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Tutoria é definida após cachorro perdido reconhecer o dono na delegacia

por Redação 27 de fevereiro de 2026

Um caso de disputa por um cachorro perdido em Balneário Pinhal, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, foi resolvido após a reação do animal ao reencontrar o tutor na delegacia. Endy, uma Shih Tzu de oito anos, havia fugido de casa em 15 de dezembro do ano passado e foi localizada cerca de dois meses depois com uma família que alegava ser a proprietária.

Diante da recusa da mulher em devolver o animal, o tutor registrou boletim de ocorrência, e uma investigação foi aberta pela Polícia Civil. Após mandados de busca e apreensão, Endy foi levada à delegacia, onde a delegada Luana Medeiros decidiu colocar cachorro e tutor no mesmo ambiente.

O reencontro serviu como prova: a cadelinha correu até sua caixa de transporte, objeto ao qual tem grande apego, e imediatamente reconheceu o dono, demonstrando entusiasmo. A mulher confessou que o animal não era dela, mas que permaneceu com ele.

Durante a operação, a Polícia ainda apreendeu outro Shih Tzu na mesma residência, que apresentava sarna e dermatite atópica. O animal não será devolvido à mulher devido a indícios de maus-tratos. Ela responderá pelos crimes de estelionato e maus-tratos, enquanto Endy já recebeu tratamento veterinário inicial e busca novo adotante.

Fonte: G1

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MP de SC abre investigação sobre conduta do delegado-geral no caso do cão Orelha

por Redação 11 de fevereiro de 2026

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) instaurou procedimento preparatório para apurar a conduta do delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, no caso da investigação de maus-tratos ao cão comunitário Orelha. O objetivo é avaliar a necessidade de inquérito civil por possíveis irregularidades, como abuso de autoridade, violação de sigilo funcional e improbidade administrativa.

O MPSC decidiu abrir o procedimento após receber diversas representações contra o delegado. Questionado pela NSC, Ulisses afirmou não ter sido notificado e negou responsabilidade pela investigação. “Não sou e nunca fui responsável pela investigação”, disse.

A apuração ocorre após a conclusão do inquérito que resultou na representação e pedido de internação de um adolescente suspeito pelos maus-tratos a Orelha. Na segunda-feira (9), o MPSC determinou que a Polícia Civil refaça depoimentos e complemente o inquérito sobre uma discussão ocorrida na portaria de um condomínio na Praia Brava, onde o cão foi encontrado morto em janeiro.

O Ministério Público identificou lacunas no material reunido, que inclui 24 testemunhas ouvidas, mais de mil horas de imagens de câmeras de segurança e oito adolescentes investigados. Foram solicitados novo depoimento presencial do porteiro e do vigilante, além da juntada de vídeos que mostrem as conversas dos suspeitos, para melhor elucidar os fatos.

Orelha, um cão comunitário da Praia Brava, foi agredido em 4 de janeiro e morreu no dia seguinte, após ser levado a uma clínica veterinária. Laudos da Polícia Científica apontam que o animal sofreu pancada contundente na cabeça, possivelmente provocada por chute ou objeto rígido, como madeira ou garrafa.

Fonte: G1

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Trio é preso em esquema de coleta clandestina de sangue de gatos no interior de SP; animais foram resgatados

por Redação 6 de outubro de 2025

A Polícia Civil prendeu três pessoas na noite de sábado (4) em Monte Alto (SP) por suspeita de participação em um esquema de venda clandestina de sangue de gatos. O caso veio à tona após a divulgação de um anúncio em redes sociais, que oferecia R$ 50 a tutores interessados em submeter seus animais à coleta.

Segundo a Guarda Municipal, ao chegar a uma casa na Rua Marciano de Vasconcelos Nogueira, os agentes encontraram pelo menos seis gatos desacordados e um grupo de pessoas utilizando equipamentos veterinários em condições insalubres e sem supervisão profissional. Os animais foram resgatados e atendidos por uma equipe de veterinários da prefeitura.

Prisões

Foram levados à delegacia Cleiton Fernando Torres, Sandra Regina de Oliveira, Angela Aparecida Alves Ribeiro, Everton Leite Silva e José Luiz de Lima. Após depoimentos, apenas os três primeiros permaneceram presos e foram encaminhados à Cadeia Pública de Pradópolis. O caso foi registrado como abuso a animais na Delegacia de Jaboticabal.

