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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Brasil

BrasilEconomia

Com a inflação, embalagens dos produtos encolhem nos supermercados

por Redação 13 de junho de 2022

Estratégia para reduzir custos e manter o preço dos produtos não é ilegal, mas há regras que as empresas devem seguir
O pacote de sabão em pó passou de 1 kg para 800 g, o biscoito de 200 g agora tem 160 g, a aveia perdeu 35 g, o molho de tomate foi reduzido de 150 g para 120 g e até a caixa de fósforos diminuiu de 240 unidades para 200.

Com a inflação, os brasileiros também estão se deparando com a mudança do tamanho dos produtos nos supermercados, mas sem a queda dos preços.
Embora não seja novidade, a prática chamada de “reduflação” é uma estratégia das empresas que reduz o tamanho do produto em vez de elevar os preços.

Dessa forma, o consumidor não tem a sensação de que os preços dos produtos, sobretudo dos alimentos, estão subindo tanto.

Porém, a redução da quantidade significa, na prática, a mesma coisa. O consumidor paga mais por menos produto.
Segundo o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), a presença de novas embalagens com diferentes quantidades é uma forma de driblar a lei, já que confunde as pessoas, que estão acostumadas a comprar os produtos e podem acabar não percebendo a diminuição do conteúdo das embalagens.

Apesar de a prática não ser ilegal, existem regras que as empresas devem seguir para que os consumidores não sejam lesados.

O Procon esclarece quais são as obrigações das empresas:

• Informar ao consumidor qual a quantidade que havia antes e qual há depois da alteração;

• Alertar para a mudança em local de rápida e fácil visualização, em negrito, caixa alta e em cor que contrasta com o resto da embalagem;

• Informar o tamanho da redução, tanto de forma percentual quanto de forma absoluta;

• Manter a informação sobre a mudança por pelo menos seis meses.

Se houver descumprimento dessas normas, o consumidor poderá denunciar a empresa aos órgãos responsáveis, como o Procon, o Senacom e o próprio Ministério da Justiça.

No caso, a empresa poderá ser punida por agir de má-fé e em “desconformidade com os princípios do dever à informação e transparência”, segundo o Procon.

Ainda que as empresas sigam essas regras, no entanto, a reduflação pode ser vista como “maquiagem do produto” e, conforme o Idec, utilizada para “não expor a própria imagem, ocultando o aumento do preço com a redução das embalagens”.

O Idec, em nota, se pronunciou sobre a reduflação e classificou a prática como uma forma de “driblar a lei”.

Outra estratégia utilizada pelas empresas é substituir ingredientes da receita por outros mais baratos, de forma a não repassar o aumento dos preços aos consumidores.

Um exemplo disso aconteceu com o leite condensado da Nestlé, que não diminuiu de tamanho, mas teve a fórmula alterada para “mistura láctea condensada”, com ingredientes mais baratos e de menor qualidade.

O caso causou espanto e críticas dos consumidores, e o assunto repercutiu nas redes sociais, sobretudo no Twitter.
A marca se pronunciou sobre a questão. “Os consumidores da Nestlé são plurais e a empresa se preocupa em desenvolver produtos que atendam às suas diversas necessidades. O Moça pra Toda a Família é uma alternativa ao leite condensado com menor desembolso para as famílias brasileiras que querem continuar preparando suas receitas sem abrir mão da segurança do resultado e da qualidade Nestlé”, afirmou a empresa em nota.

Outro item que tem chamado a atenção dos consumidores é o sabão em pó Omo, da Unilever, que teve redução na quantidade de produto. O pacote de 1 kg, agora, vem com 800 g de sabão, redução de 20%.

Em comunicado, a empresa afirmou que mudanças na apresentação dos produtos não são uma prática recorrente.

“Cada segmento de atuação da companhia segue sua estratégia de negócio, que pode envolver alterações que são pontuais para produtos específicos, sempre seguindo as normas estabelecidas pela legislação e as tendências de mercado”, disse a empresa.

A “reduflação” é comum em tempos de inflação alta, como o que é vivenciado pelos brasileiros em 2022.

Em maio, apesar de ter havido uma desaceleração, o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial, foi de 0,47% e, nos últimos 12 meses, de 11,73%. No acumulado do ano, o índice chegou a 4,78%.

