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Categoria:

Brasil

BrasilTransporte

Motoristas sem multa há 12 meses terão direito a benefícios

por Redação 18 de agosto de 2022

Respeitar as leis de trânsito vão proporcionar mais vantagens aos motoristas, além de poupar transtornos com pontos e suspensão da CNH e, claro, prejuízo financeiro. É que a partir de setembro vai começar a vigorar o RNPC (Registro Nacional Positivo de Condutores), também chamado de Cadastro Positivo de Motoristas.

Essa medida – que foi incorporada ao Código de Trânsito Brasileiro em 2020, mas regulamentada apenas no ano passado – prevê a concessão de benefícios aos motoristas que não tiverem cometido infrações de trânsito no período mínimo de 12 meses.

Entre as vantagens oferecidas estão descontos e isenção de taxas e de tributos por entidades governamentais, facilidades e condições de pagamento diferenciadas na locação de veículos e contratação de seguros automotivos e compensação financeira (cash-back) no pagamento de tarifas de pedágio e de estacionamentos. A oferta desses benefícios, porém, ficará a cargo das empresas e não será obrigatória.

Segundo o Ministério da Infraestrutura, os motoristas interessados devem se cadastrar utilizando o aplicativo da CNH digital ou através do portal de serviços da Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

EUA monitora ligação entre PCC e garimpo ilegal de ouro

por Redação 18 de agosto de 2022

O governo dos Estados Unidos está preocupado com as ligações entre a maior quadrilha de tráfico de drogas do Brasil e a mineração ilegal de ouro na floresta amazônica, disse uma autoridade do Tesouro dos EUA nesta quarta-feira (18), após reuniões com autoridades de segurança brasileiras e a sociedade civil.

Brian Nelson, subsecretário de terrorismo e inteligência financeira do Tesouro dos EUA, afirmou ter recebido informações alarmantes sobre conexões entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e garimpeiros que atuam na Amazônia.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, impôs em dezembro sanções financeiras ao PCC, que nasceu nas prisões de São Paulo no início dos anos 1990 e hoje é a organização criminosa mais poderosa do país, que ajuda a inundar a Europa com cocaína.

Nelson afirmou que suas reuniões em Brasília e São Paulo despertaram preocupações de que o PCC também possa estar envolvido em crimes ambientais, como mineração ilegal de ouro.

“Estamos focados na mineração ilegal de ouro… porque tanto pode gerar recursos para outras atividades ilícitas, dado o valor do ouro, quanto fornecer um meio para lavar os recursos ilícitos do narcotráfico”, disse ele a jornalistas.

Nelson afirmou que também discutiu com autoridades brasileiras uma proposta de teto para o preço do petróleo russo como parte de uma resposta do Ocidente à invasão da Ucrânia.

Ele não comentou a visão do governo brasileiro sobre a proposta, mas disse que as “discussões técnicas” continuarão. O Brasil é um exportador líquido de petróleo com poucas conexões diretas com o setor energético russo.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Mulheres relatam síndrome do pânico e depressão:  ‘Não quero mais humilhação’

por Redação 18 de agosto de 2022

São 59 relatos de assédio sexual que envolvem Marcos Scalercio; 18 foram enviados ao Conselho Nacional do Ministério Público e 2 ao MP-SP.

A repercussão do caso do juiz e professor de direito Marcos Scalercio, acusado de assediar sexualmente alunas e colegas de trabalho, fez com que outras vítimas decidissem compartilhar relatos semelhantes de assédio por parte do magistrado.

Em suas redes de atendimento, a Me Too Brasil, organização sem fins lucrativos que oferece assistência jurídica gratuita a vítimas de violência sexual, recebeu relatos de mais mulheres que disseram ter sido assediadas por Scalercio. São ao menos 59 advogadas, estagiárias, juízas, bacharéis e servidoras do TRT da 2ª Região.

Em comum entre os relatos, a conduta abusiva do professor, com diversas investidas de cunho sexual, e, em vários casos, a hesitação das vítimas em levar o caso a público por medo de retaliação e da descrença em uma possível denúncia. Algumas delas se recusaram a levar adiante as ocorrências pela dor de revisitar a experiência de assédio.

Entre os 59 relatos, uma ex-aluna de Scalercio afirma que passou a sofrer de depressão e síndrome do pânico. O impacto provocado a afastou por três anos dos estudos, aos quais retomou apenas recentemente.

