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Brasil

BrasilSegurança

Criminosos explodem cofre de posto e fazem frentistas de escudo humano

por Redação 20 de setembro de 2022

Bandidos armados com fuzis fizeram funcionários de um posto de combustíveis reféns na madrugada de segunda-feira (19) em Ceará-Mirim, na Grande Natal (RN). Câmeras de segurança flagraram toda a ação.

Três frentistas e duas pessoas de moto que passavam pelo local tiveram de ficar na frente do posto com os braços erguidos enquando os criminosos tiravam o dinheiro do posto. Os ladrões chegaram a atirar contra uma caminhonete que passava pelo local. Ninguém ficou ferido.

Em depoimento, os frentistas calculam em seis o número de criminosos atuando no assalto. A quadrilha roubou o dinheiro que estava no caixa do posto com os frentistas e também explodiu um cofre. Até o momento, o valor levado não foi divulgado e ninguém foi preso

O caso é investigado.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Homem entra em loja no Rio de Janeiro e urina em prateleira

por Redação 19 de setembro de 2022

O último sábado,17, foi marcado por um fato inusitado: um rapaz entrou em uma loja e urinou na prateleira do estabelecimento. O infrator ignorou totalmente a presença da funcionária durante o ato. O caso aconteceu no bairro de Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro.

Após ser repreendido pela funcionária, o homem pediu calma. Em seguida, ele saiu da loja e foi ao encontro dos amigos. O grupo deixou o local de táxi.

De acordo com a funcionária, os amigos que acompanhavam o homem e presenciaram o fato, ainda ficaram rindo e debochando dela.

Apesar do registro das câmeras de segurança, o homem não foi identificado. O episódio, registrado na 10ª DP (Botafogo), está sendo investigado.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Faxineira agredida enquanto lavava a calçada vai à delegacia fazer representação criminal

por Redação 19 de setembro de 2022

A faxineira que foi vítima de uma agressão enquanto lavava uma calçada no bairro Lourdes, na região centro-sul de Belo Horizonte, foi até uma delegacia da Polícia Civil em Belo Horizonte para fazer a representação criminal. A profissional foi atacada, no horário de trabalho, por um homem que corria na rua.

Na tarde do último sábado (17), Lenirge Alves de Lima, de 50 anos, procurou a delegacia para tentar fazer uma representação criminal contra o agressor, mas ela não conseguiu e foi orientada a voltar hoje (19). Na porta da delegacia, a vítima disse que ainda não consegue ver os registros das agressão, que foram filmados por câmeras de segurança.

“Eu nem to acompanhando as reportagens, estou sabendo pelas pessoas, porque eu não consigo ver ele me jogando no chão. É muito triste, muito doloroso. As pessoas estão me ligando chorando. Meus parentes, meus amigos estão chorando junto comigo. Ontem mesmo uma colega me ligou chorando, com dó de mim, sabendo que eu estava no meu local de serviço e um indivíduo daquele passa e faz aquilo comigo”, relatou.

A faxineira registrou boletim de ocorrência na Polícia Militar e também já passou por exame de corpo de delito. Ela espera que o suspeito seja identificado e responda pela agressão.

“Queria perguntar para ele se ele tem mãe. Porque se ele tiver, para ele se colocar no lugar dela. Porque meu filho hoje está abalado, está sofrendo. Se fosse a mãe dele, será que ele estaria de braço cruzado? Então, eu gostaria de saber como está a consciência dele, se ele se arrependeu, o motivo dele ter feito isso, se ele vai pedir desculpa, como ele ta reagindo com tudo isso”, disse.

No dia do crime, a Polícia Civil informou que procedimento investigativo será instaurado para apuração devida dos fatos e responsabilização do autor.

Agressão

A violência contra a faxineira foi registrada por câmeras de seguranças da rua do bairro nobre de Belo Horizonte. O vídeo mostra ela lavando a calçada e, em certo momento, o homem, que caminhava com o cachorro, para e fala com ela.

Na sequência, ele puxa violentamente a mangueira da mão de Lenirge e joga água no rosto dela. A mulher tenta segurar e é lançada ao chão. Logo em seguida, o homem joga água novamente nela e depois larga a mangueira, faz um gesto com a mão e vai embora.

A faxineira contou que o suspeito já tinha passado pela calçada uma vez, deu uma volta no quarteirão e, quando voltou, já chegou questionando sobre o desperdício de água. Ela disse que nem teve tempo de se justificar e já sofreu a agressão. Após o ataque, Lenirge teve ferimentos no joelho e no braço.

