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Categoria:

Segurança

Segurança

Ligações grampeadas, escuta e tocaia: como o sistema de Justiça conseguiu impedir fugas de Marcola

por Redação 18 de dezembro de 2023

Aos 55 anos, Marcos Williams Herbas Camacho, o Marcola, apontado como principal líder do PCC (Primeiro Comando da Capital), dá trabalho para a polícia desde quando foi preso pela primeira vez, em 1986.

A organização criminosa já arquitetou planos milionários para resgatá-lo, mas, até o momento, todos foram frustrados pelos agentes de segurança pública.

O sistema judiciário brasileiro precisou se antecipar às tentativas de fuga, já que um criminoso condenado a mais de 300 anos de prisão certamente pensaria no assunto.

Por causa disso, ligações foram grampeadas e agentes ficaram de tocaia para conseguir “traduzir” códigos e declarações dos integrantes da facção.

Em entrevista ao R7, Ivana David, desembargadora do TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) que acompanha o PCC desde a sua fundação e que decretou uma das primeiras prisões de Marcola, afirma que as “tentativas de fuga são diárias”.

“É uma guerra de gato e rato. Eu, como juíza, não entendo que preso tenha direito a fuga, mas há quem entenda, tanto que o sistema de segurança é justamente feito com esse olhar de se antecipar ao plano de fuga. As estratégias para impedir esses planos são elaboradas principalmente com o uso da tecnologia”, explica a especialista, que também integra o FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).

Segundo Ivana, se o sistema de Justiça não se antecipa para abortar esse tipo de “resgate”, “pode acontecer uma verdadeira guerra no momento em que a polícia tentar intervir”.

O nome do promotor de Justiça Lincoln Gakiya, integrante do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPSP (Ministério Público de São Paulo), estava na lista de autoridades que o PCC planejava matar para resgatar seu líder.

Ele foi o responsável por pedir a transferência de Marcola em 2019 do presídio de Rondônia para Brasília, após descobrir um novo plano de fuga.

Hoje, Gakiya vive escoltado. “Ninguém quer ter a vida que eu tenho, precisar ficar cercado de policiais 24 horas por dia. Não poder mais sair de férias com a família, nem dentro do Brasil, nem na América do Sul. É uma vida muito limitada”, diz.

O promotor conta que há uma disputa interna pelo cargo de Marcola, apesar de ele ainda ser considerado o líder supremo da facção. “O Marcola está gradativamente perdendo o poder porque ele está afastado e isolado, então outros pretendem atingir esse posto.”

Questionada sobre o que aconteceria caso Marcola fugisse, Ivana afirma que, com o respeito que ele tem dentro do grupo, logo retomaria seu cargo. Mas ressalta que isso é “praticamente impossível”.

A especialista afirma que, mesmo com ele preso, os criminosos que colocou em cargos de confiança conseguem dar sequência a parte de seus planos.

“A gente vê o PCC com o garimpo no Norte, lavando dinheiro em empresas públicas, traficando armas e drogas, mesmo com o Marcola fora”, completa.

Tentativas frustradas de resgate de Marcola
Em 2014, o plano do grupo criminoso era usar um helicóptero camuflado para tirar o líder do PCC da penitenciária de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, onde estava preso na época.

Quatro anos depois, em 2018, o MPSP (Ministério Público de São Paulo) e a Polícia Civil descobriram que a facção tinha “investido” R$ 100 milhões para a contratação de mercenários e na compra de armas, granadas e aeronaves a fim conseguir tirar Marcola da cadeia. Mas o plano também foi frustrado.

A tentativa mais recente de que se tem notícia ocorreu em 2019, quando o líder do PCC foi levado à penitenciária de Porto Velho, em Rondônia, e, um mês depois, transferido para Brasília, no Distrito Federal, para uma penitenciária de segurança máxima, onde cumpre pena atualmente.

Essa transferência ocorreu após uma investigação mostrar que o objetivo da facção criminosa era invadir o presídio com cem homens armados, sequestrar autoridades e incitar rebeliões em cadeias federais. Mais um plano mirabolante frustrado.

