Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
terça-feira, abril 21, 2026
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal Impresso
@2023 Voz de Guarulhos
Categoria:

Curiosidade

Curiosidade

Câmera de brasileira é engolida por tubarão e imagens impressionam; assista

por Redação 25 de fevereiro de 2025

Por anos, franquias de filmes de terror, como Tubarão, Megatubarão e Medo Profundo, reforçaram a ideia de que esses grandes predadores marinhos são bichos assustadores, perigosos e ameaçadores à vida humana. Embora se saiba que, fora das telonas, as interações com esses peixes costumam ser bastante raras e, no geral, pacíficas, isso não impede que muitas pessoas ainda sintam calafrios só de pensar em ver uma barbatana dorsal saindo da água.

Mas já pensou observar esses animais tão de perto que você consegue ver até por dentro de sua boca, como se estivesse sendo engolido? Por mais improvável que isso possa parecer, foi exatamente o que aconteceu com um grupo de mergulhadores que submergiu na costa de Freeport, nas Bahamas, no dia 9 de fevereiro. E, para a sorte de quem ficou curioso, tudo foi gravado e publicado nas redes sociais.

O passeio foi organizado na região de Tiger Beach, nas Bahamas, pela escola de mergulho Aloha Divers Okinawa, que é tocada por uma dupla de sócios brasileiros, Andréa Ramos e Pedro Yan. Em conversa com a GALILEU, Yan confirmou que a câmera estava com Andréa no momento da cena.

Na ocasião, o objetivo da descida era observar exemplares de tubarões-tigres (Galeocerdo cuvier) e alimentá-los com iscas de peixe. Tudo corria tranquilo e conforme o planejado até que um dos animais confundiu a câmera de registro do mergulho com os petiscos, e a abocanhou. Veja o vídeo, postado primeiro na página de Instagram de Andréa:

“Essa filmagem aconteceu na viagem para Bahamas que nós fizemos no começo de fevereiro, foi a primeira vez que nós fomos mergulhar por lá”, contou Pedro Yan. “Nós mergulhamos quatro dias em Tiger Beach, onde é possível ver os tubarões tigres. A operadora que nós usamos já trabalha há mais de 15 anos alimentando os tubarões tigres. Em um dos mergulhos, nós colocamos a câmera na caixa onde o guia leva os peixes para alimentar os tubarões. Os tubarões são bem curiosos e, em uma das tentativas de morder a caixa, para conseguir o peixe, ele pegou a câmera”.

Na sequência, as imagens mostram as paredes internas da boca da criatura marinha, bem como seus dentes projetáveis. Em alguns momentos também torna-se possível visualizar o mundo externo a partir da perspectiva da mandíbula do animal – quase um “point of view” (POV), famoso nas redes sociais, de uma vítima “azarada” sendo engolida pelo tubarão.

Num dos frames mais icônicos, os mergulhadores podem ser vistos olhando para o predador. Eles aparecem perfeitamente enquadrados pelas sua mandíbula. É um clique e tanto! Quando o animal, por fim, percebe que a câmera não é comestível, ele cospe o instrumento de volta para os mergulhadores.

Segundo Yan, não é a primeira câmera que acaba sendo levada por um tubarão. “Já teve algumas vezes em que ele [um tubarão] pegou a câmera do mergulhador e levou embora”, conta.

O brasileiro conta que toca a escola de mergulho em Okinawa, no Japão há quase 10 anos. Além de mergulhos na ilha japonesa, também organizam viagens para países como Bahamas, Maldivas, Indonésia, Tailândia, Malásia, Filipinas e México.

O registro mais recente, do tubarão, já soma 2,6 milhões de visualizações só no Instagram.

Fonte: revistagalileu

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Curiosidade

Estudo da USP com 12 modelos de óculos de sol só aprova um contra raios UV

por Redação 17 de fevereiro de 2025

A radiação solar ultravioleta está entre as causas de uma série de doenças oculares, incluindo catarata e um tipo de inflamação das córneas (fotoceratite), que podem ser retardadas ou prevenidas com o uso de proteção aos raios UV, sendo os óculos de sol os acessórios mais populares para essa função. Porém, pesquisa recém-publicada na revista Research on Biomedical Engineering faz um alerta ao revelar falhas nessa proteção.

O estudo analisou a eficácia de 12 modelos de óculos de sol e mostrou que apenas um deles atendia aos limites de segurança para exposição à radiação ultravioleta estabelecidos pela Comissão Internacional de Proteção Contra Radiação Não Ionizante (ICNIRP, na sigla em inglês).

