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Categoria:

Brasil

BrasilSaúde

Brasil registra primeira morte por varíola do macaco fora do continente africano

por Redação 29 de julho de 2022

O Brasil registrou nesta sexta-feira (29) a primeira morte por varíola do macaco (monkeypox) fora do continente africano. A vítima é um homem que estava internado em um hospital de Belo Horizonte (MG). Segundo o Ministério da Saúde, ele tinha imunossupressão.

“Trata-se de um paciente do sexo masculino, de 41 anos, com imunidade baixa e comorbidades, incluindo câncer (linfoma), que o levaram ao agravamento do quadro. Ficou hospitalizado em hospital público em Belo Horizonte, sendo depois direcionado ao CTI [terapia intensiva]. A causa de óbito foi choque séptico, agravada pelo monkeypox”, diz a pasta em nota.

A Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais acrescentou que a morte ocorreu na quinta-feira (28).

As informações mais recentes sobre óbitos por varíola do macaco divulgadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) eram de cinco óbitos no surto deste ano, todos em países da África, onde a doença é endêmica.

O Brasil registrava, até quarta-feira (27), 978 casos de varíola do macaco, sendo 75% no estado de São Paulo (744). Em seguida, aparecem Rio de Janeiro (117) e Minas Gerais (44).

Nos 71 países que já detectaram casos, mas onde a doença não é endêmica – incluindo o Brasil –, não havia sido nenhuma morte até o momento.

Mundialmente, já são mais de 21 mil casos confirmados, sendo o Brasil o sexto país com mais diagnósticos, atrás dos Estados Unidos, Espanha, Alemanha, Reino Unido e França.

A líder técnica de monkeypox da OMS, Rosamund Lewis, lembrou nesta semana que crianças, gestantes e indivíduos com imunossupressão são considerados grupos de risco dessa doença.

“Crianças têm um risco aumentado de doença grave – isso não quer dizer que qualquer criança que contraia a doença terá uma doença severa. As crianças, gestantes e imunocomprometidos são os grupos que podem desenvolver doença severa. As crianças ainda estão formando seu sistema imunológico. Algumas pessoas têm o sistema imunológico mais fraco, seja por doença ou, por exemplo, quimioterapia ou outros tratamentos”, disse a especialista em entrevista coletiva na quarta-feira (27).

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou, na mesma ocasião, que a taxa de hospitalização neste surto tem sido em torno de 10%, na maioria das vezes para controle da dor.

No último sábado (23), a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que a varíola do macaco é uma emergência global, afirmando que é necessário um esforço entre países para frear a disseminação do vírus.

A agência admitiu pela primeira vez, hoje, que a doença está se transmitindo, também, por relações sexuais.

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BrasilEconomia

Inflação faz sete em cada dez brasileiros cortarem itens no mercado

por Redação 28 de julho de 2022

A alta dos preços fez com que sete em cada dez brasileiros mudassem de hábitos e cortassem itens da lista de compras. Pesquisa Ipec encomendada pelo C6 Bank mostra que 72% dos brasileiros das classes ABC com acesso à internet deixaram de colocar algum produto no carrinho do supermercado nos últimos seis meses.

A inflação foi a razão apontada por 82% dos entrevistados para o baixo consumo. Apesar de a prévia do índice de julho, de 0,13%, divulgada na terça-feira (26), ser a menor desde 2020, segundo o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), a taxa acumulada no ano, entre janeiro e julho de 2022, de 5,79%, é a segunda maior desde 2004, quando teve início o cálculo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Deixaram de comprar cortes de carne bovina considerados de primeira 72%, enquanto 28% não levam nem carne de segunda. Além disso, 15% dos entrevistados não colocam mais no carrinho carne suína, de frango ou peixe, e 26% deixaram de levar para casa carnes processadas como linguiça e salsicha.

Segundo a pesquisa, 46% dos entrevistados que cortaram gastos por causa da inflação estão comendo carne bovina menos de uma vez por semana. Apenas 7% desses brasileiros consomem bovina de cinco a sete vezes por semana, 38% incluem o produto nas refeições de uma a quatro vezes por semana, e 9% das pessoas ouvidas não comem nunca o produto.

A escalada dos valores fez com que consumidores tirassem do carrinho produtos como muçarela (54%), iogurte (44%), leite (37%) e óleo de soja (18%).

