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Categoria:

Brasil

BrasilSegurança

PF de Campinas e Receita cumprem 28 mandados em 5 estados e no DF

por Redação 30 de agosto de 2022

A Polícia Federal de Campinas (SP) cumpre, nesta terça-feira (30), 28 mandados de busca e apreensão em cinco estados e no Distrito Federal (DF) contra crimes de falsificação de documentos, lavagem de dinheiro, fraudes em licitações do setor de energia envolvendo Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e associação criminosa.

Ao todo, 26 pessoas estão sendo investigadas e carros de luxo estão entre as apreensões, como um BMW e um Porsche. Esses alvos foram submetidos a medidas cautelares, incluindo pagamento de fiança de R$ 27 milhões, suspensão de atividades e impossibilidade de viajar – veja lista de restrições abaixo.

A Receita Federal também atua na operação, terceira fase da Black Flag, deflagrada pela primeira vez em maio de 2021 e, na segunda, em agosto do mesmo ano.

Desde o início da manhã, mandados estão sendo cumpridos em oito cidades de SP, três do Ceará, duas do Tocantins, e também no Rio de Janeiro, em Pernambuco e no Distrito Federal. Os agentes estiveram nas residências, empresas e nos escritórios dos investigados.

Estima-se que tenham sido sonegados R$ 30 milhões em tributos federais. As penas máximas previstas somadas superam 30 anos de prisão, informou a PF. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Federal de Campinas.

Mandados em SP

Campinas: 9
São Paulo: 3
Bragança Paulista: 1
Valinhos: 1
Indaiatuba: 1
Itatiba: 1
Sumaré: 1
Vargem Grande Paulista: 1
Outros estados e DF

Ceará: Fortaleza (2), Juazeiro do Norte (1) e Eusébio (1)
Rio de Janeiro: Rio de Janeiro (1)
Pernambuco: Recife (1)
Tocantins: Palmas (1) e Araguaina (1)
Distrito Federal: Brasília (1)
‘Estrutura articulada e complexa’
Segundo a Polícia Federal, a primeira fase da Black Flag, que veio à tona em maio do ano passado, apurou crimes entre 2010 e 2015 que totalizavam R$ 2,5 bilhões.

Os alvos eram investigados por falsificação e uso de documento público falso, obtenção de financiamento de forma fraudulenta, estelionato, sonegação de tributos e lavagem de ativos. Seis ações penais foram movidas pelo Ministério Público Federal e carros de luxo também foram apreendidos na ocasião.

Sigilos bancário, fiscal, telefônico e de informática foram quebrados pela Justiça e permitiram análises e descobertas de condutas criminosas que ainda não eram de conhecimento da PF, com participação de investigados já presos e outros que não eram conhecidos até então. Documentos e bens apreendidos também auxiliaram nesta apuração, e a segunda fase ocorreu meses depois (Operação Evolutio), em agosto de 2021, com mandados de prisão.

Agora, na terceira fase, crimes envolvendo licitações da Agência Nacional de Energia Elétrica passaram a fazer parte do escopo. Na avaliação da PF, uma “estrutura muito articulada e altamente complexa”.

Energia fotovoltaica era alvo
O esquema consistia na criação e compra de empresas, com destaque para uma companhia offshore (aberta em outro país) sediada no Panamá e a sua subsidiária, que, segundo a PF, venceu a licitação fraudulenta de três leilões realizados pela Aneel.

O objetivo da concorrência era a outorga, ou concessão, de reserva para geração de energia fotovoltaica.

“Para conceder aparência de licitude a essas pessoas, a organização criminosa buscava cumprir com as obrigações tributárias, encaminhando regularmente as respectivas declarações de imposto de renda, por intermédio de escritório de contabilidade alvo de buscas na primeira fase, usado massivamente para a criação de empresas de prateleira, adulteração de balanços contábeis/fiscais e transmissão de informações falsas ao Fisco”, explicou a PF.

Segundo a Receita Federal, dos R$ 150 milhões gerados com as licitações, a maior parte foi direcionada a empresas de fachada, que teriam adquirido R$ 47 milhões em bens de luxo.