Fonte: r7

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Segurança

Homem que fez transmissão em rede social após roubar celular é preso e liberado, no Rio

por Redação 13 de dezembro de 2023

O homem que roubou um celular em Bangu, na zona oeste do Rio, e fez uma transmissão ao vivo no perfil da vítima, foi preso, nesta terça-feira (12), e depois liberado.

Segundo a polícia, ele estava escondido na casa de um familiar em Japeri, na Baixada Fluminense. Porém, depois de saber que os policiais já o tinham identificado, o suspeito resolveu se apresentar na delegacia.

Kleiton Alves da Silva foi indiciado pelo crime de furto e pode pegar até quatro anos de prisão. Apesar disso, a polícia ressaltou que ele foi liberado por já ter passado o tempo do flagrante e o suspeito não ter passagens anteriores.

O crime ocorreu por volta das 21h30 do sábado (9), quando a vítima saía de um shopping. Segundo a jovem, o criminoso passou de bicicleta e puxou o telefone da mão dela.

No vídeo, que viralizou nas redes sociais, ele canta e debocha da situação.

Fonte: r7

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Segurança

Idoso de 81 anos agride e derruba ladrão que tentou roubá-lo em farmácia de Goiânia; veja vídeo

por Redação 13 de dezembro de 2023

Um idoso de 81 anos agrediu e derrubou um ladrão que teria tentado roubá-lo dentro de uma farmácia localizada no Jardim Novo Mundo, em Goiânia, por volta das 18h30 do domingo (10).

As câmeras de segurança da farmácia flagraram o momento em que o idoso consegue imobilizar o suspeito.

A vítima aparece no caixa pagando as suas compras quando um homem de camisa rosa vai atrás dela. Na sequência, o suspeito passa a mão no bolso do idoso e toma o celular dele.

O senhor imediatamente reage, pega o ladrão pelas costas e o joga para trás. Com o homem no chão, o idoso sobe em cima dele e lhe desfere diversos socos.

Depois de alguns segundos, os atendentes deixam o caixa e o ajudam a imobilizar o suspeito até a chegada da polícia.

Segundo informações da delegacia de polícia da cidade, o suspeito foi preso em flagrante pelo crime de roubo qualificado.

Fonte: r7

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Segurança

Conta da primeira-dama Janja em rede social é bloqueada a pedido da PF após invasão hacker

por Redação 12 de dezembro de 2023

A Polícia Federal investiga a invasão do perfil da primeira-dama Janja Lula da Silva em uma rede social. O ataque hacker ocorreu na noite desta segunda-feira (11), e a conta foi bloqueada a pedido da corporação. Entre as publicações falsas, que começaram às 21h37 e incluem xingamentos e mensagens de cunho sexual, há frases como “Eu apoio o mensalão” e “Alexandre de Moraes é bandido”, em referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Duvido muito que o Lula tenha a coragem de me chamar após descobrir quem eu sou, ou a Janja perguntar os motivos da minha invasão à conta dela. Por isso, eu não ligo para essa gente, pois não se importam comigo de verdade. Eu odeio políticos”, afirma outra publicação no perfil da primeira-dama.

Em outra postagem, foi escrito: “O Alexandre de Moraes é bandido e logo vai sofrer impeachment. Nada que ele faça vai impedir a gente de falar a verdade, enquanto tenho tempo falarei mais e mais”.

A Secom (Secretaria de Comunicação Social), da Presidência da República, informou que “repudia veementemente o ataque hacker à conta da senhora Janja Lula da Silva” e que “a Polícia Federal e a plataforma X (antigo Twitter) foram acionadas”. Também afirma que “todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas. Não serão tolerados crimes, discursos misóginos, o ódio e a intolerância nas redes sociais”.

Na mesma rede social, o ministro-chefe da Secom, Paulo Pimenta, afirmou que os criminosos “serão identificados e responderão” pelo crime.

