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Brasil

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Filhos são presos suspeitos de mandar matar fazendeiro bilionário em Goiás para ficar com herança

por Redação 30 de outubro de 2025

A Polícia Civil de Goiás prendeu nesta quarta-feira (29) dois filhos do fazendeiro e empresário Jefferson Cury, de 83 anos, suspeitos de mandar matar o próprio pai para ficar com uma herança avaliada em cerca de R$ 1 bilhão. O crime aconteceu em novembro de 2023, em Quirinópolis, no sudoeste goiano.

De acordo com o delegado Adelson Candeo, além dos dois filhos, foram presos um corretor de imóveis e três funcionários que trabalhavam para o fazendeiro. As prisões ocorreram em São Paulo e no Mato Grosso do Sul, durante a Operação Testamento, que cumpriu 14 mandados de busca e apreensão. Um suspeito apontado como executor dos disparos ainda não foi localizado.

Segundo as investigações, a motivação foi financeira. Jefferson planejava assinar, no dia 29 de novembro de 2023, um novo testamento que transferiria todo o patrimônio para uma holding, excluindo os filhos da sucessão. O crime aconteceu um dia antes da assinatura do documento.

“Os filhos nunca tiveram relação afetiva com o pai, mas estavam ansiosos pelo dinheiro. É uma ânsia absurda por um patrimônio que ele construiu com muito trabalho”, afirmou o delegado.

A apuração aponta que os filhos chegaram a ajuizar uma ação de interdição contra o pai dois meses antes do assassinato, tentando impedi-lo de gerir seus bens. Como o pedido foi negado, teriam decidido planejar o crime.

O assassinato

O fazendeiro foi morto por volta das 22h20, às margens da GO-206, enquanto estava com seu advogado em uma das propriedades rurais. Jefferson levou um tiro no rosto e morreu no local. O advogado sobreviveu após ser atingido na cabeça.

Testemunhas afirmam que um dos criminosos disse, logo após o ataque, a frase:

“Agora a dívida está paga” — referência a um débito de R$ 1,7 milhão do filho de um caseiro com o empresário.

A polícia acredita que o casal de caseiros e o filho deles também participaram, repassando informações sobre os horários e rotinas da vítima.

Envolvimento do corretor

O corretor de imóveis preso teria lucro direto com a morte do fazendeiro, podendo ganhar até R$ 50 milhões com a venda de propriedades herdadas pelos filhos. Segundo o delegado, ele já havia lucrado R$ 12 milhões em uma única transação após revender terras da família.

“É um caso comparável ao de Suzane von Richthofen, mas com um planejamento mais sofisticado e uma motivação puramente financeira”, disse Candeo.

O delegado também relatou que os filhos não compareceram ao velório e começaram a assinar documentos do inventário enquanto a ocorrência ainda era registrada pela Polícia Militar.

O inquérito deve ser concluído em até 30 dias. Até a última atualização, o g1 não havia conseguido contato com as defesas dos investigados.

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Brasil

Nova lei endurece combate ao crime organizado e cria dois novos tipos de crime

por Redação 30 de outubro de 2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (30) uma lei que endurece o enfrentamento ao crime organizado no país. A medida, de autoria do senador Sérgio Moro (União Brasil – PR), foi publicada no Diário Oficial da União e entra em vigor imediatamente.

O texto cria duas novas modalidades de crime voltadas a punir quem tenta interferir em investigações, processos ou operações contra facções criminosas:

Obstrução de ações contra o crime organizado – prevê punição a quem ordenar, prometer ou oferecer vantagem para que alguém pratique violência ou ameaça contra autoridades, advogados, jurados, testemunhas, peritos ou colaboradores, com o objetivo de impedir, atrapalhar ou retaliar investigações e processos relacionados a organizações criminosas.

Pena: reclusão de 4 a 12 anos, além de multa.

Conspiração para obstrução de ações contra o crime organizado – enquadra quem planejar atos de violência ou ameaça, em conjunto com outras pessoas, mesmo que o plano não seja executado.

Pena: reclusão de 4 a 12 anos, além de multa.

