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Categoria:

Brasil

BrasilSegurança

Mulheres relatam síndrome do pânico e depressão:  ‘Não quero mais humilhação’

por Redação 18 de agosto de 2022

São 59 relatos de assédio sexual que envolvem Marcos Scalercio; 18 foram enviados ao Conselho Nacional do Ministério Público e 2 ao MP-SP.

A repercussão do caso do juiz e professor de direito Marcos Scalercio, acusado de assediar sexualmente alunas e colegas de trabalho, fez com que outras vítimas decidissem compartilhar relatos semelhantes de assédio por parte do magistrado.

Em suas redes de atendimento, a Me Too Brasil, organização sem fins lucrativos que oferece assistência jurídica gratuita a vítimas de violência sexual, recebeu relatos de mais mulheres que disseram ter sido assediadas por Scalercio. São ao menos 59 advogadas, estagiárias, juízas, bacharéis e servidoras do TRT da 2ª Região.

Em comum entre os relatos, a conduta abusiva do professor, com diversas investidas de cunho sexual, e, em vários casos, a hesitação das vítimas em levar o caso a público por medo de retaliação e da descrença em uma possível denúncia. Algumas delas se recusaram a levar adiante as ocorrências pela dor de revisitar a experiência de assédio.

Entre os 59 relatos, uma ex-aluna de Scalercio afirma que passou a sofrer de depressão e síndrome do pânico. O impacto provocado a afastou por três anos dos estudos, aos quais retomou apenas recentemente.

“Achei que [os problemas que sofri] eram só por não conseguir alcançar as notas. Mas, na verdade, isso também pesou. Do tipo, ‘até onde vai a humilhação para conseguir alcançar um sonho?’”, escreveu ela.

Outro comportamento recorrente em boa parte dos relatos é a resposta grosseira do professor ao desinteresse e às negativas de alunas às suas tentativas. Segundo elas, Scalercio passava a tratá-las com indiferença, respondia às suas dúvidas “de qualquer jeito” e, em alguns casos, criticava as estudantes entre outros professores.

“Eu já sofri! Depois que não quis ficar com ele, começou a falar mal de mim para todos os professores. Ele vai chegando dizendo que quer ajudar, mas é tudo mentira. Conheço várias meninas que passaram por isso”, escreveu uma das vítimas.

As provocações de teor sexual são frequentes entre os prints enviados à organização. Em um dos casos, uma aluna relata que foi até o professor para tirar uma dúvida, e ele respondeu perguntando se ela gostava de “beijar na boca”.

Outra estudante disse que Scalercio havia prometido uma revisão de prova por videochamada, mas que, quando abriu a câmera, estava nu, se masturbando. “Nojento. Nunca falei disso com ninguém. Vou denunciar, sim. Sempre tive medo de retaliação no concurso, que é o sonho da minha vida”, lamentou.

Uma denunciante enviou o print de sua conversa com o juiz, que havia feito a ela uma pergunta sobre sexo. Ela disse a ele que, embora o considerasse “um cara incrível”, se sentiu constrangida com a mensagem. Em resposta, Scalercio desconsiderou o incômodo da mulher: “Uma pena que cortou [a conversa]. Boa noite e sucesso pra você.”

Ao todo, dos 59 relatos recebidos pelo Me Too Brasil, 18 foram encaminhados ao Conselho Nacional do Ministério Público e 2 ao MP-SP (Ministério Público de São Paulo).

Acusações
As denúncias recebidas pelo Me Too Brasil envolvem acusações de assédio sexual a três mulheres, cometidas entre os anos de 2014 e 2020. A organização encaminhou as denúncias para o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), em Brasília, após o TRT da 2ª Região ter afirmado que não havia provas suficientes para a abertura do processo.

As denunciantes são advogadas, estagiárias, juízas, bacharéis e servidoras do TRT. Segundo o relato das vítimas, elas foram agarradas e forçadas a beijar Scalercio em espaços privados e públicos. Uma delas o denunciou após ter participado de uma reunião de vídeo em que o juiz estava completamente nu e se masturbando, de acordo com o Me Too.

Em nota, o CNJ informou que os fatos relacionados ao juiz Marcos Scalercio estão sendo apurados sob segredo de Justiça. O pedido de providências é uma apuração preliminar, na qual ocorre a avaliação do fato e das provas existentes para estabelecer se a infração foi cometida ou não. Caso seja comprovada, poderá acarretar um processo administrativo disciplinar. Caso contrário, ocorrerá o arquivamento do procedimento.

