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Categoria:

Segurança

Segurança

Ex-BBB Felipe Prior é condenado a seis anos de prisão por estupro em 2014

por Redação 10 de julho de 2023

O ex-BBB Felipe Prior foi condenado no sábado (8) a seis anos de prisão em regime semiaberto por estupro. A decisão é da juíza Eliana Cassales Tosi Bastos, da 7ª Vara Criminal de São Paulo, e se refere a uma denúncia feita em 2020. A condenação é em primeira instância. O caso corre em sigilo e Prior pode recorrer em liberdade.

Na acusação, a vítima, identificada por Themis, contou ter sido estuprada por Prior em 2014. A decisão da Justiça relata que ele se valeu da força física para praticar a violência, que movimentou a vítima de maneira agressiva, “segurando-a pelos braços e pela cintura, além de puxar-lhe os cabelos, ocasião em que Themis pediu para ele parar, dizendo que ‘não queria manter relações sexuais'”.

Advogado de Prior, Rafael Pugliese Ribeiro foi procurado por Universa por telefone, em seu escritório, e por e-mail. Até o momento, não respondeu às perguntas da reportagem. Assim que a defesa se manifestar, este texto será atualizado. No começo de 2021, o UOL entrevistou o ex-BBB, que comentou o caso para o documentário “BBB: Casos de Polícia”.

Ainda no documento, a juíza diz que não há dúvida de que houve crime citando o prontuário médico da vítima, que atesta laceração na região genital, prints de mensagens entre Themis e o réu, depoimentos dela, de Prior e de testemunhas de defesa e de acusação.

‘Alívio após três anos e meio de luta’
Uma das advogadas da vítima, Maira Pinheiro diz receber a sentença “com muito alívio após três anos e meio de muita luta”.

“Nossa cliente foi achacada, nós, advogadas, fomos muito atacadas durante esse processo, e essa condenação vem como reconhecimento de que tínhamos razão desde o início”, afirma Maira.

A advogada ressalta que vai recorrer da decisão por entender que a pena imposta ao agressor foi baixa, “dada a brutalidade do crime”. E também questiona o fato de ele recorrer em liberdade, já que é alvo de outras três denúncias.

A reportagem localizou uma ação penal e outros dois inquéritos policiais envolvendo Felipe Prior, os três por estupro. Se condenado nesses casos, explica Maira, a pena total pode chegar a 24 anos. A defesa do ex-BBB foi questionada sobre essas acusações, mas não houve resposta até o momento.

“Esperamos que, nas instâncias superiores, a pena seja aumentada, e o regime seja o fechado”, diz Maira, Além dela, também participam da defesa de Themis a advogada Juliana Valente, com o apoio dos advogados Maurício Dieter, Caio Patricio de Almeida, João Bechara Calmon e Guilherme Perissé.

“Esperamos que essa condenação sirva como lição e alerta para as pessoas que seguem cultuando esse sujeito como uma celebridade a se questionem se querem se associar a um estuprador condenado.”

Como denunciar violência contra a mulher

Mulheres que passaram ou estejam passando por situação de violência, seja física, psicológica ou sexual, podem ligar para o número 180, a Central de Atendimento à Mulher. Funciona em todo o país e no exterior, 24 horas por dia. A ligação é gratuita. O serviço recebe denúncias e faz encaminhamento para serviços de proteção e auxílio psicológico. O contato também pode ser feito pelo WhatsApp no número (61) 9610-0180.

Mulheres vítimas de estupro podem buscar os hospitais de referência em atendimento para violência sexual, para tomar medicação de prevenção de ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), ter atendimento psicológico e fazer interrupção da gestação legalmente.

Se houver intuito de denunciar, a orientação é buscar uma delegacia especializada em atendimento a mulheres. Caso não haja essa possibilidade, os registros podem ser feitos em delegacias comuns.

Fonte: UOL

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Segurança

MP denuncia homem e mulher por sequestro e estupro de menina colocada em mala; relembre o caso

por Redação 10 de julho de 2023

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou o servidor público Daniel Moraes Bittar, de 42 anos, pelo sequestro e estupro de uma criança de 12 anos. A menina foi colocada em uma mala ao ser sequestrada. Também foi denunciada Gesielly Souza Vieira, de 23 anos, acusada de participação no crime. Bittar está preso desde 28 de junho, quando a polícia resgatou a menina, que estava algemada e amarrada em uma cama no apartamento dele, em Brasília.

