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Tecnologia

Tecnologia

“É uma migalha”, diz Drauzio sobre ação da Meta contra golpes com deepfakes

por Redação 27 de fevereiro de 2026

A Meta, empresa responsável por Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou nesta quinta-feira que ingressou na Justiça contra esquemas que utilizam indevidamente imagens e vozes manipuladas de celebridades e influenciadores para aplicar golpes no Brasil e na China. Entre os nomes citados está o médico Drauzio Varella.

Ao GLOBO, o oncologista classificou a iniciativa como insuficiente. Para ele, a medida é “uma gota d’água em um oceano de estelionato contra a saúde pública” e deve ser recebida “como uma migalha”.

— Eles vão processar uma empresa? São centenas que usam o meu nome e a minha imagem divulgando informações médicas falsas. Eu recebo mensagens quase que diariamente sobre alguém que usou um medicamento fraudulento que “eu recomendei”, sendo que não fui eu — afirmou.

Drauzio relatou que há anos tenta contato com a plataforma para denunciar os conteúdos falsos, mas que, segundo ele, não houve retorno efetivo.

— Eles são sócios da fraude. Eles ganham bilhões para realizar essa divulgação e fazer com que o vídeo chegue na maior quantidade de pessoas possíveis — declarou.

Além de Drauzio, os anúncios fraudulentos teriam utilizado imagens falsas do médico Lair Ribeiro, da cantora Maiara, do jornalista Luiz Bacci e da influenciadora Maíra Cardi.

Luiz Bacci afirmou que sua imagem já foi explorada para vender desde “estimulante sexual a plano funerário” nas redes sociais. Segundo ele, as denúncias não surtiram efeito. “Quando se deleta uma, surgem outras três”, disse.

— Outro dia, a plataforma derrubou uma foto do meu cachorro de estimação, alegando que eu estava vendendo animais, o que é ilegal na plataforma. Em compensação, essas montagens bizarras de deepfake continuam circulando livremente na internet, mesmo após denúncias.

O apresentador relatou que até familiares acabam impactados pelos anúncios.

— A cada duas semanas, minha mãe me pergunta sobre um produto diferente, como se eu estivesse anunciando. Até ela acaba acreditando. Esses golpistas usam a nossa credibilidade com a população para tirar proveito. A verdade é que, no Brasil, estelionato físico ou virtual não dá cadeia. Ser golpista virou profissão.

Maiara também considerou a decisão da empresa correta, mas tardia.

— Eu acho uma decisão sábia, porém tardia. Há muitos anos sofremos com estes anúncios falsos. Já entramos com processo várias vezes, mas isso se dissemina com uma velocidade absurda, que não conseguimos conter. Quem sabe a Meta use de toda sua tecnologia para acabar com isso de uma vez — afirmou.

A cantora alertou ainda para o risco à saúde.

— O mais preocupante é que nem são medicamentos aprovados ou registrados e podem causar danos para muita gente.

Segundo a Meta, os golpistas utilizam deepfakes das figuras públicas para induzir usuários a clicar em anúncios que direcionam para sites fraudulentos. Nessas páginas, as vítimas são levadas a fornecer dados pessoais ou efetuar pagamentos.

A empresa informou que também move ações contra um anunciante sediado no Vietnã, acusado de manipular sistemas de revisão de anúncios para liderar esquema de fraude por assinatura. No Brasil, a companhia cita Vitor Lourenço de Souza e Milena Luciani Sanchez, além da empresa B&B Suplementos e Cosméticos (Brites Corp), Brites Academia de Treinamento, Daniel de Brites Macieira Cordeiro e José Victor de Brites Chaves de Araújo, que estariam envolvidos em operação com deepfakes para promover produtos de saúde sem aprovação regulatória e vender cursos ensinando as mesmas práticas.

Na China, a ação envolve a empresa Shenzhen Yunzheng Technology, acusada de usar celebridades como isca para atrair vítimas nos Estados Unidos e no Japão para supostos grupos de investimento. Já contra a Lý Văn Lâm, do Vietnã, a acusação é de ocultação de identidade para burlar o sistema de revisão de anúncios e promover ofertas fraudulentas de marcas conhecidas, como Longchamp, mediante coleta de dados de cartão de crédito. As vítimas não recebiam os produtos e ainda eram submetidas a cobranças recorrentes não autorizadas.

