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Brasil

BrasilSaúde

Santas Casas e hospitais filantrópicos não suportam mais manter atendimento à população

por Redação 17 de maio de 2022

Enfrentando a pior crise da história; mais de 1.800 cruzes serão colocadas, em protesto, na Esplanada dos Ministérios

A Esplanada dos Ministérios, em Brasília, amanhecerá na próxima quarta-feira, 18 de maio, com 1.824 cruzes, representando a crítica situação financeira das Santas Casas e hospitais filantrópicos do Brasil. Serão colocados, ainda, balões com alusão à preocupação do fechamento em larga escala de instituições centenárias que atendem a mais de 50% da média complexidade e 70% da alta complexidade (como oncologia, cardiologia e transplantes) do Sistema Único de Saúde – SUS.

O ato simbólico é organizado pela Confederação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas – CMB – e as suas 18 Federações estaduais, representando 1.824 hospitais filantrópicos brasileiros, para expressar o mais profundo sentimento de todos aqueles que fazem a gestão destas instituições e travam a luta diária para manterem as portas abertas da assistência à saúde aos brasileiros, através do SUS.

Para o presidente da CMB, Mirocles Véras, o setor vem sendo ignorado e a situação pode provocar a desassistência em várias regiões do país. “Os filantrópicos são a maior rede hospitalar do SUS, mesmo acumulando décadas de subfinanciamento, assumindo dívidas para bancar uma conta que não é sua, mas do sistema, tudo para não deixar de assistir aos brasileiros. Já abatidos pela maior crise de saúde pública da história, os hospitais filantrópicos acabam de sofrer novos golpes que podem significar a pá de cal para as instituições que protagonizam o SUS no Brasil”, destaca Véras.

Há décadas a relação das Santas Casas e dos filantrópicos com o SUS vem sendo marcada por fatores e cenários desafiadores.

Subfinanciamento – Em média, estes hospitais são remunerados em 60% do que custa a prestação dos serviços ao SUS e a tabela e seus incentivos, desde o início do plano real, foi reajustada em 93,77%, enquanto o INPC em 636,07%, o salário mínimo em 1.597,79% e o gás de cozinha em 2.415,94%. Este descompasso brutal na remuneração da prestação de serviços ao SUS acarreta um valor anual de R$ 10,9 bilhões em desequilíbrio econômico e financeiro. A situação levou os hospitais filantrópicos à uma relação crescentemente deficitária, provocando sucateamento das estruturas físicas e tecnológicas, e riscos na assistência ao paciente e de desabastecimentos, pela inflação dos custos da mão de obra hospitalar e de materiais e medicamentos, em especial durante e pós-pandemia.

Endividamento – 752 das instituições filantrópicas contrataram operações de créditos com a garantia dos recebíveis do SUS. São R$ 10 bilhões em empréstimos, o que implica em uma parcela mensal de R$ 115 milhões. Somando outras operações financeiras, o passivo com fornecedores e outros estão estimados, no total, em um endividamento na ordem de R$ 20 bilhões.
Fechamentos – Nos últimos seis anos, 315 hospitais filantrópicos fecharam suas portas ou deixaram de atender ao SUS.

Projeto de Lei 2.564/2020 – A CMB acompanhou, nos últimos meses, os trâmites que levaram à aprovação do Projeto de Lei 2.564/2020, que trata do piso da Enfermagem, pelo Senado Federal e, por último, pela Câmara dos Deputados. A Confederação salienta que o setor não é contrário à justiça que se faz em reconhecer o trabalho e o papel da enfermagem. A questão destacada é que não há como pagar e suportar o impacto deste piso salarial para os hospitais filantrópicos que prestam serviços ao SUS, estimado em R$ 6,3 bilhões apenas no primeiro ano de vigência, acrescido nos anos seguintes dos reajustes pela aplicação do índice inflacionário legalmente previsto. Este extraordinário montante financeiro não está ancorado em nenhuma espécie de fonte de financiamento, tornando insustentável aos hospitais seus funcionamentos e estabelecendo-se definitivamente suas falências. Além deste, existem outros 53 projetos de lei em tramitação referentes a piso salarial de profissionais do setor saúde, com evidentes repercussões para o setor.