A sanção ocorre em meio à repercussão da megaoperação policial no Rio de Janeiro, que teve como alvo o Comando Vermelho (CV) e resultou em mais de 120 mortes, segundo autoridades estaduais. A nova legislação busca ampliar a capacidade de resposta do Estado em situações como essa, em que facções reagem com violência para tentar impedir ações policiais.

Proteção ampliada

O texto também fortalece a rede de proteção a quem atua no combate ao crime organizado. Passam a ter direito a medidas de segurança juízes, promotores, policiais, militares e até servidores aposentados, bem como seus familiares, quando estiverem sob risco em razão de suas funções.

Além disso, o projeto modifica o artigo 288 do Código Penal, estendendo a punição por associação criminosa a quem solicitar ou contratar a prática de crimes a membros de facções — fechando brechas legais antes usadas por mandantes que terceirizavam a execução de delitos.

A lei também determina atenção especial a profissionais que atuam em áreas de fronteira, regiões consideradas de maior vulnerabilidade ao tráfico e contrabando internacional.

Especialistas em direito penal avaliam que a nova norma representa um reforço jurídico importante contra o poder das facções e contra a impunidade de seus articuladores.

Fonte: G1

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Brasil

Penha amanhece esvaziada após remoção de 74 corpos na Serra da Misericórdia

por Redação 30 de outubro de 2025

Um dia após a remoção de 74 corpos da parte alta da Serra da Misericórdia, o Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, viveu nesta quinta-feira (30) um clima de medo e silêncio. As ruas ficaram praticamente desertas, o comércio opera parcialmente e as escolas públicas seguem sem abrir pelo terceiro dia consecutivo.

Desde a operação policial realizada na terça-feira (29) — considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro —, não há relatos de novos tiroteios. Mesmo assim, o sentimento predominante entre os moradores é de insegurança.

Nos poucos mercados que abriram, já há sinais de desabastecimento, uma vez que caminhões de carga não estão entrando na comunidade. Ainda não se sabe se o bloqueio ocorre por motivos de segurança ou por determinação do tráfico local.

Algumas linhas de ônibus ainda não retomaram o itinerário que passa por dentro da Penha, enquanto postos de saúde voltaram ao funcionamento normal nesta manhã.

A região não está ocupada por forças de segurança. Os últimos agentes a deixar o local foram os militares do Bope, que atuaram até a madrugada de quarta-feira (29) em uma ação de cerco a suspeitos na mata da Misericórdia.

Na Praça São Lucas, ponto central da tragédia, ainda há marcas de sangue no chão. As roupas das vítimas, colchões e lonas usados para cobrir os corpos já foram recolhidos, mas a lembrança do episódio continua viva entre os moradores.

“Eu moro aqui há 58 anos. Nunca vi isso. Vai ser difícil esquecer. Essa cena foi trágica”, relatou uma moradora da região.

Outro habitante comparou o cenário a uma catástrofe natural: “A cidade tá igual tragédia, como quando tem tsunami ou terremoto, com corpo espalhado em cima do outro.”

Um morador da Vila Cruzeiro também desabafou: “Na grande realidade, isso aqui é algo estarrecedor. Tô chocado. Nunca vi isso na minha vida. O que a Vila Cruzeiro precisa é de educação.”

A Polícia Militar não confirmou se novas operações estão previstas na região.

Fonte: G1

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Brasil

Falso médico vai a júri popular por homicídio após receitar remédio para dor lombar a paciente cardíaca que morreu em casa

por Redação 30 de outubro de 2025

O falso médico Fernando Henrique Dardis, de 39 anos, vai a júri popular nesta quinta-feira (30), em Sorocaba (SP), acusado de homicídio por dolo eventual — quando o autor assume o risco de matar — pela morte de Helena Rodrigues, uma paciente cardíaca que morreu em 2011, após ser medicada com remédios para dor lombar.

Na época, Fernando se apresentava como “doutor Ariosvaldo” e trabalhava na Santa Casa de Sorocaba, utilizando o registro profissional e o nome de um médico verdadeiro. Helena procurou atendimento apresentando sintomas de infarto, mas foi diagnosticada por ele com dor lombar e liberada com uma prescrição de analgésicos. No dia seguinte, sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu em casa.