A pesquisa ouviu 2.000 brasileiros com mais de 16 anos em todas as regiões do país entre os dias 14 e 20 de julho de 2022. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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BrasilSegurança

Casos de trabalho escravo julgados em 2022 no Brasil já são quase mil

por Redação 27 de julho de 2022

Além dos processos em que já houve decisão, segundo levantamento do TST, ainda há 1.078 pendentes de julgamento.

De janeiro a junho, a Justiça do Trabalho do Brasil julgou 993 processos de reconhecimento de relação de emprego em que havia trabalho em condições análogas às de escravidão, segundo levantamento do TST (Tribunal Superior do Trabalho). Além dos processos em que já houve decisão, há 1.078 pendentes de julgamento.

Em visita ao Rio de Janeiro na manhã desta terça-feira (26), o presidente do TST, ministro Emmanoel Pereira, chamou a atenção para a piora do cenário desde o início da pandemia de Covid-19. Ele explicou que a escravidão moderna se baseia em métodos como a escravidão por dívida, os trabalhos forçados e condições sub-humanas e insalubres de trabalho e alojamento.

“Hoje, temos uma escravidão moderna, sem açoite e sem corrente. É aquela escravidão discriminatória, em que um homem explora outro homem em busca de valores econômicos”, disse o ministro, destacando que muitos escravizados têm histórico de trabalho infantil e que quase a totalidade é formada por analfabetos e semianalfabetos.

No ano passado, tanto o número de processos julgados quanto o daqueles com julgamento pendente foram os maiores desde 2017, chegando a 1.892, no caso das ações concluídas, e a 1.288, no das que ainda estavam em aberto. Já o número de denúncias de trabalho escravo, aliciamento e tráfico de trabalhadores recebidas pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) chegou a 1.415, com aumento de 70% em relação a 2020.

Desde 1995, quando o Brasil reconheceu diante da ONU (Organização das Nações Unidas) a persistência do trabalho escravo em seu território, 57 mil pessoas já foram resgatadas dessa situação. Somente nos últimos cinco anos, as instâncias trabalhistas julgaram 10.482 processos envolvendo o reconhecimento da relação de emprego de trabalhadores em condições análogas às da escravidão.

Para o procurador-geral do MPT, José Lima de Ramos Pereira, as pessoas que exploram o trabalho escravo se beneficiam das fragilidades sociais. “Estamos vivendo um período de recessão, em que a inflação retorna, postos de trabalho são perdidos, o desemprego é grande e [há] muitos moradores nas ruas. Isso tudo se reflete em [trabalhadores] mais fragilizados, que ficam sendo um potencial alvo desses exploradores”, disse Pereira.

Segundo o procurador-geral, 27 operações simultâneas realizadas desde a semana passada resultaram no resgate de 275 trabalhadores nessa situação em diferentes partes do país. “Não basta só o resgate, tem que dar sequência a esse trabalho, porque senão eles vão retornar. A dignidade tem a limitação da sobrevivência da família, e quem explora essas pessoas se aproveita da vulnerabilidade social.”

Reconhecimento
O presidente do TST e o procurador-geral do MPT participaram da cerimônia que entregou a Medalha dos 80 Anos da Justiça do Trabalho às procuradoras Juliane Mombelli e Guadalupe Couto, do MPT-RJ, à Arquidiocese do Rio de Janeiro e à Caritas-RJ, pela parceria no Projeto Ação Integrada: Resgatando a Cidadania.

Mantida com recursos provenientes de condenações trabalhistas por danos morais coletivos e de multas por descumprimento da legislação trabalhista, a iniciativa busca a reinserção no mercado de trabalho das pessoas resgatadas do trabalho escravo. O trabalho tem duas frentes: uma é a capacitação para identificar condições de trabalho análogas às da escravidão e a outra é a realização de doações para combater a insegurança alimentar e a vulnerabilidade, que podem transformar trabalhadores em alvo desse crime.

De acordo com a assessora de advocacy da Cáritas no projeto, Ludmila Paiva, o acompanhamento de uma pessoa pós-resgate pode levar anos, incluindo acolhimento, escuta e capacitação profissional em diversas possíveis áreas.

