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Categoria:

Segurança

BrasilSegurança

Complexo de Israel: comunidades do RJ têm traficante que persegue quem não pratica sua religião

por Redação 28 de outubro de 2024

Na última quinta-feira (24), moradores do Rio viveram uma manhã de terror. Trabalhadores e crianças a caminho da escola ficaram encurralados em ônibus, carros e atrás de muretas da principal avenida da cidade. Eles tentavam se proteger de um tiroteio intenso entre a polícia e traficantes. Três pessoas inocentes morreram.

Os bandidos ocupam o Complexo de Israel, um conjunto de favelas onde um traficante se cerca de conforto, enquanto persegue e pune quem não pratica a mesma religião que ele.

Rotina de medo e violência
O Complexo de Israel é o nome dado a um conjunto de favelas na Zona Norte do Rio, que foi criado pelos traficantes da facção Terceiro Comando Puro. Durante a pandemia, o grupo expandiu seu território, assumindo o controle de cinco favelas.

Como todas as facções criminosas, impõem uma rotina de medo e violência aos mais de 130 mil moradores que vivem ali, mas vai além: no Complexo de Israel, religiões diferentes da seguida pelo chefe do tráfico não são toleradas.

O dono do Complexo de Israel Álvaro Malaquias Santa Rosa, o traficante Peixão. Ele é um dos criminosos mais procurados e tem sete mandados de prisão. Peixão se diz evangélico não permite a prática de religiões de matrizes africanas nas comunidades e até celebrações católicas foram proibidas.

Em um vídeo, um traficante da facção aparece agredindo violentamente uma freira.

Um levantamento da Polícia Civil mostra que o grupo de Peixão é suspeito de desaparecer com pelo menos 28 pessoas desde 2017. Até hoje ninguém foi encontrado.

Vida de luxo financiada pelo crime
Nas ruas, além de barricadas, os criminosos abriram valas enormes para impedir a passagem da polícia, além de usar câmeras e drones para monitorar as comunidades.

No último dia 10, as polícias Civil e Militar entraram em uma das comunidades para tentar prender o Peixão, mas ele fugiu.

A polícia descobriu que rede criminosa financia uma vida de luxo e bem-estar exclusiva para os criminosos, possuindo imóveis com piscina, sauna e até uma lagoa artificial.

Reação do governo
Na operação no Complexo de Israel, a polícia admitiu que não tinha dados de inteligência para prever o tamanho da reação dos criminosos, mas o governador do Rio nega falhas na política de segurança pública.

Cláudio Castro defende uma ação conjunta de prefeituras do estado e do governo federal para enfrentar as facções criminosas.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública disse, em nota, que não tem medido esforços para auxiliar os estados, especialmente o Rio de Janeiro, no combate à criminalidade, e que marcou uma reunião no Rio na próxima terça-feira. A nota diz ainda que o ministro Ricardo Lewandowski tem atendido a todos os pedidos do governador Cláudio Castro de renovação da permanência da Força Nacional no estado.

O Ministério informou que apresentou ao presidente Lula uma proposta de emenda à Constituição para dar mais poderes à União nas ações de segurança pública.

Em relação à planilha de pagamentos de propina supostamente feitos por traficantes do Complexo de Israel, a Polícia Militar disse – em nota – que há uma investigação em andamento na Corregedoria Geral da corporação, e que essa investigação está sob sigilo.

Também em nota, a Polícia Civil disse que investiga e atua no combate aos delitos praticados pelos traficantes do Complexo de Israel. A nota, porém, não responde ao nosso questionamento sobre o pagamento de propina a policiais.

Fonte: FANTASTICO

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BrasilSegurança

Morre 2ª vítima de tiroteio na av. Brasil; homem foi baleado na cabeça a caminho do trabalho

por Redação 24 de outubro de 2024

Morreu a segunda vítima do tiroteio que fechou a avenida Brasil, na altura da Cidade Alta, na zona norte do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (24), quando a Polícia Militar fazia uma operação contra o roubo de cargas no Complexo de Israel.

Renato Oliveira, de 48 anos, foi baleado na cabeça quando estava dentro de um ônibus a caminho do trabalho.

Segundo testemunhas, o passageiro dormia no coletivo no momento em que foi atingido por um tiro.

O homem chegou a ser levado em estado grave para Hospital Federal de Bonsucesso, na mesma região, e a passar por cirurgia. Segundo a direção da unidade, ele não resistiu aos ferimentos.