O caso voltou à Justiça após ser revelado que Fernando, que chegou a forjar a própria morte para escapar do julgamento, está vivo. O Ministério Público (MP) pediu nova prisão preventiva, e o acusado foi detido em junho deste ano, após reportagem do Fantástico expor a farsa.

Além da morte de Helena, Fernando também responde por outro homicídio, relacionado ao óbito de Therezinha Monticelli Calvim, atendida por ele no mesmo período.

Fraude e falsidade ideológica

Segundo as investigações, Fernando usou o CRM de um médico verdadeiro e chegou a assinar mais de 200 declarações de óbito. Ele havia cursado até o sétimo semestre de Medicina, mas abandonou o curso. Para sustentar o disfarce, utilizou documentos falsos, carimbo médico e currículo adulterado.

A fraude foi descoberta após denúncias de pacientes e familiares. Em 2012, Fernando já havia sido condenado por falsidade ideológica e por portar distintivo da Polícia Civil e munições, sem ser policial.

Morte forjada

Em 2022, o Ministério Público descobriu que Fernando havia simulado a própria morte, apresentando um atestado de óbito falso emitido pelo Hospital Brás Cubas, em Guarulhos, instituição pertencente à família dele. O documento alegava que ele havia morrido de sepse.

Para completar a farsa, o acusado teria incluído seu nome nos registros do Cemitério Municipal Campo Santo, usando a vaga de um idoso de 99 anos que realmente foi sepultado no local.

Em vídeo enviado ao Fantástico antes da prisão, Fernando afirmou:

“Venho a público esclarecer que estou vivo, que agi sozinho em um momento de desespero. A dona Helena foi atendida por mim, internada e passou por outros médicos. Não aceito o que dizem, porque não há nada no processo que me indique esse crime.”

O júri popular ocorre no Fórum Criminal de Sorocaba, e sete jurados decidirão se Fernando será condenado ou absolvido. Em caso de condenação, a pena pode variar de 12 a 30 anos de prisão.

Fonte: G1

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Brasil

PMs são atacados em Manaus ao interromper homenagem a membros do Comando Vermelho mortos em operação no Rio

por Redação 30 de outubro de 2025

Policiais militares foram atacados na noite desta terça-feira (29) durante um tumulto no bairro Compensa, Zona Oeste de Manaus (AM), após interromperem uma reunião que, segundo denúncias, seria uma homenagem a integrantes do Comando Vermelho (CV) mortos na megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro.

De acordo com informações do g1 e da Rede Amazônica, quatro foragidos naturais do Amazonas, ligados ao CV, estão entre os mortos na ação que ocorreu nos complexos da Penha e do Alemão, na capital fluminense. Os criminosos, segundo as investigações, pertenciam ao baixo escalão da facção. As identidades ainda não foram oficialmente divulgadas.

Além dos mortos, a Polícia Civil do Rio confirmou que traficantes do Amazonas também foram presos durante a operação, mas ainda não informou o número exato nem os nomes.

Confronto em Manaus

Ao chegarem ao local, os agentes da 8ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) encontraram um grupo soltando fogos de artifício e prestando homenagens aos criminosos mortos. A presença dos policiais incomodou os participantes, que reagiram de forma hostil, gerando um tumulto.

A Polícia Militar afirmou que não houve uso de força por parte dos agentes durante a ocorrência. Um policial sofreu ferimentos na mão e precisou de atendimento médico. Nenhum suspeito foi preso.

Megaoperação no Rio

A megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro, deixou 121 mortos, entre eles quatro policiais, segundo o balanço divulgado nesta quarta-feira (29) pelo governo estadual.

A ação, que envolveu 2,5 mil agentes civis e militares, também provocou bloqueios em vias, suspensão de aulas em 83 escolas e interrupção de linhas de ônibus.

Moradores relataram ter encontrado dezenas de corpos em áreas de mata e levaram parte deles até a Praça São Lucas, na Penha. A Polícia Civil informou que 63 corpos foram localizados durante as buscas.

