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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

Sinuca

“Neymar da sinuca”: conheça o novo astro do jogo que ameaça o reinado do Baianinho de Mauá

por Redação 9 de junho de 2025

Baianinho de Mauá tem um rival que espera tirar dele o posto de principal jogador de sinuquinha no Brasil. Felipe Martinelli dos Santos, o Felipinho, surge como o grande candidato da nova geração a tentar acabar com o reinado do “Bruxo”.

Aos 29 anos, Felipinho tinha o futebol como grande paixão na infância. A convivência no bar que o seu pai tinha em Curitiba, no Paraná, foi revelando aos poucos o talento para a sinuca. O esporte, ainda visto com certo preconceito, passou a ser a profissão do garoto que foi empilhando vitórias, títulos e altas cifras em premiações – mais de R$ 1 milhão acumulado nas contas dele.

– Joguei uns dois anos futebol, mas aí acabei criando gosto na sinuca por um motivo também, que o meu pai também já era amante da sinuca, jogava e me apoiava. Tudo que eu fazia, ele me apoiava. E querendo ou não, foi onde que comecei a ganhar meu dinheirinho, mais fácil do que o futebol que eu estava pagando no clube. Na sinuca, por mais que o jogo seja um pouco mais barato na época, eu ganhava o meu dinheirinho – explicou.

O início da carreira não foi fácil. Ainda menor de idade, Felipinho não era aceito em competições que sequer tinham premiação em dinheiro. Aos poucos ele foi conseguindo jogar e se destacar.

– Muita gente discriminava, não aceitava que eu jogasse quando tinha torneio. Na época a gente jogava valendo porco, troféu, boi, costela, a premiação mais baixa… Não tinha muito dinheiro. O pessoal não aceitava. Quando eu ganhava, ganhava muitos eventos, botava esse empecilho de ser menor de idade, mas meu pai sempre me acompanhava. Não tinha aquele apoio, foi bem difícil e sofrido – relembrou Felipinho.

Se Baianinho de Mauá é conhecido por “Bruxo”, Felipinho ostenta fama de “Rei da Puxadinha”. O apelido é por conta da característica da jogada em que consegue dar um efeito ainda maior à bola branca durante o arremate ou para “pregar” o adversário. É uma espécie de trivela (chute com o lado de fora de pé, no futebol) da sinuca.

– Eu puxo muito o bolão para trás, faço muito efeito, e essa jogada pegou bastante porque sou um dos únicos que conseguem puxar bastante o bolão, mais que os outros. Querendo ou não, os fãs gostam da minha jogada, do meu estilo, acabou criando uma marca do “Rei da Puxadinha”. É muito bom, os fãs gostam quando faço isso – explicou Felipinho.

Baianinho de Mauá: rival ou ídolo?
Apesar dos bons resultados e da fama, o “Rei da Puxadinha” ainda está distante da popularidade conquistada por Baianinho de Mauá. Os dois vêm aumentando a rivalidade em confrontos recentes que geram grande audiência na internet e expectativa em torno de quem vai ocupar o posto de melhor jogador de sinuquinha do Brasil.

É uma espécie de disputa de grandes craques do futebol no auge da carreira. A título de comparação, Baianinho soma mais de 1,5 milhão de seguidores nas redes sociais contra pouco mais de 320 mil de Felipinho.

– O pessoal compara dizendo que o Baianinho é o Messi, e eu sou o Neymar. É legal porque nunca imaginei estar jogando ao lado do Baianinho. É lógico que eu quero ganhar, quando entro no jogo quero ganhar. Mas indiscutivelmente sou fã dele, do Rui Chapéu, do Roberto Carlos, que é o pessoal das antigas do mesão. E é uma inspiração já estar jogando contra ele, é muito bom.

– Eu tenho que defender o meu próprio dinheiro, por isso que não posso jogar para perder. O Baianinho tem o nome dele muito grande no mercado, e a gente está tentando colocar nosso nome cada vez mais para cima e tentando vencer na humildade – disse.

Felipinho e Baianinho de Mauá já se enfrentaram dez vezes. Cada um venceu cinco partidas e conquistou dois títulos da Liga Brasileira de Sinuquinha (LBS). Os dois proporcionaram o jogo com maior premiação da história do esporte, quando Baianinho venceu e ficou com cerca de R$ 400 mil.

– O jogo do Baianinho é muito estratégico, é um jogador 100% estrategista. Eu também tenho uma estratégia muito boa, pontaria boa, defesas boas, mas ainda falta um pouquinho mais de experiência para mim. Sou um pouco novo, tenho 29 anos, o Baianinho já está com 50, então ele é muito mais experiente tanto no jogo quanto na estrada, porque tudo isso ajuda muito o psicológico, ele é muito frio no jogo – disse.

