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@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Segurança

BrasilSegurança

Filho preso suspeito de matar mãe e padrasto pretendia administrar empresa que herdaria do casal, diz polícia

por Redação 4 de dezembro de 2024

O homem de 24 anos preso suspeito de envolvimento no assassinato da mãe e do padrasto dele em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, pretendia administrar a empresa que herdaria do casal. De acordo com a investigação, o interesse dele em ter acesso à herança foi a motivação do crime.

Susimara Gonçalves de Souza, 42 anos, e Pedro Ramiro de Souza, 47 anos, foram assassinados em casa, na madrugada de 23 de novembro. O casal estava junto há 11 anos e tinha uma loja de forro e decorações. Câmeras da casa vizinha registraram a entrada do casal na residência, seguida de um grito surpreso da mulher.

O filho de Susimara, Walter Gonçalves, foi preso no domingo (1º). O g1 não conseguiu contato com a defesa dele.

O delegado Roney Péricles, responsável pelo inquérito, disse que “até aqui, a investigação demonstra que a motivação estaria diretamente relacionada aos bens do casal, sobretudo à questão da empresa, em relação à empresa que o casal tinha e que havia um interesse do investigado de administrar essa empresa”, resumiu.

“Óbvio que não descartamos novos elementos para que possamos melhor esclarecer, mas, nesse primeiro momento, ficou bem evidente para a equipe porque se tratava realmente de um herdeiro direto do casal”, completou.

Segundo o delegado, embora Walter fosse enteado de Pedro, ele chamava o homem de pai.

O filho lamentou os assassinatos em uma postagem logo após o crime. “Irei amar vocês para sempre, meus amores”, escreveu na legenda de uma foto publicada nas redes sociais.

Cronologia do crime
O delegado detalhou a cronologia do duplo homicídio.

filho e comparsa chegam à casa das vítimas mais de duas horas antes de o casal voltar para a residência
eles chegaram ao local de bicicleta, mas um dos autores deixou uma moto estacionada a dois quilômetros da casa do casal
um dos homens estava de capacete e capa de chuva e o outro, de boné
eles entraram na casa usando um controle remoto para abrir um portão da residência
os dois ficaram dentro do imóvel esperando as vítimas
antes de voltar para casa, o casal havia saído para jantar, ido a um karaokê e passado em uma lanchonete para comprar comida para ser consumida na residência
o casal chegou em uma caminhonete à 0h53 de sábado. A entrada das vítimas na casa foi registrada por uma câmera de segurança
após o casal entrar no imóvel, pouco tempo depois se ouve um grito da mulher
suspeito e comparsa permaneceram por mais uma hora na casa após o casal chegar e saíram pelo portão usando o controle remoto. Dentro dessa uma hora, cometeram o duplo homicídio
No dia seguinte, o próprio filho acionou os bombeiros dizendo ter encontrado o casal morto. Alegou que, como não teve mais resposta da mãe, foi até a residência para saber o que havia acontecido.

Além da prisão do suspeito, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em dois endereços ligados a ele, com recolhimento de aparelhos telefônicos, computadores e vestimentas.

As investigações continuam para identificar o comparsa do suspeito e se há mais pessoas envolvidas.

“As demais circunstâncias e a identificação dos demais envolvidos serão melhor esclarecidas com a análise dos aparelhos telefônicos apreendidos na referida ação”, reforçou a Polícia Civil, em nota.

Fonte: G1

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Golpe do amor

Golpe do amor: idoso do RS que acreditava estar se relacionando com investidora americana perde mais de R$ 2 milhões, diz polícia

por Redação 28 de novembro de 2024

Um idoso de Jari, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul, transferiu mais de R$ 2 milhões, entre 2022 e 2023, para um grupo criminoso que se passava por uma mulher nas redes sociais. De acordo com a Polícia Civil, o homem de 71 anos acreditava estar mantendo um relacionamento virtual com uma investidora americana, que prometia vir ao Brasil para conhecê-lo pessoalmente.

Segundo a investigação, a vítima caiu em uma fraude virtual conhecida como “golpe do amor”. A quadrilha utilizava o perfil falso prometendo enviar presentes, como joias, com a contrapartida de que o homem depositasse valores referentes a impostos de encomendas internacionais, alfândega, entre outros tributos.

Nesta quarta-feira (27), seis pessoas foram presas em São Paulo, Santo André, Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos e Osasco, em uma operação liderada pela Delegacia de Polícia de Tupanciretã (RS) e que contou com apoio de agentes dos estados de São Paulo e do Ceará. Outros sete possíveis envolvidos no golpe estão sendo procurados.

Também foram apreendidos documentos, aparelhos eletrônicos como celulares e notebooks, e cartões bancários. Bens e valores em contas bancárias dos criminosos foram bloqueados.

Investigação e prisões
Depois de dois anos e do alto valor transferido, o idoso percebeu que estava sendo vítima de estelionato e procurou a polícia. A partir da denúncia, teve início a “Operação Dom Quixote”, que identificou 13 suspeitos envolvidos na fraude.

