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Brasil

Brasil

Fabiano Contarato (PT) é eleito presidente da CPI do Crime Organizado; Alessandro Vieira será o relator

por Redação 4 de novembro de 2025

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado elegeu, nesta terça-feira (4), o senador Fabiano Contarato (PT-ES) como presidente do colegiado. A eleição foi decidida por 6 votos a 5, em votação secreta. Por acordo entre os parlamentares, o autor do requerimento de criação da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), assumirá a relatoria dos trabalhos.

Contarato, delegado da Polícia Civil e ex-chefe da Delegacia de Delitos de Trânsito do Espírito Santo, derrotou o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), candidato da oposição ao comando da CPI. Com a vitória do petista, Mourão foi escolhido vice-presidente por aclamação.

A instalação da CPI ocorre em meio à repercussão da operação das forças de segurança no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos nos complexos da Penha e do Alemão, e reacendeu o debate sobre o combate às facções criminosas e a atuação das polícias nas comunidades.

Em discurso após ser eleito, Contarato destacou que o enfrentamento ao crime organizado deve ocorrer com respeito aos direitos humanos, mas sem omissão do Estado.

“Não apoio a barbárie nem ações desumanas. Mas também não podemos, de nossas casas seguras, romantizar a vida de quem vive sob as leis impostas por criminosos. O Estado precisa retomar o controle das comunidades, oferecer emprego e presença permanente”, afirmou.

O senador também prestou homenagem aos policiais mortos durante a operação no Rio, em cerimônia que incluiu um minuto de silêncio proposto pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O que a CPI vai investigar

A CPI do Crime Organizado terá 120 dias de funcionamento e deverá apurar:

A estrutura, o crescimento e o financiamento de facções como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC);

A atuação de milícias e seu domínio territorial e prisional;

A lavagem de dinheiro e conexões regionais e transnacionais;

A possível infiltração de organizações criminosas no poder público;

Propostas de mudanças legislativas para fortalecer o combate ao crime organizado.

Composição da CPI

A comissão tem 11 titulares e 7 suplentes, reunindo senadores tanto da base governista quanto da oposição.

Oposição:

Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Marcos do Val (Podemos-ES)

Magno Malta (PL-ES)

Márcio Bittar (União Brasil-AC)

Sergio Moro (União-PR) – suplente

Governo e aliados:

Jaques Wagner (PT-BA) – suplente

Otto Alencar (PSD-BA)

Rogério Carvalho (PT-SE)

Randolfe Rodrigues (sem partido-AP) – suplente

Jorge Kajuru (PSB-GO)

A expectativa é de que a CPI produza um diagnóstico detalhado sobre o avanço das facções e milícias no país e apresente propostas legislativas e administrativas para fortalecer a segurança pública.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Facção criminosa toma máquinas e cobra porcentagem de apostas e prêmios de loterias no Ceará

por Redação 4 de novembro de 2025

Três integrantes da facção Terceiro Comando Puro (TCP) foram presos nesta segunda-feira (3) em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, suspeitos de tomar máquinas de apostas virtuais e ameaçar vendedores ambulantes para obrigá-los a usar equipamentos controlados pela organização criminosa.

Segundo a Polícia Militar, os homens foram detidos após uma denúncia de que indivíduos em um carro estariam intimidando vendedores de apostas no interior da Ceasa de Maracanaú. Durante a abordagem, os agentes encontraram uma maquineta da Loteria Estadual do Ceará que havia sido roubada momentos antes.

Foram presos em flagrante:

Gabriel Almeida da Silva, 25 anos, com antecedentes por receptação, porte ilegal de arma, tráfico de drogas e organização criminosa;

Jeferson Araújo de Lima, 21 anos, com passagem por porte ilegal de arma;

Valdeir Alves da Silva, 25 anos.

Um adolescente de 16 anos também estava no veículo, foi ouvido e liberado. O trio foi autuado por ameaça e integração a organização criminosa.