Pesquisadores do Laboratório de Instrumentação Oftálmica da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP) mostraram que as lentes não atendem a pelo menos um dos limites de segurança definidos nas normas e, com o tempo, perdem parte de sua capacidade de bloquear a radiação UV, aumentando os riscos de danos oculares.

Apenas uma lente se revelou “ótima” porque bloqueou completamente a radiação mesmo após passar pelo teste de envelhecimento, que contou com a simulação de 2.500 horas de exposição ao sol. A pesquisa não cita as marcas dos óculos.

Para garantir proteção eficaz e abrangente da visão, os cientistas sugerem que a indústria adote como uma prática padrão os limites estabelecidos pela ICNIRP, aumentando, assim, a qualidade dos produtos.

As normas para certificação de óculos de sol e proteção ocular estabelecem limites para os filtros de radiação solar no comprimento de onda entre 280 e 380 nanômetros (nm). Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a comissão internacional determinam esses limites como sendo entre 280 e 400 nm. A radiação UV é dividida em três faixas – UVC (de 100 a 280 nm), UVB (280 a 315 nm) e UVA (315 a 400 nm).

“Desde os anos 1990, fazemos pesquisas nessa área em nosso laboratório. Desenvolvemos ciência que pode ser usada como base para estabelecer padrões e normas de segurança. Hoje somos reconhecidos internacionalmente e citados por vários autores em livros e em diretrizes”, diz a professora do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da EESC-USP Liliane Ventura, autora correspondente do artigo.

Ventura, que coordena projeto apoiado pela FAPESP, também está liderando pedidos de patente de dois protótipos. Um deles para medir a exposição radiante do olho pelas radiações direta, difusa e refletida pelo interior das lentes dos óculos de sol. E outro para testes de bloqueio de radiação ultravioleta em óculos de sol voltado ao público. Ambos tramitam na Agência USP de Inovação para serem depositados no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Recentemente uma patente, também fruto de apoio da FAPESP, foi concedida a Ventura e ao seu então aluno Artur Duarte Loureiro para uma tecnologia que avalia a condição dos óculos de sol para direção de veículos – mede a transmissão da luz em diferentes comprimentos de onda, como o verde, amarelo e o vermelho.

O pesquisador Mauro Masili, primeiro autor do artigo e integrante do laboratório, destaca outro trabalho do grupo, publicado em março de 2024 na revista Scientific Reports, mostrando que independentemente da categoria de lentes – mais claras ou escuras – os óculos precisam garantir uma proteção UVA acima de 86%. A classificação da lente é feita em categorias, que variam de 0 (mais clara) a 4. A 0 é recomendada para situações de poucos raios solares ou sem sol aparente. Já a 4, bastante escura, não é recomendada para dirigir.

Os resultados demonstraram que abaixo dos 86% de proteção pode até ampliar o risco para a saúde ocular, pois as lentes permitem um maior influxo de radiação UV no olho. No entanto, ao contrário do que se argumentava na literatura científica, esse aumento não se deve à dilatação da pupila causada pelos óculos de sol, mas sim à ampliação do campo de visão.

“Montamos uma tabela fazendo os cálculos de proteção de UV, UVA e UVB. Em termos de dilatação da pupila não existem óculos ruins. Todos vão proteger. Mas quando incluímos a ampliação do campo de visão isso muda. Em ambientes externos brilhantes, o reflexo natural é tentar fechar os olhos, enrugando a testa, para reduzir a luz. O uso de óculos de sol cria um ambiente mais escuro, impedindo a resposta natural e aumentando o campo de visão, o que pode resultar em maior exposição ao UV quando as lentes não oferecem proteção adequada”, explica Masili.

Por isso, o aumento da proteção para até 400 nm poderia minimizar os riscos de exposição desnecessária, segundo o estudo.

Idas e vindas
Desde o final dos anos 1990, quando o Brasil ainda não tinha normas para exigências de proteção dos óculos de sol, Ventura e Masili vêm contribuindo com órgãos reguladores na construção dessas diretrizes, incluindo as primeiras análises de características ópticas feitas pela professora para o Inmetro em 1997 com base em padrões internacionais.

Em 2003, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou a NBR 15111, que estabelecia as características físicas de óculos de sol para uso geral, como dirigir e transitar, com parâmetros semelhantes aos da Europa. Estabelecia que a proteção no Brasil deveria ser de filtros entre 280 e 380 nm.

A norma foi revista em 2013, após pesquisa desenvolvida pelo grupo e apoiada pela FAPESP, ampliando a proteção ultravioleta para 280-400 nm, além do teste de resistência à irradiação ter passado de 25 horas para 50 horas. No entanto, em 2015, foi revogada e substituída pela ISO 12312-1, que retomou os parâmetros de filtros de proteção à radiação UV de 280 a 380 nm.