No estado do Rio de Janeiro, um dos setores em que esse tipo de crime é mais frequente é a construção civil, mas recentemente aumentaram as denúncias de trabalho escravo doméstico, disse Ludmila. Nesse caso, as vítimas muitas vezes são mulheres negras e idosas que têm muita dificuldade de denunciar a situação.

Diante desse cenário, Ludmila destacou que a população tem que ficar atenta a sinais de exploração de trabalho escravo, como quando a pessoa não fala por si só, não tem acesso a cuidados médicos ou não porta nem os próprios documentos.

“É preciso chegar perto, aproximar-se e oferecer ajuda, porque é impressionante a invisibilização da exploração. A gente tem uma cultura de entender a superexploração do trabalho como algo corriqueiro”, afirmou.

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BrasilSegurança

‘Bonde da Rapunzel’: Polícia prende mais quatro integrantes em SP

por Redação 27 de julho de 2022

A Polícia Civil de São Paulo prendeu mais quatro integrantes do “Bonde da Rapunzel”. Os homens, acusados de extorsão mediante sequestro, foram reconhecidos pelas vítimas, segundo a polícia. A líder do grupo, conhecida como Rapunzel pelos cabelos longos, havia sido presa com o namorado, na quarta-feira (13), ao tentar furar uma blitz da polícia.

De acordo com informações da Record TV, os homens presos são mebros de uma facção do Nordeste que estaria agindo em parceria com o PCC (Primeiro Comando da Capital), maior organização criminosa que atua dentro e fora dos presídios de São Paulo.

Na quarta-feira (13), seis pessoas foram presas em um estacionamento do bairro de Socorro, na zona sul de São Paulo. Entre os detidos estavam o chefe, conhecido como Pablo Amarelo, e a traficante apelidada de ‘Rapunzel sem Tranças’.

No primeiro momento, a polícia acreditava que o grupo buscava rivalizar com o PCC no Nordeste do país e para alcançar o controle do tráfico de drogas na região.

De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Osvaldo Nico, os integrantes da facção estão em São Paulo para praticar sequestros e traficar drogas. A polícia quer descobrir o que a facção nordestina faz na capital paulista, qual o motivo dos encontros e quais ações criminosas estavam sendo planejadas no bairro da zona sul de São Paulo.

Uma das linhas de investigação apura se a facção do nordeste e o PCC estariam operando em conjunto para enviar drogas do porto de Santos, no litoral de São Paulo, até o porto da Bahia. Segundo Nico, os membros da organização do Nordeste são procurados por crimes como esquartejamento e outro como valete de espada, procurado pela PF por tráfico.

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BrasilSegurança

‘Bebi, usei droga e não lembro do que aconteceu’, confessa homem que matou mulher e filho em SC

por Redação 27 de julho de 2022

Kelber Henrique Pereira, de 28 anos, confessou ter assassinado a mulher e o filho em Santa Catarina. Em vídeo, ele afirmou não lembrar detalhes do crime: “Me deu vontade de usar droga porque eu bebi e, a hora que acabou minha droga, eu não me lembro do que aconteceu, mas eu acabei matando ela com o meu filho”.

Segundo o relato do acusado gravado em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, no sábado à noite ele foi a um churrasco da casa do sogro e foi quando começou a beber. “Ele comprou cerveja, eu bebi. Fazia tempo que eu não bebia porque eu usava drogas antes. Parei de beber e usar droga”, disse.

Kelber também disse que, após o crime, “a única coisa que pensou foi pegar o outro filho pequeno e levar na casa da vó”.

Ele foi preso na noite de terça-feira (26) em Paulínia, no interior paulista, após confessar que matou a companheira Jéssica Mayara Ballock, de 23 anos, e o filho mais novo, Théo Pereira, de três meses.

O crime ocorreu no apartamento em que moravam em Blumenau, em Santa Catarina, no fim de semana. Mãe e filho foram encontrados com ferimentos no pescoço.

Prisão
Segundo os investigadores, Kelber Pereira foi visto em Bragança Paulista, na noite de segunda-feira (25), onde morou antes de se mudar para o sul do país. Os policiais fizeram diligências na noite de terça para tentar cumprir a prisão temporária decretada pela Justiça contra o suspeito.

De acordo com a polícia, ao ser abordado, ele desceu do veículo e se entregou. O suspeito disse que estava em Paulínia, também no interior, para procurar ajuda em uma clínica de reabilitação.