A rivalidade entre Baianinho de Mauá e Felipinho fica de lado quando o assunto é a profissionalização da sinuquinha. Ambos lutam para que o esporte seja federado e possa um dia até entrar no cronograma olímpico.

A sinuquinha é uma adaptação da sinuca e possui bolas mais leves e mais caçapas. Enquanto no modelo tradicional as bolas são centralizadas na mesa, na sinuquinha elas são espalhadas após o estouro e possui diferentes formas de jogar, como a bola 8, o par ou ímpar ou carioquinha – bolas classificadas por apenas duas cores e não numeradas. Os campeonatos são regulamentados pela Liga Brasileira de Sinuquinha.

– Não quero ser melhor que ninguém, quero apenas fazer meu trabalho, ser um jogador, um atleta, uma inspiração igual sou para os meus fãs. E quero que o esporte tenha mais visibilidade, tentar crescer cada vez mais, virar uma Olimpíada, aparecer na TV, é tão legal, tão bonito, viajar para fora. Então esse é o meu sonho, só de estar participando, só de estar na Olimpíada, na TV, para mim está tranquilo.

Quanto vale o jogo?
Felipinho joga partidas apostando entre R$ 10 mil e R$ 100 mil, além de competições oficiais que rendem diversos valores. O jogador estima ter ultrapassado a quantia de R$ 1 milhão em premiações ao longo da carreira de 15 anos na sinuquinha.

– Pelo que eu já ganhei, contando campeonato, dinheiro, jogo apostado, por mais que não apareça na internet, se for contar na ponta do lápis, acho que ganhei mais de R$ 1 milhão, muito mais. Contando que eu ganhei R$ 100 mil de uma pessoa, R$ 50 mil de outra. Mas esse dinheiro nunca é só para mim, a gente ganha uma porcentagem. Era bom se fosse só para mim.

Além de competições e eventos relacionados a sinuquinha, Felipinho ganha a vida com uma loja de artigos de esporte. A mudança de vida fez com que ele se instalasse em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, onde reside atualmente.

Fonte: GE

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Trama golpista

Trama golpista: STF ouvirá Bolsonaro e outros 7 réus em ação penal; saiba o que diz a PGR sobre cada um

por Redação 9 de junho de 2025

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai realizar, a partir desta segunda-feira (9), o interrogatório dos oito acusados de tentativa de golpe de Estado em 2022. Entre eles, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o grupo faz parte do chamado “núcleo crucial” da organização criminosa que atuou pela ruptura democrática.

Ao longo de maio, testemunhas de defesa e acusação foram ouvidas na Corte. O interrogatório dos réus marca a reta final da fase de instrução do processo penal. Na sequência, acusação e defesa podem ter prazo para pedir diligências adicionais.

Encerrada esta etapa, deve ser aberto o prazo de 15 dias para alegações finais.

Serão realizadas audiências na Primeira Turma ao longo de toda a semana, até a sexta-feira (13).

O primeiro a ser ouvido será Mauro Cid, que fechou uma delação premiada com a Polícia Federal. Os outros sete réus serão interrogados em ordem alfabética.

Fonte: G1

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Gripe Aviária

Ministério da Agricultura confirma foco de gripe aviária em aves domésticas em Mato Grosso

por Redação 9 de junho de 2025

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou, neste sábado (7), a existência de um foco de gripe aviária em uma criação de aves domésticas na cidade de Campinápolis, em Mato Grosso.

Segundo a pasta, neste domingo (8), o governo começou a adotar medidas de erradicação e ações de vigilância no raio de 10 km ao redor do foco.

Uma das medidas é a instalação de barreiras sanitárias com controle rigoroso e desinfecção completa de veículos que passam por esses pontos.

Ainda segundo o Ministério, nessa área não há granjas comerciais, por isso, a existência desse novo foco não altera o consumo ou a exportação de produtos brasileiros, nem o período de vazio sanitário

Sem alteração
Segundo o Mapa, o Serviço Veterinário Oficial interditou a propriedade e coletou amostras para análise laboratorial, quando foi detectado o foco.

“A ocorrência do foco confirmado de IAAP [vírus da influenza aviária de alta patogenicidade] em aves de subsistência não traz restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros. O consumo e a exportação de produtos avícolas permanecem seguros”, frisou o Ministério.

“O foco confirmado em aves de subsistência também não altera o período de 28 dias de vazio sanitário após a desinfecção da área em Montenegro (RS), onde foi confirmado um foco de gripe aviária em um matrizeiro de aves comerciais”, prosseguiu.

De acordo com a pasta, esse é o quarto foco da doença em aves domésticas detectado no Brasil.

Vazio sanitário e caso em Montenegro
O primeiro caso de gripe aviária no Brasil foi detectado em aves silvestres em maio de 2023. No entanto, o primeiro caso em uma granja comercial só aconteceu dois anos depois, em 15 de maio de 2025, no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul.

