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Política

Política

Silvinei Vasques passa mal em depoimento à PF e nega interferência nas eleições de 2022

por Redação 11 de agosto de 2023

O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, preso nesta quarta-feira (9), passou mal duas vezes durante seu depoimento à Polícia Federal, nesta quinta-feira (10), em Brasília. Ele precisou ser atendido por brigadistas que atuam no órgão. Na oitiva, o delegado negou que tenha agido para interferir no resultado das eleições do ano

Como noticiou o R7 na manhã desta quinta-feira, a defesa de Vasques confirmou que as autoridades investigativas não ofereceram delação premiada. “Ele não aceitaria, porque quem delata é criminoso”, declarou o advogado Eduardo Simão. A fala ocorreu na saída da sede da Polícia Federal.

De acordo com a defesa, a mensagem do coodenador da PRF Adiel Alcântara a respeito de “policiamento direcionado” diz respeito a ações gerais da instituição — e não à perseguição a eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Cada atividade da PRF, cada operação tem uma direção, como meio ambiente e questão de crimes eleitorais”, disse Simão.

Vasques foi preso preventivamente em casa, na região metropolitana de Florianópolis, nesta quarta-feira, por suspeita de uso da máquina pública para interferir no processo eleitoral do ano passado. O pedido de prisão foi baseado, entre outras provas, em mensagens encontradas em celulares de servidores da PRF que prestaram depoimento no caso.

Além da prisão do ex-diretor-geral, 47 policiais rodoviários que participaram de uma reunião com Vasques em 19 de outubro foram ouvidos pela PF na quarta-feira. Fontes ouvidas pela Record TV avaliam que alguns depoimentos podem incriminar o ex-chefe da corporação.

No inquérito da Justiça Eleitoral do Distrito Federal que corre em paralelo, o ex-diretor-geral responsabilizou o Ministério da Justiça e Segurança Pública pelas operações da PRF no segundo turno do ano passado, diferentemente do que tinha dito à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro. Na ocasião, ele declarou aos parlamentares que não houve diferença de atuação da corporação do primeiro para o segundo turno.

A defesa de Vasques, após o depoimento à PF nesta quinta, minimizou a declaração do ex-diretor-geral sobre a pasta. “A PRF é subordinada ao Ministério da Justiça [e Segurança Pública], tem que obedecer, mas não teve nenhum pedido [de intensificar fiscalizações]. O ministério pediu para a PRF cumprir a legislação”, declarou o advogado Eduardo Simão.

‘Policiamento direcionado’
Mensagens obtidas pela PF mostram que Silvinei teria ordenado um “policiamento direcionado” contra eleitores do então candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2022.

Em 29 de outubro, mensagens trocadas entre o policial rodoviário federal Adiel Pereira Alcântara, então coordenador de Análise de Inteligência da PRF, e Paulo César Botti Alves Júnior, subordinado a ele, mostram que o próprio Alcântara criticou a conduta de Vasques. Ele afirma que o ex-diretor-geral teria falado “muita m…” nas reuniões de gestão, notadamente determinando o “policiamento direcionado” das equipes da corporação nas blitze realizadas no segundo turno das eleições e “corroborando com os elementos de prova que indicam as ações policiais visando dificultar ou mesmo impedir eleitores de votar”.

Conversas de WhatsApp de 12 de outubro no celular de Alcântara com o policial rodoviário federal Luís Carlos Reischak Júnior, então diretor de Inteligência da PRF, indicam a orientação de uma ação ostensiva para o dia 30 do mesmo mês. “Chamando atenção um trecho no qual mencionam abordagens de ônibus que levam passageiros de São Paulo para o Nordeste”, diz um trecho do documento obtido pela PF.

“Perfeito, chefe. Acho que é bom e assim, acho que a gente tem que levar em consideração também essa decisão recente do [ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto] Barroso que liberou o transporte gratuito de eleitores no dia 30. Porque vai ser difícil caracterizar o transporte clandestino de eleitor, né”, respondeu Alcântara.

À Record TV, a defesa de Vasques disse, em referência ao mapeamento dos eleitores de Lula, que ele não pode ser responsabilizado por atos que tenham sido cometidos por outras pessoas.