PEC 11/2022 – Sequencialmente à aprovação do PL 2.564/2020, agora tramita no Senado Federal a PEC 11/2022, cujo fulcro visa a neutralização de uma possível inconstitucionalidade do PL 2.564/2020 e, consequentemente, dos demais projetos de pisos de inúmeras outras categorias que seguem o mesmo modelo de pedido, novamente sem discutir e indicar fonte de recursos, passando diretamente pelo Plenário, em desrespeito aos tão necessários debates nas Comissões Temáticas Permanentes.

PL 1.417/2021 – Por não indicar fonte de recurso, o PL 1.417/2021, que trata de um auxílio emergencial de R$ 2 bilhões às Santas Casas e hospitais filantrópicos, e que reflete uma promessa do presidente da República para todo o segmento, depois de aprovado no Senado, com requerimento de urgência também aprovado na Câmara dos Deputados, espera há meses a chance de ser votado e aprovado pelos deputados. Ao contrário de como seguiu o piso da Enfermagem, aprovado mesmo sem qualquer indicação de fonte.

PL 2.753/2021 – Por fim, o PL 2.753/2021, que prorroga a suspensão da obrigatoriedade de manutenção das metas quantitativas e qualitativas contratualizadas pelos prestadores de serviços de saúde no âmbito do SUS e garante o repasse dos valores financeiros contratualizados em sua integralidade, acabou sendo integralmente vetado pelo presidente da República. O veto ocorreu depois de ter sido aprovado por unanimidade no Senado e na Câmara dos Deputados, com o apoio da bancada do governo, intensificando o estresse na relação dos hospitais com seus gestores estaduais ou municipais, em relação aos repasses dos recursos contratualizados, enquanto não reconstruímos o mínimo de normalidade na prestação dos serviços ao SUS.

As Santas Casas e hospitais filantrópicos requerem nesse ato de alerta e de pedido de socorro aos senadores e deputados federais, o compromisso e a responsabilidade de conduzirem a análise e a apreciação da PEC 11/2022 com a garantia dos debates pelas Comissões Temáticas Permanentes e, ainda, que seja definida e viabilizada antes de qualquer outra deliberação acerca da PEC, a fonte de recursos a qual o setor precisa para suportar os impactos decorrentes destes projetos.

Outro pleito é que seja viabilizada a alocação de recursos na ordem de R$ 17,2 bilhões (R$ 10,9 bilhões do déficit na prestação de serviços ao SUS + R$ 6,3 bilhões do impacto do piso salarial da Enfermagem), anualmente, em caráter urgentíssimo, como única alternativa de assunção das obrigações trabalhistas decorrentes do PL da Enfermagem, já aprovado, assim como para a imprescindível adequação ao equilíbrio econômico e financeiro no relacionamento com o SUS.

“Basta de colocarem sempre para um segundo momento a sustentabilidade do SUS e das instituições que o abraça como a sua razão de ser”, conclui o presidente da CMB.

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BrasilCidade

Atividade do comércio têm queda de 1,2% em abril, aponta Serasa Experian

por Redação 16 de maio de 2022

Retração foi liderada pelo setor de Veículos, Motos e Peças, com baixa de 4,2%.
São Paulo, 16 de maio de 2022 – O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian revelou que, mesmo com os feriados durante o mês de abril, as vendas nacionais do varejo físico diminuíram em 1,2% na comparação com o mês anterior. O segmento de Veículos, Motos e Peças foi o mais afetado, apresentando baixa de 4,2%. O crescimento mais expressivo foi registrado em Combustíveis e Lubrificantes, com alta de 3,3%, seguido por Alimentos e Bebidas, com apenas 1,8%. Confira os dados completos no gráfico abaixo:

Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, os números ainda são desanimadores. “O retorno das atividades comerciais pós pandemia tem sido afetado por fatores como as consecutivas altas da inflação e da taxa de juros, além do endividamento e inadimplência das famílias brasileiras, que bateu novo recorde em abril, assolando o poder de compra dos consumidores e dificultando o fluxo de caixa das empresas”. Rabi também explica que, “um dos motivos que podem ter impulsionado o segmento de Combustíveis e Lubrificantes, apesar dos reajustes de preço, é a volta das atividades presenciais, aumentando a circulação de pessoas nas cidades.”