Antes do caso de Montenegro (RS), os focos de gripe aviária registrados no país tinham sido apenas em aves silvestres ou criações para subsistência, sem afetar o setor comercial.

?O prazo de 28 dias, chamado de vazio sanitário, corresponde ao ciclo do vírus H5N1.

O trabalho de desinfecção da granja de Montenegro (RS) atingida por gripe aviária terminou em 21 de maio. Contando a partir de 22 de maio, se o Brasil não registrar nenhum outro caso em granjas em 28 dias, pode se declarar livre da doença.

⚠️ A gripe aviária não é transmitida pelo consumo de carne de aves e ovos, disse o Ministério da Agricultura. O Brasil nunca teve um caso de gripe aviária em humanos.

Esse primeiro caso em uma granja comercial é importante porque o Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango, embora a maior parte da produção seja consumida internamente.

Cerca de 160 países compram frango do Brasil, incluindo a China, que é o principal destino. Com o caso de gripe aviária, por regras sanitárias acordadas previamente, esses países param de receber os produtos brasileiros até o país se dizer livre da doença.

Para alguns, o bloqueio é em nível nacional; outros embargam apenas o que vem da região do foco da doença.

Fonte: G1

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Brasil

Brasil tem menor parcela de católicos da história; evangélicos batem recorde

por Redação 6 de junho de 2025

A proporção de brasileiros que se declaram católicos caiu e chegou ao menor nível já registrado desde 1872 segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base em dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (6).

Apesar da queda, o catolicismo segue sendo a maior religião no país, seguida da evangélica.

Segundo o instituto, 56,7% da população brasileira afirmou ser católica em 2022, o menor percentual desde as primeiras pesquisas sobre religião realizadas no país, há 153 anos. Em 1872, quando o primeiro levantamento do tipo foi feito no país, os católicos representavam 99,7% da população.

Desde então, a religião católica vem diminuindo. A maior queda ocorreu entre 2000 e 2010, quando a proporção de católicos no país recuou 9 pontos percentuais, de 74,1% para 65,1%. Na última década, o ritmo foi um pouco mais lento: 8,4 pontos, de 65,1% para 56,7%.

População evangélica cresce e chega a 1 em cada 4 no país
Já o número de evangélicos no Brasil atingiu o maior número registrado e cresceu 5,2 pontos percentuais entre 2010 e 2022, passando de 21,6% para 26,9% da população. O crescimento desse grupo também foi mais devagar: na década anterior, entre os Censos de 2000 e 2010, o avanço havia sido de 6,5 pontos percentuais — ou seja, 1,3 ponto a mais do que no período mais recente.

Entre os católicos, 45,9% são brancos e 44% pardos, enquanto a maioria dos evangélicos é parda (49,1%). No espiritismo, predominam pessoas brancas (63,8%), seguidas por pardas (26,3%). Já entre os adeptos da umbanda e do candomblé, os maiores percentuais também são de brancos (42,9%) e pardos (33,2%). Nas tradições indígenas, 74,5% se declaram indígenas. Por fim, entre os que não seguem nenhuma religião, a maioria é parda (45,1%).

➡️No Censo 2010, o IBGE detalhou as religiões dentro de cada grupo. Entre os evangélicos, por exemplo, informou quantos eram da Assembleia de Deus, Batistas ou Metodistas. No Censo de 2022, o instituto informou que ainda não é possível precisar se trará este novo detalhamento dos dados em futuras divulgações.

Espiritismo recua, e religiões afro-brasileiras triplicam
Além dos católicos, também caiu a parcela daqueles que seguem o espiritismo no país: de 2,2% em 2010 para 1,8% em 2022. Em contrapartida, a parcela de seguidores da umbanda e do candomblé triplicou no mesmo período, de 0,3% para 1%.

Já a parcela de brasileiros que se declararam sem religião também aumentou, de 8% para 9,3%, uma alta de 1,4 ponto percentual em 12 anos.

Outros segmentos religiosos também cresceram. Seguidores de tradições indígenas passaram a ser 0,1% (antes, a proporção era menor que 0,1%), e praticantes de outras religiões subiram de 2,7% para 4%. Aqueles que não sabem ou não declararam cresceu de 0,1% para 0,2%.

No Chuí (RS), Pedro Osório (RS) e Atalaia do Norte (AM), a maioria da população se declara sem religião. Já em Palmelo (GO), a religião espírita é a mais presente.