A Meta informou que suspendeu métodos de pagamento, desativou contas relacionadas, bloqueou domínios usados nos golpes e compartilhou informações com parceiros do setor. A empresa também citou ação conjunta com autoridades do Reino Unido e da Nigéria que resultou em sete prisões. O escritório da Meta no Brasil afirmou que não comentará além do comunicado global.

A reportagem tentou contato com os citados no Brasil, mas não houve retorno até o momento.

Fonte: OGLOBO

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Tecnologia

Uber apresenta carro voador elétrico que estreia como táxi aéreo em Dubai

por Redação 27 de fevereiro de 2026

A Uber e a fabricante americana Joby Aviation apresentaram em Dubai o início das operações comerciais de seus táxis aéreos elétricos (eVTOLs), prometendo transformar o transporte urbano em algo próximo à ficção científica. A iniciativa deve começar nos próximos meses, com a promessa de trajetos até 100 vezes mais rápidos que os percursos de carro em horários de pico.

Sarfraz Maredia, chefe global de mobilidade autônoma da Uber, detalhou a integração do serviço ao aplicativo da empresa: o passageiro será buscado por um carro, voará até o vertiporto e será recebido por outro veículo no destino final. Um trajeto clássico em Dubai, que normalmente leva 1h20 de carro, poderá ser feito em apenas 11 minutos pelo eVTOL.

A aeronave, projetada para quatro passageiros e um piloto, oferece conforto comparável a um carro de luxo e promete ser 100 vezes mais silenciosa que um helicóptero. A Joby Aviation está em fase final de certificação da aeronave junto à FAA, o que permitirá a produção em massa e expansão global.

Apesar do entusiasmo, especialistas alertam que os custos elevados e a necessidade de infraestrutura adequada limitam o acesso do público em geral. Em mercados como São Paulo, a Uber planeja adaptar helipontos existentes, mas a concorrência com a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, traz desafios adicionais. A estratégia da Uber é apoiar o serviço em sua base de 150 milhões de usuários mensais, criando uma rede multimodal que combina carros e voos.

Para os analistas, o anúncio simboliza um marco tecnológico, mas ainda levanta dúvidas sobre se os táxis aéreos elétricos se tornarão transporte urbano de massa ou permanecerão um serviço de luxo para poucos.

Fonte: OGLOBO

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Tecnologia

Google MAPS ganha recurso que marca automaticamente onde o carro foi estacionado

por Redação 10 de dezembro de 2025

Motoristas que costumam esquecer onde deixaram o carro acabam de ganhar um aliado tecnológico. O Google anunciou uma atualização inédita no Google Maps, que agora identifica automaticamente o local onde o veículo foi estacionado. A novidade já está disponível para usuários de iPhone e iPad, e deve chegar ao Android em breve.

A ferramenta utiliza a conexão entre o celular e o carro — por USB, Bluetooth ou Apple CarPlay — para detectar o fim da viagem. Assim que o veículo é desligado, o aplicativo marca o ponto exato do estacionamento no mapa, exibindo um ícone personalizável, que pode substituir o tradicional “P” azul por diferentes modelos de automóveis. A indicação permanece visível por até 48 horas, sendo removida apenas quando o motorista iniciar uma nova viagem ou optar pela exclusão manual.

Segundo Rio Akasaka, gerente sênior de produto do Google Maps, a intenção é tornar a experiência mais intuitiva e prática. Em publicação no LinkedIn, ele afirmou que o recurso deve facilitar o dia a dia de milhões de usuários, especialmente em grandes cidades e estacionamentos amplos.

Por enquanto, a atualização é exclusiva para o sistema iOS, sem previsão oficial para Android. Até lá, usuários de smartphones Android continuarão podendo salvar manualmente o local onde estacionaram.

