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Categoria:

Brasil

BrasilSegurança

Brasil tem ‘apagão’ de dados sobre raça das vítimas em casos de homicídios elucidados

por Redação 8 de agosto de 2022

Entre os casos de homicídios de 2019 solucionados no país, apenas três estados sabem informar dados sobre raça e cor das vítimas, segundo pesquisa do Instituto Sou da Paz, divulgada na terça-feira (2). São eles: Rio de Janeiro, Mato Grosso e Pernambuco.

Apesar disso, o estudo mostra que até mesmo os três estados fornecem essas informações de forma limitada. Os três estados divulgaram, respectivamente, informações sobre raça em 23%, 15% e 1% das denúncias em que houve a elucidação dos crimes.

Esse “apagão” de dados significa que as instituições não se atentam à possibilidade de que a atuação tenha vieses distintos a partir do perfil das vítimas, pondera Beatriz Graeff, pesquisadora do instituto.

“Assim, não se consegue planejar o aprimoramento da atuação dos órgãos, já que não há dados que façam enxergar o problema. Também não se consegue fornecer respostas adequadas de acordo com o perfil das vítimas”, afirma Graeff ao R7.

A diretora do Sou da Paz, Carolina Ricardo, vê com preocupação a ausência de dados sobre raça em 89% dos estados brasileiros: “O desenho de políticas não pode deixar de levar em consideração que há uma parcela da população afetada pela violência letal de forma desproporcional em razão do racismo, da discriminação e da desigualdade de renda.”

A quinta edição da pesquisa “Onde mora a impunidade?” revelou, ainda, que o país elucidou somente 37% dos homicídios ocorridos em 2019 até o fim do ano seguinte, o que representa uma queda em relação a 2018, com 44% dos casos solucionados. A baixa se deu por dois fatores principais, segundo Graeff.

O primeiro foi o acréscimo de três estados que fornecem esses dados de 2018 para 2019, e que, por não realizarem essa coleta de informações regularmente, podem oferecer os números de forma imprecisa.

“À medida que agregamos novos estados à pesquisa, existe uma flutuação relacionada a esses números. Estados menos estruturados eventualmente têm dados que puxam o indicador nacional para baixo”, explica ela.

O outro motivo tem a ver com os recursos destinados por cada federação a todo o processo de investigação dos homicídios. Esses resultados negativos, aponta ela, se relacionam a um baixo investimento na melhoria desses procedimentos, como protocolos mais bem desenhados, qualificação dos policiais e perícia técnica.

Por fim, a pesquisadora ressalta também a necessidade de articulação entre as diferentes instituições que formam a segurança pública e a justiça criminal.

“Desde a Polícia Militar, que é a primeira a chegar ao crime e preservar o local, a perícia técnica, os recursos tecnológicos que o estado disponibiliza à perícia, a formação das equipes de investigação, são todos fatores que influenciam [na qualidade dos dados]”, afirma.

Estados com maiores e menores taxas de esclarecimento de homicídios
Entre os 19 estados que forneceram dados sobre homicídios de forma completa em 2019, Rondônia foi o que mais solucionou casos, com percentual de 90%. Logo atrás estavam Mato Grosso do Sul (86%) e Santa Catarina (78%).

Os que menos esclareceram casos foram o Rio de Janeiro (16%), e, com 24% denúncias geradas cada, Bahia, Pará e Piauí.

Em oito estados, os ministérios públicos e tribunais de Justiça não conseguiram oferecer os dados necessários para o cálculo dos dados dentro dos critérios utilizados pelo Sou da Paz: Alagoas, Amazonas, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins.

Apesar de ainda serem oito os estados com ausência desses números, Beatriz Graeff vê como um dado positivo o aumento — de 16 para 19 — na quantidade de federações que fornecem as informações em relação ao ano anterior.

“Significa que as instituições, ministérios públicos e tribunais de Justiça, estão melhorando seus sistemas e possibilitando a extração desses dados dos seus sistemas. Todo incremento é positivo, e sinaliza a importância de dar visibilidade a esse tema, e como isso reflete em planejamento e melhorias da atuação para investigar os homicídios”, afirma a pesquisadora.