O levantamento apontou que:

?️ Nas regiões:

Os católicos são maioria em todas as regiões do país, com maior concentração no Nordeste (63,9%), seguido pela Região Sul (62,4%).
Os evangélicos têm maior presença no Norte (36,8%) e no Centro-Oeste (31,4%).
A maior concentração de espíritas está na Região Sudeste, onde representam 2,7% da população.
Umbandistas e candomblecistas estão mais presentes no Sul (1,6%) e no Sudeste (1,4%).
Já os que se declararam sem religião são mais representativos na Região Sudeste (10,5%).
?️ Nos municípios:

Católicos são maioria da população em 4.881 dos 5.570 municípios do país e formam o principal grupo religioso em 5.322 cidades.
Eles representam mais de 95% da população em 20 municípios — 14 deles localizados no Rio Grande do Sul. As maiores proporções foram registradas em cidades com forte influência da imigração italiana e/ou polonesa, como Montauri (RS), Centenário (RS), União da Serra (RS) e Vespasiano Corrêa (RS).
Em 244 municípios, os evangélicos são o maior grupo religioso, e em 58 dessas cidades eles representam mais da metade da população com 10 anos ou mais.
As maiores proporções de evangélicos estão em cidades com colonização alemã ou pomerana, como Arroio do Padre (RS), Arabutã (SC) e Santa Maria de Jetibá (ES).
♀️♂️ Por sexo

Homens: São maioria entre os sem religião (56,2%) e nas tradições indígenas (50,9%).
Mulheres: Predominam nos demais grupos religiosos, com destaque para o espiritismo, onde 60,6% dos praticantes são mulheres.
?Por cor/ raça:

Entre os católicos, 45,9% são brancos e 44%, pardos;
Entre os evangélicos, a maioria é parda (49,1%);
Entre os espíritas, 63,8% eram pessoas brancas e 26,3% eram pardos;
Entre os umbandistas e candomblecistas, os maiores percentuais são brancos (42,9%) e pardos (33,2%);
Entre a população de tradições indígenas, 74,5% são indígenas;
A maioria entre os sem religião é parda (45,1%).

Fonte: G1

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Brasil

Carla Zambelli: STF mantém, por unanimidade, condenação a 10 anos por invasão a sistema do CNJ

por Redação 6 de junho de 2025

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve nesta sexta-feira (6), por unanimidade, a condenação da deputada licenciada Carla Zambelli (PL-SP) a 10 anos de prisão pela invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Relator do caso no STF, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o recurso apresentado é “meramente protelatório” e decidiu pelo trânsito em julgado – ou seja, o encerramento da fase de recursos.

A posição foi acompanhada pelos outros quatro ministros da Primeira Turma – Cristiano Zanin, Luiz Fux, Flávio Dino e Cármen Lúcia –, que não chegaram a apresentar votos escritos.

⚖️ No caso de Zambelli, o fim da fase de recursos é determinante, por exemplo, para que a Câmara declare a perda do mandato parlamentar.

⚖️ A Constituição define a perda automática do mandato do parlamentar “que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado”. Neste caso, cabe à Mesa Diretora apenas declarar a perda, sem maior análise.

⚖️ Quando isso acontecer, além de deixar o cargo de deputada, Zambelli perde o foro privilegiado para outros processos e o direito de ter uma eventual prisão revogada pela Câmara.

⚖️ Como o caso ainda estava na fase de recursos, a PGR pediu e Moraes determinou na quarta-feira (4) a prisão preventiva de Zambelli.

⚖️ Com o trânsito em julgado confirmado, o caráter de uma eventual prisão muda: passa a ser a própria execução da pena, e não uma preventiva.

Carla Zambelli é considerada foragida pela Justiça, já que fugiu do país após a sentença, e é alvo de um mandado de prisão preventiva. O nome dela, inclusive, foi incluído na lista de difusão vermelha da Interpol.

Por unanimidade, Zambelli foi condenada pela Primeira Turma por envolvimento no crime. A defesa recorreu e pediu a absolvição da parlamentar.

Condenação
De acordo com as investigações, Zambelli atuou em parceria com o hacker Walter Delgatti Neto para inserir documentos falsos na base de dados do CNJ – incluindo um suposto mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.

No recurso, a defesa de Zambelli pediu a absolvição da parlamentar e alegou cerceamento de defesa, por falta de acesso às provas.

Por unanimidade, a Primeira Turma condenou:

Carla Zambelli: 10 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, perda do mandato parlamentar (a ser declarada pela Câmara dos Deputados após o trânsito em julgado) e inelegibilidade.
Walter Delgatti: 8 anos e 3 meses de prisão, em regime inicialmente fechado. Ele já cumpre prisão preventiva. Indenização: a deputada e o hacker também terão que pagar uma indenização de R$ 2 milhões por danos morais e coletivos

Fonte: G1

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Trama golpista

Trama golpista: Moraes nega pedido de Bolsonaro para suspender processo no STF

por Redação 6 de junho de 2025

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes rejeitou nesta sexta-feira (6) um pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para interromper a tramitação da ação penal que apura uma trama golpista em 2022 para manter o político no poder, mesmo após a derrota nas eleições.