O nome da operação nesta fase, Skotos, vem do grego e significa trevas, uma referência às fraudes nos leilões voltados ao setor de energia fotovoltaica e ao complexo sistema de falsidade que visava ocultar crimes e ganhos ilícitos da organização criminosa.

Perícias apontaram crimes
O rastreamento de bens e valores ocultos foi realizado com o apoio da Receita Federal, após autorização judicial.

A perícia constatou que a documentação usada na habilitação dos leilões, como demonstrativos de contas e balanços, não são autênticos e apresentam características de montagem.

Os demais crimes relacionados nesta fase da Operação Black Flag, especialmente o de lavagem de dinheiro das práticas ilícitas e as pessoas que atuam como sócias das empresas estratégicas investigadas, foram descobertos por meio da circulação de recursos em contas bancárias.

Esse dinheiro beneficiaria os envolvidos e, inclusive, a empresa do Panamá.

Medidas cautelares aos investigados
Entre as medidas determinadas pela Justiça aos 26 investigados, estão:

Proibição de alterar endereço domiciliar, sem comunicação ao juízo.
Proibição de manter contato com os demais investigados.
Proibição de ausentar-se da subseção judiciária ou do país, sem autorização judicial, com o recolhimento de passaporte.
Aplicação de fianças no valor aproximado de R$ 27 milhões, a serem recolhidas em até 30 dias.
Indisponibilidade de bens de 43 pessoas físicas e jurídicas no valor aproximado de 700 milhões de reais.
Suspensão das atividades econômicas de 14 pessoas jurídicas.
Suspensão das atividades profissionais de 5 contabilistas.
Compartilhamento das informações com Receita Federal, Procuradoria da Fazenda Nacional e Aneel.
A Polícia Federal disse ao g1 que chegou a representar pela prisão de investigados, mas que a Justiça entendeu que a fiança de R$ 27 milhões seria mais adequada neste momento. Quem teve a atividade suspensa foi impedido de trabalhar, e as empresas foram impedidas de operar.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilCidade

Brasileiro morre em hospital após tentar entrar ilegalmente nos EUA

por Redação 29 de agosto de 2022

O brasileiro Kesley Vidal morreu na última quarta-feira no Hospital da Universidade do Novo México (UNMH), na cidade de Albuquerque. A causa da morte ainda depende da divulgação da autópsia. A informação é do jornal O Globo.

De acordo com informações da Patrulha de Fronteira dos EUA, o jovem de 23 anos entrou ilegalmente nos Estados Unidos em abril deste ano e foi encaminhado para o ICE em El Paso, nos Texas, e depois acabou transferido para o Centro de Detenção do Condado de Torrance (TCDF), no Novo México, para aguardar a conclusão do seu processo.

Vidal foi encontrado inconsciente no TCDF A equipe médica foi acionada para levá-lo até o hospital, onde acabou morrendo.

ICE afirmou, em comunicado, que é “firmemente comprometido com a saúde e o bem-estar de todos aqueles sob sua custódia e realizando uma revisão abrangente em toda a agência deste incidente, como faz em todos esses casos”.

A família do brasileiro criou uma campanha de financiamento coletivo no site GoFundMe para conseguir dinheiro para realizar o translado do corpo até Danburry, em Connecticut, onde moram os parentes do jovem.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Termina amanhã (29) prazo de autodeclaração para auxílio caminhoneiro

por Redação 28 de agosto de 2022

Termina amanhã (29) o prazo para que transportadores autônomos de carga (TAC) façam a Autodeclaração do Termo de Registro para receber o Benefício Caminhoneiro-TAC. Quem fizer a autodeclaração até segunda-feira receberá as duas primeiras parcelas no dia 6 de setembro.

Após esse prazo, os caminhoneiros somente terão direito a receber o benefício a partir do mês da realização da autodeclaração, desde que atendidos os demais requisitos legais. Nesse caso, não será feito o pagamento retroativo.

Devem fazer a autodeclaração os profissionais com cadastro em situação “ativo” no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTR-C), da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), mas que não tiveram registro de operação de transporte rodoviário de carga neste ano.

As primeiras parcelas do Benefício Caminhoneiro-TAC foram pagas aos transportadores autônomos de carga que estavam com o RNTR-C vigente em 31 de maio de 2022 e em situação “ativo” em 27 de julho de 2022. Além disso, o transportador tinha de ter registro na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de operação de transporte rodoviário de carga realizado no período de 1º de janeiro de 2022 a 27 de julho de 2022.