Familiares disseram que Renato era morador de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e trabalhava para uma empresa que prestava serviço para a Marinha.

Motorista de aplicativo também morreu baleado
O motorista de aplicativo Paulo Roberto de Souza, de 60 anos, que estava trabalhando na região, também foi atingido na cabeça durante a troca de tiros.

O passageiro assumiu a condução do veículo e conseguiu pedir ajuda para a Polícia Militar. A vítima ainda foi levada ao Hospital Moacyr do Carmo, em Caxias, na Baixada Fluminense, mas chegou à unidade sem vida.

Ele deixou esposa e dois filhos.

Suspeito está entre os quatro feridos
Mais quatro pessoas ficaram feridas na mesma ação. Duas seguem internadas e outras duas já receberam alta.

Geneilson Eustáquio Ribeiro, de 49 anos, com perfuração em crânio, foi entubado e transferido para o Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e tem o estado de saúde gravíssimo.

O outro baleado seria um traficante, de 27 anos, atingido no quadril, que está internado no hospital sob custódia, de acordo com informações da RECORD.

Alayde dos Santos Mendes, de 24 anos, e outra pessoa não identificada já receberam alta médica.

Fonte: r7

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BrasilSegurança

Atirador em Novo Hamburgo abateu dois drones da PM e segue cercado por agentes policiais

por Redação 23 de outubro de 2024

O atirador que matou duas pessoas e deixou outros dez feridos em Novo Hamburgo (RS) na madrugada desta quarta-feira também abateu dois drones usados por agentes da Brigada Militar em um cerco contra ele. As forças policiais teriam sido acionadas na noite desta terça-feira para atuarem em uma denúncia de maus-tratos contra idosos. Ao chegarem no local, um homem de 45 anos teria aberto fogo contra os agentes.

Foram mortos o pai do atirador, identificado como Eugênio Crippa, de 74 anos, e um policial militar que foi ao local, identificado como Everton Kirsch Júnior, de 31 anos. Entre os feridos estão seis policiais, um guarda municipal, a mãe, o irmão e a cunhada do atirador, que foram socorridos e recebem atendimento em um hospital da cidade.

À RBS TV, o comandante do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM) de Novo Hamburgo, Alexandro Famoso, afirmou que as tentativas de negociação acontecem “a todo momento”.

“Tentamos conversar com ele, tentamos contato telefônico através dos números que a gente conseguiu, ele não responde a nenhum contato que estamos tentando fazer com ele. A única forma de resposta é através de disparos”, diz o tenente-coronel.

O atirador iniciou os disparos logo após a chegada dos policiais. De acordo com testemunhas, ele foi para a frente do imóvel com uma arma de fogo e começou a atirar.

“De forma inesperada e totalmente agressiva, ele aparece e começa a atirar em todas as pessoas que se encontravam naquele local, na frente da residência. Ele efetuou disparos contra os próprios pais dele e contra a guarnição que estava ali atendendo a ocorrência”, explica o tenente-coronel Famoso.

Fonte: OGLOBO

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BrasilSegurança

Operação mira ‘Povo de Israel’, facção que girou R$ 70 milhões em 2 anos com o golpe do falso sequestro

por Redação 22 de outubro de 2024

A Polícia Civil do RJ iniciou nesta terça-feira (22) a Operação 13 Aldeias, contra uma quadrilha que, de dentro dos presídios, faz centenas de vítimas todos os dias com golpes via celular e movimentou quase R$ 70 milhões entre janeiro de 2022 e maio deste ano.

Segundo as investigações, o Povo de Israel (PVI) surgiu há 20 anos e hoje influencia 18 mil detentos em 13 unidades prisionais, chamadas de “aldeias”. Esse volume representa 42% do efetivo prisional.

Chefes do Povo de Israel já encarcerados são alvos da ação desta terça. São eles: Marcelo Oliveira, o Tomate; Avelino Gonçalves, o Alvinho; Ricardo Martins, o Da Lua; e Jailson Barbosa, o Nem.

Os golpes são:

Falso sequestro: de dentro de uma cela, o preso liga para números aleatórios e finge ser um parente mantido refém por bandidos. Quando a vítima morde a isca, outro detento assume a chamada e passa a exigir um resgate.
Falsa taxa: os encarcerados ligam para estabelecimentos comerciais e se passam por traficantes da região. Falam que há dívidas e ameaçam o lojista com supostas retaliações.

