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Política

Política

Governo diz à CPMI não ter imagens de reuniões de hacker com Bolsonaro e ex-ministro da Defesa

por Redação 4 de setembro de 2023

O governo federal informou à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro que não tem imagens das câmeras de segurança do Palácio da Alvorada que mostrem um encontro que teria acontecido no ano passado entre o hacker Walter Delgatti Neto e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no qual Bolsonaro teria apresentado a ele um plano para questionar a segurança do sistema eleitoral brasileiro. Além disso, o Executivo informou não ter as gravações que mostrem Delgatti Neto no Ministério da Defesa, onde o hacker diz que teve cinco reuniões com o ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira para tratar do suposto plano de Bolsonaro.

O colegiado pediu acesso às gravações após o depoimento de Delgatti Neto à CPMI, em agosto. O hacker disse que Bolsonaro teria pedido a ele que fraudasse uma urna com o objetivo de pôr em dúvida o processo eleitoral. Delgatti Neto afirmou também que o ex-presidente queria que ele “autenticasse a lisura das eleições, das urnas” e que foi aconselhado a criar um “código-fonte falso” para mostrar a possibilidade de invadir uma urna e fraudar as eleições.

A CPMI solicitou acesso às imagens das câmeras de segurança do Palácio da Alvorada dos dias 1º de julho de 2022 a 31 de dezembro de 2022. Na resposta, elaborada pelo Gabiente de Segurança Institucional (GSI), o governo explica ao colegiado que “o sistema de videomonitoramento existente nas dependências do Palácio da Alvorada possui capacidade limitada de armazenamento de dados” e que as gravações ficam disponíveis por um período máximo de 14 dias.

“Diante dessa limitação, este Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República não dispõe de registro e gravações das imagens das câmeras de videomonitoramento daquela instalação, internas ou externas, referentes ao período de 1° de julho de 2022 a 31 de julho de 2022”, afirmou o GSI.

Segundo o GSI, a limitação se deve ao fato de a capacidade de armazenamento ser definida por variáveis, como: quantidade de câmeras existentes; qualidade da captação das imagens; e capacidade de armazenamento de dados do sistema, entre outras.

“Portanto, diante dessas variáveis, com a atual configuração, as imagens do sistema permanecem disponíveis em média de 12 a 14 dias, sendo, depois desse período, sobrescritas por novas imagens geradas pelas câmeras”, afirmou o órgão.

Resposta do Ministério da Defesa
A CPMI também quis as imagens das câmeras de segurança do Ministério da Defesa de 1º de julho de 2022 a 31 de dezembro de 2022. A pasta, no entanto, informou que é impossível enviar as gravações porque “o tempo de retenção das imagens geradas por meio do Sistema de Circuito Fechado de Televisão [CFTV] é de 30 dias”.

“Ainda sobre o tempo de retenção das imagens, é necessário ressaltar que a capacidade de armazenamento tem sofrido redução, tendo em vista a quantidade de imagens e a qualidade das imagens, que atualmente estão consumindo maior espaço de armazenamento, exigindo que o sistema seja reiniciado a cada 15 ou 20 dias”, detalhou o ministério.

No depoimento à CPMI, Delgatti Neto disse que esteve cinco vezes no Ministério da Defesa, a mando do ex-presidente Bolsonaro, com o objetivo de pôr em prática um plano de divulgar à população questionamentos sobre a segurança do sistema eleitoral brasileiro.

Segundo Delgatti, a ideia de questionar a segurança do sistema eleitoral era falar da “lisura das urnas e das eleições”. “O presidente disse: ‘A parte técnica eu não entendo, vou te enviar ao Ministério da Defesa'”, afirmou ele à CPMI.

Nas idas à Defesa, o hacker disse ter sido recebido pelo ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira e se encontrado com a equipe técnica da pasta. Ele afirmou que orientou o relatório feito pelo ministério sobre o sistema de votação.