Fonte: techtudo

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TV boxes

Operação 404: Polícia identifica criminosos na deep web e apura possível ligação de esquema de ‘gatonet’ com facções

por Redação 4 de dezembro de 2025

A Polícia brasileira identificou dados de integrantes de um esquema ilegal de IPTV durante a 8ª fase da Operação 404, que derrubou 535 sites e um aplicativo de streaming pirata na última quinta-feira (27). A investigação, conduzida pelo Ministério da Justiça desde 2019, emprega técnicas como monitoramento de grupos no Telegram, análise na deep web e rastreamento de informações vazadas pelos próprios operadores do esquema.

Responsável pela força-tarefa, Rodney da Silva, diretor de Operações e Inteligência (Diopi), explicou ao g1 que a equipe atua no “submundo do crime digital” para localizar serviços irregulares. Em alguns casos, operadores publicavam telefones e contas bancárias para pagamento, facilitando a identificação dos responsáveis. Endereços de IP também foram utilizados para localizar fisicamente as centrais de transmissão clandestina.

A operação, batizada em alusão ao erro “404 – página não encontrada”, é independente da ação argentina que derrubou aplicativos como BTV e Red Play. A fase atual teve participação das Polícias Civis de 16 estados, cumpriu 44 mandados de busca e apreensão e realizou sete prisões, sendo quatro preventivas e três em flagrante.

No estado de São Paulo, dois homens foram presos por operarem serviços ilegais de streaming, canais por assinatura e jogos, com apreensão de computadores e celulares. A ação contou ainda com apoio da Anatel, Ancine e autoridades internacionais de cinco países.

Segundo o Ministério da Justiça, o esquema pode configurar crime organizado, já que o lucro é elevado e tem atraído grupos especializados. A possibilidade de envolvimento de facções criminosas segue sob investigação.

Com a derrubada dos serviços piratas, consumidores recorreram a plataformas de reclamação, mas o Procon-SP reforçou que quem compra serviços ilegais abre mão de direitos básicos de proteção. Já a Anatel orienta usuários a utilizarem apenas TV boxes certificadas para garantir segurança e evitar práticas criminosas.

Fonte: G1

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TV boxes

Operações no Brasil e na Argentina derrubam mais de 550 serviços de streaming pirata e ampliam cerco ao ‘gatonet’

por Redação 3 de dezembro de 2025

Duas ações realizadas no Brasil e na Argentina removeram 558 serviços de streaming pirata desde a última quinta-feira (27), reforçando o combate internacional às plataformas ilegais que vêm crescendo nos últimos meses. Entre os alvos, estão aplicativos populares entre usuários de TV Box, como My Family Cinema, BTV, Red Play e TV Express.

A operação mais recente foi conduzida pelo Ministério Público Fiscal de Buenos Aires no domingo (30) e derrubou 22 aplicativos de IPTV que, segundo as investigações, integravam um esquema de pirataria com mais de 6,2 milhões de assinantes ativos — sendo 4,6 milhões no Brasil. Os serviços cobravam até US$ 5 mensais e geraram faturamento estimado em US$ 150 milhões ao ano. Em agosto, uma fase anterior da apuração já havia tirado do ar 14 aplicativos, incluindo My Family Cinema e TV Express.

As autoridades argentinas descobriram escritórios que se passavam por empresas legítimas e operavam com cerca de cem funcionários. Essas unidades cuidavam de marketing e vendas, enquanto toda a infraestrutura técnica dos serviços era hospedada na China, o que prolongou o processo de interrupção. A denúncia foi feita pela Alianza, entidade que reúne empresas de combate à pirataria audiovisual na América Latina.

No Brasil, a oitava fase da Operação 404, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, bloqueou 535 sites e um aplicativo de streaming. A ação cumpriu 44 mandados de busca e apreensão, resultou em quatro prisões preventivas e três em flagrante, e teve o apoio das Polícias Civis de 15 estados, além da Anatel, Ancine e autoridades internacionais.

Desde 2019, a Operação 404 já bloqueou mais de 3 mil sites e aplicativos ilegais, além de remover conteúdos piratas de buscadores e perfis que divulgavam serviços clandestinos.

O uso de TV boxes não homologadas segue no radar das autoridades. A Anatel reforça que esses equipamentos só podem ser comercializados e usados se forem certificados pela agência. Além de viabilizarem o acesso a conteúdo ilegal, aparelhos irregulares podem causar interferências e permitir ataques hackers, alerta a agência.