Policiais penais suspeitos de ajudar criminosos
Agentes da Delegacia Antissequestro (DAS) — com o apoio do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e da Subsecretaria de Inteligência da Administração Penitenciária — saíram para cumprir 44 mandados de busca e apreensão. Entre os alvos estão 5 policiais penais suspeitos de ajudar os criminosos.

Diligências são realizadas em Copacabana e Irajá, na capital, e nos municípios de São Gonçalo, Maricá, Rio das Ostras, Búzios e São João da Barra, bem como no Espírito Santo. A Polícia Penal também efetua ações nos presídios.

Na Zona Sul do Rio, o endereço foi o de uma joalheria que, segundo a polícia, lavou dinheiro das extorsões.

O Povo de Israel foi fundado em 2004 por renegados por outras denominações — muitos são estupradores e pedófilos. De posse de celulares, que entram ilegalmente dentro dos presídios, eles criaram uma indústria de extorsões.

De acordo com a Polícia Civil, 1.663 pessoas físicas e 201 pessoas jurídicas foram utilizadas para fazer circular o dinheiro.

Nelson Hungria, a ‘central da extorsão’
Ainda segundo as investigações da DAS, a base da facção é o Presídio Nelson Hungria, que fica dentro do Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste da cidade.

O Povo de Israel não tem relação com o Complexo de Israel, conjunto de favelas na Zona Norte do Rio dominado pelo Terceiro Comando Puro, a 2ª maior facção do tráfico do RJ, atrás apenas do Comando Vermelho.

Segundo a Polícia Civil, o inquérito mostra que há uma clara divisão de tarefas e funções dentro da organização. São chamados de “empresários” os presos responsáveis por obter o celular que será usado dentro da cadeia.

O apelido de “ladrão” é para aquele que faz as ligações para as vítimas, simulando vozes de parentes que estariam supostamente em poder da quadrilha. Tem também os “laranjas”, aliados fora das prisões que recebem o dinheiro obtido nos crimes.

Foi descoberto, por exemplo, que a quadrilha já tem ramificações no Espírito Santo e em São Paulo, com pessoas que recebem o dinheiro das extorsões em contas bancárias.

Onde o Povo de Israel está
Benjamin de Moraes Filho, Complexo de Gericinó
Cotrim Neto, Japeri
Crispim Ventino, Benfica
Evaristo de Moraes, São Cristóvão
Hélio Gomes, Magé
José Antônio da Costa Barros, Complexo de Gericinó
Juíza Patrícia Acioli, São Gonçalo
Luis Cesar Fernandes Bandeira Duarte, Resende
Milton Dias Moreira, Japeri
Nelson Hungria, Complexo de Gericinó
Plácido Sá Carvalho, Complexo de Gericinó
Romeiro Neto, Magé
Tiago Teles de Castro Domingues, São Gonçalo

Fonte: G1

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BrasilSegurança

Criminosos sequestram 7 ônibus e usam como barricadas na Estrada do Itanhangá

por Redação 16 de outubro de 2024

Sete ônibus foram sequestrados por criminosos e usados como barricadas na Estrada do Itanhangá, na Zona Oeste do Rio, no início da tarde desta quarta-feira (16), durante uma operação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) na comunidade da Tijuquinha.

A Estrada do Itanhangá dá acesso às comunidades da Muzema, Tijuquinha e Rio das Pedras.

De acordo com o sindicato das viações que operam na capital, os bandidos pediram para os passageiros descerem e atravessaram os veículos na via.

“Esse tipo de estratégia que os criminosos utilizam para desviar a atenção da Polícia Militar do ponto onde a gente está atuando ali, tentando criar essa cortina de fumaça, levando a desordem, o caos para pessoas inocentes”, disse a porta-voz da Polícia Militar, tenente coronel Cláudia Moraes.

A via foi interditada nos dois sentidos e, em função disso, uma longa fila de ônibus se formava na região. Imagens do Globocop mostram muitos carros manobrando para escapar do local.

De acordo a Rio Ônibus, linhas dos coletivos que circulam na localidade estão tendo o itinerário alterado.

De acordo com a Polícia Civil, o crime organizado tem uma espécie de função para gerentes de barricadas, responsável por instalar bloqueios nas comunidades do Rio para dificultar o acesso da polícia.

Linhas sequestradas
D13091 – 878 Tanque x Barra da Tijuca
C30229 – 557 Rio das Pedras x Copacabana
C30213 – 557 Rio das Pedras x Copacabana
C30241 – 557 Rio das Pedras x Copacabana
C30193 – 550 Cidade de Deus x Gávea
C13058 – 878 Tanque x Barra da Tijuca
C47815 – 863 Barra da Tijuca x Rio das Pedras
130 veículos usados como barricadas
Nos últimos 12 meses, 130 ônibus foram usados como barricadas em comunidades do Rio de Janeiro.