Animais em risco

A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente informou que três gatos foram recolhidos, sendo que uma fêmea foi diagnosticada com FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina), conhecido como “Aids felina”. Outros dois animais aguardam exames, e outros três ainda estão sendo procurados para testes.

A FIV não é transmissível a humanos, mas pode ser transmitida entre gatos por sangue ou saliva. A doença compromete o sistema imunológico dos felinos, aumentando a vulnerabilidade a outras infecções, embora possa ser controlada com diagnóstico precoce.

O que disseram os suspeitos

Angela afirmou ser dona da casa e dos gatos, alegando que permitiu a coleta sob o pretexto de ajudar animais que precisassem de transfusão.

Cleiton declarou ser estudante de veterinária e disse que coordenava os procedimentos como freelancer para uma clínica de São José do Rio Preto, recebendo R$ 300 por diária.

Everton e José disseram atuar como auxiliares, com pagamento de R$ 100 cada.

Sandra não teve sua versão registrada no boletim de ocorrência.

A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias e possíveis conexões do grupo com clínicas veterinárias da região.

Fonte: G1

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Cão sobrevivente de enchente no RS tem alta após atropelamento no 1º passeio com tutores em SP

por Redação 1 de outubro de 2025

O vira-lata caramelo Marcelinho, de 5 anos, recebeu alta hospitalar na noite desta terça-feira (30) após oito dias internado em São Paulo. O animal havia sido atropelado por uma motorista embriagada durante o primeiro passeio com os novos tutores na Rua Frei Caneca, região central da capital paulista.

Marcelinho foi resgatado em 2024 pelo Instituto Elpa, após sobreviver às enchentes no Rio Grande do Sul. Desde então, vivia em um abrigo e teve uma das patas amputadas. No dia 20 de setembro, foi adotado por um casal durante um evento e no dia seguinte sofreu o acidente.

Devido ao atropelamento, o cachorro sofreu rompimento de diafragma e deslocamento de órgãos, passando por duas cirurgias e permanecendo em UTI veterinária. “É um alívio muito grande. Ele até ganhou um certificado de coragem. Agora só esperar a recuperação 100% e continuar os cuidados em casa”, disse a tutora, Luisa Machado.

Uma campanha online arrecadou mais de R$ 40 mil para ajudar nas despesas médicas. O tutor, Vitor Pereira, agradeceu o apoio: “Recebemos muita ajuda, foi essencial para o tratamento dele.”

A motorista responsável pelo atropelamento foi presa em flagrante por embriaguez ao volante e lesão corporal. Após audiência de custódia, a prisão foi convertida em preventiva.

Fonte: G1

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Família descobre morte de três cães por WhatsApp após atraso de pet shop em Americana (SP)

por Redação 19 de setembro de 2025

Os tutores de três cachorros que morreram enquanto estavam sob os cuidados de um pet shop em Americana (SP) receberam a notícia das mortes por mensagem de WhatsApp. A informação foi dada pela proprietária do estabelecimento após a família questionar o atraso na devolução dos animais, na última quinta-feira (11).

Segundo o boletim de ocorrência, os cães ficaram cerca de 1h30 dentro do carro de transporte, o que teria provocado hipertermia — aumento excessivo da temperatura corporal. No dia, a cidade registrou 33,3 ºC e umidade relativa do ar mínima de 11%, segundo o Ciiagro.

As vítimas eram Cristal (8 anos) e Luna (10 anos), da raça shih tzu, e Fofão (11 anos), lhasa apso. Eles pertenciam a uma idosa de 71 anos, que mora com o filho e uma parente.

De acordo com a polícia, a proprietária do pet shop relatou que precisou realizar outra entrega e, por isso, deixou os animais no carro. Ela afirmou à família, por mensagem, que “não estava tudo bem” e confirmou a morte dos cães.

A veterinária Patrícia Comelato, responsável pelo exame inicial, constatou que os animais não apresentavam sinais de violência, e que a provável causa foi hipertermia.

A defesa do pet shop classificou o episódio como uma “fatalidade” provocada pelas condições climáticas extremas e disse que a proprietária está abalada. O caso é investigado pela Polícia Civil como possível crime de maus-tratos, cuja pena varia de 2 a 5 anos de prisão, além de multa.

Fonte: G1

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Cachorro não é filho: Justiça nega pensão alimentícia para pet em SP

por Redação 18 de julho de 2025

A Justiça de São Paulo negou o pedido de uma mulher que buscava receber pensão alimentícia do ex-marido para cobrir as despesas do cachorro adquirido pelo casal durante o casamento. A decisão da 4ª Câmara de Direito Privado manteve o entendimento de que, embora os animais de estimação mereçam proteção jurídica especial, não podem ser considerados sujeitos de direito.