O MPDFT não divulgou detalhes sobre a denúncia em razão do sigilo de processos que envolvem menores de idade. A menina foi sequestrada perto de uma escola no Jardim Ingá, no Entorno do DF. A vítima foi colocada dentro de uma mala e transportada para o apartamento do homem, localizado na Asa Norte, em Brasília.

Aos policiais, a menina disse que o homem usou uma faca para rendê-la. Em seguida, uma mulher teria pressionado um pano com clorofórmio em sua boca para dopá-la. Quando ela acordou, já estava no apartamento do homem.

Os agentes encontraram a criança seminua na cama, com diversas escoriações pelo corpo e algemada pelos pés. No momento da prisão, Daniel Moraes disse: “Eu ainda não fiz nada com ela. Estávamos só conversando”.

De acordo com a Polícia Civil, no local foram encontrados diversos materiais pornográficos, além de objetos sexuais, máquinas de choque e câmeras fotográficas.

Daniel Moraes Bittar era analista de TI em um banco da capital federal, mas foi desligado da empresa assim que a prisão se tornou pública. Em postagens antigas em suas redes sociais, o homem chegou a se manifestar contra a pedofilia.

Fonte: r7

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Segurança

Financiadores pagaram R$ 600 mil para levar 4,6 mil extremistas a Brasília no 8 de Janeiro, diz relatório

por Redação 9 de julho de 2023

Financiadores dos atos extremistas pagaram R$ 599,9 mil para transportar manifestantes de 15 estados a Brasília no dia 8 de janeiro. Segundo relatório produzido pela Polícia Civil do Distrito Federal e compartilhado com a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de Janeiro, 119 ônibus transportaram 4.600 pessoas à capital federal para as manifestações que culminaram nos atos de vandalismo nas sedes dos Três Poderes. A autorização para os ônibus entrarem em Brasília foi emitida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) entre 1º e 8 de janeiro.

O documento, com mais de cem páginas, detalha o valor pago para transportar os manifestantes, além de identificar os responsáveis pela contratação dos ônibus e os financiadores do transporte. A intenção da relatora da comissão, Eliziane Gama (PSD-MA), é usar as informações para rastrear uma parte dos financiadores dos atos extremistas.

O relatório havia sido entregue em junho à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos, da Câmara Legislativa do Distrito Federal, e compartilhado com a CPMI na semana passada. Entre os pagamentos realizados pelos financiadores, há valores que variam de R$ 100 a R$ 28 mil.

De acordo com o documento, Jorginho Cardoso de Azevedo, de 61 anos, por exemplo, foi um dos contratantes que mais gastaram com transporte a Brasília. Ele pagou R$ 28 mil por um ônibus que saiu de São Miguel do Iguaçu, no Paraná, em direção à capital federal, em 7 de janeiro, com 38 passageiros.

Azevedo aparece na lista de presos devido a ataques extremistas no inquérito do Supremo Tribunal Federal que apura denúncias de crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado e dano qualificado. A reportagem não conseguiu contato com ele nem com sua defesa. O espaço permanece aberto para a manifestação de Azevedo.

O Sindicato Rural de Castro, no Paraná, também aparece como um dos financiadores do transporte de manifestantes. Segundo o relatório, a entidade rural pagou R$ 20 mil para transportar 67 passageiros do Paraná a Brasília. Três pessoas que estavam entre os passageiros foram presas por participação nos atos de vandalismo. O R7 procurou o sindicato, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Investigação na CPMI
O relatório da Polícia Civil vai ser usado pela CPMI para identificar uma parte dos financiadores dos atos extremistas. Na próxima terça (11), a comissão vai ouvir o tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens do então presidente Jair Bolsonaro. O militar está preso desde 3 de maio, acusado de ter fraudado cartões de vacinação dele e de familiares e do ex-presidente Jair Bolsonaro e da filha dele.