Hacker envia áudio: ‘Não estou nem aí’
Por meio de um áudio publicado no perfil da primeira-dama, o invasor da página disse que está “ciente de que a Polícia Federal está investigando” o caso, que “não estou nem aí” e que “isso acontece só com gente honesta, que está aqui zoando um pouco na rede social”. Confira a íntegra da mensagem de voz:

“Eu quero avisar que estou ciente de que a Polícia Federal está investigando isso aqui. Eu não estou nem aí. Eu sei que vai dar em alguma coisa, talvez não dê, talvez dê, depende do sistema judiciário deste país, que é quebrado, por sinal. Eu sou um cara que julga muito que as leis deste país são frágeis, são uma porcaria e que só tem político roubando”, afirma.

“Então, se eu for preso, eu quero avisar a vocês que… Não acredito que eu vá ser preso, talvez, sim, consequências jurídicas, mas eu quero avisar a vocês que isso acontece só com gente honesta, que está aqui zoando um pouco na rede social. Agora, com bandido, Lula, corrupto, essas pessoas do grande poder, do sistema, nada acontece”, continua o hacker.

“Então, antes de vocês me julgarem, questionem esses políticos [em] que vocês votaram. Se vocês apoiam ele, continuem apoiando quem você considera útil para o país, mas, pelo menos, saiba que, se você votou em alguém, você tem que cobrar essa pessoa politicamente”, conclui.

Fonte: r7

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Segurança

Chacina em Sorriso: delegado diz que cena do crime deixou os peritos chocados

por Redação 12 de dezembro de 2023

O delegado Bruno França Ferreira, da divisão de homicídios responsável pelo caso da chacina de uma família em Sorriso (MT), definiu a cena do crime como brutal. Ele afirmou ainda que o cenário marcará a vida de todos os policiais e peritos envolvidos na apuração do caso, que chocou a cidade.

A Polícia Militar foi acionada pelo marido de Cleci Cardoso e pai de Miliane, Manuela e Melissa, que estava viajando a trabalho e não conseguiu contato com a mulher e as filhas. Ao chegarem à residência da família, policiais chamaram pelas moradoras, mas não obtiveram resposta.

Uma equipe da Polícia Militar entrou no quintal e viu pela porta de vidro duas pessoas caídas no chão, aparentemente sem vida. Um militar entrou por uma janela que estava aberta e depois abriu a porta da casa para os outros agentes.

Do lado de dentro, os oficiais encontraram os corpos das quatro vítimas ensanguentados e seminus.

O caso

O pedreiro Gilberto dos Anjos, de 32 anos, que mora e trabalha na obra de um imóvel em Sorriso, em Mato Grosso, confessou ter invadido a casa ao lado da construção e estuprado e matado uma mulher e suas filhas, na madrugada do dia 25 de novembro.

A mãe, Cleci Cardoso, de 46 anos, e as meninas Miliane, de 19, e Manuela, de 13, foram estupradas antes de morrer, enquanto agonizavam. A caçula, Melissa, de 10 anos, foi asfixiada. O marido de Cleci e pai das três meninas é caminhoneiro e estava viajando.

Segundo Bruno França, o delegado responsável pelo caso, marcas de chinelo no piso manchado com sangue foram encontradas pela polícia na casa da família. Policiais civis confirmaram, após a perícia, que elas eram do calçado usado por Gilberto.

Além disso, uma das vítimas tinha um tufo de cabelo nas mãos, e o suspeito, um ferimento na cabeça. O delegado também afirmou que ele levou as roupas íntimas das vítimas como “lembrança”, o que ajudou a apontá-lo como o principal suspeito do crime.

Prisão

Gilberto dos Anjos foi preso em flagrante, no dia 27 de novembro, após confessar o crime, segundo a polícia. O inquérito foi fechado e encaminhado ao Poder Judiciário no dia 6 de dezembro. Ele foi indiciado por feminicídio, estupro e homicídio qualificado.

