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Segurança

Segurança

Polícia apreende celular de amigo de estudante da UnB encontrado morto a facadas

por Redação 14 de fevereiro de 2024

A Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu nesta terça-feira (13) o celular do dono da casa onde o estudante Lucas Resende Monte, de 20 anos, foi encontrado morto. O telefone pertence a um jovem de 18 anos, amigo de Lucas, e deve ajudar nas investigações do caso. O corpo do estudante foi encontrado nos fundos do quintal da casa, em um condomínio em Sobradinho, com sinais de golpes de faca no abdômen. A vítima era de aluno de educação física na UnB (Universidade de Brasília) e estava desaparecido desde o sábado (10).

Em depoimento na delegacia, o jovem relatou que ele, Lucas e outros dois amigos estavam assistindo filmes em casa depois de participarem de um bloco de Carnaval no Setor Comercial Sul. O rapaz disse que eles chegaram na residência por volta das 2h de sábado (10) e deram falta de Lucas entre 15h e 16h do mesmo dia.

Segundo o jovem, os amigos notaram a ausência de Lucas, mas observaram que ele havia deixado para trás seu celular, mochila e chaves. O proprietário do imóvel relatou que o grupo saiu para procurar Lucas, mas não conseguiu localizá-lo.

O proprietário da casa falou que Lucas ficou desconfortável depois de tentar sem sucesso se envolver romanticamente com um dos amigos dentro da casa. Após isso, O estudante se afastou do grupo e teria saído pela porta lateral. Pelo depoimento, houve consumo de drogas no local, com Lucas e os outros jovens usando LSD e maconha.

Os pais do jovem, proprietários da residência onde o corpo de Lucas foi encontrado, também foram à polícia prestar depoimento. Eles relataram que o clima na casa era de confraternização e que não notaram nada fora do comum. Os outros dois jovens presentes, um adolescente de 16 anos e uma jovem de 21 anos, também foram ouvidos durante o interrogatório.

Imagens de drone ajudarão investigação
O delegado Hudson Maldonado, responsável pela investigação do caso, disse em entrevista exclusiva à RECORD que imagens registradas por drones podem ter capturado movimentações na casa onde o estudante Lucas Resende Monte foi encontrado morto.

“Uma testemunha diz ter feito imagens com drone e, por acaso, teria conseguido captar algo que serviria para a investigação. Estamos aguardando essa pessoa para podermos ver as imagens e, com base nisso, ter auxilio para analisar as contradições entre [os depoimentos] das pessoas que estavam na casa.”

O delegado afirmou que, embora o corpo tenha sido encontrado no quintal, a polícia trabalha com a suspeita de o homicídio ter ocorrido dentro da casa.

“Foi um crime no âmbito doméstico. Ele não foi agredido fora da casa. Nem alguém entrou dentro da casa, que não tivesse sido convidado, e passou a agredi-lo”, afirmou. “Provavelmente, pode ter sido um crime praticado com dolo de ímpeto, que é um impulso que a pessoa tem e acaba cometendo um crime, com arrependimento após o fato”, completa.

O crime
O corpo de Lucas foi encontrado no quintal da casa de um amigo, dentro do condomínio Alto da Boa Vista, em Sobradinho (DF). A vítima era estudante da UnB e estava desaparecido desde o sábado (10), quando saiu para encontrar com os amigos.

Lucas era morador no Lago Norte e havia ido à casa do amigo para assistir a um filme, de acordo com familiares. Ele não entrou mais em contato com os parentes desde então. Por isso, a família registrou o desaparecimento do jovem no domingo (11).

Em nota, a UnB lamentou o caso. “Neste momento de consternação, expressamos nossas condolências à família, aos amigos e toda a comunidade da FEF [Faculdade de Educação Física]. Compreendemos a dor que essa perda irreparável causa a todos que o conheciam, e nos solidarizamos nesse momento de luto”, diz o comunicado. Lucas estudava educação física na universidade.