Nos últimos cinco anos, o consumidor brasileiro perdeu 30% do poder de compra, e isso pode ser visto nas reclamações em redes sociais sobre idas aos supermercados. São bastante comuns demonstrações de quantos produtos são comprados por R$ 100.

O ideal é que o consumidor fique atento quando for ao supermercado para fazer as compras, tanto no preço quanto na quantidade ofertada pelas empresas, para saber exatamente quanto está comprando e quanto está pagando.

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BrasilSegurança

Morador de rua é encontrado morto após noite com frio de 8ºC em São Paulo

por Redação 13 de junho de 2022

Um homem em situação de rua foi encontrado morto no início da tarde deste domingo (12) em São Mateus, zona leste de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, o corpo do homem, de aproximadamente 50 anos, não apresentava sinais de violência.

Frequentadores da praça Felisberto Fernandes da Silva acionaram a Polícia Militar ao perceberem que o homem não se mexia. As causas da morte ainda serão apuradas pela Polícia Civil, e não é descartada a possibilidade de morte por hipotermia.
Equipes da Polícia Militar preservam o local, até a chegada da equipe de perícia da Polícia Técnico-Científica. O boletim de ocorrência será registrado no 49º DP (São Mateus).

Desde a última sexta-feira (10), a Comdec (Coordenadoria Municipal de Defesa Civil) pôs a cidade de São Paulo em estado de alerta para baixas temperaturas. O CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas), da Prefeitura de São Paulo, registrou 8ºC de temperatura mínima, por volta das 7h.

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BrasilSegurança

Polícia prende suspeito de vender e fazer entrega de atestado falso

por Redação 13 de junho de 2022

Homem fraudou assinatura e carimbo de ortopedista do Instituto Médico Legal (IML), que denunciou caso
A Polícia Civil prendeu um homem na tarde de sexta-feira (10) um suspeito de ser responsável por um esquema de falsificação de atestados médicos no Distrito Federal. Ele assinava e carimbava os documentos se passando por um médico legista da própria PCDF, que denunciou a fraude.

As falsificações começaram há pelo menos três anos. Nesse período, o homem vendeu atestados a clientes que apresentavam os documentos para justificar faltas ao trabalho. Nos atestados, o criminoso apontava o CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças) de uma doença que não correspondia ao que demonstravam os exames dos clientes.
Diante do erro grosseiro, as empresas acionavam o Conselho Regional de Medicina (CRM) para que investigasse a conduta do médico. Contudo, quem era chamado a dar explicações era o ortopedista do Instituto Médico Legal (IML). O profissional respondeu a processos administrativos no órgão de classe por conta das falsificações.
Com os casos recorrentes, ele registrou um boletim de ocorrência e denunciou a fraude. Os investigadores da 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte) identificaram clientes que compravam os atestados e quem estava por trás do esquema.

Com o monitoramento, a polícia apurou que o suspeito era morador de Santa Maria e conseguiu um bloco de atestados médicos com um conhecido que trabalha em hospital do DF. Após pesquisa na internet, ele encontrou o nome e o número do CRM do médico que seria vítima das fraudes. De posse dos dados, o homem foi à Feira dos Importados e mandou fazer um carimbo, segundo a Polícia Civil.
Delivery
Os clientes eram captados por indicação: quem já tinha comprado antes, passava o contato para novos interessados. Toda a negociação ocorria via WhatsApp. A cobrança pelos atestados era tabelada: ele cobrava R$ 50 caso os clientes buscassem o documento na casa dele. Se preferissem o serviço de delivery, o valor subia para R$ 100. O pagamento poderia ser feito via Pix ou cartão de crédito.

Na tarde de sexta, enquanto os agentes acompanhavam o trajeto do homem, ele foi flagrado na entrega de um atestado em um condomínio no CA do Lago Norte, e foi preso. Dentro do carro dele estava o atestado com o nome e endereço do cliente. Durante as buscas na casa do suspeito, a polícia encontrou mais 80 documentos falsos.