Fonte: r7

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Política

Gilmar Mendes vota para receber denúncia e tornar Carla Zambelli ré

por Redação 11 de agosto de 2023

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (11) para tornar ré a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo. O julgamento da denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a parlamentar será realizado no plenário virtual até 21 de agosto.

Em outubro do ano passado, um dia antes do segundo turno das eleições, Zambelli sacou um pistola e perseguiu um homem na rua de um bairro nobre de São Paulo. À época, a parlamentar disse que tomou a atitude depois de ter sido agredida e xingada pelo indivíduo, que, segundo ela, seria militante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo a PGR, a deputada “não detém autorização para o manejo ostensivo do armamento em via pública e em local aberto ao público contra pessoa do povo que não ensejava qualquer mal, ameaça ou perigo concreto à vida ou à integridade física sua ou de terceiro”.

No documento, o órgão pede que Zambelli seja condenada a pagar multa de R$ 100 mil e que o porte de arma da deputada seja cancelado definitivamente.

Se houver um pedido de vista, o julgamento será suspenso. Caso ocorra um pedido de destaque, a decisão será levada ao plenário físico do tribunal. Se a denúncia for aceita, Zambelli passará à condição de ré e vai responder a uma ação penal. O R7 tentou contato com a defesa da parlamentar.

Em fevereiro, o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, determinou a abertura de inquérito para investigar a deputada por perseguição armada. Carla Zambelli descumpriu uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral que proíbe o transporte de armas no fim de semana da eleição.

No dia do incidente, em outubro de 2022, o homem chegou a ser encurralado por apoiadores da deputada em uma lanchonete, mas foi liberado pouco depois.

Fonte: r7

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Política

GSI de Lula enviou a Mauro Cid detalhes de segurança de viagens do presidente

por Redação 9 de agosto de 2023

O Palácio do Planalto na gestão Lula enviou detalhes sobre a segurança em viagens do presidente ao tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro preso e alvo da CPMI do 8 de Janeiro. Os e-mails funcionais de Cid enviados à comissão mostraram que ele recebeu documentos “urgentíssimos” sobre quatro viagens e três eventos de Lula, dentro e fora do país.

As mensagens da Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), foram enviadas a Cid de 6 a 13 de março deste ano. Naquela época, Cid e Bolsonaro estavam nos Estados Unidos. O ex-presidente deixou o Brasil ainda em dezembro, para não passar a faixa presidencial a Lula.

O faz-tudo de Bolsonaro recebeu, em sua caixa de entrada, os detalhes de segurança dos seguintes eventos oficiais de Lula: Pequim e Xangai, na China; Brasília, em três eventos; Foz do Iguaçu (PR); e Boa Vista (RR), que aconteceram em março e abril. As mensagens estavam na lixeira do e-mail de Cid, que, a exemplo de outros auxiliares de Bolsonaro, não apagou as mensagens definitivamente e deu brecha para que a Polícia Federal e a CPMI acessassem o material.

As mensagens traziam documentos com tarja de “urgentíssimo” com informações como data e horário da reunião de preparação, do reconhecimento do local e da visita do escalão avançado, além do nome e celular do coordenador da segurança. Nas viagens à China, o documento citava ainda os horários de decolagem dos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB).

Os e-mails partiram de três militares do GSI: Márcio Alex da Silva, do Exército; Dione Jefferson Freire, da Marinha; e Rogério Dias Souza, da Marinha. Todos já trabalhavam no GSI na gestão Bolsonaro.

Procurados, o GSI, a Secretaria de Comunicação e Mauro Cid não responderam. O espaço está aberto a manifestações.

Fonte: Metropoles

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Política

TCU vai fazer auditoria em gastos da PRF com operações ao longo de 2022

por Redação 9 de agosto de 2023

O Tribunal de Contas da União (TCU) vai inspecionar os gastos da Polícia Rodoviária Federal (PRF) com operações de trânsito durante o ano passado. A auditoria da corte vai apurar se houve uso indevido de recursos públicos por parte da corporação. A inspeção mira a atuação do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, preso nesta quarta-feira (9) por suspeita de uso da máquina pública para interferir no processo eleitoral do ano passado.

