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Categoria:

Sustentabilidade

Onças

Onças atacam animais em fazendas e prefeitura emite alerta para moradores da zona rural

por Redação 7 de maio de 2025

Vários animais foram encontrados mortos em fazendas após ataques de onças em Talismã, região sul do Tocantins. Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil, João Carlos Lopes, as onças costumam atacar de madrugada, no mesmo horário em que crianças saem para pegar o ônibus escolar.

A prefeitura informou que devido aos ataques, o ônibus passará a pegar as crianças em casa e, por isso, os pais devem deixar as porteiras abertas para facilitar a entrada do motorista.

Foram registrados pelo menos três ataques. O primeiro aconteceu sábado (3), na Fazenda Peroba. Depois, foram registrados ataques na segunda-feira (5) e terça-feira (6), nas fazendas Porteira Velha e Renascer.

“Da Fazenda Renascer até a Porteira Velha, [a distância é] em torno de 4 km em linha reta. Já da Porteira Velha até a Peroba, como tem que atravessar o Rio Canabrava, vai dar uns 6 km em linha reta. Os ataques estão coincidindo no mesmo horário, então não é o mesmo animal”, contou João Carlos.

A prefeitura emitiu um comunicado sobre os ataques das onças para os proprietários rurais e informou que faz um levantamento de quantos animais foram mortos e quais fazendas foram afetadas. Até o momento, as informações são de que foram atacados bezerros, porcos e um filhote de cavalo.

O município também identificou que as onças estão concentradas nas reservas, locais que oferecem vegetação e comida para esses animais. Nesses espaços, também estão localizadas as propriedades rurais.

“Na região do Canoeiro, nessa fazenda, nós temos a maior reserva de área contínua da região. A outra que seria a Fazenda Felicidade, junto com a Fazenda Juriti, é uma outra porção de terra que tem reserva bem grande. Já no caso da Monte Lírio e da Peroba, é reserva também, porque é a serra. Então, elas estão concentradas nas reservas. É onde tem comida e a vegetação para elas ficarem”.

Segundo o secretário municipal, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) foi procurado para auxiliar no caso. O g1 solicitou informações para o órgão, mas não teve resposta até a publicação da reportagem.

Comunicado da Prefeitura de Talismã
Senhores e senhoras, a SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE E DEFESA CIVIL, informa que no município há duas ondas de ataques, uma por abelhas e outra por onças de grande porte, a orientação é tomar os cuidados necessários. O produtor que tiver sofrido ataque de onça na propriedade, entrar em contato para que juntos possamos criar um plano de ação junto aos órgãos responsáveis. No caso de ataque de abelhas, sugerimos o uso de fumaça e contratar o serviço de apicultores capacitados, pois ambos os ataques são graves!

Fonte: G1

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BrasilSustentabilidade

Lula sanciona Lei do Combustível do Futuro, que aumenta limites para mistura do biodiesel a partir de 2025

por Redação 8 de outubro de 2024

O presidente Luiz Inácio da Silva (PT) sancionou, nesta terça-feira (8), a Lei do Combustível do Futuro.

⛽Na prática, a norma permite o aumento os percentuais obrigatórios para a mistura do biodiesel no óleo diesel, e institui o Programa Nacional de Diesel Verde. Também prevê outras normas voltadas para a transição energética.

Pelo texto, a adição obrigatória de biodiesel ao óleo diesel vendido para o consumidor final subirá para:

15% em 2025;
16% em 2026;
17% em 2027;
18% em 2028;
19% em 2029; e
20% em 2030.
O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional em 11 de setembro, e sancionado nesta terça, durante a feira Liderança Verde Brasil Expo, na Base Aérea de Brasília.

Participaram do evento diversas autoridades. Entre elas, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL); o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira; e Dilma Rousseff, que foi ministra da pasta no primeiro governo Lula, entre 2003 e 2005.

Após sancionar a lei, Lula relembrou que no primeiro mandato presidencial adotou medidas para incentivar a produção de biocombustíveis. As ações, no atual cenário de mudanças climáticas e transição energética, colocam o Brasil em posição relevante.

O presidente também destacou a importância da convivência entre pequenos e grandes produtores rurais e a necessidade de produzir sem degradar o meio ambiente.

“Por que não é possível a convivência democrática entre os pequenos produtores e o agronegócio? Por que temos que ser inimigos?”, disse o presidente.

