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Brasil

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Sem cravar datas, Alcolumbre diz que Senado vai cumprir seu papel sobre indicação de Messias

por Redação 24 de novembro de 2025

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta segunda-feira (24) que a Casa cumprirá “no momento oportuno” o rito tradicional para avaliar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação ocorre após o indicado de Lula enviar uma carta pública ao senador solicitando diálogo e colocando-se à disposição para o processo de sabatina.

Segundo aliados de Alcolumbre, o presidente do Senado recebeu bem o gesto de Messias, mas não definiu qualquer cronograma para a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Nos bastidores, há parlamentares que avaliam que o processo pode demorar e só ocorrer em 2026.

A indicação de Messias foi anunciada na quinta-feira (20), após o presidente Lula descartar o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que era apoiado por Alcolumbre para a vaga aberta com a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso, em outubro.

Até o momento, a indicação formal ainda não chegou ao Senado, e o relator da CCJ não foi escolhido. Interlocutores afirmam que não há qualquer movimentação sobre o tema na Casa e, portanto, nenhuma previsão para a sabatina. Messias teria solicitado uma reunião com Alcolumbre, mas ainda aguarda resposta.

Na carta enviada a Alcolumbre, Messias destacou que se sente no dever de se colocar à disposição para o “escrutínio constitucional” do Senado e elogiou a atuação do presidente da Casa, a quem chamou de “autêntico líder do Congresso”. Ele também citou momentos em que foi acolhido por Alcolumbre ao longo da carreira.

Em nota oficial, Alcolumbre reforçou que o Senado respeitará a Constituição e seguirá os ritos apropriados para análise da indicação: conduzir a sabatina, deliberar sobre o nome e garantir que cada senador vote livremente.

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Bolsonaro

Prisão de Bolsonaro: aliados veem presente para adversários, e Centrão amplia pressão por chapa de direita sem nomes da família

por Redação 24 de novembro de 2025

A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) provocou forte reação entre aliados, que enxergam no episódio um presente político para seus adversários. Integrantes do entorno do ex-presidente afirmam que a detenção já era esperada após sua condenação por tentativa de golpe de Estado, e que havia uma estratégia articulada para responder ao caso com a narrativa de perseguição política.

No entanto, a dinâmica da prisão — motivada pela violação da tornozeleira eletrônica — enfraqueceu essa linha de defesa. A aliados, Bolsonaro alegou estar em um momento de paranoia, acreditando que o equipamento conteria escutas, e chegou a usar uma caixa de som durante conversas para embaralhar possíveis captações.

Diante desse cenário, lideranças do Centrão e setores mais pragmáticos passaram a intensificar a pressão por uma chapa presidencial para 2026 que não inclua membros da família Bolsonaro. A preocupação cresceu após a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL), que convocou uma vigília posteriormente interpretada pela Polícia Federal e pelo ministro Alexandre de Moraes como possível tentativa de facilitar uma fuga do ex-presidente.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro — cotada para compor como vice — também enfrenta resistência dentro do próprio grupo familiar, especialmente por parte do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A avaliação interna é que o sobrenome Bolsonaro pode atrair votos, mas também elevar os índices de rejeição.

Nesse contexto, dirigentes do Centrão veem espaço para consolidar a proposta de uma chapa liderada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), acompanhado por um nome de centro ou da direita moderada como vice nas eleições de 2026.

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Enem

Enem 2025: Homem que revelou questões fala em ‘coincidência’ e diz que fez ‘publicidade infeliz’ para vender curso

por Redação 24 de novembro de 2025

O Ministério da Educação (MEC) anulou três questões do segundo dia do Enem 2025 e acionou a Polícia Federal após a divulgação de que Edcley Teixeira, estudante de Medicina e produtor de conteúdo preparatório para o exame, antecipou perguntas da prova em uma live. A investigação foi iniciada depois que o g1 revelou a coincidência entre os enunciados mencionados por ele e os que apareceram no exame aplicado em 16 de novembro.

Em entrevista ao Fantástico, Edcley classificou como “coincidência” a semelhança entre as questões e admitiu ter pago alunos para memorizar perguntas aplicadas no Prêmio Capes Talento Universitário, em 2024, evento promovido pelo MEC e que funciona como pré-teste do Inep. O estudante afirmou que a prática fazia parte de uma estratégia de divulgação do próprio curso, algo que hoje considera uma “publicidade infeliz”.