Esquema de controle e extorsão

De acordo com o inquérito da Polícia Civil, o grupo obrigava vendedores dos bairros Pajuçara, Jardim Bandeirantes e regiões vizinhas a utilizar maquinetas da facção. Em troca, os vendedores ficavam com 50% do valor arrecadado, mas os prêmios eram pagos pela própria facção, que usava os resultados da Loteria dos Sonhos para definir os vencedores.

“A facção se utiliza do sorteio oficial e, com base nos resultados, determina quem ganha as apostas feitas nas maquinetas da facção”, diz um trecho do inquérito.

Quem se recusava a aderir era ameaçado ou impedido de trabalhar. O objetivo seria eliminar concorrência e manter o monopólio dos jogos na região.

Medo e abandono de pontos de venda

Devido às ameaças, pelo menos 13 vendedores abandonaram seus pontos de apostas. A maioria não registrou boletim de ocorrência, temendo represálias. Aqueles que resistiram tiveram as máquinas tomadas à força.

Facção também proíbe terreiros de umbanda

Além do controle das apostas, a Polícia Civil identificou mensagens atribuídas ao TCP proibindo o funcionamento de terreiros de umbanda na região. O grupo teria intolerância religiosa contra religiões de matriz africana, já que seus membros se declaram evangélicos.

As investigações seguem para identificar outros envolvidos no esquema e possíveis mandantes dentro da estrutura do TCP.

Fonte: G1

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Brasil

Perfil dos mortos na megaoperação no Rio: todos homens, média de 28 anos e 1/3 sem registro de pai

por Redação 4 de novembro de 2025

Todos os civis mortos durante o confronto com as forças de segurança nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, e já identificados pela Polícia Civil, são homens com idades entre 14 e 55 anos. A média e a mediana são de 28 anos, e um terço deles não possui registro de paternidade.

O levantamento, divulgado quase uma semana após a operação que deixou 121 mortos, reúne informações de 115 pessoas, excluindo os quatro agentes de segurança que perderam a vida. Outros dois casos seguem sob análise pericial.

Segundo o documento oficial, 44 mortos (38%) nasceram no estado do Rio de Janeiro. Além dos dados pessoais — como RG e CPF —, o relatório inclui fotos, histórico criminal, mandados de prisão e informações extraídas de redes sociais.

Entre os identificados, 36 homens têm apenas o nome da mãe nos registros de filiação. Metade dos mortos possuía ao menos um mandado de prisão (ou de busca e apreensão, no caso de menores).

A idade média de 28 anos reforça o perfil jovem das vítimas. O mais novo, de 14 anos, era investigado por “fato análogo ao crime de estupro de vulnerável”. O mais velho, Jorge Benedito Barbosa, 55 anos, já havia sido condenado por roubo.

Alguns casos chamam atenção:

Francisco Myller Moreira da Cunha, conhecido como Gringo ou Suíça, 32, natural de Manaus, apontado como liderança do Comando Vermelho (CV) no Amazonas, possuía mandado ativo por homicídio e tráfico.

Yuri dos Santos Barreto, 22, sem registro de pai e de naturalidade, tinha histórico por posse de granadas caseiras.

Ronaldo Julião da Silva, 46, de Campina Grande (PB), não apresentava antecedentes nem mandados de prisão.

A análise aponta ainda que 12 mortos eram líderes de facções em outros estados, como Pará, Bahia e Amazonas. O Rio de Janeiro concentra a maioria das origens (26 registros da capital). Em seguida aparecem Pará (19), Amazonas (5) e Bahia (4).

A inteligência da Polícia Civil também utilizou redes sociais para vincular suspeitos ao CV. Em diversos perfis, emojis e postagens com bandeiras vermelhas, armas ou roupas de camuflagem foram considerados indícios de envolvimento com o tráfico.

Segundo a corporação, mais de 95% dos 115 perfis analisados apresentavam ligação comprovada com o Comando Vermelho.

A megaoperação, considerada a mais letal da história do Rio, ainda é alvo de questionamentos de entidades de direitos humanos e do Ministério Público, que pedem apuração sobre o uso da força e a legalidade das ações.