O caso é investigado como estelionato qualificado, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

A Polícia Civil afirma que segue trabalhando para desarticular a rede criminosa. Participaram da operação 25 policiais do RS, 14 agentes de SP e quatro de CE.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Jovens assassinados por serial killer de Maceió tinham entre 13 e 25 anos; veja quem são

por Redação 19 de novembro de 2024

Os 10 jovens assassinados em Maceió por um homem considerado pela polícia um serial killer tinham entre 13 anos e 25 anos (veja mais abaixo quem são). Albino Santos de Lima foi preso no dia 17 de setembro em casa, no bairro da Ponta Grossa, e confessou oito homicídios. A polícia encontrou indícios de que ele cometeu outros dois assassinatos além dos que ele confessou.

Todas as vítimas moravam na mesma região periférica da capital, nos bairros Vergel do Lago, Ponta Grossa e Levada. Elas foram mortas a tiros entre outubro de 2023 e agosto de 2024.

O resultado do exame de confronto balístico realizado na arma apreendida na casa de Albino Santos, no dia em que ele foi preso, confirmou que a pistola calibre 380 foi a mesma usada para assassinar os 10 jovens.

Em depoimento, Albino Santos admitiu que monitorava as vítimas por meio das redes sociais e afirmou que todas faziam parte de uma organização criminosa, mas as investigações mostraram o oposto.

O advogado Geoberto de Luna que vai tentar provar que seu cliente é um sociopata: “A cabeça dele é de uma pessoa doente, de um sociopata. E esse vai ser o caminhar da minha defesa”, afirmou.

Quem são as vítimas
Mikaele Leite Da Silva, 21 anos

Mikaele foi morta a tiros na noite de 29 de outubro de 2023, um domingo, na Rua José Cavalcante, no bairro do Vergel do Lago, em Maceió. O local do crime fica a duas ruas da casa em que ela morava com a mãe.

Louise Melo, 18 anos, estudante

Louise era uma jovem mulher trans. Ela foi assassinada a tiros na noite de 12 de dezembro de 2023, na Rua do Meio, no Vergel do Lago, em Maceió. Segundo testemunhas, Louise estava com outra pessoa a caminho de casal quando foram surpreendidas por um homem com balaclava, que atirou em Louise.

Beatriz Henrique da Silva, 25 anos, doméstica

Beatriz dormia na cama ao lado do filho de 3 anos na madrugada de 15 de dezembro de 2023, uma sexta-feira, quando Albino Santos arrombou a porta da residência na Rua Cabo Reis, no bairro da Ponta Grossa, com chutes, invadiu a casa e atirou em Beatriz. A criança não ficou ferida. Beatriz foi socorrida pelo Samu, mas morreu no Hospital Geral do Estado (HGE).

Debora Vitoria Silva Dos Santos, 21 anos, ambulante, e o namorado John Lenno Santos Ferreira, masculino, 20 anos, ambulante

O casal de namorados foi morto a tiros na noite de 18 de dezembro de 2023, na Rua Dr Vigílio Guedes, no Vergel do Lago. Na época, a Polícia Civil afirmou que acreditava que o alvo era John Lenno e que a namorada dele tinha sido morta por engano. À época foi cogitada a possibilidade de Débora estar grávida, mas um exame de necropsia apontou que não havia sinais de gestação.

Joseildo Siqueira Silva Filho, 24 anos, ambulante

Joseildo foi assassinado a tiros na noite de 8 de janeiro de 2024, uma segunda-feira, quando andava a pé pela Rua Vereador José Caldas, na Ponta Grossa, próximo à Praça Santa Tereza. Ele morava na Vila Brejal.

Tamara Vanessa da Silva Santos, 21 anos, doméstica

Tamara Vanessa e um casal foram vítimas de um atentado na noite de 8 de junho de 2024, no bairro do Vergel do Lago. Os três foram levados ao Hospital Geral do Estado (HGE), mas Tamara não resistiu aos ferimentos.

Emerson Wagner da Silva, 17 anos, estudante e barbeiro

Emerson Wagner era barbeiro profissional desde os 14 anos. Ele foi assassinado na noite de 21 de junho de 2024, na Vila Santa Maria, na Ponta Grossa. Emerson tinha sua própria barbeira, Emerson Du Corte, no bairro da Ponta Grossa. O jovem talentoso do bairro começou a cortar cabelos na frente de casa. A maioria dos clientes de sua barbearia eram jovens da região.

Ana Clara Santos Lima, 13 anos, estudante

Ana Clara voltava de uma padaria no Vergel do Lago quando percebeu que estavam sendo perseguida. Testemunhas ouvidas no local do crime relataram que um homem a esperava em uma esquina perto de uma vila de casas, onde a vítima morava. Ana Clara correu e na tentativa de fugir do criminoso, ela invadiu uma das casas da vila. À polícia, o vizinho contou que estava dormindo com a esposa e o filho de 3 anos quando Ana empurrou a porta e entrou na casa desesperada. Ela correu para o quarto onda a família estava, mas foi alcançada pelo homem, que disparou dois tiros na região da cabeça.