“Achei que [os problemas que sofri] eram só por não conseguir alcançar as notas. Mas, na verdade, isso também pesou. Do tipo, ‘até onde vai a humilhação para conseguir alcançar um sonho?’”, escreveu ela.

Outro comportamento recorrente em boa parte dos relatos é a resposta grosseira do professor ao desinteresse e às negativas de alunas às suas tentativas. Segundo elas, Scalercio passava a tratá-las com indiferença, respondia às suas dúvidas “de qualquer jeito” e, em alguns casos, criticava as estudantes entre outros professores.

“Eu já sofri! Depois que não quis ficar com ele, começou a falar mal de mim para todos os professores. Ele vai chegando dizendo que quer ajudar, mas é tudo mentira. Conheço várias meninas que passaram por isso”, escreveu uma das vítimas.

As provocações de teor sexual são frequentes entre os prints enviados à organização. Em um dos casos, uma aluna relata que foi até o professor para tirar uma dúvida, e ele respondeu perguntando se ela gostava de “beijar na boca”.

Outra estudante disse que Scalercio havia prometido uma revisão de prova por videochamada, mas que, quando abriu a câmera, estava nu, se masturbando. “Nojento. Nunca falei disso com ninguém. Vou denunciar, sim. Sempre tive medo de retaliação no concurso, que é o sonho da minha vida”, lamentou.

Uma denunciante enviou o print de sua conversa com o juiz, que havia feito a ela uma pergunta sobre sexo. Ela disse a ele que, embora o considerasse “um cara incrível”, se sentiu constrangida com a mensagem. Em resposta, Scalercio desconsiderou o incômodo da mulher: “Uma pena que cortou [a conversa]. Boa noite e sucesso pra você.”

Ao todo, dos 59 relatos recebidos pelo Me Too Brasil, 18 foram encaminhados ao Conselho Nacional do Ministério Público e 2 ao MP-SP (Ministério Público de São Paulo).

Acusações
As denúncias recebidas pelo Me Too Brasil envolvem acusações de assédio sexual a três mulheres, cometidas entre os anos de 2014 e 2020. A organização encaminhou as denúncias para o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), em Brasília, após o TRT da 2ª Região ter afirmado que não havia provas suficientes para a abertura do processo.

As denunciantes são advogadas, estagiárias, juízas, bacharéis e servidoras do TRT. Segundo o relato das vítimas, elas foram agarradas e forçadas a beijar Scalercio em espaços privados e públicos. Uma delas o denunciou após ter participado de uma reunião de vídeo em que o juiz estava completamente nu e se masturbando, de acordo com o Me Too.

Em nota, o CNJ informou que os fatos relacionados ao juiz Marcos Scalercio estão sendo apurados sob segredo de Justiça. O pedido de providências é uma apuração preliminar, na qual ocorre a avaliação do fato e das provas existentes para estabelecer se a infração foi cometida ou não. Caso seja comprovada, poderá acarretar um processo administrativo disciplinar. Caso contrário, ocorrerá o arquivamento do procedimento.

O Me Too BR divulgou uma atualização a respeito do caso no início da noite desta quarta-feira: “Até esta quarta (17/8), rebemos 59 relatos de assédio pelas redes de atendimento do Me Too Brasil e o Projeto Justiceiras. Desses 59 relatos, 18 foram encaminhados ao Conselho Nacional do Ministério Público e 2 ao Ministério Público de São Paulo.”

Defesa do juiz
Em nota, os advogados de defesa do juiz afirmaram que as acusações contra Marcos Scalercio “já foram objeto de crivo e juízo de valor pelo órgão correcional e colegiado do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. Ele foi absolvido pelo tribunal e o caso foi arquivado”.

Segundo os advogados, foram ouvidas 15 testemunhas no processo. “O arquivamento, portanto, demonstrou que o conjunto probatório é absolutamente insuficiente para dar lastro em qualquer dos fatos relatados.”

Ainda em nota, a defesa destaca que o juiz nãquo é investigado criminalmente: “Scalercio não responde a qualquer resvalo na esfera criminal, sendo inverídica a informação que parte do pressuposto que o magistrado está denunciado criminalmente. É profissional de reconhecida competência e ilibada conduta pessoal, quer seja no âmbito acadêmico, quer seja no exercício da judicatura”.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Anvisa acaba com exigência de máscaras em aviões e aeroportos

por Redação 17 de agosto de 2022

A Diretoria Colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu por unanimidade, nesta quarta-feira (17), suspender a obrigatoriedade do uso de máscara em aviões e aeroportos, uma medida que estava em vigor desde o começo de 2020, como forma de diminuir a disseminação da Covid-19.