Todos os profissionais que não se enquadraram nessa situação estão com uma notificação nos sistemas do Ministério do Trabalho e Previdência e poderão utilizar os canais da pasta para fazer a autodeclaração. O acesso pode ser feito pelo Portal Emprega Brasil ou pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.

Na autodeclaração, o caminhoneiro autônomo deverá afirmar que atende aos requisitos legais exigidos para recebimento do benefício e que está apto a realizar, de forma regular, transporte rodoviário de carga. Também será necessário informar o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) dos veículos cadastrados junto à ANTT.

No primeiro lote, em 9 de agosto, mais de 190 mil caminhoneiros foram habilitados a receber as duas primeiras parcelas de pagamento, referentes aos meses de julho e agosto.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEducação

Saiba como prevenir o risco de crianças e adolescentes com ‘jogos perigosos’

por Redação 27 de agosto de 2022

Desde 2019, a OMS (Organização Mundial da Saúde) tem considerado os “jogos perigosos” (hazardous games, em inglês) como um distúrbio comportamental listado na CID (Classificação Internacional de Doenças). Os recentes “Desafio Momo” ou “Desafio do desodorante”, que causou a morte de um menino mineiro de dez anos na última quinta-feira (25), fazem parte desse tipo de “brincadeira” que coloca em risco a segurança e a vida de crianças e adolescentes.

Os “jogos perigosos” são definidos pela OMS como “um padrão de jogatina, online ou offline, que aumenta sensivelmente o risco de consequências prejudiciais à saúde mental ou física” de um indivíduo.

O perigo pode se manifestar tanto pelo excesso do tempo gasto com a “brincadeira” quanto pelos “comportamentos e consequências de risco” associados diretamente às regras do jogo. No caso do “desafio do desodorante”, por exemplo, os participantes são incentivados a inalar aerossóis impróprios para o consumo humano.

Dados do Instituto Dimicuida apontam que pelo menos 27 crianças e adolescentes morreram no Brasil até o ano passado ao tentarem algum dos “jogos perigosos”. Mas como pais e responsáveis podem prevenir o risco desses desafios entre crianças e adolescentes quando a presença online se faz mais obrigatória a cada dia?

“Proibir o acesso à internet não adianta e, assim, não chegamos a lugar nenhum. É preciso alertar as crianças da mesma maneira que você ensina a prestar atenção ao atravessar a rua, por exemplo”, aponta a pediatra Evelyn Eisenstein, coordenadora do grupo de trabalho Saúde Digital da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).

E acrescenta: “a internet é um local público e as pessoas podem colocar qualquer coisa lá. Deixar uma criança sozinha com o celular ou o computador é como largá-la no meio do Parque Ibirapuera e esperar que nada aconteça”.

Psicológa e colunista do Estadão, Rosely Sayão ainda explica que é importante diferenciar a vigilância entre crianças e adolescentes, que demandam um monitoramento mais “discreto”.

“O ideal é fazer um trato de que ele vai usar o celular e as redes sociais, mas ciente de que os pais depois vão ver o que foi feito”, ressalta Sayão. “Essa atitude já é um controle e pode fazer com que eles evitem algumas coisas.”

Rosey frisa ainda que, acima de tudo, é importante que os pais não confiem nos filhos. “Tanto a criança quanto o adolescente vão agir de acordo com a idade que têm e desobedecer, se rebelar etc.”, aponta. “É o contrário que precisa acontecer: os filhos que precisam confiar nos pais, para dividirem as dúvidas com eles.”

Abaixo, confira algumas dicas de como pais e responsáveis podem abordar esse problema e se prevenir contra os “jogos perigosos”:

  • Alerte sobre os desafios que existem e por que eles são perigosos
  • Converse e alerte sobre a pressão social dos amigos e como não se deixar levar
  • Nunca deixar a criança ou o adolescente sozinho e trancado no quarto jogando videogames online
  • Procure saber e conheça quem está do outro lado da tela
  • Atente-se ao conteúdo disseminado pelos jogos
  • Estabeleça horários e regras para o uso da internet
  • Se necessário, espelhe o conteúdo do celular em uma TV

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Garoto de 10 anos morre ao participar de desafio proposto em rede social

por Redação 26 de agosto de 2022

Um menino de 10 anos morreu na noite desta quinta-feira (25), em Belo Horizonte, depois de participar do desafio do desodorante, popular em uma rede social.