O referido relatório sugere dúvidas sobre o sistema eleitoral, já que diz não ser possível atestar a “isenção” das urnas. Essa foi a primeira vez que a pasta fez um documento do tipo. Até então, as Forças Armadas apenas participavam da logística do processo eleitoral.

À Polícia Federal, Delgatti Neto disse que, nas idas ao Ministério da Defesa, era orientado a entrar pelas portas dos fundos e usando máscara de proteção para evitar ser identificado.

Fonte: r7

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Política

Ex-número 2 do GSI diz que 8/1 não teria acontecido se G. Dias tivesse compartilhado informações

por Redação 4 de setembro de 2023

Ex-número 2 do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Carlos José Assumpção Penteado afirmou que a retenção de relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) pelo general Gonçalves Dias — então ministro-chefe do GSI — impediu a avaliação real da situação dos atos de 8 de janeiro. A declaração foi feita em depoimento, nesta segunda-feira (4), à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Ex-secretário-executivo do GSI, Penteado disse que todas as ações conduzidas pela pasta estariam “diretamente relacionadas à retenção [dos alertas da Abin] pelo ministro Gonçalves Dias” e que os relatórios “não foram disponibilizados oportunamente para que fosse acionado o Plano Escudo” antes da invasão dos prédios dos Três Poderes.

“As ações previstas pelos planos públicos teriam impedido a invasão do Palácio do Planalto. Os alertas da Abin não chegaram ao meu conhecimento e tampouco ao nível responsável pela execução da segurança do Planalto e ao secretário de segurança e coordenação presidencial”, ressaltou.

Segundo ele, por não receber essas informações, a criticidade de risco era laranja. “No dia 8, estavámos com o Palácio totalmente vazio. Exceto pelo pessoal de segurança, a tropa permanente que vai ao Palácio do Planalto e os agentes de segurança de instalação”, afirmou. O ex-secretário-executivo também acrescentou que o prédio dos Três Poderes é vulnerável. “Não tem nenhuma barreira imposta ou natural que possa barrar as manifestações”, avaliou Penteado, que afirmou que não houve facilitação de acesso. “Os militares que atuaram eram os mesmos da posse [do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 1° de janeiro]”, acrescentou.

Entenda
O general Penteado foi convidado à CPI após o depoimento do general Gonçalves Dias, que era ministro do GSI durante os atos de 8 de janeiro. O ex-ministro afirmou, em depoimento à CPMI do Congresso Nacional, que o então secretário-executivo não informou a ele a real situação das manifestações e teria dito que a situação estava “normal e tranquila”, o que teria influenciado as decisões do ministro.

Mensagens obtidas pelo R7 revelam que, ao longo dos dias que antecederam o 8 de Janeiro, a cúpula da Abin não acreditava no potencial dos ataques às sedes dos Três Poderes, mesmo tendo acesso a informações do planejamento dos extremistas, feito em redes sociais e no acampamento no quartel-general do Exército, em Brasília. Dois dias antes da invasão dos prédios dos Três Poderes, o risco de uma ação violenta chegou a ser apontado como “bravata” pela Abin.

As mensagens foram trocadas entre o general Gonçalves Dias, o diretor-adjunto da Abin, Saulo Moura Cunha, e o secretário de Planejamento e Gestão da agência, Leonardo Singer. G. Dias recebeu cerca de 20 relatos de Cunha nos dias anteriores à ação dos extremistas dando conta do baixo risco de uma ação violenta, mas foi só na manhã do dia 8 que ele reconheceu: “Vamos ter problemas”.