Anna Beatriz Santos Tavares, 13 anos, estudante

Anna Beatriz, a irmã de 10 anos e duas amigas foram assistir a um jogo de futebol em uma arena no Vergel do Lago, e na volta para casa, elas foram perseguidas. Anna Beatriz foi morta com um tiro na cabeça. O crime ocorreu na noite de 26 de agosto de 2024, uma segunda-feira. A vítima morava no bairro da Levada.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Homem que detonou explosivos próximo ao STF alugou casa no DF; artefatos explosivos foram encontrados, diz polícia

por Redação 14 de novembro de 2024

O homem que morreu após detonar explosivos próximo ao Supremo Tribunal Federal (STF) alugou uma casa em Ceilândia, no Distrito Federal, conforme apurado pela TV Globo. A região fica a 30 km da Praça dos Três Poderes. A polícia fez buscas no local na madrugada desta quinta-feira (14).

O porta-voz da PMDF, Raphael Van Der Broocke, informou, na manhã desta quinta-feira, que foram encontrados artefatos explosivos na casa. Eles são do mesmo tipo dos usados em frente ao STF, ainda de acordo com o militar.

Testemunhas relataram duas explosões na noite desta quarta-feira (13). Momentos antes, outras explosões aconteceram em um carro que estava no estacionamento do Anexo IV da Câmara dos Deputados.

O carro está no nome de Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, segundo o delegado-geral de Santa Catarina, Ulisses Gabriel. O boletim de ocorrência da Polícia Civil do DF confirma que o homem que morreu é o dono do carro.

Até a última atualização desta reportagem, o corpo dele não havia sido retirado do local por questões de segurança e para preservar provas, segundo a Polícia Militar. A Praça dos Três Poderes está interditada para a circulação de carros.

O que se sabe sobre o caso:

  • Por volta das 19h30 desta quarta, um carro explodiu no estacionamento que fica entre o STF e o Anexo IV da Câmara dos Deputados. No porta-malas, havia fogos de artifício e tijolos.
  • O veículo tem placa de Rio do Sul, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. O dono é Francisco Wanderley Luiz, que foi candidato a vereador pelo PL nas eleições municipais de 2020 e não se elegeu (ele teve 98 votos naquela disputa). Segundo a Polícia Civil, ele alugou uma casa em Ceilândia, no Distrito Federal, dias atrás.
  • Cerca de 20 segundos após o episódio no estacionamento, um homem morreu em uma outra explosão, ocorrida na Praça dos Três Poderes (que fica entre o STF, o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto). Até a última atualização desta reportagem, o corpo não havia sido retirado do local.
  • Segundo o Boletim de Ocorrência da Polícia Civil, a vítima da explosão foi identificada como sendo Francisco Wanderley Luiz, o proprietário do veículo que também explodiu no estacionamento entre o STF e o Anexo IV da Câmara dos Deputados.
  • Antes da explosão em frente ao STF, o homem tentou entrar no prédio. Ele jogou um explosivo embaixo da marquise do edifício, mostrou que tinha artefatos presos ao corpo a um vigilante, deitou-se no chão e acionou um segundo explosivo na nuca.
  • Em um relato à Polícia Civil, um segurança do STF afirmou que o homem estava com uma mochila, de onde tirou uma blusa, alguns artefatos e um extintor. A blusa foi lançada na estátua em frente ao Supremo. Quando o segurança tentou se aproximar, o homem “abriu a camisa” e o segurança viu algo semelhante a um relógio digital, acreditando ser uma bomba. Dois ou três artefatos foram lançados pelo homem e estouraram. Depois, ele se deitou no chão, acendeu o último artefato e colocou na cabeça como um travesseiro.
  • No Boletim de Ocorrência, também consta que o homem compartilhou mensagens pelo aplicativo WhatsApp que antecipavam o que aconteceu na Praça dos Três Poderes, “manifestando previamente a intenção do autor em praticar o autoextermínio e o atentado a bomba contra pessoas e instituições”.
  • O esquadrão antibombas foi ao local para fazer uma varredura e verificar a existência de mais explosivos nos arredores, inclusive em veículos e no corpo do homem que morreu.
  • No momento do incidente, estavam ocorrendo sessões de plenário na Câmara e no Senado, que foram suspensas.
  • A sessão do STF já tinha terminado, e ministros e servidores foram retirados em segurança.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não estava mais no Planalto – e não houve ordem para evacuar o prédio. A segurança do palácio vai ser reforçada com integrantes do Exército.
  • Depois do episódio, ele se reuniu com os ministros do STF Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin no Palácio da Alvorada. O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, também foi à residência presidencial.
  • A PF abriu inquérito para apurar as explosões, que será enviado a Alexandre de Moraes.
  • Testemunhas relataram que “o barulho foi muito alto” e que viram “o pessoal correndo”.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Homem deitou no chão, acendeu artefato e aguardou explosão, relata vigilante do STF em depoimento à polícia

por Redação 14 de novembro de 2024

Um vigilante do Supremo Tribunal Fedearal (STF) relatou, em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal, ter presenciado o momento em que o homem explode bombas na Praça dos Três Poderes.