Lula citou as queimadas das últimas semanas e afirmou que a União Europeia ameaça adotar regras que podem prejudicar produtos brasileiros em razão da destruição de florestas.

“E todos vocês sabem que a União Europeia está ameaçando a gente que vai colocar queimada na mesa de negociação, e estamos dizendo ‘não coloque porque estamos preservando mais do que vocês em qualquer outro momento da história”, acrescentou.

Programas nacionais
A lei sancionada também cria programas nacionais voltados para a transição energética. Entre eles, novas estruturas para combustível de aviação (SAF), diesel verde e biometano.

Conforme a nova norma, o incremento das misturas dos biocombustíveis aos combustíveis fósseis caberá ao Conselho Nacional de Política Energética, vinculado à pasta de Minas e Energia.

O conselho definirá a nova meta anual de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.

O índice passará a valer a partir de janeiro de 2026 e deve ter valor inicial de 1%, não podendo exceder 10% da redução de emissões.

Captura de carbono
O texto estabelece ainda que as atividades de captura do dióxido de carbono para estocagem ecológica devem ser realizadas mediante autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

A autorização concedida terá prazo de 30 anos, prorrogáveis por mais 30.

Fonte: G1

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Sustentabilidade

Descoberta acidental de larva em colmeia promete revolucionar reciclagem de plástico no planeta

por Redação 1 de agosto de 2024

Essa lagarta da foto acima criou uma nova esperança para a ciência: reciclar plástico de forma natural e em larga escala. Bem supérfluo ou mal necessário, o plástico desafia pesquisadores porque — além de infestar rios, oceanos e a terra e provocar a morte de animais e plantas — requer um processo complexo, caro e insuficiente para voltar a ser plástico e reduzir o irremediável impacto na natureza.

Descoberto por acaso, esse “bigato” possui uma enzima na saliva capaz de quebrar em pedaços menores e digerir os formatos mais complexos de plástico. A revelação do potencial da lagarta ocorreu no quintal da bióloga italiana Federica Bertocchini, que tem como hobby a criação de abelhas. Além de extrair mel, serve como distração para compensar as horas que passa trancada no laboratório.

Considerada praga por apicultores, a larva come de tudo e prejudica a evolução da colmeia. “Fui um pouco ingênua”, admite Bertocchini em entrevista ao R7. “Eu tinha o depósito em casa e estava retirando essa larva. Percebi que estavam fazendo furos no plástico. Fomos analisar e houve modificação química. O plástico estava quebrado. Foi aí que toda a história começou”, revela.

Leia a entrevista completa com Federica Bertocchini:
R7 – O meio ambiente leva décadas e até séculos para degradar o plástico. Por que demora se fungos, bactérias e micro-organismos devoram tudo?

Federica – Isso ocorre devido às propriedades do material, que é muito brilhante, resistente e não muito reativo até onde sabemos. O plástico é definido como um tipo de polímero sintético, o que significa que é feito em laboratório e não existe na natureza. O polímero significa uma combinação de pequenas construções de blocos, que são monômeros.

“Poli” significa muitos. Nós temos centenas de milhares desses blocos, que são átomos, compostos químicos. Então você tem o polímero. Para fazer o plástico, são necessários aditivos, que são pequenos compostos sem muitos detalhes sobre a sua estrutura. Não há compostos que dão ao plástico as características peculiares que ele tem.

R7 – E as bactérias e fungos são capazes de colaborar nesse processo?

Federica – Nesse caso, é uma lagarta, um invertebrado, um animal, não uma bactéria. Sei que quando falamos sobre biodegradação, degradação por meios biológicos, sempre vamos para os fungos e bactérias porque é como os estudos começaram. E, dentro desse nicho, temos as lagartas, um tipo de larva que pode degradar a poliolefina.

Quando falamos em poliolefina, significa um material muito resistente, como polietileno, poliestireno e polipropileno. Tem uma gama dessas lagartas que pode digerir polietileno e poliestireno. Esses são os polímeros mais explorados. Agora, já há grupos diferentes estudando tipos diferentes de lagartas. Somos um desses grupos. Descobrimos que enzimas produzidas pelo animal são capazes de digerir, não as bactérias no intestino do animal. Nesse caso, é algo produzido pelo animal.

R7 – O que as lagartas comem naturalmente no ambiente em que vivem?