Ele vai responder por uso de documento falso, que tem pena de dois a seis anos por cada falsificação. No caso dos clientes, além da fraude, podem ser demitidos por justa causa.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Renda do brasileiro atinge o menor valor em nove anos, aponta IBGE

por Redação 10 de junho de 2022

No segundo ano da pandemia do novo coronavírus, o rendimento médio mensal real do brasileiro teve queda recorde de 5,1% em 2021, atingindo seu menor valor desde 2012. É o que aponta a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) – Rendimento de Todas as Fontes 2021, divulgada nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a pandemia, o rendimento mensal médio real de todas as fontes caiu de R$ 2.386, em 2020, para R$ 2.265, em 2021. Esse é o menor valor registrado pela série histórica da Pnad Contínua, iniciada há nove anos. O rendimento já havia sofrido uma queda de 3,4% em 2020.
O rendimento médio mensal real domiciliar per capita, que já havia diminuído 4,3% em 2020, voltou a cair 6,9% em 2021, quando foi estimado em R$ 1.353, o menor valor da série histórica. A massa mensal de rendimento foi de aproximadamente R$ 216,7 bilhões, 3,1% menor que a estimada para 2020.
Já o rendimento médio mensal real habitualmente recebido de todos os trabalhos (calculado para as pessoas de 14 anos ou mais ocupadas na semana de referência) registrou redução de 6,1% em 2021 e foi estimado em R$ 2.476. Em 2020, havia atingido o maior valor da série (R$ 2.638).

A retração do rendimento médio é atribuída ao possível resultado da expansão da informalidade na ocupação.
Com isso, a desigualdade também aumentou. O rendimento mensal do 1% da população mais rica, que recebe em média R$ 15.940, é 38,4 vezes maior que a renda da metade da população mais pobre, que ganha R$ 415.

Outras fontes
Entre as categorias que compõem o rendimento proveniente de outras fontes, o item aposentadoria e pensão manteve a maior média em 2021 (R$ 1.959), mesmo com retração recorde de 5,3% no período.

Em todas as regiões, aposentadoria e pensão também representavam a categoria de maior valor, variando de R$ 1.564, no Norte, a R$ 2.212, no Centro-Oeste. Regionalmente, a perda de valor foi generalizada entre 2020 e 2021, com destaque para a redução de 9,7% no Centro-Oeste.

Os rendimentos provenientes de aluguel e arrendamento tiveram valor médio de R$ 1.814, aumento de 3,7% quando comparado ao estimado em 2020 (R$ 1.749). Em termos regionais, apenas na região Nordeste houve redução do valor médio do rendimento de aluguel e arrendamento no período (queda de 12,7%).

Pensão alimentícia, doação e mesada de não morador totalizavam, em média, R$ 667, valor 4,2% abaixo do estimado no ano anterior (R$ 696).

As regiões Norte e Nordeste apresentaram as maiores perdas nesse rendimento entre 2020 e 2021: 29,5% e 19%, respectivamente.

Emprego
Entre os fatores que ajudam a explicar a queda da massa de rendimentos do trabalho da população ocupada, entre 2020 e 2021, está a redução do rendimento médio de todos os trabalhos, que preponderou sobre o aumento da população ocupada no período.

Entretanto, a população ocupada cresceu 3,2%, passando de 84,7 milhões para 87,5 milhões de pessoas, o que não foi suficiente para recuperar as perdas ocorridas no início da pandemia, uma vez que em 2019 a população ocupada totalizava 92,8 milhões de pessoas.

Esse aumento de 2,8 milhões de pessoas na ocupação contribuiu para reduzir o rendimento médio do trabalho em 6,1%, o que se deve à entrada no mercado de trabalho de pessoas com menor remuneração, puxando a média do rendimento para baixo. No entanto, para justificar a queda da massa de rendimento no país entre 2020 e 2021, pesou mais a redução do rendimento médio que o aumento da ocupação.

No primeiro ano da pandemia de Covid-19, houve redução do peso do trabalho e aumento de outras fontes de rendimento. Mas, entre 2020 e 2021, o movimento foi oposto. A tendência de aumento da parcela correspondente ao rendimento do trabalho e de queda do peso do rendimento de outras fontes ocorreu em todas as regiões.

População
Em 2021, havia 212,7 milhões de pessoas residentes no país, ante 197,7 milhões em 2012. A região Sudeste concentrava a maior parte da população (42,1%), seguida das regiões Nordeste (27,1%), Sul (14,3%), Norte (8,7%) e Centro-Oeste (7,8%).