A Polícia Federal apreendeu celular, computador e documentos de Edcley na manhã de sábado (23). A denúncia indica que ele antecipou em sua live perguntas “extremamente parecidas” com as da prova oficial — a jornalista Luiza Tenente identificou ao menos cinco questões com forte similaridade, incluindo números, cenários e alternativas quase idênticas.

Edcley negou ter tido acesso ao conteúdo do Enem, embora tenha reconhecido que as perguntas anuladas estavam presentes no concurso que participou em 2024. Ele disse ter percebido semelhanças entre os padrões do prêmio e os do Enem, suspeitando que se tratava de um tipo de pré-teste. A apuração do g1 revelou ainda que ele pagava candidatos para memorizar até dez itens da prova.

Especialistas apontaram fragilidades no Banco Nacional de Itens (BNI), responsável por armazenar todas as questões do Enem. Para a ex-presidente do Inep, Maria Helena Castro, o banco deveria ser mais robusto para reduzir a necessidade de pré-testes frequentes. Já o atual presidente do Inep, Manuel Palacios, negou qualquer vulnerabilidade no sistema. O ministro da Educação, Camilo Santana, assegurou que o Enem 2025 não será anulado, reforçando que o exame “é um patrimônio do Brasil”.

Fonte: FANTÁSTICO

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Bolsonaro

Ricardo Nunes se solidariza com Bolsonaro após prisão e diz que argumento de tentativa de fuga é “frágil”

por Redação 24 de novembro de 2025

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), manifestou solidariedade ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após a prisão preventiva decretada neste sábado (22) pela Polícia Federal. Em nota, o prefeito afirmou que considera “frágil” o argumento de tentativa de fuga, já que a casa de Bolsonaro era monitorada pela PF 24 horas por dia.

A prisão foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a PF relatar violação da tornozeleira eletrônica e risco de que uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comprometesse a eficácia da prisão domiciliar. Bolsonaro foi levado de casa por volta das 6h para a Superintendência da PF em Brasília.

Nunes afirmou que Bolsonaro enfrenta a situação com “saúde debilitada” e cumpre suas obrigações, inclusive judiciais. Após publicar a nota, o prefeito cancelou a agenda pública que teria neste sábado.

Mais cedo, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também criticou a prisão e chamou a medida de “irresponsável”, afirmando que o ex-presidente é inocente e que seguirá ao lado dele.

A prisão preventiva não está relacionada à condenação de 27 anos pela tentativa de golpe de Estado. Segundo a decisão que embasou a detenção, a convocação de apoiadores para uma vigília e a violação do equipamento eletrônico criaram risco à ordem pública e à efetividade das medidas cautelares.

Moraes apontou ainda que a residência de Bolsonaro fica a cerca de 13 quilômetros da embaixada dos Estados Unidos e relembrou que, durante as investigações que resultaram na condenação, o ex-presidente chegou a planejar fuga para a embaixada da Argentina em busca de asilo político.

Fonte: G1

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Brasil

Esposa de Alexandre Ramagem publica mensagem sobre fuga para Miami e afirma que buscou “proteger a família”

por Redação 24 de novembro de 2025

Rebeca Ramagem, esposa do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), publicou neste domingo (23) uma mensagem nas redes sociais comentando a fuga da família para Miami, nos Estados Unidos. O deputado foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado. Segundo as investigações, ele deixou o Brasil em setembro, mesmo mês em que a 1ª Turma da Corte julgou o núcleo central da trama golpista.

Na postagem, Rebeca afirma ter chegado ao país norte-americano há uma semana com a filha “com um único propósito: proteger a minha família”. Ela também divulgou um vídeo que mostra o reencontro das filhas com Ramagem em um aeroporto dos EUA, o que indica que os integrantes da família viajaram em momentos diferentes.

A mensagem critica o sistema de Justiça brasileiro e alega perseguição política: “Hoje, infelizmente, não encontramos no país a garantia de uma justiça imparcial. Somos vítimas de lawfare e temos enfrentado uma perseguição política desumana”, escreveu Rebeca. O termo “lawfare” é usado para descrever o suposto uso indevido de instrumentos jurídicos com finalidade política.

A TV Globo apurou que a Polícia Federal investiga a rota de saída do deputado, incluindo a possibilidade de travessia pelas fronteiras com a Venezuela ou Guiana, utilizando um carro alugado em Boa Vista (RR). Os dois países fazem divisa com o Brasil pelo estado de Roraima.

