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Categoria:

Segurança

Segurança

‘Golpe do Pix 2.0’: Polícia Civil do RJ alerta para falsos aplicativos de banco que geram comprovantes de transferências inexistentes

por Redação 26 de agosto de 2024

A Polícia Civil do RJ alerta para uma nova modalidade do Golpe do Pix, agora com aplicativos falsos de banco.

Segundo a 62ª DP (Imbariê), comerciantes são o alvo preferencial dos estelionatários. Uma das vítimas teve um prejuízo de R$ 19 mil.

Como é o Golpe do Pix 2.0
Na hora de pagar, o golpista abre o app fake, que se parece muito com o original do banco;
O app simula todas as telas do processo de transferência via Pix, com campos para destinatário, data e valor;
No fim, o programa falso gera o comprovante dessa “transação”, e o estelionatário o apresenta para o lojista e sai depressa, antes que a vítima perceba que foi um golpe — porque nada vai cair na conta dele.

O delegado Gabriel Poiava, titular da 62ª DP, pede que quem foi lesado procure a polícia.

“Caso você tenha sido vítima dessa fraude, procure uma delegacia, leve todas as informações que você tenha em relação ao suposto fraudador, inclusive esse comprovante falso. A gente faz o registro de ocorrência por estelionato e, certamente, a Polícia Civil tentará identificar os meios para conseguir prender essa organização criminosa”, disse.

Receptador foi preso
Um caso recente foi descoberto pela 12ª DP (Copacabana), e um homem foi preso por receptação.

O dono de uma loja de materiais de construção relatou um prejuízo de quase R$ 19 mil após atender a 4 pedidos on-line de um cliente que se identificou como “engenheiro Fernando Estevão”.

Em todas as vendas, o suposto engenheiro enviou comprovantes de Pix bastante parecidos com os de um banco, e o lojista acabou liberando as mercadorias para motoristas de aplicativos indicados pelo estelionatário. Só depois o dono do estabelecimento viu que era um golpe.

O “engenheiro” tornou a procurar a loja e fez um novo pedido, este de R$ 19 mil, mais uma vez apresentou um comprovante fake e avisou que um motorista iria buscar os produtos. O dono confirmou que nada tinha entrado em sua conta e chamou a polícia.

Uma equipe da 12ª DP seguiu o carro de aplicativo até o destinatário, que informou ter sido contratado por Carlos Alberto de Souza para receber a encomenda.

Carlos foi encontrado saindo de uma escola e alegou ter comprado os materiais do “engenheiro” em uma plataforma on-line, apesar de estranhar os preços baixos. Ele também confessou que revendia parte dos produtos em feiras locais.

Fonte: G1

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Segurança

PCC lavou dinheiro com agentes de jogadores de grandes clubes, aponta investigação do MP

por Redação 20 de agosto de 2024

Promotores do Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo têm em mãos mensagens, contratos e o depoimento do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, de 38 anos, que acusa dirigentes ligados a empresas que cuidam da carreira de jogadores de futebol de lavar dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Os crimes investigados por enquanto não têm relação com atletas, cartolas e clubes, mas o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apura se a origem dos recursos para a negociação de atletas foi o tráfico de drogas.

No acordo de delação, Gritzbach trata da atuação do empresário de futebol Danilo Lima de Oliveira, o Tripa, da Lion Soccer Sports. Ele ainda teria participação na UJ Football Talent.

Outro empresário apontado pelo delator como relacionado à lavagem de dinheiro do PCC é Rafael Maeda Pires, o Japa do PCC, que teria participado do cotidiano das decisões da FFP Agency Ltda, do empresário Felipe D’Emílio Paiva, até ser assassinado no ano passado.

Procuradas, a FFP disse não ter conhecimento da delação e a Lion não foi localizada.

As três empresas investigadas são nomes de porte nesse segmento que agenciam ou já agenciaram jogadores como Emerson Royal (atualmente no Milan), Eder Militão (Real Madrid), Bremer (Juventus), Du Queiroz (ex-Corinthians e agora no Grêmio) e Igor Formiga (também ex-Corinthians e agora defendendo o Novorizontino).

São citados ainda na investigação do MPE Gustavo Scarpa (Atlético-MG), Felipe Negrucci e Caio Matheus (ambos da base do São Paulo), Marcio Bambu (aposentado), Guilherme Biro (Corinthians) e Murillo (ex-zagueiro do time do Parque São Jorge e hoje no Nottingham Forest, da Inglaterra). Todos eles aparecem nas páginas oficiais das duas empresas investigadas como sendo clientes ou ex-clientes.

Gritzbach, o empresário delator, está no centro de uma das maiores investigações feitas até hoje sobre a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas em São Paulo, envolvendo os negócios da facção paulista na região do Tatuapé, bairro da zona leste paulistana.

Acusado pelo PCC de ter dado um desfalque de R$ 100 milhões em bitcoins nas finanças da facção, Gritzbach resolveu apresentar sua versão sobre os negócios do crime organizado no futebol ao assinar um acordo de delação premiada com o Gaeco.

Um de seus anexos é o chamado PCC Futebol Clube. A delação foi proposta pela defesa em setembro de 2023. O Gaeco concordou com a delação e o acordo homologado pela Justiça em abril de 2024.

Segundo a delação de Gritzbach, o empresário Danilo Lima de Oliveira, o Tripa, da Lion Soccer Sports, colocaria parte de seus jogadores na agência UJ Football Talent, que “não teria lastro financeiro, se enquadra no Simples e possui vários jogadores”.

