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Brasil

BrasilSaúde

Empresário condenado por transmitir propositalmente HIV a duas mulheres é preso no Rio

por Redação 25 de outubro de 2022

Um empresário condenado em 2018 por transmitir propositalmente o vírus do HIV a duas mulheres foi preso em casa, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (24).

Renato Peixoto Leal Filho, de 50 anos, foi detido na rua Marlo da Costa e Souza por agentes da Divisão de Capturas da Polícia Penal, com apoio de policiais civis da 16ª DP (Barra da Tijuca). Ele foi localizado com base em informações prestadas ao disque-denúncia.

Há quatro anos, o empresário, que é soropositivo, foi sentenciado a sete anos de prisão sob acusação de ter tentado infectar com o vírus HIV duas mulheres com quem teve relações sexuais.

Segundo as vítimas, ele nunca havia contado sobre a doença e não utilizava preservativos durante as relações. A uma das mulheres, Renato teria dito: “Vou marcar sua vida”.

Em 2019, havia sido concedida ao empresário a prisão domiciliar. No entanto, dois anos depois, a Câmara Criminal do Rio decidiu aumentar a pena de Renato para 13 anos de reclusão. Ele era considerado foragido desde maio deste ano, quando foi expedido um novo mandado de prisão.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

‘Nosso medo diário é sofrer um estupro’, diz motorista de aplicativo sobre riscos da profissão

por Redação 25 de outubro de 2022

Ameaças, assédios, xingamentos e estupros. Conviver com riscos como esses faz parte do cotidiano de mulheres motoristas de aplicativos em São Paulo. O caso de Hortência Lourenço Dias, de 38 anos, professora de libras e matemática, encontrada morta com sinais de agressão após ter feito uma corrida em Olímpia, no interior de São Paulo, trouxe à tona uma série de práticas violentas enfrentadas por mulheres que trabalham com as plataformas de mobilidade urbana. “Nosso medo diário é de ser estuprada a qualquer momento”, disse à reportagem uma motorista que preferiu não se identificar.

Lucia*, que acumula mais de 20 mil corridas e atende públicos de todos os gêneros, foi vítima de ao menos três episódios de violência. O primeiro constrangimento ocorreu há cinco anos. “Fiquei 15 dias sem trabalhar”, diz. Ela lembra que estava em Santo André, no ABC paulista, quando recebeu um chamado de passageiros. “Quando cheguei ao endereço, ele disse para eu esperar que mais pessoas iriam entrar no carro. Ouvi uma conversa estranha e percebi que eram presos em indulto de Natal”, diz. Em um momento do percurso, um deles se aproximou de Lúcia e disse: “Você é a primeira mulher de quem me aproximo depois de ter sido solto”.

O assédio deixou Lúcia não somente constrangida. A motorista lembra que entrou em estado de choque. “Eles se aproximaram, falaram coisas em tom de ameaça, mas não levaram nada”, afirma. “Assim que eles saíram do carro, precisei parar na rua da frente. Fiquei horas parada, não conseguia sair do lugar. A frase que ele me disse que queriam me ‘zoar’ não saía da cabeça. Achei que fosse ser estuprada”, relata. Depois disso, Lúcia pensou em parar de trabalhar na plataforma para a qual prestava serviço. “Depois que eles entram no seu carro, não tem mais o que fazer.”

Hortência, que morreu no dia 13 de outubro, deixou uma filha de 8 anos e um filho de 17. A professora trabalhava como motorista para complementar a renda e conseguir assumir a responsabilidade financeira no lugar do padrasto, que morreu havia dois meses, da casa em que vivia com a mãe. O corpo da mulher, que trabalhava à noite e durante os dias de folga dos demais empregos, foi encontrado por um morador que passava por uma estrada do bairro Campo Alegre. Na ocasião, os bombeiros perceberam que ela tinha ferimentos na cabeça e no corpo.