Em 2016, em outro trabalho conduzido pelos dois pesquisadores, foi calculada a exposição da radiação solar nas 27 capitais brasileiras e em 110 capitais do hemisfério Norte, apontando que o teste era ineficaz para assegurar a proteção das lentes dos óculos de sol à exposição da radiação UV.

Atualmente, não há exigência de certificação dos óculos de sol para comercialização no Brasil. Para os equipamentos usados para direção de veículos, por exemplo, é possível fazer a análise por meio de um espectrofotômetro, equipamento utilizado com fins científicos e manuseado por especialistas.

Ventura diz que está desenvolvendo um protótipo de medidas de exposição radiante do olho, com uma proposta de selo de fator de proteção solar, que possa ajudar o consumidor na escolha na hora da compra.

O artigo está disponível neste link.

NOTA DO EDITOR

Ao contrário do que o título da primeira versão deste artigo sugeriu, o estudo analisou 12 lentes de óculos de sol sem marca, vendidos no mercado informal. Dentre as lentes escolhidas, seis pertenciam à categoria 2 (tonalidade mais clara), duas pertenciam à categoria 3 (tonalidade média) e quatro eram da categoria 4 (tonalidade mais escura). As lentes selecionadas se enquadram nas categorias 2 a 4, já que são as mais comumente usadas por usuários de óculos de sol. O artigo ressalta que a amostra de óculos de sol analisada no estudo não possuía marca, e os presentes achados não devem, em princípio, ser generalizados para produtos do mercado formal (óculos originais, de marca). Uma pesquisa anterior revela que, embora os óculos de sol do mercado formal proporcionem uma proteção ligeiramente superior contra a radiação UV, os óculos de sol vendidos informalmente também apresentam um nível considerável de segurança. Os pesquisadores propuseram a hipótese de que óculos de sol sem marca podem ser fabricados a partir de restos da indústria formal. Sendo assim, o foco do estudo mais recente nos óculos de sol do mercado informal não invalida a relevância dos resultados.

Fonte: revistagalileu

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Curiosidade

Assentos de dois andares em aviões? Airbus explora conceito polêmico

por Redação 17 de fevereiro de 2025

Para o designer Alejandro Núñez Vicente, CEO da startup Chaise Longue, os assentos de dois níveis nos aviões são o futuro da classe econômica. E ao que tudo indica, a sua ideia, apresentada há alguns anos, está mais perto de se tornar realidade.

Segundo a CNN internacional, a Chaise Longue anunciou há pouco que está em conversas com a Airbus. Um porta-voz da gigante da aviação confirmou a informação, mas não quis dar mais detalhes.

“A Chaise Longue está explorando alguns conceitos iniciais com a Airbus em soluções de assentos de dois níveis para nossas aeronaves comerciais”, disse a fonte. “Dada a natureza deste nível de fase inicial, não faremos mais comentários”.

O projeto de Vicente propõe um layout verticalizado na cabine, com fileiras superiores e inferiores de assentos. Mas enquanto alguns o veem como uma forma engenhosa de otimizar o espaço e aumentar o conforto, outros o consideram um convite à claustrofobia e uma forma de as companhias aéreas amontoarem ainda mais os passageiros.

Em defesa da sua ideia, o designer diz que, quem ficar tanto na fileira de baixo quanto na de cima, tem mais espaço para esticar as pernas e que o assento do nível superior ainda possibilita “ângulos de reclinação maiores”.

A CNN testou os primeiros protótipos de ambos os conceitos e concluiu que, embora o nível inferior tenha um potencial claro de claustrofobia, o maior espaço para as pernas faz a diferença.

Em conversa com a publicação, Vicente observou que não pode especificar que tipo de cabine a colaboração com a Airbus tem como alvo e nem o quanto os conceitos que estão sendo explorados são parecidos com os apresentados inicialmente por sua empresa.

Ele acrescentou que o foco da Chaise Longue é “otimizar o espaço” na cabine e que está grato que a Airbus veja “o verdadeiro potencial dos assentos de dois níveis”.

Também reconheceu que, mesmo com essa nova parceria, “ainda há um longo caminho a percorrer” antes que os assentos de dois níveis se tornem mesmo uma realidade. “No entanto, com o apoio da Airbus, este é um objetivo realista e alcançável que melhorará muito as viagens dos passageiros”, completou.