O autor confesso dos crimes foi indiciado quatro vezes pelo homicídio das vítimas — a mãe, Cleci Cardoso, e as filhas Miliane, Manuela e Melissa. As qualificadoras são: meio cruel, recurso que impossibilitou a defesa da vítima, garantir a execução de outro crime e menosprezo à condição de mulher (feminicídio).

Contra as vítimas menores de idade, os homicídios receberam mais uma qualificadora, que é de crime cometido contra menor de 14 anos, previsto na Lei Henry Borel. Além dos homicídios qualificados, Gilberto foi indiciado pelos crimes de estupro de duas vítimas adultas e de estupro de vulnerável da vítima de 13 anos.

Outros crimes
Gilberto já tinha dois mandados de prisão expedidos por crimes de estupro e latrocínio.

Em setembro deste ano, em Lucas do Rio Verde, ele invadiu uma residência e abusou sexualmente de uma vítima, que estava dormindo. Depois, ainda tentou matar a mulher, que conseguiu reagir, mesmo após ter levado uma facada no pescoço.

Outra vítima que também estava na casa tentou intervir e foi atingida com um soco no rosto dado pelo suspeito. Após os crimes, ele fugiu em uma bicicleta.

Fonte: r7

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Segurança

Armas, drogas e aviões: R7 detalha a planilha de gastos do PCC nos últimos anos

por Redação 11 de dezembro de 2023

Uma investigação do MPSP (Ministério Público de São Paulo) sobre uma família suspeita de lavar dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital) levou à descoberta de planilhas que mostram que a facção movimentou cerca de R$ 500 milhões entre abril de 2018 e julho de 2019.

Entre os gastos da organização criminosa estão a aquisição de aviões, a compra e o transporte de drogas e armas, além do pagamento em dólar de suborno a agentes de segurança.

Os arquivos foram encontrados em um pendrive na casa de Odair Lopes Mazzi Júnior, conhecido como Vini, Vinícius, Dezinho ou Argentina. O suspeito está preso desde julho, quando foi detido em um resort de luxo em Pernambuco.

O R7 teve acesso às planilhas apreendidas pelo MPSP, que mostram que dezenas de carregamentos de cocaína foram entregues na “mão do Vini”. As drogas teriam sido distribuídas em pontos de venda na cidade de São Paulo e na Baixada Santista.

“Vini consta como recebedor da maioria das cargas de entorpecentes que chegam à capital e à Baixada Santista, o que demonstra que ele é peça fundamental no tráfico de drogas do PCC, atividade mais lucrativa para a facção, que financia suas mais diversas práticas criminosas”, aponta o documento do MPSP.

Nos arquivos encontrados na casa de Odair são contabilizadas, inclusive, as drogas apreendidas pela Polícia Civil. A planilha mostra que em 1º de junho de 2019 houve a perda de 200 “pipocas”, nome utilizado pelo PCC para cocaína. A apreensão, à época, foi feita pelo Denarc (Departamento Estadual de Investigações sobre Entorpecentes).

Os arquivos também revelam que a quadrilha compra parte da pasta base de cocaína do Peru, que tem como destinatário justamente Dezinho. Os gastos internacionais são registrados em dólar.

As planilhas da organização
Entre os arquivos encontrados no pendrive apreendido pelo MPSP na casa de Odair, estava uma planilha nomeada como “fechamentos semanais”. No documento, os promotores públicos encontraram as movimentações financeiras da alta cúpula do PCC em detalhes.

Além dos pagamentos de fornecedores internacionais, a planilha mostra um gasto de US$ 280 mil em “asa”, entendido pelo MPSP como a compra de uma aeronave por parte da quadrilha. Em outra semana, mais um gasto chamado “compra de asa” foi lançado na planilha com o valor de US$ 270 mil.

O documento também mostra os gastos do PCC em dólares e em reais, levando em consideração a taxa de câmbio da época de cada lançamento.

O arquivo descreve ainda uma compra de US$ 104 mil com “risco do fornecedor”. Ou seja, caso o material fosse apreendido (não foi detalhado se era arma ou droga) pelas autoridades, o PCC não arcaria com o prejuízo.