O pai de Hortência informou à polícia que ela havia saído para uma corrida por volta das 22h do dia anterior e não voltou para casa. Ao chegar à delegacia para registrar o desaparecimento da filha, foi informado de que o corpo de uma mulher havia sido encontrado. Por meio de uma foto, o pai conseguiu fazer o reconhecimento.

“Os serviços de corrida por aplicativo reproduzem os comportamentos machistas, misóginos e sexistas presentes nas demais esferas da sociedade, refletindo nossas desigualdades de gênero, raça e classe”, diz Isabela Del Monde, advogada e coordenadora da parceria entre a Uber e o movimento Me Too Brasil na criação de um programa de acolhimento a vítimas de violência, voltado tanto para passageiras quanto motoristas.

A advogada afirma que a diferença entre a exposição à violência que atinge motoristas e passageiras é que as primeiras estão no local de trabalho. “Quando se é passageira, o episódio tem a mesma gravidade; porém, pode-se buscar outras opções. Quando se é motorista, não há margem para isso”, diz. “Por isso, é importante que as plataformas pensem e planejem um acolhimento a essas mulheres, para que não abandonem a carreira após o trauma.”

Falsa sensação de segurança
Lúcia trabalha durante o dia e nas madrugadas e cruza todos os bairros da cidade em um único dia. “Durante o dia, temos uma falsa sensação de segurança, mas foram nesses momentos em que sofri todas as tentativas de assalto e assédio”, afirma. Em agosto deste ano, ela lembra que aceitou uma corrida entre o Tremembé, na zona norte de São Paulo, e Guarulhos. Segundo a motorista, o passageiro entrou no carro com uma bebida alcoólica. Ela, por sua vez, pediu que ele não consumisse a bebida no carro. “Ele ficou contrariado, me pediu para subir os vidros do carro, me chamou de vagabunda e disse que eu não sabia dirigir.”

Ao ouvir os xingamentos, Lúcia conta que sentiu medo, desviou a rota e conseguiu chegar a uma viatura da polícia. “Entrei na contramão e pedi ajuda para os policiais tirarem ele do carro”, diz a motorista. A terceira violência vivenciada por Lúcia foi um assédio sexual. Em 2018, ela lembra que estava em São Caetano e se dirigia a Santo André. “Fui buscar uma mulher, mas apareceu um rapaz com duas crianças. Quando as vi, me senti segura para aceitar.” Ao entrar no veículo, porém, o homem se sentou no banco da frente e tocou os seios de Lúcia. “Ele apertou meu peito e perguntou se eu gostava mais de viajar com mulheres, porque mulheres não faziam aquilo.”

A motorista diz que pediu para o homem deixar o carro imediatamente após o ato de abuso sexual. Questionada se chegou a relatar o ocorrido à diretoria da plataforma, ela disse que preferiu manter o silêncio. “Eles ligam para nós, falam que vão bloquear o usuário, mas nem sempre fazem. E, ainda que não aconteça mais com a gente, acontece com nossas colegas.”

Vulnerabilidade
A violência de gênero que ocorre durante as viagens por aplicativo tem características semelhantes àquelas praticadas na esfera privada. “Há uma enorme vulnerabilidade da vítima. As mulheres têm medo em qualquer espaço. Já saímos de casa em uma situação de vulnerabilidade”, diz a advogada Isabela Del Monde. Segundo a especialista, para reverter esse cenário é necessário um processo de educação e conscientização de quais são essas formas de violência e o que pode ser feito em cada um dos casos.

Del Monde afirma que as plataformas de aplicativos de viagens têm melhorado a política de apoio às vítimas. “Algumas empresas têm disponibilizado câmeras nos carros, ferramentas de informe e ajuda imediata, como acionamento da polícia e difusão das ferramentas de proteção”, diz. Além disso, explica, é necessário um trabalho de prevenção às formas de assédio. “Fizemos um material informativo para usuários e motoristas sobre prevenção e divulgação nos canais de comunicação e apoio às vítimas.”