Recomendações
Com base em questões apontadas pela pesquisa, o Instituto Sou da Paz oferece recomendações para a resolução dos problemas, bem como alternativas para aprimorar as investigações de homicídio no país e o esclarecimento dos crimes.

Três recomendações para resolução das principais dificuldades identificadas pelo estudo:

  • Priorizar a organização e disponibilização de informações sobre investigação e esclarecimento de homicídios a partir de um órgão federal que contribua para a fiscalização dos órgãos estaduais do sistema de Justiça e segurança, como o CNMP e o CNJ;
  • Desenvolver ou aperfeiçoar plataforma digital nacional capaz de sistematizar e cruzar dados sobre denúncias criminais referentes a ocorrências de homicídio doloso consumado;
  • Padronizar os sistemas de informação dos MPs estaduais e promover a integração com os sistemas utilizados pelos TJs e pelas SSPs estaduais.

Oito recomendações focadas no aprimoramento das investigações de homicídio e consequente aumento das chances de elucidação de autoria desses crimes:

  • Sistematizar e normatizar os processos de treinamento e capacitação contínua dos agentes responsáveis pelo primeiro atendimento a ocorrências de homicídio, em geral policiais militares ou guardas civis, de forma a assegurar a preservação adequada do local do crime;
  • Garantir a disponibilidade ininterrupta de equipes completas (delegado, investigadores e peritos) de atendimento de local de crime para chegada célere a todas as regiões dos estados;
  • Criar equipes especializadas focadas na investigação de homicídios, organizadas numa lógica que contemple o território;
  • Fortalecer as perícias criminais (equipamentos, concurso e formação), ofertando mais equipamentos e recursos materiais e humanos para que os laudos técnicos sejam realizados com mais agilidade e precisão, seguindo protocolos e melhores práticas;
  • Elaborar e disseminar doutrina de investigação de mortes violentas e intencionais com a fixação de protocolos comuns de ação entre as instituições de segurança e de justiça criminal;
  • Criar mecanismos e infraestrutura para viabilizar o rastreamento das armas de fogo e munições, bem como a confrontação balística, contribuindo para a consolidação do Banco Nacional de Perfis Balísticos;
  • Pactuar diretrizes de investigação de homicídios que possam nortear os procedimentos adotados pelos estados brasileiros.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Estados Unidos declaram emergência nacional de saúde por varíola do macaco

por Redação 4 de agosto de 2022

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (4) que irá declarar emergência sanitária nacional devido ao surto de varíola do macaco (monkeypox) no país, no qual já foram registradas milhares de infecções embora, até o momento, sem mortes.

“Estamos preparados para levar nossa resposta ao próximo nível”, afirmou hoje o secretário de Saúde dos EUA, Xavier Becerra, em uma conversa por telefone com jornalistas.

Segundo os CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, haviam sido confirmados 6.616 casos até a tarde desta quinta-feira, tornando o país o local do mundo com maior número de infecções.

Em seguida, aparecem Espanha (4.577), Alemanha (2.781), Reino Unido (2.759), França (2.239) e o Brasil (1.721).

Globalmente, já são 26.208 em 87 países. Deste total, 25.864 foram registrados em 80 países onde a varíola do macaco não é uma doença endêmica.

Os demais ocorreram na República Democrática do Congo, República do Congo, República Centro-Africana, Camarões, Nigéria, Gana e Libéria.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) também elevou o seu nível de alerta, em 23 de julho, ao declarar que a monkeypox é uma ESPII (Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Afastamento por Covid-19 cai 90% e doença deixa de ser principal causa

por Redação 4 de agosto de 2022

A Covid-19, que foi o principal motivo de afastamento do trabalho em 2021, passou para o 29º lugar na lista de doenças que mais registraram benefícios por incapacidade, o antigo auxílio-doença, do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) neste ano.

Segundo levantamento do Ministério do Trabalho e Previdência, feito a pedido do R7, nos seis primeiros meses de 2022 foram 6.537 afastamentos por Covid-19 ante 64.561 registrados no mesmo período do ano passado, uma queda de 90%.

No ano inteiro de 2021, houve 98.787 casos de pessoas afastadas por infecção pelo coronavírus. Em 2020, esse número chegou a 37.045, de abril a dezembro.