Posteriormente, o homem foi identificado como Francisco Wanderley Luiz. O depoimento de Nataniel Camelo aponta que o Luiz se aproximou e ficou parado em frente na estátua da Justiça.

“O indivíduo trazia consigo uma mochila e estava em atitude suspeita em frente à estátua, colocou a mochila no chão, tirou um extintor, tirou uma blusa de dentro da mochila e a lançou contra a estátua. O indivíduo retirou da mochila alguns artefatos e com a aproximação dos seguranças do STF, o indivíduo abriu a camisa os advertiu para não se aproximarem”, diz trecho do Boletim de Ocorrência da Polícia Civil,.

O vigilante visualizou um objeto semelhante a um relógio digital, que o segurança acreditou tratar-se de uma bomba. O segurança estava sozinhoquando o homem se aproximou. As explosões na Câmara e no STF ocorreram em momentos bem próximos.

“O indivíduo deitou no chão acendeu o ultimo artefato, colocou na cabeça com um travesseiro e aguardou a explosão”, afirma o BO.

Duas explosões na Praça dos Três Poderes deixaram um morto e um carro incendiado na noite desta quarta-feira. A área foi cercada por policiais, o prédio do Supremo Tribunal Federal foi evacuado e a sessão da Câmara foi suspensa. A Polícia Civil investiga o caso, e a Polícia Federal já abriu um inquérito.

Um corpo foi encontrado nas proximidades da Corte. De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal, houve um “autoextermínio com explosivo”.

Após as explosões, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) iniciou uma varredura no entorno do Palácio do Planalto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não estava no Planalto no momento das explosões, mas no Palácio da Alvorada, a quatro quilômetros da área. É no Alvorada também onde ele está reunido agora com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Após o ocorrido, o presidente do STF, ministro Luis Roberto Barroso, falou por telefone com Lula e com Rodrigues, além da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. Barroso também trocou mensagens com o governdor do DF, Ibaneis Rocha, que está na Itália.

Policiais cercaram a Praça dos Três Poderes e pediram que as pessoas se afastem No prédio da Corte, o plenário foi evacuado e a orientação é que ninguém fique próximo às janelas. Além disso, um carro pegou fogo nas proximidades do Anexo IV da Câmara, e policiais também fizeram uma varredura para saber se há explosivos em outros carros.

Testemunhas relatam explosões
Em nota, o STF afirmou que “dois fortes estrondos foram ouvidos e os ministros foram retirados do prédio em segurança”. O texto diz ainda que “servidores e colaboradores do edifício-sede foram retirados por medida de cautela”. A nota acrescenta que “mais informações sobre as investigações devem aguardar o desenrolar dos fatos” e que “a Segurança do STF colabora com as autoridades policiais do DF.”

A servidora do Tribunal de Contas da União (TCU) Layana Costa estava esperando o ônibus na frente do Congresso Nacional, quando viu o homem se dirigir ao STF Ele levava uma sacola e chegou a dar um “joinha” para quem estava no ponto do ônibus.

De repente, ela ouviu uma primeira explosão e viu os seguranças do Supremo correrem em direção ao homem. Depois, houve um segundo estouro. Nessa hora, o homem teria caido no chão.

— Ele passou fazendo um sinal para a gente. Ouvi duas explosões — disse ela.

A vendedora ambulante Tais Silva presenciou o momento das explosões. Ela tem uma barraca de bolos e sanduíches no túnel que liga a Câmara à Praça dos Tres Poderes.

— Teve uma primeira explosão na Câmara. Achei que era só um curto circuito, mas depois ouvi mais explosões na frente do Supremo. Achei que era um atentado e fiquei com medo — disse ela.

A Câmara e o Senado também iniciaram, após uma hora das explosões, o processo de evacuação. Deputados fizeram um minuto de silêncio.

Fonte: OGLOBO

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Segurança

Força-tarefa afasta oito PMs investigados por suspeita de envolvimento no caso da execução de delator do PCC em aeroporto

por Redação 12 de novembro de 2024

A força-tarefa da Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou nesta terça-feira (12) que afastou preventivamente oito policiais militares investigados por suspeita de envolvimento na execução de Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, delator da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Vinicius foi morto a tiros durante atentado na sexta-feira (8) no Aeroporto Internacional de São Paulo, que fica em Guarulhos, cidade da região metropolitana. Câmeras de segurança gravaram o momento em que dois criminosos encapuzados e armados com fuzis disparam 29 vezes na direção do empresário.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os agentes da Polícia Militar (PM) que foram afastados já eram investigados um mês antes do crime pela Corregedoria da corporação. Testemunhas tinham denunciado eles por fazerem segurança particular para Vinicius. O ‘bico’ fora do expediente de trabalho e sem autorização é considerado irregular pela PM.