O canal de suporte psicológico da Uber foi criado há um ano para vítimas de violência de gênero. O atendimento foi ampliado e hoje acolhe usuárias e motoristas que relatam incidentes de segurança de condutas discriminatórias baseadas na raça, orientação sexual, identidade de gênero, capacidade física ou mental, idade, origem, entre outras. “A violência sexual causa trauma; por isso, a ferramenta oferece quatro horas de atendimento psicológico gratuito para qualquer pessoa que vivencie essas situações.”

Lúcia afirmou à reportagem que optou por não denunciar à época dos fatos com medo de sofrer algum tipo de perseguição.

A Uber informou que para identificar eventuais casos de assédio, ameaças ou outros tipos de crimes que envolvam a plataforma precisa do nome das vítimas ou das placas dos veículos. “De qualquer forma, a empresa se coloca à disposição para colaborar com as autoridades no curso das investigações.”

Por meio de nora, a Uber informou também que “repudia qualquer tipo de comportamento abusivo contra mulheres e acredita na importância de combater e denunciar casos de assédio e violência.” Desde 2018, a empresa afirma que compromete a participar ativamente do enfrentamento da violência contra a mulher e possui diversos projetos voltados para isso, inclusive, uma campanha educativa de combate ao assédio desenvolvida em parceria com o MeToo Brasil.

“Segurança é uma prioridade para a Uber e inúmeras ferramentas atuam antes, durante e depois das viagens para torná-las mais tranquilas, como: o recurso U-Elas, que permite que motoristas parceiras tenham a opção de receber somente chamadas de passageiras mulheres. Além disso, a plataforma possui um canal de suporte psicológico em parceria com o MeToo para apoiar vítimas de violência de gênero.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Menino de 10 anos morre com tiro acidental durante brincadeira com arma

por Redação 24 de outubro de 2022

Um menino, de 10 anos, morreu, no último sábado (22), após ser atingido por um disparo enquanto brincava com uma arma em um sítio de Juatuba, na região metropolitana de Belo Horizonte. A Escola Municipal Etelvina de Oliveira Guimarães, onde Gabriel Gustavo de Souza Mota estudava, suspendeu as aulas nesta segunda-feira (24).

De acordo com a Polícia Militar, a pistola pertence ao tio do menino, que é policial. O agente contou que a arma estava em cima do guarda-roupa, em um local de difícil acesso, travada e dentro do coldre.

A família disse ainda que o garoto e uma prima, de 11 anos, estavam andando de bicicleta em um praça da cidade quando voltaram para o sítio e entraram no quarto, sem que ninguém percebesse.

De acordo com a menina, Gabriel pegou um banco e teve acesso à arma. Ela até teria alertado sobre o perigo que a pistola representava, mas ele continuou brincando até que houve o disparo.

Quando os parentes ouviram o tiro e chegaram no quarto, já encontraram o menino ferido na região da cabeça. Ele foi levado para o hospital, mas não resistiu e morreu na unidade de saúde. Gabriel foi enterrado neste domingo (23).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Manteiga fraudada já teve a qualidade questionada por consumidores

por Redação 21 de outubro de 2022

As manteigas da marca Real da Fazenda, alvo da Operação Alcanos nesta quinta-feira (20), já estavam recebendo reclamações de clientes que questionavam a qualidade do produto. Segundo os órgãos investigadores, a empresa estava usando na receita gordura vegetal no lugar de creme de leite.

No site Reclame Aqui, dedicado a reclamações de empresas brasileiras, clientes relatam gosto estranho no produto há pelo menos 40 dias. “O produto não tem cheiro nem gosto característicos. Parece, ao paladar, que tem adição de alguma espécie de amido de milho ou algo parecido, que muda totalmente o sabor”, denunciou um comprador.

Outro consumidor comparou a manteiga a margarina. “Comprei quatro potes de manteiga Real da Fazenda, deixei dormir fora da geladeira. No dia seguinte fui utilizar o produto e estava óleo puro, parecia mais uma margarina”, escreveu.