Caso a auditoria do tribunal comprove a prática de crimes, os responsáveis poderão ter que devolver o dinheiro gasto nas operações.

Vasques foi preso na manhã desta quarta, em Florianópolis (SC). Segundo investigações da Polícia Federal, integrantes da PRF teriam direcionado recursos humanos e materiais com o intuito de dificultar o trânsito de eleitores no segundo turno.

Os agentes da PF cumpriram, ao todo, dez mandados de busca e apreensão, além do mandado de prisão preventiva de Vasques, nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte e no Distrito Federal. Todos os mandados foram autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Oitiva de 47 policiais rodoviários federais
A operação que prendeu Vasques teve o apoio da Corregedoria-Geral da PRF, que determinou ainda a oitiva de 47 policiais rodoviários federais.

Segundo a PF, os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de prevaricação e violência política, previstos no Código Penal Brasileiro, e os crimes de impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio e ocultar, sonegar, açambarcar ou recusar no dia da eleição o fornecimento, normalmente a todos, de utilidades, alimentação e meios de transporte, ou conceder exclusividade dos mesmos a determinado partido ou candidato, que consta no Código Eleitoral Brasileiro.

De acordo com a Polícia Federal, os crimes apurados teriam sido planejados desde o início de outubro de 2022, sendo que, no dia do segundo turno, foi realizado patrulhamento ostensivo e direcionado à região Nordeste.

Fonte: r7

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Política

Moraes concede liberdade a mais 72 réus pelos atos extremistas de 8 de janeiro

por Redação 9 de agosto de 2023

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes concedeu nesta terça-feira (8) liberdade provisória a mais 72 réus pelos atos extremistas de 8 de janeiro, que terminaram com a depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília. São 25 mulheres e 47 homens. Desde esta segunda (7), foram concedidas 162 liberações (cem homens e 62 mulheres).

Atualmente, continuam presas em decorrência da manifestação 128 pessoas (115 homens e 13 mulheres), das quais 49 foram detidas nos dias 8 e 9 de janeiro, após os atos, e 79 em operações policiais realizadas nos últimos meses.

Todas foram denunciadas e respondem pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado por violência e grave ameaça, com emprego de substância inflamável, contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima, deterioração de patrimônio tombado, concurso de pessoas e concurso material.

Moraes considerou que o cenário fático até então vigente foi alterado em razão do encerramento da fase de instrução processual dos 228 réus presos, com a oitiva de 719 testemunhas de acusação e 386 testemunhas de defesa e a realização de todos os interrogatórios.

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Com isso, de acordo com Moraes, não mais se justificava a prisão cautelar, seja para a garantia da ordem pública, seja para a conveniência da instrução criminal. Na avaliação do ministro, não estava mais presente a possibilidade atual de reiteração do crime, e passou a ser inexistente o risco de interferência na produção de provas.

Moraes substituiu a prisão preventiva por medidas cautelares, como:

  • proibição de ausentar-se da comarca;
  • recolhimento domiciliar no período noturno com o uso de tornozeleira eletrônica;
  • proibição de ausentar-se do país;
  • cancelamento de todos os passaportes;
  • suspensão imediata de quaisquer documentos de porte de arma de fogo;
  • proibição de utilização de redes sociais; e
  • proibição de comunicar-se com os demais envolvidos, por qualquer meio.

Fonte: r7

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Política

Ex-diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques é preso por suposta interferência nas eleições

por Redação 9 de agosto de 2023

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (9) o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, em Santa Catarina, por suspeita de uso da máquina pública para interferir no processo eleitoral do ano passado. Segundo as investigações, integrantes da PRF teriam direcionado recursos humanos e materiais com o intuito de dificultar o trânsito de eleitores no segundo turno.

Os mandados foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a PF, os crimes apurados teriam sido planejados desde o início de outubro daquele ano, sendo que, no dia do segundo turno, foi realizado patrulhamento ostensivo e direcionado à região Nordeste.

Os agentes cumprem dez mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Rio Grande do Norte.

O R7 apurou que outros ex-diretores também são alvo da operação. Segundo fontes, Silvinei deve ser levado para Brasília (DF).

A operação conta com o apoio da Corregedoria Geral da PRF, que determinou ainda a oitiva de 47 policiais rodoviários federais.