O militar recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar ser dispensado do depoimento, mas a ministra Cármen Lúcia negou o pedido. A ministra determinou, no entanto, que ele tem o direito de não produzir provas contra si mesmo, e pode não responder a perguntas que venham a incriminá-lo.

Seis meses dos ataques
Os ataques criminosos às sedes dos Três Poderes, em Brasília, completam seis meses neste sábado (8), com 253 suspeitos de envolvimento neles que aguardam julgamento em presídios, sendo 186 homens e 67 mulheres. Pessoas já liberadas são monitoradas por tornozeleiras eletrônicas e se comprometeram a se apresentar à Justiça e a não deixar a área territorial de sua respectiva comarca.

A Procuradoria-Geral da República denunciou 1.390 pessoas pelos atos que culminaram com a invasão e a depredação das sedes dos Três Poderes. Destas, o Supremo já transformou em rés 1.291, ao longo de oito blocos de julgamento.

Em junho, o ministro do STF Alexandre de Moraes disse que a Corte deve julgar, em até seis meses, cerca de 250 réus suspeitos de envolvimento nos atos e que respondem por crimes mais graves.

A Advocacia-Geral da União já foi à Justiça pedir que as pessoas que participaram da invasão e da depredação sejam condenadas a ressarcir os danos causados ao patrimônio público. Até o momento os prejuízos estão estimados em R$ 26,2 milhões.

Fonte: r7

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SegurançaFeminicidio

‘Me abusou com os dedos’, revela mulher que denunciou estupro em entrevista de emprego no Aeroporto do Recife

por Redação 7 de julho de 2023

Uma das quatro mulheres que denunciaram ter sido estupradas durante uma seleção para a vaga de agente de proteção numa empresa terceirizada do Aeroporto do Recife disse, em entrevista exclusiva à TV Globo, que o recrutador, depois de mostrar que tinha uma arma no pênis, mandou ela colocar um canivete entre os seios e baixou a calça da vítima antes de abusá-la sexualmente. O ato teria sido realizado sob o pretexto de simular uma revista íntima para identificação de drogas em passageiras.

“Ele disse: ‘Posicione seus joelhos no banco e fique de costas para mim’. Então, posicionei os joelhos no banco e fiquei de costas pra ele. Ele disse: ‘É dessa forma que você tem que procurar a droga nas partes íntimas da mulher’. E ele, literalmente, baixou minha calça. Eu não tive reação, não sabia o que fazer naquele momento. Eu fiquei congelada. Eu entrei em choque. Eu sabia que ele tinha me mostrado uma arma, tinha um canivete ali, naquele local, a porta estava trancada. Quando ele baixou a minha calça, foi muito rápido. Minha calça era folgada, então ele ‘ingeriu’ o dedo na minha parte íntima, me molestou totalmente, abusou com os dedos”, contou a mulher.

“Não tive como me defender porque não tive ação. Na minha cabeça, eu queria morrer. Naquele momento, eu me senti vulnerável, incapaz de fazer qualquer coisa”, declarou.

A mulher disse ainda que, após baixar a calça e tocar nas partes íntimas dela, o homem a puxou pelo braço e empurrou numa mesa. “Levantou minhas pernas e continuou mexendo em mim. Eu não sentia nada, eu só sentia raiva, eu só sentia medo e nojo”, afirmou.

O crime teria sido praticado no dia 29 de junho. Ela disse que soube da vaga no grupo de WhatsApp de um curso de agente de proteção de aviação civil que fez recentemente e, poucos minutos depois de mandar o currículo, foi chamada por uma funcionária do RH da empresa GPS Predial Sistemas de Segurança Ltda. para a entrevista.

Ao chegar no aeroporto, ela e as outras mulheres que também participariam da seleção foram informadas de que o homem iria entrevistá-las.

“Ele foi e levou a gente para uma sala que também só tinha a gente no local. Aí, aos poucos, foi chamando. Ele chamou a primeira menina, a gente notou que foi muito demorada a entrevista dela. Ela entrou às 14h02 e a gente reparou que ela tinha saído por volta das 15h25. Quando ela saiu de lá de dentro, a gente reparou que ela estava com a fisionomia assustada. Ela estava pálida, literalmente, pálida”, afirmou.