Suspeito

Em um comunicado nas redes sociais, a rede de franquias Marcas Magrass afirma que o homem que aparece nas imagens é um franqueado da empresa. A instituição afirmou ainda que medidas cabíveis estão sendo tomadas e que não compactua com o comportamento do suspeito.

Já as franquias de Betim, Sete Lagoas e Belo Horizonte afirmam que o homem não é mais proprietário das lojas. Até o momento, ele não foi localizado.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Ataque a bancos e transportadoras gera prejuízo de R$ 424 mi; ousadia desafia polícia

por Redação 16 de setembro de 2022

Ataques a instituições bancárias e empresas de segurança especializadas em transporte e guarda de valores de todo o Brasil geraram, em sete anos, um prejuízo de R$ 424.262.887,00. A modalidade criminal, denominada “domínio de cidades”, vem colocando em xeque a eficiência da segurança pública em diferentes municípios do país. Mais bem equipados e organizados do que para roubos ocasionais, grupos com 15 a 30 pessoas conseguem aterrorizar cidades inteiras e controlar pontos estratégicos delas. Fortemente armados com fuzis, metralhadoras e explosivos, eles chegam a usar civis como escudos humanos para inviabilizar a ação da polícia.

O valor roubado, que faz parte de um levantamento realizado pelo policial Ribas, membro do Grupo Alpha Bravo, associação que realiza pesquisas para planejar estratégias que combatem crimes violentos contra o patrimônio, mostra apenas uma dimensão do problema. Há registros de roubos com menor visibilidade em municípios menores que não chegam a ser contabilizados.

O primeiro registro de crime classificado como domínio de cidades do país ocorreu, segundo a pesquisa, em Campinas, no interior de São Paulo, em novembro de 2015. Na ação, 20 criminosos fecharam o município com dinamite, outros explosivos, carros e armas para roubar uma empresa de transporte e guarda de valores. Na ocasião, foram levados R$ 27.961.255,56.

Diferentemente do crime conhecido como “novo cangaço”, realizado exclusivamente em bancos, a modalidade domínio de cidades inclui ações previamente estudadas. Nessas ações, todos os detalhes são planejados e executados por grupos com mais de 15 indivíduos. Ao contrário do que se imaginava até algum tempo atrás, o domínio de cidades não se limita a assalto de agências bancárias ou empresas de transporte de valor. As ações também têm como objetivo atuar na soltura de detentos que cumprem pena no sistema prisional. Para executar o planejamento, o grupo usa as mais modernas tecnologias e conta com a mão de obra de integrantes de facções criminosas para reforçar as ações.

Rastro de terror
Em agosto de 2020, os moradores da cidade de Araçatuba, no interior de São Paulo, viveram cenas de terror após o município ter sido invadido por mais de 50 homens fortemente armados e munidos de modernas tecnologias para realizar o mega-assalto. A ação, que durou cerca de duas horas, sacou quase R$ 4 milhões dos cofres de pelo menos três empresas e traumatizou vítimas mantidas reféns. Famílias sofrem até hoje com a falta das pessoas que tiveram a vida levada pelos suspeitos. A ação deixou três mortos na madrugada do dia 30 de agosto do ano passado.

O ataque mais recente, que também foi classificado como crime de domínio de cidades, segundo Ribas, ocorreu em abril deste ano, em Guarapuava, no Paraná. Nele, 30 suspeitos armados e devidamente equipados com capacetes balísticos e coletes à prova de bala fizeram um cordão humano com civis no em torno de uma empresa de valores para impedir que a polícia interrompesse a ação. Às 22h25 do dia 17, uma explosão orquestrada pelo grupo destruiu parcialmente a empresa. Apesar dos esforços, eles não conseguiram acessar os cofres.

Esses ataques subjugam as forças de segurança, segundo Ricardo Matias, professor de pós-graduação da disciplina “Do Novo Cangaço ao Domínio de Cidades” no curso de Ciências Policiais e Segurança Multidimensional na Escola da Magistratura Federal do Paraná.

“Para mitigar as ações de domínio de cidades, a melhor estratégia são os planos de defesa”, afirmou. O professor explica que os efeitos dessas ações costumam ter grandes proporções porque as forças de segurança são surpreendidas pelos criminosos.