Segundo a PF, os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de prevaricação e violência política, previstos no Código Penal Brasileiro, e os crimes de impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio e ocultar, sonegar, açambarcar ou recusar no dia da eleição o fornecimento, normalmente a todos, de utilidades, alimentação e meios de transporte, ou conceder exclusividade dos mesmos a determinado partido ou candidato, do Código Eleitoral Brasileiro.

Indícios de participação
Em julho, a CPMI do 8 de Janeiro afirmou ao STF que há indícios de que Silvinei tenha participado das ações preparatórias para os ataques extremistas. A justificativa da comissão veio depois de uma solicitação da defesa do ex-diretor da PRF para que o STF anulasse um pedido, aprovado pelo colegiado, de quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático de Silvinei.

A CPMI aprovou as quebras de sigilo em 11 de julho, na última sessão antes do recesso parlamentar. A defesa de Silvinei protocolou um mandado de segurança no STF e alegou que a decisão da comissão viola os “direitos à imagem e à privacidade” do ex-diretor, garantidos pela Constituição Federal.

Depoimento à CPMI
Em junho, em depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, Silvinei negou que tenha direcionado as operações da corporação à região Nordeste no dia do segundo turno das eleições.

Vasques levou um dossiê, com mais de 300 páginas, sobre a atuação da polícia e afirmou que a corporação sofreu “a maior injustiça já realizada na história”. Ele foi à CPMI acompanhado de dois advogados.

Em abril, o Ministério da Justiça divulgou que foram constatados três desvios de padrão relacionados à atuação da PRF por ocasião do segundo turno das eleições presidenciais, em 30 de outubro do ano passado.

Um deles mostra que houve uma atuação maior dos policiais rodoviários federais na região Nordeste em comparação às demais regiões. Segundo o ministério, foram fiscalizados 2.185 ônibus no Nordeste no dia 30 de outubro do ano passado. No Centro-Oeste, foram 893 ônibus; na região Sul, 632; no Sudeste, 571; e no Norte, 310.

Fonte: r7

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Política

Torres diz que não havia ‘indícios’ prévios da violência que ocorreria nos atos de 8 de janeiro: ‘Só se caísse uma bomba’

por Redação 8 de agosto de 2023

O ex-ministro da Justiça Anderson Torres afirmou nesta terça-feira (8) em depoimento à CPI dos Atos Golpistas que o planejamento de segurança para os atos do dia 8 de janeiro não indicava qualquer risco de ruptura ou eventos de terrorismo como os registrados naquele domingo.

Segundo Torres, considerando os planos de monitoramento para aquela manifestação, “só se caísse uma bomba” os atos teriam chegado àquele patamar de destruição.

Naquele momento, Anderson Torres era secretário de Segurança Pública do governo do Distrito Federal. Na sexta (6), antevéspera dos atos que depredaram as sedes dos três poderes, Torres viajou para fora do país.

“Naquele dia, naquela sexta-feira, os acampamentos estavam praticamente desmontados, ele [General Dutra] precisava da secretária de desenvolvimento social para tirar os vulneráveis, os moradores de rua, antes de fazer o desmonte final do acampamento. Essa foi a imagem que eu viajei com ela na cabeça, de pouquíssimas pessoas naquela sexta-feira, dia 6, nos acampamentos, eu jamais ia imaginar que aquilo ia acontecer, que aquilo ia virar de novo e se tornar o 8 de janeiro. Quando eu viajei não havia informação de inteligência”, afirmou Torres.

O ex-ministro disse ainda que, quando viajou para os Estados Unidos, deixou assinado um Plano de Ações Integradas e que, se a Praça dos Três Poderes tivesse sido realmente isolada, os atos do dia 8 de janeiro não teriam acontecido.

“Se a Praça dos Três Poderes estivesse realmente isolada, não teria acontecido isso, senadora. Eu fui secretário de Segurança aqui durante dois anos e três meses, e eu digo à senhora com experiência que não teria acontecido”, respondeu ele à relatora da comissão, senadora Eliziane Gama (PSD-MA).

Torres disse que viajou “extremamente tranquilo” devido ao plano que assinou e a situação do acampamento.

