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Categoria:

Brasil

PIS/Pasep

PIS/Pasep terá novas regras a partir de 2026; mudança deve restringir acesso ao abono salarial

por Redação 17 de novembro de 2025

O abono salarial do PIS/Pasep, pago anualmente a trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos, passará por mudanças significativas a partir de 2026. O benefício, de até um salário mínimo, é concedido a quem trabalhou por pelo menos 30 dias no ano-base (dois anos anteriores) e recebeu remuneração média dentro do limite estabelecido pelo governo.

Hoje, têm direito ao abono trabalhadores que receberam até dois salários mínimos no ano-base. No entanto, conforme o pacote fiscal aprovado no fim de 2024, esse limite deixará de acompanhar o salário mínimo e passará a ser corrigido apenas pela inflação, calculada pelo INPC. Na prática, a alteração deve reduzir gradualmente o número de pessoas atendidas pelo programa.

Em 2025, o pagamento referente ao ano-base 2023 ainda seguiu as regras antigas, beneficiando quem recebeu até dois salários mínimos — R$ 2.640 à época. O valor pago foi proporcional ao tempo trabalhado, tomando como referência o salário mínimo vigente no ano do pagamento (R$ 1.518 para quem trabalhou os 12 meses).

Com a nova regra de transição, a partir de 2026 o limite de renda será reajustado somente pela inflação, enquanto o salário mínimo continuará recebendo aumento real, seguindo critérios do arcabouço fiscal. A estimativa do governo é de que, até 2035, apenas trabalhadores que ganharam até um salário e meio por mês no ano-base tenham direito ao benefício.

O Ministério da Economia afirma que o objetivo é manter o abono voltado às faixas mais baixas de renda, garantindo a sustentabilidade fiscal do programa e evitando a ampliação contínua das despesas públicas.

Apesar das mudanças, os requisitos para receber o PIS/Pasep permanecem os mesmos: ter ao menos cinco anos de inscrição no programa, trabalhar com carteira assinada por 30 dias ou mais no ano-base, estar dentro do limite de renda definido e ter os dados corretamente enviados pelo empregador à RAIS ou ao eSocial.

O calendário oficial de pagamentos para 2026 deve ser divulgado em dezembro pelo Codefat. Em 2025, o governo destinou R$ 30,7 bilhões para atender cerca de 25,8 milhões de trabalhadores. O último lote, incluindo um pagamento extra para cadastros enviados fora do prazo, pôde ser sacado até 29 de dezembro de 2025.

A consulta ao benefício pode ser feita pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Trabalhadores do setor privado também podem verificar valores e datas pelos aplicativos Caixa Trabalhador e Caixa Tem.

Fonte: G1

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Brasil

‘Cocaína negra’: polícia apreende em Manaus droga até 10 vezes mais cara e criada para burlar cães e testes

por Redação 17 de novembro de 2025

Uma operação do Departamento de Investigação sobre Entorpecentes (Denarc) apreendeu cerca de 40 quilos de “cocaína negra” em uma mansão de luxo no bairro Ponta Negra, em Manaus. A substância, segundo a Polícia Civil, é desenvolvida para ser praticamente indetectável por cães farejadores e por testes químicos preliminares.

A casa monitorada pelos investigadores era utilizada como base de armazenamento e distribuição de drogas. O imóvel de alto padrão conta com heliporto, campo de futebol e diversas estruturas anexas. Na primeira ação, em 17 de outubro, foram encontrados 16 quilos de cocaína branca e um caderno de anotações que sugeria a existência de mais entorpecentes escondidos: “40 quilos, 42 quilos dentro de cadeiras e de quadros”.

Ao retornar ao imóvel, os agentes utilizaram cães farejadores, que não detectaram nada. A droga só foi localizada após a inspeção manual de móveis e quadros com fundos falsos. Tanto os animais quanto os testes rápidos falharam em identificar o material.

A análise laboratorial confirmou que a substância era cocaína modificada com carvão ativado e corantes, o que mascara o odor e impede a reação química que normalmente gera cor azul nos testes. A perita Midori Hiraoka explicou que esses compostos formam um complexo químico que dificulta a identificação. Por esse motivo, o entorpecente pode valer até dez vezes mais no mercado ilegal.

As investigações apontam que a droga veio do Peru e tinha como destino a Austrália, seguindo a conhecida “Rota do Solimões”, usada há décadas pelo tráfico internacional. O Amazonas registrou 43,2 toneladas de drogas apreendidas em 2024, segundo o secretário de Segurança, Vinícius Almeida.