O Me Too BR divulgou uma atualização a respeito do caso no início da noite desta quarta-feira: “Até esta quarta (17/8), rebemos 59 relatos de assédio pelas redes de atendimento do Me Too Brasil e o Projeto Justiceiras. Desses 59 relatos, 18 foram encaminhados ao Conselho Nacional do Ministério Público e 2 ao Ministério Público de São Paulo.”

Defesa do juiz
Em nota, os advogados de defesa do juiz afirmaram que as acusações contra Marcos Scalercio “já foram objeto de crivo e juízo de valor pelo órgão correcional e colegiado do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. Ele foi absolvido pelo tribunal e o caso foi arquivado”.

Segundo os advogados, foram ouvidas 15 testemunhas no processo. “O arquivamento, portanto, demonstrou que o conjunto probatório é absolutamente insuficiente para dar lastro em qualquer dos fatos relatados.”

Ainda em nota, a defesa destaca que o juiz nãquo é investigado criminalmente: “Scalercio não responde a qualquer resvalo na esfera criminal, sendo inverídica a informação que parte do pressuposto que o magistrado está denunciado criminalmente. É profissional de reconhecida competência e ilibada conduta pessoal, quer seja no âmbito acadêmico, quer seja no exercício da judicatura”.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Anvisa acaba com exigência de máscaras em aviões e aeroportos

por Redação 17 de agosto de 2022

A Diretoria Colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu por unanimidade, nesta quarta-feira (17), suspender a obrigatoriedade do uso de máscara em aviões e aeroportos, uma medida que estava em vigor desde o começo de 2020, como forma de diminuir a disseminação da Covid-19.

A medida passa a valer quando a decisão for publicada no Diário Oficial da União. O relator do processo, o diretor Alex Machado Campos, pediu ao diretor-presidente da Anvisa para que isso ocorra ainda hoje.

“O uso de máscaras deixa de ser obrigatório como uma medida de proteção da saúde coletiva e passa a ter lugar como importante medida de proteção à saúde individual”, disse.

A agência continua recomendando o uso da proteção por pessoas “vulneráveis ou com sintomas gripais”.

Para o relator, “não há questionamento quanto à proteção conferida pelo uso de máscaras faciais e distanciamento físico na disseminação da Covid-19”.

Entretanto, ele argumentou que, “considerando o atual cenário epidemiológico e o avanço da cobertura vacinal, entende-se que o momento permite uma flexibilização da obrigatoriedade do uso de máscaras faciais nas aeronaves e ‘lado ar’ [áreas de embarque e desembarque] dos aeroportos, propiciando maior conforto aos viajantes”.

O esquema de embarque e desembarque organizado por fileiras durante a pandemia para evitar aglomerações foi elogiado pelo relator, que acrescentou que este deve ser “um legado” da pandemia.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Brasil salta de um para mais de 3.000 casos de varíola do macaco em dez semanas

por Redação 17 de agosto de 2022

O Brasil superou nesta terça-feira (16) a marca de 3.000 casos confirmados de varíola do macaco, dez semanas após o primeiro paciente ser diagnosticado com a doença.

Com pelo menos 3.069 infectados nesse período, o Brasil já é o quarto país em número de casos, atrás apenas da Alemanha (3.143), da Espanha (5.856) e dos Estados Unidos (11.890).

Os dados foram compilados de acordo com o boletim desta segunda-feira (15) do Ministério da Saúde – os números de hoje ainda não foram divulgados – e com informações desta terça da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, onde a maioria dos casos está concentrada.

São Paulo tem hoje 2.103 diagnósticos, um acréscimo de 84 novos casos desde ontem. Em seguida, aparecem: Rio de Janeiro (355) e Minas Gerais (133).

As demais unidades da Federação com casos confirmados são:

• Distrito Federal: 116
• Goiás: 116
• Paraná: 62
• Rio Grande do Sul: 44
• Santa Catarina: 36
• Bahia: 26
• Pernambuco: 15
• Ceará: 14
• Mato Grosso do Sul: 10
• Rio Grande do Norte: 10
• Amazonas: 9
• Espírito Santo: 8
• Mato Grosso: 4
• Pará: 2
• Maranhão: 2
• Acre: 1
• Tocantins: 1
• Paraíba: 1
• Piauí: 1

Apenas Sergipe, Alagoas, Roraima e Amapá não têm diagnósticos confirmados da doença até o momento.

O boletim do Ministério da Saúde ainda mostra que há quase 4.000 casos suspeitos.

Em todo o mundo, já foram notificados neste ano mais de 32 mil casos de infecção pelo vírus monkeypox, em 89 países, sendo que em sete deles (Nigéria, República Democrática do Congo, República Centro-Africana, Gana, República do Congo, Camarões e Libéria) a doença é endêmica – condição em que há surtos frequentes.