Fonte: valor

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Brasil

Oposição e governo travam disputa por comando da CPI do Crime Organizado no Senado

por Redação 4 de novembro de 2025

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado será instalada nesta terça-feira (4) no Senado Federal em meio a um ambiente político acirrado e à forte repercussão da operação do governo do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho (CV) nos Complexos da Penha e do Alemão, que resultou em 121 mortos.

O tema da segurança pública ganhou centralidade na agenda nacional e é visto como um ponto sensível para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Criado em junho, o colegiado só agora iniciará os trabalhos, pressionado pela opinião pública e pelo avanço da pauta de “lei e ordem” impulsionada por parlamentares da oposição.

A CPI deve investigar o modus operandi de facções criminosas como PCC e CV, além da atuação das milícias, fontes de financiamento, lavagem de dinheiro e eventuais infiltrações no poder público. O funcionamento está previsto por 120 dias, com possibilidade de prorrogação.

? Disputa por comando e movimentações políticas

Ainda não há acordo sobre quem presidirá a CPI — decisão que será tomada durante a sessão de instalação. O relator será o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), autor do requerimento que criou o colegiado.

Nos bastidores, o governo tenta evitar um novo revés após ter sido surpreendido na eleição da CPMI do INSS. Fabiano Contarato (PT-ES) e Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, são os nomes preferidos do Palácio do Planalto para a presidência.

Um integrante da base aliada afirmou reservadamente que há preocupação com um “movimento silencioso da oposição” para conquistar o comando da CPI e transformar o colegiado em um palanque político.

? Por que o tema ganhou força?

A operação no Rio, os debates sobre Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e o discurso bolsonarista centrado em segurança e combate ao crime reacenderam o embate político.

A oposição vê na CPI uma oportunidade para reconectar-se com o eleitorado de centro, reforçando uma imagem de enfrentamento ao crime.
O governo, por sua vez, tenta neutralizar a narrativa, apresentando uma resposta institucional com o Projeto de Lei Antifacção e articulação com governadores estaduais.

? Equilíbrio político da CPI

A comissão será composta por 11 titulares e 11 suplentes, reunindo figuras de peso tanto da base quanto da oposição.

Oposição:

Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Sergio Moro (União-PR)

Marcos do Val (Podemos-ES)

Magno Malta (PL-ES)

Base governista:

Jaques Wagner (PT-BA)

Otto Alencar (PSD-BA)

Rogério Carvalho (PT-SE)

Fabiano Contarato (PT-ES) – suplente

Randolfe Rodrigues (AP) – suplente

? O que dizem os senadores

O relator indicado, Alessandro Vieira, afirmou que pretende blindar a comissão de usos eleitorais:

“O foco será técnico. Vamos ouvir especialistas, secretários de segurança, governadores e comunidades atingidas para produzir soluções.”

Já o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (AP), criticou a postura da oposição:

“A oposição quer um palanque, seja onde for.”

Com o acirramento político e a pressão da sociedade, a CPI do Crime Organizado promete se tornar um dos principais palcos de disputa entre governo e oposição no segundo semestre legislativo.

Fonte: G1

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Brasil

Entenda em 7 pontos como vai funcionar o SNE, o “SUS da Educação” sancionado por Lula

por Redação 4 de novembro de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na sexta-feira (31), a lei que cria o Sistema Nacional de Educação (SNE) — publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (3). A proposta busca coordenar esforços entre União, estados e municípios para garantir qualidade, reduzir desigualdades e integrar políticas públicas na área educacional.

Inspirado no modelo do Sistema Único de Saúde (SUS), o SNE pretende alinhar ações, programas e investimentos de forma colaborativa, estabelecendo responsabilidades claras para cada esfera de governo. Apesar das comemorações de instituições do setor, especialistas apontam desafios na implementação e lacunas sobre o financiamento das medidas.

A criação do sistema estava prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) de 2014, que estabelecia prazo até 2016 — um atraso de pelo menos seis anos.

