo, 20 minutos depois do trauma, ela já não apresentava mais sinais vitais. Não há sinais de hipotermia ou sofrimento prolongado após a lesão. A causa direta da morte foi o impacto e a quantidade de sangue acumulado dentro da cavidade torácica.

O corpo de Juliana Marins chegou ao Hospital Bali Mandara, na ilha de Bali, por volta das 11h35 (horário de Brasília) da última quinta-feira, onde foi submetido a autópsia. O translado foi feito por ambulância a partir do Hospital Bhayangkara, localizado na mesma província do Monte Rinjani, uma vez que a região não dispõe de especialistas forenses habilitados para conduzir o exame. O procedimento foi realizado ainda na noite de quinta-feira.

— Observamos, por exemplo, um ferimento na cabeça, mas sem sinais de hérnia cerebral — uma condição que costuma se desenvolver após várias horas ou dias do trauma. O mesmo se aplica ao tórax e ao abdômen: houve sangramento intenso, mas nenhum sinal de retração nos órgãos que indicasse hemorragia lenta. Esses elementos reforçam que a morte aconteceu logo após os ferimentos — explicou o especialista.

O que autópsia de Juliana Marins revelou?
O laudo médico aponta que Juliana sofreu um forte impacto nas costas, o que causou danos graves na região torácica e provocou um sangramento volumoso dentro da cavidade torácica. As lesões foram identificadas principalmente na parte posterior do tórax, afetando órgãos essenciais para a respiração. Segundo o legista, trata-se de um trauma contuso, que ocorre com lesões causadas por impactos violentos e quedas, por exemplo, sem que haja perfuração da pele, em que explicou que um “objeto contundente é qualquer coisa com superfície relativamente lisa e sólida”.

— Foi uma morte causada por violência contundente. O trauma gerou uma hemorragia significativa que levou à morte em um curto intervalo de tempo — explicou Alit. Foram encontradas, ainda, escoriações por atrito, causadas no corpo quando é arrastado ou sofre outro tipo de contato com superfícies duras.

O legista ressaltou que não foram identificadas marcas ou sinais compatíveis com hipotermia, o que exclui a possibilidade de que ela tenha morrido devido à exposição ao frio.

Juliana estava vestindo apenas calça jeans, camiseta, luvas e tênis no momento do acidente, roupas leves, consideradas inadequadas para as temperaturas abaixo de 10 °C em altitudes superiores a 2.600 metros. No entanto, os médicos afirmaram que não havia necrose, escurecimento ou danos típicos de hipotermia nas extremidades do corpo, como dedos das mãos ou dos pés.

— Não havia os sinais clássicos de hipotermia, como necrose nas extremidades ou coloração escura nos dedos. Isso nos permite afirmar com segurança que a hipotermia não foi a causa — detalhou o perito. — Não havia. A causa direta foi o impacto — reforçou.

O médico ainda negou haver chance de a morte ter sido causada por falta de comida ou água:

— A causa direta da morte foi, com certeza, o trauma. Houve grande quantidade de sangue na cavidade torácica, o que não se explica por inanição.

Com o laudo médico finalizado, o corpo de Juliana será liberado para repatriação com o apoio da Embaixada do Brasil na Indonésia. A família da jovem, natural de Niterói, ainda não divulgou data para o velório ou sepultamento.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Lula veta exigência de exame toxicológico para obtenção de CNH nas categorias A e B; carteira social é sancionada

por Redação 27 de junho de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou, nesta sexta-feira (27), a exigência da realização de exame toxicológico para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (motos) e B (carros de passeio).

O veto foi publicado na edição desta sexta-feira (27) do “Diário Oficial da União”.

A exigência do exame foi incluída por parlamentares dentro de um projeto aprovado no Congresso que destina recursos arrecadados com multas de trânsito para custear a CNH de pessoas de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

O projeto foi sancionado por Lula com a previsão de utilizar as multas também para custear CNH de pessoas de baixa renda. Porém, o presidente vetou o trecho que trata do exame toxicológico.

O veto terá de ser analisado pelo Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubar a decisão. Caso o veto caia, o exame será obrigatório.

Ao justificar o veto, Lula informou que a exigência “contraria o interesse público, pois resultaria em aumento de custos para a sociedade e poderia influenciar que mais pessoas optassem por dirigir sem a devida habilitação, o que comprometeria, por consequência, a segurança viária”.

Lula seguiu a orientação dos ministérios dos Transportes, Saúde, Justiça e Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). A exigência do exame, cujo resultado deveria ser negativo, era uma das etapas de obtenção da permissão para dirigir: a primeira habilitação.

O trecho vetado alterava o artigo 148-A do Código de Trânsito Brasileiro, que já determina a obrigatoriedade de resultado negativo no exame toxicológico para que um condutor consiga a habilitação nas categorias C, D e E (transporte de cargas e passageiros).

Fonte: G1

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