A fuga ocorre enquanto Ramagem está condenado por organização criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Os ministros entenderam que, à frente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro, ele utilizou a estrutura do órgão para monitorar adversários políticos e atuou no apoio às investidas contra o sistema eleitoral.

A decisão do STF determinou que Ramagem não poderia deixar o país e deveria entregar o passaporte. O processo está na fase de recursos; o primeiro embargo da defesa já foi rejeitado. Após a conclusão dessa etapa, a execução da pena poderá ser iniciada.

Na quarta-feira (19), o PSOL pediu ao STF e à Polícia Federal a prisão de Ramagem. No entanto, a TV Globo apurou que uma ordem de prisão preventiva já havia sido decretada em sigilo pelo ministro Alexandre de Moraes, em atendimento a pedido da PF.

Fonte: G1

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Bolsonaro

Tarcísio chama prisão de Bolsonaro de “injustiça” e afirma que seguirá ao lado do ex-presidente

por Redação 24 de novembro de 2025

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), classificou neste sábado (22) como “injustiça” a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), realizada pela Polícia Federal por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em manifesto divulgado nas redes sociais, Tarcísio afirmou que Bolsonaro é inocente, criticou a condução do caso e disse que continuará apoiando o ex-presidente.

O governador argumentou que a retirada de Bolsonaro de casa, “desconsiderando seu grave estado de saúde”, seria um ato “irresponsável” e contrário ao “princípio da dignidade humana”. Bolsonaro foi levado por volta das 6h de sábado para a Superintendência da PF em Brasília após a prisão preventiva ser decretada.

Segundo a decisão de Moraes, a medida foi adotada após a Polícia Federal relatar violação da tornozeleira eletrônica e apontar risco de que uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em frente ao condomínio do ex-presidente, pudesse comprometer a efetividade da prisão domiciliar. A PF também apresentou elementos que indicariam risco de fuga.

O ministro destacou ainda que a residência de Bolsonaro fica a cerca de 13 quilômetros da embaixada dos Estados Unidos e relembrou que, durante a investigação que resultou na condenação por tentativa de golpe de Estado, o ex-presidente chegou a planejar uma fuga para a embaixada da Argentina em busca de asilo político.

A prisão preventiva não tem relação direta com a condenação de 27 anos pela tentativa de golpe, cuja execução ainda depende do esgotamento de recursos. A decisão atual decorre exclusivamente do suposto descumprimento das regras da prisão domiciliar e do risco à ordem pública apontado pela PF.

Fonte: G1

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Bolsonaro

Risco de fuga agrava situação de Bolsonaro, mas condição de saúde pode influenciar volta à prisão domiciliar, apontam juristas

por Redação 24 de novembro de 2025

Apesar das evidências de risco de fuga apresentadas pela Polícia Federal, juristas consultados avaliam que o fator determinante para um eventual retorno do ex-presidente Jair Bolsonaro ao regime domiciliar será o estado de saúde. A análise ocorre no contexto em que o ex-presidente admitiu ter danificado a tornozeleira eletrônica com uma ferramenta de solda, episódio que pressiona a defesa na tentativa de garantir o cumprimento da pena de 27 anos por tentativa de golpe em casa — pleito que vinha sendo articulado antes da nova prisão.

Bolsonaro estava em prisão domiciliar desde agosto, por descumprir medidas cautelares de outro inquérito. No sábado, o ministro Alexandre de Moraes converteu o regime em prisão preventiva, citando risco de fuga e violação do equipamento eletrônico. Agora, especialistas afirmam que futuras decisões dependerão principalmente da avaliação médica oficial.

Para o professor de Direito Penal Thiago Bottino, da FGV Direito Rio, a reincidência de descumprimentos prejudica a confiança do juiz, mas não elimina a possibilidade de um novo pedido de prisão domiciliar — desde que a necessidade de saúde seja comprovada. Ele destaca que o STF costuma autorizar o regime em casos nos quais o detento apresenta quadro clínico grave e incompatível com a permanência no sistema prisional.

O criminalista Fernando Hideo, doutor pela PUC-SP, concorda que a tentativa de romper a tornozeleira justifica a prisão preventiva, mas não impede que a saúde venha a ser determinante em decisões futuras. Para ele, a defesa precisará comprovar doença grave e demonstrar que o sistema prisional não oferece suporte médico adequado.

Especialistas apontam que uma perícia oficial, solicitada pelo ministro ou pela defesa, deve ser necessária para avaliar a real condição física e mental do ex-presidente. Até agora, os laudos apresentados ao STF são assinados por médicos particulares e relatam “confusão mental” após uso de medicamentos, o que teria motivado a violação da tornozeleira.