Fonte: G1

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Segurança

Imagens mostram traficantes fortemente armados antes da megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha

por Redação 30 de outubro de 2025

Um vídeo de drone gravado pela polícia mostra traficantes fortemente armados reunidos no alto do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, pouco antes da fuga pela mata durante a megaoperação das forças de segurança, realizada na última terça-feira (28).

As imagens, captadas por volta das 6h da manhã, mostram 23 homens portando fuzis, alguns vestindo roupas camufladas e uniformes semelhantes aos das polícias, o que, segundo as autoridades, dificulta a identificação dos criminosos.

A investigação aponta que entre os integrantes estavam chefes do tráfico de outros estados, como Goiás, Espírito Santo, Bahia, Ceará, Amazonas e Pará, além de membros da cúpula do Comando Vermelho (CV) no Rio.

Fuga pela Serra da Misericórdia

O vídeo mostra o grupo se deslocando em direção à Serra da Misericórdia, área de mata usada como rota de fuga e campo de treinamento pela facção. De acordo com a polícia, Doca, um dos principais líderes do CV e alvo da operação, já estava escondido fora da zona habitada quando as filmagens foram feitas.

Em entrevista à GloboNews, o secretário de Segurança Pública do Rio, Victor Santos, afirmou que a vegetação densa e o relevo acidentado dificultaram o avanço das equipes.

“A mata usada na fuga também serve de área de treinamento para novos integrantes da facção — inclusive menores de idade”, destacou.

CV controla mais de mil favelas

Segundo as polícias Civil e Militar, o Comando Vermelho controla mais de mil favelas no estado, o equivalente a 60% das comunidades do Rio. As demais áreas estão sob domínio de milícias ou outras facções.

Relatórios da polícia indicam que o CV mantém práticas violentas de punição, como execuções de moradores acusados de traição ou roubo. Além disso, a facção teria ampliado sua atuação econômica, cobrando “taxas” para acesso a serviços básicos, como gás, internet e transporte alternativo.

Expansão nacional

Dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) mostram que o Comando Vermelho já atua em 24 estados e no Distrito Federal, consolidando-se como a maior organização criminosa do país.

A megaoperação desta semana foi a mais letal da história do Rio, com 121 mortos, incluindo quatro policiais, e 113 prisões. A ação mobilizou 2,5 mil agentes das forças estaduais e federais, com o objetivo de cumprir mandados de prisão e desarticular bases logísticas do grupo.

Enquanto o governo estadual classificou a ação como um “êxito”, organizações civis e moradores relataram abusos, remoção irregular de corpos e impactos humanitários nas comunidades atingidas.

Fonte: G1

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Segurança

‘Japinha do CV’: quem era a jovem morta em operação nas comunidades da Penha e do Alemão

por Redação 30 de outubro de 2025

Uma das pessoas mortas durante a megaoperação conjunta das polícias Civil e Militar nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi identificada como Penélope, conhecida pelos apelidos “Japinha do CV” e “musa do crime”. Segundo as forças de segurança, ela era considerada uma das principais combatentes do Comando Vermelho (CV) e atuava na proteção de rotas de fuga e na defesa de pontos estratégicos de tráfico de drogas.

De acordo com informações do g1, Penélope reagiu à abordagem policial, disparando contra os agentes, e acabou sendo morta com um tiro de fuzil. O corpo foi encontrado próximo a um dos acessos do Complexo da Penha, vestido com roupas camufladas e colete à prova de balas.

Nas redes sociais, a jovem costumava publicar fotos e vídeos ostentando armas de grosso calibre, o que lhe rendeu o apelido de “musa do crime”. As imagens mostram Penélope posando com fuzis e roupas táticas, reforçando o culto à imagem de poder e status dentro da facção.

A operação, que mobilizou cerca de 2,5 mil agentes e contou com apoio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público do Rio (MPRJ), deixou quatro policiais mortos e oito feridos, além de 60 suspeitos mortos, segundo dados oficiais divulgados até o fim da tarde de terça-feira.