O pedido era que a pensão fosse paga enquanto o pet estivesse vivo, garantindo que ele continuasse a receber os cuidados necessários e evitando que a autora fosse sobrecarregada financeiramente.

A autora da ação alegou não ter condições financeiras para arcar com todas as despesas necessárias para o bem-estar do pet. Argumentou também que, com a separação, a responsabilidade pelo cuidado do animal recaiu integralmente sobre ela, sem nenhuma assistência financeira do ex.

A mulher defendeu que o animal foi parte integrante da vida familiar de ambos os tutores e que a responsabilidade pelos custos deveria ser compartilhada.

Um dos pontos levantados pela defesa da autora foi a necessidade da aplicação de princípios gerais e da analogia em casos de lacuna na legislação. Ela sustentou que os animais de estimação são seres sencientes e que devem ter proteção jurídica.

A sentença de primeira instância, mantida pelo Tribunal de Justiça, destacou que a autora, ao permanecer com a posse exclusiva do animal após a separação, tornou-se a única responsável pelo custeio integral das despesas do pet.

A decisão também se baseou em jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que diz que os tutores podem até dividir as responsabilidades com o pet durante o relacionamento, mas, após a separação, cabe a quem fica com a posse arcar com as despesas.

A decisão reafirma a posição de que, no atual ordenamento jurídico brasileiro, os animais de estimação são considerados bens, e suas despesas devem ser arcadas por quem detém a sua posse exclusiva.

Fonte: G1

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Família relata descaso após cadela que vinha de Portugal escapar de caixa de transporte e ficar sumida em aeroporto de SP

por Redação 10 de julho de 2025

Uma cadela que vivia em Portugal ficou temporariamente perdida no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, após desembarcar na segunda-feira (7). Segundo a tatuadora Jaqueline Ramos, tutora de Esperança, a caixa de transporte foi entregue vazia e danificada.

A cachorra viajava de Lisboa para São Paulo com uma conhecida e deveria ser entregue à mãe da tutora já no desembarque.

Segundo Jaqueline, todo o processo de documentação, pesagem e raio-X aconteceu de maneira correta. No entanto, no momento da acomodação da cadela na caixa de transporte ainda em Portugal, os funcionários da TAP Air Portugal teriam sido negligentes.

Ao g1, ela disse que orientou os funcionários da companhia aérea sobre o uso de um pacote de lacres plásticos deixado sobre a caixa. Um dos agentes, então, teria garantido que a própria empresa lacraria o objeto com os materiais corretos.

Ainda de acordo com a tutora, o funcionário demonstrou dificuldade para travar a porta e, minutos depois, afirmou que havia conseguido fechar corretamente. Em seguida, pediu para Jaqueline se retirar do local.

O g1 entrou em contato com a TAP Air Portugal, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Desaparecimento em Guarulhos
Depois de pousar, Alexia, que acompanhava a cadela, ligou para Jaqueline informando que Esperança havia desaparecido dentro do aeroporto.

A acompanhante, que estava com um bebê de colo e outra criança de 7 anos, relatou que não recebeu apoio nem da companhia aérea nem dos funcionários do Aeroporto Internacional de São Paulo.

Do lado de fora do terminal, a mãe de Jaqueline aguardava a chegada de Esperança. Ao saber do desaparecimento, entrou no aeroporto e começou a procurá-la por conta própria, pedindo ajuda a funcionários e passageiros.

“Entregaram a caixa com apenas um lacre rompido e a caixa com a porta mal encaixada e quebrada”, apontou.

“Eu encontrei a Esperança pelos meus próprios esforços, mesmo eles dizendo que estavam todos procurando. Vieram todos em minha volta e disseram que ela tinha que entrar de novo porque não tinha passado pelo serviço de veterinária do aeroporto para ser liberado”, contou Miriam Áurea, mãe de Jaqueline.

Em nota, o Aeroporto Internacional de São Paulo informou que “o transporte e o cuidado com animais são de responsabilidade exclusiva das companhias aéreas ou de prestadores de serviço por elas contratados”. A GRU Airport negou que tenha sido acionada para ajudar nas buscas.

Jaqueline, que deve voltar ao Brasil no final do ano após sete anos vivendo em Portugal, definiu a experiência como devastadora e angustiante, e que a viagem se transformou em um pesadelo.