Fonte: epocanegocios

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Curiosidade

Celular explode no bolso de mulher que fazia compras

por Redação 10 de fevereiro de 2025

Uma jovem ficou ferida após o celular que estava no bolso traseiro da calça explodir enquanto ela fazia compras em Anápolis, em Goiás. Imagens das câmeras de segurança da loja registraram quando o fogo começou – assista acima.

A situação ocorreu no sábado (8). À TV Anhanguera, o marido da jovem, que a acompanhava, relatou que eles olhavam produtos quando ela sentiu um calor no bolso.

Antes que pudesse reagir, o aparelho explodiu e pegou fogo rapidamente. Desesperada, a jovem saiu correndo e foi socorrida por pessoas que estavam próximas.

Ao g1, o marido da jovem contou que ela foi encaminhada ao hospital. Ela precisou tratar queimaduras de 1º e 2º graus.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Curiosidade

Existe vida após a morte? Cientistas estudam reencarnação e comunicação com o ‘além’; entenda

por Redação 9 de janeiro de 2025

Em um escritório no centro de Charlottesville, Virgínia, um pequeno baú de couro fica em cima de um arquivo. Dentro há uma fechadura com combinação, fechada há mais de 50 anos. Quem colocou está morto.

Por si só, a fechadura não tem nada de especial: é uma daquelas usadas na academia. Possui um código de uma palavra de seis letras convertida em números e era conhecido apenas pelo psiquiatra Ian Stevenson, que o estabeleceu muito antes de morrer e anos antes de se aposentar como diretor da Divisão de Estudos Perceptivos (DOPS Inglês), uma unidade de pesquisa parapsicológica que ele fundou na Faculdade de Medicina da Universidade da Virgínia em 1967.

Stevenson chamou esse experimento de Teste de Sobrevivência da Fechadura Combinada . Ele pensou que se pudesse transmitir o código a alguém, do túmulo, poderia ajudar a responder às questões que o consumiram na vida: a comunicação do “além” é possível? Ou simplesmente: a reencarnação é real?

Este último enigma – a sobrevivência da consciência após a morte – permanece na vanguarda da investigação da divisão. A equipe registrou centenas de casos de crianças que afirmam se lembrar de vidas passadas em todo o mundo , exceto na Antártida. “Só porque não procuramos casos lá”, disse Jim Tucker, que há mais de duas décadas investiga relatos de vidas passadas. Aposentou-se recentemente após ter sido diretor do DOPS desde 2015.

Para começar, foi um caminho inesperado.

“No que diz respeito à reencarnação em si, nunca tive um interesse especial nela”, disse Tucker, que apenas pretendia ser psiquiatra infantil e foi, a certa altura, diretor da Clínica de Psiquiatria Infantil e Familiar da Universidade da Virgínia. “Mesmo quando eu estava treinando, nunca me ocorreu que acabaria neste trabalho.”

Agora, aos 64 anos, depois de viajar pelo mundo para registrar casos de possíveis memórias de vidas passadas , e depois de publicar seus próprios livros e artigos sobre o tema de vidas passadas, ele deixou o cargo.

“Há um nível de estresse na medicina e na academia”, refletiu. “Sempre há coisas que você deveria fazer, artigos que deveria escrever, receitas que deveria prescrever. Eu gostava do meu trabalho diário, tanto na clínica quanto no DOPS, mas chega um momento que você não está disposto a ter tantas responsabilidades e cobranças.”

De acordo com anúncio de emprego publicado pela faculdade de medicina, além de reputação acadêmica, o candidato ideal para substituir Tucker deve ter “um histórico de pesquisas rigorosas sobre experiências humanas extraordinárias, como a relação da mente com o corpo e o possibilidade de que a consciência sobreviva à morte física.”

Nenhum dos oito membros principais da equipe possui a formação acadêmica necessária para desempenhar a função, por isso é necessário encontrar alguém de fora.

“Acho que há uma sensação de que seria rejuvenescedor para o grupo ter alguém de fora entrando”, disse Jennifer Payne, vice-presidente de pesquisa do Departamento de Psiquiatria, que chefia o comitê de seleção.

Cientistas que se desviaram do caminho habitual
Tucker estava trabalhando muito quando aprendeu sobre o DOPS. Era 1996 e um jornal local, The Daily Progress de Charlottesville , traçou o perfil de Stevenson depois de receber financiamento para entrevistar pessoas sobre suas experiências de quase morte. Atraído pelo trabalho pioneiro, Tucker começou a trabalhar como voluntário na divisão antes de ingressar como pesquisador permanente.