As mensagens também revelam como dirigentes da cúpula da Abin chegaram a discutir um plano para se blindarem (“de todas as formas, mas sem relar no G. Dias”) que envolveria até “conseguir um espaço” com alguém próximo ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Próximos passos
Na quinta-feira (14), a CPI vai ouvir o testemunho do hacker Walter Delgatti Neto. Ele ficou conhecido pelo envolvimento na organização criminosa que vazou conversas de autoridades, chamada de Operação Vaza Jato. Em depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, Delgatti Neto acusou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de lhe prometer indulto caso assumisse um suposto grampo feito por agentes estrangeiros ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

Depois de Neto, a CPI ainda vai ouvir o depoimento de:

  • coronel Paulo José Ferreira de Souza Bezerra, em 21 de setembro;
  • Ana Priscila Azevedo, em 28 de setembro;
  • major Cláudio Mendes dos Santos, em 5 de outubro;
  • capitão José Eduardo Natale de Paula Pereira, em 9 de outubro;
  • Saulo Moura da Cunha, em 19 de outubro; e
  • coronel Reginaldo Leitão, em 26 de outubro.

Prorrogação
Pelo prazo inicial de 180 dias de duração, a CPI dos Atos Antidemocráticos deveria se encerrar nesta quarta-feira (6), mas os sete membros da comissão pediram uma prorrogação de 90 dias. Com a extensão, os trabalhos continuam até 5 de dezembro.

Resultados da CPI
Na quinta-feira (31), a CPI ouviu outras duas pessoas envolvidas nos atos antidemocráticos: o líder indígena José Acácio Serere Xavante e o comerciante suspeito de financiar as práticas Armando Valentim Settin Lopes de Andrade. No fim dos depoimentos, o presidente da CPI, Chico Vigilante (PT), afirmou que os dois mentiram. Por isso, o colegiado aprovou a quebra de sigilo bancário e telefônico de Serere Xavante, assim como um pedido de inquérito sobre o depoimento de Andrade à Polícia Civil, uma vez que o comerciante teria negado o próprio testemunho prestado à polícia do DF.

Fonte: r7

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Política

Cid está em fase de ‘pré-delação’ e pode revelar mais do que o caso das joias

por Redação 1 de setembro de 2023

O ex-ajudante de ordens Mauro Cid está em uma fase conhecida como “pré-delação”. Nesta quinta-feira (31), o ex-braço direito de Jair Bolsonaro prestou um novo depoimento à Polícia Federal (PF), que durou mais de nove horas.

A fase “pré-delação” é o momento em que o investigado entrega tudo o que sabe para os investigadores. Após isso, caberá à PF avaliar se existe ou não consistência para uma delação premiada.

Fontes ouvidas pelo blog afirmam que Cid pode revelar mais do que o caso das joias sauditas, além do próprio fluxo financeiro de Bolsonaro. A partir daí, pode-se abrir uma nova linha de investigação, que ainda não foi revelada.

Além de Cid, nesta quinta-feira, outras 7 pessoas foram intimadas para prestar depoimento sobre o caso das joias. Destas, quatro ficaram em silêncio: Jair Bolsonaro; a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro; o advogado Fabio Wajngarten; e o ex-ajudante Marcelo Câmara.

Por outro lado, os demais depoentes responderam aos questionamentos da PF: o pai de Cid, Mauro Lourena Cid; o ex-ajudante de Bolsonaro Osmar Crivelatti; e o advogado Frederick Wasseff.

Uma fonte com acesso às investigações disse que “a casa, quando se divide, cai”. Além disso, já se sabe que as 22 horas de depoimentos de Cid à PF, até então, não devem parar por aí.

Fonte: G1

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Política

Bolsonaro e Michelle ficam em silêncio em depoimento à PF sobre o caso das joias

por Redação 31 de agosto de 2023

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a esposa, Michelle Bolsonaro, ficaram em silêncio durante depoimento à Polícia Federal nesta quinta-feira (31), no caso da venda ilegal de joias e presentes de alto valor dados à Presidência da República. Além do ex-presidente e da esposa, o advogado Fabio Wajngarten e o coronel Marcelo Câmara, assessor de Bolsonaro, ficaram em silêncio no interrogatório da PF.