João Vitor Santos Mapa estava em casa, no bairro Pirajá, na região nordeste da capital mineira. Segundo a família, ele foi ao quarto levar um medicamento para o irmão. Logo depois, entrou no guarda-roupa, fechou a porta e aspirou o conteúdo de um frasco de desodorante.

Outro irmão encontrou o corpo do garoto ao abrir o armário. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi chamado, mas não teve tempo de realizar o socorro. Os médicos constataram que João teve uma parada cardiorrespiratória.

Fabiano Teixeira, pai da criança, disse que o filho era brincalhão, estudioso e, assim como os três irmãos, usava a internet com supervisão. Ele contou que jamais imaginava que o filho tivesse contato com esse conteúdo e pudesse realizar o ato.

O desafio do desodorante se popularizou nas redes sociais. Em uma das modalidades da brincadeira, vence a batalha quem consegue inalar a maior quantidade do produto. Os vídeos são postados para mostrar a resistência.

Em 2017, outra armadilha da internet, conhecida como baleia azul, chamou atenção ao propor desafios que iam de ouvir música a automutilação.

Fabiano alerta os pais para que fiquem de olho no conteúdo que as crianças acessam pelas redes.

O corpo da criança será enterrado em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, na tarde desta sexta-feira (26).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Cidade de SP estabelece medidas sanitárias de prevenção contra varíola do macaco em escolas

por Redação 26 de agosto de 2022

O comitê técnico operacional publicou nesta quinta-feira (25), em parceria com a Secretaria Municipal da Educação, as medidas sanitárias de prevenção e controle da varíola do macaco nas escolas da capital paulista. Na cidade são 1.964 pacientes confirmados.

O documento traz medidas gerais a serem seguidas pelas instituições de ensino como intensificar a higienização de superfícies e objetos, especialmente os de uso comum, manter os ambientes bem arejados e ventilados, disponibilizar recipientes com álcool em gel 70% ou pias com água e sabão para lavagem das mãos.

Há recomendações específicas para a educação infantil, como separar as crianças em grupos ou turmas fixas, evitar que sejam realizadas trocas de participantes dos grupos, recomendar o uso de máscaras aos maiores de 2 anos de idade durante a permanência na unidade ou no transporte escolar, não compartilhar objetos sem higienização prévia, como canetas, lápis, celulares entre outros.

Todas as pessoas que apresentarem sintomas para a monkeypox, como lesões na pele associadas ou não a febre, ínguas, cansaço e dores de cabeça, musculares e nas costas, devem procurar um serviço de saúde para avaliação e confirmação diagnóstica.

Em casos confirmados, é recomendado que o paciente fique em isolamento por 21 dias ou até que as erupções cutâneas tenham desaparecido e uma nova camada de pele tenha se formado. Após o período, o aluno deve passar por nova avaliação médica para o retorno seguro às atividades escolares.

A orientação é que os profissionais de educação verifiquem o aparecimento de possíveis sintomas entre os alunos. Em casos suspeitos, pais ou responsáveis devem ser acionados para levar a criança a uma unidade de saúde. No período, o aluno deve permanecer sob supervisão, com uso de máscara bem ajustada cobrindo a boca e o nariz, em local restrito, separado dos demais estudantes.

Comitê
Integram o comitê as secretarias-executivas de Atenção Básica, Especialidades e Vigilância em Saúde, de Atenção Hospitalar, de Gestão Administrativa, de Regulação e Monitoramento e Avaliação e Parcerias. O grupo se reúne semanalmente.

A Secretaria de Saúde firmou uma parceria com o Coren-SP (Conselho Regional de Enfermagem) e com o Instituto de Infectologia Emílio Ribas para habilitar enfermeiros como multiplicadores a fim de disseminar o procedimento correto para realização de coleta biológica no teste de monkeypox.