Federica – O ambiente natural delas são as colmeias. Elas vivem nos favos, rastejam por ali e comem qualquer coisa que encontram. Quase sempre, comem as larvas de abelhas, própolis, pólen e provavelmente outras larvas. Essas lagartas são consideradas pragas pelos apicultores. Mas elas comem plástico, e é isso o que importa.

R7 — Quanto ela come disso tudo por dia ou por hora?

Federica – Não tenho ideia. Isso é difícil de precisar, de acompanhar. Na colmeia, elas não gostam de luz… O que eu posso dizer que é que o ciclo de vida da lagarta dura de quatro a cinco semanas. Elas praticamente só comem nesse período e precisam atuar em grupo para destruir um favo de mel.

R7 – Sete anos atrás, você investigava invertebrados e descobriu o potencial dessa lagarta por acaso. É verdade?

Federica – Sou bióloga molecular, mas trabalhei por toda a minha vida em ciência básica, estudando o desenvolvimento de embriões do ponto de vista molecular. Mas há sempre esta coisa no ambiente: o que está acontecendo ao nosso redor? Sempre procurei animaizinhos que pudessem devorar uma sacolinha plástica no ambiente. Essa foi a minha abordagem, que é o campo dominado por microbiologistas.

Para mim, procurava pequenos invertebrados. Fui um pouco ingênua, devo dizer. Mas então não encontrei nada até tropeçar nesta lagarta porque estava limpando uma de minhas colmeias. Então foi um momento de serenidade.

R7 — Você estava em casa quando descobriu?

Federica – Sim, eu tinha o depósito em casa e estava retirando essa larva da minha colmeia. Então, percebi que, em pouco tempo, estavam fazendo furos no plástico. Fomos analisar o plástico porque podiam fazer buracos só de mastigar, mas sem modificação. Mas houve modificação química. Houve oxidação. O plástico estava realmente quebrado. Foi aí que toda a história começou. Depois, outras pessoas acharam o mesmo animal e puderam degradar também o poliestireno.

R7 – Como funciona a reciclagem do plástico com as lagartas?

Federica – A gente percebeu que tinha algo saindo da boca após o contato com o plástico e que era capaz de degradá-lo. Nos concentramos e analisamos a saliva, que era cheia de proteínas, particularmente quatro enzimas. E uma enzima é basicamente uma proteína que pode atuar em uma saliva química, acelerando-a, digamos assim. Então conseguimos mediar uma reação química.

Molecularmente, como funciona, ainda não sabemos. Mas sabemos que, na saliva, existem essas enzimas, que, quando em contato com o plástico, conseguem quebrá-lo em pedaços cada vez menores, introduzindo oxigênio ali. Ainda não sabemos qual o volume dessas enzimas é necessário para quanto plástico. Estamos trabalhando nisso. Isso acontece em algumas horas e provavelmente é um efeito colateral. Não é algo que as lagartas são programadas para fazer. Elas usam a enzima para outra coisa e estamos trabalhando para entender quanta enzima existe na saliva.

R7 – O tempo necessário para degradar o plástico não é muito preciso, correto?

Federica – Ainda não conseguimos responder com precisão. A gente vê um efeito em poucas horas, das 5 a 10 horas, algo assim. Mas não posso quantificar isso. Mas, em alguns casos, nem sempre, vemos alguma modificação visual do plástico.

O plástico não desaparece simplesmente. Você vê material, mas não é plástico. É uma modificação. É plástico cortado. Em um projeto como este, sempre há enzimas para degradar, então você quer saber quais são os produtos de degradação, para ter certeza de que não são tóxicos. Então existem esses dois aspectos que precisam ser levados em consideração e estudados.

R7 — O que acontece com as lagartas quando comem o plástico? Morrem?

Federica – As lagartas não conseguem sobreviver com uma dieta só de plástico. Nenhum verme pode fazer isso. Numa dieta com 50% de plástico e 50% de uma boa alimentação, elas podem sobreviver, mas ficam cada vez menores. Podem chegar na segunda geração, mas menor, e, na terceira, ainda menores. Você pode ver que elas continuam sobrevivendo, mas não estão bem. Isso é uma verdade: se todas as lagartas comessem plástico, aos poucos, desapareceriam.

Se a lagarta mastiga plástico, nas fezes, se encontra algum plástico, provavelmente modificado. Mas ainda tem um pouco de polietileno, por exemplo, ali. Então, a ideia de usar uma ‘fazenda de lagartas’ não funciona bem assim. Você precisa pegar as enzimas, reduzir as enzimas, aplicar as enzimas.