Os dois não responderam às perguntas da corporação sob a alegação de que o inquérito do caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). No entendimento da defesa de Bolsonaro e Michelle, a ação das joias deveria ser analisada por um tribunal de primeira instância. Segundo os advogados, a Procuradoria-Geral da República (PGR) já reconheceu que o STF não é o órgão adequado para o inquérito.

“Desta forma, considerando ser a PGR a destinatária final dos elementos de prova da fase inquisitorial para formação do juízo de convicção quanto a elementos suficientes ou não a lastrear eventual ação penal, os peticionários [Bolsonaro e Michelle], no pleno exercício de seus direitos e respeitando as garantias constitucionais que lhes são asseguradas, optam por adotar a prerrogativa do silêncio no tocante aos fatos ora apurados”, afirmou a defesa.

“Considerando o respeito às garantias processuais, a observância ao princípio do juiz natural, corolário imediato do devido processo legal, os peticionários optam, a partir deste momento, por não prestar depoimento ou fornecer declarações adicionais até que estejam diante de um juiz natural competente”, acrescentaram os advogados de Bolsonaro e Michelle.

Em agosto, a Polícia Federal cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em uma operação de combate a crimes de peculato e lavagem de dinheiro ligada ao caso das joias recebidas pelo ex-presidente. O general Mauro César Lourena Cid, pai de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, é um dos alvos da operação.

Eles são suspeitos de vender joias e presentes oficiais recebidos pelo ex-presidente. De acordo com a PF, eles teriam utilizado “a estrutura do Estado brasileiro para desviar bens de alto valor patrimonial, entregues por autoridades estrangeiras em missões oficiais a representantes do Estado, por meio da venda desses itens no exterior”.

A PF afirma ainda que as quantias obtidas com essas operações “ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados, por meio de pessoas interpostas e sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores”. A Polícia Federal não informou a quantia que os suspeitos teriam obtido com a venda das joias e dos presentes.

Fonte: r7

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Política

Em depoimentos simultâneos, PF vai ‘testar’ consistência das falas de Cid e questionar Bolsonaro e aliados

por Redação 31 de agosto de 2023

Ao tomar depoimentos simultâneos nesta quinta-feira (31) no caso das joias da Presidência, a Polícia Federal tem uma estratégia: testar falas anteriores de Mauro Cid e questionar o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados.

Vão prestar depoimento ao mesmo tempo:

Jair Bolsonaro: ex-presidente
Michelle Bolsonaro: ex-primeira-dama
Mauro Cid: ex-ajudante de ordens de Bolsonaro
Mauro Lourena Cid: pai de Cid, general da reserva que foi colega de Bolsonaro na Aman
Frederick Wassef: advogado de Bolsonaro
Fabio Wajngarten: ex-chefe da comunicação do governo Bolsonaro
Marcelo Câmara: assessor especial de Bolsonaro
Osmar Crivellati: assessor de Bolsonaro
Na segunda-feira (28), Cid passou cerca de 10 horas depondo à Polícia Federal e, segundo investigadores, colaborou com a PF. Suas declarações têm potencial de virar delação premiada.

O teor do depoimento do Cid, mantido em altíssimo sigilo, servirá de base para perguntas a todos os depoentes.

Assim, a PF busca avançar nas informações que Cid deu ou mesmo pegar os depoentes em contradição.

Além disso, como o depoimento de Cid ainda está em segredo, as informações podem pegar Bolsonaro e aliados de surpresa, impossibilitando a combinação de versões.

Além da possibilidade de avançar nas informações de Cid ou contrapor os depoentes, o teor do depoimento do ex-ajudante de ordens, por estar em segredo, tem a vantagem de ser uma informação completamente nova, pegando Bolsonaro e seus aliados de surpresa, sem chance de combinarem versões.

