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Categoria:

Brasil

BrasilSegurança

Agressão a adolescentes: saiba como denunciar e registrar os casos

por Redação 3 de julho de 2022

Agressões como as que o adolescente João Victor sofreu em um shopping na zona norte de São Paulo exigem muita atenção das autoridades e dos pais para denunciar e resolver apropriadamente o caso. É o que relata o advogado Ariel de Castro Alves, especialista em direitos da infância e juventude e ex-conselheiro do Conanda (Conselho Nacional da Criança e do Adolescente).

“Os pais devem fazer boletim de ocorrência para que a Polícia Civil instaure um inquérito policial pra apurar a conduta dos seguranças e para eles serem responsabilizados criminalmente. Devem denunciar o caso também ao Conselho Tutelar para que o conselho informe a Promotoria e a Vara da Infância e Juventude”, afirma.

Ele ainda argumenta que, no caso do adolescente agredido, cabe ação na Justiça para buscar indenização por danos morais e materiais contra o shopping pelo ação do segurança. O caso aconteceu na última terça-feira (28), no Santana Parque Shopping.

O funcionário relatou à polícia que reagiu depois de ser agredido pelo adolescente. A vítima e seus amigos desmentem essa versão e confirmam apenas terem desligado a escada rolante, com medo de que os seguranças fossem atrás deles. O menino terá que fazer uma cirurgia com anestesia geral para tratar o nariz fraturado.

O conselheiro tutelar José Neto, que trabalha na capital paulista, explica que o acionamento do conselho e o Ministério Público pode ajudar a criança ou adolescente em outras diversas questões decorrentes da agressão.

“O encaminhamento à rede socioassistencial, para a criança ter um acompanhamento de um assistente social, psicólogo. Para que ela venha a superar essa violência da qual ela acabou sendo vítima”, comenta. A denúncia para esses órgãos pode ser feita de forma rápida e anônima via Disque 100, que encaminha o relato às autoridades e ao conselho competente.

O acompanhamento do Ministério Público pode fortalecer as investigações policiais e ajudar a resolver casos que não foram solucionados pela Polícia Civil. “A promotoria pode entrar com ação civil pública para que o shopping se adeque as legislações de proteção da infância e juventude”, exemplifica Ariel Alves. Ação semelhante já ocorreu após uma série de conflitos entre adolescentes e crianças em situação de rua e os seguranças do shopping Higienópolis.

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BrasilSegurança

PM mata irmã e é presa por marido após discussão em São Gonçalo

por Redação 2 de julho de 2022

Uma policial militar matou a irmã durante uma discussão em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (2).

Segundo as informações da Polícia Militar, a soldado Rhaillayne Mello, do 7º BPM (São Gonçalo), efetuou disparos contra Rhayana Mello, de 23 anos, após discutir com ela.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e ao chegar no local já encontraram a vítima morta.

Em seguida, o marido da atiradora, que também é PM do 16º BPM (Olaria) chegou ao local e deu voz de prisão à esposa.

O caso foi registrado na DHNSGI (Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí). De acordo com a PM, a arma de fogo usada por Rhaillayne foi apreendida e a Corregedoria Geral da corporação acompanha as investigações.

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BrasilEconomia

Senado aprova PEC que cria voucher para caminhoneiros e aumenta Auxílio Brasil

por Redação 1 de julho de 2022

O plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (30) a PEC (proposta de emenda à Constituição) que cria um auxílio financeiro para caminhoneiros e taxistas e reajusta os valores do Auxílio Brasil e do Auxílio Gás. O valor a ser gasto pelo governo federal em prol dos benefícios é estimado em R$ 41,2 bilhões. A matéria segue para a análise da Câmara dos Deputados.

De acordo com a proposta, será instituído um auxílio mensal aos caminhoneiros no valor de R$ 1.000, entre julho e dezembro deste ano. O benefício deve custar R$ 5,4 bilhões e pode beneficiar quase 900 mil profissionais.