R7 – Na vida normal, as lagartas crescem e se transformam numa borboleta ou algo assim?

Federica – Sim, numa mariposa. A ‘borboleta da noite’, a mariposa. E a borboleta, a mariposa, não dura entre quatro e seis dias, [vive] pouquíssimos dias. Elas morrem. Eles não comem. Eles apenas se reproduzem. Elas têm essa única função.

R7 — No Brasil, a oferta de sacolas plásticas é muito grande. Quase nunca você precisa pagar pelo plástico no supermercado. Quantas lagartas seriam necessárias para degradar uma sacola?

Federica — Infelizmente, na Europa, não é tão diferente assim. Sobre a pergunta, não faço ideia. Se você colocar muitas lagartas em um saco plástico, você não consegue controlar a quantidade porque provavelmente vão mastigar e vão para as fezes.

Você vai ver um pouco de plástico nas fezes. Portanto, esta não é a quantificação. A quantificação seria a quantidade de enzima necessária, a graduação de enzimas pelos gramas de plástico de uma sacola. Mas não sabemos disso. Estamos trabalhando nessa direção. Não sabemos. Precisamos de financiamento, que não existe. Então é um processo lento.

R7 – Para as lagartas digerirem o plástico, é necessário algum tipo de temperatura específica ou alguma outra condição?

Federica – Não. No nosso caso, nossos eventos funcionam em temperatura ambiente, é a da sala, em torno de 20ºC, 22ºC, 23ºC. Não há pré-tratamento. Não há nada. Agora, talvez seja algo a ser estudado. Talvez, se você mudar alguns graus, a estabilidade melhore. Por enquanto, na temperatura ambiente, funciona.

R7 — O que fazer para transformar esse estudo em larga escala e atrair a indústria? Algum segmento procurou vocês?

Federica — Ainda não. E não teremos [apoio] ainda por um tempo. A indústria da qual estamos falando, a indústria do plástico ou os conversores de plástico, são as gigantes aqui. Envolve ainda todos os produtos químicos. Então essas indústrias não têm muito interesse no momento porque incineração, reciclagem mecânica e lançamento em aterros sanitários, seja o que for, é suficiente. É muito barato. E a pressão ainda não existe para que mudem. Eles estão investindo um pouco na reciclagem química. Até agora, a reciclagem química consome muita energia e é poluente.

A gente consegue sobreviver um pouco com o dinheiro público. Mas não teremos uma indústria até que tenhamos o nosso custo bem definido, a quantificação bem definida. E o custo precisa ser baixo, o que não será baixo pelo menos no começo, porque tem que produzir enzimas. Eu adoraria que um visionário dissesse: ‘OK, vamos tentar. Vamos investir algum dinheiro aqui’.

Talvez, não seja economicamente acessível. Do meu ponto de vista, deveria ser. Mesmo que seja caro, devemos tentar aplicar isso.

R7 — Algum nicho está mais avançado que outro quando pensamos na reciclagem?

Federica – Há uma pequena exceção, mas não é com as poliolefinas. É com o PET, as garrafas plásticas, que representam menos de 10% da produção de plástico. Não é o principal problema da poluição plástica, embora passe sempre a imagem de uma garrafa plástica. O problema mesmo são as poliolefinas. Portanto, para a garrafa plástica, há algum efeito.

Há algumas empresas aqui e ali que estão construindo algumas instalações. Elas têm investimento de dinheiro público. Supostamente, este poderia ser o primeiro passo para o sistema de biodegradação entrar em ação.

R7 — A composição dos plásticos dificulta a reciclagem. Por exemplo, numa caixa de leite, tem plástico, alumínio etc. É possível biodegradar esse tipo de embalagem?

Federica – Não sei, não sabemos onde estamos. A ideia é experimentar. Não há solução para isso. Por exemplo, o PET pode ser reciclado. O polietileno de alta densidade, em teoria, poderia ser reciclado. Porém, a reciclagem mecânica não é boa porque depois de um tempo o produto vai para o lixo, queima.

R7 — Como poderíamos usar a lagarta para degradar o plástico de oceanos e rios? Seria necessário, primeiro, tirar o plástico da água e fazer a biodegradação?