O caso das joias

Na sexta-feira (11), a Polícia Federal deflagrou a operação Lucas 12:2, sobre a suposta tentativa, capitaneada por aliados do então presidente Jair Bolsonaro, como o advogado Frederick Wassef, que já defendeu a família Bolsonaro, e o ex-ajudante de ordens Mauro Barbosa Cid, de vender ilegalmente presentes dados ao governo por delegações estrangeiras.

A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Na quinta-feira (17), Moraes determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Cid foi preso em maio no âmbito de uma investigação que apura um suposto esquema de fraudes de cartões de vacina contra a Covid-19. No entanto, de acordo com a PF, Cid também é investigado no caso que envolve as joias.

As joias em questão foram entregues como presentes ao governo brasileiro por outros países, como a Arábia Saudita. Segundo a PF, a venda desses presentes começou a ser negociada nos Estados Unidos em junho de 2022.

Naquele mês, Cid retirou do acervo de presentes um kit de joias — composto por um relógio da marca Rolex de ouro branco, um anel, abotoaduras e um rosário islâmico — entregue a Bolsonaro em uma viagem oficial à Arábia Saudita em outubro de 2019.

No dia 8 de junho de 2022, Bolsonaro e Cid viajaram aos Estados Unidos para participar da Cúpula das Américas, em Los Angeles. Segundo a Polícia Federal, Mauro Cid levou, no voo oficial da FAB, o kit de joias.

Cinco dias depois, de acordo com a PF, Mauro Cid viajou para o estado norte-americano da Pensilvânia para vender o relógio Rolex de ouro branco e outro relógio da marca Patek Philippe.

A PF localizou, a partir da análise de dados armazenados na nuvem do celular do ex-ajudante de ordens, um comprovante de depósito da loja no valor de US$ 68 mil nessa mesma data. Esse valor corresponde a R$ 332 mil.

Fonte: G1

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Política

MPF denuncia Ricardo Salles por envolvimento em esquema de exportação ilegal de madeira

por Redação 29 de agosto de 2023

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o ex-ministro do Meio Ambiente e deputado federal Ricardo Salles (PL-SP) por suposto envolvimento em esquema de exportação de madeira ilegal. Além de Salles, foram denunciados pelo MPF o ex-presidente do Ibama Eduardo Bim e outras 20 pessoas, entre servidores públicos e empresários do setor madeireiro. A denúncia foi recebida nesta segunda-feira (28) pela 4ª Vara Federal do Pará.

O R7 tentou contato com Salles, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações. O ex-ministro, no entanto, afirmou em uma rede social que a denúncia é uma “falácia” e que contraria “conclusões do próprio delegado do caso”.

Madeira sem documentação retida nos Estados Unidos
Em março de 2020, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil encaminhou à Polícia Federal documentos produzidos pela autoridade de Pesca e Vida Selvagem dos EUA com informações sobre a apreensão no porto de Savannah, no estado da Geórgia, de três cargas de produtos florestais sem documentação.

De acordo com o MPF, servidores do Ibama emitiram certidões e ofício sem valor jurídico para promover o desembaraço da madeira apreendida nos Estados Unidos, mas, “em razão da evidente ilegalidade, a documentação emitida não foi aceita pelas autoridades norte-americanas”.

A denúncia diz ainda que “servidores que atuaram em prol das exportadoras foram beneficiados pelo ministro [Ricardo Salles] com nomeações para cargos mais altos, ao passo que servidores que se mantiveram firmes em suas posições técnicas foram exonerados por ele”.

Ainda segundo o MPF, “a autoridade policial afirmou na sua representação que a mais alta
cúpula do Ministério do Meio Ambiente e a alta direção do Ibama manipularam pareceres
normativos e editaram documentos para, em prejuízo do interesse público primário, beneficiar um conjunto de empresas madeireiras e empresas de exportação que tiveram cargas de madeira apreendidas nos Estados Unidos”.