Para evitar o recebimento indevido do voucher, somente transportadores registrados como autônomos no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) até 31 de maio de 2022 farão jus ao benefício.

O auxílio aos taxistas instituído pela PEC deve custar R$ 2 bilhões e também será pago de julho a dezembro. A proposta, contudo, não definiu qual será o valor individual do subsídio a cada motorista de táxi.

Para ter direito à ajuda, os taxistas precisarão apresentar um documento de permissão para prestação do serviço, feito pelo poder público municipal ou distrital, que tenha sido emitido até 31 de maio deste ano.

Auxílio Brasil e Auxílio Gás
Segundo a PEC, o Auxílio Brasil passará dos atuais R$ 400 para R$ 600, o que deve representar um custo de R$ 26 bilhões. O novo valor vai ser pago entre agosto e dezembro.

De acordo com a matéria, o governo terá de zerar a fila para recebimento do benefício. Assim, a previsão é que o programa passe a atender 19,8 milhões de famílias.

A PEC ainda determina que o valor do Auxílio Gás seja dobrado. Atualmente, as famílias beneficiadas têm direito a um valor equivalente ao preço de meio botijão de gás de 13 kg por bimestre. Com a proposta, o auxílio será elevado para o equivalente ao preço de um botijão de gás a cada dois meses. O novo valor valerá de julho até o fim de 2022.

Outras propostas
A PEC também determina a compensação a estados e municípios que dispõem de serviços de transporte público urbano e metropolitano. O objetivo é minimizar as perdas das companhias em razão da gratuidade da tarifa oferecida a passageiros com 60 anos ou mais, conforme previsto no Estatuto do Idoso. O custo estimado é de R$ 2,5 bilhões.

Além disso, a proposta prevê uma compensação financeira à cadeia produtiva do etanol, na tentativa de possibilitar a competitividade desse produto ante o diesel. O incentivo é da ordem de R$ 3,8 bilhões.

Ainda há a previsão de uma suplementação de R$ 500 milhões ao programa Alimenta Brasil, que tem como finalidades promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar. Para o alcance desses dois objetivos, o programa compra comida produzida pela agricultura familiar, com dispensa de licitação, e a destina a pessoas em situação de insegurança alimentar.

Polêmicas
O texto final da PEC aprovado pelo Senado não inclui um trecho que foi bastante criticado por parlamentares devido à possibilidade de permitir ao governo federal criar mais despesas e descumprir o teto de gastos públicos.

Na proposta, há a previsão de que seja reconhecido estado de emergência no país durante o ano de 2022. Essa ferramenta é necessária para que o auxílio aos caminhoneiros e aos taxistas possa ser pago, tendo em vista que a legislação eleitoral proíbe a criação de benefícios em ano eleitoral, a não ser que o país esteja sob estado de emergência.

Na primeira versão do seu relatório, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) dizia que, para enfrentamento ou mitigação dos impactos decorrentes do estado de emergência reconhecido, as medidas implementadas não poderiam ter vedações ou restrições previstas em norma de natureza alguma.

Esse trecho foi bastante criticado por outros senadores. A avaliação era que a norma daria ao governo federal um “cheque em branco” para gastar mais dinheiro público em outros projetos. Bezerra retirou o trecho e incluiu no relatório um novo dispositivo para que os gastos permitidos pelo estado de emergência sejam apenas com os benefícios delimitados pela PEC.

Além disso, o senador adicionou à redação uma norma para impedir que os valores reservados ao Auxílio Gás e ao Auxílio Brasil sejam usados para qualquer tipo de publicidade institucional.

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BrasilSegurança

Operação mira suspeitos de pornografia infantil em 13 estados e no exterior

por Redação 30 de junho de 2022

O Ministério da Justiça e Segurança Pública coordena a execução da nona fase da Operação Luz na Infância, na manhã desta quinta-feira (30). Ao todo, equipes da Polícia Civil de 13 estados estão nas ruas para cumprir 163 mandados de busca e apreensão contra suspeitos de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.