A planilha revela, na sequência, a compra de 58 pistolas em apenas uma semana. O MPSP estima que, entre as semanas 36 e 47 dos documentos, o PCC tenha gasto US$ 313.400 em armas — mais de R$ 1,5 milhão, na cotação atual.

O suborno de agentes de segurança é discriminado no arquivo com o pagamento de US$ 35 mil em 5 de abril em 2019.

No total, o PCC contabilizou, em 47 semanas, a entrada de US$ 92.334.396 em seus cofres — mais de R$ 453 milhões.

Denúncia por lavagem de dinheiro

Os arquivos encontrados no computador de Odair, segundo o MPSP, demonstram que o suspeito possui cargo de confiança dentro da estrutura da quadrilha. Além disso, as investigações da promotoria levaram à denúncia da ex-mulher do criminoso, Carolina Mazzi, e de dois de seus irmãos: Diego Mazzi e Natasha Mazzi.

Segundo a denúncia, Carolina e Natasha utilizam uma famosa empresa de procedimentos estéticos paulista para lavar o dinheiro do tráfico de drogas. Interceptações telefônicas também identificaram que Diego, que trabalha no mercado financeiro, dava dicas ao grupo para não ser pego pelas autoridades.

Odair, Carolina, Diego e Natasha foram denunciados pelo MPSP por lavagem de dinheiro e organização criminosa. No fim de setembro, o TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) aceitou a denúncia por lavagem de dinheiro, tornando os citados acima réus.

À Record as defesas de Odair e Natasha afirmaram, em outubro, que os clientes são inocentes das acusações por parte do MPSP. Os advogados de Carolina, por sua vez, informaram que não tiveram acesso ao material completo da ação. Já a defesa de Diego não retornou os contatos da reportagem.

Fonte: r7

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Segurança

Homem considerado o ‘número do 2’ do PCC é transferido para o presídio onde está Marcola

por Redação 7 de dezembro de 2023

Gilberto Aparecido dos Santos, de 53 anos, mais conhecido como Fuminho e apontado pela polícia como o ‘número 2’ do PCC (Primeiro Comando da Capital), foi transferido do Presídio Federal de Mossoró (RN) para a Penitenciária Federal de Brasília (DF), na última semana.

Agora, o condenado, que ficou 21 anos foragido da Justiça e foi preso em abril de 2020, cumpre pena no mesmo lugar em que está Marcos Williams Herbas Camanho, o Marcola, líder máximo do PCC, considerada a maior facção criminosa do Brasil.

A informação da transferência foi confirmada ao R7 pelo advogado de Fuminho, Ércio Quaresma. Segundo o defensor, apesar da afirmação das autoridades públicas de que seu cliente é uma das principais lideranças do PCC, não há provas que o vinculem à facção.

“Eles [as autoridades] falam isso para fazer alardes, para fazer ele ser preso em presídios federais, mas nunca conseguiram provar porque não tem o que provar”, disse Quaresma.

O advogado ainda afirmou que o presídio onde o acusado está preso tem um “sistema rígido e absurdamente controlado”, para ressaltar que o contato dele com Marcola possivelmente será mínimo.

Além disso, o líder maior do PCC deve ser transferido para outra unidade de segurança máxima. Porém, o novo endereço e a data não foram divulgados. A medida ocorre depois que o setor de inteligência das penitenciárias federais identificou um plano em andamento para sequestrar e matar policiais penais federais.

Como Fuminho foi preso?
Antes de ser detido, Gilberto Aparecido dos Santos estava na lista do Ministério da Justiça e Segurança Pública como um dos criminosos mais procurados do Brasil.

Ele foi preso em 13 de abril de 2020, em Maputo, capital de Moçambique, na África. O homem voltou ao Brasil em um avião da FAB (Força Aérea Brasileira).

Para especialistas em segurança pública, a prisão do homem foi um “terremoto para o equilíbrio interno do PCC”, uma vez que os negócios da facção já haviam sido impactados com a pandemia de Covid-19.