Antes de Esperança, Pandora
Esta não é a primeira vez que uma cachorra escapa da caixa de transporte após um voo em Guarulhos. Em dezembro de 2021, Pandora desapareceu durante a conexão de um voo que tinha partido de Recife, em Pernambuco, e tinha como destino Navegantes, em Santa Catarina.

Depois de 45 dias desaparecida, a cachorrinha Pandora foi finalmente encontrada no mesmo aeroporto, após uma força-tarefa que envolveu o tutor, a Gol e voluntários.

Fonte: G1

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Ataque de pitbull a shar-pei assusta moradores de Perdizes e alerta para descumprimento de lei da focinheira em SP

por Redação 7 de julho de 2025

Uma moradora de Perdizes teve o cão de estimação da raça shar-pei atacado por um pitbull na manhã deste sábado (5), na Zona Oeste de São Paulo.

O ataque aconteceu por volta das 08h30, na rua Diana, e foi registrado por câmeras de segurança da via.

A cadelinha Aysha, de cinco anos, estava deitada na calçada quando um homem que passeava com um pitbull sem focinheira se aproximou. O animal começou a cheirá-la. No que a shar-pei levantou para interagir com o outro cão, ela foi atacada com mordidas na cabeça.

A cena foi publicada pelo perfil no Instagram ‘Perdizes_Digital’ e mostra o dono do pitbull tentando separar os dois animais.

O pitbull grudou na cabeça e na orelha da cachorra e não queria soltar. O tutor do pitbull tentou separar, mas tomou uma queda devido a força do seu pet.

Foi preciso o zelador de um prédio aparecer com um regador com água e uma terceira pessoa levantar o animal pelas duas patas de trás, tirando-o do chão, para o pitbull soltar o outro cão, enquanto o tutor permanecia caído na calçada pela segunda vez.

A tutora da shar-pei Aisha conversou com o g1 e chamou de “irresponsabilidade” a ação do homem que estava andando com o pitbull sem coleira no bairro, por uma rua super movimentada.

“Existe uma lei que determina que cães dessa raça perigosa andem sem focinheira. Mas claro que há um desrespeito. A minha cachorra agora está toda machucada na cabeça e na orelha e tive que sair mais cedo do trabalho para levá-la no veterinário e cuidar dos ferimentos”, argumentou.

Karina Lins tem uma filha de três anos e conta que costuma passear frequentemente na rua Diana, onde a sogra dela mora, com a filha e os dois pets que tem em casa. Ela afirma que está transtornada com a situação, porque podia ter perdido a cachorrinha durante a briga.

“A minha cunhada está em choque com o ataque e eu transtornada. A nossa sorte que o pitbull não agarrou ela pelo pescoço. Porque se fosse, a gente tinha perdido ela. Fico nervosa só de pensar que podia ter sido comigo e com a minha filha no colo, o que eu iria fazer…? É revoltante que isso ainda aconteça em São Paulo”, comentou.

Lei estadual da focinheira
A lei que estabelece regras de segurança para a condução de cães em São Paulo é estadual e de 2003. Ela foi regulamentada no ano seguinte, através do decreto nº 48.533/2004, publicado pelo então governador Geraldo Alckmin (PSB).

A legislação determina que cães das raças mastim napolitano, pit bull, rottweiller e american stafforshire terrier devem trafegar em áreas públicas apenas com o uso de coleira, guia curta de condução, enforcador e focinheira por parte dos tutores.

Para a esteticista Karina Lins, as cenas registradas em Perdizes neste sábado (5) são o que ela chama de “um flagrante desrespeito à lei”.

“Os tutores de animais precisam saber dos riscos que seus animais significam para as pessoas e para os outros cães. Por mais que ele tenha se prestado a pagar as despesas com o veterinário, ele precisa entender dos riscos do animal que tem em casa para a sociedade”, afirmou.

Apesar do susto, a cadelinha Aisha está fora de risco e foi encaminhada ao veterinário durante a tarde.

“Foi um susto que não pode ficar só nisso. Deve servir de aprendizado pra ele [dono do pitbull] e para todos os outros que tem cães perigosos e imprevisíveis. A culpa nunca é do animal, que é um ser irracional e instintivo. Mas sempre dos tutores irresponsáveis”, declarou.

Fonte: G1

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Governo sanciona lei que proíbe tatuagens e piercings em cães e gatos

por Redação 17 de junho de 2025

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou a lei que proíbe a realização de tatuagens, bem como a aplicação de piercings, em cães e gatos.