Clientes que compraram serviços pirateados também ficam sem proteção legal. O Procon-SP esclarece que, ao adquirir produtos ou plataformas sabendo que são irregulares, o consumidor renuncia a seus direitos, uma vez que as empresas não são formalizadas e não podem ser notificadas pelos órgãos de defesa.

A operação argentina divulgou uma lista com 36 aplicativos derrubados, entre eles BTV, Red Play, My Family Cinema, TV Express, Super TV Premium, PLUSTV, Nava TV e diversos outros utilizados amplamente no Brasil e em países da América Latina.

Fonte: G1

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Tecnologia

“Me sinto valorizado”: profissionais que desenvolvem agentes de IA destacam avanço e desafios da nova área tecnológica

por Redação 11 de novembro de 2025

A demanda por especialistas em inteligência artificial (IA) continua crescendo em ritmo acelerado, e um dos campos que mais se destaca é o dos agentes de IA — sistemas autônomos capazes de executar tarefas sem intervenção humana. A atuação nessa área vem criando novas oportunidades e redefinindo carreiras no setor de tecnologia.

A engenheira de IA Evellyn Nicole, de 22 anos, trabalha em uma grande empresa do setor elétrico e conta que, no início, enfrentou resistência da família por apostar em uma profissão ainda pouco conhecida.

“Uma tia me disse que eu deveria escolher algo que desse dinheiro, como medicina ou engenharia tradicional”, relembra.
Hoje, Evellyn afirma se sentir valorizada e reconhecida por atuar em um campo promissor.

Segundo o Guia Salarial 2026 da consultoria Robert Half, engenheiros de IA podem receber entre R$ 19,5 mil e R$ 27,1 mil. De acordo com levantamento da Catho, os salários na área variam de R$ 3,5 mil a R$ 20 mil, dependendo da função e do nível de especialização.

O professor Cleber Zanchettin, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), aponta que a procura por profissionais cresce acima de 20% ao ano no Brasil e pode superar 30% no cenário global.

“A demanda por especialistas em IA só cresce há mais de cinco anos, e o mercado ainda não consegue suprir essa necessidade”, explica.

O trabalho de quem cria agentes de IA exige domínio técnico e capacidade analítica. Esses sistemas são baseados em modelos de linguagem (LLMs) — o mesmo tipo de tecnologia usada em ferramentas como ChatGPT, Copilot e Gemini — e podem automatizar tarefas que vão desde o atendimento ao cliente até a análise de grandes volumes de dados corporativos.

Um exemplo é o de João Gama, 19 anos, técnico júnior em uma empresa de aluguel de veículos. Ele participou do desenvolvimento de um agente que analisa relatórios de inspeção da frota e identifica problemas automaticamente.

“O sistema envia alertas à equipe e agiliza as decisões. É uma habilidade muito valorizada”, afirma.

Na empresa em que trabalha, Evellyn desenvolve robôs que automatizam tarefas repetitivas e facilitam o acesso a informações internas.

“Qualquer pessoa pode digitar, por exemplo, ‘quanto vendi hoje?’ e o agente responde na hora, sem precisar programar”, explica.

Os profissionais destacam também os desafios do setor, como a rápida evolução tecnológica e a escassez de materiais em português. Um dos principais obstáculos técnicos são as chamadas “alucinações” da IA, quando o sistema gera respostas erradas.

“Um dia funciona, no outro, não. É preciso ajustar o tempo todo”, diz Evellyn.

Especialistas recomendam estudar Python, fundamentos de machine learning, IA generativa e análise de dados, além de conhecer ferramentas como LangChain, CrewAI e Langflow. Participar de hackathons e eventos de inovação também ajuda a aprimorar habilidades práticas e manter-se atualizado em um dos campos mais dinâmicos da tecnologia moderna.

Fonte: G1

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Tecnologia

Google vai usar energia nuclear de usina reativada nos EUA para alimentar projetos de IA

por Redação 28 de outubro de 2025

A NextEra Energy, uma das maiores empresas de energia dos Estados Unidos, anunciou nesta segunda-feira (27) que vai reativar a usina nuclear Duane Arnold Energy Center, no estado de Iowa, com o objetivo de atender à crescente demanda energética dos projetos de inteligência artificial (IA) do Google.