No momento da prisão, Fuminho estava em um condomínio da capital moçambicana. O acusado foi capturado por meio de uma ação conjunta da PF com o DEA (Órgão de Combate às Drogas, na tradução do inglês), do Departamento de Justiça dos EUA, e a polícia do país africano.

As investigações da PF mostram que Fuminho é o braço-direito de Marcola. Ele estava foragido das autoridades brasileiras havia 21 anos.

Fuminho foi denunciado à Justiça como o responsável por mandar matar Rogério Jeremias de Simone, Gegê do Mangue, e Fabiano Souza, o Paca, em fevereiro de 2018 em Aquiraz, na região metropolitana de Fortaleza. Parte da cúpula do PCC, a dupla era suspeita de desviar dinheiro da organização criminosa.

Fonte: r7

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Segurança

Escritório de Alexandre Pires afasta empresário preso em caso sobre garimpo ilegal

por Redação 7 de dezembro de 2023

A Opus Entretenimento, escritório que representa o cantor Alexandre Pires, decidiu pelo afastamento do empresário Matheus Possebon, preso durante operação da Polícia Federal por suspeita de envolvimento com o garimpo ilegal em terras indígenas. Endereços ligados ao artista e ao agente foram alvo de buscas na última segunda (4), na Operação Disco de Ouro.

Em nota, o escritório explicou que, “até os devidos esclarecimentos, ele [Possebon] está afastado das atividades da companhia”.

Além de gerenciar a carreira de Alexandre Pires e ser um dos executivos da produtora de eventos Opus Entretenimento, Matheus Possebon cuida de Ana Carolina, Daniel, Jota Quest, KLB, Luccas Neto, Seu Jorge, Raça Negra, Roupa Nova pela firma.

O empresário também é cantor e teve a própria carreira musical. No YouTube, alguns de seus clipes musicais acumulam mais de 65 mil visualizações, como Cruzando Raios, faixa em parceria com Jonathan Corrêa.

Comunicado da Opus Entretenimento

A Opus Entretenimento, com 47 anos de atuação no mercado de eventos, esclarece que não é citada na Operação Disco de Ouro, desconhece quaisquer atividades irregulares realizadas por pessoas ligadas à empresa e confia nas autoridades competentes para a apuração correta dos fatos.

O empresário Matheus Possebon atuava como prestador de serviços na realização de shows, turnês e agenciamento de carreiras, sem participação na sociedade da empresa. E, até os devidos esclarecimentos, ele está afastado das atividades da companhia.

Com a realização de mais de 3 mil espetáculos por ano e um total de público estimado em 6 milhões de pessoas, a Opus mantém o compromisso de promover a cultura e o entretenimento em todo o país.

Fonte: r7

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Segurança

‘Bad Boys’ de Copacabana: ‘justiceiros’ se reúnem para caçar assaltantes na zona sul do Rio

por Redação 6 de dezembro de 2023

Os episódios de assaltos e arrastões na saída da praia de Copacabana, na zona sul do Rio, motivaram alguns moradores a criar um grupo para combater os ladrões com as próprias mãos, como em 2015.

Em vídeo, eles prometem acabar com a violência que tomou conta do bairro nas últimas semanas. Os “justiceiros” combinam as ações em grupos de WhatsApp e percorrem as ruas vestidos de preto.

Informações obtidas pela Record Rio mostram que o grupo começou a atuar na noite desta terça-feira (5), no bairro de Botafogo, também na zona sul.

Em nota, a Polícia Civil informou que tomou conhecimento dos fatos e já tem uma investigação em andamento para identificar os envolvidos.

Segundo a PM (Polícia Militar), o 19º BPM (Copacabana) continua aplicando esforços para diminuir a criminalidade na região.

Os episódios de violência
No sábado (2), um idoso foi agredido durante uma tentativa de assalto na avenida Nossa Senhora de Copacabana. Marcelo Rubim Benchimol, de 67 anos, caiu, desacordado, após ter sido atingido por um soco.