O fato de os agentes terem feito escolta para alguém com envolvimento com o PCC foi repudiado pelo SSP. Vinicius Gritzbach se apresentava como empresário do ramo imobiliário, mas era réu na Justiça em dois processos: por lavagem de dinheiro para o crime organizado e também acusado por um duplo homicídio.

Os agentes da PM afastados trabalham no 18º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM-M), na Zona Norte de São Paulo, onde atua a maioria do grupo, e do 23º BPM-M, na Zona Oeste da capital paulista. Até a última atualização desta reportagem nenhum dos PMs havia sido indiciado ou responsabilizado criminalmente por participação no crime.

O empresário e a namorada estavam voltando de uma viagem de Maceió, em Alagoas, para São Paulo. No domingo (10), viajariam para Vitória, no Espírito Santo. Ele foi morto com dez tiros. A companheira não foi atingida pelos disparos.

Além dele, outras quatro pessoas que estavam entre a plataforma externa e o saguão interno do aeroporto foram atingidas pelos disparos. Um motorista por aplicativo morreu. As outras três vítimas ficaram feridas, mas sobreviveram (veja abaixo quem são).

As autoridades apreenderam armas usadas no crime que foram encontradas abandonadas pela polícia em outro local distante do aeroporto (veja abaixo).

Força-tarefa, MP e PF apuram crime

A força-tarefa, composta por representantes da Polícia Civil, Polícia Militar (PM) e Polícia Técnico-Científica, investigam as causas, motivos e eventuais responsabilidades pelo crime, como saber, por exemplo, quem foram os executores e os mandantes do homicídio.

De acordo com a pasta da Segurança, o caso é apurado como “homicídio, lesão corporal e localização e apreensão de objeto” pelo Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que preside o inquérito.

A investigação analisa vídeos do crime, e ouve depoimentos de testemunhas e sobreviventes para tentar esclarecer o que ocorreu. Até a última atualização desta reportagem, nenhum dos criminosos foi identificado ou preso.

O Ministério Público (MP) acompanha as apurações.

Pelo fato de o atentado contra Vinicius ter ocorrido no aeroporto internacional em Guarulhos, a Polícia Federal (PF) também investiga o caso.

A Guarda Civil Municipal (GCM) de Guarulhos, vai investigar por que não havia nenhum agente na base da corporação no aeroporto no momento em que o delator do PCC foi executado.

Hipóteses investigadas

A força-tarefa foi criada na segunda-feira (11). Uma das linhas de investigação é de que Vinicius foi morto por agentes de segurança pública. Além dos PMs que faziam sua segurança privada, policiais civis são investigados.

Em em 31 de outubro, oito dias antes de ser executado, ele foi ouvido pela Corregedoria da Polícia Civil e denunciou agentes da instituição que estariam tentando extorquir dinheiro dele. Os policiais denunciados trabalham no DHPP, no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), no 24º Distrito Policial (DP), Ermelino Matarazzo, e no 30º DP, Tatuapé.

Outra linha de investigação é a de que ele possa ter sido morto a mando da facção criminosa por ter delatado quem eram os membros do PCC que faziam parte do grupo que lavava dinheiro.

E uma terceira frente de apuração trabalha com a possibilidade de que alguém teria decidido matá-lo por alguma dívida financeira. Vinicius foi a Maceio cobrar dinheiro de uma pessoa, que lhe deu joias em troca. Elas foram avaliadas em cerca de R$ 1 milhão.

Delação premiada

A delação de Vinicius foi homologada em março pela Justiça. E fez parte de um acordo com o MP para delatar policiais corruptos e integrantes do PCC envolvidos na lavagem de dinheiro. Em troca, o réu receberia benefícios, como, por exemplo. a redução do tempo da pena no caso de condenação.

Segundo um de seus advogados, Vinicius chegou a pedir mais proteção aos promotores, em virtude de ter sido jurado de morte. Mas esse pedido não teria sido atendido.

Mas à GloboNews, o promotor Lincoln Gakiya disse que Vinicius recusou as ofertas de segurança feitas a ele. Segundo o MP, o delator alegava que podia bancar a própria segurança e não queria abrir mão do estilo de vida que levava. Ao entrar no programa de proteção, ele precisaria mudar de casa e deixar de conviver com a família e amigos.

Segundo a Promotoria, para se proteger, o empresário contratou cinco policiais militares para fazerem sua escolta particular. Quatro deles tinham ido ao aeroporto se encontrar com Vinicius, mas não estavam com ele quando foi morto. Os agentes foram ouvidos pela força-tarefa e disseram que um dos carros usados para buscar o empresário teve um problema na ignição.

O quinto PM viajava com o empresário, mas disse à investigação que, quando ouviu o barulho de disparos, se escondeu atrás de um ônibus estacionado. À Corregedoria, ele explicou que estava em desvantagem, por isso decidiu proteger a própria vida.