No Brasil, os mandados são cumpridos em Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. Há buscas também no exterior, onde agentes de forças de segurança procuram indícios de violações nos Estados Unidos, Equador, Costa Rica, Paraguai, Panamá e Argentina.

Até o fim da manhã, 28 pessoas foram presas em flagrante, 3 delas fora do país: 2 no Equador e uma na Costa Rica. “Tem muito predador para ser identificado”, afirmou Alessandro Barreto, coordenador do Laboratório de Operações Cibernéticas. Ele reforçou que, além da repressão ao crime, o foco deve ser na prevenção. “A interconectividade é espetacular, mas as crianças estão vulneráveis”.

Barreto frisou a dificuldade de identificar os criminosos, já que os delitos ocorrem em ambiente doméstico e virtual. “Essa é uma ação contínua que tem que continuar até que a gente possa dizer que a internet é um ambiente seguro”, acrescentou. Em geral, os suspeitos agem de forma isolada, mas integram rede de compartilhamento dos conteúdos pornográficos.

As investigações em cada estado seguem de forma independente, mas integrada. “Para nosso espanto não tem perfil, todas as classes sociais, idades todas. A gente tem mapeado, localizado e repassado informações para órgãos que tratam de políticas públicas”.

A primeira fase da Luz da Infância ocorreu em outubro de 2017. Desde então, outras oito etapas foram deflagradas. A legislação brasileira tipifica como crime o armazenamento, a produção e o compartilhamento de conteúdo pornográfico que envolve crianças.

A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de um a quatro anos de prisão, de três a seis anos pelo compartilhamento e de quatro a oito anos pela produção de conteúdo.

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BrasilSegurança

Mortes violentas caem, mas Brasil concentra 20,4% dos homicídios do planeta, indica estudo

por Redação 28 de junho de 2022

Foram 47.503 mortos em 2021 no país. Somados os casos em 102 países, os assassinatos totalizaram 232.676 em 2020.
Apesar da queda de 6,5% no número de mortes violentas no país, 47.503 pessoas morreram em 2021, de acordo com dados do Anuário de Segurança Pública divulgados nesta terça-feira (28). Isto significa que 20,4% dos homicídios no planeta ocorreram no Brasil.

A taxa nacional é de 22,3 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes. O levantamento reúne homicídios dolosos, latrocínios (roubos seguidos de morte), lesões corporais seguidas de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais.
As maiores taxas foram registradas no Amapá (53,8%), Bahia (44,9%), Amazonas (39,1%), Ceará (37%) e Roraima (35,5%).
Segundo o UNODC, sistema de dados do Escritório das Nações Unidas para Crimes e Drogas, o Brasil tem 20,4% dos homicídios no mundo mesmo tendo apenas 2,7% dos habitantes do planeta. Enquanto, em 2020, em 102 países morreram 232.676 pessoas, só aqui foram quase 48 mil óbitos.

O Anuário aponta que, em números absolutos, o Brasil lidera o ranking mundial de homicídios e é o oitavo país mais violento do mundo. Em volume de registros, apenas Índia (40.651) e México (36.579) possuem números tão grandes quanto os do Brasil.
Para Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum de Segurança Pública, o Brasil reproduz um problema verificado nos países da América Latina.

“Se a gente for somar a América Latina Central, a região tem cerca de um terço de todas as mortes do planeta. Nós temos um ciclo inconcluso de reformas das polícias. O sistema de governança das polícias é extremamente frágil, não é exclusivamente no Brasil. Aqui o complicador é o país ser federado, e a União não tem ingerência no limite sobre o que faz os governos do estado no dia-a-dia”, destaca.

Vítimas e desigualdades regionais
No Brasil, as vítimas são 77,9% negras, 50% tem entre 12 e 29 anos, e 91,3% são homens. Segundo o estudo, 76% das mortes foram provocadas por armas de fogo.