A seguir, entenda os sete principais pontos da nova política pública:

  1. O que é o Sistema Nacional de Educação (SNE)?
    O SNE é um conjunto de normas que visa integrar e articular os sistemas de ensino da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A proposta não interfere no conteúdo pedagógico, mas define como os diferentes níveis de governo devem cooperar na execução das políticas educacionais.
  2. Por que o SNE é importante e que problema ele resolve?
    Sem o sistema, a educação brasileira opera de forma fragmentada, com políticas sobrepostas e pouca articulação. O SNE busca corrigir essa falha, promovendo planejamento conjunto e continuidade das políticas públicas, reduzindo desigualdades regionais e otimizando o uso de recursos.
  3. O SNE vai garantir a mesma qualidade em todas as escolas?
    Um dos pilares do sistema é a definição de padrões nacionais mínimos de qualidade para a educação básica — como infraestrutura adequada, formação docente e tamanho máximo de turma. Esses parâmetros servirão como referência para que todas as redes avancem de forma mais equitativa.
  4. Como o SNE garante financiamento suficiente?
    A lei institui o Custo Aluno Qualidade (CAQ) como referência de investimento por estudante. O CAQ servirá para orientar o financiamento e a ação redistributiva da União, de acordo com padrões mínimos pactuados entre os entes federados.

Entidades como o Todos Pela Educação consideram o avanço positivo, mas alertam para a falta de clareza sobre a metodologia de cálculo e os impactos financeiros para estados e municípios.

  1. O que muda na gestão entre União, estados e municípios?
    A principal inovação é a criação de Comissões Intergestores, inspiradas no modelo do SUS.

A Comissão Intergestores Tripartite da Educação (Cite), de âmbito nacional, definirá responsabilidades e aprovará o cálculo do CAQ.

As Comissões Intergestores Bipartites (Cibes), estaduais, cuidarão da articulação entre governos estaduais e municipais.

Esses espaços formais permitirão negociações conjuntas e maior coordenação nas políticas públicas.

  1. O que muda para o estudante e na gestão dos dados escolares?
    O SNE cria a Infraestrutura Nacional de Dados da Educação (Inde), que integrará e protegerá informações educacionais.
    O CPF passa a ser o Identificador Nacional Único do Estudante (Inue) — permitindo acompanhar a trajetória de cada aluno, da creche ao ensino superior, e facilitando políticas de busca ativa contra evasão escolar.
  2. Quando o sistema entra em vigor?
    A lei já está em vigor desde a publicação, mas as mudanças serão implementadas gradualmente.

As comissões intergestoras devem ser criadas em até 90 dias.

Estados e municípios terão até dois anos para adequar suas normas e estruturas.

Com isso, os efeitos práticos do SNE serão percebidos progressivamente, à medida que as instâncias federativas ajustem seus sistemas de gestão e financiamento.

O Sistema Nacional de Educação representa um marco histórico na tentativa de integrar a gestão da educação pública no país. Especialistas avaliam que, se bem implementado, pode corrigir distorções estruturais e aproximar o Brasil de um modelo de educação pública equitativa e sustentável.

Fonte: G1

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Brasil

Governo lança programa “Reforma Casa Brasil” com crédito para reformas de residências em todo o país

por Redação 3 de novembro de 2025

A Caixa Econômica Federal começou nesta segunda-feira (3) as contratações do programa Reforma Casa Brasil, que oferece crédito para reformas de imóveis a famílias de todas as faixas de renda. O objetivo é reduzir o déficit habitacional relacionado à inadequação das moradias existentes, permitindo melhorias estruturais, elétricas, hidráulicas ou de acessibilidade.

Ao todo, serão disponibilizados R$ 40 bilhões:

R$ 30 bilhões do Fundo Social no Programa Minha Casa, Minha Vida, para famílias com renda de até R$ 9,6 mil;

R$ 10 bilhões da Caixa, via linha própria, para famílias com renda superior a esse limite.

Modalidades de financiamento

Renda até R$ 9,6 mil: crédito a partir de R$ 5 mil, com prazo de até 60 meses.

Renda acima de R$ 9,6 mil: financiamento mínimo de R$ 30 mil, prazo de até 180 meses, com taxas entre 1,33% e 1,95% ao mês, limitadas a 50% do valor do imóvel, respeitando o teto do SFH (R$ 2,25 milhões).