Análise anual mostra maior crescimento na série histórica
Apesar dos resultados negativos de abril, o setor de Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios mostrou em 2022 o maior percentual do comparativo ano a ano (51,1%) desde o início da série histórica, em janeiro de 2001. O segmento de Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas também apresentou resultados otimistas, com a primeira alta no ano (0,2%) na variação anual. Para conferir mais informações e a série histórica do indicador, clique aqui.

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BrasilEmprego

Brasil precisa qualificar 9,6 milhões detrabalhadores em ocupações industriais até 2025

por Redação 16 de maio de 2022

Projeção aponta que, desse total, 7,6 milhões já têm uma formação ou estão inseridos no mercado de trabalho, mas devem se atualizar. Outros 2 milhões precisarão de formação inicial

Até 2025, o Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas em ocupações industriais, sendo 2 milhões em formação inicial – para repor inativos e preencher novas vagas – e 7,6 milhões em formação continuada, para trabalhadores que devem se atualizar. Isso significa que, da necessidade de formação nos próximos quatro anos, 79% serão em aperfeiçoamento.

O mercado de trabalho passa por uma transformação, ocasionada principalmente pelo uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva. Por isso, cada vez mais, o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação para que os profissionais estejam atualizados.

Essa é a principal conclusão doMapa do Trabalho Industrial 2022-2025, estudo realizado pelo Observatório Nacional da Indústria para identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.

Em quatro anos, devem ser criadas 497 mil novas vagas formais em ocupações industriais, saltando de 12,3 milhões para 12,8 milhões de empregos formais. Essas ocupações requerem conhecimentos tipicamente relacionados à produção industrial, mas estão presentes em outros setores da economia. O crescimento da demanda por trabalhadores por nível de qualificação será de:
Em volume de vagas, ainda prevalecem as ocupações de nível de qualificação, que respondem por 74% do emprego industrial. Contudo, chama atenção o crescimento das ocupações de nível técnico e superior, que deve seguir como uma tendência. Isso ocorre por conta das mudanças organizacionais e tecnológicas, que fazem com que as empresas busquem profissionais de maior nível de formação, que saibam executar tarefas e resolver problemas mais complexos.

As áreas com maior demanda por formação são: Transversais, Metalmecânica, Construção, Logística e Transporte, e Alimentos e bebidas. As ocupações transversais são aquelas que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em Segurança do Trabalho, técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento e profissionais da Metrologia, por exemplo.

Estudo avalia estimativas e cenário político, econômico, tecnológico e de emprego

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) é a principal instituição formadora em ocupações industriais no país. Para subsidiar a oferta de cursos, em sintonia com as demandas por mão de obra do setor produtivo, o Sistema Indústria desenvolveu a metodologia do Mapa do Trabalho Industrial, referência no Brasil. O gerente-executivo do Observatório Nacional da Indústria, Márcio Guerra, explica que o estudo é uma projeção do emprego setorial que considera o contexto econômico, político e tecnológico. Um dos diferenciais é a projeção da demanda por formação a partir do emprego estimado para os próximos anos.

“Para esse cálculo, são levadas em conta as estimativas das taxas de difusão das novas tecnologias nas empresas e das mudanças organizacionais nas cadeias produtivas, que orientam o cálculo da demanda por aperfeiçoamento, e uma análise da trajetória ocupacional dos trabalhadores no mercado de trabalho formal, que subsidiam o cálculo da formação inicial. Um trabalho de inteligência de dados e prospectiva que deve subsidiar ações e políticas de emprego e educação profissional”, explica Guerra.

O estudo agrupa as ocupações industriais em 25 áreas. Abaixo, as que mais precisarão formar até 2025:
Vale observar que, devido à lenta recuperação na abertura de novas vagas formais, a formação inicial servirá, principalmente, para repor mão de obra inativa. Por isso, as áreas com maior demanda são aquelas que já respondem pelo maior volume de vagas.