A medida passa a valer quando a decisão for publicada no Diário Oficial da União. O relator do processo, o diretor Alex Machado Campos, pediu ao diretor-presidente da Anvisa para que isso ocorra ainda hoje.

“O uso de máscaras deixa de ser obrigatório como uma medida de proteção da saúde coletiva e passa a ter lugar como importante medida de proteção à saúde individual”, disse.

A agência continua recomendando o uso da proteção por pessoas “vulneráveis ou com sintomas gripais”.

Para o relator, “não há questionamento quanto à proteção conferida pelo uso de máscaras faciais e distanciamento físico na disseminação da Covid-19”.

Entretanto, ele argumentou que, “considerando o atual cenário epidemiológico e o avanço da cobertura vacinal, entende-se que o momento permite uma flexibilização da obrigatoriedade do uso de máscaras faciais nas aeronaves e ‘lado ar’ [áreas de embarque e desembarque] dos aeroportos, propiciando maior conforto aos viajantes”.

O esquema de embarque e desembarque organizado por fileiras durante a pandemia para evitar aglomerações foi elogiado pelo relator, que acrescentou que este deve ser “um legado” da pandemia.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Brasil salta de um para mais de 3.000 casos de varíola do macaco em dez semanas

por Redação 17 de agosto de 2022

O Brasil superou nesta terça-feira (16) a marca de 3.000 casos confirmados de varíola do macaco, dez semanas após o primeiro paciente ser diagnosticado com a doença.

Com pelo menos 3.069 infectados nesse período, o Brasil já é o quarto país em número de casos, atrás apenas da Alemanha (3.143), da Espanha (5.856) e dos Estados Unidos (11.890).

Os dados foram compilados de acordo com o boletim desta segunda-feira (15) do Ministério da Saúde – os números de hoje ainda não foram divulgados – e com informações desta terça da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, onde a maioria dos casos está concentrada.

São Paulo tem hoje 2.103 diagnósticos, um acréscimo de 84 novos casos desde ontem. Em seguida, aparecem: Rio de Janeiro (355) e Minas Gerais (133).

As demais unidades da Federação com casos confirmados são:

• Distrito Federal: 116
• Goiás: 116
• Paraná: 62
• Rio Grande do Sul: 44
• Santa Catarina: 36
• Bahia: 26
• Pernambuco: 15
• Ceará: 14
• Mato Grosso do Sul: 10
• Rio Grande do Norte: 10
• Amazonas: 9
• Espírito Santo: 8
• Mato Grosso: 4
• Pará: 2
• Maranhão: 2
• Acre: 1
• Tocantins: 1
• Paraíba: 1
• Piauí: 1

Apenas Sergipe, Alagoas, Roraima e Amapá não têm diagnósticos confirmados da doença até o momento.

O boletim do Ministério da Saúde ainda mostra que há quase 4.000 casos suspeitos.

Em todo o mundo, já foram notificados neste ano mais de 32 mil casos de infecção pelo vírus monkeypox, em 89 países, sendo que em sete deles (Nigéria, República Democrática do Congo, República Centro-Africana, Gana, República do Congo, Camarões e Libéria) a doença é endêmica – condição em que há surtos frequentes.

O surto atual começou em maio, com os primeiros casos na Inglaterra e na Espanha. Em 23 de julho, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que a varíola do macaco representa uma ESPII (Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional), o nível mais alto de alerta da agência.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Traficante compra time de futebol com o dinheiro das drogas

por Redação 17 de agosto de 2022

Uma operação da polícia de Minas Gerais apreendeu quase R$ 850 milhões em mansões de traficantes. Essa foi a apreensão da maior quantia de dinheiro da história da Polícia Civil e do Ministério Público do estado. A Justiça também decretou a indisponibilidade de 15 imóveis dos suspeitos. Um deles, identificado como Sonni Clay Dutra, gastava dinheiro com festas, mulheres e chegou até a comprar um time de futebol, o Peñarol, de Ouro Preto.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Brasil tem a terceira maior taxa de juros no mundo

por Redação 17 de agosto de 2022

Apenas Argentina, com uma taxa de 60% ao ano, e Turquia, que aplica taxa de 14% ao ano, têm juros em nível superior aos do Brasil, mostra Infinity Asset.