Segundo a polícia, ele confessou o duplo assassinato e disse apenas se lembrar de ter visto a casa suja de sangue.

O carro que o Kelber utilizou foi apreendido. O suspeito deve ser encaminhado para Blumenau para que responda à Justiça de Santa Catarina.

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BrasilSegurança

Lamborghini de R$ 629 mil do ‘rei do bitcoin’ vai a leilão nesta sexta em Curitiba

por Redação 22 de julho de 2022

A Lamborghini modelo Gallardo que pertencia ao “rei do bitcoin”, Claudio José de Oliveira, preso pela Operação Daemon, será leiloada nesta sexta-feira (22) em Curitiba. O veículo, avaliado em R$ 629 mil, foi apreendido pela Polícia Federal em uma ação contra uma quadrilha que desviou em fraudes mais de R$ 1,5 bilhão por meio de negociações com criptomoedas, as chamadas moedas virtuais.

Os recursos da venda da Lamborghini serão destinados aos prejudicados pelas ações dos investigados na Operação Daemon, que prendeu cinco pessoas em julho de 2021, entre elas Cláudio, apontado como o líder da quadrilha. Ele já havia sido condenado na Suíça por crimes de estelionato e falsificação de documentos.

Conforme apurado, Cláudio tinha ligação com várias corretoras de valores, que começaram a ser investigadas em 2019, após o proprietário de uma delas dar queixa à polícia alegando que tinha sido vítima de um ataque cibernético. Nele, os valores de todos os credores ficaram bloqueados.

Antes de ir a leilão, o carro foi usado como viatura da Polícia Federal por meses em exposições, eventos e ações pedagógicas de repressão ao crime organizado.

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BrasilSegurança

Tudo sobre o esquema de tráfico internacional de drogas comandado pelo ex-major da PM

por Redação 21 de julho de 2022

Sérgio Roberto de Carvalho, 64 anos, já foi major da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, da qual foi expulso em 2018 após acumular processos por vários crimes, a exemplo de exploração de jogos de azar, contrabando, fraudes e tráfico de drogas.

Ainda enquanto PM, o major Carvalho, por sua conduta na corporação, dava sinais de que era ambicioso e de que gostaria de ser um homem rico e poderoso. Aparentemente, conseguiu.

Ele se tornou um dos maiores traficantes internacionais de drogas independentes com atuação no Brasil. Segundo a Polícia Federal, Carvalho nunca foi vinculado a nenhuma facção criminosa do país, como o PCC (Primeiro Comando da Capital) ou o CV (Comando Vermelho).

A dimensão do esquema de tráfico de drogas comandado por Carvalho foi revelada quando a Polícia Federal do Paraná deflagrou a Operação Enterprise, em novembro de 2020, comandada pelo delegado federal Sérgio Stiling e pelo então coordenador de repressão ao crime organizado na época, Elvis Secco.

“No início da investigação, nós não tínhamos a dimensão dos negócios dele e, até então, o conhecíamos como Paul Wouter, um cidadão do Suriname. De lá para cá, ele ampliou suas operações e criou um modelo de negócio com parceiros na Europa e na África com um modal diversificado”, explicou Stiling.

O Núcleo de Jornalismo Investigativo da Record TV acompanhou a operação na época com exclusividade e produziu uma reportagem especial para o Domingo Espetacular. A operação identificou cifras astronômicas sobre os negócios e o poder econômico de Sérgio Roberto de Carvalho.

Ao todo, a organização criminosa chefiada pelo major Carvalho movimentou pelo menos R$ 1 bilhão de reais com o envio de remessas a outros países de mais de 50 toneladas de cocaína.

Um dos objetivos da operação, à época, era a prisão de Carvalho. Em 23 de novembro de 2020, dia da deflagração da operação no Brasil, com o apoio da Polícia Judiciária de Portugal, dois policiais federais brasileiros chegaram a tentar prendê-lo em um apartamento em que ele estaria vivendo em Lisboa com identidade falsa.

Mas o ex-major conseguiu escapar da prisão horas antes, saindo em um jato comercial de uma empresa de táxi aéreo comprada por ele na cidade de Cascais, distante 30 km de Lisboa, para Kiev, na Ucrânia. Chegou a deixar para trás uma van com 12 milhões de euros, o equivalente a R$ 66 milhões atualmente.