Programas sociais
Entre 2020 e 2021, houve redução do rendimento médio em todos os domicílios, mas com maior intensidade naqueles em que havia alguém recebendo algum programa social. Enquanto o rendimento domiciliar per capita dos domicílios beneficiários do Bolsa Família se desvalorizou em 10,8%, entre os domicílios não beneficiários a perda foi de 5,4%.

Domicílios em que alguém recebe outro programa social tiveram redução de 26,1% no rendimento médio, sobretudo pela redução do valor do auxílio emergencial, enquanto aqueles sem beneficiários tiveram perda de 10,3%. A redução do rendimento médio dos domicílios por recebimento do BPC-Loas foi menos discrepante: queda de 7,8% nos domicílios com beneficiários e de 6,9% naqueles sem beneficiários.

Devido à pandemia do novo coronavírus e à necessidade de distanciamento social, em 2020 o governo federal criou o auxílio emergencial, benefício destinado aos trabalhadores informais, MEIs (microempreendedores individuais), autônomos e desempregados.

Esse benefício estava presente em 15,4% dos domicílios do país em 2021, após totalizar 23,7% dos domicílios em 2020, redução que pode ser explicada por mudanças na concessão do auxílio realizadas com a flexibilização das medidas sanitárias.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilEconomia

Em um ano, cesta básica sobe 17% e fica R$ 115 mais cara nos supermercados

por Redação 10 de junho de 2022

A cesta básica subiu R$ 115,05 nos últimos 12 meses nos supermercados e chegou ao valor médio de R$ 758,72, segundo a pesquisa da Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Os itens acumulam alta de 17,87% no período. Já nos primeiros meses do ano — janeiro, fevereiro, março e abril —, a elevação nos preços foi de 8,31%.

Nesta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro pediu aos donos de supermercados e empresários da cadeia de abastecimento que reduzam o lucro dos produtos que fazem parte da cesta básica dos brasileiros.
Bolsonaro citou óleo de soja, ovos, leite, açúcar e café como os vilões do aumento da cesta básica, durante evento da Abras, em que ele falou por videoconferência, diretamente dos Estados Unidos, onde participa da Cúpula das Américas. Já o ministro Paulo Guedes defendeu a tese de que a tabela de preços de alimentos básicos seja reajustada pelos empresários apenas em 2023.

A inflação desacelerou nos últimos dois meses, mas ainda se mantém em dois digítos (11,73%). Apesar do aumento nos preços, o consumo no primeiro quadrimestre de 2022 acumula alta de 2,50%. Em abril, o indicador registrou aumento de 4,20% em comparação a março. Já na comparação ao mesmo mês de 2021 o crescimento registrado foi de 7,37%.

Segundo a associação, os recursos injetados na economia, como o saque extraordinário do FGTS e a antecipação do 13º salário têm ajudado a manter o consumo das famílias aquecido. A criação de 770,6 mil vagas de emprego nos primeiros quatro meses do ano também colaborou.
“Os recursos injetados na economia e a manutenção do Auxílio Brasil estão sustentando o consumo nos lares diante de um cenário de elevada e persistente inflação, que impacta diretamente a cesta de alimentos”, afirma o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.

Aumento de preços
A associação afirma que a alta da cesta básica é decorrente dos elevados custos de produção nas cadeias produtivas do setor. A guerra na Ucrânia e os lockdowns na China contribuíram para o aumento do preço das commodities (matérias-primas com cotação internacional). O frete também ficou mais caro, por conta do diesel, que subiu 52,2% nos últimos 12 meses.

Os itens da cesta registram alta mensal em abril de 3,04%. Entre os alimentos que tiveram aumento mais expressivo nos supermercados no primeiro quadrimestre de 2022 estão o óleo de soja (20,38%), leite longa vida (22,35%), feijão (19,71%), farinha de trigo (15,45%), café torrado e moído (13,22%), margarina (6,54%), arroz (2,32%) e açúcar (1,39%).
As proteínas com maior aumento em abril foram os cortes bovinos traseiro (5,72%) e dianteiro (4,95%). O frango e o pernil, produtos substitutos da carne bovina, registraram queda de 0,27% e 5,59%, respectivamente. Mas ovo subiu 11,32% no período.