Fonte: r7

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Política

Bolsonaro vai à justiça contra o hacker Walter Delgatti Neto por suposta calúnia

por Redação 28 de agosto de 2023

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou ao 3º Juizado Especial Criminal de Brasília uma queixa-crime contra o hacker Walter Delgatti Neto por suposta calúnia. A ação foi motivada após o hacker, durante depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, ter acusado Bolsonaro de ter lhe oferecido um indulto caso ele assumisse ter grampeado o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, além de supostamente ter ordenado um plano para questionar a segurança das urnas eletrônicas em 2022.

“O Querelado, em sua oitiva perante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos de 8 de Janeiro de 2023, realizada na sede do Senado Federal em dia 17 de agosto de 2023, atribuiu ao Querelante fatos determinados e específicos — manifestamente mentirosos — definidos como crime, lesionando a sua honra objetiva perante inúmeras pessoas”, diz a defesa.

Delgatti Neto disse que concordou em assumir o grampo por se tratar de uma “proposta do presidente da República” que poderia pôr em xeque a credibilidade de Moraes, com o objetivo de anular as eleições. O ex-presidente ainda teria pedido ao hacker que ele ficasse “tranquilo”. “Caso um juiz mande te prender, eu mando prender o juiz”, teria afirmado Bolsonaro.

Nas redes sociais, o advogado do ex-presidente, Fabio Wajngarten, negou a existência do grampo ou “qualquer atividade ilegal”. “Mente e mente”, completou.

A convocação de Delgatti à CPMI foi um pedido da ala governista e foi aprovada um dia depois de sua prisão. Na época, a base do governo afirmou que Delgatti tem “envolvimento na promoção dos atos criminosos contra a democracia e as instituições públicas brasileiras”. Por se tratar de uma convocação, Delgatti era obrigado a comparecer à comissão.

O hacker foi preso no início de agosto, no interior de São Paulo. No mesmo dia de sua prisão, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados à deputada Carla Zambelli (PL-SP), por suspeita de ela ter contratado Delgatti para executar crimes.

Histórico
Em 2019, Delgatti foi preso sob suspeita de “grampear” autoridades brasileiras e admitiu ter fornecido dados de conversas entre o ex-juiz e hoje senador Sergio Moro (União-PR) e procuradores da Operação Lava Jato, em um escândalo conhecido como “Vaza Jato”, que teve entre as principais consequências a anulação das condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em outubro de 2020, o hacker ganhou liberdade condicional.

Fonte: r7

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Política

GSI deve fazer mudanças para ter secretaria exclusiva da segurança presidencial

por Redação 28 de agosto de 2023

O governo federal prepara mudanças no Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República para ter uma secretaria que fique responsável apenas pela segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Atualmente, o órgão que cuida da proteção do chefe do Executivo é a Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial, subordinada ao GSI. A alteração em estudo prevê retirar a palavra “coordenação” do nome da secretaria para fazer com que a atribuição exclusiva dela seja a de segurança presidencial.

Com a alteração, a secretaria deve deixar de exercer algumas funções que desempenha atualmente, como planejar viagens presidenciais ao país e ao exterior e atividades relacionadas ao cerimonial militar nos palácios presidenciais ou em local determinado pelo presidente.

A ideia é que o órgão fique a cargo apenas da segurança pessoal de Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos familiares de cada um deles, bem como cuide da segurança dos palácios presidenciais e das residências do presidente e do vice.

Segundo integrantes do GSI, essa mudança deve “melhorar a funcionalidade” do serviço de proteção a Lula. A atuação de militares da pasta na segurança do presidente tem sido questionada desde o início do ano. No primeiro semestre, a função ficou a cargo da Polícia Federal, mas o Gabinete de Segurança Institucional passou a conduzir o serviço em julho.