Segundo o delator, Tripa não é dono da empresa, mas tem participação. O sócio é o ex-atleta Ulisses Jorge.

A UJ Football se define como uma “assessoria esportiva com expertise internacional em promover sonhos de atletas desde 2010”. O principal cliente é Éder Militão, zagueiro revelado pelo São Paulo e que hoje defende o Real Madrid e a seleção brasileira.

O delator diz que Danilo agenciou outros jogadores, como Emerson Royal, Marcio Bambu, Guilherme Biro, Du Queiroz e Murillo Santiago. O empresário Ulisses Jorge não foi localizado pela reportagem.

Já a FFP Agency Ltda., a outra empresa apontada pelo delator como relacionada aos acusados de lavar de dinheiro do PCC, agencia, segundo os dados do acordo de delação com o Ministério Público, os jogadores Caio Matheus, Felipe Negrucci, Du Queiroz e Igor Formiga.

Como prova da ligação da empresa com integrantes do PCC, o delator entregou cópias de conversas de WhatsApp do empresário Felipe D’Emílio Paiva com o Rafael Maeda Pires, o Japa do PCC, um dos homens fortes da facção, encontrado morto na garagem de um prédio no Tatuapé em 2023.

Gritzbach afirmou que conheceu Maeda como piloto de fórmula HB20 e vendedor de carros

Ao Estadão, A FFP disse que “não tem conhecimento da alegada delação” e que “todas as transações realizadas são pautadas na transparência e na legalidade”.

Nas conversas, Maeda e Felipe tratam da contratação de jogadores e da assinatura de contratos, além de pagamentos em real e euro. Há fotos de jogadores e de montes de dinheiro.

Existem ainda menções sobre negociações de atletas com o ex-presidente do Corinthians Duílio Monteiro Alves e com o ex-técnico do sub-20 do time, o ex-jogador Danilo, a quem pediriam referência sobre atletas.

Ao Estadão, por meio de sua assessoria, Duílio afirmou que “nunca manteve relação pessoal nem comercial com Japa”. Também disse não ter trocado mensagens com Japa.

O dirigente alegou que, por ter sido presidente do Corinthians, um dos maiores clubes do País, era normal que seu nome fosse citado muitas vezes em negociações de atletas.

O Corinthians disse que recebeu “com enorme surpresa a notícia da possibilidade de atletas supostamente agenciados por integrantes do crime organizado terem formalizado contratos com o clube” e ressaltou que tais contratos teriam sido celebrados anteriormente à gestão atual.

O clube também afirmou que está “à disposição para fornecer quaisquer documentos que as autoridades reputem importantes e, também, prestar qualquer esclarecimento necessário à completa apuração dos fatos”.

O Estadão procurou São Paulo, Grêmio, Novorizontino e Atlético-MG. Os tricolores paulista e gaúcho afirmaram que não vão se posicionar, enquanto os outros dois clubes não deram retorno.

Também entrou em contato com Real Madrid, Milan, Juventus e Nottingham Forest, mas devido ao fuso horário na Europa o expediente já tinha sido encerrado.

Caso os clubes se manifestem sobre a delação envolvendo empresas que agenciam ou agenciaram seus atletas, as informações serão imediatamente acrescentadas à reportagem.

Por fim, Gritzbach entregou aos investigadores comprovantes de pagamentos feitos pela FFP para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para mostrar que Maeda tinha conhecimento do cotidiano da empresa. Para ter licença da Fifa e poder operar no Brasil, um empresário de jogador ou dono de empresa que agencia atletas tem de pagar R$ 8 mil – uma única vez – e R$ 250 a cada atleta registrado.

Sequestro e morte
Maeda e Tripa são suspeitos de agir a mando de um dos maiores traficantes do PCC: Anselmo Bechelli Santa Fausta, o Cara Preta ou Magrelo, lavando recursos da venda de entorpecentes.

Gritzbach afirma que Tripa é ligado à facção e participou ao lado de Maeda do sequestro do qual ele foi vítima, quando o PCC ameaçou matá-lo em razão justamente do assassinato de Anselmo, ocorrido em 27 de dezembro de 2021, no Tatuapé. Gritzbach é acusado de ser mandante do crime – ele alega inocência.

Gritzbach teria sido levado para um imóvel do tribunal do crime. Tripa, segundo ele, obrigou o empresário a telefonar para sua família para se despedir.

E pôs luvas cirúrgicas dizendo que iria esquartejá-lo, exibindo à vítima o filme em que outro acusado do crime, Noé Alves Schaum, foi esquartejado por um integrante do PCC conhecido como Klaus Barbie, uma referência ao oficial nazista que atuou na França ocupada durante a 2ª Guerra, onde se tornou o Carniceiro de Lyon.

A cabeça de Schaum foi deixada na mesma praça onde Cara Preta e seu motorista, Antonio Corona Neto, o Sem Sangue, foram executados. Já o corpo foi deixado em Suzano, na Grande São Paulo.

Solto pelo tribunal do crime da facção com o compromisso de devolver o dinheiro das bitcoins, Gritzbach acabou preso pela polícia.

Atualmente, ele está em prisão domiciliar e escapou de um atentado em que um tiro de fuzil foi disparado contra a janela de seu apartamento na véspera do Natal de 2023, quando já negociava a delação premiada. Tanto Tripa quanto Maeda negaram as acusações quando foram ouvidos pela polícia em 2022.