As taxas de juros variam conforme a faixa de renda:

Até R$ 3.200: 1,17% ao mês

Entre R$ 3.200,01 e R$ 9.600: 1,95% ao mês

Acima de R$ 9.600: 1,33% a 1,95% ao mês

O que pode ser financiado

Os recursos podem ser usados para:
? compra de materiais de construção
? pagamento de mão de obra
? contratação de serviços técnicos, como projetos ou acompanhamento de obras

O valor da parcela será limitado a 25% da renda familiar, e cada família poderá ter uma operação ativa por vez.

Como se inscrever

A contratação será feita digitalmente, pelo site ou aplicativo da Caixa:

Acesse o site e preencha informações sobre renda e imóvel.

Se aprovado, conclua a contratação digitalmente no aplicativo.

Assine o contrato digital.

Envie fotos do imóvel antes da reforma para liberação parcial do crédito.

Realize a obra e envie fotos de acompanhamento para liberação final.

Famílias com mais de um integrante com renda ou sem conta na Caixa devem procurar uma agência.

Metas e público-alvo

O programa visa atender 1,5 milhão de famílias com imóveis que apresentem problemas estruturais ou necessidade de adequação. Segundo o governo, a iniciativa complementa o novo modelo de crédito imobiliário, anunciado em outubro, e busca tornar o crédito para reforma mais acessível e seguro.

Fonte: G1

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Brasil

Alexandre de Moraes se reúne com Cláudio Castro e chefes da segurança do Rio após megaoperação com 121 mortos

por Redação 3 de novembro de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), se reuniu nesta terça-feira (3) com o governador Cláudio Castro e as principais autoridades das forças de segurança do Rio de Janeiro, após a megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, que deixou 121 mortos, incluindo quatro policiais.

O encontro ocorreu no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, Região Central da capital. Moraes chegou de helicóptero ao lado de Castro por volta das 11h. A reunião durou cerca de duas horas, foi a portas fechadas e nem mesmo assessores puderam participar.

Entre as autoridades presentes estavam:

Victor Santos, secretário de Segurança Pública;

Coronel Marcelo de Menezes, secretário da Polícia Militar;

Delegado Felipe Curi, secretário da Polícia Civil;

Renan Saad, procurador-geral do Estado;

Waldyr Ramos, diretor da Superintendência-Geral de Polícia Técnica Científica.

Às 13h50, Moraes deixou o local e seguiu novamente de helicóptero para o Tribunal de Justiça do Rio, onde cumpre nova agenda com representantes do Ministério Público e com o prefeito Eduardo Paes (PSD). Nenhuma autoridade falou com a imprensa após o encontro.

Reunião ocorre em meio à repercussão da operação mais letal da história do estado

A presença de Moraes no Rio ocorre em meio à repercussão da operação policial mais violenta da história fluminense, que voltou a levantar questionamentos sobre os limites da atuação das forças de segurança e o cumprimento da decisão do STF na chamada ADPF das Favelas.

O ministro é relator do processo, no qual o Supremo estabeleceu regras e restrições para operações em comunidades do Rio, exigindo justificativa prévia, respeito aos direitos humanos e preservação de provas em casos de morte decorrente de ação policial.

No domingo (2), Moraes determinou que o governo do Rio preserve todos os elementos materiais e periciais da operação — como laudos, croquis e registros fotográficos —, assegurando o acesso da Defensoria Pública e do Ministério Público às provas. A decisão atendeu a um pedido da Defensoria Pública da União (DPU), que denunciou ter sido impedida de acompanhar os exames nos corpos das vítimas.

O magistrado reforçou que os agentes devem evitar remoções indevidas de cadáveres sob pretexto de socorro e que todas as provas devem ser documentadas fotograficamente para permitir revisão independente.

A megaoperação, realizada na última semana, envolveu cerca de mil agentes e teve como alvo lideranças do Comando Vermelho. O episódio reacendeu o debate sobre letalidade policial, federalização de investigações e o controle judicial de ações de segurança pública.