Federica – Com certeza. Para qualquer solução, devemos tirar o plástico da água e tratá-lo. Não só aquele plástico que está na água, mas também aquele que está na terra libera poluentes. Para fazer a degradação, você precisa estar em um ambiente controlado. O problema do campo oceânico é enorme porque coletar é mais caro. É uma bagunça e, sobre isso, precisamos de um esforço global para eliminá-lo mesmo sem as enzimas. Precisaremos de um esforço para retirá-lo e reduzir a liberação nos oceanos e rios. É um problema multifacetado.

R7 – A porcentagem de plástico que é reciclado no mundo gira em torno 9%. Esse número está correto?

Federica – Acho que sim porque se refere à reciclagem mecânica. Na Europa, o número que nos dão é de 35%. Nos Estados Unidos, há alguns anos, o último número foi inferior a 10%.

No caso da reciclagem mecânica, apenas três tipos de plástico podem ser reciclados. […] As pessoas desse ramo dizem que permite economizar um pouco de energia e água na produção. Ok, isso é positivo. Mas, se você pensar no meio ambiente, isso não muda muito.

R7 – O que você vê no horizonte ao pensar em outros tipos de biodegradação? Quanto tempo vai demorar para termos uma solução para o plástico: 10 anos, 20 anos?

Federica – Depende do dinheiro. Encontramos essas enzimas que estão no mundo. É a primeira enzima para polietileno. A enzima precisa ser otimizada, ser produzida em larga escala e ser estudada. Aposto que há mais por lá. E, talvez, quanto mais enzimas encontrarmos, melhor será.

Então não há limite. Precisamos de investimento, de produção em larga escala de qualquer enzima que possa contribuir. Então precisamos de muito dinheiro, o que encurta o tempo. Se formos nesse ritmo atual, nunca, jamais [teremos solução].

Federica Bertocchini

  • Pós-doutora pela Universidade Columbia (EUA) e a University College London (Reino Unido)
  • Pesquisadora-líder do Conselho Espanhol de Investigações Científicas de 2010 a junho de 2023
  • CTO (chefe de tecnologia) da startup Plasticentropy France

Fonte: r7

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Sustentabilidade

STF volta a julgar ações que questionam política ambiental de Bolsonaro

por Redação 19 de fevereiro de 2024

O STF (Supremo Tribunal Federal) pode julgar nesta semana ações que questionam a política ambiental adotada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O julgamento começou no ano passado, mas foi interrompido depois de o ministro André Mendonça pedir mais tempo para analisar o caso.

Uma das ações foi apresentada por sete partidos (PCdoB, PDT, PSB, PSOL, PT, PV e Rede) e pede a execução de um plano para prevenção e controle de desmatamento da Amazônia. A outra, apresentada pela Rede Sustentabilidade, quer o reconhecimento sobre a omissão do governo anterior no combate aos crimes ambientais.

A ministra Cármen Lúcia é relatora das ações. Ela votou para determinar que o governo federal elabore, em 60 dias, um plano para retomar o efetivo combate ao desmatamento na Amazônia, garantindo a máxima proteção do meio ambiente e execução de políticas públicas. A magistrada também reconheceu que houve uma violação sistemática de vários princípios constitucionais na política ambiental do governo Bolsonaro.

Há outras ações na pauta de quarta-feira, como duas que pedem ao STF que mande o governo federal adotar um plano de prevenção e combate aos incêndios no Pantanal e na Amazônia. A outra solicita que a Corte declare omissão do Congresso Nacional na edição de lei federal que regulamenta dispositivo constitucional que assegura a preservação do meio ambiente na exploração de recursos do Pantanal mato-grossense. Essas ações têm como relator o ministro André Mendonça.

Fonte: r7

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Sustentabilidade

‘Super El Niño’ ameaça inflação dos alimentos nos próximos meses

por Redação 22 de dezembro de 2023

O El Niño, fenômeno natural responsável pelo aumento das temperaturas do oceano Pacífico, surgiu mais forte do que o esperado e tem causado fortes chuvas na região Sul e um clima quente e seco no restante país.

Segundo especialistas ouvidos pelo R7, a permanência do cenário põe a agricultura em estado de alerta e ameaça o bolso dos brasileiros nos próximos meses. O real arrefecimento dos efeitos climáticos é estimado apenas para fevereiro.

Alê Delara, diretor da Pine Agronegócios, explica que o efeito surpreendente do fenômeno resultou no aquecimento do oceano em um nível 1,5ºC superior à previsão inicial, de 0,5ºC. “Veio um ‘Super El Niño’, com um aumento de até 2ºC nas temperaturas [do Pacífico]”, diz ele.