A mulher contou que foi chamada assim que a primeira candidata saiu. Quando entrou na sala, o homem teria perguntado se ela era amiga das outras candidatas, que, segundo ele, teriam “um peixe grande” no aeroporto.

‘Você não detectou a arma que está no meu pênis’
De acordo com a denunciante, depois de fazer as primeiras perguntas, o selecionador deu à candidata um detector de metais, trancou a porta da sala e mandou ela fazer um procedimento nele.

“Tinha acabado de finalizar o curso, sabia como era feito aquele procedimento, mas ele disse que estava errado e não era daquela forma. Então, ele pegou e disse: ‘Olha, você não detectou a arma que está no meu pênis’. Ele falou assim e puxou um revólver que, realmente, quando passou o DM (detector de metais), apitou, mas eu não tinha visto porque ele tinha colocado muito na parte [da] genitália dele”, contou a mulher na entrevista.

Segundo ela, o homem repetiu que a forma como a abordagem foi conduzida estava “errada” e disse que ia ensinar “como é que faz” uma “busca manual”, ordenando que ela colocasse um clipe de papel e um canivete entre os seios.

“Ele pegou as mãos dele e colocou nos meus seios por dentro do sutiã e apalpou os meus seios e levantou o meu sutiã invertido, dizendo assim: ‘Olha, tá vendo que, se eu não tivesse passado a mão, não saberia que isso daqui é um clipe?'”, relatou.

Ameaças após os abusos
A mulher contou também que, após soltá-la, o homem disse que o que tinha acontecido na sala teria que ficar em sigilo. “Tem que ficar aqui porque é profissional”, teria dito o suspeito, falando, mais de uma vez, que a vítima não dissesse nada a ninguém.

“Ele pegou meu currículo e disse: ‘Eu sei onde você mora, eu tenho até o seu número aqui. Inclusive, vou agora mesmo adicionar ele na minha agenda telefônica. Então, ele abriu a porta. Mais uma vez, lá fora, ele disse: ‘Eu espero que o que aconteceu fique aqui'”, contou a mulher, explicando que só pensou em sair do aeroporto o mais rápido possível.

“Quando eu cheguei em casa, foi quando eu pensei em tudo que tinha acontecido e contei para minha família. Lá a gente chorou, eles me deram todo o apoio e eu liguei para as meninas. Eu disse: ‘Olha, como foi a entrevista de vocês?’ Foi quando elas disseram que também tinham sido abusadas por ele”, contou a candidata.

A vítima disse ainda que, no mesmo dia 29 de junho, foi à Delegacia da Mulher junto com a família para registrar queixa, mas, ao chegar à delegacia especializada, recebeu uma explicação de que a unidade não poderia registrar a ocorrência porque não se tratava de um caso “de âmbito familiar” e que ela deveria ir a uma outra delegacia.

Por esse motivo, a mulher se dirigiu à Delegacia de Boa Viagem, onde conseguiu fazer o boletim de ocorrência. As demais vítimas foram direto para a unidade, depois de serem orientadas por ela por telefone.

Sonho desmoronou
Durante a entrevista à TV Globo, a mulher disse que tinha o sonho de trabalhar no aeroporto, numa atividade relacionada à aviação, e que essa seria sua primeira oportunidade.

“Dentro de mim tá devastado, tá destruído. Foi um sonho que eu tinha de trabalhar no aeroporto que foi destruído, foi por água abaixo, literalmente se tornou um pesadelo. […] Minha ficha ainda não caiu 100%. Eu já chorei muito, a minha família já chorou muito”, lamentou a vítima.

Ela disse esperar que, se houver mais vítimas, elas denunciem o suspeito. “Esse tipo de coisa não pode ser aceita. Nenhum homem pode tocar em você sem a sua autorização. Nenhum homem pode te fazer sentir desse jeito que eu me senti”, contou.

A vítima disse ainda que ficou alarmada quando soube que o suspeito havia sido detido para prestar esclarecimentos e depois liberado. “Eu pensei: meu Deus! Eu passei por tudo isso que eu passei e vai ficar assim? Ninguém vai fazer nada? Ninguém vai me proteger, ninguém vai me ajudar?”.

O que diz a Polícia Civil
Procurada pelo g1, a Polícia Civil de Pernambuco informou que “preza pelo acolhimento e melhor atendimento em todas as suas unidades”.