Na categoria de higiene e beleza, os produtos com maior variação nos preços foram: sabonete (+10,19%), creme dental (+4,51%), xampu (+4,43%) e papel higiênico (+4,14%). Na categoria limpeza as maiores variações foram puxadas por sabão em pó (+8,09%), detergente líquido para roupas (+4,21%), desinfetante (+3,19%), água sanitária (+2,66%).

Preço da cesta por região
O Sudeste teve a maior variação no preço médio da cesta (3,59%), que passou de R$ 722,14 em março para R$ 748,05 em abril. Em 12 meses, a região registra variação no preço de 20,10%.

Em seguida, com o segundo maior aumento está o Sul, que teve alta mensal de 3,44%. A região tem a cesta básica mais cara do país, R$ 842,49. No mês anterior, o preço dos mesmos alimentos era R$ 814,48. Nos últimos 12 meses, o aumento acumulado é de 21,22%.

No Nordeste, o valor da cesta passou de R$ 665,66 em março para R$ 681,36 em abril. A variação mensal foi de 2,36%. No último ano, o aumento é de 19,58%.
Já no Centro-Oeste o crescimento de preço em abril foi de 3,21% e o valor da cesta chegou a R$ 694,02; no mês anterior custava R$ 672,41. A variação anual é de 15,30% na região.

A região Norte tem o menor aumento em um ano (13,57%). Em abril, a cesta passou a custar R$ 827,68, variação de 2,57% em relação a março, quando o preço dos alimentos somava R$ 806,98.

A cesta Abrasmercado é composta de 35 produtos de grande consumo como alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza.

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BrasilSegurança

Marinha usa helicóptero, barcos e moto aquática nas buscas por indigenista e jornalista

por Redação 7 de junho de 2022

As buscas pelo indigenista Bruno Araújo Pereira e pelo jornalista britânico Dom Phillips continuam nesta terça-feira (7) com o auxílio de um helicóptero, duas embarcações e uma moto aquática da Marinha do Brasil. Sete militares atuam nas atividades de busca com a utilização de uma lancha. Bruno e Dom estão desaparecidos desde o domingo (5) no Vale do Javari, no Amazonas.

O servidor da Funai (Fundação Nacional do Índio), que está licenciado de suas funções na fundação, era alvo de ameaças constantes por parte de garimpeiros e madeireiros na região. Segundo a Univaja (União das Organizações Indígenas do Vale do Javari), Bruno foi intimidado dias antes da viagem na companhia do correspondente do jornal The Guardian.

As ameaças teriam sido relatadas à Polícia Federal, ao MPF (Ministério Público Federal), ao Conselho Nacional de Direitos Humanos e a organizações internacionais de direitos dos povos indígenas.

Na noite desta segunda-feira (6), a PF ouviu duas testemuhas do caso, que prestaram depoimento e foram liberadas. O Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas, fica próximo à fronteira com o Peru e abriga ao menos 14 grupos isolados — a maior população indígena não contatada do mundo. A região é pressionada por invasores ligados a pesca e caça ilegal, garimpo e extração de madeira.

Em 2019, a base de Proteção Etnoambiental (Bape) do rio Ituí-Itacoaíi, que fica dentro da terra indígena, foi alvo de quatro ataques a tiros. Em um ano, entre novembro de 2018 e dezembro de 2019, houve oito investidas contra o posto, informou a Funai na época dos ataques. A Força Nacional chegou a ser enviada pelo Ministério da Justiça à região após o acirramento dos conflitos.
No caso do desaparecimento do jornalista e do indigenista, o MPF instaurou um procedimento administrativo e acionou a Polícia Federal, a Polícia Civil, a Força Nacional, a Frente de Proteção Etnoambiental Vale do Javari e a Marinha. O Exército também atua nas buscas.

Desaparecidos na Amazônia
Bruno e Dom saíram de Atalaia do Norte para visitar a equipe de vigilância indígena do lago do Jaburu na sexta-feira (3). Eles deveriam ter voltado ao município no último domingo pela manhã. Segundo a Funai, Bruno Araújo não estava em “missão institucional”. De acordo com o órgão, embora ele ainda integre o quadro da fundação, estava de “licença para tratar de interesses particulares”.