Desde aquele dia, começou uma caçada por meio de cooperação internacional e inclusão do nome do ex-major da PM na lista da difusão vermelha da Interpol, a lista de pessoas mais procuradas do mundo.

Tudo indicava que seu próspero negócio chegaria ao fim. Mas apenas parecia.

Mesmo foragido, segundo a Polícia Federal, ele continuou faturando, exportando drogas e operando sua rede logística, que usava aviões, caminhões, carros e navios e tinha uma rede de colaboradores em vários estados do país para fazer a droga entrar no Brasil, atravessar o país e, daqui, seguir pelo ar e pelo mar para países da Europa, África e Oriente Médio.

Durante sua fuga, as equipes de investigação chegaram a rastrear passagens de Sérgio Roberto de Carvalho por vários países, sempre com identidades falsas. Chegou a utilizar pelo menos cinco no período. Havia registros de que ele tinha passado, por exemplo, por países como Ucrânia, França, Bélgica, Turquia e Hungria.

Foi justamente em Budapeste, capital da Hungria, que a caçada terminou. Em 22 de junho, 576 dias depois da Operação Enterprise, que deflagrou sua caçada.

Em um típico dia de verão europeu, em meio a milhares de turistas circulando por Budapeste e a uma ação de cooperação internacional entre a Polícia Federal do Brasil, a Polícia Judiciária de Portugal, a Interpol e a Europol, Sérgio Roberto de Carvalho foi capturado e preso pela equipe de combate ao terrorismo e ao crime organizado da polícia de Budapeste, na Hungria.

Com sua prisão, conexões e novas operações da Polícia Federal têm dado detalhes e revelado as entranhas da operação liderada pelo major Carvalho no tráfico internacional de drogas.

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BrasilSegurança

Diretor da Caixa é encontrado morto na sede do banco, em Brasília

por Redação 20 de julho de 2022

Sérgio Ricardo Faustino Batista foi encontrado já sem vida na área externa do edifício-sede; Polícia Civil do DF investiga o caso

O diretor de Controles Internos e Integridade da Caixa, Sérgio Ricardo Faustino Batista, foi encontrado morto na noite dessa terça-feira (19) na sede do banco, em Brasília. A Polícia Civil do Distrito Federal apura a causa da morte. De acordo com a corporação, o diretor foi encontrado já sem vida na parte externa do edifício-sede do banco.

Em nota, o banco lamentou a morte do diretor e disse colaborar com as investigações. “A Caixa manifesta profundo pesar pelo falecimento do empregado Sérgio Ricardo Faustino Batista. Nossos sinceros sentimentos aos amigos e familiares, aos quais estamos prestando total apoio e acolhimento. O banco contribui com as apurações para confirmar as causas do ocorrido”, diz o texto.

Empregado do banco desde 1989
Natural de Teresina (PI), Sérgio Ricardo era empregado de carreira da Caixa desde 1989. Atuou por mais de vinte anos na área de Controles Internos e Risco. Graduado em Economia pela Universidade Católica de Brasília, ele tinha MBA Executivo em Finanças, pós-graduação em Estatística Aplicada e Mestrado em Economia. Em março deste ano, Sérgio tomou posse como Diretor Executivo do banco.

Mudanças nas diretorias da Caixa
A diretoria que era comandada por Sérgio Ricardo faz parte da estrutura da Corregedoria da instituição, que antes era vinculada à presidência e, após a posse da nova presidente da Caixa, Daniella Marques, passou a ser ligada ao Conselho de Administração. A mudança veio na esteira das denúncias de assédio envolvendo o ex-presidente do banco, Pedro Guimarães.

Segundo o banco, as alterações foram feitas para “reforçar a autonomia e isonomia da atuação da Corregedoria” e proporcionar “melhor comunicação interna, otimização, eficiência e fluidez na gestão de pessoas e processos”.

Corregedoria investigava denúncias de assédio
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Em junho, diante da renúncia do então presidente do banco Pedro Guimarães por suspeita de assédio, a Caixa confirmou que já havia recebido denúncias e informou que estava investigando o caso desde maio deste ano. Em comunicado divulgado para a imprensa na época, o banco destacou que o tema vinha sendo tratado pela Corregedoria de forma interna e em sigilo.