A corporação disse ainda que “a denúncia está sendo apurada e, constatado o erro, todas as medidas cabíveis serão tomadas”.

Resposta do aeroporto
O g1 procurou a Aena Brasil, responsável pela gestão do Aeroporto Internacional do Recife , que se manifestou sobre o caso, por meio de nota, na terça (4).

No texto, a empresa disse que, em 30 de junho, tomou conhecimento do caso, “envolvendo um funcionário da GPS Predial Sistemas de Segurança Ltda., contratada para a vigilância do terminal” e que repudia qualquer “gesto de violência ou assédio”.

Disse ainda que:

“Foi relatado que os fatos aconteceram durante um suposto processo de recrutamento de agentes de segurança, executado por funcionário da empresa, no escritório administrativo da GPS, localizado num terminal de cargas do aeroporto”;
Assim que tomou conhecimento do caso, a Aena exigiu o afastamento imediato do denunciado;
As câmeras de segurança do aeroporto não captam imagens dos escritórios privados das empresas em suas dependências; mas imagens captadas na entrada do terminal de carga estão à disposição das autoridades;
A empresa está colaborando “para que o caso seja elucidado o mais rápido possível”.
Resposta da GPS
A empresa GPS Sistemas de Segurança Ltda. enviou nota para a TV Globo, informando que, “após tomar conhecimento das denúncias, tomou as medidas necessárias, incluindo o desligamento do funcionário envolvido”.

A empresa disse também que “lamenta profundamente o ocorrido e reforça que não compactua com qualquer tipo de violência ou conduta desrespeitosa que contrariem os valores contidos em seu código de conduta e ética. A empresa está colaborando com as autoridades na apuração dos fatos”.

Fonte: G1

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Segurança

Prédio desaba no Grande Recife e pessoas são soterradas

por Redação 7 de julho de 2023

Parte de um prédio desabou no bairro do Janga, em Paulista, no Grande Recife, na manhã desta sexta-feira (7). De acordo com os bombeiros, há moradores soterrados nos escombros e crianças estão entre os desaparecidos. O número de vítimas não foi informado.

Até a última atualização desta reportagem, duas pessoas tinham sido resgatadas vivas. Segundo testemunhas, há ao menos nove pessoas sob os destroços. Algumas delas se comunicam com os bombeiros durante a busca.

O desabamento ocorreu no início desta manhã, às 6h10. O prédio fica na rua Dr. Luiz Inácio de Andrade Lima e faz parte do Conjunto Beira-Mar. Segundo os bombeiros, um dos blocos desabou totalmente e outro, parcialmente.

Segundo moradores, o prédio estava interditado por ordem judicial, mas foi reocupado em 2012. Uma mulher que não quis se identificar disse que a irmã, chamada Maria da Conceição, morava no edifício com os filhos.

O despachante Jailson Júnior presenciou o momento em que o prédio caiu. “Eu trabalho no terminal de ônibus do Conjunto Beira-Mar, aqui do lado. Havia pessoas soterradas lá embaixo, inclusive uma placa [de concreto] caída em cima de crianças. Está todo mundo aqui, Samu, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros”, disse.

Até a publicação, os bombeiros ainda não haviam informado quantos são os desaparecidos. As buscas por vítimas seguem no local.

Em abril deste ano, uma parte do Edifício Leme desabou em Jardim Atlântico, Olinda. O acidente deixou seis mortos e cinco feridos. O prédio estava interditado desde 2000, por causa de problemas de segurança. Entretanto, foi reocupado.

Fonte: G1

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Segurança

Polícia encontra 5 mil pés de maconha em casa que já abrigou asilo clandestino

por Redação 6 de julho de 2023

Mais de 5 mil pés de maconha foram encontrados em uma residência no bairro Cidade Jardim, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A ocorrência aconteceu na noite desta quarta-feira (5), quando policiais militares foram até o local dar apoio a um oficial de justiça.

Entretanto, quando os policiais chegaram no endereço, perceberam que indivíduos fugiram do local e deixaram a casa aberta. Ao entrar no imóvel, os agentes encontraram uma estrutura preparada para o cultivo da droga.