Os dois viajavam em uma embarcação nova, com 70 litros de gasolina — o suficiente para o percurso — e sete tambores vazios de combustível. Por volta das 6h do domingo, eles chegaram à comunidade São Rafael, onde encontrariam uma liderança local. Sem conseguirem falar com o morador, decidiram voltar a Atalaia do Norte, viagem que deveria durar cerca de duas horas. Contudo, não chegaram à cidade.

“Às 14h, saiu de Atalaia do Norte uma primeira equipe de busca da Univaja, formada por indígenas extremamente conhecedores da região. A equipe cobriu o mesmo trecho que Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips supostamente teriam percorrido, mas nenhum vestígio foi encontrado”, informa o comunicado da Univaja.

Bruno é indigenista especializado em povos indígenas isolados e conhecedor da região, onde foi coordenador regional por cinco anos. Já Phillips mora em Salvador, na Bahia, e faz reportagens sobre o Brasil há 15 anos para o New York Times e o Washington Post, bem como para o jornal The Guardian.

Segundo informações divulgadas pelo The Guardian, a embaixada britânica no Brasil também acompanha o caso. “O Guardian está muito preocupado e busca urgentemente informações sobre o paradeiro e as condições de Phillips. Estamos em contato com a embaixada britânica no Brasil e autoridades locais e nacionais para tentar apurar os fatos o mais rápido possível”, diz a nota.

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BrasilSegurança

Laudo pericial conclui que carro alegórico que imprensou menina foi rebocado incorretamente

por Redação 3 de junho de 2022

Raquel Antunes morreu após ser imprensada entre poste e carro alegórico de escola de samba na dispersão do Sambódromo

A Polícia Civil concluiu o laudo pericial da reprodução simulada do acidente que, no dia 20 de abril, matou Raquel Antunes, de 11 anos, na área de dispersão do Sambódromo, no Rio de Janeiro. De acordo com os peritos, o carro alegórico que imprensou a menina foi rebocado de maneira errada, sem visão do condutor do caminhão.

Além disso, o poste da rua Frei Caneca estava posicionado de forma irregular, em cima da calçada. O não isolamento para impedir o deslocamento de pessoas no local também contribuiu para o acidente fatal.
Entre as incoerências apuradas pelos investigadores está a ausência de auxiliar no setor lateral direito do conjunto para orientar o condutor do caminhão. Havia pouca luminosidade para visualização no retrovisor do veículo.

Ainda segundo a conclusão, o reboque foi feito com o uso de correntes e parafusos, em desacordo com o Código de Trânsito Brasileiro.

Acidente e morte de Raquel
Raquel Antunes da Silva, de 11 anos, subiu no carro alegórico da escola Em Cima da Hora, na área de dispersão do Sambódromo, no primeiro dia de desfiles das escolas de samba. Em seguida, o carro se movimentou e esmagou as pernas dela contra um poste (irregularmente posicionado na rua Frei Caneca).
Uma amiga da família disse, na época, que a menina havia ido à praça para passear com a mãe e que brincava quando houve o acidente. “Raquel era uma criança. E, como toda criança que sonha, que brinca, uma coleguinha a chamou para ver o carro. Quando a mãe foi ver, o acidente já tinha acontecido”, afirmou.

A vítima chegou a ter uma das pernas amputada durante cirurgia no Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro da cidade. Ela ficou quase dois dias internada em estado grave e não resistiu.

Raquel sofreu um traumatismo no tórax e teve duas paradas cardiorrespiratórias.
Após o grave acidente com a criança, o Ministério Público do Rio de Janeiro avaliou que a organização do Carnaval do Rio violou as regras de segurança recomendadas. A Polícia Civil, por meio da 6ª DP (Cidade Nova), investiga de quem é a responsabilidade da tragédia. O laudo pericial usou a versão do condutor do guindaste e de um ajudante.

Fonte Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Armas do PCC apreendidas tinham sido compradas com licença para colecionador

por Redação 3 de junho de 2022

Investigação do Denarc mostra que pessoas ligadas a traficantes teriam atuado como laranjas na compra do armamento
A Polícia Civil apreendeu nesta quinta-feira (2) armas de um núcleo do PCC que tinham sido compradas por meio de licenças para colecionadores. O pequeno arsenal conta com fuzil, submetralhadora e pistolas que estavam em poder de pessoas ligadas a Anselmo Santa Fausta, chefe da facção morto em dezembro.