Para André Braz, coordenador dos índices de preços do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), o El Niño mais rigoroso tem potencial para comprometer parte da safra de 2024, a depender do volume de chuvas nos últimos dias deste ano, e impactar diretamente o preço dos alimentos.

“Se essa frente fria não for muito significativa, a situação pode se complicar, porque, se não chover agora, o enchimento dos grãos é comprometido, e, consequentemente, podemos ter um preço mais alto das commodities em 2024”, afirma Braz. “Se as chuvas realmente ocorrerem, a pressão dos preços tende a ser menor”, complementa Delara, na mesma linha de raciocínio.

O BC (Banco Central) também demonstra preocupação com o possível impacto do fenômeno climático nos preços. “O Comitê, após acumular mais evidência, elevou um pouco o impacto inflacionário do fenômeno climático do El Niño sobre a inflação de alimentos”, destaca um trecho da última ata do Copom (Comitê de Política Monetária).

O cenário também foi listado no RTI (Relatório Trimestral de Inflação) divulgado nesta quinta-feira (21) como uma das preocupações para o futuro dos preços no Brasil. “Eventos climáticos e, especificamente, a chegada do El Niño têm ampliado as preocupações com a oferta global de grãos, como trigo, milho, arroz, soja, café e açúcar”, diz o texto.

Na tentativa de driblarem os efeitos climáticos, produtores do Centro-Oeste têm assumido parte da plantação do arroz, historicamente realizada no Sul, região muito afetada pelas chuvas. “O arroz subiu muito no mundo inteiro, e os produtores com alguma condição migraram para o arroz e não estão finalizando o plantio da soja. A depender da área plantada, isso pode compensar, em parte, a redução de produtividade do Rio Grande do Sul”, relata Delara.

O movimento tende a agravar a situação da inflação de alimentos, que voltou a subir nos últimos dois meses, após uma sequência de quatro deflações apuradas entre junho e setembro. Em novembro, a alta de 0,63% do grupo de alimentação e bebidas guiou o avanço de 0,28% do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do Brasil.

“O El Niño já reflete parte dessas variações, mas não muito, porque nessa época do ano é comum existir uma redução da oferta de alguns alimentos devido ao calor. A questão é que o fenômeno intensifica as temperaturas, o que acaba prejudicando os preços além do previsto. Não dá para culpar 100% o El Niño”, explica Braz, ao ressaltar que parte da inflação do período é sazonal.

Efeito cascata

Como consequência dos impactos do El Niño nas lavouras de soja e milho, a tendência se reflete na possível contaminação dos preços da carne, do frango, dos ovos e de outros alimentos, já que as rações utilizadas na alimentação do gado e das aves são produzidas a partir das duas commodities.

“A oferta dessas commodities vai influenciar diretamente nos produtos que os consumidores compram nos supermercados, como as carnes, o óleo de soja, os derivados de milho e as massas, que devem aumentar de preço no primeiro semestre de 2024”, prevê Delara.

André Braz reforça que o milho e a soja são a base do trato animal na pecuária, e as eventuais altas chegam, inevitavelmente, até o bolso das famílias. “É provável que os preços de todos os derivados avancem, porque as aves dependem do milho para a produção de ovos, e isso afeta outros alimentos.”

O pesquisador da FGV/Ibre destaca ainda que as proteínas são os produtos mais afetados pelo efeito dominó. “Neste ano, a situação foi favorável, porque o milho e a soja caíram muito de preço. Graças a essa queda de quase 30%, as carnes não foram as vilãs da inflação”, recorda.

O diretor da Pine Agronegócios estima ainda que o efeito cascata envolva algumas hortaliças, que já tiveram movimento de alta, e outros grãos. “O feijão pode ser impactado, porque o atraso do plantio da soja vai retirar uma parte da janela de plantio do milho de primeira safra”, observa ele.

Fonte: r7

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Sustentabilidade

Exército é acionado para socorrer pessoas ilhadas no Rio Grande do Sul

por Redação 5 de setembro de 2023

A mobilização para socorrer pessoas ilhadas no Vale do Taquari deverá envolver o Exército Brasileiro. A informação foi repassada pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta. “Eu vou estar na primeira hora da manhã com o presidente Lula e já levando para ele um relatório atualizado”, garantiu, durante a madrugada desta terça-feira.