“A Caixa repudia qualquer tipo de assédio e informa que recebeu, por meio do seu canal de denúncias, relatos de casos desta natureza na instituição. A investigação corre em sigilo, no âmbito da Corregedoria, motivo pelo qual não era de conhecimento das outras áreas do banco”, divulgou.

O banco ainda afirmou na nota que fez contato com a pessoa que realizou a denúncia e promoveu “diligências internas que redundaram em material preliminar”. Esse material está em processo de avaliação. “Portanto, a Corregedoria admitiu a denúncia e deu notícia ao/à denunciante, se colocando à inteira disposição para colher o seu depoimento, mantendo seu anonimato.”

Investigação do Ministério Público Federal
Pedro Guimarães é alvo de uma investigação do Ministério Público Federal (MPF). Denúncias de que ele assediava sexualmente mulheres no banco foram reveladas pela imprensa. De acordo com a apuração, os casos teriam ocorrido com empregadas do próprio banco que se sentiram abusadas pelo economista em diferentes ocasiões, em eventos ou viagens de trabalho.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) também abriu uma investigação preliminar para apurar as denúncias e o Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou informações à Caixa sobre quais mecanismos e procedimentos foram adotados para prevenir assédio sexual e moral.

Em 5 de julho, Pedro Guimarães publicou artigo em que nega as acusações e se queixa de sofrer um “massacre insano”. O caso segue sob apuração do Ministério Público do Trabalho.

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BrasilSegurança

Cresce 655% o número de famílias ameaçadas de perder a moradia no país desde início da pandemia

por Redação 20 de julho de 2022

Desde o início da pandemia, o número de famílias ameaçadas de perder a moradia cresceu 655%, de acordo com levantamento feito pela Campanha Despejo Zero, uma articulação nacional que engloba mais de 175 organizações, movimentos sociais e coletivos. Entre março e agosto de 2020, eram 18.840 famílias; agora, são 142.385.

Segundo a pesquisa, também aumentou 393% o número de famílias que foram efetivamente despejadas. No começo da pandemia, foram 6.373 famílias e, até maio deste ano, o número saltou para 31.421.

O cenário é ainda mais preocupante porque, das 569.540 pessoas que vivem sob ameaça de remoção, 97.391 são crianças e 95.113 idosos, de acordo com o balanço das instituições. As mulheres representam mais de 341 mil pessoas do total.

De acordo com o levantamento realizado de março de 2020 a maio de 2022, quase 21 mil idosos foram despejados de casa. O número de crianças removidas chega a 21.492. Os dois grupos representam 33% das pessoas que sofreram com o despejo ou são ameaçadas no Brasil.

“O despejo é devastador para crianças e idosos. A moradia é a porta de entrada para uma série de direitos básicos. Sem teto e sem comprovante de residência, as crianças não conseguem acesso à escola e aos serviços de saúde e lazer, enquanto os idosos sofrem por questões identitárias e pelos laços afetivos criados com o território”, afirma Raquel Ludermir, coordenadora de Incidência Política da Habitat Brasil e integrante da Campanha Despejo Zero.

‘Um olho fechado e o outro aberto’
Daniel Theogene é haitiano, tem 36 anos e mora com outras cinco pessoas na comunidade Porto Príncipe, localizada na avenida do Estado, no Cambuci, na região central da capital paulista.

Ele, que é o único responsável por sustentar a família com os bicos que faz como vendedor, vive em um galpão com dois quartos, sala e cozinha, com a esposa, que está grávida, dois filhos, de 5 e 10 anos, a mãe dele, de 65 anos, e a sogra.

No terreno estão 350 famílias, a maioria de origem haitiana. “Estou aqui há mais de um ano, desde o começo [da ocupação]. Não sei quem é o dono. Recebemos várias ameaças, tenho medo disso. Não temos como pagar aluguel, estou sem trabalho. Várias vezes queriam tirar a gente, mas não tiram. É complicado. Dormir, não se dorme bem. É um olho fechado e o outro aberto”, conta Daniel.

Segundo ele, não há uma data para o despejo, mas o clima é ameaçador. Também não há conforto para crianças e idosos. Apesar das adversidades, os filhos estão na escola e médicos frequentam a comunidade.