A operação

A operação, denominada Alcanos, que reuniu Polícia Federal, Ministério Público Federal e Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), cumpriu dois mandados de prisão temporária contra os sócios da marca e sete de busca e apreensão em Pouso Alto e Itamonte, cidades de Minas Gerais, e em Taboão da Serra e Itapecerica da Serra, em São Paulo.

Segundo as investigações, os donos da empresa ameaçaram um fiscal do Mapa para fraudar o registro do produto. Os envolvidos foram detidos e podem responder pelos crimes de corrupção, adulteração de substância ou produtos alimentícios, invólucro ou recipiente com falsa indicação e falsificação de selo ou sinal público, além de ameaça no curso do processo.

Os investigadores mostraram que o esquema fez a empresa economizar com a compra de insumo e ter um ganho extra de R$ 12 milhões. As adulterações teriam ocorrido entre 2021 e julho de 2022.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Ministério da Justiça manda Garoto fazer recall imediato de chocolates

por Redação 19 de outubro de 2022

O Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), determinou, nesta quarta-feira (19), que a Garoto faça o recolhimento imediato de dois lotes de chocolates que podem conter fragmentos de vidro e, por isso, causar lesões na boca e nas mucosas.

A decisão vem depois de a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibir, na última terça-feira, a venda, distribuição e consumo dos produtos de dois lotes da marca, sob suspeita de contaminação.

Outra opção para a Garoto, conforme comunicado da Senacon, é apresentar “em até 72 horas” esclarecimentos do caso quanto aos “riscos à saúde e segurança dos consumidores brasileiros”.

O Ministério da Justiça informa ainda que, caso a Garoto descumpra a determinação, vai providenciar as “consequências legais previstas no artigo 330 do Código Penal e nos artigos 64 e 66 do Código de Defesa do Consumidor”.

Os chocolates que podem estar contaminados com pedaços de vidro foram distribuídos principalmente nos estados do Espírito Santo e Santa Catarina. São barras de chocolate ao leite com castanhas de caju e com castanhas de caju e uvas-passas.

A Anvisa informou que a Garoto já começou a recolher os lotes. O problema foi causado pela avaria em um dos equipamentos de produção da fábrica,o que levou ao risco de que os chocolates contenham pequenos fragmentos de vidro.

Os produtos que devem ser retirados de circulação são:

• lote 225212941G: chocolate ao leite com castanhas de caju, marca Garoto, tablete de 80 g, validade 9/9/2023;

• lote 225312941G: chocolate ao leite com castanhas de caju e uvas-passas, marca Garoto, tablete de 80 g, validade 9/9/2023.

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BrasilSaúde

Anvisa proíbe comercialização de dois lotes de chocolates da marca Garoto

por Redação 18 de outubro de 2022

A Anvisa determinou nesta terça-feira (18) a proibição de comercialização, distribuição e uso de dois lotes de dois produtos da marca de chocolates Garoto que podem conter pequenos fragmentos de vidros.

Os produtos são barras de chocolates (tabletes) de 80g sabor chocolate ao leite com Castanhas de Caju e chocolate ao leite com Castanhas de Caju e Uvas Passas.

A agência sanitária também determinou o recolhimento voluntário dos lotes 225212941G e 225312941G.

A Anvisa alertou ainda que somente esses lotes apresentam riscos. Não há restrições de consumo para os demais produtos da Garoto.

Em resposta ao g1, a empresa disse que suspendeu imediatamente a distribuição e comercialização desses dois lotes após ser identificada uma “possibilidade remota” de contaminação.

De acordo com a documentação apresentada pela empresa à Anvisa, a maioria dos lotes não foi comercializada, mas, ainda segundo a agência, alguns produtos chegaram a ser distribuídos em Vila Velha, no Espírito Santo, e no estado de Santa Catarina.

A Anvisa informou que o procedimento de recolhimento foi iniciado pela própria empresa após um problema em um dos equipamentos de produção da fábrica onde esses chocolates são produzidos.