Sem o mesmo poderio, os policiais militares partem para o enfrentamento dos grupos e resgate de eventuais reféns sem equipamentos com avançada tecnologia e sem a devida proteção contra as armas e munições utilizadas pelos oponentes. Dessa forma, reforça o professor, acabam arriscando sua vida. Alguns estados, aponta Matias, como Alagoas, Goiás e Mato Grosso do Sul, têm avançado no combate a essa modalidade criminal.

Entre 2015 e 2022, ao menos 27 ocorrências no país foram classificadas como domínio de cidades e uma na Ciudad del Leste, no Paraguai, que, segundo a Polícia Federal, foi cometida por uma facção criminosa brasileira. Nesse mega-assalto, em abril de 2017, o grupo conseguiu levar mais de R$ 47 milhões da Prosegur. Desses, apenas R$ 4 milhões foram recuperados.

Busca pela aprovação da lei
Apesar da sofisticação, dos recursos milionários e da tecnologia empregada, o domínio de cidades ainda não é um crime tipificado em lei, conforme explicou Hélio Freitas, vice-presidente da Sinpef/ES (Sindicato dos Policiais Federais do Estado do Espírito Santo) e membro do Conselho da Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais). Até o momento, há apenas um projeto de lei (número 5.365/2020) em trâmite no Senado. “É necessário inserir um novo artigo na lei que reconheça o domínio de cidades como um delito maior do que crimes contra o patrimônio”, disse.

O vice-presidente da Sinpef/ES defende a necessidade de reconhecimento da modalidade como crime hediondo. Sem essa tipificação, Freitas diz que os grupos que conduzem essas ações afrontam e desafiam as forças de segurança.

Hoje, o criminoso que comete essas ações, explica o professor Matias, responde por roubo. No caso da aprovação da lei, ele responderá pelo crime de domínio de cidades com um aumento considerável da pena. A proposta legislativa inclui ainda a criminalização do ato preparatório para a ação. No roubo, essa etapa não é considerada crime, explica ele.

Sem o planejamento estratégico e uma integração entre as polícias, a modalidade domínio de cidades impõe riscos a moradores das cidades e à polícia. Para Matias, o enfrentamento dessas ações sem um plano de defesa pode ser considerado “quase um suicídio”. Isso porque os recursos utilizados pelos criminosos e o plano prévio para a realização do crime bloqueiam as ações policiais convencionais. Hoje, segundo Matias, a corporação busca rever procedimentos para grupos especializados contra o domínio de cidades. “É um desafio a ser superado”, disse.

Nessas ações, agentes e civis correm riscos devido à violência empregada pelos grupos. Moradores das cidades em que ocorrem os ataques podem ser utilizados como escudos humanos, como ocorreu em Araçatuba (SP), onde pessoas foram colocadas sobre os carros para que a polícia não atirasse, ou em Guarapuava, quando fizeram um cordão humano para blindar a empresa atacada. “A melhor forma de combater ações de domínio de cidades são os planos de defesa previamente elaborados e simulados”, afirmou o professor.

Diferença entre ‘novo cangaço’ e ‘domínio de cidades’
Especialista em crimes contra o patrimônio, Ricardo Matias explicou a diferença entre os atos infracionais denominados novo cangaço e domínio de cidades. Segundo ele, o novo cangaço visa cidades pequenas e, geralmente, bancos para serem roubados. Já o domínio de cidades, além de ser uma nova modalidade de crime contra o patrimônio, é uma forma de agir para outros atos criminais, como resgate de presos.

“O domínio de cidades é um crime complexo e muito mais elaborado, que independe do tamanho dos municípios”, afirmou.

De acordo com o professor, muitos ainda confundem furtos com explosivos a caixas eletrônicos com ações do novo cangaço ou domínio de cidades, mas distinguir modalidades de crime é importante para pensar em políticas de segurança pública em diferentes municípios e, com isso, segundo ele, proteger vidas.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Recém-nascida é encontrada em caixa de papelão

por Redação 15 de setembro de 2022

Uma recém-nascida foi encontrada com vida, na tarde desta quarta-feira (14), em uma caixa de papelão, no bairro Vila Formosa, em Ipatinga, a 213 km de Belo Horizonte.

Um catador de recicláveis que encontrou a menina abandonada na rua do bairro. Quando ele abriu a caixa de papelão, viu os pés da criança. Uma sacola preta cobria parte do corpo da bebê. Antes de ser levada ao Hospital Márcio Cunha, moradores tiveram o cuidado de colocar a criança em um lençol. Ela foi entregue ao Samu (Ser da cidade, que a socorreu até a unidade de saúde, para a realização de exames clínicos.