Agora, os promotores estão ouvindo o delator para recolher mais provas sobre o suposto esquema de lavagem de dinheiro e compreender como os recursos do tráfico internacional de drogas eram esquentados no negócio de compra e venda de atletas.

Fonte: folhape

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Segurança

Disputa em Vila Isabel tem traição entre facções e ex-aliado morto no ataque em praça lotada

por Redação 19 de agosto de 2024

A Polícia Civil investiga se as disputas entre traficantes do Terceiro Comando Puro e do Comando Vermelho estão por trás das quatro mortes na praça Barão de Drummond, em Vila Isabel, na noite de domingo (18).

Os agentes apuram se o principal alvo dos bandidos seria o traficante Pedro Henrique Barbosa, conhecido como Marreco ou V7, um dos chefes do tráfico do Morro dos Macacos, que pertence ao TCP.

Uma investigação da 20ª DP(Vila Isabel) revelou que, no início deste ano, traficantes do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, foram para o morro São João, no Engenho de Dentro, dominado pelo Comando Vermelho.

O motivo seria a insatisfação com o valor pago pelo traficante Scooby, chefe do tráfico no Morro dos Macacos.

Durante a investigação, uma testemunha revelou à polícia que sete traficantes saíram do Morro dos Macacos e foram para o morro dominado pela facção rival. A investigação chegou aos nomes ou vulgos de cinco deles :

  1. Brando Endresson de Oliveira Lins, o “Dadal”
  2. Welerson Gonçalves de Jesus, o “Cara Fina”
  3. Pedro Paulo Lucas Adriano do Nascimento, o “Titauro”
  4. Tallison Ferreira de Souza, o “Cuca”
  5. Traficante não identificado, vulgo “Jilozinho”


Os traficantes, agora do Morro São João, teriam sido responsáveis pelos ataques sistemáticos e tentativas de invasão ao Morro dos Macacos.

Quatro mortos

Quatro pessoas morreram e uma quinta teve morte cerebral confirmada após um ataque a tiros em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, no fim da noite de domingo (18). O caso aconteceu na Praça Barão de Drumond, conhecida como Praça Sete, nas proximidades do Morro dos Macacos — controlado pelo Terceiro Comando Puro (TCP). O vídeo abaixo mostra correria e gritos no momento do tiroteio.

Segundo informações apuradas pela TV Globo, ocupantes de carros e motos passaram pelo local, onde estava sendo realizado um evento, e atiraram contra um grupo de pessoas.

De acordo com as primeiras informações, os criminosos que atiraram são do Morro do São João, no Engenho Novo, também na Zona Norte, que é controlado pelo Comando Vermelho (CV).

Vítimas
Duas pessoas morreram no local. Segundo a Polícia Civil elas são: Gabriel Pereira Cândido, de 24 anos, e Pedro Henrique Pereira dos Santos, de 18.

Pedro Henrique Barbosa da Conceição, de 18 anos, foi levado para o Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), também em Vila Isabel, mas, não resistiu aos ferimentos. Segundo a polícia civil, ele era conhecido como Marreco ou V7, e seria integrante do tráfico de drogas na comunidade.

Thailon Martins Lucas, de 17 anos, foi levado para o Hospital Federal do Andaraí, mas, também não resistiu aos ferimentos.

Já Wallace de Oliveira Cláudio, de 35, teve morte cerebral, de acordo com a direção do Hospital do Andaraí.

Outras duas pessoas continuam internadas no Hospital do Andaraí. Daniel Carvalho de Souza, de 33, e Juan Victor Pereira.

Fonte: G1

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Segurança

Advogado de Adélio Bispo e do caso Bruno é dono de avião onde a PF apreendeu meio milhão

por Redação 19 de agosto de 2024

O advogado criminalista Fernando Costa Oliveira Magalhães, que já defendeu Adélio Bispo, autor da facada contra Bolsonaro, e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o “Bola”, condenado pela morte de Eliza Samudio, é dono do avião onde a PF (Polícia Federal) apreendeu mais de meio milhão de reais, em Belo Horizonte. A informação foi confirmada à reportagem por fontes ligadas à investigação, nesta sexta-feira (16).

Procurado pela RECORD Minas, Magalhães negou que tenha relação com o montante e disse que não estava na aeronave. O advogado afirmou que o dinheiro pertence a um homem que o piloto deu carona no bimotor. Ainda segundo o criminalista, o responsável pelos valores afirmou que as cédulas seriam provenientes da negociação de uma casa. “A aeronave está legalizada e regular, tendo sido liberada juntamente com o piloto no mesmo ato”, completou o dono do avião.

Ao todo, foram apreendidos R$ 583 mil. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (16), a PF informou que o valor estava com dois passageiros de uma das aeronaves inspecionadas durante operação no Aeródromo Carlos Drummond de Andrade, conhecido como Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. O avião havia chegado de São Paulo. A dupla foi levada para prestar esclarecimentos e o dinheiro apreendido, por estar “sem comprovação da origem”. De acordo com o advogado Fernando Costa Oliveira Magalhães, o dinheiro estava na bagagem pessoal do passageiro convidado pelo piloto.

A operação que chegou ao dinheiro tinha como foco fazer vistoria nos hangares do aeroporto. Durante a ação, empresas que atuam no local foram notificadas por irregularidades.

O avião envolvido na ocorrência é um bimotor EMB-810C, da Embraer, fabricado em 1980. A aeronave de prefixo PT-RDK tem capacidade para transportar sete pessoas. Segundo dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a aeronave não pode ser usada para táxi aéreo.