O surto atual começou em maio, com os primeiros casos na Inglaterra e na Espanha. Em 23 de julho, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que a varíola do macaco representa uma ESPII (Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional), o nível mais alto de alerta da agência.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Traficante compra time de futebol com o dinheiro das drogas

por Redação 17 de agosto de 2022

Uma operação da polícia de Minas Gerais apreendeu quase R$ 850 milhões em mansões de traficantes. Essa foi a apreensão da maior quantia de dinheiro da história da Polícia Civil e do Ministério Público do estado. A Justiça também decretou a indisponibilidade de 15 imóveis dos suspeitos. Um deles, identificado como Sonni Clay Dutra, gastava dinheiro com festas, mulheres e chegou até a comprar um time de futebol, o Peñarol, de Ouro Preto.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Brasil tem a terceira maior taxa de juros no mundo

por Redação 17 de agosto de 2022

Apenas Argentina, com uma taxa de 60% ao ano, e Turquia, que aplica taxa de 14% ao ano, têm juros em nível superior aos do Brasil, mostra Infinity Asset.

O Brasil mantém a sua posição de terceiro país com a maior taxa de juros no mundo, segundo ranking global de juros nominais da Infinity Asset, em parceria com o MoneYou. Em primeiro lugar está a Argentina, com uma taxa de 60%, seguida da Turquia, que aplica taxa de 14%. O Brasil está na frente de Hungria, Chile e Colômbia.

No ranking de juros reais (taxa de juros atual, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses), o Brasil ocupa a primeira posição, ganhando o pódio desde a penúltima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). México, Hungria, Colômbia e Indonésia ocupam, respectivamente, os próximos lugares na lista.

coleta do relatório Focus do Banco Central de 4,81%, e a taxa de juros DI a mercado dos próximos 12 meses no vencimento mais líquido (agosto de 2023).

Em qualquer cenário, seja de alta de juros de 25, 50 ou 75 pontos percentuais, o Brasil mantém a colocação em primeiro lugar. Mesmo com a queda do preço de commodities, há um aumento expressivo no número de bancos centrais que sinalizam preocupação com a inflação, aponta o documento.

“Os programas de aperto quantitativo continuam lentos, e o movimento global de políticas de aperto monetário continuou a ganhar força”, contextualizam Infinity Asset e MoneYou. Entre os 167 países analisados pelo levantamento, 45,51% mantiveram os juros, 50,90% os elevaram e 3,59% os cortaram.

Veja os dez países com as maiores taxas de juros nominais
1º) Argentina: 60%.

2º) Turquia: 14%.

3º) Brasil: 13,75%.

4º) Hungria: 10,75%.

5º) Chile: 9,75%.

6º) Colômbia: 9%.

7º) Rússia: 8%.

8º) México: 7,75%.

9º) República Checa: 7%.

10º) Polônia: 6,50%.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEmprego

Congresso divulga novas regras trabalhistas em caso de calamidade

por Redação 16 de agosto de 2022

O Congresso Nacional promulgou a medida provisória (MP) que flexibiliza as regras trabalhistas em período de calamidade pública. A promulgação foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (16). O texto foi aprovado em 3 de agosto pelo Senado — com 51 votos a favor e 17 contra — e já tinha recebido o aval pela Câmara dos Deputados um dia antes (2). Caso não tivesse sido aprovada até o dia 7 deste mês, a MP teria perdido a validade.

A medida provisória retoma algumas das regras do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda que passa a ser permanente. Agora, os contratos de trabalho podem ser suspensos de forma temporária e a contrapartida aos trabalhadores afetados sai dos cofres da União na forma do Benefício Emergencial (BEM), a ser pago mensalmente.

A medida estabelece ainda que, em caso de calamidade pública, poderão ser adotadas como alternativas o regime de teletrabalho, a antecipação de férias individuais, a concessão de férias coletivas, o aproveitamento e antecipação de feriados, o banco de horas e a suspensão da exigibilidade dos recolhimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A MP foi promulgada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e também permite a redução da jornada de trabalho e dos salários dos trabalhadores. O período máximo previsto é de 90 dias, mas o prazo pode ser prorrogado enquanto durar o estado de calamidade.

Para o caso de teletrabalho (ou home office), a responsabilidade pelo custo dos equipamentos e reembolso de outras despesas devem estar previstas em contrato firmado entre o trabalhador e a empresa. Outro ponto previsto no texto é que os empregadores podem decidir unilateralmente sobre concessão de férias coletivas. As empresas só precisam informar 48 horas antes aos trabalhadores.