Bolsonaro é um dos réus nesse processo – e, na próxima semana, deve ser ouvido pela Primeira Turma como um dos passos da fase de instrução do caso. O julgamento em si, com os votos dos ministros, é esperado para o segundo semestre.

A defesa de Bolsonaro tentava suspender o andamento do caso de duas formas:

dizendo que ainda não tinha acessado a íntegra das provas reunidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público na fase de investigação;
alegando que Jair Bolsonaro e os advogados teriam que ouvir os depoimentos das testemunhas de outros “núcleos” de acusados, para que pudessem se defender de eventuais acusações feitas contra o ex-presidente nessas falas.
Moraes rejeitou os dois argumentos.

Segundo o ministro, relator do caso no STF, a íntegra das provas já está disponível nos autos do processo – e o material novo juntado ao processo, incluindo provas reunidas pela própria defesa de Bolsonaro, “em nada alterou os fatos imputados na acusação”.

Moraes também rejeitou a tese de que Bolsonaro teria direito a ouvir as falas de outras testemunhas, listadas por outros réus e acusados, antes de ser ouvido.

De acordo com o ministro, se a defesa do ex-presidente pretendia fazer perguntas a essas pessoas, deveria ter incluído esses nomes na própria lista de testemunhas.

Moraes diz que Bolsonaro poderia ter listado até 40 testemunhas para se defender – mas indicou apenas 15 e, em seguida, desistiu de seis delas.

Fonte: G1

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Tecnologia

Golpes com Pix: quase R$ 4 bilhões em prejuízos são evitados com tecnologia criada por mulheres

por Redação 6 de junho de 2025

Anualmente cerca de R$ 5 bilhões são investidos pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e os bancos associados em cibersegurança. Na tentativa de conter os golpes envolvendo os principais meios de pagamento usados pelos brasileiros, cerca de 150 instituições financeiras usam uma tecnologia desenvolvida por mulheres que já evitou R$ 4 bilhões em prejuízos por golpes envolvendo pix, cartão, TED e boleto só em 2025. Das mais de 400 mil tentativas de golpes bloqueadas até abril, 95% envolviam pix. O meio de pagamento também representa a maior fatia dos R$ 4 bilhões.

As 400 mil tentativas de golpes bloqueadas já representam mais do que as transações bloqueadas em 2024 e nos anos anteriores, afirma a empresa Data Rudder.

Bancos, instituições financeiras, cooperativas, instituições de pagamento e de banking as a service (companhias que prestam serviços de infraestrutura bancária para empresas não financeira) usam a tecnologia que cobre o ciclo completo das transações, do recebimento à liquidação, e utiliza inteligência artificial e algoritmos exclusivos para identificar padrões atípicos.

A plataforma DeLorean Antifraude Transacional, principal tecnologia da empresa, mapeia a rede de conexões entre contas suspeitas e identificação de contas alugadas por terceiros ou criadas com dados roubados, as chamadas contas de passagem, que servem como intermediárias para dificultar o rastreamento do dinheiro fraudado.

A criação de contas laranjas para movimentar valores ilícitos e dificultar o rastreamento da origem e destino dos recursos entrou na agenda do Banco Central em maio. Para tentar evitar a abertura de contas fraudulentas, com identidade falsa, o Banco Central vai oferecer, a partir de 1º de dezembro de 2025, um novo sistema que permitirá ao cidadão informar, de forma facultativa, a todo o Sistema Financeiro Nacional, que não deseja abrir novas contas (corrente, de poupança ou de pagamento). Além disso, a Resolução Conjunta nº 6, de 2023, prevê o compartilhamento de informações de indícios de fraude entre instituições financeiras reguladas pelo Banco Central.

Rafaela Helbing, cientista de dados e CEO da Data Rudder, comenta que as chamadas contas laranja costumam seguir um comportamento padrão, o que permite, em muitos casos, a sua identificação por meio de análise comportamental e mapeamento de rede.

“Algumas das principais características observadas por nós nessas contas incluem alta volumetria de transações em curtos períodos, especialmente via pix, mas com saldo médio próximo de zero. Ou seja, o dinheiro entra e sai quase imediatamente, sem permanecer na conta. Normalmente são contas de pessoas jovens, de menor poder aquisitivo ou em situação de vulnerabilidade, muitas vezes recrutadas por golpistas para “alugar” suas contas em troca de pequenos valores. E as descrições do pix servem como canal de comunicação entre fraudadores, com mensagens codificadas ou instruções operacionais disfarçadas de texto comum”.

Os horários de movimentação também são incomuns, como transações de alto valor realizadas em horários noturnos ou de madrugada. Além disso, é comum que essas contas sejam utilizadas apenas por períodos curtos, sendo descartadas ou abandonadas após acionarem alertas do sistema de monitoramento das instituições ou pelas vítimas que percebem a fraude.