O advogado trabalhista João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin, afirma que essa queda não surpreende, já que o Brasil conseguiu controlar a doença causada pelo coronavírus. “Era esperado que diminuísse o número de afastamentos, muito em razão da vacinação. Então, o que era uma regra (o afastamento) se tornou uma exceção. Hoje não se vê um grande número de pessoas que se afaste do trabalho por essa razão”, avalia Badari.

O Brasil já soma 679 mil mortes pela doença desde o começo da pandemia, em março de 2020. Desde o início da vacinação, em janeiro de 2021, foram aplicadas 462.563.664 doses, e 170.620.604 (79,98% da população) pessoas foram totalmente imunizadas.

O critério do governo é listar somente as doenças que geraram indenização do INSS, ou seja, aquelas que fazem o trabalhador ser afastado por mais de 15 dias.

Badari explica que o afastamento até o 15º dia é pago pela empresa, mas a partir do 16º quem paga é o INSS. “Se o médico disser que o afastamento é de até 15 dias, você se afasta para obter sua recuperação, e a empresa é quem paga o salário. A partir de 15 dias, você marca uma perícia, leva um documento médico, e o perito vai dizer quanto tempo você tem de afastamento. Nesse caso, quem deve pagar pelo afastamento é o INSS.”

A primeira causa de afastamento no ranking deste ano é o leiomioma do útero, um tumor benigno. Para Guilherme Macedo Silva, advogado trabalhista, do escritório Greco, Canedo e Costa Advogados, o resultado surpreende. “Normalmente, as doenças que mais costumam afastar são dores na coluna. Recentemente, também se observa o crescimento de patologias de ordem psicológica. Já temos até decisões judiciais acerca disso”, afirma Silva.

Confira abaixo as dez primeiras causas de afastamento de janeiro a junho de 2022:

Os problemas relacionados à coluna, muito comuns em toda a série histórica, podem ser causados por diversos fatores, entre eles a falta de condições adequadas de trabalho, como cadeiras não ergonômicas em escritórios. “As empresas devem investir mais na qualidade do espaço laboral, na ergonomia do funcionário, e isso traz para ela menor possibilidade de afastamento por esses motivos”, diz João Badari.

Além disso, o advogado explica que o afastamento é definido pelo médico, e não pela empresa, mas que não é o fato de o empregado portar a doença que o afasta, mas sim a própria incapacidade, ou seja, precisa estar intimamente relacionada à incapacidade para a profissão, de modo que impeça o trabalhador de exercê-la.

Então, se duas pessoas têm o mesmo problema na coluna, mas uma delas exerce profissão que exija levantar muito peso e a outra não, pode ocorrer de somente uma delas ser afastada.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Varíola do macaco: posso pegar na academia ou no ônibus? Veja risco de acordo com atividades e locais

por Redação 4 de agosto de 2022

Principal forma de contrair o vírus é por meio do contato de pele, especialmente se houver lesões características da infecção pelo vírus monkeypox.

Diante do aumento de casos de varíola do macaco (monkeypox) no Brasil, também cresce o temor das pessoas de pegarem a doença, transmitida principalmente pelo contato prolongado de pele.

Recentemente, a emissora de TV NBC Chicago entrevistou especialistas para estabelecer o grau de risco em atividades rotineiras como, por exemplo, ir a festas, provar roupas em lojas ou simplesmente usar o transporte público.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou, na semana passada, que o principal meio de transmissão do vírus monkeypox no surto atual é o contato sexual. A mesma constatação foi feita pelos CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos.

Com base nisso e em informações dos CDC, médicos e cientistas têm compartilhado nas últimas semanas uma espécie de escala de risco, para que as pessoas saibam como se proteger (veja a imagem abaixo).

O contato prolongado com pessoas que estejam com lesões na pele – características da varíola do macaco – é considerado de alto risco, assim como atividades sexuais.

Os CDC afirmaram nesta semana que, “até 15 de julho de 2022, a transmissão durante interações rápidas (como uma breve conversa) entre pessoas próximas e de longa duração (como passageiros sentados perto de uma pessoa com varíola do macaco em um avião) ou durante visita a serviços médicos não foi relatada por nenhuma pessoa com varíola do macaco”.

O risco é considerado baixo em atividades em que as pessoas estejam vestidas e não haja contato prolongado.