O Brasil mantém a sua posição de terceiro país com a maior taxa de juros no mundo, segundo ranking global de juros nominais da Infinity Asset, em parceria com o MoneYou. Em primeiro lugar está a Argentina, com uma taxa de 60%, seguida da Turquia, que aplica taxa de 14%. O Brasil está na frente de Hungria, Chile e Colômbia.

No ranking de juros reais (taxa de juros atual, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses), o Brasil ocupa a primeira posição, ganhando o pódio desde a penúltima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). México, Hungria, Colômbia e Indonésia ocupam, respectivamente, os próximos lugares na lista.

coleta do relatório Focus do Banco Central de 4,81%, e a taxa de juros DI a mercado dos próximos 12 meses no vencimento mais líquido (agosto de 2023).

Em qualquer cenário, seja de alta de juros de 25, 50 ou 75 pontos percentuais, o Brasil mantém a colocação em primeiro lugar. Mesmo com a queda do preço de commodities, há um aumento expressivo no número de bancos centrais que sinalizam preocupação com a inflação, aponta o documento.

“Os programas de aperto quantitativo continuam lentos, e o movimento global de políticas de aperto monetário continuou a ganhar força”, contextualizam Infinity Asset e MoneYou. Entre os 167 países analisados pelo levantamento, 45,51% mantiveram os juros, 50,90% os elevaram e 3,59% os cortaram.

Veja os dez países com as maiores taxas de juros nominais
1º) Argentina: 60%.

2º) Turquia: 14%.

3º) Brasil: 13,75%.

4º) Hungria: 10,75%.

5º) Chile: 9,75%.

6º) Colômbia: 9%.

7º) Rússia: 8%.

8º) México: 7,75%.

9º) República Checa: 7%.

10º) Polônia: 6,50%.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEmprego

Congresso divulga novas regras trabalhistas em caso de calamidade

por Redação 16 de agosto de 2022

O Congresso Nacional promulgou a medida provisória (MP) que flexibiliza as regras trabalhistas em período de calamidade pública. A promulgação foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (16). O texto foi aprovado em 3 de agosto pelo Senado — com 51 votos a favor e 17 contra — e já tinha recebido o aval pela Câmara dos Deputados um dia antes (2). Caso não tivesse sido aprovada até o dia 7 deste mês, a MP teria perdido a validade.

A medida provisória retoma algumas das regras do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda que passa a ser permanente. Agora, os contratos de trabalho podem ser suspensos de forma temporária e a contrapartida aos trabalhadores afetados sai dos cofres da União na forma do Benefício Emergencial (BEM), a ser pago mensalmente.

A medida estabelece ainda que, em caso de calamidade pública, poderão ser adotadas como alternativas o regime de teletrabalho, a antecipação de férias individuais, a concessão de férias coletivas, o aproveitamento e antecipação de feriados, o banco de horas e a suspensão da exigibilidade dos recolhimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A MP foi promulgada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e também permite a redução da jornada de trabalho e dos salários dos trabalhadores. O período máximo previsto é de 90 dias, mas o prazo pode ser prorrogado enquanto durar o estado de calamidade.

Para o caso de teletrabalho (ou home office), a responsabilidade pelo custo dos equipamentos e reembolso de outras despesas devem estar previstas em contrato firmado entre o trabalhador e a empresa. Outro ponto previsto no texto é que os empregadores podem decidir unilateralmente sobre concessão de férias coletivas. As empresas só precisam informar 48 horas antes aos trabalhadores.

Suspensão do recolhimento do FGTS
A medida provisória determina ainda que o Ministério do Trabalho pode suspender por até quatro meses os recolhimentos do FGTS nos estabelecimentos situados em municípios que estiverem em estado de calamidade pública.

Os depósitos do FGTS deverão ser retomados após o fim das medidas alternativas, em seis parcelas, sem incidência de juros, multas ou outros encargos. A medida abrange todos os setores, independentemente do regime tributário ou de adesão.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

PF realiza operação contra grupo suspeito de invadir sites do governo

por Redação 16 de agosto de 2022

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (16) a Operação Dark Cloud, que faz parte da investigação sobre os ataques cibernéticos contra o governo federal. Os agentes estão cumprindo oito mandados de busca e apreensão contra um grupo suspeito de invadir sistemas do Ministério da Saúde e de outros órgãos do governo.