“Grande parte das unidades envolvidas já foi recolhida pela empresa, que está colaborando com as autoridades para que as demais unidades sejam recolhidas. A suspeita da presença de pequenos fragmentos de vidro provém da quebra de um sensor na linha de fabricação, que pode ter tido algum contato com os referidos lotes”, acrescentou a Garoto, em nota (veja a íntegra da nota no final desta reportagem).

A empresa não informou quantos tabletes há em cada lote.

Orientações ao consumidor
A orientação ao consumidor é que, caso tenha adquirido os tabletes de 80g dos sabores “Castanhas de Caju” ou “Castanhas de Caju e Uvas Passas” da marca, verifique o lote do produto no verso do rótulo, próximo ao lacre. Veja imagem abaixo:

Se o consumidor, então, identificar no verso das embalagens os números 225212941G ou 225312941G (códigos dos lotes), ele não deve consumir os produtos.

Os fragmentos de vidro podem causar lesões na boca ou mucosa, segundo a agência sanitária.

Após a identificação, a embalagem dos produtos também deve ser guardada.

A Anvisa ainda orienta que o consumidor entre em contato com o Serviço ao Consumidor da marca de chocolates Garoto para troca ou reembolso gratuito dos produtos. O telefone de contato para isso é o 0800 055 95 50. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h00 às 18h00, exceto feriados.

O contato também pode ser feito pelo e-mail sacgaroto@garoto.com.br.

Íntegra da nota da Garoto:

A GAROTO informa que está promovendo o recolhimento voluntário de um lote do tablete Chocolate Garoto 80g Caju (L 225212941G, validade 09/09/2023) e um lote do tablete Chocolate Garoto 80g Caju e Passas (L 225312941G, validade 10/09/2023), após ter identificado a possibilidade remota de que algumas unidades desses lotes tenham sido produzidas com pequenos fragmentos de vidro. A empresa suspendeu imediatamente a distribuição e comercialização desses dois lotes de produtos e esclarece que a ação de recolhimento é restrita aos Estados de Santa Catarina e Espírito Santo, onde os lotes foram distribuídos. Grande parte das unidades envolvidas já foi recolhida pela empresa, que está colaborando com as autoridades para que as demais unidades sejam recolhidas.

A suspeita da presença de pequenos fragmentos de vidro provém da quebra de um sensor na linha de fabricação, que pode ter tido algum contato com os referidos lotes. A empresa reforça que a qualidade e segurança de seus produtos são prioridades inegociáveis, e que adota rígidos padrões e controles em todas as etapas do processo produtivo e de distribuição. A GAROTO reforça seu compromisso com a segurança dos seus consumidores e disponibiliza os canais 0800 055 95 50 e sacgaroto@garoto.com.br para contato.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Seu Jorge fala após sofrer ataques no Sul: ‘Nunca nos curvaremos à intolerância’

por Redação 18 de outubro de 2022

O cantor Seu Jorge, alvo de ataques racistas durante uma apresentação no clube Grêmio Náutico União, em Porto Alegre, na última sexta-feira (14), se pronunciou na noite de ontem pela primeira vez sobre o caso. Em um vídeo postado no Instagram, o artista se posicionou firmemente na luta contra qualquer tipo de preconceito.

“Estaremos bem mais fortes e unidos na luta intensa contra o racismo e toda forma de preconceito e discriminação. Vamos vencer essa guerra que segrega o nosso povo à miséria e à falta de oportunidade no Brasil. Que mata e maltrata nossos filhos, sobrinhos, primos, primas, irmãos e irmãs todos os dias. Estaremos na luta juntos denunciando e combatendo todo tipo de tipificação de nossa gente e respondendo com excelência, preparo, sabedoria e diplomacia”, disse Seu Jorge.

“Nunca, jamais, nos curvaremos ao racismo e à intolerância, seja ela qual for. Não cederemos um milímetro sequer ao ódio e combateremos e cobraremos das autoridades que a Justiça prevaleça e os criminosos sejam punidos”, completou o cantor.

O artista foi contratado para realizar um show em comemoração da reinauguração de um salão do clube e o crime teria ocorrido enquanto ele e a banda se preparavam para o “bis”.