Entre as lideranças do Comando Vermelho apontadas pelo MPRJ estão Doca, de 55 anos — tido como o chefe do grupo no Complexo da Penha —, além de Pedro Bala, Gadernal e Grandão, todos investigados por comandar a expansão territorial da facção para outras regiões do estado.

A ação resultou ainda em 81 prisões e na apreensão de 93 fuzis, configurando-se como uma das maiores ofensivas contra o CV nos últimos anos.

Fonte: OGLOBO

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Influencer

‘Esquerdogata’: influenciadora é investigada por mais de 100 atestados médicos após prisão por desacato

por Redação 30 de outubro de 2025

A professora da rede municipal de Ribeirão Preto (SP) e influenciadora digital Aline Bardy Dutra, conhecida nas redes sociais como “Esquerdogata”, tornou-se alvo de um processo administrativo disciplinar (PAD) após a prefeitura identificar mais de 100 atestados médicos suspeitos apresentados ao longo de sua atuação no serviço público. A informação foi confirmada pelo prefeito Ricardo Silva (PSD), em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (29).

O procedimento administrativo ocorre dias depois de Aline ter sido presa no sábado (25), acusada de desacato, resistência e injúria racial durante uma abordagem policial em uma blitz de trânsito. De acordo com o prefeito, há indícios de que a servidora tenha utilizado os atestados para se ausentar do trabalho e dedicar-se às atividades como influenciadora digital.

“Ela apresentou inúmeros atestados médicos enquanto era servidora efetiva. Vamos analisar cada documento, cada conduta médica, para verificar sua veracidade”, afirmou Silva.

O processo interno deve ser concluído em até 90 dias e pode resultar em demissão. Paralelamente, a Câmara Municipal de Ribeirão Preto enviou um ofício solicitando a exoneração da servidora, por considerar que seu comportamento é incompatível com a função pública.

Nas redes sociais, o prefeito classificou a conduta da influenciadora como “inadmissível”.

“A suspeita é que ela apresentava atestados para poder exercer a atividade de influenciadora digital. Não vamos admitir isso”, disse.

Durante a prisão, vídeos mostram Aline ironizando os policiais, mencionando o salário e a classe social dos agentes. Em um dos trechos, ela diz:

“A minha sandália vale o carro de vocês.”

Reação do PT

O Partido dos Trabalhadores (PT) de Ribeirão Preto, ao qual Aline é filiada há três anos, informou que estuda a sua desfiliação. O presidente municipal do partido, Edson Fedelino, declarou que o caso será debatido na próxima reunião da legenda, em 4 de novembro.

“Não concordamos com nada do que ela disse e não compactuamos com nenhum de seus atos”, afirmou Fedelino.

Defesa da influenciadora

A defesa de Aline alegou que a influenciadora misturou álcool com medicamentos controlados, o que teria contribuído para seu comportamento durante a abordagem policial.

“Ela pede desculpas sinceras aos policiais e a todos os seus seguidores”, disseram os advogados Douglas Eduardo Marques e Roberto Bertholdo em nota.

Aline Bardy Dutra, de 45 anos, acumula 880 mil seguidores no Instagram, onde se apresenta como “comunicadora popular”. Ela já havia sido condenada anteriormente por desacato a policiais, segundo registros do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

Fonte: OGLOBO

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Segurança

Governo do RJ confirma 121 mortos em megaoperação; moradores ainda buscam corpos em áreas de mata

por Redação 29 de outubro de 2025

O governo do Rio de Janeiro confirmou nesta quarta-feira (29) 121 mortes na megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte da capital, contra o Comando Vermelho. De acordo com o secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, entre as vítimas estão 4 policiais e 117 suspeitos. A ação é considerada a mais letal da história do estado.

Moradores da Penha afirmaram ter encontrado 74 corpos durante a madrugada, levados para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas. Segundo Curi, foram 63 corpos achados em área de mata, o que ainda será alvo de perícia para confirmar se há relação com os confrontos da operação.

Entenda os números

O balanço divulgado na terça-feira (28) informava 64 mortos, incluindo 4 policiais.