O inquérito foi instaurado em dezembro de 2021, quando ocorreu um ataque cibernético à página do ConecteSUS. Na época, a pasta informou que a invasão comprometeu o “Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI), o ConecteSUS e funcionalidades como a emissão do Certificado Nacional de Vacinação Covid-19 e da Carteira Nacional de Vacinação Digital.”

O tipo de ataque que o site do Ministério sofreu é chamado Ransomware, em que o invasor insere um código malicioso tornando os dados inacessíveis, geralmente usando criptografia.

Mandados de busca e apreensão
Segundo a PF, os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Paraíba, em Minas Gerais, no Paraná e em Santa Catarina. “As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 12ª Vara da Justiça Federal no Distrito Federal, após representação efetuada pela Polícia Federal no bojo das investigações,” diz a corporação.

De acordo com o inquérito, os ataques foram realizados por uma organização criminosa internacional dedicada a crimes cibernéticos, visando entidades públicas e de capital privado no Brasil, nos Estados Unidos, em Portugal e na Colômbia.

Além dos ataques à pasta, houve invasões aos seguintes órgãos: Controladoria-Geral da União (CGU), Ministério da Economia, Instituto Federal do Paraná (IFPR), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A Polícia Federal apura os crimes de organização criminosa, invasão de dispositivo informático, interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, radiotelegráfico ou telefônico, impedir ou dificultar-lhe o restabelecimento, corrupção de menores, com previsão no Estatuto da Criança e do Adolescente, e lavagem de capitais.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Inflação faz consumidor abandonar mais produtos na boca do caixa dos supermercados

por Redação 15 de agosto de 2022

Cresceu nos últimos meses o número de brasileiros que não conseguem levar para casa toda a comida que escolhe e coloca no carrinho do supermercado. O corte na compra ocorre na boca do caixa, quando o valor da conta passa do previsto. A saída tem sido abandonar desde itens básicos, como óleo de soja, até supérfluos, como refrigerantes.

Impulsionado pela alta de preços dos alimentos, o carrinho que fica nos caixas dos supermercados está cada vez mais cheio. Entre janeiro e junho deste ano, 4,997 milhões de itens foram abandonados. É um volume quase 16,5% maior que o do primeiro semestre de 2021, ou 704,9 mil itens a mais, revela pesquisa inédita feita pela Nextop. A empresa atua há 25 anos com tecnologia de segurança do varejo.

Por meio de inteligência artificial e de um grande banco de dados, foram extraídas informações autorizadas do movimento de caixa de 982 supermercados de médio e pequeno porte do País, que atendem a todas as faixas de renda e que juntos vendem R$ 5 bilhões.

Para chegar ao volume de produtos abandonados, Juliano Camargo, CEO e fundador da empresa, reuniu itens cancelados e produtos que o consumidor consultou o preço e desistiu. “Um crescimento de 16,42% na quantidade de itens abandonados é altíssimo e reflete que muita gente deve estar tomando susto”, afirma Camargo. Apesar de não ter uma série longa de dados, ele acredita que as devoluções não teriam aumentado se a inflação de alimentos estivesse controlada.

Em julho, o IPCA teve deflação de 0,68%, por causa dos corte de impostos de combustíveis e eletricidade. Porém, os preços da comida se aceleraram e aumentaram 1,3%, ante avanço de 0,8% em junho. Em 12 meses, alimento subiu 14,72%, ante IPCA de 10,07%.

O economista Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos do Varejo (Ibevar), ressalta a clareza desse indicador. “O tamanho da pilha de produtos deixados no caixa é a medida concreta do tamanho da crise.” Ele diz que indicadores de inflação, renda e emprego têm dimensão abstrata.

Sem referência
Além da falta de dinheiro, Felisoni acrescenta que a perda de referência de preços, provocada pela aceleração da inflação, e a pouca clareza da loja para passar a informação aos clientes podem contribuir para desistência da compra.

A Associação Brasileira de Supermercados não tem dados sobre devoluções. Marcio Milan, vice-presidente, diz que o resultado do estudo é um alerta para empresas e que eventualmente isso pode estar acontecendo em maior ou menor escala, dependendo do tipo de loja e da região.

Um ranking dos dez produtos mais devolvidos pelos consumidores no caixa de supermercado no primeiro semestre deste ano indica que a alta de preços da comida é generalizada: atinge pobres e ricos, com itens básicos e supérfluos.