Foram treinadas, inicialmente, 60 pessoas, que deverão transmitir os conhecimentos para outros 600 profissionais da atenção primária.

Recomendações
O atendimento dos casos suspeitos de infecção é realizado na rede municipal de saúde, em UBSs, pronto-socorro e pronto atendimento da capital.

As recomendações gerais à população são:

  • Evitar contato íntimo, como beijar, abraçar ou manter relações sexuais com pessoas que tenham erupções cutâneas ou que tenham tido diagnóstico confirmado.
  • Usar máscara cobrindo boca e nariz para proteção contra gotículas e saliva.
  • Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, brinquedos e
    objetos de uso pessoal.
  • Higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel.
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BrasilSaúde

Homem é diagnosticado com HIV, Covid e varíola do macaco na Itália

por Redação 25 de agosto de 2022

Um homem italiano descobriu, em um intervalo de poucos dias, estar infectado por três vírus: monkeypox (causador da varíola do macaco), Sars-CoV-2 (da Covid-19) e HIV. O relato do caso foi publicado na última sexta-feira (19) no Journal of Infection.

O paciente, que havia visitado a Espanha entre 16 e 20 de junho, deu entrada no Hospital Universitário de Catânia, na Itália, no dia 5 de julho. Em 2 de julho, ele já havia sido diagnosticado com infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Segundo os autores do estudo, no fim de junho, o homem, de 36 anos, apresentou febre, dor de garganta, cansaço, dor de cabeça e inchaço e dor de linfonodos na virilha.

“Na tarde do mesmo dia [do diagnóstico de Covid], uma erupção começou a se desenvolver em seu braço esquerdo. No dia seguinte, pequenas vesículas dolorosas circundadas por um halo eritematoso apareceram no tronco, membros inferiores, face e glúteos. Em 5 de julho, devido a uma propagação progressiva e ininterrupta de vesículas que começaram a evoluir para pústulas umbilicadas, recorreu ao serviço de urgência”, relatam os pesquisadores.

Eles afirmam que os sintomas iniciais da varíola do macaco, principalmente febre e mal-estar, podem ser confundidos com os da Covid-19.

No atendimento, o homem afirmou ter realizado teste de HIV em setembro de 2021 e que o resultado havia sido negativo.

Os médicos repetiram os exames para detecção do Sars-CoV-2, além de pedirem testes de monkeypox e de HIV. Todos tiveram resultado positivo.

“Nosso paciente teve teste com resultado positivo para HIV-1 e, dada sua contagem de CD4 preservada, poderíamos supor que a infecção era relativamente recente”, descrevem.

Na ocasião, o homem foi liberado para isolamento domiciliar. Em 19 de julho, voltou ao hospital para um novo exame de varíola do macaco.

Outro aspecto que chamou a atenção dos autores do trabalho foi o fato de que o paciente apresentava o vírus monkeypox detectável na região da boca (orofaringe) 20 dias após o início dos sintomas.

Os quadros de Covid-19 e de varíola do macaco se resolveram sem complicações. O paciente iniciou tratamento para HIV com uma combinação tripla dos medicamentos dolutegravir, abacavir e lamivudina.

“Como esse é o único caso relatado de coinfecção pelo vírus da varíola do macaco, Sars-CoV-2 e HIV, ainda não há evidências suficientes que apoiem que essa combinação possa agravar a condição do paciente”, concluem.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilPolítica

TSE diz que eleitor deve entregar celular antes de entrar na cabine de votação

por Redação 25 de agosto de 2022

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, nesta quinta-feira (25) que o eleitor deve entregar o celular ou qualquer outro aparelho eletrônico antes de entrar na cabine de votação no dia da eleição. O objetivo da medida é garantir o sigilo do voto.

Além disso, detectores de metais poderão ser utilizados em situações excepcionais, avaliadas caso a caso pelo juiz eleitoral.

A Corte respondeu a uma consulta do partido União Brasil, que questionou ao tribunal se a proibição de celulares na cabine de votação ainda está em vigor.

O partido alegou que uma resolução da Corte deste ano passou a prever que: “para que a eleitora ou o eleitor possa se dirigir à cabina de votação, os aparelhos mencionados no caput deste artigo deverão ser desligados ou guardados, sem manuseio na cabine de votação”.