A região Norte teve alta de 7,9% na violência letal enquanto em todas as outras regiões do país houve queda na variação da taxa de mortes. A mais expressiva redução foi no Centro-Oeste, com baixa de 13,5%.

Para Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum de Segurança Pública, são diferentes realidades a cada estado do país.

“Os estados do Sudeste têm mais recursos financeiros, tropas dentro das polícias mais estruturadas e investiram muito em programas de prevenção, em fortalecimento da investigação. O que está passado a região Norte e vários estados do Nordeste hoje é um pouco do que viveu o Sudeste nos anos 1990. Forças policiais estão tentando correr atrás do prejuízo para tentar dar conta desses desafios”, afirma.

O pico da violência no Brasil foi em 2017 com 65 mil mortes, ano em que houve uma intensa disputa territorial entre facções. Desde que o Anuário é elaborado, os números de mortes violentas tendem a ficar em torno de 50 mil óbitos.

“Varia pouco de um ano para o outro, mas a gente não consegue romper com esse padrão de violência muito elevada, que também se dissemina na violência sexual, roubos e sequestros. Isso é uma marca da América Latina e faz parte da cultura, com padrões de comportamento violentos”, explica Samira Bueno.
A diretora-executiva lembra que em estados como São Paulo, houve redução de 80% dos homicídios em 20 anos, por causa da adoção de políticas públicas, mas também pela atuação do crime organizado. O estado é o berço do PCC (Primeiro Comando da Capital), a maior facção criminosa do país.

“Isto tende a reduzir, em um primeiro momento, a violência letal porque não tem mais grupos rivalizando. Em São Paulo, é um grupo só, diferente do Rio de Janeiro, que tem várias facções e milícia em conflito mais latente. Isto reduz a violência, mas a que preço? Com uma imposição do medo através do crime”, defende Samira Bueno.

Esta frágil estabilidade pode ser quebrada se houver a chegada de um novo grupo rival, por exemplo.


Redução da violência letal


Entre as hipóteses para a redução da violência letal no país, os pesquisadores destacam:

  • Mudanças demográficas: redução do número de jovens no país com o envelhecimento populacional ou por serem vítimas de assassinatos;
  • Políticas de prevenção à violência ou de integração policial;
  • Ação do crime organizado: quando não há rivalidade entre facções ou milícias, há uma queda nos indicadores de violência;
  • Controle de armas e mudanças recentes na legislação.

No entanto, a ausência de uma política nacional de Segurança Pública, segundo Renato de Lima, dificulta o enfrentamento de forma integrada no país.

“Não há uma política nacional de segurança pública pactuada. Na verdade, se vai cair ou se vai crescer [indicadores], vai depender de fatores estruturais, como dinâmica demográfica e questões de ação, mas vai depender, até de certa forma, do acaso”, acredita.

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Brasil

Um ano após morte de Lázaro, moradores das cidades por onde ele passou ainda sentem medo

por Redação 28 de junho de 2022

Caçada ao homem considerado responsável por assassinatos envolveu cerca de 300 agentes. Polícia investiga possíveis mandantes dos crimes.
Um ano após a morte de Lázaro Barbosa, de 32 anos, a lembrança do matador ainda assombra as regiões rurais das cidades por onde ele passou no Centro-Oeste do país. “A gente não sabe quando outra pessoa completamente psicopata assim pode aparecer e simplesmente ameaçar e matar sua família. As vítimas mortas não eram familiares meus, mas eu moro aqui, as pessoas que eu amo estão aqui, eu tive medo por elas. O trauma vai ficar para sempre”, desabafou um homem que preferiu não ser identificado, morador de Ceilândia, no Distrito Federal, onde Lázaro foi acusado de matar uma família inteira.
Suspeito de praticar ao menos oito assassinatos ao longo da vida, Lázaro passou a ser conhecido nacionalmente como “serial killer” após ser considerado responsável pela morte de um homem e os dois filhos dele, de 15 e 21 anos, em Ceilândia, no dia 9 de junho. A mulher da vítima e mãe dos rapazes foi encontrada morta três dias depois com sinais de estupro.