Recomendações
Para as pessoas que tenham diagnóstico confirmado ou suspeita de infecção pelo vírus monkeypox, as recomendações dos CDC incluem:

• Isolar-se em casa desde o início dos sintomas, especialmente após o surgimento de lesões na pele.
• Evitar contato próximo ou físico com pessoas e animais.
• Cobrir as lesões e utilizar máscara bem ajustada ao rosto sempre que precisar se deslocar para um serviço médico.
• Não compartilhar itens como talheres, roupas de cama e toalhas.
• Evitar contato íntimo, inclusive sexual, com outras pessoas.
• Lavar frequentemente as mãos com água e sabão, especialmente após tocar nas erupções cutâneas.

O período de isolamento só poderá ser suspenso quando todas as lesões tiverem secado e uma nova camada de pele nascido nas áreas afetadas. Em casos que transcorrem normalmente, esse período pode variar de 15 a 28 dias.

Cinco pontos que cientistas ainda desconhecem sobre a varíola do macaco

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Testemunha diz que criança que morreu em parque de SP foi atingida por brinquedo religado

por Redação 2 de agosto de 2022

O menino Murillo Ferreira dos Santos, de 10 anos, que morreu após cair de um brinquedo em um parque de diversões localizado no Sacomã, na zona leste de São Paulo, teria descido do equipamento desligado. Segundo o testemunho de uma vizinha, um profissional teria religado o equipamento antes que o garoto conseguisse sair. Nesse momento, já em solo, ele foi atingido pelo brinquedo giratório.

Inicialmente, foi revelado que ele teria caído de um brinquedo conhecido como “xícara”. Entretanto, testemunhas afirmaram que, na verdade, a morte ocorreu no equipamento chamado de “dance” que também é giratório, mas é maior e mais pesado do que a xícara.

O brinquedo não possuía cinto de segurança, apenas uma trava. A vizinha da família de Murillo, Joshua Camargo, estava com ele no momento do acidente. “Ele estava descendo, mas o moço religou o brinquedo. As pessoas começaram a gritar: ‘O menino vai cair’, nisso ele realmente caiu e começou a rodar com o brinquedo”, explicou à reportagem.

Joshua afirma, ainda, que tentou pular na frente para impedir que as partes dos brinquedos continuassem atingindo a criança. “Tentei puxar ele, mas não consegui, e aconteceu que o Murillo veio a falecer”, concluiu.

O menino chegou a ser levado ao hospital com vida, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com a família, não havia nenhum socorrista presente no parque no momento do acidente.

O dono do estabelecimento não quis gravar entrevista. Peritos estiveram no local e interditaram o brinquedo, mas os demais equipamentos do parque seguiram funcionando normalmente.

O caso foi registrado na 26ª DP (Sacomã) como morte suspeita e queda acidental.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Biden: ataque dos EUA no Afeganistão mata líder da Al Qaeda

por Redação 2 de agosto de 2022

O líder da Al Qaeda, Ayman al-Zawahiri, foi morto em um ataque dos Estados Unidos no Afeganistão no fim de semana, disse o presidente norte-americano, Joe Biden, nesta segunda-feira, no maior golpe para o grupo militante desde que seu fundador, Osama bin Laden, foi morto em 2011.

Zawahiri, um cirurgião egípcio que tinha uma recompensa de 25 milhões de dólares por sua cabeça, ajudou a coordenar os ataques de 11 de setembro de 2001 que mataram quase 3.000 pessoas nos EUA.

Autoridades norte-americanas, falando sob condição de anonimato, afirmaram que os EUA realizaram um ataque de drone em Cabul, a capital afegã, às 6h18 no horário local.

“Agora a justiça foi feita e esse líder terrorista não existe mais”, disse Biden em declaração na Casa Branca. “Nós nunca recuamos.”

A inteligência dos EUA determinou com “alta confiança” que o homem morto era Zawahiri, disse um alto funcionário do governo a repórteres. Nenhuma outra vítima ocorreu.

“Zawahiri continuava a representar uma ameaça ativa às pessoas, aos interesses e à segurança nacional dos EUA”, disse o funcionário em uma teleconferência. “Sua morte é um golpe significativo para a Al Qaeda e degradará a capacidade de operação do grupo.”

Houve rumores da morte de Zawahiri várias vezes nos últimos anos, e há muito tempo se diz que ele estava com problemas de saúde.