A planta, que operou por 45 anos e foi desativada em 2020, deve voltar a funcionar em 2029. O Google firmou um contrato de 25 anos para compra de energia da unidade, segundo a companhia.

De acordo com o Financial Times, o custo total do projeto pode ultrapassar US$ 1,6 bilhão (cerca de R$ 9,3 bilhões).

A NextEra afirmou que o acordo com o Google é fundamental para viabilizar o investimento e servirá como “modelo” para futuros projetos de energia limpa no país.

“A parceria serve como modelo para ampliar a capacidade energética e fornecer energia limpa e confiável, sem comprometer a acessibilidade e com geração de empregos que impulsionarão a economia movida por IA”, disse Ruth Porat, presidente e diretora de investimentos da Alphabet e do Google.

O Google informou ainda que pretende explorar novas oportunidades de geração nuclear com a NextEra, diante do aumento global da demanda elétrica causado pela expansão da IA.

Segundo estimativas da Agência Internacional de Energia (AIE), o consumo de energia dos data centers deve dobrar até 2030. Esse aumento tem levado gigantes de tecnologia a buscar fontes estáveis e com baixa emissão de carbono, como a energia nuclear.

O Financial Times destaca que o setor nuclear vive um “renascimento” após anos de declínio provocados pelo desastre de Fukushima (2011) e pelo avanço do gás de xisto, fonte mais barata.

Em 2023, a Microsoft firmou acordo semelhante com a Constellation Energy para reabrir a usina de Three Mile Island, na Pensilvânia, que deve retomar operações em 2028.

Especialistas, no entanto, alertam que reativar usinas nucleares desativadas exige cautela, com rigorosos padrões de segurança e controle ambiental.

Fonte: G1

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Tecnologia

Ataque hacker desvia R$ 26 milhões; entenda caso contra fintech brasileira

por Redação 22 de outubro de 2025

O sistema financeiro brasileiro voltou a ser alvo de criminosos digitais. No último domingo (19), a fintech FictorPay sofreu um ataque hacker que resultou no desvio de aproximadamente R$ 26 milhões, em um dos maiores golpes cibernéticos registrados no setor neste segundo semestre.

A empresa, controlada pela holding Fictor, confirmou que o ataque explorou uma falha em um aplicativo terceirizado, permitindo que os invasores realizassem cerca de 280 transações via Pix, distribuídas em 270 contas laranja abertas em diversos bancos e fintechs.

O Banco Central do Brasil (BC) detectou movimentações suspeitas nas contas da FictorPay e acionou a Celcoin, empresa responsável pela infraestrutura do Pix utilizada pela fintech. Em nota, a Celcoin informou que não houve invasão em sua estrutura tecnológica e que as operações irregulares foram rapidamente bloqueadas.

Quarto ataque em três meses

Este é o quarto incidente cibernético envolvendo fintechs no Brasil em apenas três meses, mesmo após o Banco Central adotar regras mais rígidas para o setor.

Outros casos recentes incluem:

Monbank (setembro de 2024): prejuízo de R$ 4,9 milhões em fraudes via TED;

Sinqia (setembro de 2024): invasão com desvio inicial de R$ 710 milhões;

C&M Software (julho de 2024): maior ataque já registrado, com perdas acima de R$ 1 bilhão.

Desde julho, o total de valores desviados chega a R$ 1,74 bilhão, segundo estimativas do mercado.

Como funcionam os ataques

Especialistas explicam que os criminosos exploram vulnerabilidades nos sistemas de integração entre fintechs e bancos, com métodos que envolvem:

roubo de credenciais legítimas;

falhas em prestadores de serviço de tecnologia (PSTI);

brechas no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB);

operações fraudulentas via TED e Pix.

Reação do Banco Central

Após a onda de ataques, o Banco Central anunciou um pacote de medidas de segurança que inclui:

limite de R$ 15 mil para transferências via Pix e TED em empresas conectadas por PSTIs;

autorização obrigatória para início de operações de fintechs;

processos mais rígidos de compliance e verificação de parceiros tecnológicos;

prazo até maio de 2026 para regularização das fintechs ainda não autorizadas.