Suspensão do recolhimento do FGTS
A medida provisória determina ainda que o Ministério do Trabalho pode suspender por até quatro meses os recolhimentos do FGTS nos estabelecimentos situados em municípios que estiverem em estado de calamidade pública.

Os depósitos do FGTS deverão ser retomados após o fim das medidas alternativas, em seis parcelas, sem incidência de juros, multas ou outros encargos. A medida abrange todos os setores, independentemente do regime tributário ou de adesão.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

PF realiza operação contra grupo suspeito de invadir sites do governo

por Redação 16 de agosto de 2022

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (16) a Operação Dark Cloud, que faz parte da investigação sobre os ataques cibernéticos contra o governo federal. Os agentes estão cumprindo oito mandados de busca e apreensão contra um grupo suspeito de invadir sistemas do Ministério da Saúde e de outros órgãos do governo.

O inquérito foi instaurado em dezembro de 2021, quando ocorreu um ataque cibernético à página do ConecteSUS. Na época, a pasta informou que a invasão comprometeu o “Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI), o ConecteSUS e funcionalidades como a emissão do Certificado Nacional de Vacinação Covid-19 e da Carteira Nacional de Vacinação Digital.”

O tipo de ataque que o site do Ministério sofreu é chamado Ransomware, em que o invasor insere um código malicioso tornando os dados inacessíveis, geralmente usando criptografia.

Mandados de busca e apreensão
Segundo a PF, os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Paraíba, em Minas Gerais, no Paraná e em Santa Catarina. “As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 12ª Vara da Justiça Federal no Distrito Federal, após representação efetuada pela Polícia Federal no bojo das investigações,” diz a corporação.

De acordo com o inquérito, os ataques foram realizados por uma organização criminosa internacional dedicada a crimes cibernéticos, visando entidades públicas e de capital privado no Brasil, nos Estados Unidos, em Portugal e na Colômbia.

Além dos ataques à pasta, houve invasões aos seguintes órgãos: Controladoria-Geral da União (CGU), Ministério da Economia, Instituto Federal do Paraná (IFPR), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A Polícia Federal apura os crimes de organização criminosa, invasão de dispositivo informático, interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, radiotelegráfico ou telefônico, impedir ou dificultar-lhe o restabelecimento, corrupção de menores, com previsão no Estatuto da Criança e do Adolescente, e lavagem de capitais.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Inflação faz consumidor abandonar mais produtos na boca do caixa dos supermercados

por Redação 15 de agosto de 2022

Cresceu nos últimos meses o número de brasileiros que não conseguem levar para casa toda a comida que escolhe e coloca no carrinho do supermercado. O corte na compra ocorre na boca do caixa, quando o valor da conta passa do previsto. A saída tem sido abandonar desde itens básicos, como óleo de soja, até supérfluos, como refrigerantes.

Impulsionado pela alta de preços dos alimentos, o carrinho que fica nos caixas dos supermercados está cada vez mais cheio. Entre janeiro e junho deste ano, 4,997 milhões de itens foram abandonados. É um volume quase 16,5% maior que o do primeiro semestre de 2021, ou 704,9 mil itens a mais, revela pesquisa inédita feita pela Nextop. A empresa atua há 25 anos com tecnologia de segurança do varejo.

Por meio de inteligência artificial e de um grande banco de dados, foram extraídas informações autorizadas do movimento de caixa de 982 supermercados de médio e pequeno porte do País, que atendem a todas as faixas de renda e que juntos vendem R$ 5 bilhões.

Para chegar ao volume de produtos abandonados, Juliano Camargo, CEO e fundador da empresa, reuniu itens cancelados e produtos que o consumidor consultou o preço e desistiu. “Um crescimento de 16,42% na quantidade de itens abandonados é altíssimo e reflete que muita gente deve estar tomando susto”, afirma Camargo. Apesar de não ter uma série longa de dados, ele acredita que as devoluções não teriam aumentado se a inflação de alimentos estivesse controlada.

Em julho, o IPCA teve deflação de 0,68%, por causa dos corte de impostos de combustíveis e eletricidade. Porém, os preços da comida se aceleraram e aumentaram 1,3%, ante avanço de 0,8% em junho. Em 12 meses, alimento subiu 14,72%, ante IPCA de 10,07%.

O economista Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos do Varejo (Ibevar), ressalta a clareza desse indicador. “O tamanho da pilha de produtos deixados no caixa é a medida concreta do tamanho da crise.” Ele diz que indicadores de inflação, renda e emprego têm dimensão abstrata.