Sua morte levanta questões sobre se Zawahiri recebeu refúgio do Taliban após a tomada de Cabul em agosto de 2021.

O ataque de drone é o primeiro ataque conhecido dos EUA no Afeganistão desde que tropas e diplomatas dos EUA deixaram o país em agosto de 2021.

A operação pode reforçar a credibilidade das afirmações de Washington de que os Estados Unidos ainda podem enfrentar ameaças dentro do Afeganistão sem uma presença militar no país.

Em um comunicado, o porta-voz do Taliban Zabihullah Mujahid confirmou que um ataque ocorreu e o condenou veementemente, chamando-o de violação de “princípios internacionais”.

O paradeiro de Zawahiri –com rumores apontando para a área tribal do Paquistão ou dentro do Afeganistão– era desconhecido até o ataque.

Um vídeo divulgado em abril no qual ele elogiava uma muçulmana indiana por desafiar a proibição de usar um véu islâmico dissipou os rumores de que ele havia morrido.

Uma forte explosão ecoou por Cabul na manhã de domingo.

“Uma casa foi atingida por um foguete em Sherpoor. Não houve vítimas porque a casa estava vazia”, disse Abdul Nafi Takor, porta-voz do Ministério do Interior, mais cedo.

Uma fonte do Taliban, pedindo anonimato, afirmou que houve relatos de pelo menos um drone sobrevoando Cabul naquela manhã.

Acredita-se que Zawahiri, com outros membros de alto escalão da Al Qaeda, tenha planejado o ataque de 12 de outubro de 2000 ao navio USS Cole no Iêmen, que matou 17 marinheiros norte-americanos e feriu mais de 30 outros, disse o site Rewards for Justice.

Ele foi indiciado nos EUA por participação nos atentados de 7 de agosto de 1998 contra as embaixadas dos EUA no Quênia e na Tanzânia que mataram 224 pessoas e feriram mais de 5.000.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Polícia envia para perícia material biológico recolhido em casa onde família ficou presa por 17 anos

por Redação 1 de agosto de 2022

A Polícia Civil confirmou, nesta segunda-feira (1º), ter encaminhado para a perícia material biológico humano encontrado na casa em Guaratiba, zona oeste do Rio, onde uma família foi mantida presa por 17 anos.

No sábado (30), os agentes da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Campo Grande estiveram no imóvel para apurar uma denúncia anônima de um suposto corpo de uma filha do agressor que teria morrido e sido enterrada no local.

Com o apoio de dois cães do Corpo de Bombeiros, a polícia encontrou o material que pode indicar um corpo em decomposição.

A polícia esclareceu, por meio de nota, que foram recolhidas amostras de terra e restos de materiais parcialmente robustos para análise no Instituto de Criminalística Carlos Éboli.

A delegada Cristiane Carvalho disse, em entrevista ao Balanço Geral RJ, que a investigação apura a denúncia sobre um terceiro filho, morto por desnutrição, que teria sido enterrado na residência.

“Os cães apontaram um ponto do terreno. Foi realizada escavação, mas não foi encontrado nada visível aos olhos. Diante disso, junto com a perícia de local, recolhemos amostra de terra,que foram encaminhadas para análise”, explicou.

O homem que mantinha a mulher e dois filhos em cárcere privado teve a prisão mantida durante a audiência de custódia, segundo a polícia. Ele está preso pelos crimes de tortura, cárcere privado e maus-tratos.

De acordo com as investigações, a mãe e os dois filhos ficavam em um cômodo úmido, escuro e sem ventilação. O policial que participou do resgate afirmou que os jovens, de 19 e 22 anos, tinham aparência de criança devido aos problemas no desenvolvimento.

A família, encontrada com quadro de desidratação e desnutrição grave, já recebeu alta do hospital e foi levada para a casa de parentes.

Também está em investigação o motivo de o caso ter sido denunciado há dois anos, mas a família ter sido resgatada por policiais militares somente na última quinta (28).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Nota de R$10 perde 25% do valor em cinco anos; veja o que ela compra no supermercado

por Redação 1 de agosto de 2022

Em cinco anos, a nota de R$ 10 perdeu um quarto do seu valor. Hoje, o que é possível comprar com essa cédula poderia ser adquirido por R$ 7,50 em 2017. A perda do valor da moeda pode ser diretamente sentida dentro dos supermercados. No período, a cesta básica teve uma variação de 74,28%, percentual superior ao registrado pelo IPCA (Índice de Preços Amplo ao Consumidor) de 33,60%.