Os PMs também são investigados pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A investigação está refazendo os passos deles, seguindo o trajeto antes de o carro supostamente quebrar, além de extrair dados dos celulares dos PMs.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Corregedoria da PM prende 21 policiais por ‘tour da propina’ na Baixada Fluminense

por Redação 7 de novembro de 2024

A Corregedoria da Polícia Militar e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) prenderam nesta quinta-feira (7) 21 PMs por extorsão na Operação Segreto. Segundo os promotores, homens que então serviam no 20º BPM (Mesquita) faziam um “tour da propina” em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense — e além de dinheiro, recolhiam cerveja e até frutas.

Até a última atualização desta reportagem, 1 PM seguia foragido.

A denúncia do MPRJ afirma ter identificado o recolhimento de valores em 54 estabelecimentos. “A investigação apurou que as guarnições realizavam um ‘tour da propina’ em Nova Iguaçu, visitando em sequência dezenas de comércios para arrecadar dinheiro ilicitamente”, diz o MPRJ.

Ainda de acordo com a promotoria, os militares danificavam ou manipulavam as câmeras corporais a fim de não registrar as ameaças e o recolhimento da propina.

A investigação começou com uma denúncia de um dos comerciantes achacados. “Diante dos primeiros indícios, a Delegacia de Polícia Judiciária Militar passou a realizar o monitoramento de agentes e conseguiu verificar não só que várias guarnições do referido batalhão [20º BPM] praticavam o crime, recolhendo valores do estabelecimento, mas, de fato, repetiam a mesma conduta em vários outros comércios de naturezas diversas”, descreveu o MPRJ.

Tour das sextas
O procedimento criminoso era executado da mesma forma, sempre às sextas-feiras: os policiais denunciados paravam brevemente a viatura nos estabelecimentos, alguém se aproximava e entregava as quantias; ou um dos policiais desembarcava e entrava no comércio, permanecendo poucos minutos antes de retornar à viatura e sair.

Em geral, eram estabelecimentos de reciclagem e ferros-velhos, mas também distribuidoras de gás e lojas de construção. Além de dinheiro em espécie, a investigação flagrou os policiais recolhendo engradados de cerveja em depósitos e frutas em um hortifrúti.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Criticada por governadores, PEC da Segurança Pública tem apoio do procurador-geral da República

por Redação 4 de novembro de 2024

Apresentada pelo governo federal na última quinta-feira (31) e criticada por alguns governadores, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública tem o apoio “integral” do procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o texto deve ser enviado ao Congresso Nacional até o fim deste ano, mas reconheceu o tema vai exigir paciência e grande debate.

“Aproveito para agradecer à mensagem que recebi do doutor Paulo Gonet Branco, que hipoteca integral apoio a esta PEC que estamos apresentando. O doutor Paulo Gonet — um dos eminentes constitucionalistas do Brasil e que escreveu um livro manual do direito constitucional — nos deu a honra de antecipadamente, conhecendo as linhas gerais do nosso projeto, se antecipou com solidariedade e apoio. Já saímos com gol antecipado, que é o apoio do Ministério Público Federal”, disse o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.

Enquanto o texto recebeu apoio do chefe da PGR (Procuradoria-Geral da República), há impasses com os governadores. Um dos exemplos é o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), que descartou qualquer possibilidade de implementar câmeras corporais nos policiais militares do estado.

“Eu sou governador do estado, eu fui eleito pelo meu povo. Eu não vou colocar câmera em policial meu de maneira alguma. Não existe a hipótese de colocar câmera em policial meu. Eu tenho que ter uma corregedoria séria, honesta, que não admita milícia. E não admito, prendi muitos policiais no meu estado. Não admito milícias”, disse.

O texto apresentado por Lewandowski não faz referência ao uso de câmeras corporais pelas forças de segurança dos estados. Está em vigor desde maio deste ano uma portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre o uso dos dispositivos.

No entanto, o documento não obriga a adoção dos itens — a adesão dos estados é opcional.

Possíveis alterações
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que o texto não é um produto pronto e pode ter alterações. Segundo ele, “os governadores vão ter a possibilidade de apresentar opções, e vai ser uma grande construção”.

“A iniciativa é bem-vinda, e deve ser não só uma PEC, mas um conjunto de propostas a serem apresentadas ao Congresso Nacional. Quanto mais integrados o governo federal e os estados estiverem, melhor. Não é um produto pronto, a finalidade é, justamente, ouvir os governadores. É importante digerir esse texto, tem outras questões que tem que trabalhar”, declarou.

“A questão mais importante agora é seguir o dinheiro, a gente tem visto a presença do crime organizado nos negócios lícitos. O crime organizado está lavando muito dinheiro”, acrescentou, ao sugerir a revisão da existência das audiências de custódia. “É preciso dar segurança jurídica para os agentes de segurança pública”, completou.

Entenda os principais pontos da PEC
A PEC prevê a transformação da PRF (Polícia Rodoviária Federal) em uma polícia ostensiva federal. A ideia é que a nova força atue em rodovias, ferrovias e hidrovias federais e preste auxílio aos estados, quando solicitado.