De acordo com o o sindicato das viações que operam na capital, entre agosto do ano passado e agosto desse ano, 32 coletivos foram incendiados.

Em agosto, criminosos usaram ônibus e caminhões como barricadas durante operação policial no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio.

Fonte: G1

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Segurança

Polícia encontra carros com granadas e explosivos ao lado de escolas na Zona Oeste do Rio

por Redação 11 de outubro de 2024

A polícia encontrou dois carros carregados de explosivos, granadas, detonador e galões com líquido inflamável em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, na manhã desta sexta-feira (11). O material, segundo a polícia, seria usado nas disputas entre milicianos de quadrilhas rivais.

Os veículos foram abandonados entre escolas públicas na região, em uma localidade conhecida como João XXIII, que era dominada pelo miliciano Jacão, da quadrilha de Juninho Varão.

Jacão foi morto na semana passada por criminosos rivais comandados pelo miliciano Paulo David Guimarães, o Naval, sucessor de Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, preso desde dezembro de 2023..

Segundo a polícia, o grupo do Juninho Varão resolveu se preparar para um contra-ataque. O material foi localizado entre a Escola Municipal Sindicalista Chico Mendes, o Ciep Papa João XXIII, e o Colégio Estadual Liberdade, e atrás da UPA da comunidade.

Os carros foram encontrados por agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco). O esquadrão antibombas foi acionado.

Em nota, a Polícia Civil informou que as investigações apontam indícios de que o material apreendido possa pertencer ao grupo de Varão, que tenta expandir seu controle na região após a execução de Jacão.

“As investigações seguem em curso, com o objetivo de identificar todos os envolvidos e desarticular o esquema criminoso, garantindo a segurança e a tranquilidade dos moradores da área”, diz a polícia.

Por volta das 7h, a rua foi interditada ao tráfego e aos pedestres para que o esquadrão antibombas retirasse os explosivos do local.

Segurança do Naval foi preso
Nesta quinta-feira (10), a Draco prendeu Vinícius Teles de Melo, o VN, segurança do miliciano Naval. O criminoso, que ainda era responsável por arquitetar invasões contra milícias rivais, foi preso em Inhoaíba, na Zona Oeste.

De acordo com a polícia, VN faz parte de uma espécie de tropa especializada da milícia e tem várias passagens por roubo, receptação, tráfico e associação criminosa.

O criminosos foi encontrado em casa, mas tentou fugir pulando o muro para a casa de uma vizinha. A mulher chegou a ser usada como escudo pelo bandido, mas após negociação os policiais conseguiram prendê-lo.

Na casa do bandido foram apreendidos fuzil, coletes balísticos, roupas táticas e carro e moto roubadas.

Fonte: G1

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Segurança

Operação contra grupo ligado ao ‘novo cangaço’ encontra fuzis do exército boliviano em sítio no interior de SP

por Redação 8 de outubro de 2024

A Polícia Civil de São Paulo apreendeu dez fuzis em uma operação em um sítio de Aguaí, no interior do estado, conforme anunciou a Secretaria de Segurança Pública nesta segunda-feira. Três dos armamentos contêm o brasão do Exército da Bolívia, e os agentes também encontraram 1,5 tonelada de cocaína pura no local.

O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) afirma que o grupo alvo da ação está envolvido no tráfico e na venda de armamentos para criminosos especializados no roubo de carros-fortes em ações no estilo do “novo cangaço”. A 4ª Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat) investigava o grupo há quatro meses.

Em junho, um endereço de Cordeirópolis no qual o bando escondia armas e drogas foi descoberto pelos policiais. Ao irem ao local, no entanto, os suspeitos já o haviam abandonado. O monitoramento de um dos envolvidos levou ao sítio em Aguaí, a 200km da capital.

Os policiais relataram ter enfrentado dificuldade no início das investigações em acompanhar os criminosos devido ao esquema de distribuição das armas e da droga. Assim que chegava, o material era rapidamente separado e colocado em um comboio. Em seguida, os veículos se separavam pela zona rural do estado, o que dificultava o rastreamento pelas autoridades.

Na avaliação dos investigadores, o grupo se aproveitou da rota da droga para traficar também armas.