Na manhã desta quarta, o governador Cláudio Castro (PL) mencionou 58 mortes, sendo 54 criminosos, sem esclarecer a divergência.

À tarde, o número foi atualizado para 121 mortos (4 policiais e 117 suspeitos).

113 pessoas foram presas, sendo 33 de outros estados, como Amazonas, Ceará, Pará e Pernambuco.

Os corpos, segundo apuração do g1, foram encontrados na área de mata da Vacaria, na Serra da Misericórdia, onde ocorreram os principais confrontos entre as forças de segurança e os traficantes.

O governador Cláudio Castro classificou a operação como “um sucesso”, afirmando que “as únicas vítimas foram os quatro policiais mortos”. Questionado sobre os corpos encontrados por moradores, Castro disse que o governo só contabiliza mortes após o registro no IML.

“A Polícia Civil tem a responsabilidade enorme de identificar quem eram aquelas pessoas. Eu não posso fazer balanço antes de todos entrarem”, afirmou.

Reconhecimento de corpos

Moradores relataram que os corpos foram levados até a praça para facilitar o reconhecimento por familiares. Alguns estavam sem camisa, para que tatuagens, cicatrizes e marcas pudessem ser identificadas. Testemunhas disseram que muitos tinham ferimentos de bala e, em alguns casos, rosto desfigurado.

O ativista Raull Santiago, morador do Complexo do Alemão, ajudou na remoção dos corpos.

“Em 36 anos de favela, passando por várias operações e chacinas, nunca vi nada parecido. É algo brutal e violento num nível desconhecido”, afirmou.

A Polícia Civil informou que o reconhecimento oficial das vítimas ocorre no IML do Centro do Rio, ao lado do Detran, a partir das 8h desta quarta. O local está com acesso restrito à Polícia Civil e ao Ministério Público. Outras necropsias sem relação com a operação foram transferidas para o IML de Niterói.

Durante a manhã, moradores levaram seis corpos em uma Kombi até o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. O veículo chegou em alta velocidade e saiu logo em seguida.

Fonte: G1

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Segurança

PF recusou participação em megaoperação no Rio por considerá-la “não razoável”, diz diretor Andrei Rodrigues

por Redação 29 de outubro de 2025

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira (29) que as forças de segurança do Rio de Janeiro — especialmente a Polícia Militar — chegaram a procurar a PF antes da megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, mas que a corporação decidiu não participar por entender que a ação “não era razoável”.

“Houve contato anterior, do pessoal da inteligência da PM com nosso pessoal no Rio, para ver se haveria alguma possibilidade de atuarmos em algum ponto nesse contexto. A partir da análise do planejamento operacional, a nossa equipe entendeu que não era uma operação razoável para que a gente participasse”, afirmou Rodrigues.

A declaração foi dada um dia após a operação mais letal da história do estado, que deixou mais de 130 mortos, segundo o último balanço do governo do Rio.

O diretor destacou que os contatos ocorreram apenas em nível operacional e que não houve comunicação formal ao governo federal sobre a deflagração da operação.

“Identificamos que nossa equipe do RJ, a partir da análise geral, entendeu que não era o modo que fazemos operação. Não teríamos nenhuma autorização legal para participarmos”, completou.

Rodrigues deu as declarações após uma reunião no Palácio da Alvorada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), Rui Costa (Casa Civil), Anielle Franco (Igualdade Racial) e Macaé Evaristo (Direitos Humanos).

Após o encontro, Lewandowski afirmou que o presidente ficou “estarrecido” com a quantidade de mortes e classificou a operação como “extremamente violenta”. O ministro também disse que não foi discutida a decretação de uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem) no estado.

“Foi uma operação extremamente violenta, com número de mortes que causa perplexidade. O presidente pediu apuração rigorosa e respeito absoluto aos direitos humanos”, declarou Lewandowski.

A megaoperação — considerada a mais letal da história do Rio — foi defendida pelo governador Cláudio Castro (PL), que a classificou como “um sucesso” e afirmou que as vítimas eram criminosos. A fala gerou reações no STF, no governo federal e entre organizações de direitos humanos.

Fonte: G1

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