Fonte: r7

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Segurança

Passado o Carnaval, projeto que põe fim às saidinhas deve ser decidido pelo Senado

por Redação 14 de fevereiro de 2024

O projeto que limita as saídas temporárias de presos condenados, conhecidas como “saidinhas”, tem previsão para ser votado pelos senadores na semana após o Carnaval. Na última quarta-feira (7) foi aprovada a urgência de análise em plenário, o que suprime a necessidade de discussão na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Houve alteração do texto em relação ao que foi aprovado na Câmara. Por isso, antes de ir para sanção presidencial, a proposta precisa passar por uma reanálise dos deputados federais.

A expectativa é que todo esse processo de deliberação no Congresso seja acelerado. O projeto tramita no Legislativo há mais de uma década, mas o tema ganhou apelo após o assassinato do sargento da Polícia Militar de Minas Gerais Roger Dias por um presidiário que descumpria o prazo do benefício.

A saidinha é um benefício que se aplica aos condenados que estejam no regime semiaberto e já tenham cumprido 1/4 da pena, durante feriados, cursos ou demais atividades.

O relator da proposta é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que acolheu uma emenda do senador Sergio Moro (União Brasil-PR). A sugestão defende a manutenção da saída temporária de presos apenas nos casos para curso supletivo profissionalizante, de instrução do ensino médio ou superior.

“Acolhi a emenda que permite a autorização para estudar fora da unidade prisional a presos que não cometeram crime hediondo, ou crime com violência ou grave ameaça. O que é diferente das saídas em feriados que estão sendo proibidas para todos os presos [no projeto]. Estou colocando o nome na lei, que será Lei Sargento PM Dias”, detalhou Flávio.

Em meio à pressão dos apoiadores do processo para acelerar a tramitação, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), informou que a matéria será pautada “em momento oportuno”. O senador já sinalizou que os parlamentares promoverão mudanças focando o sistema prisional e tem defendido a revisão do Código Penal, bem como de “institutos penais que existem, com o livramento condicional, comutação, indulto, saídas temporárias”.

“[É preciso que] sejam aferidos e possam ter critérios para serem utilizados para evitar que acontecimentos como este de Minas Gerais se repitam.” Pacheco destacou a recorrência de crimes envolvendo saídas temporárias, que, segundo ele, “em vez de servirem a propósito de ressocialização, têm sido um instrumento de permitir a liberdade daqueles que não têm condição de estar em liberdade”.

Divergências
O fim das saídas temporárias encontra divergências entre os parlamentares. O requerimento de urgência na tramitação foi aprovado com os votos contrários dos senadores Paulo Paim (PT-RS), Jorge Kajuru (PSB-GO), Zenaide Maia (PSD-RN) e Randolfe Rodrigues (sem partido-AP).

O Ministério Público Federal se manifestou contra o projeto que extingue o benefício do saidão. Para o MPF, o texto do projeto é “flagrantemente inconstitucional” e a legislação prevê até cinco saídas por ano, sem vigilância direta, para visitas às famílias, o que “é importante para garantir a ressocialização dos encarcerados”.

O senador Jorge Seif (PL-SC) criticou a manifestação “Que eu saiba, o MPF não legisla. Eles estão falando que o projeto é inconstitucional. Ora, se nós estamos propondo um projeto de lei para alterar a lei, não vai ser mais inconstitucional. É lamentável que alguns membros do MPF continuem na ‘bandidolatria'”, criticou.

O texto também estabelece a exigência de exame criminológico para a progressão de regime de condenados, avaliando se o preso é capaz de se ajustar ao novo regime “com autodisciplina, baixa periculosidade e senso de responsabilidade”.

Fonte: r7

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Segurança

Senado aprova urgência para analisar projeto que acaba com a ‘saidinha’ de presos

por Redação 8 de fevereiro de 2024

O Senado aprovou, nesta quarta-feira (7), regime de urgência para analisar o projeto que extingue o benefício da saída temporária de presos, conhecido como ‘saidinha’ ou ‘saidão’. O texto agora deve ser votado diretamente pelo plenário da Casa, sem passar pela Comissão de Constituição e Justiça. Nesta terça-feira (6), a proposta foi aprovada pela Comissão de Segurança Pública.