Fonte: G1

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Luto

Morre Lô Borges, fundador do Clube da Esquina, aos 73 anos em Belo Horizonte

por Redação 3 de novembro de 2025

Morreu neste domingo (2), em Belo Horizonte, aos 73 anos, o cantor e compositor Lô Borges, um dos nomes mais importantes da música brasileira e fundador do Clube da Esquina, movimento que revolucionou a MPB nos anos 1970. A morte foi confirmada pela família nesta segunda-feira (3).

Segundo a assessoria do hospital onde estava internado, Lô Borges morreu às 20h50, vítima de falência múltipla de órgãos. O artista estava internado na UTI desde 17 de outubro, após uma intoxicação por medicamentos. No dia 25 de outubro, ele havia passado por uma traqueostomia e respirava com ventilação mecânica.

Um símbolo da música mineira e brasileira

Nascido Salomão Borges Filho, no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, Lô era o sexto de 11 irmãos. O destino da música o encontrou cedo: aos 10 anos, conheceu Milton Nascimento nas escadas do Edifício Levy, no Centro de BH, iniciando uma amizade que se transformaria em uma das parcerias mais marcantes da MPB.

Com Milton, Lô foi um dos criadores do Clube da Esquina, movimento musical que uniu rock, jazz, bossa nova e regionalismo mineiro. O disco “Clube da Esquina” (1972), lançado pela dupla, é considerado um marco da música brasileira e foi eleito, em 2022, o maior álbum brasileiro de todos os tempos. A revista norte-americana Paste Magazine o classificou como o nono melhor disco da história mundial.

Entre os maiores sucessos de Lô estão “O Trem Azul”, “Paisagem da Janela”, “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo” e “Clube da Esquina nº 2” — canções que atravessaram gerações.

Pausa e renascimento artístico

Após o sucesso de estreia, Lô lançou, também em 1972, o “Disco do Tênis”, hoje considerado um clássico cult. O impacto repentino da fama o fez se afastar temporariamente dos palcos, período em que viveu na Bahia e continuou compondo.

De volta à carreira, em 1978, lançou o álbum “Via Láctea”, um dos preferidos do próprio artista. Nos anos 1980, Lô realizou sua primeira turnê nacional com o disco “Sonho Real”.
Na década de 1990, voltou às rádios com “Dois Rios”, parceria com Samuel Rosa, do Skank.

Desde 2019, Lô mantinha a tradição de lançar um novo álbum por ano. Seu último trabalho, “Céu de Giz”, lançado em agosto de 2025, foi uma parceria com Zeca Baleiro.

O artista deixa um legado que ultrapassa gerações — e uma esquina que se tornou eterna na história da música.

Fonte: G1

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Brasil

“Porcelana”, condenada por tráfico, é investigada por financiar ações e fugas do Comando Vermelho em Roraima, aponta PF

por Redação 3 de novembro de 2025

A Polícia Federal apontou que Evelyn Lorrany Nogueira de Lima, de 23 anos, conhecida como “Porcelana”, realizava depósitos bancários e alugava veículos utilizados em operações do Comando Vermelho em Boa Vista (RR), como parte da logística do tráfico no estado. A jovem, que foi condenada por tráfico de drogas em 2023, é agora investigada por financiar a fuga de quatro integrantes da facção da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, o maior presídio de Roraima.

Segundo o delegado Caio Luchini, responsável pela investigação, a PF apreendeu 47 comprovantes de depósitos e contratos de locação de veículos ligados a Porcelana e ao namorado dela, Thiago Lima dos Santos, conhecido como “TH da Zona Leste”, morto em julho deste ano, em Manaus. Entre os documentos está um comprovante de transferência de R$ 5 mil feita por Evelyn a um preso em Boa Vista, identificado como membro da facção.

A PF também identificou dois Jeep Renegade alugados que circulavam entre Manaus e Boa Vista, supostamente usados para o transporte de drogas e armas. Um dos veículos foi apreendido com Thiago, que declarou ter recebido o carro de um homem identificado apenas como “Júnior”, apontado como elo logístico entre os dois estados.