A criminalista Jacqueline Valles pondera que a danificação do equipamento fragiliza um requisito básico do regime domiciliar, mas admite que a alegação de confusão mental pode ser considerada caso haja comprovação psiquiátrica do episódio.

A defesa afirma que Bolsonaro teria sofrido “alucinações”, acreditando que o dispositivo continha uma “escuta”, e insiste que o uso da solda não visava retirar a tornozeleira. O pedido de reconsideração do regime domiciliar segue pendente.

Já o professor Daniel Raizman, da UFF, observa que o argumento exigirá elementos sólidos. Segundo ele, o magistrado precisará avaliar se o alegado quadro mental é compatível com o uso cuidadoso de uma ferramenta de solda em um equipamento preso ao corpo, sem provocar ferimentos.

Fonte: OGLOBO

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Bolsonaro

Primeira Turma do STF julga decisão que levou Bolsonaro à prisão preventiva

por Redação 24 de novembro de 2025

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal analisa nesta segunda-feira (24), em sessão virtual, a decisão do ministro Alexandre de Moraes que decretou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O julgamento ocorre das 8h às 20h, com os ministros inserindo seus votos no sistema eletrônico da Corte.

Participam da análise o presidente da Turma, ministro Flávio Dino, e os ministros Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Alexandre de Moraes, por ser o responsável pela decisão contestada, não vota.

Bolsonaro está preso desde sábado (22), após a Polícia Federal apontar risco de fuga, violação da tornozeleira eletrônica e tentativa de utilizar a aglomeração de apoiadores para criar um possível despiste. Até então, ele cumpria prisão domiciliar por tentar atrapalhar o processo do golpe de Estado, no qual foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão — pena ainda não executada, já que o prazo para recursos permanece aberto.

No domingo (23), o ex-presidente participou de audiência de custódia na Superintendência da PF em Brasília. A juíza Luciana Sorrentino manteve a prisão preventiva.

Durante a audiência, Bolsonaro afirmou que a violação da tornozeleira ocorreu durante um “surto” atribuído ao uso de pregabalina, medicamento para dores neuropáticas e ansiedade. Ele relatou ter acreditado que o dispositivo continha uma escuta e tentou abri-lo com um ferro de soldar, mas disse ter interrompido a ação ao “cair na razão”. Negou intenção de fuga e alegou não se lembrar de episódios semelhantes no passado.

A Primeira Turma decidirá se mantém ou revoga a prisão preventiva. Caso a decisão seja confirmada, Bolsonaro poderá permanecer detido enquanto a Justiça considerar a medida necessária, com reavaliação obrigatória a cada 90 dias.

Além da prisão, Moraes determinou que o ex-presidente receba atendimento médico integral na PF e que qualquer visita — exceto advogados e profissionais de saúde — dependa de autorização prévia do STF. Visitas previstas em sua residência, como as dos governadores Tarcísio de Freitas e Cláudio Castro, foram canceladas.

As defesas de Bolsonaro e de outros seis condenados no processo do golpe têm até esta segunda-feira para apresentar embargos de declaração, recurso que busca corrigir pontos pontuais do acórdão e que raramente altera o tempo de pena. Posteriormente, ainda poderão recorrer por meio de embargos infringentes, mas apenas quando houver ao menos dois votos pela absolvição, o que não se aplica ao caso.

Quando se esgotarem os recursos, Bolsonaro deverá iniciar o cumprimento da pena em regime fechado, já que foi condenado a mais de oito anos. A tendência é que o período da prisão preventiva seja imediatamente incorporado ao início da execução penal.

Fonte: G1

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Bolsonaro

Bolsonaro é preso preventivamente por determinação do STF a pedido da Polícia Federal

por Redação 22 de novembro de 2025

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso na manhã deste sábado (22), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida, de caráter preventivo, foi solicitada pela Polícia Federal (PF) e não tem relação direta com a condenação por tentativa de golpe de Estado, ainda em fase de recursos.

A decisão de Moraes aponta risco elevado de fuga. Segundo o ministro, o Centro de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou ao STF a violação da tornozeleira eletrônica do ex-presidente às 0h08 deste sábado. O episódio ocorreu poucas horas após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília de apoiadores em frente ao condomínio do pai, em Brasília.