“Eu viajei extremamente tranquilo por esses dois fatores. Primeiro, as imagens do acampamento daquele dia e, segundo, o PAI [Plano de Ações Integradas] que ficou assinado com as determinações para as instituições e órgãos e agências trabalharem no dia do 8 de janeiro”, afirmou.

Depoimento
Anderson Torres depôs à comissão em sessão nesta terça. A CPI já aprovou a quebra dos sigilos dele. No dia dos atos golpistas, ele era secretário de Segurança Pública do DF, mas estava viajando para os Estados Unidos.

O ex-gestor é investigado pelo Supremo Tribunal Federal por suposta omissão na montagem do esquema de segurança no dia dos atos golpistas.

Torres chegou a ficar preso por cerca de quatro meses, mas depois foi solto por ordem do ministro Alexandre de Moraes, que impôs, no entanto, o uso de tornozeleira eletrônica.

O ex-secretário, que foi ministro da Justiça durante o governo Jair Bolsonaro, também foi questionado pelos parlamentares sobre um documento encontrado pela Polícia Federal na casa dele que ficou conhecido como “minuta do golpe”.

Nesse documento, havia a decretação de estado de defesa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a fim de mudar o resultado das eleições presidenciais de 2022, quando Lula (PT) derrotou Bolsonaro.

Aos parlamentares, ele afirmou que o documento era “fantasioso” e “aberração” sem “validade jurídica”.

Fonte: r7

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Política

Sem Lula, mas cheio de ministros e até autoridades ligadas a Bolsonaro, festa de Zanin tem ingressos de R$ 900

por Redação 4 de agosto de 2023

Já o badalado evento para celebrar o novo ministro da Corte ocorreu em uma casa de festas no setor de clubes, próximo ao Lago Paranoá. Os ingressos partiam de R$ 500 reais, mas poderiam chegar a R$ 900 reais. Isso, porque a organização foi feita por conta da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Os nomes foram escolhidos por Zanin.

No cardápio, salada especial, frango Wellington, medalhão de filé mignon e risoto de camarão – embora Zanin seja alérgico e tenha vetado frutos-do-mar. Foram servidos ainda vinhos, whiskey e espumantes e, de sobremesa, brigadeirão, cheesecake e taça da banofe.

A reportagem da CBN teve acesso ao local da festa e trouxe as informações dos bastidores do evento. Inicialmente, os jornalistas ficaram do lado de fora. Como o local era aberto, foi possível observar pelos vidros toda a movimentação dos convidados. Depois, os jornalistas tiveram acesso ao salão do evento, com a condição de não filmar, mas com a possibilidade de conversar com os ministros.

Dentre os ministro do STF, compareceram Gilmar Mendes, Dias Toffoli, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e o ex-ministro Ricardo Lewandowski. Da Esplanada de Lula estiveram presentes Anielle Franco, Jorge Messias, Luiz Marinho e Ester Dweck. Chamou a atenção a presença de aliados de Bolsonaro. José Vicente Santini, que foi secretário executivo da Casa Civil do ex-presidente, esteve no evento. Atualmente, ele trabalha para Tarcísio de Freitas, no escritório de representação de São Paulo em Brasília. Nos bastidores, é uma tentativa de nomes da direita de buscar uma reaproximação com o STF. A advogada de Bolsonaro, Karina Kufa, também participou da posse, no STF, o que gerou críticas nas redes bolsonaristas, mas reforça a tentativa de refazer os laços com a Corte.

Os ministros do Supremo, de forma geral, avaliam positivamente a entrada de Zanin no STF. Fontes da Corte comentaram ainda que sabem que, no início, os novos ministros do Supremo têm uma tendência a votar em processos a favor de quem os indicou. No início, portanto, esperam alinhamento de Zanin com as teses do governo Lula. Com o tempo, entretanto, ocorre esse distanciamento. A avaliação inclusive é de que André Mendonça, por exemplo, indicado por Bolsonaro, já começa a adotar uma postura mais independente na Corte.