Sem referência
Além da falta de dinheiro, Felisoni acrescenta que a perda de referência de preços, provocada pela aceleração da inflação, e a pouca clareza da loja para passar a informação aos clientes podem contribuir para desistência da compra.

A Associação Brasileira de Supermercados não tem dados sobre devoluções. Marcio Milan, vice-presidente, diz que o resultado do estudo é um alerta para empresas e que eventualmente isso pode estar acontecendo em maior ou menor escala, dependendo do tipo de loja e da região.

Um ranking dos dez produtos mais devolvidos pelos consumidores no caixa de supermercado no primeiro semestre deste ano indica que a alta de preços da comida é generalizada: atinge pobres e ricos, com itens básicos e supérfluos.

Quem lidera a lista é o refrigerante, aponta um estudo da Nextop, empresa especializada em tecnologia de segurança. Na sequência vem o leite, seguido pelo óleo de soja, cerveja e açúcar. Dos dez itens que mais sobraram na boca do caixa, quatro são básicos – leite, óleo de soja, açúcar e farinha de trigo — e seis não tão essenciais — refrigerante, cerveja, molhos, biscoitos, hambúrguer e bebida láctea.

Quatro produtos mais abandonados no caixa – leite, óleo, cerveja e biscoito – também constam entre os dez que registraram as maiores quedas nas quantidades vendidas no varejo de autosserviço no primeiro semestre deste ano em relação a igual período do ano passado, segundo um levantamento inédito feito, a pedido do Estadão, pela NielsenIQ, consultoria que monitora as vendas dos produtos nos supermercados.

A cerveja puxa a fila dos itens com maiores quedas de venda em volumes apurada pela consultoria, com -15,6%, seguida pelo leite (-13,7%), cortes de frango (-11,6%), café (8,5%), legumes (-8,2%), óleo (-7%), queijos (-6,5%), biscoitos (-5,1%), industrializados de carne (-2,8%) e cortes bovinos (-2,7%).

Não por acaso, vários desses produtos estão entre os que mais registram altas de preços nos últimos meses, como leite, café, óleo, carne, biscoito, por exemplo, segundo o IPCA, índice oficial de inflação.

A freada brusca do consumidor na reta final das compras provoca um efeito em cascata. O encalhe faz com que os supermercados comprem volumes menores da indústria e esfriem o ritmo de produção e atividade. “Hoje, o nível de estoques dos supermercados é o mais baixo dos últimos anos”, afirma Juliano Camargo, CEO da Nextop.

Na opinião de Marcio Milan, vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados, o setor está fazendo compras mais planejadas por conta dos níveis de inflação atingidos. “As negociações estão muito mais intensas, à procura sempre do menor preço.” Segundo ele, falta de algum produto é algo momentâneo e não há indicação de desestocagem.

Mais trabalho
O movimento de devolução nas prateleiras de itens deixados pelo consumidor no caixa cresceu desde o mês passado numa loja da capital paulista onde Marcos Paulo da Silva Moura é subgerente. “Antes, eram no máximo dois carrinhos por período e agora são de três para cima.” Entre os itens que mais retornam às prateleiras estão carne e os supérfluos, como biscoitos, frios e laticínios. Estes últimos voltam imediatamente para a geladeira para evitar perdas. O maior ritmo de devolução aumenta a carga de trabalho do pessoal de loja.

A aposentada Maria do Carmo Azevedo, de 63 anos, que ganha um salário mínimo e faz bico como diarista, por exemplo, já deixou produto no caixa várias vezes. Com um pacote de pão na mão e outro de mandioquinha e abóbora – ingredientes para preparar a sopa -, na última quarta-feira ela conferia o preço do biscoito, que, segundo ela, subiu de R$ 3 para 6,98, e fazia contas. “Se passar de R$ 30 vou ter de tirar alguma coisa, porque amanhã tem de comprar pão de novo.”

Maria do Carmo conta que ficou muito constrangida nas ocasiões em que teve de devolver produtos na boca do caixa. “Já aconteceu isso algumas vezes por eu ter feito conta errada e também por me surpreender com os preços: hoje é um e amanhã é outro.”

Já a consumidora Juliana Gomes Rosa, de 35 anos, casada e mãe de dois filhos, que trabalha no mercado financeiro, nunca teve de devolver produto no caixa. Mas a seleção é feita antes. “Tenho deixado de escolher coisas que gostaria de comprar”, conta.