Após o ocorrido, foi registrada uma série de outros crimes como invasão de fazendas, ameaças, tiros em moradores, roubos, sequestros e mortes, tanto em regiões de Ceilândia quanto em cidades de Goiás, como Cocalzinho, Edilândia e, por fim, Águas Lindas de Goiás – onde Lázaro foi capturado e morto pela polícia no dia 28 de junho de 2021.

A sequência de crimes deixou um rastro de medo entre cidadãos que moram no entorno desses municípios, sensação que perdura até hoje. De acordo Fernando Fernandes, delegado de Ceilândia e deputado no Distrito Federal pelo Pros, além do medo, ainda há muitos rumores entre essas pessoas, principalmente as que moram nas áreas rurais, onde o “serial killer” conseguiu se esconder por tanto tempo. “É como se o fantasma do Lázaro ainda estivesse andando por aqui. Eles acreditam em um possível outro caso e buscam meios de se proteger”, disse em entrevista ao R7.
Fernandes, que esteve na linha de frente na força-tarefa para a captura do “serial killer”, explicou que, desde que tudo aconteceu, fazendeiros têm solicitado registro de armas de fogo para viver, segundo eles, com segurança nesses locais. Entretanto, vale ressaltar que, das vezes em que Lázaro invadiu as casas, pelo menos em duas ele conseguiu roubar os armamentos dos proprietários.

Para encontrarem o suspeito, foragido por semanas, as polícias do Distrito Federal e de Goiás precisaram trabalhar juntas em uma força-tarefa, com o apoio, inclusive, da Força de Segurança Nacional. Tiveram ainda que lidar com a pressão de órgãos governamentais e da sociedade para que o acusado fosse detido rapidamente.

A comunicação entre as corporações e denúncias sobre o último paradeiro de Lázaro foram essenciais para localizá-lo. Porém, na época, a polícia também recebia ligações falsas de pessoas que diziam ter visto o suspeito, o que acabou atrapalhando as investigações.

Questionado sobre como aumentar a segurança entre os moradores, o delegado Fernando Fernandes disse que a polícia tem trabalhado nisso. “Desde o caso Lázaro houve um reforço no patrulhamento rural. Além disso, o Disk-Denúncia é essencial nesses casos. Quando o morador vir alguma pessoa suspeita andando pela região, é necessário que comunique a polícia imediatamente para que ela possa trabalhar antes que tragédias, como as feitas por Lázaro, ocorram”, afirmou.

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BrasilSegurança

Mais de 173 mil famílias vivem em áreas de risco em SP, diz Defesa Civil

por Redação 20 de junho de 2022

A cidade de São Paulo tem 173.292 moradias em 495 áreas de risco de escorregamento, de encosta e solapamento de margem de córrego, conforme levantamento da Defesa Civil municipal.