Fonte: CBN

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Política

Do Val volta ao Senado após licença e operação da PF e pede a colegas que não façam ‘canibalismo’

por Redação 4 de agosto de 2023

Afastado do cargo desde 21 de junho, quando apresentou um atestado médico para “cuidar da saúde”, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) voltou às atividades parlamentares nesta quinta-feira (3). A licença foi apresentada poucos dias depois de o parlamentar ter sido alvo de uma operação da Polícia Federal (PF). O retorno foi marcado por um discurso no plenário com o pedido para que a Casa não “exerça o canibalismo”.

“Deveremos estar unidos, e não criticando o Senado, para não exercer o canibalismo aqui dentro. Quanto mais unidos ficarmos, mais forte fica o Senado, mas eu precisaria que os senadores pudessem se colocar no meu lugar, porque, se a gente deixar isso acontecer, amanhã será com mais um, com mais outro, com mais outro, com mais outro”, falou o senador ao pedir a ajuda aos demais parlamentares.

Em 15 de junho, dia do aniversário de Marcos do Val, agentes da PF cumpriram três mandados de busca e apreensão em endereços do parlamentar, incluindo o gabinete dele no Senado. As autorizações foram expedidas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Na ocasião, os agentes apreenderam documentos digitais e físicos, além do celular funcional do senador, um computador e uma arma, que é legalizada. Também por ordem de Moraes, o X (então Twitter) bloqueou o perfil de Do Val. Até esta quinta (3), a conta continuava inativa.

Cinco crimes
O senador é investigado por pelo menos cinco crimes:

  • divulgação de documento confidencial (art. 153 do Código Penal);
  • associação criminosa (art. 288 do Código Penal);
  • tentativa de abolição do Estado democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal);
  • tentativa de golpe de Estado (art. 359-M do Código Penal); e
  • impedimento de investigação sobre organização criminosa (art. 2º, §1º, da lei 12.850/2013).

Fonte: r7

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Política

PF faz buscas contra suspeito de propagar ataques violentos a Lula

por Redação 4 de agosto de 2023

A Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta-feira (4) um mandado de busca e apreensão contra um vigilante suspeito de propagar nas redes sociais imagens ameaçadoras de ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O mandado foi cumprido em Belém (PA). Segundo as investigações, o homem possui porte de arma de fogo.

Lula viaja para o Pará nesta sexta e cumpre agenda pela manhã em Parintins (AM). Na próxima semana, o presidente se reúne com chefes de Estado dos países amazônicos em Belém.

Segundo a PF, a ação “busca angariar mais elementos de convicção acerca do cometimento de crimes e evitar a possibilidade de atentado ao presidente”. Os conteúdos extremistas foram identificados na rede social do vigilante.

Na tarde desta quinta-feira (3), a PF prendeu, também no Pará, um fazendeiro que ameaçou “dar um tiro” em Lula. Ele teria feito pesquisas para descobrir o hotel em que o presidente vai se hospedar, em Santarém (PA), no começo da próxima semana.

O fazendeiro teria proferido as ameaças enquanto comprava bebidas em uma loja na quarta-feira (2). Ao adquirir os produtos, ele teria dito que “daria um tiro na barriga do presidente”. O fazendeiro chegou a perguntar aos demais clientes do estabelecimento se saberiam onde Lula se hospedaria quando fosse ao município.

O inquérito da Polícia Federal foi instaurado depois que uma das testemunhas denunciou as falas, logo após o episódio. A reportagem tenta contato com a defesa do fazendeiro.

Ao ser encontrado, o suspeito afirmou aos policiais que participou dos atos extremistas de 8 de janeiro, em Brasília, e invadiu o Salão Verde da Câmara dos Deputados.

O fazendeiro confessou, ainda, que participou, após o resultado das eleições do ano passado, de manifestações em frente ao 8º Batalhão de Engenharia de Construção, em Santarém (PA), por 60 dias. Ele disse que doou R$ 1.000 à manifestação todos os dias.

Durante a operação que prendeu o fazendeiro, os investigadores encontraram um comprovante de compra e venda de um imóvel na região, no valor de R$ 2,5 milhões. Ele declarou ser fazendeiro e já ter trabalhado como garimpeiro.

De acordo com a PF, ele pode responder pelos crimes de ameaça e incitação a atentado contra pessoa por motivos políticos ou preparo dele.

Fonte: r7

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