— O bando estava aproveitando a logística do transporte de drogas para carregar o armamento. No Brasil, as armas e as drogas eram pulverizadas para outras organizações criminosas. Percebemos a movimentação deles na véspera e conseguimos identificar o imóvel que eles usariam para receber a mercadoria — disse o delegado Fábio Sandrin.

Os policiais cercaram o sítio e conseguiram prender três suspeitos. No caminhão de um deles foram encontrados dez fuzis, sendo um tipo AR 10, 6 FAL calibre 7.62, um AK calibre 7,62 e dois SIG ponto 30. A presença de insígnias do exército boliviano seriam um indicativo de onde elas foram desviadas até chegar nas mãos dos criminosos de São Paulo.

Se confirmada a origem, os armamentos serão devolvidos às Forças Armadas do país vizinho. Foram apreendidas também 355 munições e 53 carregadores.

A droga encontrada no sítio foi avaliada em R$ 120 milhões. Os presos, com idades de 27, 31 e 42 anos, foram encaminhados à sede do Deic, onde seguem detidos. Dois deles já tinham passagem criminal e seriam os responsáveis por cuidar da logística e do armazenamento das drogas e armas.

Fonte: OGLOBO

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Segurança

Entregador é morto em Jacarepaguá; família diz que milicianos o mataram ao ver foto com arma de gel

por Redação 1 de outubro de 2024

A Polícia Civil está investigando a morte do entregador Pedro Henrique Figueiredo da Silva, de 27 anos, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

A suspeita é que ele foi morto depois que milicianos encontraram uma foto do rapaz segurando uma arma de gel. O brinquedo dispara bolinhas de gel e virou febre nas comunidades do Rio.

Segundo a família, Pedro Henrique, que trabalha como entregador de aplicativo e também como mototaxista, estava levando uma passageira da Cidade de Deus para a Rua Araticum, em Jacarepaguá.

No trajeto, eles foram parados por milicianos que pediram para ver o celular do rapaz. Os criminosos encontraram uma foto dele segurando uma arma de gel e teriam confundido com uma arma de verdade.

Os milicianos controlam a região para onde a passageira estava indo e pertencem a um grupo rival da Cidade de Deus.

Os criminosos ficaram com o celular, documentos e a moto do rapaz. Segundo testemunhas, o veículo foi visto circulando pela região de Rio das Pedras sem placa. O Pedro Henrique deixou dois filhos pequenos. O corpo está no Instituto Médico Legal (IML) e deve ser liberado ainda nesta terça-feira (1°).

Nesta segunda-feira (30), o secretário de Segurança Pública do Rio, Victor dos Santos, alertou para o perigo dessas armas de brinquedo serem confundidas com armas de verdade.

“São brinquedos que estão sendo pintados para se parecerem mais com armas de fogo. A gente alertou o risco que esses adolescentes têm por usarem esses brinquedos porque alguém pode ver essa brincadeira e achar que pode ser um grupo armado. O alerta que a gente faz é que tenham cuidado ao pintar essas armas e, principalmente, o uso delas em vias públicas”, afirmou o secretário

A Delegacia de Homicídios está investigando o caso e informou que diligências estão em andamento para identificar os autores.

A PM disse que o corpo foi encontrado na Avenida Ayrton Senna, próximo a Lagoa de Jacarepaguá, com disparos de arma de fogo. A Secretaria de Segurança Pública informou que não há proibição na comercialização de armas de gel, mas alertou para o risco desse tipo de brincadeira.

Fonte: G1

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Segurança

Torcedores do Fluminense são presos suspeitos de agredir mulher grávida e o marido dela

por Redação 26 de setembro de 2024

Dois torcedores do Fluminense foram detidos suspeitos de agredir um casal atleticano após a partida de futebol contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte, nesta quarta-feira (25).

De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar (PM), a mulher está grávida de três meses. Segundo a PM, eles assistiram ao jogo em um bar e seguiam para o ponto de ônibus, quando a confusão aconteceu.

O documento policial conta que o atrito se iniciou após o casal e os fluminenses começarem a discutir por causa do resultado da partida. Nesse momento, um dos torcedores deu um soco no rosto da gestante.

As vítimas relataram que tentaram se proteger dentro da recepção de um hotel, mas mesmo assim foram agredidos com socos e chutes.

Segundo os militares, um dos suspeitos disse que estava na porta do local, onde estava hospedado, e a mulher grávida começou a insultá-lo e o agrediu com um soco. Ao contrário do que mostra o vídeo, os dois torcedores negaram ter batido nela.