“Eu me lembro que atravessei a rua e vi uma senhora sendo atacada por alguns rapazes, não sei dizer quantos. Acredito que mais de cinco. Na hora, pensei: ‘Corro ou ajudo essa senhora’. Optei por ajudá-la. E, aí, vieram em cima de mim. Levei alguns socos e me defendi de outros. Mas, em um momento, fui atingido por trás e só me recuperei na UPA”, disse, em entrevista à Record Rio.

Novas imagens de câmeras de segurança mostraram cerca de 30 jovens realizando arrastões no domingo (3), entre a praia do Arpoador e a de Copacabana. Nas filmagens, é possível ver que pelo menos três mulheres tiveram seus pertences roubados pelos assaltantes.

Fonte: r7

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Segurança

PF prende 19 suspeitos de integrar grupo que movimentou R$ 1,2 bilhão com tráfico de armas

por Redação 5 de dezembro de 2023

A Polícia Federal prendeu 19 pessoas por suspeita de integrar um grupo que supostamente forneceu 43 mil armas aos chefes das maiores facções do país, movimentando R$ 1,2 bilhão. As prisões foram feitas no Brasil (6) e no Paraguai (13). Ao todo, foram expedidos 25 mandados de prisão preventiva, 6 de prisão temporária e 54 de busca e apreensão nos dois países e nos Estados Unidos.

Segundo a PF, dois mandados de prisão que seriam cumpridos nos EUA não puderam ser realizados por não ter havido “tempo hábil para a expedição, de acordo com a lei daquele país”.

Durante três anos de investigação, foram realizadas 67 apreensões, que resultaram no confisco de 659 armas em dez estados brasileiros: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Ceará.

No Brasil, os mandados foram cumpridos no Rio de Janeiro, em São Paulo, Sorocaba (SP), Praia Grande (SP), São Bernardo do Campo (SP), Ponta Grossa (PR), Foz do Iguaçu (PR), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF).

Veja os números da operação

54 mandados de busca e apreensão expedidos:

  • 17 no Brasil;
  • 21 no Paraguai;
  • 16 não cumpridos por serem em locais conflagrados, com efeito colateral incontrolável.

25 mandados de prisão preventiva expedidos:

  • 8 no Brasil – 5 cumpridos;
  • 15 no Paraguai – 12 cumpridos;
  • 2 nos EUA não cumpridos – não houve tempo hábil para a expedição dos mandados de prisão, de acordo com a lei daquele país.

6 mandados de prisão temporária expedidos:

  • 1 no Brasil – cumprido;
  • 5 no Paraguai – 1 cumprido.

21 difusões vermelhas na Interpol

Bloqueio de bens:

  • determinação de bloqueio de R$ 66 milhões em bens, direitos e valores no Brasil — ainda sem informação de cumprimento;
  • pedido de cooperação jurídica internacional enviado ao Paraguai para bloqueio de bens, direitos e valores naquele país.

Apreensões feitas nesta terça-feira:

  • grande quantidade de dólares (ainda não contabilizados);
  • centenas de armas (fuzis e pistolas) na sede da empresa que as enviava ilegalmente ao Brasil.

A operação foi realizada pela corporação no estado da Bahia, em parceria com o Ministério Público Federal e cooperação internacional com a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai e o Ministério Público do Paraguai.

A ação contou ainda com a Força-Tarefa Internacional de Combate ao Tráfico de Armas e Munições, que é composta da Homeland Security Investigations, e a Secretaria Nacional de Segurança Pública, sob supervisão do Serviço de Repressão ao Tráfico de Armas da PF.

Entenda o esquema
Segundo a PF, uma empresa com sede em Assunção, no Paraguai, foi responsável pela importação de milhares de pistolas, fuzis e munições de vários fabricantes europeus sediados na Croácia, Turquia, República Tcheca e Eslovênia.

“As armas eram importadas da Europa para o Paraguai, onde eram raspadas e revendidas a grupos de intermediários que atuavam na fronteira do Brasil com o Paraguai, para serem revendidas às principais facções criminosas do Brasil”, informa a PF.

Fonte: r7

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