Em dias de chuva forte, famílias inteiras que vivem nessas áreas de risco acabam sendo afetadas. O perigo nesses locais é ainda maior quando se analisa o fato de a maioria dessas moradias ser construída com madeira ou restos de materiais de construção.
No mês de fevereiro deste ano, por exemplo, 34 pessoas morreram após diversos deslizamentos que aconteceram no estado de São Paulo por conta das chuvas.
Para Lucas Lima Borges, gestor da Teto São Paulo, organização sem fins lucrativos que realiza o mapeamento de favelas que se encontram em maior situação de vulnerabilidade e atua na melhoria das condições de moradia, a falta de planejamento e de políticas públicas revela o número de pessoas que hoje carecem de um lugar adequado para viver. “As ONGs geralmente nascem por uma ineficiência do estado. Quando chegam, elas trazem uma solução de inovação para os resultados. O nosso objetivo é atuar junto das políticas públicas, apresentando propostas menos burocráticas e inovadoras”, diz.
O gestor ainda explica que a ONG vai além da expansão das moradias emergenciais. “Temos como propósito o desenvolvimento das capacidades comunitárias, ações que possibilitam nas comunidades a autogestão e, assim, um coletivo de pessoas interessadas pelo desenvolvimento daquele lugar possa trabalhar em conjunto e busque alternativas que supram as necessidades do território comunitário.”
Com mais de 4.000 habitações realizadas em âmbito nacional, a ONG Teto está presente em 11 comunidades periféricas em São Paulo. No município de Ferraz de Vasconcelos (SP), a organização implantou seis habitações com módulo sanitário integrado. Neste mês a instituição continua a expansão do projeto na região leste da cidade de São Paulo e também em Campinas, no interior do estado.

Planos de habitação
Para Nabil Bonduki, especialista e professor da FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) e também ex-relator do Plano Diretor e secretário de Cultura de São Paulo, a falta de planejamento da prefeitura implica a criação de planos de habitação. “É preciso concentrar as ações para as pessoas que vivem nas áreas de risco, que utilizam mais que 30% da renda para pagamento de aluguel, por exemplo”, diz.

O especialista ainda afirma que, para enfrentar o problema de habitação, é necessária a atuação dos setores privado e público e do terceiro setor.
Em nota, a Secretaria Municipal de Habitação informa que, de 2021 até o momento, foram entregues mais de 4.000 unidades habitacionais a famílias paulistanas. A maioria delas morava em áreas de risco e foi removida e inserida no auxílio aluguel até o recebimento da moradia. Outras 6.000 novas moradias estão em obras. Por meio do Pode Entrar, a prefeitura de São Paulo vai atender com moradia todas as outras 6.000 famílias removidas das áreas de risco e que aguardam unidades habitacionais enquanto recebem auxílio aluguel, segundo a secretaria.
Ainda por meio do programa Pode Entrar, até o primeiro trimestre deste ano mais de mil mulheres vítimas de violência receberam cartas de crédito para adquirirem seus imóveis. A iniciativa será ampliada a outras mulheres que também receberão o apoio do município ainda neste primeiro semestre.

A prefeitura diz também que a Sehab (Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo) segue prestando apoio às famílias que vivem em áreas de risco. De 2017 até o momento, mais de 33 mil famílias que viviam em áreas de risco foram beneficiadas com obras de urbanização, como a implantação de redes de água e de coleta de esgoto, execução de obras de contenção e estabilização de encostas para eliminação de áreas de risco, criação de áreas de lazer, pavimentação e abertura de ruas e vielas, entre outras intervenções.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSaúde

Projeto coleta bitucas de cigarro para reciclagem

por Redação 17 de junho de 2022

Nesta semana, administradores regionais do Distrito Federal conheceram de perto a proposta do projeto Poiato, uma iniciativa que tem como objetivos oferecer a coleta e destinação correta para bitucas de cigarro.

No Museu da Limpeza Urbana, alguns dos administradores puderam ouvir os primeiros resultados desse projeto, que se iniciou no Plano Piloto.

Em encontro que contou com a presença do diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, o sócio-fundador da empresa que coordena as ações, Marcos Poiato, apresentou o projeto que já foi implantado no Plano Piloto.

Em 20 dias desde a instalação dos 100 coletores em diversos pontos da região, foram recolhidos 11 quilos do material, o que corresponde a 28 mil bitucas de cigarro aproximadamente.
O material coletado segue agora para reciclagem, num processo desenvolvido pela empresa com apoio da Universidade de Brasília (UnB), utilizando tecnologia 100% nacional.

As bitucas se transformam em massa celulósica que poderá ser utilizada em artesanato e outras finalidades junto a entidades sociais.