O argumento do ministro da Justiça e Segurança Pública é que não há simetria entre estados e União — os entes federativos têm polícia judiciária (polícias civis) e polícia ostensiva (polícia militar), enquanto a União tem apenas a força judiciária (Polícia Federal).

Lewandowski garantiu, porém, que a nova polícia não vai impedir a atuação da PF nas rodovias, ferrovias e hidrovias federais. Segundo o ministro, a PEC da segurança pública não vai centralizar o uso dos sistemas nem intervir no comando das polícias estaduais.

O texto também não pretende diminuir a competência dos entes federativos no tema nem criar novos cargos públicos.

Com a PEC, o governo federal quer criar uma espécie de “SUS (Sistema Único de Saúde) da segurança” e incluir as competências presentes em leis ordinárias na Constituição. A proposta do Executivo sugere alterações nos artigos 21, 22, 23, 24 e 144 do texto constitucional.

Outro ponto prevê o contingenciamento (bloqueio de recursos não obrigatórios) dos valores que compõem o Fundo Nacional de Segurança Pública e da Política Penitenciária.

De acordo com a PEC, a União vai instituir e unificar o Fundo Nacional de Segurança Pública e Política Penitenciária, com o objetivo de “garantir recursos para apoiar projetos, atividades e ações em conformidade com a política nacional de segurança pública e defesa social, sendo vedado o contingenciamento de seus recursos”.

No texto, o governo argumenta que a criação do fundo vem de uma “percepção generalizada de que a segurança pública, a qual abarca tanto a prevenção quanto a repressão às atividades criminosas, precisa de recursos em montante correspondente a esse magno desafio, sob pena de total ineficácia da ação estatal”. O sistema deve contar com a indicação das respectivas fontes de recursos.

“Para fortalecer e estabilizar as políticas a serem implementadas, a vedação ao contingenciamento do fundo tal como ocorre com o Fundo Nacional de Segurança Pública – FNSP (Lei nº 13.756, de 12 de dezembro de 2018) e o Fundo Penitenciário Nacional – FUNPEN (Lei Complementar nº 79, de 7 de janeiro de1994), atualmente em vigor por imposição legal (art. 5º, § 2º, da nº 13.756, de 12 de dezembro de 2018) e judicial (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 347), deverá ser constitucionalmente assegurada”, diz.

Segundo a gestão federal, a constitucionalização tornaria os investimentos no sistema único mais estáveis.

“Ela também asseguraria recursos orçamentários contínuos, especialmente para a capacitação de pessoal, a aquisição de equipamentos e a integração de programas integrados. A medida também tornaria obrigatório o direcionamento de quantias do Fundo Nacional de Segurança Pública para o sistema.”

Fonte: r7

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Jogo do Bicho

Justiça determina que Rogério Andrade vá para presídio federal

por Redação 29 de outubro de 2024

Rogério Andrade, preso nesta terça-feira (29) por mandar matar o rival Fernando Iggnácio, terá que ir para uma cadeia federal.

A 1ª Vara Criminal do Tribunal do Júri, que expediu os mandados de prisão contra o bicheiro e Gilmar Eneas Lisboa, apontado como a pessoa que monitorou Iggnácio antes do assassinato, determinou que o contraventor seja incluído “em estabelecimento prisional federal de segurança máxima”.

Rogério vai passar por audiência de custódia no presídio de Benfica, na Zona Norte do Rio, e depois deve ser transferido para o Complexo de Gericinó, na Zona Oeste, onde aguardará transferência para o presídio federal.

De acordo com a sentença, Rogério exerceria a função de chefe de grupo criminoso voltado para a prática de diversos crimes, como homicídio, corrupção, contravenção e lavagem de dinheiro, com contatos em órgãos de segurança estaduais.

“Motivo pelo qual [contatos com órgãos de segurança estaduais] a transferência para presídio federal com RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) se mostra necessária para impedir eventual interferência do denunciado na colheita de provas e na intervenção de investigações em face de outros envolvidos”, determina o documento.

O maior bicheiro do Rio, patrono da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, foi preso pelo Ministério Público do Rio de Janeiro na Operação Último Ato.

Uma nova denúncia do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ), aceita pela Justiça, apresenta provas que demonstrariam que Rogério é o autor do plano de assassinato de Iggnácio.

Iggnácio, genro e herdeiro do contraventor Castor de Andrade, tio de Rogério, foi executado em 10 de novembro de 2020 em uma emboscada no Recreio dos Bandeirantes. Ele tinha acabado de desembarcar de um helicóptero, vindo de Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense, e foi alvejado ao caminhar até o carro. Os tiros foram de fuzil 556. Relembre como foi o crime.

A TV Globo apurou que Rogério Andrade iria primeiro para o Presídio de Benfica e depois para Bangu 1 — para só então ser transferido a uma unidade federal.

Em nota, o advogado Raphael Mattos, que faz a defesa de Andrade, informou que “por ora não vai se manifestar”, já que ainda não teve “acesso ao processo” que motivou a prisão do seu cliente nesta terça-feira.