Segundo Genésio Léo Junior, delegado-chefe do Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico), a estratégia do grupo foi o uso de “laranjas” para conseguir a compra de armas de forma legal para CACs (colecionadores, atiradores desportivos e caçadores).
“Eu tenho passagem pela polícia, mas meu irmão não tem, meu cunhado não tem. Ele vai e tira o CAC de atirador, de colecionador, retira essas armas de forma legal, mas não necessariamente o meu irmão faz uso. Eu posso fazer uso”, exemplificou o delegado-chefe em alusão à estratégia adotada pela facção.
As armas, avaliadas em R$ 50 mil, foram encontradas na casa de uma pessoa com renda mensal de R$ 2.000, o que reforça a tese da atuação de laranjas no esquema.

Investigação
A ação desta quinta-feira teve como um dos alvos uma empresa de ônibus que atua na zona leste da capital e que teria o traficante Santa Fausta como um de seus donos antes de sua morte. Ele usava um nome falso para figurar entre os sócios da companhia, ao lado de outros traficantes e laranjas.

Uma das frentes da investigação diz respeito à lavagem de dinheiro feita pelo grupo. Santa Fausta, juntamente com outro traficante morto recentemente, Cláudio Marcos Almeida, o Django, colocava dinheiro sujo em apostas de loterias. Eles investiam altas quantias em apostas e perdiam parte do dinheiro. No entanto, com bilhetes premiados, conseguiam “limpar” parte do montante, dando uma origem lícita ao dinheiro. O grupo arrecadou ao menos R$ 40 milhões com essa estratégia e ampliou consideravelmente o capital da empresa de ônibus dias após receber um prêmio.

A investigação prossegue. Nesta quinta, foram cumpridos 62 mandados de busca e apreensão na capital, na região metropolitana e no interior de São Paulo. A ação recebeu o nome de Operação Ataraxia, e o material apreendido foi levado para a sede do Denarc, na região do Bom Retiro, no centro de São Paulo.

Fonte Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Carro de luxo avaliado em R$ 1 milhão é apreendido durante operação da polícia em São Paulo

por Redação 31 de maio de 2022

Dono do veículo é investigado por tráfico internacional de drogas e possível sequestro. Ele deverá prestar esclarecimentos

Uma operação da Polícia Civil realizada na manhã desta terça-feira (31) em São Paulo apreendeu um Porsche avaliado em R$ 1 milhão, além de outro carro e duas motos de luxo. O dono dos veículos deverá prestar esclarecimento sobre a origem do dinheiro para a compra dos bens.
A operação mira sequestradores e o tráfico internacional de armas. Cerca de 25 agentes deixaram a sede da corporação, no centro de São Paulo, para cumprir os nove mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos alvos levantados durante as investigações.
O dono dos veículos que, até o momento, não teve a identidade revelada, vai precisar responder aos questionamentos dos agentes no Palácio da Polícia Civil.

A ação é coordenada pela 2ª Delegacia de Polícia de Repressão a Extorsões da Divisão Antissequestro que pertence ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Operação mira grupo por fraude e sonegação com dívida de R$ 213 milhões no setor do tabaco

por Redação 31 de maio de 2022

Ação envolve o trabalho de vários órgãos e bloqueou bens como imóveis, embarcações, aeronaves e veículos de luxo

Uma operação do Cira-SP (Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos), realizada nesta terça-feira (31), cumpre 14 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Criminal de Araraquara (SP), por fraude fiscal e sonegação no ramo do tabaco, cujo alvo é uma distribuidora de cigarros que soma dívida acima dos R$ 213 milhões.

A ação ocorre nas cidades de São Paulo, Marília, Bassit e Taubaté, e bloqueou bens como imóveis, embarcações, aeronaves, veículos de luxo, marcas e direitos creditórios.

Segundo nota do MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo), a dívida da distribuidora é fruto da inadimplência tributária e blindagem patrimonial a partir de estruturas societárias no Brasil e por offshores.

O grupo econômico alvo da Operação Nuvem de Fumaça seria sucessor de uma das maiores devedoras da União: o montante passa de R$ 3 bilhões.

Participam da operação equipes da Polícia Militar paulista, 14 promotores de justiça, 40 auditores fiscais da Receita Estadual, nove procuradores do estado de São Paulo e outros nove servidores.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

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