A mulher teve um corte na testa e escoriações no ombro direito. O homem, um corte no supercílio e também se queixava de dores na cabeça e no corpo.

Os feridos foram levados para o Hospital Municipal Odilon Behrens. Os suspeitos, para a Central Estadual do Plantão Digital.

Fonte: G1

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Segurança

Adolescente baleada na Maré consegue ficar de pé; ‘Obrigada por este milagre, Senhor’, agradece tia

por Redação 20 de setembro de 2024

Recém-operada após ser baleada no Complexo da Maré, a adolescente Valentina Betti Simioni, de 14 anos, conseguiu ficar de pé no hospital e abraçou sua tia, a influenciadora e empresária Kamila Simioni. Em seu perfil no Instagram, Kamila agradeceu a Deus “pelo milagre” e também a equipe de Saúde do Getúlio Vargas que está assistindo a jovem. Em nota, a direção da unidade informou que Valentina “está estável. Sua evolução vem sendo acompanhada por uma equipe multidisciplinar, com cirurgiões gerais, neurocirurgiões e intensivistas. A família da jovem também recebe apoio dos serviços de assistência social e de psicologia do hospital.”

Na tarde de quinta-feira, a Polícia Civil informou que já identificou os dois responsáveis pelos disparos que feriram a adolescente, na Baixa do Sapateiro, no Complexo da Maré. A jovem foi baleada após seu pai, Michel Simioni, ter errado o caminho ao tentar retornar à Linha Amarela.

“Tão logo tomaram conhecimento do fato, equipes da 21ª DP (Bonsucesso) e da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) iniciaram diligências que permitiram a rápida identificação dos envolvidos”, diz a nota da Polícia Civil. O texto acrescenta que as investigações estão em andamento, com diligências contínuas, e seguem sob sigilo.

‘Quando você vê, já está lá dentro’
Valentina foi atingida na região lombar. Em entrevista ao RJTV, da Rede Globo, o pai da adolescente contou que a filha deixou o CTI na manhã de quinta-feira e já conversa e mexe no celular.

“A gente veio, o dia estava feliz. A gente saiu de lá por volta de 9h da manhã, íamos para a praia. Eu acho, eu não sei o motivo, mas o GPS já recalcula a rota te enviando pra dentro daquela comunidade. E aí, às vezes você já está distraído e, quando vê, já está lá dentro”, disse ao RJTV.

Michel Simioni contou ainda que os bandidos dispararam seis ou sete tiros. Ele perguntou à filha se ela tinha sido atingido e, inicialmente, ela respondeu que não. Quando já haviam saído da favela foi que ela afirmou “papai, tomei um tiro, sim”. O pai contou que ficou desesperado e acelerou.

Vários amigos e parentes deixarem mensagens de apoio para Valentina nos stories da página da jovem no Instagram. ‘Valentina significa valente, forte, vigorosa, cheia de saúde” diz uma das mensagens.

“Eu tenho fé que logo logo você sairá do hospital com saúde e estaremos todos juntos, os sobrinhos, as irmãs comemorando sua vida”, diz outra mensagem.

Michel e a filha são mineiros e vieram ao Rio para ir ao consulado americano no Centro do Rio, para tirar o visto. A adolescente foi baleada quando retornavam para a Barra da Tijuca, onde estavam hospedados.

Entenda o caso
Pai e filha estavam numa Mercedes, modelo GLA, preta. Quando tentavam retornar para a Linha Amarela, o pai entrou por engano na Avenida Guilherme Maxwell, atrás do Centro de preparação de oficiais da reserva (CPOR). A região onde entraram é conhecida como Tijolinho e faz parte da comunidade Baixa do Sapateiro, dominada pelo Terceiro Comando Puro (TCP). Ela é uma das 16 que compõem o Complexo da Maré.

Ao passarem pela avenida Guilherme Maxwell, esquina com Rua da Gratidão, Michel e Valentina foram abordados por bandidos armados com fuzis, que estavam num automóvel HRV azul, de placa não anotada.

Os criminosos ordenaram ao motorista que parasse o veículo. Assustado, Michel acelerou e fugiu. Os bandidos, então, atiraram na direção do veículo, acertando a adolescente.

Ao sair da comunidade, o motorista encontrou uma viatura do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) na Avenida Brasil e pediu ajuda. Eles foram, então, levados até o hospital. Policiais da 21ª DP (Bonsucesso) foram até a unidade de saúde ouvir o depoimento de Michel. Agentes tentam identificar os bandidos que abordaram os ele e a filha.

Fonte: OGLOBO

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