Sobre a operação nos hangares, a administração do Aeroporto da Pampulha afirmou que opera em plena conformidade com as normas de segurança da Anac e que apoia a PF nas inspeções de rotina. A gerência ainda informou que não teve acesso ao relatório das irregularidades encontradas pela PF.

Histórico
Em junho deste ano, o advogado criminalista Fernando Costa Oliveira Magalhães foi alvo de outra operação da Polícia Federal. Na época, o inquérito apontou que o advogado teria ligação com empresas de fachada criadas para lavar dinheiro de organizações criminosas. Os crimes foram negados por ele.

Fonte: r7

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Segurança

Golpe do ‘PIX errado’: bancos alertam para aumento de ocorrências; saiba como se proteger

por Redação 16 de agosto de 2024

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) fez um alerta nesta semana sobre o uso do Mecanismo Especial de Devolução (MED) do PIX por criminosos para realizar o golpe do “PIX errado”. (entenda como funciona o golpe mais abaixo)

O MED é um recurso do PIX ativo desde 2021, criado para facilitar as devoluções em caso de fraudes. Ele serve para bloquear os recursos na conta recebedora após uma reclamação de fraude ou de envio de recursos por engano, para que o banco avalie o caso de forma detalhada e possa devolver o dinheiro, se necessário.

Segundo dados do Banco Central do Brasil (BC), já foram registrados mais de 2,5 milhões pedidos de devolução por fraude feitos pelo MED neste ano até julho.

Entenda nesta reportagem como funciona o golpe do “PIX errado” e veja como se proteger.

Como funciona o golpe do ‘PIX errado’?
? O fraudador descobre o número de celular da vítima, que muitas vezes é cadastrado como chave PIX. Na maioria dos casos, os criminosos conseguem esse dado por meio de cadastros preenchidos na internet ou em pesquisa em redes sociais.
? De posse da chave PIX com o número de celular, o fraudador faz uma transferência para conta da vítima.
? Em seguida, o criminoso liga ou manda mensagem para a vítima, dizendo que fez um PIX errado e pede o estorno. Segundo a Febraban, o fraudador normalmente usa técnicas de convencimento para que a pessoa mande o dinheiro de volta.
? De boa-fé, a vítima aceita devolver o dinheiro. O criminoso, no entanto, não passa a chave PIX original — que fez a transferência para a vítima —, mas sim a chave PIX de uma terceira conta.
? Nesse momento, o criminoso aciona o MED, do Banco Central. “Como o PIX devolvido foi feito para uma terceira conta, diferente da conta original da transferência, as instituições entendem que essa ação é típica de golpe e podem fazer a retirada do dinheiro do saldo da conta da pessoa enganada”, informou a Febraban.
? Se tiver êxito, além de receber o dinheiro da vítima, que acredita estar fazendo a devolução dos recursos, o fraudador também recebe o valor transferido por meio do MED, deixando a vítima no prejuízo.
Como se prevenir?
Quem receber o contato de alguém pedindo o estorno de algum recurso transferido erroneamente, deverá usar uma funcionalidade própria do PIX para devolver o dinheiro.

Segundo a Febraban, o cliente deve entrar em seu aplicativo bancário e localizar a opção de devolução da transação recebida, que automaticamente envia o valor para a conta de origem.

Veja o passo a passo:

Entre na área PIX do aplicativo do banco;
Selecione a opção “Extratos”;
Clique em “Devolver”.
“A Federação também recomenda que os clientes tomem muito cuidado com a exposição de dados pessoais em redes sociais, com e-mails de supostas promoções que tenham cadastros e com mensagens recebidas em aplicativos de mensagens”, completou a Febraban, em nota.

Fonte: G1

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Segurança

‘Amor, fica calma que é a polícia’, disse viúvo de mulher morta na Avenida Brasil por disparo de policial

por Redação 12 de agosto de 2024

O corpo da cozinheira Elaine Esteves Pereira, 39 anos, morta pelo disparo de um policial civil após o carro que ela estava com o marido bater na traseira de um veículo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) na Avenida Brasil, era velado, na manhã desta segunda-feira (12), no Cemitério Parque da Paz, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Abalado, o viúvo Carlos André Alves de Almeida, de 48 anos, conta que o casal estava sendo perseguido por outro carro e lembra que chegou a ficar aliviado ao avistar o carro da polícia.

“Eu achei que quando chegou ali a gente estava a salvo desse veículo que estava colidindo com a gente. Falei: ‘Amor, fica calma que é a polícia’. Achei que a polícia era a nossa salvadora, mas o que aconteceu foi uma tragédia maior”, lamentou o viúvo, que lembrou que assim que os disparos pararam a esposa reclamou que estava passando mal.

A mulher ainda conseguiu abrir a porta do carro, se soltar do cinto, mas, segundo o marido, começou a desfalecer no local.

“Ela conseguiu soltar o cinto, abrir a porta, e foi desfalecendo ali no canteiro, ali no barranco”, lembra o marido, que na hora achou que a mulher houvesse desmaiado.

Não foi a primeira vez que a família da jovem sofre com a violência. Há 5 anos, um primo de Elaine foi morto em um tiroteio na Rodovia Presidente Dutra.