Na operação, foram presos os caseiros German Alonso Pires Rodrigues e Jeyme Farias Batalha, ambos peruanos. A proprietária da mansão, Liege Aurora Pinto da Cruz, de 74 anos, permanece fora do país e, por meio de sua defesa, afirmou estar à disposição das autoridades. A defesa dos caseiros solicitou novo depoimento, mas não comentou sobre a droga encontrada no local.

Fonte: FANTÁSTICO

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Brasil

Jovem confessa assassinato de padre em MS; polícia aponta crime premeditado e detém cinco suspeitos

por Redação 17 de novembro de 2025

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul deteve dois jovens de 18 anos — Leanderson de Oliveira Junior e João Victor Martins Vieira — além de três adolescentes, suspeitos de envolvimento no assassinato do padre Alexsandro da Silva Lima, de 44 anos, morto em Dourados no sábado (15).

As prisões ocorreram pouco depois de o corpo do sacerdote ser encontrado em uma estrada na região de mata do Distrito Industrial. Segundo o inquérito, Leanderson confessou ter matado o padre e guiou os policiais até o local onde havia deixado o corpo, envolto em um tapete.

A investigação aponta que o crime ocorreu na noite de sexta-feira (14), na casa da vítima, e foi premeditado. O delegado Lucas Albe Veppo informou que o padre foi atacado com golpes de marreta na cabeça e ferido com facadas no pescoço e no peito. Após o homicídio, o autor furtou o carro da vítima e circulou pela cidade.

Leanderson foi autuado em flagrante por latrocínio, ocultação de cadáver e fraude processual. João Victor é suspeito de ajudar na limpeza da residência para dificultar o trabalho da perícia, participar da ocultação do corpo e furtar objetos do local.

A polícia também apurou que um adolescente de 17 anos auxiliou na execução do crime e planejava, junto com Leanderson, levar o veículo da vítima ao Paraguai para vendê-lo por cerca de R$ 40 mil. O adolescente admitiu ter golpeado o padre com uma faca ao perceber que ele ainda respirava.

Outras duas adolescentes, de 16 e 17 anos, foram apreendidas por participar da limpeza do local e do furto de pertences, incluindo eletrodomésticos, utensílios domésticos e o celular da vítima. O carro e parte dos objetos foram recuperados.

A investigação avançou após um adolescente encontrar o celular do padre e acionar a polícia. Em buscas, agentes localizaram o veículo circulando com quatro jovens, que carregavam pertences retirados da residência.

Os dois maiores de idade tiveram a prisão convertida em preventiva e serão encaminhados para unidades diferentes da Polícia Civil. Os adolescentes foram levados para a Unei de Dourados. A Polícia Civil concluiu que o caso envolve latrocínio, ocultação de cadáver, fraude processual e furto qualificado. Uma coletiva está prevista para segunda-feira (17), quando haverá novos detalhes e os detidos devem passar por audiência de custódia.

O padre Alexsandro foi velado e sepultado neste domingo (16). Pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Douradina, ele também atuava como coordenador geral do clero e responsável pela pastoral da acolhida da diocese. A prefeitura de Douradina divulgou nota lamentando a morte, destacando sua atuação e proximidade com a comunidade.

Fonte: G1

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PL Antifacções

Câmara tenta votar projeto Antifacção em meio a impasse entre governo e oposição

por Redação 17 de novembro de 2025

A Câmara dos Deputados deve tentar votar nesta terça-feira o projeto de lei Antifacção, iniciativa do governo Lula, mas relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), integrante da oposição e atualmente licenciado do cargo de secretário da Segurança Pública de São Paulo. O texto será o único item da pauta.

A votação, originalmente prevista para a semana passada, foi adiada após quatro versões de relatório e duas tentativas frustradas de levar o projeto ao plenário. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu suspender a análise por falta de consenso entre governo, direita e bancadas do centro.

O impasse surgiu em meio a críticas do Planalto, de governadores alinhados à direita, de parlamentares da base e da oposição, além de especialistas em segurança pública. Mesmo com a quarta versão apresentada, o governo aponta falhas de técnica legislativa e possíveis brechas que poderiam beneficiar faccionados. Já parlamentares bolsonaristas pressionam para incluir a classificação de facções como organizações terroristas, ponto rejeitado pelo governo e ausente no texto atual.

Governadores de direita pediram que a discussão fosse prorrogada por 30 dias, enquanto a bancada do PL busca estender o debate para desgastar o governo e ampliar seu protagonismo no tema. Entre as principais divergências estão o financiamento das atividades da Polícia Federal e a definição do crime de “facção criminosa”.