A criança ainda estava com o cordão umbilical quando foi encontrada. Policiais buscam através de câmeras de segurança da rua quem teria deixado a menina no local.

Os médicos informaram que a bebê passa bem e não corre risco de morte.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilPet

Anvisa investiga se substância ligada à morte de cães contaminou alimentos para humanos

por Redação 15 de setembro de 2022

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) investiga se alimentos para humanos foram contaminados com a substância que pode ter causado a morte de cães pelo Brasil.

A possibilidade foi levantada após o órgão ter descoberto que a empresa Tecno Clean vendeu parte dos dois lotes de propilenoglicol contaminados para outras fábricas, além da Bassar Pet Food, responsável pela produção dos petiscos que causaram a morte dos animais.

As compradoras ainda não foram reveladas. “As ações de vigilância sanitária estão concentradas nas empresas com possível atividade na área de alimentos para consumo humano”, declarou a Anvisa.

Apesar de a investigação ainda estar em curso, o órgão federal afirma que, por ora, “não existem evidências de alimentos para consumo humano fabricados com lotes contaminados”. A agência, no entanto, vedou o uso do material contaminado e determinou o seu recolhimento.

O propilenoglicol é um solvente usado como umectante para manter a textura de alimentos embalados, como sopas, massas para bolo, pães e biscoitos. Ele evita que os produtos ressequem depois de abertos.

Segundo o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), os lotes AD5035C22 e AD4055C21, vendidos pela Tecno Clean, de Contagem, na Grande BH, estavam contaminados com monoetilenoglicol. Esse é um dos dois anticongelantes tóxicos encontrados em cervejas contaminadas da Backer e que causaram a morte de ao menos dez clientes da cervejaria mineira, em 2020. A substância provoca problemas renais e motores.

“Assim como a Tecno Clean, a empresa A&D também foi notificada pela Anvisa para prestar esclarecimentos sobre a origem e distribuição do produto”, declarou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

A Tecno Clean não esclareceu à reportagem quais fábricas também compraram os lotes contaminados. No início das investigações, a empresa ressaltou que não produz a substância e que a adquiriu da importadora A&D, de São Paulo. A reportagem procurou a A&D e aguarda retorno.

“Até o momento, as investigações ainda não determinaram a origem do aditivo utilizado”, destacou o Ministério da Agricultura. “O Mapa determinou que fabricantes de alimentos e mastigáveis indiquem os lotes de propilenoglicol existentes em seu estoque e seus respectivos fabricantes e importadores e realizem análises em produtos que contenham o propilenoglicol em sua composição. O Mapa não orientou a suspensão do uso de produtos que contenham propilenoglicol na sua formulação”, concluiu o órgão.

O caso

O caso foi revelado pela Record TV Minas. As investigações começaram com a morte de cães após o consumo de petiscos da Bassar Pet Food. O governo determinou o recolhimento do material suspeito. Mais de 50 animais podem ter morrido vítimas da intoxicação.

O propilenoglicol também é usado nas fábricas de alimentos para animais para manter a textura dos produtos, mas o monoetileglicol também é tóxico para os cães.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

‘Golpe do amor’: vítimas mais comuns são homens de meia-idade e alto poder aquisitivo

por Redação 15 de setembro de 2022

Em julho, em Taubaté, no interior de São Paulo, o humorista Heitor Martins, famoso pelo personagem Pit Bitoca, foi vítima do chamado “golpe do amor” e ficou cinco dias em cativeiro após ter marcado um encontro. No mesmo mês, um empresário do comércio varejista de São Paulo foi sequestrado em Osasco, na região metropolitana, depois de ter jantado com uma mulher que havia conhecido em um aplicativo de relacionamento. No início de setembro, um homem de 49 anos foi mantido em cativeiro ao ser sequestrado também em um suposto encontro amoroso.

Apenas em 2022, 19 ocorrências de golpes que envolvem encontros marcados por aplicativos tiveram grande repercussão e acabaram em sequestro, roubo e até morte, como no caso do empresário que precisou fazer um Pix de R$ 10 mil antes de ser assassinado em São Paulo. Em 18 dos episódios, as vítimas eram homens, e apenas em um era mulher. O perfil de homens com alto poder aquisitivo e geralmente de meia-idade é o que prevalece, segundo especialistas.