Os cálculos feitos pelo matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho mostram uma aceleração da inflação nos últimos cinco anos. “O aumento foi desproporcional. Nesse tempo, os preços dos itens de alimentação subiram em proporção muito maior”, analisa.

“Os alimentos têm um peso grande na inflação, outros produtos também pesam, mas a cesta básica aumentou bastante, o que mostra como a inflação afetou a população de baixa renda. O detalhe importante a ser observado é que os produtos de alimentação subiram numa proporção muito maior que a inflação”, completa Dutra.

Já a queda do poder aquisitivo da cédula de R$ 10 em relação a julho de 1994 é de 86,70%. Isso significa que o que essa nota compra poderia ser adquirido por somente R$ 1,33 há 28 anos. Mas no período o IPCA acumula alta de 653,07%, percentual inferior à variação da cesta básica registrada desde 1994, 1.053%

Os preços antes e depois
Dados históricos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), na cidade de São Paulo, em comparação com preços apurados pelo R7 no supermercado, mostram a disparada nos valores dos produtos nos últimos anos.

O feijão carioquinha (1 kg), tipo mais barato, custa hoje no supermercado R$ 7,99. No mesmo mês em 1994 ele custava R$ 1,11 e, em 2017, R$ 6,17.

O preço do leite saltou para R$ 6,79 em 2022. Há cinco anos, esse produto podia ser levado pelo consumidor por R$ 3,82. Já há 28 anos, custava R$ 0,53.

A farinha de trigo, que hoje custa R$ 5,99, era comprada por R$ 3,13, em 2017, e por R$ 0,55, em 1994.

O pão francês é outro produto que subiu bastante desde o Plano Real. A unidade sai por cerca de R$ 1 em 2022, e cinco anos atrás, o preço era R$ 0,56. Já há 28 anos custava menos de 10 centavos.

O café (250g), que era comprado por R$ 1,88 em 1994, subiu para R$ 5,60 em 2017. Cinco anos depois, o valor do produto passou para R$ 10,49.

O preço do óleo de soja hoje é de R$ 9,99, mas o produto já pôde ser comprado por R$ 0,94 há 28 anos. Enquanto, cinco anos atrás, ele era adquirido nos supermercados por R$ 3,47.

O açúcar custava apenas R$ 0,74 em 1994 e R$ 2,87 em 2017. Hoje, o mesmo produto é vendido por R$ 4,19.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Falta de remédios e até de soro fisiológico faz cirurgias e exames serem adiados no Brasil

por Redação 31 de julho de 2022

O Brasil vive uma crise de desabastecimento de remédios e insumos utilizados em cirurgias e exames que está fazendo com que milhares de procedimentos sejam comprometidos.

De acordo com uma pesquisa recente divulgada pela CNSaúde (Confederação Nacional de Saúde), das 14 unidades da federação que responderam ao questionário, todas estavam em falta de algum medicamento ou insumo básico, como soro fisiológico, por exemplo.

“Se reportarmos desde o início da pandemia, nós temos vivido vários momentos com falta de alguma classe de insumo médico. Agora, quando chegou, enfim, em 2022, em fevereiro, os secretários municipais emitiram uma nota falando sobre a dificuldade de comprar alguns produtos”, afirma o presidente do CNSaúde, Breno Monteiro.

E complementa: “no [setor] privado, isso demorou um pouco mais a chegar, até que em junho nossos associados começaram a reportar esse problema grave”.

A pesquisa mostrou que a maioria dos estabelecimentos, principalmente hospitais, está com dificuldades de adquirir os medicamentos neostigmina (50,5%), aminofilina (41%), metronidazol bolsa (41,9%), amicacina injetável (40%), atropina (49,5%), dipirona injetável (62,9) e outros (32,5%).

Metade das instituições de saúde que reportaram, por exemplo, falta de neostigmina (medicamento indicado para várias doenças musculares) está com estoques abaixo de 25%.