Críticas também ganharam força nas redes sociais, com postagens miradas em Derrite e no presidente da Câmara. A PF é um dos principais pontos de atrito: versões anteriores do relatório previam que bens apreendidos de organizações criminosas poderiam ser destinados apenas a fundos estaduais ou distritais. O governo defende que, em investigações federais, os recursos devem financiar diretamente a PF.

Na nova versão, Derrite incluiu que os bens serão destinados ao Fundo de Aparelhamento da PF (Funapol) quando o caso estiver sob investigação federal. Técnicos do Ministério da Justiça, porém, argumentam que os valores deveriam ir para o Fundo Nacional Antidrogas (Funad), que também financia operações da PF em casos de narcotráfico.

O relatório mais recente também introduz o conceito de “organização criminosa ultraviolenta” para definir o crime de “facção criminosa”, buscando diferenciar o novo tipo penal da lei que já trata de organizações criminosas. Segundo o texto, facções seriam grupos que utilizam violência, coação ou intimidação para controlar territórios ou atividades econômicas. A pena prevista é de 20 a 40 anos, significativamente maior que a punição atual de 3 a 8 anos por organização criminosa comum.

Além do conteúdo do projeto, questões políticas também alimentam tensões. Um jantar entre Derrite e os ex-presidentes da Câmara Arthur Lira e Eduardo Cunha repercutiu negativamente entre apoiadores do governo e adversários internos de Lira, como o senador Renan Calheiros (MDB-AL). Calheiros acusou o relatório de “minar a autonomia da PF” e afirmou que o encontro evidencia disputas internas na Casa.

Apesar das divergências, o presidente da Câmara afirma estar confiante na aprovação do texto. Segundo o Planalto, porém, a nova versão ainda não resolve a sobreposição de crimes e problemas já apontados no relatório anterior.

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Brasil

Operação Contenção chega a São João de Meriti; vereador é preso em flagrante com arma e medicamentos controlados

por Redação 14 de novembro de 2025

Policiais civis e militares deflagraram, nesta sexta-feira (14), mais uma fase da Operação Contenção, voltada a conter o avanço do Comando Vermelho por áreas do Rio de Janeiro. Nesta etapa, as equipes cumprem 16 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão em comunidades de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Até a última atualização, oito pessoas haviam sido presas, sem registro de confrontos.

Entre os detidos está o vereador Marcos Henrique Matos de Aquino (Republicanos), o mais votado do município nas últimas eleições. Ele não era alvo da operação, mas acabou preso em flagrante após policiais encontrarem, em seu veículo oficial da Câmara de Meriti, uma arma de fogo registrada em nome de outra pessoa e caixas de medicamentos de uso controlado.

As equipes realizavam buscas contra o irmão do parlamentar, o empresário Luiz Paulo Matos de Aquino, que tem mandado de busca e é investigado por suposta ligação com o núcleo do Comando Vermelho na região. Luiz Paulo não foi localizado em casa, mas Marcos foi ao endereço ao saber da operação e acabou detido no local.

A defesa de Marcos afirmou que a prisão tem motivação política e que os fatos “carecem de fundamento jurídico”. Os advogados disseram que irão tomar “todas as medidas legais” para garantir sua libertação. Já a defesa de Luiz Paulo declarou que as ações contra ele também têm caráter político e buscam prejudicar sua imagem pública.

A Operação Contenção é uma iniciativa permanente das forças de segurança do Rio e foi responsável pela ofensiva realizada no fim de outubro nos complexos do Alemão e da Penha, que resultou em mais de 120 mortes.

A Câmara Municipal de São João de Meriti foi procurada, mas não comentou o caso.

Nesta fase, agentes atuam na Bacia do Éden, no Castelinho e em áreas próximas, com participação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-Cap), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e de outras unidades de apoio.

A operação é resultado de 11 meses de investigação da DRE-Cap. Além de cumprir medidas judiciais, a ação busca impedir o avanço territorial da facção, prender integrantes já identificados, apreender armas, drogas e documentos, identificar patrimônios ilícitos para posterior bloqueio e remover barricadas que impedem a circulação dos moradores.

Fonte: G1

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Brasil

Funcionária obrigada a usar legging e cropped em posto de combustíveis pediu demissão após denunciar abuso, diz sindicato

por Redação 14 de novembro de 2025

A ex-funcionária que denunciou um posto de combustíveis no Recife (PE) por obrigá-la a usar roupas justas e curtas — como calça legging e cropped — pediu demissão após relatar a situação. A informação foi confirmada pelo advogado Sérgio Pessoa, representante do Sinpospetro-PE, sindicato que reúne frentistas e trabalhadores do setor e responsável por apresentar a denúncia à Justiça do Trabalho.