As denúncias surgiram pelas redes sociais, após internautas que estavam presentes no evento afirmarem que parte do público teria gritado ofensas depois de o músico convidar um jovem negro para tocar no palco.

Depois disso, ele teria feito um breve discurso contra a redução da maioridade penal e em defesa de jovens negros de comunidades brasileiras, o que teria sido a motivação para as injúrias raciais.

Em um dos relatos, uma pessoa diz que foram feitos sons de macaco e que alguém teria gritado palavras como “vagabundo” e “safado”.

“Temos que combater o racismo estrutural e institucional do Brasil, promovendo meios e ferramentas para que a juventude negra brasileira possa seguir o seu caminho com oportunidade para buscar suas realizações e desenvolver suas capacidades”, disse Seu Jorge.

Após a repercussão do ocorrido, o Grêmio Náutico União publicou uma nota oficial, afirmando que está “apurando internamente os fatos” e que, se comprovado o crime, os “envolvidos serão responsabilizados”.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

‘Me enfiei numa cama’, relata estudante de medicina que acusa Thiago Brennand de estupro

por Redação 17 de outubro de 2022

A estudante de medicina Stefanie Cohen, 30, vive há um ano com o trauma que sofreu do milionário Thiago Brennand, a quem acusa de estupro. Mas, somente agora, depois da prisão do empresário na quinta-feira (13) pela Polícia Federal e pela Interpol nos Emirados Árabes, decidiu mostrar o rosto e revelar o crime do qual foi vítima. “Não dá para dizer que a Stefanie de hoje é a mesma de um ano atrás”. “Eu me enfiei numa cama depois do que aconteceu.”

Um dia após ser preso em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, Brennand se tornou réu por uma nova denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo na sexta-feira (14). O empresário, que responde por lesão corporal e corrupção de menores por ter agredido a modelo Helena Gomes em uma academia de luxo em São Paulo, teve um novo pedido de prisão preventiva decretado.

De acordo com a Promotoria de Porto Feliz, no interior de São Paulo, cidade onde o réu morava antes de deixar o Brasil, Brennand cometeu cinco vezes os crimes de estupro, cárcere privado, tortura, lesão corporal gravíssima, coação no curso do processo, constrangimento ilegal por três vezes, quatro ameaças, além de registro não autorizado da intimidade sexual e divulgação de cena de estupro ou sexo por oito vezes.

Em outubro do ano passado, Stefanie se lembra que conheceu o empresário em um restaurante de São Paulo. “Cheguei atrasada, mas todo mundo sabia que eu era a Miss São Paulo”, recorda. “Ele me abordou, perguntou se eu precisava de alguma coisa, o que eu fazia da vida, falou que a família dele tinha hospitais”, diz. Depois, a estudante afirma que ele encontrou seu perfil nas redes sociais. “Ele era respeitoso e atencioso. No Instagram dele tinha fotos de família, nada que chamasse a minha atenção.”

Uma semana depois, Brennand a convidou para jantar. No restaurante, lembra Stefanie, ele pediu duas caipirinhas e as refeições. Momentos depois de ingerir a bebida, a estudante relata ter começado a se sentir mal. “Ele aparentava ser cliente regular do restaurante, pediu as bebidas e as comidas. Mas, depois, comecei a me sentir mal e desorientada.” Ao perceber que Stefanie se sentia mal, Brennand teria então oferecido ajuda e a levado a um hotel.

No hotel, segundo Stefanie, ocorreu o estupro. “Cheguei no dia seguinte com uma mordida no braço, perto do ombro”, diz. “Estava com muita dor, consegui marcar a ginecologista na segunda-feira e, segundo os exames, eu estava com pequenas fissuras nas partes íntimas e com fissuras anais. Tive que usar uma pomada por 10 dias. Foi a pior consequência física de todas. Minha região íntima toda ficou muito machucada.”