A saída temporária é um benefício previsto no artigo 122 da Lei de Execuções Penais e se aplica aos condenados que estejam no regime semiaberto e já tenham cumprido um quarto da pena. A ideia é estimular a volta ao convívio social, liberando o preso temporariamente durante feriados e pontos facultativos.

O texto que acaba com o benefício foi aprovado pelos deputados em 2022. Com as alterações promovidas pela Câmara, o projeto precisa passar novamente pelo Senado.

A proposta prevê a realização de exame criminológico para a progressão de regime e o uso de tornozeleira eletrônica em presos dos regimes aberto e semiaberto ou em progressão para esses regimes. O relator da proposta é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que acolheu uma emenda do senador Sergio Moro (União-PR). A sugestão defende a manutenção da saída temporária de presos apenas nos casos para curso supletivo profissionalizante ou de instrução do ensino médio ou superior.

Situação no DF
Nos últimos seis anos, 1.009 presos não retornaram das saidinhas no Distrito Federal e 125 cometeram crimes durante o período de liberação temporária. Até outubro de 2023, foram 201 detentos que não voltaram das saidinhas, sendo que o sistema carcerário do DF concedeu sete saídas especiais, com o total de 12,7 mil liberações de presos, nos dez primeiros meses do ano. Os dados são de levantamento feito pelo R7 com base em dados obtidos via Lei de Acesso à Informação.

Em números absolutos, o sistema carcerário concedeu 79,2 mil liberações de detentos de 2018 até outubro do ano passado, sendo que um mesmo preso pode ter sido liberado mais de uma vez. Os dados mostram que 1,2% dos detentos não retornou das liberações e 0,1% cometeu algum crime durante as saidinhas no DF.

A reportagem questionou a Secretaria de Administração Penitenciária do DF sobre o número de detentos que seguem foragidos e também quais os crimes cometidos pelos 125 encarcerados durante as liberações temporárias. A pasta afirmou não ter os dados “consolidados” para informar.

Especialista em direito penal, Hanna Gomes explica que as saidinhas são medidas reguladas em lei e podem ser concedidas em datas específicas, como Natal e Ano Novo. “Só recebe o benefício da saída temporária aquele interno já condenado, que tiver cumprido certa quantidade da pena e estiver em regime semiaberto, apresentando bom comportamento. Podem ser concedidos até sete dias, cinco vezes a cada ano, somando um total de até 35 dias anualmente”, explica.

Nas liberações, o preso assume o compromisso de cumprir algumas condições fixadas pelo juiz, como informar o endereço onde estará e poderá ser encontrado. O detento também não pode sair durante a noite e nem frequentar bares ou casas noturnas. O descumprimento de alguma das medidas causa a perda do benefício.

“A saída temporária visa a aproximação do preso à família em datas de celebração, depois de certo tempo de cumprimento de pena e consequente afastamento da convivência social”, diz Hanna, que aponta ser “comprovado que o retorno gradativo à sociedade, pelas saídas temporárias, por exemplo, contribui para a ressocialização do preso”.

Fonte: r7

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Segurança

MPF se manifesta contra projeto que extingue saída temporária de presos em feriados

por Redação 7 de fevereiro de 2024

O Ministério Público Federal se manifestou contra o projeto que extingue o benefício da saída temporária de presos, conhecida como “saidinha”. O texto foi aprovado nesta terça-feira (6) pela Comissão de Segurança Pública do Senado e agora será encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Para o MPF, o texto do projeto é “flagrantemente inconstitucional”, e a legislação prevê até cinco saídas por ano, sem vigilância direta, para visitas às famílias, o que “é importante para garantir a ressocialização dos encarcerados”.

“O Juízo de Execução Penal segue uma série de regras específicas para a concessão das saídas temporárias a partir de minuciosa avaliação de cada caso, separadamente. Pessoas condenadas por crimes hediondos que resultaram em morte, por exemplo, não recebem o benefício. As chamadas saidinhas são importantes instrumento de ressocialização e reconstrução dos laços sociais, fortalecendo os vínculos familiares e contribuindo para o processo de reintegração social da pessoa em privação de liberdade”, diz o MPF.