De acordo dados do SindHosp (Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo), no período de 1º a 14 de julho, 67 hospitais privados também reportaram falta de medicamentos, sendo que apenas cerca de 10% das instituições não estavam enfrentando este déficit.

Alguns exemplos dos remédios mais em falta nas organizações de São Paulo são a dipirona (14,53%), antibióticos em geral (11,69%) e ocitocina (10,48%).

Em entrevista em maio deste ano, o presidente do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), Wilames Freire Bezerra, já caracterizava a falta de dipirona como alarmante.

“Estamos recebendo manifestações de muitos municípios do país. Há essa preocupação, até porque estamos em um momento de retomada dos processos de cirurgias eletivas, de movimentação dos centros cirúrgicos, e isso nos preocupa”, alerta Bezerra.

A falta foi atribuída à interrupção de produção do principal fabricante do princípio ativo, responsável por cerca de metade do quantitativo distribuído no país, e situação ainda não se regularizou.

Soro fisiológico e contraste radiológico
Também foram apontados na lista de desabastecimento o soro fisiológico e o contraste radiológico. Segundo a CNSaúde, o insumo mais preocupante no país é o soro, que já está em menor proporção em cerca de 87% das unidades.

No entanto, em São Paulo, o SindHosp apontou o contraste como o principal insumo em falta, reportado por 13,31% dos hospitais, seguido pelo soro (12,90%).

O conselho também descobriu que 40% das instituições indicam o mercado com preços 100% acima do usual como um dos motivos para a dificuldade de acesso ao soro.

“87% dos associados não têm estoque [de soro] para os próximos 30 dias. O contraste radiológico – quase metade do mercado brasileiro é abastecido por empresas chinesas que sofreram lockdown no mês de maio e pararam de produzir esse insumo – parou de chegar para o Brasil e desabasteceu nossas unidades”, diz Monteiro.

Outro fator que piora a situação, segundo o presidente, é o prazo de 30 dias que os vendedores estipulam para entrega do insumo, que aumenta a lacuna entre a necessidade e o recebimento do produto.

O resultado não é positivo tanto para os pacientes quanto para os hospitais, que, possivelmente, terão que priorizar tratamentos.

“O hospital cancela as [cirurgias] eletivas; os exames que podem ser adiados são adiados, os tratamentos que podem ser adiados são adiados; e você dá prioridade para as urgências, ou os tratamentos que não devam ser remarcados”, acrescenta o presidente.

O dirigente da CNSaúde explica que diversos tratamentos não estão sendo adiados por apenas 20 dias (período recomendado), mas sim por dois anos e mais 20 dias, por conta da pandemia.

“Na hora em que a população se sente segura de voltar a realizar suas prevenções, seus check-ups, vem um desabastecimento como esse”, lamenta.

Todavia, existem terapias que não podem ser remarcadas e dependem dos insumos.

“Dentro desse desabastecimento, existe um risco de prejuízo à saúde da população, como em uma clínica de diálise, que não pode faltar soro. A situação é diferente de uma tomografia para fazer uma prevenção, verificar se tem algum risco cardíaco, que pode ser adiada por 20 dias sem trazer risco nenhum”, complementa Monteiro.

Necessidades da diálise
No Brasil, segundo dados da SBN (Sociedade Brasileira de Nefrologia), o número de pacientes com DRC (doença renal crônica) avançada é crescente. Atualmente, mais de 140 mil pacientes fazem diálise.

De acordo com o nefrologista Claudio Luders, do Hospital Sírio-Libanês, o procedimento é de alta complexidade, e o soro fisiológico é essencial em diversas etapas.

“Antes de começar a diálise, o sangue vai passar numa máquina, dentro de linhas (tubinhos), depois ele passa no filtro e retorna para o paciente. Eu preciso preencher essas linhas com algumas soluções para não ter ar lá dentro, então, ela é preenchida com soro fisiológico. Essa etapa, se for o primeiro uso do paciente, não tem como ser substituída”, esclarece Luders.

Mas, não é apenas neste momento que o profissional necessita da disponibilidade do soro.

“Durante a sessão de diálise, temos um soro presente para caso o paciente tenha alguma queda de pressão, ou câimbras, por exemplo.”

O nefrologista também complementa dizendo que, ao final da sessão, o soro é crucial para devolver o sangue ao paciente, pois as linhas vão ser preenchidas. O material até pode ser reaproveitado em outro momento, mas contém limitações.