Segundo o sindicato, a trabalhadora estava psicologicamente abalada pela exigência das vestimentas. Pessoa afirmou ainda que o posto, identificado como Posto Power, demitiu funcionárias consideradas “fora do padrão” físico imposto pelos gestores. De acordo com ele, quando uma funcionária se recusava a usar as roupas, era submetida a pressão indireta para pedir demissão.

A denúncia motivou uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho de Pernambuco (TRT-PE), publicada no último sábado (7). A juíza Ana Isabel Koury, da 10ª Vara do Trabalho do Recife, determinou o fim da exigência das roupas e classificou a exposição do corpo das empregadas como desnecessária e incompatível com a finalidade do uniforme, que deve priorizar a proteção no ambiente de trabalho.

As fotografias anexadas ao processo mostram funcionárias utilizando as peças durante o expediente. A magistrada destacou que, em um posto de combustíveis — ambiente de grande circulação e majoritariamente masculino —, a exposição aumentava a vulnerabilidade das trabalhadoras a assédio moral e sexual, além de impor um padrão estético que sexualiza o corpo feminino.

Com a decisão, o posto terá até cinco dias para fornecer novos uniformes considerados adequados, como calças de corte reto e camisas de comprimento padrão. O descumprimento pode gerar multa diária de R$ 500 por funcionária.

A juíza reforçou que o empregador tem responsabilidade constitucional de assegurar um ambiente de trabalho seguro e livre de discriminação. A imposição de vestimentas sexualizadas, afirma, viola a integridade moral e psíquica das empregadas. “O dano é contínuo e de difícil reparação”, registrou no despacho.

O Posto Power, registrado como FFP Comércio de Combustíveis, negou as acusações em nota publicada nas redes sociais. A direção afirmou que as fotos anexadas ao processo não seriam de funcionárias da empresa e que o fardamento oficial não corresponde às peças mostradas. Afirmou ainda ter substituído o uso de leggings por roupas de tecido jeans após ser notificada.

A distribuidora Petrobahia, bandeira do posto, declarou que a imagem divulgada é antiga e não condiz com as práticas atuais. Segundo a empresa, a administração do posto mudou em outubro e cumpre as normas de segurança e saúde no trabalho.

Fonte: G1

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Brasil

Incêndio de grandes proporções atinge lote de materiais recicláveis em Contagem

por Redação 14 de novembro de 2025

Um incêndio de grandes proporções atingiu, na manhã desta sexta-feira (14), um lote de materiais recicláveis localizado às margens da Via Expressa, no bairro Bernardo Monteiro, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. As chamas começaram por volta das 4h30, segundo o Corpo de Bombeiros, que foi acionado após denúncia.

Cinco viaturas e 11 militares foram enviados ao local. De acordo com o tenente Pedro Folha, o espaço continha grande quantidade de materiais recicláveis, pneus e plásticos. A fumaça densa e tóxica dificulta a identificação completa do que estava armazenado no terreno.

Também foram mobilizadas duas carretas Auto Jamanta, cada uma com capacidade de 25 mil litros de água, para reforçar o combate ao incêndio. Os bombeiros conseguiram evitar que o fogo alcançasse a vegetação próxima. O tenente reforçou a orientação para que moradores e motoristas evitem a exposição à fumaça.

A Transcon, concessionária responsável pela via, informou que o incêndio ocorreu no sentido Betim da rodovia, onde apenas uma faixa está liberada. O congestionamento chegou a quase 2 quilômetros até as 6h45 e o trecho segue parcialmente interditado. Na direção oposta, rumo a Belo Horizonte, há lentidão e baixa visibilidade devido à fumaça.

Fonte: G1

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Segurança

Seis homens são mortos em confronto entre facções durante festa perto do Parque Madureira

por Redação 14 de novembro de 2025

Seis homens foram mortos e um sétimo ficou ferido durante um intenso tiroteio na madrugada desta quarta-feira (12) em um salão de festas em Honório Gurgel, na Zona Norte do Rio de Janeiro, próximo ao Parque Madureira.

De acordo com a Polícia Civil, o evento foi organizado por integrantes do Comando Vermelho (CV) oriundos da comunidade da Palmeirinha, em Guadalupe. As primeiras informações apontam que criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP), supostamente do Muquiço, também em Guadalupe, invadiram o local e iniciaram o confronto armado.