“Vamos deslocar equipes para o Rio Grande do Sul. Possivelmente eu estarei junto com o ministro Waldez (Góes, do Desenvolvimento Regional)”, antecipou Pimenta. “Não vai faltar empenho, trabalho, dedicação e recursos de parte do governo federal nessa hora.”

As fortes chuvas que atingem o estado causaram enxurradas ao longo da madrugada desta terça-feira no Vale do Taquari, onde prefeitos relataram pessoas ilhadas e apelaram pelo socorro aéreo.

A situação climática impediu o sobrevoo de helicópteros durante à noite. Bombeiros utilizam barcos em algumas regiões, com o auxílio de voluntários.

Fonte: Correio do Povo

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Sustentabilidade

Governo e empresas de energia se reúnem nesta sexta para tratar de apagão

por Redação 25 de agosto de 2023

O Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) se reunem nesta sexta-feira (25) com empresas de geração e transmissão de energia para discutir o apagão que atingiu 25 estados e o Distrito Federal em 15 de agosto. Será o primeiro encontro entre as entidades antes da elaboração do relatório final sobre as causas da interrupção, com base nas informações preliminares enviadas pelos agentes envolvidos. O documento definitivo deve ser apresentado em até 45 dias úteis, a contar de 16 de agosto.

A segunda reunião do grupo está marcada para a sexta-feira (1º) da próxima semana. Ao R7, o ONS afirmou que a avaliação detalhada da ocorrência constará no Relatório de Análise de Perturbação (RAP). No relatório haverá também recomendações e providências.

O apagão teve início em uma linha da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), ligada à Eletrobras, em Quixadá (CE). A própria companhia admitiu que houve falha sistêmica.

No entanto, o evento no município cearense, isoladamente, não seria capaz de causar a suspensão de energia generalizada, confome informaram o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o ONS. As autoridades técnicas responsáveis estudam outros fatos ocorridos após o ponto inicial — esses episódios estarão no relatório final.

Segundo o ONS, o apagão começou às 8h30 de 15 de agosto. Na região Sul, a energia foi retomada às 9h05; no Sudeste e no Centro-Oeste, às 9h33; e no Nordeste e no Norte, às 14h49.

A única unidade da Federação que não foi afetada pelo apação foi Roraima. Oito estados tiveram corte de 100% da energia – Acre, Amazonas, Rondônia, Pará, Amapá, Tocantins, Maranhão e Piauí.

Confira o corte de carga nas demais unidades federativas:

  • Alagoas: 68%
  • Bahia: 69%
  • Ceará: 44%
  • DF: 20%
  • Espírito Santo: 15%
  • Goiás: 24%
  • Mato Grosso: 9%
  • Mato Grosso do Sul: 19%
  • Minas Gerais: 19%
  • Paraíba: 15%
  • Paraná: 8%
  • Pernambuco: 38%
  • Rio de Janeiro: 13%
  • Rio Grande do Norte: 22%
  • Rio Grande do Sul: 18%
  • Santa Catarina: 15%
  • São Paulo: 9%
  • Sergipe: 52%

Fonte: r7

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Sustentabilidade

Governo ainda estuda se horário de verão será retomado neste ano

por Redação 22 de agosto de 2023

O governo federal ainda avalia a possibilidade de retorno do horário de verão, encerrado em 2019. O MME (Ministério de Minas e Energia) afirmou que tem conduzido análises sobre a pertinência ou não da adoção da medida a partir deste ano.

“Com o relevante crescimento da micro e minigeração distribuída, percebeu-se um retorno do período de ponta para a noite, que tenderia a se reduzir com a adoção da política”, afirmou o ministério em nota.

Mas outros efeitos precisam ser considerados, segundo a pasta, como aumento de consumo em determinados horários do dia e as condições energéticas do Sistema Interligado Nacional.

Após a eleição do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a fazer uma enquete pelas redes sociais sobre a volta do horário de verão, e a maioria das pessoas que participaram era a favor.

Mudança de hábito
A mudança de horário ocorria entre os meses de outubro e fevereiro, quando os relógios eram adiantados em uma hora pelo horário de Brasília, para aproveitar o maior período de luz natural durante a época mais quente do ano e reduzir o consumo de energia elétrica no horário de pico.

No entanto, como nos últimos anos houve mudanças no hábito de consumo de energia da população, deslocando o maior consumo diário de energia para o período da tarde, o horário de verão deixou de produzir os resultados para os quais essa política pública havia sido formulada e foi suspenso.