“Ainda que contas laranja também existam em bancos tradicionais, notamos que é mais comum que nos bancos digitais essas contas mostrem que falta histórico de relacionamento com a instituição financeira. Outro ponto é que, em geral, uma conta laranja tem vínculo com outras contas suspeitas, formando redes de transações que indicam rotas de escoamento do dinheiro fraudado”.

Dados divulgados em abril pela Febraban mostram que a utilização ilícita do pix, como meio de escoamento dos valores oriundos de golpes e fraudes, cresceu 43% em dois anos, resultando em perdas de R$ 2,7 bilhões. A entidade aponta que isso reflete uma questão de segurança pública.

Helbing endossa a visão da Febraban de que, apesar da constante evolução tecnológica, os principais golpes ainda se baseiam fortemente em engenharia social, ou seja, na manipulação do comportamento humano.

“Os criminosos exploram emoções como medo, urgência ou confiança para convencer as vítimas a compartilhar informações sensíveis, clicar em links maliciosos ou até autorizar transações financeiras. Além disso, temos observado um crescimento no uso de deep fakes, que são conteúdos manipulados com inteligência artificial, como vídeos ou áudios falsos que imitam com alta fidelidade a voz ou o rosto de uma pessoa. Essa técnica vem sendo usada, por exemplo, para se passar por executivos de empresas ou familiares em chamadas de vídeo, aumentando a credibilidade da fraude”, pontua.

Outro tipo de golpe que tem se tornado mais comum são os malwares de celular, programas maliciosos se instalam no dispositivo da vítima (geralmente por meio de apps falsos) e conseguem interferir diretamente nas transações financeiras, trocando, por exemplo, a chave pix do destinatário no momento do envio do dinheiro — tudo sem o usuário perceber. “Ou seja, embora as ferramentas evoluam, a essência dos golpes continua sendo enganar e manipular pessoas”.

Para a executiva, o avanço das iniciativas do Banco Central e da cooperação entre instituições tem levado ao crescimento do uso de modelos analíticos e gráficos de rede para identificar o uso de contas falsas com mais precisão. Um dos um dos principais desafios operacionais em ambientes de transação instantânea é a incidência de falsos positivos, ou seja, alertas que indicam incorretamente que uma ameaça à segurança está presente naquele ambiente específico.

“Um sistema calibrado conforme o perfil da instituição e o uso da combinação de dados de comportamento transacional, perfil do titular e padrões de rede tem se mostrado eficaz na prevenção e interrupção do ciclo de fraudes envolvendo contas laranja”.

Em 2023, a startup recebeu um aporte de R$ 10 milhões em uma rodada de investimentos Série A liderada pela LA Venture Builder, fundo de investimento criado pela B3. A empresa também foi fundada por Thais Nolasco.

Fonte: valorinveste

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Tecnologia

Ladrões de rosto: como criminosos usam a tecnologia para burlar a biometria facial e aplicar golpes

por Redação 6 de junho de 2025

Batizada com o nome original do filme de ação e ficção científica dos anos 90 no qual os atores John Travolta e Nicolas Cage trocam de rosto, a operação “Face off”, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em maio, expôs mais um risco a que os brasileiros estão vulneráveis no meio digital. Segundo a investigação, a quadrilha desbaratada pela PF conseguia burlar a biometria da plataforma Gov.br e obter dados sensíveis dos usuários. Diferentemente do longa-metragem cujo título foi traduzido no país como “A outra face”, em que a mudança de rosto é feita por uma cirurgia, os criminosos usavam “técnicas avançadas” para alterar a fisionomia, atingindo grau de semelhança suficiente com as vítimas para enganar a trava da ferramenta.

— Conforme a tecnologia vai melhorando, os golpes também vão se aprimorando — afirma o pesquisador de cibersegurança Fábio Assolini, da empresa Kaspersky, lembrando que, no passado, bandidos chegavam a colar fotos de rostos em bonecos para burlar a análise biométrica. — Atingiu-se um ponto em que isso não funcionava mais, e aí evoluíram para o uso de vídeo.

Os alvos da “Face off” agiam junto ao dispositivo de segurança “liveness”, usado para verificar se o registro capturado pertence a uma pessoa viva. As modificações permitiam aproximar as imagens falsas àquelas realmente existentes nos bancos de dados.

Calibragem é desafio
De acordo com especialistas, um dos desafios para a proteção dos dados é a calibragem entre exigência e permissividade da tecnologia. No caso do Gov.br, por se tratar de uma plataforma que deve estar disponível simultaneamente a milhões de pessoas com diferentes tipos de celualr, ela tende a ser configurada para ser menos detalhista na análise dos rostos.