O advogado especializado em direito digital e crimes cibernéticos Jonatas Lucena afirma que já atendeu dezenas de vítimas que sofreram o golpe do amor desde o nascimento do Pix, em 2020: “O que motivou o aumento do golpe do amor foi o Pix, por conta da facilidade de não ter dia e não ter hora [para fazer a transferência]. É muito fácil para o criminoso e fica difícil para a vítima reaver o valor roubado”.

A presidente do Sindicato dos Delegados e especialista nessa modalidade de golpes, Jacqueline Valadares, explica que as vítimas, normalmente do sexo maculino, costumam ser abordadas em aplicativos de relacionamento por mulheres de boa aparência. Os homens são, muitas vezes, chamados para um encontro. Quando a vítima chega ao local combinado, é abordada por criminosos que a sequestram e a obrigam a realizar transferências via Pix.

A delegada explica, porém, que esses são os casos mais extremos do golpe. Muitas vezes, as pessoas chegam a “apenas” trocar vídeos de conteúdo íntimo com os suspeitos por aplicativos de mensagens. A partir desse momento, os golpistas passam a exigir dinheiro para não divulgar os “nudes”.

“Muitas vezes essa pessoa é casada, então a vítima cede ao golpe para não mostrar para a esposa e não ter imagens divulgadas nas redes sociais”, afirma Jacqueline Valadares.

Perfil das vítimas
Segundo o advogado Jonatas Lucena, a maioria dos casos que ele atendeu é de homens de 35 a 55 anos, com maior poder aquisitivo. “O que acontece é eles estudam as vítimas antes de fazer contato. O bandido ou a bandida vai pesquisar nas redes sociais quem é aquela pessoa. Normalmente, eles vão atrás de gente que tem possibilidade de um potencial financeiro que dê para eles levarem”, explica Lucena.

A delegada Jacqueline Valadares diz que, como algumas vítimas são casadas, o encontro costuma ser marcado em locais um pouco mais afastados e ermos. Em muitos casos, há a preocupação da própria pessoa de ficar no sigilo, e essa é uma opção melhor para esses criminosos.

“Em geral, essas vítimas são abordadas por redes sociais. Normalmente é feita uma pesquisa em meio aberto por parte dessas organizações, a fim de verificar o perfil dessas vítimas e se têm um potencial financeiro que interesse”, conta Valadares.

Como evitar o golpe
Uma das principais orientações é evitar marcar esses encontros em ambientes e locais ermos. O ideal é sempre combinar em lugares com grande movimento de pessoas. Também existe a possibilidade de tentar fazer uma pesquisa no Google, ainda que de fonte aberta, sobre a pessoa que está prestes a conhecer.

“São opções e caminhos que podem ser adotados para evitar que mais pessoas sejam vitimadas nesse tipo de golpe, assim como evitar ter aplicativos de banco no celular que você vai utilizar para transitar na rua. O ideal seria ter um aparelho específico que fique em casa”, exemplifica.

Outra dica é fazer uma chamada de vídeo para se certificar de que a pessoa com quem o interessado vai se encontrar é a mesma das imagens do aplicativo.

Caso a pessoa perceba que está sendo ou foi vítima de um golpe, é importante denunciar o caso o mais rapidamente possível. “O que a gente percebe é que mais homens estão se encorajando a denunciar esse tipo de conduta criminosa, até mesmo em decorrência da gravidade dos fatos que vêm ocorrendo. Era muito comum ouvir de vítimas do sexo masculino que eles tinham vergonha de reportar terem sido alvo nesse tipo de situação”, finaliza Jacqueline Valadares.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Mãe desaparecida em mata com a filha deixou de comer para alimentar a criança

por Redação 14 de setembro de 2022

A jovem de 21 anos que passou três dias perdida em uma mata com a filha de 3 anos, na zona rural da cidade Morada Nova de Minas, a 297 km de Belo Horizonte, conta que deixou de comer para garantir um alimento, mesmo que mínimo, para a filha.

Em entrevista à Record TV Minas após deixar o hospital, Ludmila Jesus da Silva relembrou que sua preocupação maior era a pequena Kyara Messias de Jesus. Ludmila diz que só se alimentou no terceiro dia, quando encontrou uma árvore frutífera.