Ao assumir o governo, o ex-presidente Michel Temer já estudava suspender a medida, mas foi o presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2019, que acabou com o adiantamento dos relógios, com o argumento de que o setor elétrico não tinha mais resultados com a mudança devido ao novo padrão de consumo de energia e avanços tecnológicos.

“Não foi identificada economia significativa de energia, pois a redução observada no horário de maior consumo, ou seja, das 18h às 21h, é compensada pelo aumento da demanda em outros períodos do dia, especialmente no início da manhã”, afirmou o MME na época.

Segundo o ministério, a redução da economia do horário de verão começou a ser percebida e questionada em 2017, quando foi registrada uma queda de consumo da ordem de 2.185 megawatts, o equivalente a cerca de R$ 145 milhões. Em 2013, a economia havia sido de R$ 405 milhões, caindo para R$ 159,5 milhões em 2016, uma diminuição de 60%.

Quando foi criado?
O horário de verão foi instituído no Brasil em 1931 pelo então presidente Getúlio Vargas e adotado em caráter permanente a partir de 2008. Em 2019, no entanto, deixou de ser instituído.

O primeiro país a adotar o horário de verão foi a Alemanha, em 1916. Atualmente, mais de 30 países usam essa tática para aproveitar melhor a luz natural. Entretanto, mudanças nos hábitos do consumidor e o avanço da tecnologia reduziram a relevância da economia de energia ao longo dos anos. Esse foi o argumento usado pelo governo brasileiro para extinguir a medida.

Fonte: r7

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Sustentabilidade

Ibama vai avaliar pedido de exploração de petróleo na foz do rio Amazonas ‘com isenção’, diz Marina

por Redação 5 de agosto de 2023

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse neste sábado (5) que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai avaliar “com isenção” o pedido da Petrobras para instalar uma sonda de perfuração na bacia da foz do rio Amazonas para explorar petróleo na região.

No fim de maio, o Ibama negou uma solicitação da petroleira para operar em um poço localizado em alto-mar, a cerca de 175 km da costa do Amapá, alegando “inconsistências técnicas” da empresa. Posteriormente, a Petrobras apresentou um novo pedido. Segundo a empresa, todas as exigências impostas pelo Ibama foram atendidas nesse segundo pedido.

“No processo de licenciamento, o empreendedor tem o direito de reapresentar a proposta. A Petrobras já reapresentou a proposta, e o Ibama, com toda a isenção, vai fazer essa avaliação”, afirmou a ministra em entrevista à imprensa em Belém (PA).

“Em um governo republicano, os técnicos têm a liberdade de dar o seu parecer, e as autoridades que devem fazer política pública com evidência devem olhar para aquilo que os técnicos estão dizendo”, acrescentou Marina.

Segundo a ministra, o Ibama não dificulta nem facilita a concessão de licenças ambientais. “O presidente Lula tem dito que os empreendimentos complexos ele está encaminhando para estudos. Muito deles, e obviamente quando você não é negacionista, aquilo que a ciência e a técnica dizem importa na hora de tomar as decisões. O Ibama não dificulta nem facilita”, frisou.

“O Ibama tem um parecer técnico que deve ser observado. Nós já demos mais de 2.000 licenças para a Petrobras ao longo dos tempos. Se as licenças dadas não foram ideológicas, as licenças negadas também não são ideológicas”, completou.

Lula disse que Petrobras pode continuar sonhando
Em entrevistas a rádios da Amazônia na quinta-feira (3), o presidente Lula defendeu a realização de pesquisas na área em que a Petrobras quer explorar para que o governo avalie se a região tem potencial. Além disso, ele comentou que a empresa pode “continuar sonhando”.

“Vocês podem continuar sonhando, que eu também quero continuar sonhando. Isso nós vamos ter todo o cuidado. Mas pode continuar sonhando porque ainda há uma discussão. O Ibama não foi definitivo, apresentou propostas para ser corrigida. Essas coisas vão ser levadas em conta pelo governo e pela Petrobras. Estamos em processo de discussão interna e, logo, logo, a gente vai ter uma decisão do que a gente pode fazer”, declarou.

“A gente, primeiro, tem que explorar. Tem que fazer a pesquisa. Se a pesquisa constatar que a gente tem o que a gente pensa que tem lá embaixo, aí sim vamos fazer a segunda discussão. Como fazer para explorar sem causar nenhum prejuízo a qualquer espécie amazônica. É isso que está em jogo, na verdade”, completou o presidente.

Fonte: r7

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