“O paciente que faz diálise, os filtros e as linhas podem ser reutilizados. Quando eles são reutilizados, são preenchidos com uma solução desinfetante, um peróxido. Mas, eu não consigo tirar esse peróxido sem soro, consigo tirar uma boa parte, mas eu vou acabar lavando algumas partes dessas linhas e eu vou precisar de soro. Logo, o impacto de não tê-lo é profundo, praticamente inviabiliza fazer diálise”, alerta Luders.

Cada paciente dialítico, segundo o profissional, vai ter uma tolerância variável de dias sem o procedimento. Podem ser dois, três, mas a partir de quatro dias ele já começa a ter risco de morte.

“Do pessoal que faz diálise, tem uma turma que tem diurese residual, que urina um pouco, e esse paciente tem uma tolerância maior a ficar um intervalo um pouquinho maior sem diálise. Mas, quem não urina nada, a tolerância é muito baixa, e se ele está no esquema de diálise três vezes por semana, habitualmente ele não pode perder nenhuma sessão, porque senão ele passa a ter o risco de complicações muito graves e até fatais”, diz o nefrologista.

Desdobramentos
Vale ressaltar que não apenas a diálise necessita de soro, Luders reitera que as medicações hospitalares, geralmente, são diluídas em algum soro. Sendo assim, ele é essencial.

O presidente da CNSaúde ressalta que o soro hospitalar é produzido “quase que na totalidade no Brasil”, portanto não dependemos de mercados externos.

“Esse é um problema que só quem pode identificar é o Ministério da Saúde e a Anvisa – onde é que estaria esse gargalo, essa dificuldade de produção que tem feito com que falte nas nossas unidades. Nós somos dependentes deles, estamos aqui na ponta com a dificuldade de comprar, tendo que adiar procedimentos, tendo que dar justificativa para o usuário e esses órgãos não trazem, realmente, nenhuma novidade”, aponta Monteiro.

No caso dos contrastes radiológios, em nota, o Ministério da Saúde informou que os hospitais devem racionalizar o seu uso “para exames e procedimentos médicos, até que ocorra a normalização do fornecimento do produto.” Sendo assim, devem priorizar as emergências e urgências, por exemplo.

A pasta também autorizou recentemente um repasse de quase R$ 127 milhões para compra de medicamentos nos estados, municípios e Distrito Federal, de julho a setembro, por meio de uma portaria publicada no DOU (Diário Oficial da União) na última quinta-feira (28). A expectativa é que a situação se normalize após o período.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Brasil tem 46% de aumento de ataques cibernéticos no segundo trimestre deste ano

por Redação 29 de julho de 2022

Um levantamento feito pela Check Point Research (CPR) mostrou aumento histórico de ataques ransomware no mundo – tipo de malware usado por cibercriminosos para sequestrar o computador da vítima e cobrar resgate. Segundo a organização de cibersegurança, uma em cada 40 organizações foi impactada pelo crescimento dos ataques cibernéticos no segundo trimestre de 2022, um crescimento de 59% ano a ano. No Brasil, houve aumento de 46% nos casos identificados.

Em relação às estatísticas sobre o Brasil, o levantamento da divisão CPR apontou que, em média, as organizações no país foram atacadas 1.540 vezes semanalmente.

Setores
Quando o estudo é feito nos setores de mercado, a divisão de Varejo e Atacado foi a que teve o maior pico de ataques de ransomware no mundo, com um salto alarmante de 182% em comparação ao mesmo período do ano passado. Ela foi seguida pelo setor de SI/VAR/Distributor (Integradores de Sistemas/VAR/Distribuidores), que teve aumento de 143% e, em seguida, Governo/Militar, com 135%, atingindo a proporção de uma em cada 24 organizações afetada por ransomware semanalmente.

Segundo a Check Point, o setor de Educação/Pesquisa tornou-se mais atacado em todo o mundo, absorvendo uma média de mais de 2.300 ataques às organizações por semana, um aumento de 53% em relação ao segundo trimestre de 2021.

O setor de Saúde registrou crescimento de 60% nos ataques cibernéticos em comparação com o segundo trimestre de 2021, atingindo 1.342 ataques semanais às organizações.

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