Quem lidera a lista é o refrigerante, aponta um estudo da Nextop, empresa especializada em tecnologia de segurança. Na sequência vem o leite, seguido pelo óleo de soja, cerveja e açúcar. Dos dez itens que mais sobraram na boca do caixa, quatro são básicos – leite, óleo de soja, açúcar e farinha de trigo — e seis não tão essenciais — refrigerante, cerveja, molhos, biscoitos, hambúrguer e bebida láctea.

Quatro produtos mais abandonados no caixa – leite, óleo, cerveja e biscoito – também constam entre os dez que registraram as maiores quedas nas quantidades vendidas no varejo de autosserviço no primeiro semestre deste ano em relação a igual período do ano passado, segundo um levantamento inédito feito, a pedido do Estadão, pela NielsenIQ, consultoria que monitora as vendas dos produtos nos supermercados.

A cerveja puxa a fila dos itens com maiores quedas de venda em volumes apurada pela consultoria, com -15,6%, seguida pelo leite (-13,7%), cortes de frango (-11,6%), café (8,5%), legumes (-8,2%), óleo (-7%), queijos (-6,5%), biscoitos (-5,1%), industrializados de carne (-2,8%) e cortes bovinos (-2,7%).

Não por acaso, vários desses produtos estão entre os que mais registram altas de preços nos últimos meses, como leite, café, óleo, carne, biscoito, por exemplo, segundo o IPCA, índice oficial de inflação.

A freada brusca do consumidor na reta final das compras provoca um efeito em cascata. O encalhe faz com que os supermercados comprem volumes menores da indústria e esfriem o ritmo de produção e atividade. “Hoje, o nível de estoques dos supermercados é o mais baixo dos últimos anos”, afirma Juliano Camargo, CEO da Nextop.

Na opinião de Marcio Milan, vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados, o setor está fazendo compras mais planejadas por conta dos níveis de inflação atingidos. “As negociações estão muito mais intensas, à procura sempre do menor preço.” Segundo ele, falta de algum produto é algo momentâneo e não há indicação de desestocagem.

Mais trabalho
O movimento de devolução nas prateleiras de itens deixados pelo consumidor no caixa cresceu desde o mês passado numa loja da capital paulista onde Marcos Paulo da Silva Moura é subgerente. “Antes, eram no máximo dois carrinhos por período e agora são de três para cima.” Entre os itens que mais retornam às prateleiras estão carne e os supérfluos, como biscoitos, frios e laticínios. Estes últimos voltam imediatamente para a geladeira para evitar perdas. O maior ritmo de devolução aumenta a carga de trabalho do pessoal de loja.

A aposentada Maria do Carmo Azevedo, de 63 anos, que ganha um salário mínimo e faz bico como diarista, por exemplo, já deixou produto no caixa várias vezes. Com um pacote de pão na mão e outro de mandioquinha e abóbora – ingredientes para preparar a sopa -, na última quarta-feira ela conferia o preço do biscoito, que, segundo ela, subiu de R$ 3 para 6,98, e fazia contas. “Se passar de R$ 30 vou ter de tirar alguma coisa, porque amanhã tem de comprar pão de novo.”

Maria do Carmo conta que ficou muito constrangida nas ocasiões em que teve de devolver produtos na boca do caixa. “Já aconteceu isso algumas vezes por eu ter feito conta errada e também por me surpreender com os preços: hoje é um e amanhã é outro.”

Já a consumidora Juliana Gomes Rosa, de 35 anos, casada e mãe de dois filhos, que trabalha no mercado financeiro, nunca teve de devolver produto no caixa. Mas a seleção é feita antes. “Tenho deixado de escolher coisas que gostaria de comprar”, conta.

De seis meses para cá, Juliana sentiu uma diferença muito grande nos preços e no gasto da compra do mês. Até pouco tempo desembolsava, em média, R$ 1.500. Hoje gasta um pouco mais de R$ 2.000, mesmo tendo reduzido a compra de itens não essenciais, como chocolates e laticínios, e cortado quantidades de básicos, como açúcar. “O nosso poder de compra não aumentou e os preços estão um absurdo.”

Ela explica que o aumento da inflação levou à perda de referência de preços de vários produtos, como leite, café, ovos, óleo, azeite, por exemplo. Juliana diz que ela, como todos os brasileiros, está tentando viver um dia após o outro para não ficar ansiosa e ter reflexos em outras áreas da vida. “Toda essa situação não impacta só as compras: é a viagem, a escola. Tudo isso a gente tira para poder se alimentar.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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