Antes do tiroteio, vídeos publicados nas redes sociais mostravam participantes ostentando dinheiro e bebidas durante a festa. Minutos depois, já era possível ver os corpos espalhados pelos cômodos do salão.

A situação do sobrevivente ferido não foi divulgada até o momento.

A Polícia Militar informou que equipes do 41º BPM (Irajá) foram acionadas após relatos de tiros em Guadalupe. Ao chegarem, encontraram os corpos e isolaram a área para a perícia. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu as investigações e apura as circunstâncias das mortes, incluindo a identificação das vítimas.

O Corpo de Bombeiros informou que não foi acionado para a ocorrência.

Fonte: OGLOBO

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Brasil

PF sugere inclusão de Mauro Cid e familiares em programa federal de proteção a testemunhas

por Redação 14 de novembro de 2025

A Polícia Federal encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a sugestão de incluir o tenente-coronel Mauro Cid e seus familiares no Programa Federal de Assistência a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas. A medida será analisada após parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), solicitado por Moraes.

Duas semanas atrás, o ministro autorizou o início do cumprimento da pena de Cid, condenado a dois anos de prisão em regime aberto no processo que apura uma tentativa de golpe de Estado. Ele foi o único entre os oito condenados que não recorreu da sentença, uma vez que sua pena já estava alinhada ao acordo de delação premiada firmado com a Justiça.

No despacho anterior, Moraes determinou que a Polícia Federal adotasse as ações necessárias para garantir a segurança de Cid e de seus familiares, em razão dos riscos decorrentes da colaboração do militar com as investigações.

Em nova manifestação enviada ao Supremo, a PF avaliou que, para preservar a integridade física do réu e de sua família, é possível incluí-los no programa de proteção federal. O ministro pediu que a PGR se manifeste no prazo de cinco dias antes de tomar uma decisão definitiva.

Criado por lei em 1999, o programa federal é destinado a testemunhas ameaçadas em razão de sua colaboração com investigações ou processos criminais, podendo envolver medidas como mudança de endereço, proteção policial e até alteração de identidade, dependendo da gravidade do risco.

Fonte: G1

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Brasil

Moraes vota por receber denúncia e transformar Eduardo Bolsonaro em réu por suposta coação ao STF

por Redação 14 de novembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (14) para receber a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Caso a maioria da Primeira Turma acompanhe o voto, o parlamentar se tornará réu por suposta coação no curso do processo envolvendo o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A PGR acusa Eduardo de atuar, fora do país, para tentar interferir no andamento da ação penal que levou à condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma organização criminosa voltada a mantê-lo no poder após a derrota eleitoral de 2022. Segundo o órgão, o deputado teria buscado pressionar autoridades brasileiras por meio de articulações internacionais.

O julgamento ocorre no plenário virtual da Primeira Turma, composta por Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. A análise se estende até o dia 25 de novembro, salvo pedido de vista ou destaque, que levaria o caso ao plenário físico. Nesta etapa, os ministros decidem apenas se há elementos para abertura da ação penal. Caso a denúncia seja rejeitada, o processo será arquivado.

Em seu voto, Moraes afirmou que Eduardo Bolsonaro “insistiu na estratégia de ameaçar gravemente” os ministros do STF ao articular, nos Estados Unidos, sanções contra autoridades brasileiras. Entre as ações citadas estão a aplicação de tarifas de exportação ao Brasil, a suspensão de vistos e a inclusão do próprio ministro e de outros integrantes do Supremo na chamada Lei Magnitsky, mecanismo norte-americano de punições econômicas a estrangeiros.

A pressão internacional ganhou força após o governo Donald Trump anunciar uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros, justificando — sem apresentar evidências — que o Brasil estaria cometendo injustiças contra o ex-presidente Bolsonaro. No entanto, o julgamento do caso ocorreu dentro dos trâmites jurídicos tradicionais.

A PGR sustenta que Eduardo Bolsonaro, junto ao comentarista Paulo Figueiredo, praticou o crime de coação no curso do processo ao tentar criar um ambiente de intimidação contra autoridades brasileiras, com o objetivo de evitar condenações ligadas à tentativa de golpe de Estado. O crime prevê pena de 1 a 4 anos de prisão.

Segundo o órgão, a estratégia buscava, em última instância, proteger Jair Bolsonaro. Moraes afirmou que a denúncia apresenta justa causa para prosseguir e detalha de forma consistente a conduta atribuída ao deputado.

Fonte: G1

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