Daniel está no Brasil desde 2013 e já passou por muitas dificuldades. “Tenho medo de acontecer alguma coisa. Meus filhos perguntam: ‘Pai, se vai embora, onde vai morar? Na rua?’. Fico triste com as perguntas das crianças. Imagina agora com um bebê chegando”, diz.

Os moradores não pagam luz e água. Equipes da prefeitura já fizeram o cadastro das famílias para serviços de assistência social.

“Antes recebia cesta básica, mas agora não vem mais. A gente não come à vontade, come para sobreviver. No mercado, os preços sobem em dois dias. Não sei se o governo vai pôr a gente na rua, se vai dar emprego, mas, na pandemia, eu precisava de um lugar para morar”, conclui.

Despejos
O mapeamento nacional é colaborativo e leva em conta as ocupações de áreas públicas e privadas, que representam a maioria dos processos judiciais de reintegração de posse. O levantamento também engloba assentamentos precários e imóveis comprados com os chamados contratos de gaveta, em ações coletivas. Os processos individuais não foram contabilizados.

“Isso significa que o número é ainda maior na realidade, mas não temos acesso aos dados. É um problema complexo, com interface em outras políticas públicas. A escala é tão gritante que precisa de políticas sistêmicas e prevenção de desastres, como enchentes e deslizamentos de encostas. Não bastam ações pontuais”, afirma Raquel Ludermir.

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso prorrogou até 31 de outubro a suspensão de despejos e desocupações por causa do agravamento da pandemia. Ele justificou a decisão com a tendência de alta de casos de Covid-19 no país. O magistrado entende que, após a superação da crise sanitária, deverá haver uma transição para a retomada das remoções.

No entanto, a medida não é válida para as ocupações consideradas recentes.

“Temos notado um expressivo número de despejos, com decisões do Judiciário, mesmo com a liminar do STF. Essas famílias ficam em situação de rua, sem nenhuma resposta do poder público. Às vezes, ficam sem ter o que pôr na mesa porque não há alternativa de moradia”, lembra a coordenadora.

Segundo Raquel Ludermir, em alguns casos, é possível estender a proteção legal às famílias ameaçadas de despejo por causa da emergência sanitária, até mesmo por insegurança alimentar.

A opção para as famílias de baixa renda é procurar a Defensoria Pública do Estado para ter acesso às informações do processo antes das ações de remoção.

Em alguns casos, as ações de despejo envolvem violência física e prisões consideradas arbitrárias, além de coação das famílias e lideranças comunitárias, com a presença da força policial no território para inibir reações.

Em dois anos, a Campanha Despejo Zero conseguiu evitar 120 remoções, o que permitiu a manutenção de moradias para mais de 24 mil famílias.

‘Quero viver com meu filho, não sobreviver’
Michele Assis da Silva é vendedora, tem 38 anos e um filho de 12. Ela mora de favor com a tia na zona norte de São Paulo e divide o sofá da sala com a criança. Os pertences foram vendidos ou estão acumulados há um ano em caixas depositadas na casa de outro tio.

Ela sonha poder voltar para a casa herdada da família, de onde foi despejada em junho do ano passado, em plena pandemia. Segundo Michele, até mesmo a oficial de Justiça tentou ajudá-la no processo, mas não conseguiu. O problema é que o imóvel não está no nome dela, foi feito um contrato de gaveta, e uma instituição de saúde alega ser proprietária de parte do terreno.

“Me tornei pedra no sapato deles. Tentaram me intimidar, oferecer dinheiro, mas passei a ter crises de ansiedade e depressão. A casa estava com o teto caindo, rachaduras, e comecei a reformar, pus portão, mas tive de parar”, lembra Michele.
Michele viajou para Santa Catarina e, quando voltou, a empresa havia mudado a fechadura e retomado a obra sem o consentimento dela. Ainda assim, ela decidiu entrar no imóvel.

“Tinha móveis nossos lá, e eles tacaram fogo. Estamos na pandemia, sou herdeira, tenho a documentação. Estava com uma criança, e eles não poderiam me tirar de lá. Fiquei um mês e dez dias na minha casa pensando que ia ser despejada. O sonho do meu filho era acordar no quarto dele com café da manhã na cama. Fomos despejados na semana do aniversário dele”, conta.