A partir de agora, a prática passa a ser considerada um ato de abuso e mutilação contra os animais, podendo resultar em pena de três meses a um ano de prisão, além de multa.

O projeto foi aprovado pelo Senado em maio deste ano e também prevê que o tutor permaneça com a guarda do pet.

Assim como ocorre com humanos, piercings e tatuagens são procedimentos dolorosos que exigem cuidados específicos, como lavagem e troca frequente de curativos, além de apresentarem riscos mesmo após a cicatrização.

No caso dos animais, porém, a decisão por esses procedimentos não parte deles, mas sim de seus tutores.

Outro ponto destacado pelos parlamentares durante a discussão é que nenhum desses procedimentos é respaldado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. Pelo contrário, o órgão considera intervenções cirúrgicas com fins estéticos como formas de mutilação e maus-tratos.

?Censo Pet
Estima-se que o Brasil tenha a terceira maior população de animais de estimação do mundo, com cerca de 160 milhões de pets.

Segundo dados da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), os cães são maioria: cerca de 60 milhões. Em segundo lugar estão as aves (40 milhões), seguidas dos gatos (30 milhões) e dos peixes ornamentais (20 milhões).

Fonte: r7

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Cachorro que mordeu e arrancou lábio de tutora é submetido à eutanásia em Ji-Paraná, RO

por Redação 16 de maio de 2025

Um cachorro da raça chow-chow chamado Jacke, que mordeu o rosto da tutora em Ji-Paraná (RO), passou por um processo de eutanásia — procedimento que provoca a morte de um animal de forma controlada —, segundo a Secretaria Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal do município.

A tutora do animal, Natani Santos, de 35 anos, teve parte do rosto arrancado no ataque, dia 5 de abril, e se prepara para uma cirurgia de reconstrução labial. Ao g1, Tiago, esposo da vítima, disse que levou o cachorro ao centro de bem-estar animal do município por medo que ele atacasse os filhos do casal. Ao entregar o animal, ele assinou uma autorização para a eutanásia caso fosse necessário.

“Eu levei ao centro de bem estar animal, me pediram 10 dias pra investigar se tratava-se de raiva ou algum outro problema. Quando voltei lá pra saber do animal, me foi informado que ele não estava comendo havia três dias, se recusava a levantar e tentou atacar algumas pessoas”, relatou.

Segundo a Secretaria Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal do município, o cão passou cinco dias em observação e apresentava “agressividade extrema, dificuldade de manejo, havendo risco iminente à equipe e a terceiros”. Foram descartadas raiva e outras doenças, mas mesmo assim o cachorro foi sacrificado.

Em nota, a secretaria informou que a decisão de aplicar a eutanásia “foi pautada na necessidade de preservar a integridade física dos servidores, da população e de outros animais, em respeito à proteção da saúde pública e às normas éticas vigentes”.

Com a repercussão do caso, a família relata que tem recebido mensagens de retaliação nas redes sociais. Segundo o marido de Natani, embora ela tenha concordado que o cão fosse levado para o Centro de Zoonoses, não sabia que ele passaria por um procedimento de eutanásia. Além disso, Natani acreditava que o animal havia sido adotado por um novo tutor.

Entenda o caso
Segundo a técnica de enfermagem e tutora do animal, Natani Santos, o cachorro, que adotou há cinco anos, rosnou instantes antes do ataque, mas a mordida foi inesperada e rápida.

Por conta dos ferimentos, agora ela se prepara para realizar um procedimento de reconstrução em Santa Catarina. A cirurgia será realizada pelo projeto idealizado pelo cirurgião bucomaxilofacial Raulino Brasil, que já atendeu mais de 30 pessoas desde 2021.

Para Natani, a cirurgia representa um passo importante na tentativa de superar não apenas o trauma físico, mas o abalo emocional provocado pelo ataque.

Em meio à dor e ao luto pelo afastamento do animal, Natani reforça: “Não quero que se desfaçam de seus animais por causa do que aconteceu comigo. Só digo para procurarem um adestrador”, comenta.

Análise do comportamento animal
Desde o ataque, Natani gravou vídeos nas redes sociais respondendo vídeos de seguidores com dúvidas sobre como era a relação com o cão. Alguns dos vídeos foram analisados por veterinários e especialistas que buscam pistas para entender eventuais erros no manejo do cão.

Em alguns desses episódios, ele chegou a mordiscar a testa do filho e também já chegou a tentar morder sua filha. Por isso, Natani não o deixava perto das filhas que não moram com ela.

Fonte: G1 

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