De seis meses para cá, Juliana sentiu uma diferença muito grande nos preços e no gasto da compra do mês. Até pouco tempo desembolsava, em média, R$ 1.500. Hoje gasta um pouco mais de R$ 2.000, mesmo tendo reduzido a compra de itens não essenciais, como chocolates e laticínios, e cortado quantidades de básicos, como açúcar. “O nosso poder de compra não aumentou e os preços estão um absurdo.”

Ela explica que o aumento da inflação levou à perda de referência de preços de vários produtos, como leite, café, ovos, óleo, azeite, por exemplo. Juliana diz que ela, como todos os brasileiros, está tentando viver um dia após o outro para não ficar ansiosa e ter reflexos em outras áreas da vida. “Toda essa situação não impacta só as compras: é a viagem, a escola. Tudo isso a gente tira para poder se alimentar.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Bombeiros resgatam homem que ficou cinco dias sozinho em ilha do RJ

por Redação 15 de agosto de 2022
sozinho em ilha

Bombeiros resgataram no último sábado (13), com o apoio de um helicóptero, um homem que ficou isolado por cinco dias na Ilha de Palmas, em Grumari, na zona oeste do Rio, depois de cair no mar e ser levado pela correnteza. A vítima foi localizada por um surfista.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, Nelson Nedy Ribeiro, de 51 anos, caiu no mar na região conhecida como Roncador, em Grumari, e foi arrastado para a ilha.

Ainda de acordo com a corporação, a vítima conseguiu se abrigar em uma cabana usada por pescadores, onde encontrou dois limões, sendo estes o único alimento que consumiu nesses cinco dias. Nelson ainda tentou nadar de volta para a praia, mas não teve sucesso, devido à força das ondas.

Após o resgate, a vítima foi encaminhada para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, onde recebeu atendimento médico. Ele tinha arranhões e ferimentos leves pelo corpo.

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BrasilSegurança

Alta de roubos faz disparar em até 80% vendas de seguros para celular

por Redação 15 de agosto de 2022

Coberturas incluem quebra de tela, assaltos e furtos; cliente pode receber reembolso integral, conserto ou aparelho recondicionado.

Um celular é tirado de seu dono a cada 12 minutos no estado do Rio de Janeiro, segundo o ISP (Instituto de Segurança Pública), que registrou 13.796 furtos de aparelhos no primeiro semestre, um aumento de 135,3% em relação a 2021. No estado de São Paulo, o próprio governo informa que um smartphone é roubado a cada três minutos e, há pouco mais de dez dias, a Polícia Civil divulgou que, só de janeiro a maio, o número de roubos de aparelhos cresceu 815%.

Com a explosão dos roubos e furtos de celulares, para não ficar no prejuízo, muita gente já está recorrendo ao seguro para smartphone, o novo queridinho das seguradoras, que, só neste ano, tiveram aumento de até 80% nas vendas desse produto em todo o país.

Tanto empresas tradicionais quanto as modernas seguradoras digitais 100% online apostam no potencial desse segmento. Uma pesquisa simples no site de buscas mais popular da internet mostra que há, pelo menos, oito companhias que comercializam esse tipo de seguro no Brasil

A Porto, com 77 anos de atuação no mercado, reformulou o seguro para celular que já oferecia e o relançou no início do ano. “O Brasil tem mais de 240 milhões de aparelhos, é mais de um celular por pessoa. Cada vez mais coisas importantes estão nos smartphones, e ainda pouca gente tem seguro. Por isso, temos uma ambição grande, queremos oferecer uma boa experiência para atrair até 1 milhão de clientes nos próximos três a cinco anos”, diz Jarbas Medeiros, diretor executivo de ramos elementares da Porto.

A seguradora digital Pier vende seguros para iPhones desde janeiro de 2018 e, em 2019, expandiu a proteção para outras marcas de smartphone. Startup do ramo de seguros, a Pier é um tipo de empresa também conhecida como insurtech e foi fundada em 2018, em São Paulo. Nos primeiros seis meses deste ano, ela registrou aumento expressivo da procura por seguros para celular.

“Fechamos o primeiro semestre de 2022 com um crescimento de 49% da nossa base de clientes do Seguro Celular, em relação ao fim do ano passado, superando 85 mil aparelhos protegidos. Isso significa que as pessoas estão preocupadas em manter seus smartphones protegidos e cada vez mais interessadas em ter menos um problema para pensar”, afirma Flávia Molina, diretora de marketing da Pier.

A empresa oferece proteção para modelos das marcas mais comuns no Brasil, como Apple, Samsung, Xiaomi e Motorola, entre outras, novos ou usados, mesmo que não tenham mais a nota fiscal. “Por isso, temos seguro também para os celulares adquiridos fora do país”, diz Flávia.