“Quando se fala em cigarro, as pessoas logo pensam que o correto seria não fumar. Com isso, pouco se pensa no resíduo gerado por esse hábito que ainda persiste em uma grande parcela da população. Estamos há 12 anos nesse estudo para implantar esse projeto que hoje já está presente em 82 cidades brasileiras. Nossa intenção é ampliar esse serviço no Distrito Federal, com apoio do poder público”, explicou Marcos Poiato.

As bitucas de cigarro são um problema de saúde e de meio ambiente. De acordo com estudos das Nações Unidas (ONU), são mais de 7 mil substâncias tóxicas contidas nas bitucas de cigarro, os resíduos mais encontrados em ruas, calçadas, praias, mares e oceanos.

No planeta, são vendidos cerca de 15 bilhões de cigarros a cada dia. E a estimativa é de que apenas 1% deste resíduo tem destinação correta, provocando muitos danos ao meio ambiente.

“Nós, do SLU, que fazemos a gestão de resíduos no Distrito Federal, ficamos entusiasmados quando vemos esse tipo de projeto que envolve parceria entre iniciativa privada e poder público, porque trata-se de um problema que precisa da participação de todos”, afirmou Silvio Vieira.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Moradores reduzem compras em feiras após preços triplicarem

por Redação 14 de junho de 2022

A salada de tomate e alface da Tatiane Araújo, 27, ficou pelo menos três vezes mais salgada nos últimos meses. Salada de fruta, por enquanto, nem fará parte da mesa. A jornalista, e demais moradores das periferias, tem sentido a diferença dos preços nas feiras livres em Barueri, na Grande São Paulo.

“Uma feira para 15 dias, numa casa para duas pessoas, eu gastava em torno de R$ 30 e trazia bastante variedade de legumes, frutas, verduras e temperos. Para fazer a mesma feira, hoje, eu ia precisar desembolsar R$ 70”, conta.
Para não mexer mais no orçamento apertado, ela passou a comprar produtos da estação e substituir alguns alimentos por outros similares. Além disso, cortou as frutas do carrinho. “Um mamão formosa estava custando R$ 32 a unidade”, diz.

Do outro lado da banca, a alta dos preços também impacta os feirantes. Welton Rodrigues de Oliveira, 34, morador de Americanópolis, zona sul de São Paulo, comenta sobre um aumento de 400% no preço do mamão formosa, e outras frutas como melancia, abacaxi e maçã, carros-chefe da banca em que trabalha.
“Estava pagando R$ 25 em uma caixa de mamão formosa ano passado. Hoje, nesta mesma época, tô pagando R$ 120”, declara.

Com mais de 20 anos na praça, ele garante que nunca viu cenário parecido. Para não repassar todo o valor para o consumidor, já chegou a ter perdas de 60%. “Só o que não subiu foi a minha mão de obra.”

Sem xepa
É também o caso do feirante Etelvino Germano, 44, morador de Pedreira, zona sul. Para manter os oito funcionários da banca, ele optou por reduzir a variedade e quantidade dos legumes.

Esse salto no valor fez com que os consumidores comprassem menos frutas para garantir outros produtos na sacola. “O pessoal fala que simplesmente deixa de comer porque vem com o mesmo dinheiro de antes, até porque o salário de ninguém aumentou”, acrescenta Welton.

“A gente procura trabalhar com o que está mais barato. O tomate, a cenoura, a abobrinha, a vagem e a mandioquinha estão quase sem condições de comprar. E o quiabo está oscilando um pouco”, explica.
Nem adianta andar por outras feiras, como relatou Tatiana, pois segundo os feirantes entrevistados pela Agência Mural o problema é geral e tem múltiplos fatores. Entre eles está o aumento no valor do combustível para transporte dos alimentos, encarecimento das embalagens e falta de chuvas em 2021, com queda na safra de 2022.