“Essa é a segunda vez que a minha família passa por isso. Não vamos suportar. Tem cinco anos que tiraram o meu sobrinho de 26 anos e ninguém fez nada. Foi na Dutra, o único filho do meu irmão. A polícia não fez nada. Ele tinha vindo do Equador para fazer a festa de 15 anos da irmã, em Nova Iguaçu, e quando voltava de uma festa e foi morto em uma abordagem da polícia. Agora, de novo isso. Tem que pegar a pessoa que fez isso. Tem que ter preparo para os policiais”, lamentou Rosângela da Silva Esteves Paiva, 58 anos, mãe de Elaine.

Sem conseguir conter as lágrimas, ela conta que a filha faria aniversário dia 13 de setembro e no mesmo dia iria oficializar a união.

“Ela iria fazer uma festa, que era o sonho de uma festa aos 40 anos. Ela estava com o vestido de noiva e o boque comprado para casar no mesmo dia. Eu não sei o que falar, não sei o que fazer. Eu respiro por ela e quero que Deus me leve para ficar com ela”.

Elaine deixa duas filhas e, durante o velório, Márcia Eduarda Pereira de Jesus, de 24 anos, gritava e lamentava.

“Eu te amo, eu te amo. Mãe, levanta daí. Mãe, por favor, acorda. Diz que é mentira. Meu Deus, meu Deus”.

A jovem, que pede punição para quem tirou a vida da mãe, também chorava muito. “A minha luz, a minha melhor amiga. Mas, não me deixa. Tá doendo muito. Me desculpas por alguma coisa, mãezinha”, dizia a moça ao lado do corpo da mãe.

Perseguição
A morte foi na altura de Barros Filho, na Zona Norte do Rio. Elaine e o marido haviam saído de uma festa. No caminho pela Estrada da Água Branca, um homem em outro carro parou ao lado e pediu que encostassem porque o casal teria batido no carro dele.

Carlos André afirma que nem ele nem a mulher perceberam o acidente e que ficaram com medo de parar, às 3h da manhã, e resolveram acelerar.

O outro carro foi atrás e, segundo Carlos André, chegou a bater na traseira deles de propósito. Ao tentar fugir, o marido de Elaine disse ter perdido o controle em uma curva ao chegar na Avenida Brasil, Foi quando bateu no comboio da DH.

Em nota, a Polícia Civil afirma que o carro estava “em fuga” e citou a proximidade com a comunidade de Parada de Lucas. Segundo a polícia, os tiros foram dados para “interromper a investida repentina e violenta”.

O que diz a Polícia Civil
Caso é investigado pela Polícia Civil. Veja abaixo a nota:

“A Delegacia de Homicídios da Capital – DHC, informa que, durante os trabalhos ordinários realizados pelo Grupo Especial de Local de Crimes-GELC, nesta madrugada do dia 11/08/2024, por volta das 03h30min, a equipe de policiais foi surpreendida por uma colisão, na qual um veículo em fuga atingiu uma das viaturas do comboio policial, na Avenida Brasil, próximo ao Trevo das Margaridas, nesta cidade, ao lado de um dos acessos da comunidade de Parada de Lucas.

Os policiais efetuaram disparos de arma de fogo para interromper a investida repentina e violenta do veículo contra o comboio.

Após estabilização da situação, os agentes constataram que uma pessoa do sexo feminino teria sido alvejada. Imediatamente, acionaram o socorro médico, porém a mesma não resistiu aos ferimentos e veio a óbito ainda na localidade.

Apurou-se que o veículo que colidiu com a viatura da polícia estava em fuga, tendo em vista que se envolvera, momentos antes, numa outra colisão de trânsito.

Todos os envolvidos na ocorrência foram conduzidos para a Delegacia de Homicídios, e a CGPol, de imediato, acionada para conduzir as investigações.

A perícia de local foi realizada por uma equipe de peritos do ICCE/Sede.”

Fonte: G1

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Segurança

Mãe diz que filho morreu após agressão de médico no Hospital Lourenço Jorge: ‘Assassinado’, diz

por Redação 12 de agosto de 2024

A mãe de Richard Ferreira da Cruz, de 20 anos, diz que as agressões de um médico causaram a morte do jovem dentro do Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Richard deu entrada no sábado (10) à noite com um ferimento de faca no pescoço que, segundo ela, já estava “estabilizado” quando começou uma confusão e um soco acertou o local ferido.

No domingo (11), o caso – inicialmente registrado pela 16ª DP (Barra da Tijuca) – passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios.

Em nota, o hospital diz que Richard atacou os profissionais de saúde, que precisaram adotar “medidas de proteção”. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ferimentos prévios por uma “arma branca” causaram a morte. A identidade do médico não foi divulgada.

O que diz a mãe
Alessandra contou que ele deu entrada na unidade após ser vítima de um assalto e ter levado uma facada no pescoço. Segundo ela, o filho recebeu atendimento e estava no quarto quando a família recebeu uma ligação do hospital, no início da madrugada de domingo (11), informando que o filho estava muito agitado.

Ela disse que foi ao local e explicou para a equipe do plantão que o filho sofria de depressão e bipolaridade. A mãe contou que pediu que o filho fosse sedado. Foi quando, segundo ela, ele levantou da cama e disse que iria embora.

À polícia, ela relatou que uma enfermeira deu uma advertência a Richard, dizendo que ele precisava ficar deitado. Em seguida, segundo a mãe, um médico, de forma agressiva, gritou com o filho, dizendo que ele não podia se comportar daquela maneira.

De acordo com a mãe, o filho foi, então, na direção do médico, que o teria agredido com chutes e socos, reabrindo a ferida causada pela facada.