Segundo ela, os proprietários são influentes e conseguiram celeridade no processo de reintegração de posse. Sem condições de pagar um advogado, ela tem ajuda da Defensoria Pública.

“A lei funciona para quem tem dinheiro. Tem época que choro, me descabelo. Acho desumano. Ninguém se preocupou para onde eu iria com meu filho. Colocaram minhas coisas na calçada. Tenho que batalhar por um futuro melhor para ele. Quero viver com o meu filho, e não sobreviver”, ressalta.

Nos estados
De acordo com o levantamento da Campanha Despejo Zero, o aumento dos despejos é alarmante nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Amazonas. Foram desabrigadas 6.279 famílias paulistas, 5.590 fluminenses e 4.031 amazonenses.

O número de famílias despejadas no Ceará, Paraná, Goiás e Pernambuco também chama a atenção. Os motivos variam. No caso de São Paulo, por exemplo, é a alta concentração populacional e, no Amazonas, as famílias têm dificuldade de acesso à informação e há ações de remoção que envolvem mais de 2.000 pessoas.

Já São Paulo, Amazonas e Pernambuco são os estados onde mais famílias estão ameaçadas de perder a moradia, com 45.183 ocorrências, 29.391 e 19.278, respectivamente.

O problema é recorrente também na Paraíba, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Pará, Rio de Janeiro e Goiás.

Impactos
Não ter um comprovante de residência causa outros impactos nas famílias, uma vez que, a partir da moradia, elas têm acesso à escola, postos de saúde e demais serviços sociais. As crianças são as mais prejudicadas.

“Sem moradia, vai passar frio, fome, perder o lazer, também educação. A remoção causa traumas psicológicos nas crianças ao ver as casas sendo destruídas. Não há perspectivas para as famílias em um contexto de crise econômica, queda de renda, desemprego e pandemia”, ressalta Raquel Ludermir.

Muitos dos lares são chefiados por mulheres, “mães solo”, que não conseguem trabalhar porque não encontram creche para os filhos por causa da falta de endereço. Sem renda, não podem pagar aluguel, e o ciclo se repete.

De acordo com projeção feita no estudo, a população de rua no Brasil pode quadruplicar com o aumento dos despejos diante do atual cenário. O perfil da pessoa em situação de rua já mudou, com mais mulheres, crianças, idosos e famílias inteiras.

“Moradia adequada é estar protegida do despejo. É o mínimo do mínimo. Imagina dormir com medo de perder o teto da noite para o dia. É um cenário devastador”, finaliza a coordenadora Raquel Ludermir.

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BrasilSegurança

Cremerj investiga cirurgião preso sob suspeita de manter paciente em cárcere privado

por Redação 19 de julho de 2022

O Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio) abriu uma sindicância para investigar o cirurgião plástico Bolívar Guerrero Silva. O equatoriano foi preso na segunda-feira (18) sob suspeita de manter uma paciente em cárcere privado em um hospital de Caxias, na Baixada Fluminense. O procedimento ético-disciplinar está sob sigilo.

Segundo parentes, a mulher, de 36 anos, foi impedida de trocar de unidade após apresentar complicações em dois procedimentos estéticos — uma plástica na barriga e um implante de silicone — realizados pelo médico.

Ontem, a Justiça determinou a transferência da paciente para outro hospital indicado pela família e a prisão temporária do médico por 30 dias.

A delegada Fernanda Fernandes, da Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) da região, investiga o caso. “A gente entendeu que a situação da vítima e a negativa de transferência relatadas pela vítima e por testemunha traduziriam uma impossibilidade da vítima de ser atendida em outra unidade porque a gente não tinha resposta oficial do hospital com relação ao prontuário e ao relatório médico para a gente poder avaliar com a perícia a real gravidade dessa vítima”, disse.

Em entrevista à Record TV Rio, o pai da paciente disse estar preocupado com a saúde da filha. “Ela está com um buraco na barriga, está com um aparelho lá dentro. A situação dela não está boa”, afirmou Paulo Lacerda.

Segundo a polícia, Bolívar Guerrero Silva é sócio e atua no hospital particular onde a paciente estava internada, em Caxias. Em nota, a unidade negou as acusações de cárcere privado e disse repudiar quaisquer práticas criminosas. Informou ainda que ele não pertence ao quadro societário da empresa.

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