— O reconhecimento facial tem que ter um balanço. Se for excessivamente permissivo, vai aprovar um manequim, por exemplo. Mas, se for muito exigente, começa a não aceitar o acesso do dono da conta. E isso é difícil de ser feito, pois os métodos para burlar vão mudando — explica Assolini.

Em outubro de 2024, uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal desarticulou um esquema semelhante ao descoberto pela PF, mas que visava contas bancárias. De acordo com as autoridades, um suspeito fez ao menos 550 tentativas de invasão em ataques coordenados com emprego de “deepfakes” e Inteligência Artificial. Cerca de R$ 50 milhões foram movimentados pelo grupo em contas de pessoas físicas e jurídicas:

— Ele ia manipulando a própria imagem até o sistema “bugar” — diz a delegada Isabel Borges de Moraes, da Coordenação de Repressão ao Crime Contra o Consumidor do DF.

Após acessar as contas, os golpistas adquiriam empréstimos em nome das vítimas. Para ampliar a margem do acesso a crédito, a maioria dos lesados era funcionário público.

— Obtinham os dados num banco de informações vazadas. Não eram pessoas com muito dinheiro, necessariamente — acrescenta Moraes.

O caso segue em investigação, enquanto a polícia apura a participação de mais envolvidos na ação. Segundo a delegada, o golpe foi descoberto após uma das vítimas registrar uma ocorrência relatando ter perdido acesso às contas bancárias. Quando recuperou as credenciais, ela notou movimentações suspeitas, como a conversão de valores em dólares para euros.

Ao longo do inquérito, os agentes conseguiram rastrear o endereço de IP do suspeito e passaram a monitorá-lo. O banco, por sua vez, obteve imagens do criminoso tentando enganar a biometria com as alterações faciais.

Fábio Assolini destaca que, embora os golpes pareçam sofisticados, até pessoas sem experiência conseguem aplicá-los devido aos avanços tecnológicos dos últimos anos:

— Até pouco tempo, só ouvíamos que algum pesquisador havia conseguido burlar. Não era algo massivo. Isso mudou com a Inteligência Artificial.

O especialista frisa que, hoje, basta uma foto para gerar movimentos de cabeça e dos olhos ou piscadas e sorrisos. No exterior, já existem registros de fraudes com uso de máscaras de silicone hiperrealistas, mas o valor elevado de confecção faz com que a tática seja menos atrativa.

Um grupo brasileiro autointitulado “Gringo 171” — referência ao artigo do Código Penal que tipifica o crime de estelionato — especializou-se no desenvolvimento de sistemas de ataques baseados em IA, posteriormente vendidos clandestinamente em plataformas como o Telegram. As atividades da quadrilha são monitoradas pela Kaspersky.

— Hoje não há um único criminoso realizando todos os tipos de fraude. Temos os que vendem dados vazados, os que vendem o software. É a fraude “as a service” (“como um serviço”, em tradução livre). O bandido não precisa ser bom em tudo — pondera a delegada Isabel de Moraes.

Esquema analógico
A tecnologia, no entanto, não é a única ameaça à segurança cibernética — também há métodos mais analógicos para burlar os sistemas. Em abril, a Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou a Operação Fakemetria para combater estelionatos praticados pelo funcionário de uma operadora de telefonia. Sem conhecimento da empresa, o homem enganava clientes e os convencia a validar o acesso via biometria facial simulando a venda de linhas de celular.

Depois, ele abria contas em fintechs e contraía microcrédito em nome das vítimas. A polícia estima que mais de 50 pessoas foram prejudicadas pelo esquema. Nos últimos 12 meses, mais de 1.500 reclamações foram feitas no Procon de Joinville, cidade onde atuava o suspeito, relatando consignados não contratados.

— A vítima não sabia onde havia ocorrido a abertura da conta, mas acabou negativada e, quando foi fazer uma transação, sofreu uma restrição — conta o delegado Vinícius Ferreira, de Joinville.

Após a análise da foto usada na biometria, os policiais conseguiram chegar à loja da operadora onde o cadastro havia sido feito. Segundo o delegado, o suspeito focava em fintechs pequenas, que tendem a gastar menos com ferramentas de segurança.

— A biometria existe em vários graus. Geralmente, essas fintechs menores usam versões mais simples, enquanto bancos maiores investem mais e conseguem analisar dados como profundidade do rosto e fatores do ambiente — detalha Ferreira.

Professor de Engenharia da Computação do Insper, Rodolfo Avelino pontua que os investimentos nessas tecnologias de autenticação por parte de instituições financeiras e do governo só se expandiram nos últimos cinco anos:

— A solução da biometria é fomentada na pandemia, aquele momento em que estávamos isolados. Mas ela sozinha não pode resolver o processo de autenticação digital. É necessário mais de um fator, além do biométrico — cobra Avelino.— Um primeiro passo é não acreditar que a biometria é bala de prata.