Os ministros, então, responderam que o celular não poderá ser guardado no bolso ou desligado e deverá ser entregue pelo eleitor antes de acessar à cabine de votação. Depois do voto, o equipamento é devolvido.

Uma nova resolução deve ser aprovada na próxima semana para deixar clara a proibição. Segundo o TSE, uma mesa receptora será responsável pela retenção e guarda dos aparelhos.

Se o eleitor se recusar a entregar o aparelho, estará cometendo um crime eleitoral. O juiz eleitoral será avisado e deverá chamar a Polícia Militar.

Sigilo do voto ‘fica comprometido’
Em seu voto, o presidente da Corte, ministro Alexandre de Moraes, destacou que essa foi uma das questões discutidas em reunião com o comando das polícias militares dos estados nesta quarta (24).

“Temos uma grande preocupação com a utilização ilícita dos celulares no dia de votação, porque o sigilo do voto fica comprometido”, afirmou.

Moraes reforçou que “é ilegal a entrada, o ingresso com telefones celulares na cabine de votação”. “É crime eleitoral.”

“Lembrava o ministro Ricardo Lewandowski que houve uma flexibilização para que entrasse, desde que desligado, desde que no bolso. Nós percebemos que isso não é satisfatório, uma vez que o mesário não pode ingressar na cabine, que é indevassável, para saber se a pessoa ligou ou não o celular”, declarou.

O presidente do TSE ainda destacou hipóteses em que o celular pode ser usado ilegalmente no dia da eleição, como relatos de milícias exigindo vídeos dos eleitores para comprovarem em quem votaram, o oferecimento de vantagem em troca do voto e até tentativa de fazer vídeos mostrando falsos problemas nas urnas.

“Entendo que nós não devemos vedar de forma absoluta a possibilidade de utilização de detector de metais. Em algumas localidades há o pedido do ter em virtude de armas. De forma excepcional, deve ser consultado o juiz eleitoral”, afirmou Moraes.

O ministro Ricardo Lewandowski afirmou que, quem não quiser deixar o celular com o mesário, “já saberá de antemão que deverá deixar o celular em casa ou com algum parente”.

A ministra Cármen Lúcia destacou que a vedação é “em beneficio, em resguardo à incolumidade do voto do eleitor”.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Brasil registra mais de mil casos de varíola do macaco em dez dias, e total chega a 4.144

por Redação 25 de agosto de 2022

O boletim mais recente do Ministério da Saúde sobre a varíola do macaco (monkeypox), atualizado na noite desta quarta-feira (24), mostra que o país chegou a 4.144 casos confirmados, após registrar mais de mil novos diagnósticos nos últimos dez dias.

Em 15 de agosto, o ministério contabilizava 2.985 infecções. A marca de 2.000 casos havia sido atingida em 5 de agosto; e a de mil, em 28 de julho.

O primeiro paciente com varíola do macaco no Brasil teve diagnóstico confirmado em 8 de junho.

Há uma semana, o Brasil ultrapassou a Alemanha e se tornou o terceiro país do mundo com mais infectados, atrás apenas dos Estados Unidos, que tem 16,6 mil casos, e da Espanha, com 6.318.

Apesar da alta, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, afirmou em entrevista coletiva na segunda-feira (22) que o número de novos casos de monkeypox pode estar chegando a um patamar de estabilização.

“A gente verifica que nas últimas semanas há uma tendência de estabilidade no número de casos. Precisamos avaliar esses dados com mais cuidado nas próximas semanas”, avaliou.

Ainda assim, apenas oito laboratórios públicos processam todos os exames do país. Até ontem, havia 4.653 exames de pacientes com suspeita da doença aguardando resultado. Há dez dias, eram 3.895.

São Paulo é o estado com o maior número de casos: 2.640. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (508) e Minas Gerais (221).