“Eu só pensava nela [Kyara]. Não pensava em mim. Teve um dia que dei a ela peixe cru e ela reclamou dizendo que precisava fritar, mas acabou comendo porque estava muito fraca e com fome”, recorda-se a jovem.

Até então, a mulher e a filha haviam bebido apenas a pouca água que Ludmila encontrara em uma fonte, mas no terceiro dia elas ainda não haviam se hidratado.

Ludmila conta que a ideia de subir para uma área mais alta da região onde estavam foi de Kyara. “Ela falou: vamos lá em cima mamãe. O avião vai nos buscar”, contou. “Nesse dia eu já não tinha mais forças”, desabafa.

Ao chegar no topo, mãe e filha foram encontradas por um drone que as equipes de resgate usavam nas buscas.

O desaparecimento

Ludmila Jesus da Silva e Kyara desapareceram na última sexta-feira (9). Elas saíram de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, em direção a Morada Nova de Minas, com o namorado de Ludmila, Valter Moreira Westermann, de 23 anos.

No caminho, o carro da família estragou. Ludmila recorda que saiu para procurar uma área com sinal de internet e telefone, mas acabou entrando na mata e se perdendo.

Westermann conta que ao perceber a demora da namorada, ligou o som do carro para que ela pudesse se guiar pelo barulho. Sem retorno, ele foi até uma fazenda e pediu ajuda para acionar a polícia.

O jovem relembra que também precisou administrar outro problema. “Eu procurando pela minha família, comecei a receber várias ameaças”, comenta sobre o momento em que começou a ser apontado por conhecidos como responsável pelo desaparecimento.

Ludmila e Kyara foram encontradas nesta segunda-feira (12), debilitadas. Elas receberam alta nesta terça-feira após passarem por atendimento médico. A família deve voltar para Ribeirão das Neves nesta quarta-feira (13).

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

PF faz ação contra quadrilha que aplicava golpes na Caixa; prejuízo chega a R$ 40 milhões

por Redação 14 de setembro de 2022

A Polícia Federal realiza, na manhã desta quarta-feira (14), uma operação para desarticular uma organização criminosa suspeita de cometer fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal e outros crimes. As fraudes cometidas pela quadrilha geraram um prejuízo ao banco que se aproxima dos R$ 40 milhões

Segundo as investigações do GCEF (Grupo de Repressão a Crimes Contra a Caixa Econômica Federal), os criminosos compraram, de forma irregular, passagens aéreas usando cartões clonados do banco. Para evitar suspeitas, os bilhetes eram posteriormente vendidos a baixo custo em uma rede social, com o motivo de terem sido adquiridos em programas de milhagem.

A Operação Delivery Card levou cerca de 15 agentes da PF às ruas para cumprirem três mandados de busca e apreensão, expedidos pela 10.ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, nos bairros do Leblon, na zona sul, e Colégio, na zona norte do Rio.

Os suspeitos podem responder pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado mediante fraude e lavagem de dinheiro, cujas penas podem somar mais de 26 anos de prisão.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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BrasilSegurança

Com mais de mil tentativas de golpes por hora, bancos investem na educação de clientes

por Redação 14 de setembro de 2022

Para tentar diminuir os prejuízos com golpes e fraudes, alguns bancos estão adotando novas estratégias de comunicação com seus clientes, com foco em educação, para ensiná-los a identificar e escapar de abordagens suspeitas. Isso se deve ao fato de 70% dos casos, segundo estudos da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), acontecerem por meio de engenharia social, nome dado à manipulação psicológica e comportamental da vítima pelo criminoso.

Levantamentos da instituição mostram que esse tipo de fraude aumentou 165% desde março de 2020, quando começou a pandemia da Covid-19. Nessas situações, o criminoso conta com a colaboração da vítima para o golpe dar certo. Por isso, todo o investimento em segurança da informação feito pelas instituições bancárias nos últimos anos acaba não sendo suficiente para evitar as perdas. O cliente é enganado, fornece informações pessoais ou deposita uma quantia em dinheiro para um desconhecido, por exemplo, e nada disso passa diretamente pelos sistemas dos bancos.

Além disso, só nos primeiros sete meses deste ano, foram mil abordagens por hora com finalidade de fraude financeira detectadas pelas soluções da PSafe, dfndr security e dfndr enterprise.

Entre junho de 2021 e junho de 2022, houve mais de 4,62 milhões de tentativas de fraude, indicou uma pesquisa realizada pela Serasa Experian, divulgada em agosto. Em números absolutos, foram 385 mil abordagens criminosas por mês, em média. O pior resultado foi registrado em julho de 2021, com 391.870 tentativas.