Além do estupro, Stefanie afirma que Brennad gravou um vídeo dela sem autorização no momento do crime. “Infelizmente, só lembro da pior parte, lembro de ele ter feito o vídeo. Ele ficou tentando forçar e eu falava que não. Mas, ele insitia. Aquilo me deu um desespero. Ele forçou uma relação anal.”

No dia seguinte, de acordo com Stefanie, Brennand enviou o vídeo pelo WhatsApp. “Ele me mandou o vídeo, mas só consegui assistir até ver o meu rosto”, diz ela. A estudante afirma ainda que, no dia seguinte Brennand, queria levá-la para uma fazenda, mas ela conseguiu fugir ao fazer com que o segurança do empresário fosse embora. “Ele sabia que se vazasse um vídeo meu ele acabaria com a minha vida.”

Ao acompanhar a repercussão do caso e os depoimentos da modelo Helena Gomes, vítima de agressão física de Brennand na academia, Stefanie disse que decidiu revelar os detalhes do estupro. Até então, nem mesmo os familiares da estudante sabiam que ela havia sido vítima do empresário. “Cheguei em casa, contei para a minha mãe e implorei pelo sigilo médico. Tive acompanhamento psicológico e só contei para as minhas amigas mais próximas.”

Stefanie afirma que a ginecologista que a acompanhava chegou a entrar em contato com a coordenação do curso de medicina da faculdade em que estudava para explicar o motivo das ausências da estudante. Tudo, porém, sob sigilo. “Tive que fazer provas com atestado. A faculdade teve que me dar uma chance de fazer as provas de novo.”

A estudante passou a falar sobre o crime recentemente. “Só comecei a perceber que precisava tocar no assunto quando tudo isso veio à tona. Agora, percebi que faz parte do meu processo de cura falar sobre isso”, diz ela, que saiu de casa para viver em um lugar sob proteção. “Ele estava preso, esse é o momento de mostrar o rosto como vítima sexual. Pensei que isso geraria novas denúncias e estão surgindo novas vítimas.”

O violência de Brennand interrompeu a vida de Stefanie de diferentes formas. “Estava muito feliz por ter conquistado o Miss São Paulo”, lembra. “Mas, depois do estupro, minha primeira sensação foi ter sentido muito nojo do meu próprio corpo, tinha repulsa, queria vomitar. Acreditei no que ele dizia que meu corpo era feio, que eu era flácida. Fiquei nesse estágio e só melhorei esse ano.”

Em fevereiro, Stefanie lembra que participaria de um concurso fora do Brasil, o que a fez sentir coragem de seguir apesar do abuso. “Tinha que representar São Paulo num concurso e, querendo ou não, por mais que eu não estivesse segura, eu tinha que continuar. Ele já tinha prejudicado muito. Estava muito abalada, mas tinha um propósito.”

Aos poucos, Stefanie retornou a rotina, mas alguns aspectos não são mais os mesmos. “Minha relação com os homens nunca mais foi a mesma. Tenho medo de ser abordada por uma pessoa que possa fazer algo contra mim.” Além disso, sempre que assiste às notícias sobre Brennand, Stefanie revive o abuso sexual. “Você acha que está melhorando, mas ver a cara dele na TV faz essa ferida vir à tona. Eu não aguentava mais ver a cara dele sem fazer alguma coisa.”

Assim, ao assistir aos depoimentos de Helena Gomes, Stefanie decidiu falar. Depois, ao saber da prisão de Brennand, optou por mostrar o rosto. “Me culpei durante muito tempo por não falar sobre isso, não conseguia dormir. Mas, agora, tento encorajar outras pessoas pensando em dar uma cura. Se todo mundo falar, ele pode ser derrubado.”

A estudante acredita que, agora, trata-se de uma questão de tempo para Brennand voltar ao Brasil e ser punido. “Eu não falava sobre isso com ninguém, só chorava. Mas, não queria ser a vítima só chorando o tempo inteiro, não é porque ele é rico, que temos que aguentar isso pelo resto da vida”, afirma. “Sei que tem muitas vítimas pensando que não vai ter Justiça, que ele vai ser solto. Mas é o momento de denunciar para mudar.”