Inclusive, até a guerra entre Rússia e Ucrânia gerou impacto na importação dos fertilizantes usados na agricultura do Brasil.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Inflação e piora fiscal vão manter taxa de juros em patamar elevado por mais tempo

por Redação 13 de junho de 2022

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) volta a se reunir na quarta-feira (15) para estabelecer o novo patamar da taxa básica de juros. A decisão, que pode representar o fim da trajetória de altas da Selic iniciada em março do ano passado, deve colocar os juros básicos em um nível que tende a persistir ao menos até o fim de 2022.

Atualmente em 12,75% ao ano, a taxa Selic deu um salto de 10,75 pontos percentuais em um período de 15 meses. A estratégia monetária adotada para conter a inflação, no entanto, ainda deve esbarrar nas atitudes fiscais e tornar mais permanente a trajetória de alta dos juros até o início do ciclo de queda.

Para o próximo encontro, há um consenso entre os integrantes do mercado financeiro de que a taxa Selic será elevada a 13,25% ao ano. A dúvida presente, no entanto, é se o ajuste vai encerrar o ciclo de alta dos juros ou se novas altas serão necessárias para conter o avanço dos preços. A última avaliação dos economistas consultados semanalmente pelo BC é que o nível persista ao menos até o fim deste ano.
Para 2023, a perspectiva atual dos analistas de mercado é que a Selic feche o ano em 9,75% ao ano. Adauto Lima, economista-chefe da Western Asset, vê a desaceleração da atividade com os juros mais altos como um dos fatores que devem manter a taxa estacionada por um logo período até o início da sequência de quedas no próximo ano.

“Quando o BC parar de elevar a Selic, ele vai manter a taxa alta por muito mais tempo, até ter sinais bem claros de uma convergência da inflação. Eu vejo a queda dos juros no ano que vem de uma forma mais gradual do que as previsões”, analisa Lima.
O diretor de Investimentos do Paraná Banco, André Malucelli, cita os índices inflacionários como essenciais para determinar o início da trajetória de queda da taxa básica de juros. “Seria oportuno as quedas iniciarem no final do primeiro semestre de 2023”, pontua.

Pedro Ramos, economista-chefe do Sicredi, também vê a inflação como um fator determinante para o próximo passo das taxas de juros, mesmo com a alta em ritmo menor dos preços apurado no mês de maio, ainda insuficiente para influenciar no veredito do Copom.

“Há um problema global que faz a inflação ficar alta. Durante os piores momentos da pandemia, os governos e BCs estimularam muito a economia e o consumo e tivemos também dificuldades para produzir”, recorda ele ao citar a redução da oferta como determinante para o índice de preços.

As avaliações levam em conta que a taxa Selic é o principal instrumento de política monetária para manter a inflação sob controle. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas alternativas de investimento.

Risco fiscal
Outro fator listado como determinante para os próximos passos da política monetária envolve os gastos do governo, a chamada política fiscal, também determinante para conter o avanço dos preços na economia.

Entre as incertezas no âmbito fiscal aparecem as incessantes tentativas do governo de conter a alta dos preços, consequentemente elevando as despesas públicas. Entre as ações aparecem as medidas expansionistas de cortar impostos, destinar auxílios e liberar os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

A ausência da política fiscal em linha com as decisões do BC é vista por Lima, da Western Asset, como algo perigoso por aumentar o potencial de rombo nas contas públicas. “Você cria um desequilíbrio no Estado, que já é devedor devido ao aumento da inflação, que impacta na arrecadação”, alerta ele ao avaliar uma piora do cenário para os próximos anos. “Estamos nos endividando mais para as futuras gerações pagarem essa conta”, completa.

Na percepção de Ramos, do Sicredi, as medidas que elevam o consumo das famílias dificultam o controle da inflação. “Para o Banco Central, isso é ruim, porque um aumento de despesas em um momento de elevação das taxas de juros faz com que esse ciclo de alta seja mais persistente do que deveria se houvesse uma sincronização dessas duas políticas.”

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  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

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