A presença de militares na segurança do presidente é motivo de desconfiança para alguns integrantes do governo, em especial pelos episódios de vandalismo em Brasília registrados em 8 de janeiro. Recentemente, o governo demitiu um tenente-coronel do Exército que fez parte da Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial após ter descoberto que ele estava em um grupo de mensagens que estimulava e defendia um golpe de Estado no Brasil.

Fonte: r7

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Política

CPMI vota nesta quinta pedidos de quebra de sigilo de Zambelli, do hacker e de militares da PMDF

por Redação 24 de agosto de 2023

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro vota nesta quinta-feira (24) os pedidos de quebra de sigilo da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), do hacker Walter Delgatti Netto e de militares da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Um pedido de reconvocação do tenente-coronel Mauro Cid, que foi ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), também está na pauta da reunião.

A votação dos requerimentos deveria ter ocorrido na terça-feira (22); no entanto, foi adiada por falta de acordo entre governistas e oposição. Na ocasião, a ala aliada ao governo queria pôr em votação requerimentos de quebra de sigilo telemático e financeiro de Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle. Os pedidos são da relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), que quer investigar o fluxo do dinheiro que financiou os atos extremistas do 8 de Janeiro.

Os parlamentares também devem votar a convocação do coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, ex-comandante do 1º Comando de Policiamento Regional da PMDF; do subtenente Beroaldo José de Freitas Júnior; e do segundo-tenente Osmar Crivelatti, que era assistente do ex-presidente e foi apontado pela Polícia Federal como uma das pessoas envolvidas no esquema de venda ilegal de presentes dados a Bolsonaro por delegações estrangeiras.

Fonte: r7

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Política

Parlamentares e membros do governo pedem a apreensão do passaporte de Bolsonaro

por Redação 21 de agosto de 2023

Parlamentares governistas solicitaram ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes a apreensão do passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, também pediu que o documento seja retido. Em um evento com apoiadores na sexta (18), Bolsonaro afirmou saber “dos riscos que corre em solo brasileiro”. O R7 tenta contato com a defesa do ex-presidente.

Durante a posse do novo presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Tebet disse que o “cerco se fechou”. “A eles, o rigor da lei. Não se enganem, que busquem o mais rápido possível apreender o passaporte, porque quem fugiu para não passar a faixa para um presidente que foi legitimamente eleito pelo povo com certeza vai querer abandonar o Brasil para poder salvar a própria pele”, continuou.

Já Érika Hilton (PSOL-SP) e o Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) solicitaram ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que Bolsonaro seja impedido de sair do país e tenha o passaporte retido. O pedido foi feito na sexta-feira (18).

As solicitações foram enviadas após o depoimento do hacker Walter Delgatti à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro. Delgatti afirmou que Bolsonaro pediu a ele para fraudar uma urna eletrônica com o objetivo de pôr em dúvida o processo eleitoral.

Antes disso, o deputado Rogério Correia (PT-MG) apresentou um requerimento à CPMI do 8 de Janeiro. O pedido foi feito na sexta (11) e fundamentado nas investigações da Polícia Federal que sugerem o uso do avião presidencial para levar joias, esculturas e objetos de valor, todos do patrimônio público.

Na última sexta-feira (18), Bolsonaro esteve em Goiânia (GO) para receber o título de cidadão goiano na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Durante o pronunciamento, o ex-presidente ignorou as operações policiais no entorno dele e não comentou a venda das joias que ganhou enquanto era chefe do Executivo ou as afirmações feitas por Delgatti.

Porém, afirmou que sabe dos “riscos que corre em solo brasileiro”. “Sei dos riscos que corro em solo brasileiro, mas não podemos ceder.” O discurso ocorreu um dia após Moraes ter atendido ao pedido da Polícia Federal, como parte da investigação sobre o suposto esquema, e autorizado a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Nas redes sociais, Fábio Wajngarten — advogado do ex-presidente — ironizou ao postar o print de uma matéria que alega que autoridades estariam monitorando o risco de fuga de Bolsonaro. “Oi?”, comentou.

Fonte: r7

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