As demais unidades da Federação com casos confirmados são:

• Goiás: 174
• Distrito Federal: 156
• Paraná: 104
• Santa Catarina: 69
• Rio Grande do Sul: 67
• Ceará: 45
• Bahia: 41
• Pernambuco: 23
• Mato Grosso: 20
• Rio Grande do Norte: 18
• Mato Grosso do Sul: 16
• Amazonas: 16
• Espírito Santo: 8
• Pará: 7
• Alagoas 2
• Piauí: 2
• Maranhão: 2
• Tocantins: 2
• Acre: 1
• Paraíba: 1

Apenas Sergipe, Roraima e Amapá não têm diagnóstico confirmado da doença até o momento.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilFeminicidioSegurança

Feminicídio: três em cada dez pedidos de medidas protetivas saem após prazo legal

por Redação 25 de agosto de 2022

“Quarenta e oito horas é um tempo infinito para as vítimas. Imagine ultrapassar esse período. Muita coisa pode acontecer.” A análise da advogada Marina Ruzzi, fundadora do primeiro escritório de direito especializado no atendimento de mulheres vítimas de violência do país, se refere ao período estabelecido pela Lei Maria da Penha para a concessão da medida protetiva, um instrumento que prevê e assegura a distância entre vítima e agressor.

O estudo “Avaliação sobre a aplicação das medidas protetivas de urgência da Lei Maria da Penha”, feito pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) em parceria com o Instituto Avon, divulgado na última terça-feira (23), revelou que cerca de 30% dos pedidos são concedidos após o período definido pela legislação que protege vítimas de violência doméstica.

Em algumas regiões do país, o volume de processos em atraso é superior a 40%. Nos Tribunais de Justiça da Bahia, do Ceará e em Minas Gerais, metade dos pedidos fica sem resposta até o prazo-limite. Os Tibunais de Justiça do Rio de Janeiro e de Pernambuco têm média superior a 45%.

Se mesmo nos casos em que se obtém na Justiça a medida protetiva em 48 horas a vítima fica sujeita a diferentes formas de violência até que o instrumento passe de fato a valer, observa Ruzzi, nas ocasiões em que o tempo de concessão ultrapassa os dois dias a vida dessas mulheres e meninas está sob ameaça. De acordo com a advogada, a lei previu o prazo máximo de 48 horas levando em consideração o ciclo de violência doméstica. “Nesses momentos, porém, algumas mulheres enfrentam situações de violência extrema, ficam trancadas em casa com o agressor”, ressalta.

O levantamento mostrou que, entre janeiro de 2020 e maio de 2022, o país registrou 572.159 medidas protetivas de urgência concedidas a meninas e mulheres em situação de violência doméstica. Segundo o estudo, nove em cada dez pedidos são deferidos, o que, de acordo com os pesquisadores, demonstra a adesão do Judiciário ao instrumento de proteção.

O total de medidas concedidas, afirma a coordenadora do Instituto Avon, Beatriz Accioly, demonstra uma significativa adesão ao mecanismo. “É um instrumento preventivo que visa à proteção e ao bem-estar da vítima e não à punição do agressor”, diz ela. Marina Ruzzi também acredita que os números representam um aumento na conscientização das mulheres sobre seus direitos. “O fato de meio milhão de mulheres acionarem o Judiciário é algo expressivo”, afirma. “As mulheres estão entendendo a necessidade de pedir as protetivas. Ouvir falar que elas existem é diferente de entender a dinâmica do funcionamento delas.”

Essas medidas têm como objetivo coibir a prática de violência doméstica e familiar, protegendo meninas e mulheres de agressões físicas, psicológicas e ameaças. A proteção pode ser solicitada pela mulher nas delegacias com ou sem a presença de advogados ou advogadas. A Lei Maria da Penha prevê que as medidas tramitem separadamente do processo principal, cujo objetivo é denunciar o crime cometido pelo agressor.

Essas garantias, segundo Ruzzi, garantem a efetividade das medidas, a segurança da vítima e a aplicação das restrições ao agressor, que pode ser afastado do local em que vive e obrigado a entregar armas de fogo caso tenha posse de alguma. Esses mecanismos duram enquanto houver algum tipo de risco imposto à vítima. A advogada explica, porém, que, quando a proteção é concedida pela Justiça, ainda há a etapa da intimação do agressor até que o instrumento comece a valer. “Qualquer espera é angustiante para a vítima”, diz Ruzzi.