“Começou a dar golpes e pegou o meu filho duas vezes (…) Um deles [um soco] pegou e acertou em cheio a veia”, disse.

A mãe disse que ainda tentou impedir a agressão, mas disse que foi ameaçada pelo médico.

O paciente teria começado a sangrar e foi levado para a sala vermelha. Depois de ser retirada da sala, Alessandra foi para a delegacia registrar a agressão. Quando voltou para o hospital, algumas horas depois, foi informada que o filho estava morto.

A íntegra da nota da Secretaria Municipal de Saúde:

“A direção do Hospital Municipal Lourenço Jorge (HMLJ) esclarece que, na noite deste sábado (10), por volta das 21h30, o paciente deu entrada na unidade trazido pelo Corpo de Bombeiros após sofrer lesão por arma branca com sangramento intenso.

É importante destacar que o paciente se apresentava agitado e agressivo e, conforme o relato da equipe de plantão, ele atacou os profissionais de saúde, que precisaram adotar medidas de proteção até conseguir contê-lo e encaminhá-lo à sala vermelha. Devido ao intenso sangramento, o paciente não resistiu e, infelizmente, veio a óbito.

Por se tratar de caso de violência – ferimento por arma branca, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e a situação foi comunicada à polícia para investigação.”

Fonte: G1

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Segurança

Brasil é o 2º país mais afetado com roubo de cartões de pagamento; veja como se proteger

por Redação 2 de agosto de 2024

O Brasil é o segundo país mais afetado no mundo com o roubo de cartões de pagamento, indicou uma pesquisa feita pela NordVPN.

Os dados apontam que mais de 600 mil cartões de pagamento foram comprometidos em todo o mundo, e tiveram suas informações vendidas na dark web. Do total, mais de 39 mil foram roubados do Brasil.

A dark web consiste em redes anônimas que necessitam de programas especiais para serem acessadas e que abrigam uma série de sites que disponibilizam dados extraviados de outras fontes.

De acordo com a pesquisa, o país com maior frequência de roubo de informações de cartões de pagamento é os Estados Unidos.

Veja o top 5:

Estados Unidos: 73.001 cartões com informações roubadas;
Brasil: 39.334 cartões com informações roubadas;
Índia: 35.285 cartões com informações roubadas;
México: 26.680 cartões com informações roubadas;
Argentina: 25.283 cartões com informações roubadas.
Entenda nesta reportagem como acontecem os roubos de dados e veja como se proteger.

Como acontecem os roubos de dados?
Segundo a NordVPN, o processo de roubo de dados começa com a instalação de um malware — um tipo de software malicioso, projetado para explorar vulnerabilidades em redes e dispositivos.

Essa instalação pode acontecer de diversas formas, como:

E-mails de phishing, em que golpistas enviam a mensagem com o intuito de enganar a vítima para conseguir informações confidenciais;
Downloads de softwares infectados;
Acesso a sites maliciosos, entre outros.
“Essas ferramentas maliciosas podem ter origem em várias fontes, incluindo arquivos infectados de mensagens de spam”, explicou a gerente geral da NordVPN no Brasil, Maria Eduarda Melo.

Uma vez instalado no dispositivo, o malware consegue coletar diversas informações sensíveis, que vão desde credenciais e logins até detalhes de cartões de crédito.

Os dados coletados são enviados diretamente para servidores de hackers, que costumam ou vender as informações que conseguiram na dark web ou já utilizá-los para operações fraudulentas.

Com essas informações roubadas, é possível fazer compras ou solicitar empréstimos no nome da vítima.

Ele cita dados de preenchimento automático e credenciais de contas de usuários como exemplo das informações conseguidas pelos criminosos.

“Essas informações adicionais abrem portas para uma gama ainda mais ampla de ataques, incluindo roubo de identidade, chantagem online e extorsão cibernética”, completou o executivo.

Segundo a pesquisa, entre os cartões roubados:

99% davam acesso a dados adicionais;
100% continham informações do sistema;
99% revelavam cookies e informações de preenchimento automático;
95% tinham credenciais salvas;
71% expunham o nome da vítima;
54% mostravam a data de vencimento; e
48% incluíam arquivos diversos do computador da vítima.

Malware por assinatura na dark web
Ainda segundo a pesquisa, os cibercriminosos têm usado ferramentas de vendas de malware por assinaturas da dark web.

Essas ferramentas normalmente estão disponíveis por valores relativamente baixos quando comparados a outros programas — custando entre US$ 100 (R$ 554,26) e US$ 150 (R$ 831,39) por mês, por exemplo — e funcionam de maneira semelhante a um streaming de vídeo.

Assim, elas permitem que indivíduos com poucos conhecimentos técnicos possam fazer roubos de informações em grande escala.

Além disso, esses provedores ainda oferecem uma espécie de SAC — o que significa que os cibercriminosos fazem um atendimento pós-venda, oferecendo orientações, guias de uso e fóruns dedicados a auxiliar novatos no crime.

O documento ainda apontou que seis em cada 10 (60%) cartões de pagamento foram roubados usando um malware chamado Redline, que é frequentemente distribuído via e-mails e mensagens de phishing, anúncios enganosos, portas USB públicas comprometidas e engenharia social.

Engenharia social é quando um criminoso usa influência e persuasão para enganar e manipular pessoas e obter senhas de acesso.