A casa, de aproximadamente 300 m2, tem 12 cômodos e era equipada com iluminação e refrigeração, tudo com ligação clandestina de energia elétrica. Os policiais revelaram que recentemente o local foi interditado pois abrigava um asilo clandestino.

Os responsáveis pelo cultivo não foram localizados.

Fonte: RICMAIS

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Segurança

Henry Borel: Monique Medeiros volta a ser presa no Rio após decisão de Gilmar Mendes

por Redação 6 de julho de 2023

Monique Medeiros foi presa novamente na manhã desta quinta-feira (6) na casa da mãe, em Bangu, zona oeste. Ela foi detida após uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal) que determinou que a professora acusada da morte do filho, Henry Borel, retorne para a prisão.

A decisão atendeu a um recurso dos advogados do pai da criança, Leniel Borel, que atua como assistente de acusação no caso.

Monique foi detida por agentes da 16ª DP (Barra da Tijuca), para onde foi levada. Em seguida, ela deve passar pelo IML (Insituto Médico Legal), antes de dar entrada no sistema penitenciário.

A mãe de Henry estava em liberdade desde agosto do ano passado, por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Monique é ré no mesmo processo que o ex-namorado, o ex-vereador Dr. Jairinho, que continua preso preventivamente (sem prazo).

Na semana passada, a Justiça do Rio confirmou que o casal irá a júri popular pela morte da criança. Os desembargadores da 7ª Câmara Criminal da Capital incluíram mais crimes nas acusações contra Monique e Jairo.

Esta é a segunda vez que a Justiça determina o retorno da acusada à cadeia. Em junho de 2022, ela voltou para o Instituto Penal Santo Expedito, em Bangu, após ter sido solta com a condição de utilizar tornozeleira eletrônica.

Em nota, a defesa de Monique afirma que “recebe a decisão do ministro com respeito, destaca que apresentará esclarecimentos, pois foi pautada em um descumprimento de medida cautelar inexistente. Monique não utilizou as redes sociais quando proibida, além de não ter ameaçado qualquer testemunha no momento da prisão domiciliar. Estes fatos já foram esclarecidos há tempos, tratando-se de fake news”.

Fonte: r7

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Segurança

Polícia investiga furto de fontes radioativas de Césio-137 de mineradora em Nazareno, em MG

por Redação 5 de julho de 2023

A Polícia Civil apura o furto de duas fontes de Césio-137 de uma mineradora em Nazareno (MG). O caso também é investigado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), do governo federal.

Segundo a mineradora AMG, os equipamentos desapareceram no dia 29 de junho. Assim que perceberam, eles acionaram a polícia, fizeram o boletim de ocorrência e acionaram os órgãos de fiscalização.

Em nota, a empresa diz que “lamenta profundamente qualquer preocupação que possa causar às comunidades vizinhas. Como a segurança e o bem-estar de todos os esforços possíveis para resolver a situação o mais breve possível”.

Equipes da CNEN devem ir à cidade nesta quarta-feira (5).

O que são as fontes desaparecidas
As fontes furtadas são de Césio-137, confeccionadas em material cerâmico. Elas são duplamente encapsuladas com aço inoxidável e blindadas externamente em aço inox, resistente ao impacto. Com atividade individual de 5 MCI (meios de contraste iodado), elas compunham equipamentos medidores de densidade. Assim, a classificação de risco é 5, o que é considerado baixo risco.

MCI são compostos que contêm o iodo como elemento radiopaco que, quando introduzido no organismo, permitem aumentar a sensibilidade e a especificidade das imagens radiográficas.

Segundo a mineradora, quando estas fontes são utilizadas em medidores de densidade de polpa, elas não apresentam riscos. Apesar disso, o manuseio inadequado pode acarretar risco à saúde.

De acordo com a CNEN, apesar das fontes serem de Césio-137, elas têm atividade cerca de 300 mil vezes menor do que aquela do acidente de Goiânia, considerado o maior acidente radiológico do mundo, em setembro de 1987.

Ainda de segundo a Comissão, estas fontes são classificadas como não perigosas pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). No entanto, é importante continuar as buscas para recuperá-las para prevenir exposições desnecessárias.