A saída temporária é um benefício previsto no artigo 122 da Lei de Execuções Penais e se aplica aos condenados que estejam no regime semiaberto e já tenham cumprido 1/4 da pena, em estímulo à volta ao convívio social, durante feriados, cursos ou demais atividades.

O texto foi aprovado pelos senadores e pelos deputados em 2022. Em decorrência de alterações promovidas pela Câmara, precisou ser votado novamente pelo Senado. Agora, segue para a CCJ e depois ao plenário. Não há data definida para a análise.

O projeto prevê a realização de exame criminológico para a progressão de regime e o uso de tornozeleira eletrônica em presos dos regimes aberto e semiaberto ou em progressão para esses regimes. O relator da proposta é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que acolheu uma emenda do senador Sergio Moro (União Brasil-PR). Essa sugestão defende a manutenção da saída temporária de presos apenas nos casos para frequentar curso supletivo profissionalizante ou de de ensino médio ou superior.

Fonte: r7

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Segurança

“Estoque de drogas gourmet”, revela delegado sobre delivery de drogas que envolvia DJ

por Redação 1 de fevereiro de 2024

O Balanço Geral trouxe mais detalhes sobre os criminosos suspeitos de se passarem por entregadores de delivery para distribuir drogas que foram presos pelos policiais do Denarc (Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico), em Minas Gerais.

Um dos dois homens apreendidos teria até um cardápio de drogas, que era enviado por um aplicativo de mensagens.

Quando o cliente escolhia seu produto, o traficante colocava os entorpecentes em embalagens de sanduíches para disfarçar o que realmente continha nas mochilas para entrega. Além disso, as entregas eram realizadas sempre pela madrugada.

Segundo as investigações da polícia, o suspeito de tráfico de drogas vendia produtos de um padrão alto. “São usadas por pessoas com um poder aquisitivo maior, por conta das suas especificidades”, disse o delegado Rodolfo Machado.

O homem contou ainda que o criminoso vendia somente para clientes indicados. “Depois de adquirir um alto grau de confiança, indicava para outros clientes. Então, a rede de contatos dele é um pouco mais controlada”, relatou.

A polícia também descobriu que o homem era um DJ, e nos shows que fazia, aumentava sua rede de clientes. “Ele tem o estoque de drogas ‘gourmet’, coloca no cardápio e fideliza os compradores”, disse Rodolfo.

O outro detido, também fazia entregas de entorpecentes, mas utilizava aplicativos de comidas e bebidas para levar as drogas. Entre um pedido e outro o criminoso levava os produtos ilícitos.

Fonte: r7

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Segurança

Anatel investiga se operadoras de celular sabiam de monitoramento por software espião; entenda

por Redação 1 de fevereiro de 2024

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) investiga se operadoras de telefonia sabiam do possível monitoramento ilegal de cidadãos por meio de software espião da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). “A Agência informa ter requerido informações à Polícia Federal que possam contribuir para a continuidade das apurações”, ressaltou.

O software First Mile consegue monitorar cerca de 10 mil celulares por até 12 meses e pode ser usado desde a justiça tenha autorizado. Durante as investigações do caso, que ficou conhecido como “Abin Paralela”, a PF fez buscas em endereços ligados ao ex-diretor-geral da agência, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), e do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: r7

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Segurança

Crime organizado virou indústria multinacional e está presente no futebol e na política, diz Lula

por Redação 31 de janeiro de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o crime organizado “não é uma coisa fácil de se combater”, pois “virou uma grande indústria multinacional”. De acordo com o petista, está presente em diversos segmentos da sociedade, como futebol, política e judiciário. A fala foi dada nesta terça-feira (31) durante apresentação do balanço das ações na área de segurança pública em 2023.

“O crime organizado hoje não é uma coisa fácil de se combater porque virou uma grande indústria multinacional, maior que a General Motors, Volkswagen e a Petrobras. É uma coisa muito poderosa. E o crime organizado está na imprensa, na política, no judiciário, no futebol, nos empresários, eles estão em tudo quanto é lugar do planeta Terra”, disse Lula.

“E é uma coisa tão difícil que muitas vezes um país rico, como os Estados Unidos, acha que combater a droga será resolvida colocando base militar na Amazônia ou na Colômbia. O problema não é de droga, é saber como um país rico vai cuidar dos usuários”, completou.