A pesquisa ainda indicou que mais da metade (54%) dos cartões roubados eram da bandeira Visa, enquanto um terço (33%) eram Mastercard. O documento justifica, no entanto, que os cartões dos provedores mais populares são roubados com mais frequência por conta do grande número de usuários que possuem.

Em nota, a Visa informou que investiu mais de US$ 10 bilhões globalmente nos últimos cinco anos para fortalecer a segurança e reduzir fraudes.

A empresa ainda reiterou que tem uma tecnologia de monitoramento de transações capaz de identificar e prevenir fraudes antes que elas ocorram, e afirmou que “muitos dos cartões oferecidos na dark web já foram cancelados, bloqueados ou substituídos”.

“A Visa está comprometida com o aumento da conscientização sobre as tendências de fraude e as boas práticas de educação financeira”, disse a empresa em nota.

Procurada, a Mastercard não havia respondido até a última atualização desta reportagem.

A pesquisa foi realizada em abril deste ano, sem acesso ou compra de detalhes individuais de cartões de pagamento ou credenciais de usuários. Os pesquisadores analisaram dados de cartões roubados que estão à venda em canais de hackers no Telegram.

Como identificar que um malware foi instalado?
Segundo Melo, da NordVPN, os sinais de que um malware foi instalado não são difíceis de perceber se a pessoa estiver atenta a eventuais mudanças no computador ou no sistema operacional.

Alguns sinais de que o dispositivo pode estar infectado são:

O dispositivo está funcionando mais lentamente do que o normal;
O dispositivo trava com frequência;
Os dados móveis de acesso à internet acabam mais rápido;
Vários pop-ups começam a aparecer;
Você começa a perceber mensagens que você não enviou nas conversas;
Aparecem aplicativos e arquivos que você não baixou;
A página inicial do navegador muda repentinamente;
Você está sendo redirecionado com frequência nos sites;
Há dificuldade em acessar arquivos;
O sistema de segurança está desativado.

O que fazer ao perceber que seus dados foram roubados?
O primeiro passo nesses casos é informar o seu banco e bloquear o cartão que ficou exposto a criminosos.

Além disso, segundo Melo, a partir do momento em que o consumidor perceber que o malware foi instalado em seu dispositivo, “é necessário isolá-lo e removê-lo imediatamente”.

O passo a passo para remover o software malicioso pode depender do dispositivo e do malware, mas, no geral, é preciso:

Deletar o aplicativo que contenha o malware;
Desconectar o dispositivo da internet. Muitos tipos de malware dependem de uma conexão com a internet para conseguir completar o ataque;
Fazer uma varredura em seu dispositivo com um software anti-vírus;
Caso necessário, executar uma redefinição de fábrica.

“Apesar de constantemente ser considerada o último recurso, uma redefinição de fábrica eliminará efetivamente quase todos os tipos de malware. Uma redefinição de fábrica limpa tudo do seu dispositivo, restaurando-o ao estado em que estava quando você o comprou”, afirmou Melo.

Como se proteger contra malwares?
Segundo os especialistas da NordVPN, alguns passos são essenciais para que as pessoas melhorem a segurança online e consigam se proteger de malwares. Algumas dicas são:

▶️ Identificar phishing

Suspeitar de e-mails que façam ofertas tentadoras demais é um passo importante para evitar cair em golpes. Para isso, alguns sinais podem ser observados para avaliar a veracidade das informações, tais como:

Erros de português no endereço de e-mail, na URL ou no texto do e-mail;
Destinatários duvidosos;
Assuntos de e-mail que buscam chamar muita atenção ou tentam trazer a sensação de urgência;
Ofertas muito tentadoras ou com descontos muito altos, entre outros.
“Nunca se deve clicar em e-mails suspeitos ou de destinatários duvidosos”, afirmou Warmenhoven.

▶️ Usar senhas fortes

Outro ponto importante para se precaver é optar pelo uso de senhas fortes e fugir das mais clichês, como de sequências numéricas ou datas de aniversário, por exemplo.

A dica, aqui, é usar senhas longas, complexas e únicas para ajudar a proteger as contas.

▶️ Autenticação Multifator

A configuração de uma autenticação multifator — também chamada de verificação em duas etapas — também pode adicionar uma camada extra de segurança às contas.

De acordo com Warmenhoven, essa configuração acaba sendo “extremamente útil se alguém obtiver credenciais e outra pessoa indevidamente”.

▶️ Evitar downloads suspeitos

A orientação principal aqui é ter cuidado ao fazer o download de arquivos que estejam anexados em e-mails desconhecidos.

▶️ Atualização de aplicativos

Segundo os especialistas, manter os aplicativos atualizados no seu dispositivo podem evitar que malwares se instalem.

“Muitos tipos de malware dependem de vulnerabilidades no sistema operacional para entrar no seu dispositivo. Certifique-se de baixar e instalar as atualizações assim que forem lançadas, pois elas contêm correções de segurança”, afirmou Melo, da NordVPN.

▶️ Usar um anti-malware

Por fim, outra dica importante é a de usar aplicativos ou sistemas anti-malware. Eles são voltados para bloquear sites perigosos e verificar arquivos durante o download para evitar infecções por esse tipo de software malicioso.

Fonte: G1

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Segurança

Saiba como polícia do Piauí recupera celulares roubados; estratégia será nacionalizada

por Redação 2 de agosto de 2024

Com a ajuda da Agência de Tecnologia da Informação do Estado do Piauí (ATI), a Secretaria de Segurança do estado criou um projeto inovador que recuperou mais de sete mil celulares roubados. O sistema utiliza um banco de dados que inclui o IMEI, o número de registro de cada aparelho. Esse código permite que a polícia localize exatamente onde está cada telefone e com quem ele está. Por meio de uma ordem judicial, as operadoras de telefonia são obrigadas a fornecer todas as informações das pessoas que habilitaram uma nova linha nesses celulares roubados ou furtados, facilitando a recuperação dos aparelhos.