Fonte: G1

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Segurança

Integrante de torcida organizada do DF exibe criança simulando ataque com faca contra rivais; veja vídeo

por Redação 5 de julho de 2023

Um vídeo publicado na rede social de um homem ligado a uma torcida organizada do clube Brasiliense, do Distrito Federal, mostra uma criança vestida com um uniforme do time e armada com uma faca. O objeto estava escondido na bermuda do menino, que aparenta ter 7 anos e simula um ataque violento a um suposto torcedor rival (veja o vídeo abaixo).

Durante a gravação, o homem, identificado como Mayksson Miller, incentiva o menino e chega a elogiar o olho roxo no rosto da criança — que, segundo o autor do vídeo, teria sido causado por uma “briga na rua”. Ao R7, Miller disse que o episódio não passou de “uma brincadeira”.

Ainda segundo o torcedor do Brasiliense, a postagem teria sido feita no ano passado, mas passou a viralizar nas redes sociais nesta semana. Miller afirma não saber quem é a criança e que a faca seria “de churrasco”. “Estava todo mundo postando. Aí postei também. Nada a ver.”

Na postagem, ele ainda escreve “os menor [sic] do bem”. Mayksson Miller tem 11 mil seguidores no Instagram. Já no Facebook, ele se define como “puxador”, membro responsável por iniciar as canções que a torcida deve cantar e por manter o ânimo durante a partida. Nas redes sociais, a torcida organizada que ele integra é seguida por 16 mil pessoas.

O R7 entrou em contato com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, a torcida organizada e o Brasiliense, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. A Polícia Civil do DF afirmou que iria transferir o caso para a Delegacia da Criança e do Adolescente.

Fonte: r7

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Segurança

Preso por sequestrar e estuprar menina de 12 anos, em Brasília, fez postagem contra pedofilia em rede social

por Redação 30 de junho de 2023

O homem suspeito de sequestrar e estuprar uma criança de 12 anos, em Brasília, fez uma postagem contra pedofilia nas redes sociais. Daniel Moraes Bittar, de 42 anos, foi preso em flagrante nesta quarta-feira (28), na Asa Norte (veja detalhes abaixo).

No dia 18 de outubro de 2022, o investigado compartilhou uma imagem em que aparece uma criança com a boca vedada por uma fita, o braço esticado e a mão aberta. Na foto, há a frase: “pedofilia é crime, denuncie”.

Daniel Moraes Bittar é técnico de TI do Banco de Brasília (BRB). Preso em flagrante, ele foi demitido do banco nesta quinta-feira (29). O g1 tenta contato com a defesa do investigado.

Daniel é suspeito de sequestrar a vítima por volta do meio-dia de quarta, no momento em que ela ia para a escola no Jardim Ingá, no Entorno do Distrito Federal. A criança foi colocada dentro de uma mala e levada para a Asa Norte.

Segundo a polícia, Daniel foi auxiliado no crime por Gesielly Souza Vieira, de 23 anos. Conforme a investigação, ela desceu do carro, perto da escola da menina, sedou a criança com um pano molhado com clorofórmio e colocou a vítima no banco de trás do veículo.

Imagens das câmeras de segurança do prédio onde mora Daniel registraram quando ele chegou, durante a tarde, arrastando uma mala, coberta por um pano (veja vídeo acima).

Daniel subiu dois andares de escada carregando a mala onde estava a menina, desacordada. Os policiais chegaram ao apartamento às 23h30.

A criança estava com as pernas algemadas, deitada em uma cama e seminua. Segundo a polícia, ela contou que o sequestrador tocou em seu corpo e a beijou.

Confissão

Em um vídeo gravado em frente ao prédio onde Daniel mora, ele confessou para policiais que a menina estava no apartamento dele (veja vídeo acima).

  • “A menina tá ai na sua casa?” Pergunta um policial.
  • “É…” Diz Daniel, que acena com a cabeça.
  • “Fazendo o que na sua casa?” Pergunta o policial.
  • “Tá lá, tá lá, todo mundo… eu não tô”, diz o homem.
  • “Você pegou ela onde? Pra que pegou ela? O que fez com ela?” Questiona o policial.
  • “Ela só tá lá, ainda não fiz nada com ela” responde Daniel.

Fonte: G1

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