As declarações ocorreram durante coletiva de imprensa do balanço das ações na área de segurança pública pelo Ministério da Justiça em 2023. Os números foram apresentados pelo ministro Flávio Dino, que deixa o cargo nesta terça-feira (31) para a posse de Ricardo Lewandowski. A cerimônia de transferência do posto será realizada nesta quinta-feira (1º).

Entre os dados apresentados por Dino, estão a redução dos crimes violentos letais intencionais, de roubos à instituição financeira, porte de arma para uso pessoal e letalidade policial. De acordo com o Ministério da Justiça, houve queda de 4,17% nos crimes violentos letais intencionais (homicídio, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e feminicídio). Em 2022, foram registrados 42.190 delitos dessa classificação contra 40.429 em 2023.

O balanço aponta que houve redução de 79% no registro de novas armas pela Polícia Federal. Em 2022, último ano da gestão Jair Bolsonaro, foram liberados 135.915 certificados, contra 28.344 em 2023. Em relação ao porte de arma para uso pessoal, a redução foi de 56% (5.675 em 2022 contra 2.469 em 2023).

Fonte: r7

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Segurança

Em 2023, Brasil teve menor número de assassinatos dos últimos 14 anos, diz governo federal

por Redação 29 de janeiro de 2024

As polícias brasileiras registraram 40.464 assassinatos em 2023, menor número em 14 anos, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em relação a 2022, quando ocorreram 42.190 crimes letais intencionais, a redução é de 4,09%, “o que representa quase 2 mil vidas de brasileiros e brasileiras salvas”, diz a pasta.

Entram na conta os seguintes crimes: homicídio doloso, latrocínio, feminicídio e lesão corporal seguida de morte. As informações foram levantadas do Sistema Nacional de Dados de Segurança Pública, e são uma soma dos registros nos 26 estados e no Distrito Federal.

“Cumprimento todos os profissionais da segurança, com a certeza de que 2024 seguirá a trajetória de redução, o que é fundamental para o país”, publicou o ministro Flávio Dino em uma rede social. Na quinta-feira (1º), ele deixa a pasta para assumir uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

Os números de todos os crimes com mortes intencionais caíram, segundo o levantamento. A principal baixa foi em latrocínios, que são os roubos seguidos de morte — redução de 23,64% em relação a 2022. A menor redução foi a de feminicídios: 1,86% a menos que no ano anterior.

O ministério atribui a queda a políticas públicas e investimentos feitos ao longo de 2023. “Somente a Operação Paz, com foco na redução de homicídios, teve investimento de R$ 123 milhões, sendo realizada em 12 estados. Soma-se a esse esforço, a nova política de restrição de armas de fogo, que reduziu a circulação destas em território nacional”, afirma o órgão.

Segundo a pasta, “ainda há muito a fazer para que os números informados pelos Estados e demais órgãos tenham cada vez mais precisão e qualidade”. “É um processo essencial que nasceu da Lei 13.675 [que cria a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social]. Números cada vez mais confiáveis irão gerar ações mais eficientes”, afirmou Dino.

Confira os números de crimes letais intencionais nos últimos 14 anos:

2010: 46.363
2011: 48.084
2012: 53.054
2013: 54.163
2014: 57.091
2015: 55.492
2016: 57.842
2017: 59.523
2018: 52.014
2019: 42.044
2020: 44.592
2021: 42.969
2022: 42.190
2023: 40.464

Fonte: r7

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Segurança

Guardas municipais pegos com armas de uso pessoal podem ser presos, decide STJ

por Redação 26 de janeiro de 2024

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou a três guardas municipais baianos um salvo-conduto para portar armas de fogo de uso pessoal fora do horário de serviço, mesmo que estejam registradas. Os autores da ação alegam “constrangimento ilegal” por parte de agentes da Polícia Federal e da PRF (Polícia Rodoviária Federal), que estariam detendo colegas na mesma situação. A decisão foi publicada nessa quarta-feira (24).

Os guardas, de Salvador, Araci e Queimadas, na Bahia, afirmam que “precisariam portar suas armas de uso pessoal também fora de serviço para a sua própria segurança e para proteger a população de forma geral”.