Especialistas pedem mais investimento em segurança

O advogado Daniell Roriz, especialista em Direito Digital, afirma que as normas do BC são um avanço, mas insuficientes sem investimentos em infraestrutura de segurança.

“O fortalecimento da cibersegurança exige protocolos robustos, autenticação em dois fatores, operações criptografadas e treinamento constante de equipes”, explica Roriz.

Já o especialista Marcelo Grandchamp, CEO da NOVVAX, destaca a necessidade de proteger cada camada dos sistemas digitais.

“A segurança da informação precisa ser planejada desde o início, com testes de vulnerabilidade em todas as etapas. As fintechs que usam soluções White Label também precisam ter cuidado: pequenas customizações podem abrir brechas graves”, alerta.

O caso da FictorPay reforça a vulnerabilidade do ecossistema financeiro digital brasileiro, que enfrenta o desafio de equilibrar inovação e segurança em um cenário de ataques cada vez mais sofisticados.

Fonte: techtudo

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Tecnologia

Pane em data center da Amazon causa falhas em iFood, Mercado Livre e outras 500 empresas no mundo

por Redação 21 de outubro de 2025

Uma falha de 15 horas na Amazon Web Services (AWS), serviço de computação em nuvem da Amazon, causou instabilidade em cerca de 500 empresas em todo o mundo, incluindo gigantes como iFood, Mercado Livre e PicPay, na segunda-feira (20).

O problema aconteceu na região US-EAST-1, localizada no norte da Virgínia (EUA), um dos data centers mais antigos e utilizados da companhia. A escolha pelo local é explicada pelo baixo custo e pela grande variedade de serviços oferecidos — fatores que atraem milhares de empresas globais.

Segundo especialistas, o preço do processamento nessa unidade é cerca de 60% menor do que o praticado na região de São Paulo, o que reforça a preferência das empresas.

O erro, registrado às 4h11 (horário de Brasília), afetou sistemas do DynamoDB e do Elastic Compute Cloud (EC2), ambos essenciais para o funcionamento de aplicações de alta performance. A AWS informou que todos os serviços foram restabelecidos às 19h01.

Essa foi uma das maiores interrupções na internet desde julho de 2024, quando uma falha da CrowdStrike gerou a “tela azul” em sistemas Windows de hospitais, bancos e aeroportos.

Especialistas alertam que o incidente reforça a dependência crítica de grandes empresas em poucos provedores de nuvem.

“O principal problema é que todas essas companhias dependem de um único serviço”, afirmou Nishanth Sastry, diretor de pesquisa da Universidade de Surrey, à Reuters.

Fonte: G1

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Tecnologia

Especialistas alertam para riscos do uso de inteligência artificial como terapeuta

por Redação 15 de setembro de 2025

O uso da inteligência artificial (IA) em contextos terapêuticos tem crescido, com aplicativos e plataformas que simulam conversas semelhantes às de atendimentos psicológicos. No entanto, especialistas alertam que a prática pode trazer riscos para os usuários.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostra que, entre pessoas com problemas de saúde mental que utilizam IA, metade recorre aos robôs como apoio emocional — para desabafar, compartilhar sentimentos e buscar conselhos.

O Fantástico testou a tendência com a repórter Renata Ceribelli, que utilizou um programa de IA como psicoterapeuta digital, sob a supervisão do psicanalista e professor da USP, Christian Dunker. O sistema fez perguntas iniciais sobre a vida da repórter e forneceu respostas automáticas, formuladas de modo a simular empatia. Em alguns momentos, Renata relatou ter se sentido compreendida.

Apesar disso, especialistas apontam que essa sensação pode ser enganosa. A pesquisadora Fernanda Bruno, que coordenou um dos primeiros estudos sobre o tema no Brasil, afirma que muitos recorrem aos aplicativos por questões de acessibilidade e conveniência.

Psicólogos reforçam, no entanto, que a IA não possui formação profissional, não pode realizar diagnósticos e não está preparada para lidar com crises graves. Outro ponto de preocupação é a ausência de garantias de confidencialidade: dados pessoais e informações íntimas compartilhados nas plataformas podem ser armazenados e utilizados por empresas, sem a proteção de sigilo que existe no consultório.

Fonte: FANTÁSTICO

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