Devido ao alto número de resgates, o Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou nesta quinta-feira (1º) que vai atualizar o aplicativo ‘Celular Seguro’, incorporando a tecnologia implementada no Piauí para facilitar a recuperação de celulares roubados e furtados. Esta medida visa combater os crimes de roubo de aparelhos, que no ano passado somaram mais de 937 mil registros de ocorrência, segundo dados do Anuário da Violência.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança do Piauí, foram recuperados mais de oito mil aparelhos no período de um ano e meio, cinco mil só nos primeiros cinco meses desse ano. Esse trabalho resultou em uma redução de 42% nos roubos de celulares no estado em comparação ao mesmo período do ano passado, e um aumento de quase 200% na retenção de celulares.

A próxima atualização do aplicativo ‘Celular Seguro’ permitirá que os usuários bloqueiem o chip do aparelho roubado enquanto mantêm o aparelho ativo, facilitando a recuperação posterior. O objetivo é incorporar o esquema de investigação implementado no Piauí, que conseguiu recuperar quase seis mil celulares em nove meses, reduzindo em 44% o número de furtos de telefones móveis no primeiro trimestre de 2024.

“A partir de agora o celular seguro vai contar com um botão que é o modo recuperação. Desse modo, ele não bloqueia o IMEI. A vítima do furto ou do aparelho celular vai ter a sua linha telefônica bloqueada, os aplicativos financeiros bloqueados, mas o IMEI constará em um cadastro nacional de celulares furtados e roubados que estará disponível a partir de agora para o cidadão, para que ele mesmo saiba se aquele aparelho que ele está adquirindo em uma loja ou em um comércio informal tem a procedência segura”, explicou o secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Manoel Carlos.

Estados Participantes do Protocolo
Os seguintes estados fazem parte do primeiro grupo de trabalho para expandir o Celular Seguro:

Acre
Alagoas
Amazonas
Amapá
Bahia
Goiás
Maranhão
Mato Grosso
Pará
Piauí
Fases do Novo Programa do Governo
O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou as três fases do Protocolo Nacional de Recuperação de Celulares em uma solenidade realizada nesta quinta-feira (1º) em Brasília:

Fase 1 (realizada nesta quinta-feira 1º):

Formalização da iniciativa
Assinatura de convênio com o estado do Piauí
Ingresso de outros nove estados
Fase 2:

Formação de um grupo de trabalho
Elaboração conjunta das etapas, metodologia e fluxo do protocolo
Realização de testes
Fase 3:

Implementação nacional
Ingresso de mais estados

Fonte: r7

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Segurança

Mafioso italiano da ‘Ndrangheta entrega lista de codinomes de integrantes do PCC e do CV

por Redação 30 de julho de 2024

O italiano Vincenzo Pasquino, que faz parte da ‘Ndrangheta, a máfia da Calábria, entregou a autoridades de seu país detalhes das relações da sua organização criminosa com facções brasileiras, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), incluindo uma lista codinomes usados pelos criminosos. As informações foram entregues pela Justiça da Itália a investigadores do Brasil.

Interlocutores que acompanham de perto as investigações relataram ao GLOBO que Pasquino apresentou pelo menos três codinomes usados em conversas com membros das facções criminosas brasileiras.

De acordo com os relatos dos investigadores, a lista de codinomes é importante porque, na Europa, foi possível descriptografar conversas escritas num aplicativo especial apreendido com o mafioso italiano – mas os nomes referidos são codinomes. A partir da lista será possível identificar a quem as conversas fazem referência.

Pasquino foi extraditado do Brasil em fevereiro deste ano e decidiu colaborar com a Justiça da Itália. Desde maio ele tem descrito as relações da ‘Ndrangheta com facções criminosas brasileiras em depoimentos prestados no Tribunal de Locri, na Calábria.

Na audiência, o criminoso teria descrito suas passagens por várias capitais brasileiras, reuniões realizadas com chefes do PCC e do CV, e os interesses dos italianos no transporte de cocaína a partir de portos brasileiros.

A informação de que Pasquino tornou-se delator e tem descrito as relações da ‘Ndrangheta com facções criminosas brasileiras foi revelada na semana passada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo GLOBO. O acordo de colaboração foi comunicado ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, pelo procurador italiano Giovanni Melillo, chefe da Direção Nacional Antimáfia e Antiterrorismo da Itália. Na PGR, o caso tramita sob sigilo, como forma de proteger a vida e a integridade do cidadão italiano.

Preso em maio de 2021 em João Pessoa, na Paraíba, ao lado de Rocco Morabito, o “rei da cocaína”, Vincenzo Pasquino era considerado um dos 30 foragidos mais procurados pela polícia italiana. Ele foi deportado em fevereiro deste ano após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinar a notificação do Ministério da Justiça sobre a decisão da Corte que autorizou a extradição do italiano.

O Supremo deu o sinal verde para a entrega do detento à Itália em dezembro de 2022, mas o procedimento ficou suspenso à espera da análise de um pedido de refúgio de Pasquino. Com a recusa do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), Moraes deu andamento à extradição.

Fonte: OGLOBO

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