Para tentar acompanhar os saltos tecnológicos e das metodologias usadas pelos criminosos, o professor reforça ainda a necessidade de troca de experiências entre as instituições financeiras:

— Tivemos nos últimos três anos um avanço significativo das ferramentas de Inteligência Artificial, sobretudo as relacionadas à geração de imagem e áudio. Essa evolução acelerada traz muitos desafios, porque estamos sempre atrás da vanguarda dos fraudadores.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

Polícia investiga morte de Edson Café, ex-integrante do Raça Negra encontrado desacordado em rua de SP

por Redação 6 de junho de 2025

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirma que a Polícia Civil está apurando as circunstâncias da morte de Edson Café, ex-integrante do grupo Raça Negra encontrado desacordado numa rua da capital paulista, no último sábado (31). Na ocasião, ele foi levado ao Hospital municipal do Tatuapé, na Zona Leste da cidade, onde foi constatado que estava sem vida. O caso foi registrado como “morte suspeita” pelo 52º Distrito Policial (Parque São Jorge).

Nos últimos anos, Edson Café — que tocou violão e pandeirola na banda de pagode, entre 1992 e 2005 — vinha lutando contra a dependência química. Depois de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC), doença que afetou o movimento dos membros superiores, ele deixou o grupo e teve problemas com drogas, chegando a viver em situação de vulnerabilidade nas ruas do Rio de Janeiro.

“O homem (Edson Café), de 69 anos, foi encontrado desacordado em via pública no dia 31 de maio e levado ao Hospital Municipal do Tatuapé, onde faleceu. O corpo foi encaminhado ao IML Leste e identificado após exames periciais, sendo liberado aos familiares. A Polícia Civil investiga as circunstâncias dos fatos”, ressalta, por meio de nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.

Integrantes do Raça Negra não se manifestaram acerca da morte do colega. Nas redes sociais, fãs da banda cobram um posicionamento dos músicos. “Impressionante! Nenhuma homenagem ao falecido”, lamentou uma seguidora do vocalista Luiz Carlos. “Vocês não vão se pronunciar?”, questionou outra pessoa. “Não haverá nenhuma nota de pesar?”, indagou mais um internauta. Ao “G1”, a assessoria de imprensa do Raça Negra informou, em nota, que Edson não fazia parte do grupo há mais de 20 anos — e que, portanto, o grupo não emitiria nenhum comunicado.

Fonte: OGLOBO

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Bebê Reborn

Homem agride bebê de quatro meses achando que era um boneco ‘reborn’

por Redação 6 de junho de 2025

Um homem de 36 anos, identificado como Filipe Martins Cruz, foi preso na noite desta quinta-feira (5) após agredir um neném de quatro meses na Avenida Getúlio Vargas, na Savassi, região Centro-Sul de Belo Horizonte. Ele disse que achou que os pais da criança estavam com um bebê ‘reborn’, bonecas hiper-realistas que imitam recém nascidos, para furar a fila de um trailer de lanches.

A mãe, de 25 anos, relatou aos policiais que o homem, desconhecido, se aproximou e começou a brincar com a criança. Em seguida, passou a insistir que o neném era um boneco hiper-realista.

Mesmo após os pais confirmarem que não era um boneco, ele não se convenceu e agrediu a criança com um tapa, causando um inchaço na cabeça do bebê.

A delegada ratificou a prisão em flagrante do suspeito por lesão corporal contra a criança. Ele se encontra à disposição da Justiça e a Polícia Civil investiga o caso.

‘É um bebê reborn, é um bebê reborn’
Um outro homem que passava pelo local contou que viu o casal comendo um sanduíche e ouviu o suspeito, que parecia estar muito embriagado, gritar “é um bebê reborn, é um bebê reborn”.

Em seguida, disse que ouviu o barulho de um tapa, que pareceu ser muito forte. Ainda de acordo com essa testemunha, o bebê ficou muito vermelho.

Outras pessoas que estavam no local seguraram o homem até a chegada da Polícia Militar, que o prendeu em flagrante.

Os pais e a criança foram levados ao Hospital João XXIII, onde a equipe médica informou que o bebê não corre risco de vida.

À polícia, o suspeito alegou que teria se irritado com a mãe da criança por ela querer preferência na fila do trailer, e afirmou ter acreditado que o bebê era um boneco realista.

Ele assumiu que havia bebido, mas, segundo a polícia, ele apresentava “sobriedade em suas ações” durante a abordagem.

O suspeito foi conduzido para a Divisão Especializada em Orientação e Proteção à Criança e ao Adolescente da Polícia Civil, no Barro Preto, também na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

O g1 entrou em contato com a Polícia Civil para saber se o homem continua preso, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

Fonte: G1

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