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Integrantes do Psirico e do Samba Trator brigam no palco; veja

por Redação 17 de outubro de 2022

Integrantes das bandas Psirico e Samba Trator se envolveram em uma briga generalizada no palco do Samba na Feira, neste domingo (16), em Salvador.

Integrantes das bandas Psirico e Samba Trator trocam socos em cima do palco pic.twitter.com/AJOkvj5o5Z

— BNews (@bnews_oficial) October 17, 2022

Em imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver membros dos dois grupos trocando socos e pontapés no palco. Até pedestais para microfone foram usados na troca de agressões.

O público vaiou os brigões e atirou objetos no palco.

No Instagram, o Samba Trator se pronunciou sobre o incidente.

“A Banda Samba Trator vem a público se desculpar pelo envolvimento na confusão com integrantes da Banda Psirico, na tarde desse domingo, durante o evento Samba da Feira. Estendemos o pedido de desculpa aos nossos fãs, ao público em geral, produção do evento, os integrantes da Banda Psirico, sua produção e especialmente a Márcio Vitor, pelo qual temos um imenso carinho e admiração”, disse.

“As cenas de violência são injustificáveis sob qualquer aspecto, independentemente da motivação existente. Reafirmamos nosso compromisso com a valorização da cultura do samba e reiteramos nosso pedido de desculpa”, completou.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Duas mulheres vítimas de Thiago Brennand prestam depoimento ao MP-SP

por Redação 17 de outubro de 2022

Duas mulheres vítimas do empresário milionário Thiago Brennand, de 42 anos, serão ouvidas nesta segunda-feira (17) pelo Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência do Ministério Público de São Paulo. Brennand foi preso na quinta-feira (13) em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes por ter agredido a modelo Helena Gomes em uma academia de São Paulo. Horas depois, ele foi solto após pagar fiança e vai responder em liberdade o processo de extradição.

Um dia após ser preso, Brennand se tornou alvo de uma nova denúncia apresentada pelo MP-SP na sexta-feira (14). O empresário, que responde por lesão corporal e corrupção de menores, teve um novo pedido de prisão preventiva decretado.

De acordo com a Promotoria de Porto Feliz, no interior de São Paulo, cidade onde o réu morava antes de deixar o Brasil, Brennand cometeu cinco vezes os crimes de estupro, cárcere privado, tortura, lesão corporal gravíssima, coação no curso do processo, constrangimento ilegal por três vezes, quatro ameaças, além de registro não autorizado da intimidade sexual e divulgação de cena de estupro ou sexo por oito vezes.

O tatuador que, a pedido do empresário, gravou as iniciais de Brennand na vítima também foi denunciado por tortura e lesão corporal gravíssima.

Brennand é acusado por mulheres de assédio sexual, estupro, cárcere privado, agressões e ameaças. Em um dos casos, a vítima o denunciou por mantê-la em cárcere e diz ter sido obrigada a tatuar as letras TFV, iniciais do nome do empresário.

Desde que o acusado foi flagrado pela câmera de segurança agredindo a modelo Helena Gomes em uma academia de luxo na capital paulista novas denúncias vem surgindo. A partir da divulgação do caso, outras mulheres afirmaram que foram vítimas do agressor.

O empresário também foi denunciado por homens por agressão ou ameaça. Entre eles, o medalhista de hipismo Doda Miranda, que conseguiu na Justiça uma medida protetiva que impede a aproximação de Brennand.

Prisão nos Emirados Árabes
A Polícia Federal, em conjunto com as autoridades policiais dos Emirados Árabes, conseguiu localizar e prender Brennand na quinta-feira (13) em Abu Dhabi.

A prisão preventiva havia sido decretada em 27 de setembro pela 6ª Vara Criminal do Foro Central da Barra Funda, na zona oeste da capital, após ele não ter retornado ao país para cumprir as condições impostas pela Justiça.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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