A Porto também aceita qualquer tipo de aparelho, dos mais simples aos mais completos e sofisticados, novos e usados, desde que tenham até dois anos de uso. Também não é exigida a apresentação da nota fiscal, porque a empresa realiza uma “vistoria” virtual.

Como funciona?
O Seguro Celular Porto tem quatro opções de contrato, com diferentes coberturas. Os preços variam conforme a modalidade escolhida e o modelo do aparelho. O consumidor pode optar por um seguro que cubra apenas roubo, somente quebra acidental ou roubo e quebra acidental. O quarto e último tipo de cobertura inclui furto simples, além de roubo e quebra acidental. As coberturas da maioria das seguradoras são bem parecidas a essas.

O roubo acontece quando um bem é subtraído em um assalto, quando há confronto entre o ladrão e a vítima. No furto simples, a pessoa não vê quando o ladrão pega o bem, só percebe posteriormente que já não está mais com ele.

“Hoje temos esses quatro planos, bem básicos, que atendem públicos com perfis diferentes. Eu, que tenho uma criança pequena em casa, que toda hora derruba meu celular, contratei o seguro contra quebra acidental do aparelho. É o que me preocupa mais, porque eu não saio mais para baladas, já estou casado, fico mais em casa, rodo menos [de carro]. O risco de roubo é menor, portanto, não preciso de uma cobertura contra roubo ou furto”, explica Medeiros.

Para o diretor da Porto, essa não seria a melhor opção para motoristas de táxi e de aplicativos de transporte: “Eles estão na rua o tempo todo, circulam por todos os lugares, talvez precisem mais da cobertura contra roubo do que a contra quebra acidental”.

Medeiros diz que também é possível incluir no contrato mais de um aparelho, da própria pessoa ou de outra pessoa da família. O seguro não tem carência e pode ser usado 24 horas depois da contratação. Há a opção de pagar a anuidade em até 12 parcelas mensais, debitadas diretamente no cartão de crédito, e a contratação é feita pelo site da seguradora ou diretamente com um corretor. Se o segurado tiver alguma ocorrência e precisar acionar o seguro, deverá pagar uma franquia correspondente a 25% do valor do aparelho.

Nos casos de roubo ou furto, a reposição é feita por meio de reembolso ou envio de aparelho igual ou equivalente, observado o valor de mercado. Antes de adquirir o seguro, é possível fazer cotações no site ou no aplicativo da Porto. Para se ter uma ideia, em uma simulação de um seguro de quebra acidental para um iPhone 12 de 128 GB de memória, que custa cerca de R$ 5.300, a proteção sairia por 12 parcelas de R$ 29.

O preço do plano completo para o mesmo aparelho é 12 vezes de R$ 59. Para um smartphone Samsung Galaxy S20, cujo valor de mercado é R$ 4.450, os mesmos planos ficariam em 12 pagamentos de R$ 32 e 12 de R$ 60.

“Nosso público hoje é jovem, metade ainda é solteira, a maioria é de mulheres, e 98% são pessoas físicas. Esse é o primeiro contato desses clientes com um seguro, ele é a porta de entrada na companhia. O público do seguro de carro, por exemplo, já é um pouco mais velho, está na casa dos 30 anos”, conta o diretor da Porto.

Atenção aos detalhes
Os tipos de cobertura oferecidos podem até ser parecidos, mas as diferenças entre os seguros de cada empresa estão nos detalhes. Zona de cobertura, pagamento de franquia, prazo de carência, exigência de apresentação de BO (boletim de ocorrência), em caso de roubo ou furto, ou de nota fiscal, tempo de reposição do aparelho ou de liberação do conserto, em caso de sinistro, e a tabela de preços dos aparelhos para os valores a serem reembolsados são temas importantes e que devem contar na hora da decisão.

O Seguro Celular da Pier oferece cobertura contra roubo, furto qualificado e furto simples. “Em fase piloto, está com proteção opcional contra danos à tela de iPhone, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro”, diz Flávia Molina. Ela conta que a empresa pretende expandir essa cobertura para outras regiões e aparelhos até o fim do ano.

Quanto aos planos, a seguradora tem duas opções: o plano Premium, que reembolsa 100% do valor do aparelho seminovo, e o Econômico, cujo montante devolvido é de 80%. “Vale ressaltar que o seguro da Pier, por ter renovação mensal, não implica carência nem cobrança de franquia. O valor da mensalidade varia de acordo com o modelo e a memória do smartphone, independentemente do tempo de uso ou do perfil do proprietário. E, para calcular o valor a ser reembolsado em caso de sinistro, usamos como base a tabela Pipe, similar à tabela Fipe dos automóveis, desenvolvida internamente na Pier”, explica a diretora de marketing da empresa.