A advogada ressalta que a primeira semana após o deferimento da medida costuma ser um momento de alerta para se observar o comportamento do agressor e o restabelecimento da nova rotina da vítima. “Acompanhei um caso em que o marido da vítima a agrediu e a expulsou de casa. Felizmente, ela contou com um acolhimento porque não tinha parentes nem dinheiro em São Paulo”, relata. “São momentos de extremo temor.”

Sub-representação e gargalos
O número de medidas protetivas registradas e apontadas pelo levantamento, realizado de acordo com a Base Nacional de Dados do Poder Judiciário, pode estar sub-representado. Isso porque, segundo a coordenadora de pesquisa e impacto do Instituto Avon há um déficit de informações nos dados enviados pelos tribunais ao Conselho Nacional de Justiça. “Temos uma estimativa das medidas concedidas, mas que não corresponde plenamente à realidade”, diz.

Accioly afirma que é necessário qualificar os tribunais para que os dados incluam mais informações. “A visibilidade sobre mulheres que buscam o sistema de Justiça é muito ruim, somente em janeiro de 2020 os dados começam a ficar mais organizados.”

A coordenadora do estudo diz que a lentidão para o deferimento das medidas está relacionada à sobrecarga nas varas especializadas em violência doméstica e à falta de orçamento e de profissionais capacitados para trabalhar com as demandas. “A consequência disso é que, além de se passar uma mensagem de que essa não é uma prioridade do sistema de Justiça, reforçam-se os sentimentos de retaliação, vergonha e de que o pedido de ajuda demora a ser atendido”, afirma Accioly.

Entre os diferentes tipos de violência doméstica passíveis de medida protetiva, Ruzzi diz que, atualmente, há uma maior dificuldade em obter proteção em casos de violência patrimonial. “Quando não tem violência física ou ameaça, os juízes tendem a negar a medida protetiva”, afirma. Os casos de violência psicológica, segundo a advogada, também encontram barreiras na obtenção de medidas protetivas.

Outro gargalo apontado pelo estudo se refere às informações de perfil sociodemográfico de vítimas e agressores. A ausência de dados impede a realização de diagnósticos e análises mais completos. Apesar do baixo percentual de processos com a informação de idade, o levantamento revela que 29% das vítimas possuem entre 30 e 39 anos; 28%, entre 20 e 29 anos; 20%, entre 40 e 49 anos; 15% têm 50 anos ou mais; e 8%, até 19 anos.

Em relação às pessoas que devem cumprir as medidas protetivas, 84,4% são agressores do sexo masculino; 10,3% são desconhecidos (sem o preenchimento da informação no sistema); e 5,3% são do sexo feminino. Além disso, 33% têm entre 30 e 39 anos; 26%, entre 20 e 29 anos; 24%, entre 40 e 49 anos; 16% têm 50 anos ou mais; e 2%, até 19 anos.

Dos 572.159 processos sobre medidas protetivas com registro no período, 89.734 (15,7%) foram no Rio de Janeiro; 89.404 (15,6%), no Paraná; e 78.942 (13,8%), em Minas Gerais. Mas, quando os processos são avaliados em relação à população feminina, nota-se que a maior incidência é no Distrito Federal, com 2.243 processos a cada 100 mil mulheres residentes; seguido por Mato Grosso do Sul, com 1.793; e pelo Paraná, com 1.522.

O que pode melhorar
A coordenadora do Instituto Avon afirma que é preciso melhorar o preenchimento dos dados a serem enviados ao CNJ. Atualmente, não é possível identificar, por exemplo, o número de medidas protetivas obtidas de acordo com o perfil étnico-racial das mulheres. “Faltam dados sobre identificação racial, não se conseguiu traçar esse perfil, tem de haver uma melhor coleta dessas informações.”

Segundo Accioly, somente a visibilidade e a transparência desses dados permitirão que mulheres possam responsabilizar as autoridades e o sistema de Justiça para garantir o cumprimento da lei. “Sabemos por meio dos casos individuais quão difícil é buscar a Justiça e enfrentar esses processos”, diz.

“Ao monitorarmos as ações de proteção e apoio às mulheres, contribuímos para que a aplicação da lei seja integral e igualitária a todas as pessoas que buscam assistência para encerrar situações ou ciclos de violência”, afirma Daniela Grelin, diretora-executiva do Instituto Avon.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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