Segundo a instituição, no ano passado foi batido o recorde de tentativas de fraude no país, com mais de 4 milhões de investidas. Na comparação com 2020, as abordagens online de golpistas aumentaram cerca de 80% em 2021, diz a Febraban.

Só em junho deste ano, o Indicador de Tentativas de Fraudes, da Serasa Experian, registrou 322.219 iniciativas criminosas desse tipo, uma a cada oito segundos. Dessas ocorrências, 57,1% estão relacionadas ao setor de bancos e cartões, evidenciando que já era hora de adotar uma nova estratégia.

Ações educativas
Os bancos foram um dos pioneiros na disponibilização de produtos e serviços em aplicativos para smartphones, o que levou a uma verdadeira transformação das relações comerciais e hábitos de consumo. A cada inovação, essas instituições tiveram de enfrentar desafios impostos pela tecnologia, relacionados à cibersegurança, às dificuldades operacionais de usuários e à engenharia social.

Até agora, as principais ações tinham contemplado investimentos na criação de sistemas robustos, capazes de detectar movimentações financeiras suspeitas, e no alerta a correntistas e investidores sobre as práticas dos criminosos, principalmente por email, nas redes sociais, nos sites institucionais e via SMS e WhatsApp. Entretanto, tais medidas não têm se mostrado suficientes para reduzir as ações dos golpistas.

Por isso, alguns dos maiores bancos do país decidiram fazer algo diferente: ensinar o cliente a agir para não cair em um golpe. A nova tática ficou mais evidente há poucas semanas, quando o Itaú Unibanco passou a exibir na TV aberta, em horário nobre, três vídeos de propaganda em que atores são abordados por golpistas. Eles percebem que se trata de uma fraude, e a reação deles é mostrar que não caíram na “malandragem” do criminoso.

A campanha mostra três golpes muito comuns, da troca de cartão, da falsa central e do WhatsApp. “Fizemos um levantamento dos principais golpes da atualidade e estudamos a fundo o passo a passo de execução de cada um deles. A partir disso, criamos roteiros que explicassem essa mecânica de forma didática, clara e leve. Lançamos três filmes que acompanham seus respectivos tutoriais, que criam conexão com o público e, o mais importante, fixam a mensagem”, conta Eduardo Tracanella, diretor de marketing do Itaú Unibanco.

O objetivo do banco é alertar os consumidores sobre as diversas modalidades de crime e educá-los sobre as formas de prevenção, propondo a formação de redes de proteção contra essas ações, completa.

Com os golpes cada vez mais sofisticados e aplicados a todos os perfis de públicos, Tracanella diz que a ideia da campanha veio com a constatação de que a prevenção depende de um esforço conjunto, que inclui os clientes e a sociedade em geral. Pesquisas e planejamento ajudaram o banco a entender a necessidade de uma comunicação direta. “Era preciso nos aproximar da linguagem da audiência e, mais do que isso, criar uma conexão com aquela mensagem, alertando de forma bem-humorada e educativa”, explica.

O diretor de marketing do Itaú cita dados da Febraban que mostram que a maioria dos golpes envolve manipulação psicológica. “Eles poderiam ser evitados. Dessa forma, a campanha surgiu da necessidade de uma comunicação didática, capaz de quebrar o padrão de comportamento de parte dos clientes”, completa.

Tracanella conta que a recepção dos vídeos pelos clientes é positiva. “As pessoas têm elogiado muito a campanha, pois ela trata de um jeito leve um tema que é pesado. Isso facilita o engajamento das pessoas e, consequentemente, a conscientização sobre os diversos tipos de golpe. Como sempre reforçamos, não é apenas uma campanha, mas sim um movimento de conscientização da população no combate a golpes e fraudes.”

Ele afirma que a ação do Itaú foi desenvolvida para alertar toda a sociedade. “Ao contrário do que diz o senso comum, não existe um público específico que é vítima de golpes. Todos estamos sujeitos a isso e, como os golpes se atualizam todos os dias, o conhecimento de forma mais geral é fundamental para o combate”, explica.