A abrangência da cobertura é nacional e, segundo Flávia, a Pier pretende ampliar em breve a proteção para viagens ao exterior. Em caso de roubo ou furto, o segurado deve bloquear o Imei do aparelho (International Mobile Equipment Identity, um número de identificação, único), fazer boletim de ocorrência e acionar o seguro diretamente pelo site ou aplicativo da Pier.

“O reembolso é feito por transferência bancária, o que permite que o membro tenha liberdade para escolher comprar um aparelho similar ao que foi furtado ou dar entrada em outro, mais moderno. Em 20% dos casos, o pagamento é feito em menos de um segundo, através do Pier Bolt, nossa inteligência artificial proprietária. Os demais casos seguem pelo fluxo tradicional, que também é bem rápido e pago em poucos dias ou até mesmo em horas”, diz a diretora da Pier.

Para Flávia, o mercado de seguros no Brasil é repleto de possibilidades a serem exploradas. “Ele está passando por uma importante transformação tecnológica. O surgimento de outras seguradoras e o próprio movimento das incumbentes rumo à modernização dos seus processos são reflexo disso. Em poucos anos, teremos produtos mais personalizados e individualizados à disposição da população. As pessoas terão mais opções de escolha, com mais convicção da importância de terem seus bens protegidos e, sem dúvida, mais clareza do que estão contratando.”

Quanto aos preços, simulação feita no site da seguradora mostra que o Seguro Celular Pier Premium, para um iPhone 12 de 128 GB de memória, com reembolso de 100% do valor de um aparelho seminovo, avaliado em R$ 4.670,00, custa R$ 87,40 por mês.

A cobertura da Pier protege contra roubo, furto qualificado e furto simples. A empresa informa que, a partir do dia 18, haverá reajuste no valor dos reembolsos e mensalidades. O preço do mesmo plano para um smartphone Samsung Galaxy S20, com memória de 128 GB, avaliado em R$ 3.650, é R$ 81,50 ao mês.

Outras opções
Além da Porto e da Pier, outras companhias comercializam seguros para smartphone. Veja algumas opções a seguir:

• Coover – A empresa também é uma insurtech, startup do setor de seguros, que surgiu em 2016. A contratação é 100% digital, feita diretamente por meio do aplicativo ou site, e a proteção começa a valer logo após a adesão, sem carência. Podem ter o seguro aparelhos novos, seminovos e usados, independentemente do tempo de uso, e sem necessidade de apresentação da nota fiscal da compra do smartphone.

São oferecidos três planos de cobertura: o primeiro, com proteção contra roubo e furto qualificado; o segundo, contra danos acidentais, que inclui acidentes com líquidos, danos elétricos e quebra de tela; e o último, com proteção completa, que cobre roubos, furtos qualificados e danos acidentais.

Na simulação dos valores da cobertura e das parcelas, feita no site da seguradora, no caso de um iPhone 12 de 128 GB, avaliado em R$ 4.670, um seguro com proteção contra roubo e furto qualificado, com 12 meses de vigência, custa R$ 81,72 por mês. Em caso de ocorrência, é necessário pagar uma franquia de 20% do valor indenizado.

Se o seguro for para um Samsung Galaxy S20, com memória de 128 GB, aparelho avaliado em R$ 2.349, a parcela contra roubo e furto qualificado, com igual duração, custa R$ 54,03 por mês.

• Zurich – A multinacional suíça não limita sua cobertura aos smartphones, tem os Seguros para Equipamentos, Eletrônicos e Portáteis, que podem proteger móveis, equipamentos eletrônicos, eletroportáteis, eletrodomésticos, tablets e celulares, notebooks, artigos de hobby e lazer e itens voltados aos cuidados pessoais.

São oferecidas três opções de cobertura: Garantia estendida, que aumenta o período de garantia original de fábrica de um produto ou equipamento; Reparação de danos acidentais, que cobre o conserto de equipamentos danificados e quebrados em decorrência de acidente e, se ele não puder ser reparado, poderá ser substituído.

A terceira opção é a Proteção contra roubo e furto qualificado, que, além de ser contratada para smartphones, pode cobrir tablets, câmeras, notebooks e outros itens carregados na bolsa ou mochila. Se o bem segurado for subtraído, ele será substituído por outro, de modelo igual ou similar, e, se a reposição não for possível, será feito pagamento em dinheiro, limitado ao valor da cobertura contratada.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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