Briga pelo poder
Castor de Andrade era um dos chefões do jogo do bicho no Rio e morreu de infarto em 1997. Iggnácio, que o sogro sempre considerou favorito para sucedê-lo, assumiu esse império e o expandiu com máquinas de caça-níqueis.

Rogério é sobrinho de Castor e sempre teve desavenças com o Iggnácio. No fim dos anos 90, Rogério revolveu investir também no caça-níquel e passou a invadir parte do negócio de Iggnácio, dando início a uma guerra sangrenta na família: pelo menos 50 pessoas foram assassinadas na disputa.

Vaivém na Justiça
Em março de 2021, o MPRJ tinha denunciado Rogério Andrade como mandante da morte de Iggnácio. No entanto, em fevereiro de 2022, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu trancar a ação penal contra o contraventor, alegando falta de provas.

“Em novo procedimento investigatório criminal, o Gaeco identificou não só sucessivas execuções protagonizadas pela disputa entre os contraventores Fernando Iggnácio e Rogério de Andrade, mas também a participação de uma outra pessoa no homicídio de Fernando: Gilmar foi o responsável por monitorar a vítima até o momento do crime”, narra o MPRJ.

Sem tornozeleira
Em abril deste ano, Rogério Andrade retirou a tornozeleira eletrônica que monitorava seus deslocamentos, após uma decisão do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). O contraventor ficou quase 1 ano e meio com a tornozeleira eletrônica e cumprindo recolhimento domiciliar noturno, sem poder sair de casa após as 18h.

A vigilância eletrônica decorria da 2ª fase da Operação Calígula, em agosto de 2022, quando Andrade foi preso ao lado do filho, Gustavo.

A Operação Calígula, deflagrada pelo MPRJ no dia 10 de maio de 2022, teve mais de 30 denunciados e 14 presos. Rogério e o filho Gustavo ficaram inicialmente foragidos. O nome de Rogério chegou a constar da lista dos mais procurados da Interpol.

Entre os presos estavam os delegados Marcos Cipriano e Adriana Belém.

Segundo a denúncia do MPRJ que embasou a operação, Rogério Andrade expandia seus negócios de exploração de jogos de azar em vasta área geográfica, mediante a imposição de domínio territorial com violência, além da prática reiterada e sistêmica dos crimes de corrupção ativa, homicídio, lavagem de dinheiro, extorsão e ameaça, dentre outros.

Rogério seria o chefe da organização criminosa que contava ainda com o PM reformado Ronnie Lessa, assassino confesso de Marielle Franco, e a delegada Adriana Belém, que facilitaria as ações do grupo.

Gustavo aparecia como o número 2 na hierarquia criminosa montada por Rogério Andrade. É também chamado de Príncipe Regente.

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Pai e filha de 14 anos assaltam motorista de aplicativo em SC e câmera do veículo registra ação

por Redação 28 de outubro de 2024

Um motorista de aplicativo de 23 anos foi assaltado à mão armada em Blumenau, terceira cidade mais populosa de Santa Catarina localizada no Vale do Itajaí, na madrugada de sábado (26). O crime foi cometido por um homem de 31 anos que estava na companhia da filha dele, de 14 anos. Uma câmera dentro do veículo flagrou a ação e a relação de parentesco foi confirmada pela Polícia Civil.

O assalto aconteceu às 2h, e por volta das 5h30, pai e adolescente foram localizados. O homem teve a prisão preventiva decretada, enquanto a garota foi internada em uma entidade para menores em Florianópolis, após decisão judicial.

Conforme o delegado Ismael Gustavo, a adolescente “praticou ativamente o assalto ao motorista de aplicativo junto com o pai” e, por isso, foi autuada por ato infracional análogo a roubo.

“Ele foi autuado por roubo majorado pelo emprego de arma, restrição da liberdade da vítima”, disse o delegado. Além disso, o homem também responde por corrupção de menores. Segundo investigador, o homem tem passagens pela polícia.

Imagens mostraram ação
As imagens detalham como foi a ação criminosa. No início do vídeo a vítima e o homem preso conversam sobre a Oktoberfest, festa que acontecia na cidade no fim de semana. Em um momento o homem de 31 anos aponta a arma para a vítima e anuncia o assalto.

O pai manda a vítima entregar dinheiro, o celular, a corrente de prata. A adolescente, sentada no banco de trás do carro, passa a pegar os objetos e escreve na mão a senha do celular da vítima.

Na sequência, a vítima sai do veículo, o homem passa a dirigir o carro e a adolescente se senta no banco do carona.

Prisão
De acordo com a PM, o pai e a filha foram vistos caminhando perto do local onde o veículo foi abandonado após o assalto.

Após serem detidos, eles indicaram o endereço onde estavam escondidos, e, ao chegar no local, a polícia encontrou os itens levados, além da chave do carro. A dupla levou o veículo da vítima, duas correntes, dois celulares e cerca de R$ 200 reais.

Fonte: G1

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