Para Moraes, a mobilização sugeria possível tentativa de usar apoiadores para obstruir a fiscalização das medidas cautelares e da prisão domiciliar imposta ao ex-presidente. O ministro também relembrou que Bolsonaro, durante investigações anteriores, teria planejado solicitar asilo político na embaixada da Argentina, indicando intenção prévia de fuga.

O condomínio onde Bolsonaro cumpria prisão domiciliar fica a cerca de 13 quilômetros do Setor de Embaixadas Sul — trajeto que, segundo o magistrado, poderia ser percorrido em menos de 15 minutos. O risco de fuga também foi reforçado por referências a parlamentares aliados, como Alexandre Ramagem, Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro, que, de acordo com a decisão, teriam deixado o país para evitar medidas judiciais.

Bolsonaro foi detido por volta das 6h, de forma pacífica, e levado à sede da Polícia Federal às 6h35. Após procedimentos iniciais, ele foi transferido para a Superintendência da PF no Distrito Federal, onde ficará instalado em uma “Sala de Estado”, reservada para autoridades — modelo semelhante ao utilizado por Luiz Inácio Lula da Silva quando esteve preso em Curitiba, entre 2018 e 2019.

Até a última atualização, Bolsonaro passava por exame de corpo de delito dentro da própria superintendência, em procedimento realizado por equipes do Instituto Médico-Legal (IML), para evitar exposição pública.

Em nota, a PF informou apenas que cumpriu o mandado expedido pelo STF.

O ex-presidente estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto, após decisão de Moraes por descumprimento de medidas cautelares. À época, o ministro apontou que Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados — inclusive de seus filhos parlamentares — para disseminar mensagens contra o STF e em apoio a intervenção estrangeira no Judiciário.

A prisão preventiva decretada neste sábado não está relacionada à condenação de setembro, na qual o STF sentenciou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe. Essa condenação ainda não transitou em julgado.

Na véspera da prisão, a defesa do ex-presidente havia solicitado ao STF a substituição do regime inicial fechado por prisão domiciliar humanitária, alegando quadro clínico grave e múltiplas comorbidades. Segundo os advogados, uma transferência para o sistema prisional representaria risco à vida do ex-presidente. A defesa afirmou que recorrerá da condenação e reiterou o pedido de medida urgente.

Fonte: G1

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Brasil

Correios aprovam plano de reestruturação e preveem captação de R$ 20 bilhões até o fim do mês

por Redação 21 de novembro de 2025

Após 12 trimestres consecutivos de prejuízo, os Correios aprovaram um novo plano estratégico para enfrentar a crise financeira e garantir a continuidade de suas operações como operador nacional de logística. A estatal informou nesta quarta-feira (19) que o projeto foi validado pelos conselhos da empresa e inclui medidas para recuperar liquidez e reequilibrar as contas.

O plano está estruturado em três frentes: recuperação financeira, consolidação do modelo operacional e crescimento estratégico. Para viabilizar as ações, a companhia prevê concluir ainda em novembro a captação de R$ 20 bilhões por meio de um consórcio de bancos.

Entre as medidas previstas para os próximos 12 meses estão a implementação de um Programa de Demissão Voluntária, a redução de custos com assistência médica, a reestruturação da rede de atendimento — com possibilidade de fechamento de até mil unidades deficitárias —, além da modernização da infraestrutura tecnológica e operacional. Os Correios também planejam monetizar ativos e vender imóveis, estimando arrecadar até R$ 1,5 bilhão nessa etapa. A expansão do portfólio voltado ao comércio eletrônico e a análise de fusões e aquisições completam a estratégia de médio prazo.

O presidente da estatal, Emmanoel Rondon, já havia antecipado parte das medidas em outubro, e agora elas passam a integrar oficialmente o plano aprovado. No entanto, o comunicado divulgado pela empresa não detalha como cada ação será executada.

Apesar dos cortes previstos, os Correios reforçam que a universalização dos serviços postais continua sendo um compromisso inegociável. A estatal destaca sua capilaridade, que permite atender todos os municípios brasileiros e realizar entregas essenciais, como livros didáticos, materiais eleitorais e ajuda humanitária — argumento usado para defender sua importância social, mesmo com o déficit líquido de R$ 4,5 bilhões registrado no primeiro semestre de 2025.

A expectativa é reduzir o déficit em 2026 e retomar a lucratividade em 2027. Contudo, o plano enfrenta riscos significativos, como a dependência de crédito em um mercado instável, incertezas na venda de ativos e a crescente pressão por eficiência em um setor competitivo e altamente regulado.

Fonte: G1

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