Eles dizem que as armas são registradas e que, conforme a lei, “integrantes da Guarda Municipal poderiam ter porte de arma de fogo em todo o território nacional”.

O ministro Og Fernandes, vice-presidente do STJ, negou a liminar. De acordo com ele, “a mera suposição de que os pacientes serão conduzidos em flagrante delito caso sejam abordados fora de serviço portando suas armas de fogo de uso pessoal, que pode vir ou não a se concretizar no futuro, não enseja a impetração de habeas corpus [tipo de ação ajuizada]”.

Para Fernandes, “o habeas corpus preventivo visa a coibir constrangimento ilegal real e iminente à liberdade de locomoção do indivíduo, não se prestando a impedir constrição supostamente ilegal, meramente intuitiva e calcada em ilações e suposições desprovidas de base fática”.

Apesar de a liminar ter sido negada, o resultado final do processo pode ser diferente, pois os pedidos da ação ainda serão avaliados em definitivo pela Justiça.

Fonte: r7

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Segurança

Em primeira reunião de transição, Lewandowski diz que segurança será grande desafio

por Redação 23 de janeiro de 2024

O futuro ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski declarou nesta terça-feira (23) que a segurança pública será o grande desafio de sua gestão à frente da pasta. A fala ocorreu durante a primeira reunião de transição entre a equipe de Lewandowski e a do atual ministro Flávio Dino. É a primeira visita do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) à sede da pasta, desde que foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo, em 11 de janeiro.

“Estamos com as instituições consolidadas e haveremos de vencer as dificuldades. Temos desafios, tem uma preocupação do cidadão comum hoje com a segurança — a insegurança, melhor dizendo —, a criminalidade e o crime organizado, que afetam não apenas as classes mais abastadas, mas o cidadão mais simples, comum e trabalhador. É uma pauta que precisa e vem sendo enfrentada com muita competência e êxito. Haveremos de dar especial precedência para essa questão,” disse Lewandowski, ao destacar que está “otimista” em relação ao Brasil.

Parte da equipe que vai fazer parte da nova gestão participou da reunião — Ana Maria Neves, que acompanha Lewandowski desde os tempos de Supremo e será chefe de gabinete na pasta; o advogado Manoel Carlos de Almeida Neto, que também deve compor a equipe, como secretário-executivo; Marcelo Pimentel; Lílian Melo; e Nathasha Corrêa

Integrantes do time de Dino também estiveram presentes, como secretários e diretores-gerais. O atual secretário-executivo do ministério, Ricardo Cappelli, não compareceu.

Dino afirmou que vem conversando com o ministro aposentado desde o anúncio feito por Lula. O primeiro encontro oficial entre os dois para iniciar o processo de transição ocorreu na noite desta segunda (22), dia em que a nomeação de Lewandowski para a Justiça foi oficializada no Diário Oficial da União, em edição extra.

“Quero apenas lhe desejar sorte, sucesso e proteção de Deus. Tenho certeza que o senhor vai precisar das três, não necessariamente nessa ordem, pelo contrário”, declarou o atual titular da Justiça.

“Minha equipe mais importante já está em migração para o Supremo, são meus santos e santas. Já estão de toga, estão em processo de remoção, mas estão à sua disposição também”, brincou Dino. “Tenho certeza, portanto, que o ministério está em ótimas mãos. Nós, como brasileiros e brasileiras, seguimos à sua disposição para colaborar ao máximo nessa transição e para continuidade das políticas públicas”, destacou, ao desejar que o trabalho seja “aperfeiçoado”.

Lewandowski deve tomar posse em 1º de fevereiro, enquanto Dino deve assumir a vaga na Suprema Corte no dia 22 do mesmo mês. Os dois devem falar à imprensa depois do encontro desta terça (23).

Lewandowski deve indicar o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mario Sarrubbo, para assumir a Secretaria Nacional de Segurança (Senasp). A informação foi confirmada por interlocutores. O R7 apurou que Sarrubbo recebeu o convite e já aceitou, mas continua acertando alguns detalhes, como o dia da posse.

Fonte: r7

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