Abaixo, as ocupações com maior demanda por formação, agrupadas por nível de qualificação: superior, técnico, qualificação mais de 200 horas e qualificação menos de 200 horas:
Aprendizagem ao longo da vida para driblar desemprego e aumentar produtividade

O diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, reconhece que a recuperação do mercado formal de trabalho será lenta em razão da retomada gradual das atividades econômicas no pós-pandemia. Para melhorar o nível e a qualidade do emprego e contribuir para o progresso tecnológico e aumento da produtividade nas empresas, será indispensável priorizar o aperfeiçoamento de quem está empregado e de quem busca novas oportunidades.

“Estamos diante de um cenário de baixo crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), reformas estruturais paradas, como a tributária, eleições e altos índices de desemprego e informalidade. Nesse contexto, o Mapa surge para que possamos entender as transformações do mercado de trabalho e incentivar as pessoas a buscarem qualificação onde haverá emprego. E essa qualificação será recorrente ao longo da trajetória profissional. Quem parar de estudar, vai ficar para trás”, avalia.

Novas vagas em ocupações industriais até 2025

Sobre a estimativa de criação de 497 mil novos postos em ocupações industriais, considerando um cenário de baixa capacidade de geração de empregos, algumas ocupações merecem destaque pela abertura de novas vagas. Abaixo, as ocupações com maior projeção de novas vagas, agrupadas por nível de qualificação: superior, técnico, qualificação mais de 200 horas e qualificação menos de 200 horas:Confira aqui imagens de apoio e entrevista em vídeo com gerente-executivo do Observatório Nacional da Indústria, Márcio Guerra, sobre o Mapa do Trabalho Industrial.

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BrasilSaúde

53% dos médicos brasileiros já sofreram pressão e interferência de planos de saúde

por Redação 16 de maio de 2022

É o que indica uma nova pesquisa realizada pelas AMB e APM, 53% dos médicos brasileiros já sofreram pressão e interferência de planos de saúde
Recentemente, a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Associação Paulista de Medicina (APM) divulgaram uma pesquisa1 realizada com 3.043 médicos de todas as regiões do país, a qual revelou a pressão que os profissionais da área de saúde recebem dos planos de saúde. Mais da metade dos profissionais relatam haver tentativas ou interferências nos tratamentos, restrições quanto à autorização de exames e dificuldades para internar pacientes, e revelam ainda que sofreram pressão para antecipar altas médicas. Os dados da pesquisa foram coletados entre 25 de fevereiro e 09 de março de 2022.
 
 
Já não bastassem essas dificuldades, enfrentadas por profissionais e pacientes todos os dias, as operadoras de planos de saúde buscam novas propostas para enfraquecer ainda mais os diretos dos beneficiários, visando apenas o lucro. São os atendimentos segmentados propostos por alguns planos de saúde, com coberturas de alguns tratamentos e outros não, diante dos quais mais de 70% dos médicos consultados são contrários, pois preveem reflexos negativos para os consumidores.
 
Sobre a proposta de restringir-se a lista de procedimentos de cobertura obrigatória, editada pela ANS, 83,4% dos médicos que responderam à pesquisa são contrários e 86,5% preveem prejuízos aos pacientes, caso seja implantada.
 
“Consideramos que os dados encontrados pela pesquisa são gravíssimos. Eles mostram o desrespeito e a violação do trabalho dos médicos, e também o descaso com a saúde dos beneficiários de planos de saúde”, diz o médico César Eduardo Fernandes, presidente da AMB.
 
Para o presidente da Associação Paulista de Medicina (APM), José Luiz Amaral, as pressões e tentativas de interferência por parte das operadoras de saúde são algo grave e que podem comprometer o resultado de um tratamento médico. “Impacta brutalmente. Por exemplo, se eu não recebo uma autorização para internar alguém que precisa, um determinado tratamento pode ser procrastinado ou nem realizado, agravando a situação clínica do paciente. Ou, se o paciente precisa estender a internação, e o plano não autoriza. Como um médico pode oferecer um tratamento integral nessas condições? — questiona Amaral.

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