Durante operação deflagrada em Manaus na última quarta-feira (29), a PF cumpriu seis mandados de busca relacionados a Evelyn. Ela não foi localizada, pois, segundo a Polícia Civil de Roraima, estaria no Rio de Janeiro. Ainda não há confirmação se Porcelana tinha autorização judicial para viajar ou se passou a ser considerada foragida por violar as condições do regime semiaberto.

As autoridades afirmam que Porcelana e o companheiro enviaram dinheiro e apoio logístico aos quatro foragidos da penitenciária, cujas rotas coincidem com as identificadas pela PF nas investigações de 2022.

No flagrante que levou à prisão do casal, a PF apreendeu 1,7 kg de cocaína, 32 g de maconha, duas armas de fogo e 45 munições calibre 9 mm. Uma das pistolas estava com a numeração raspada. O casal foi condenado a cinco anos de prisão em regime semiaberto por tráfico e porte ilegal de armas.

Após a condenação, a defesa de Evelyn pediu para que ela cumprisse pena em Manaus, onde vivem suas duas filhas pequenas. A Justiça de Roraima aceitou o pedido e transferiu o processo para o Tribunal de Justiça do Amazonas, que ainda não confirmou a situação atual da condenada.

Um dia após a megaoperação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, Porcelana chegou a publicar nas redes sociais uma homenagem a Francisco Myller Moreira da Cunha, o “Gringo” ou “Suíça”, apontado como um dos chefes da facção no estado. “Vai nos fazer muita falta!”, escreveu.

Fonte: G1s

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Brasil

Pesquisa Quaest: 80% dos cariocas acreditam que chefes do crime vivem em bairros ricos, e não nas favelas

por Redação 3 de novembro de 2025

Uma pesquisa do instituto Genial/Quaest, divulgada nesta segunda-feira (3), revelou uma percepção contundente entre os moradores do Rio de Janeiro: 80% acreditam que os verdadeiros chefes das facções criminosas estão nos bairros ricos da cidade, e não nas favelas. O levantamento foi realizado após a megaoperação nos Complexos do Alemão e da Penha, que deixou 121 mortos e entrou para a história como a mais letal já registrada no estado.

O estudo ouviu 1.500 pessoas entre os dias 30 e 31 de outubro e mostra um profundo descrédito da população em relação às autoridades. De acordo com o levantamento, 78% dos entrevistados afirmam que a Justiça é falha e que “a polícia prende, mas a Justiça solta”, perpetuando o ciclo de violência e impunidade.

A pesquisa também revela que o tráfico de drogas não é visto como a principal fonte de renda das facções. Mais da metade dos entrevistados (56%) acredita que os criminosos lucram mais com atividades ilegais alternativas, como transporte irregular, pirataria de sinal de internet e venda de combustível adulterado.

No campo político, o dado mais alarmante: 82% dos moradores do Rio acreditam que líderes de facções ajudam a eleger deputados e, por isso, raramente são presos. Essa percepção reforça a ideia de que o crime organizado exerce influência direta sobre a política, atuando como um poder paralelo.

Apesar da desconfiança geral, a pesquisa mostrou um leve avanço na confiança na Polícia Militar. Em novembro de 2023, 65% dos cariocas diziam confiar na corporação; agora, o índice subiu para 72%, mesmo com 62% acreditando que a PM está cooptada por milícias e facções.

Outros dados chamam atenção:

59% apoiam o uso da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) pelo governo federal;

85% defendem penas mais severas para homicídios ligados a facções;

72% são favoráveis a classificar as facções como grupos terroristas;

81% apoiam o uso de câmeras corporais pela polícia;

58% aprovam a pena de morte para crimes graves;

72% rejeitam a flexibilização do porte de armas.

Por fim, 59% dos entrevistados acreditam que a legalização das drogas não resolveria a violência. Para a maioria, a saída passa por uma ação conjunta entre polícia, Justiça e sociedade, além de uma revisão profunda das políticas públicas de segurança no estado.

Fonte: CBN

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