A expectativa é que a campanha chegue a todo tipo de público, da TV aberta, passando pelo rádio até as mídias digitais. “Os vídeos estão disponíveis em todas as redes sociais, com tutoriais que trazem dicas rápidas e visuais sobre os principais golpes. Contamos também com a participação de creators nativos do TikTok, que estão disseminando a mensagem de conscientização para suas audiências. Nossa comunicação abrange o envio de conteúdos por meio dos nossos canais diretos, como email e SMS, um guia completo de segurança, que está em uma seção específica do nosso site voltada ao tema, disponível em www.itau.com.br/seguranca. Sempre que houver necessidade e oportunidade, levaremos conhecimento e informação para a população.”

Processo de prevenção

O Santander também investe em diferentes ações para tentar diminuir o prejuízo. “A gente trabalha bastante a conscientização dos nossos clientes, estuda os nossos públicos e faz uma comunicação na medida”, diz Lee Waisler, superintendente-executivo de prevenção a fraudes do banco.

A instituição explora, principalmente, as redes sociais, devido a seu alcance e tendência de viralização. “Elas são um canal de comunicação muito assertivo, porque a gente consegue, inclusive, medir o impacto, saber qual público foi mais atingido e repercutiu mais”, justifica o executivo, lembrando de um teste feito neste ano com o ator Ary Fontoura (no vídeo “O vovô tá on”).

“O vídeo com o Ary foi um sucesso. Pegamos uma pessoa superirreverente e querida, que a gente sabia que seria bem aceita, e simulamos exatamente o que acontece nas tentativas de golpe. Foi leve, direto, com linguagem simples”, conta.

Para Waisler, levar o assunto para meios de comunicação de massa, como a TV aberta, ainda não está nos planos do Santander. “Comunicar é uma arte! Cada banco tem o seu cenário, sua realidade e seu contexto de fraude; existem diferentes maneiras de fazer a conscientização dos clientes. Nosso vídeo foi feito com muito cuidado, ouvimos ligações de pessoas que passaram pelas situações que são reproduzidas nele para colocar no roteiro”, fala.

O superintendente-executivo do Santander afirma que, para ampliar a audiência do vídeo, ou fazer ações especialmente para o grande público, é preciso ponderar bastante e ter em mente os resultados possíveis, positivos e negativos.

“Ainda não estamos com essa questão de ir para a TV, não sei se um dia estaremos. Para falar do tema segurança, a gente precisa agregar, mas pode correr o risco de gerar insegurança, porque algumas pessoas podem interpretar como se o problema estivesse aumentando, pode gerar pânico. Então, esse é o dilema que sempre gira em torno da questão da comunicação”, explica.

O Santander também investe em diferentes ações para tentar diminuir o prejuízo. “A gente trabalha bastante a conscientização dos nossos clientes, estuda os nossos públicos e faz uma comunicação na medida”, diz Lee Waisler, superintendente-executivo de prevenção a fraudes do banco.

A instituição explora, principalmente, as redes sociais, devido a seu alcance e tendência de viralização. “Elas são um canal de comunicação muito assertivo, porque a gente consegue, inclusive, medir o impacto, saber qual público foi mais atingido e repercutiu mais”, justifica o executivo, lembrando de um teste feito neste ano com o ator Ary Fontoura (no vídeo “O vovô tá on”).

“O vídeo com o Ary foi um sucesso. Pegamos uma pessoa superirreverente e querida, que a gente sabia que seria bem aceita, e simulamos exatamente o que acontece nas tentativas de golpe. Foi leve, direto, com linguagem simples”, conta.

Para Waisler, levar o assunto para meios de comunicação de massa, como a TV aberta, ainda não está nos planos do Santander. “Comunicar é uma arte! Cada banco tem o seu cenário, sua realidade e seu contexto de fraude; existem diferentes maneiras de fazer a conscientização dos clientes. Nosso vídeo foi feito com muito cuidado, ouvimos ligações de pessoas que passaram pelas situações que são reproduzidas nele para colocar no roteiro”, fala.

O superintendente-executivo do Santander afirma que, para ampliar a audiência do vídeo, ou fazer ações especialmente para o grande público, é preciso ponderar bastante e ter em mente os resultados possíveis, positivos e negativos.

“Ainda não estamos com essa questão de ir para a TV, não sei se um dia estaremos. Para falar do tema segurança, a gente precisa agregar, mas pode correr o risco de gerar insegurança, porque algumas pessoas podem interpretar como se o problema estivesse aumentando, pode gerar pânico. Então, esse é o dilema que sempre gira em torno da questão da comunicação”, explica.

Fonte: Com informações da Agência Estado

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