Cada um dos investigadores da divisão dedicou suas carreiras – e, até certo ponto, arriscou suas reputações profissionais – ao estudo do chamado paranormal . Isso inclui experiências de quase morte e extracorpóreas, estados alterados de consciência e pesquisas de vidas passadas, que são abrangidas pela “parapsicologia”. São cientistas que se desviaram do caminho habitual.

O DOPS é uma instituição curiosa. Existem apenas alguns laboratórios no mundo que possuem linhas de pesquisa semelhantes – a Unidade de Parapsicologia Koestler da Universidade de Edimburgo , por exemplo – mas o DOPS é a iniciativa mais proeminente. A única outra grande unidade de parapsicologia nos Estados Unidos era o Laboratório de Pesquisa de Anomalias de Engenharia de Princeton , ou PEAR, que se concentrava na telecinesia e na percepção extra-sensorial. Essa unidade foi fechada em 2007 .

Embora tecnicamente faça parte da Universidade da Virgínia, o DOPS ocupa quatro espaços semelhantes a condomínios dentro de um edifício residencial. Fica notavelmente longe do arborizado campus principal da universidade e a pelo menos alguns quilômetros da faculdade de medicina.

“Ninguém sabe que estamos aqui”, disse Bruce Greyson, 78 anos, ex-diretor do DOPS e professor emérito de psiquiatria e ciências neurocomportamentais na Universidade da Virgínia, que começou a trabalhar com Stevenson no final da década de 1970. Ian era muito cauteloso em relação a isso. ele enfrentou muito preconceito”, disse Greyson. “Ele manteve um perfil muito discreto.”

Greyson recebeu muitas críticas antes de ingressar no DOPS. Ele havia trabalhado na Universidade de Michigan durante oito anos no início de sua carreira, mas seu interesse em experiências de quase morte começou a irritar outras pessoas, assim como Stevenson.

“Disseram-me, sem rodeios, que eu não teria futuro se pesquisasse experiências de quase morte, porque isso não pode ser medido num tubo de ensaio”, disse ele. “A menos que você pudesse quantificar isso com uma medida biológica, eles não queriam ouvir sobre isso.” Ele deixou Michigan e foi para a Universidade de Connecticut, onde passou 11 anos, e depois foi para o DOPS.

O clima dentro do DOPS é calmo e de estudos. Existem apenas alguns sinais das atividades da equipe. No laboratório subterrâneo há uma gaiola de Faraday revestida de cobre usada para testar indivíduos em experiências fora do corpo, e cabeças de manequim de espuma com tampas de EEG. No andar de cima, ao longo de toda a parede da Biblioteca Memorial Ian Stevenson, que possui mais de 5 mil livros e documentos relacionados à pesquisa de vidas passadas, há uma vitrine com uma coleção de facas, espadas e maças, armas descritas por crianças que se lembraram de um fim violento. em sua vida anterior.

“Não se trata da arma em si, mas do tipo de arma usada”, explicou Tucker. Cada objeto é rotulado com detalhes intrincados, às vezes sangrentos. Uma das exposições contava a história de uma menina birmanesa, Ma Myint Thein, que nasceu com deformidades nos dedos e marcas de nascença nas costas e no pescoço. “De acordo com os aldeões”, dizia a placa, “o homem cuja vida ele lembrava foi assassinado, seus dedos foram cortados e sua garganta foi cortada com uma espada”. Há também uma fotografia das mãos da menina, à direita faltam dois dedos.

O fato de as crianças que afirmam lembrar-se de vidas passadas serem mais prevalentes no Sul da Ásia, onde a reencarnação é um princípio básico de muitas crenças religiosas , tem sido usado pelos críticos para desacreditar os estudos. Afinal, é certamente muito fácil encontrar provas corroborativas em locais onde existe uma crença pré-existente na reencarnação.

No entanto, a questão da vida após a morte tem sido uma preocupação existencial para os humanos ao longo dos tempos e, em muitas culturas, a reencarnação é um princípio central da crença. o budismo, religião na qual se acredita que existe uma jornada de 49 dias entre a morte e o renascimento; o Hinduísmo, com o seu conceito de samsara, o ciclo sem fim; e as nações nativas americanas e da África Ocidental compartilham conceitos básicos semelhantes da alma ou espírito passando de uma vida para outra. Entretanto, um inquérito da Pew Research de 2023 descobriu que um quarto dos americanos acredita que é “definitivamente ou provavelmente verdade” que as pessoas que morreram podem reencarnar.

Quando se trata de reivindicações de vidas passadas, a equipe do DOPS trabalha em casos que quase sempre vêm diretamente dos pais.

Entre os traços comuns das crianças que afirmam ter tido uma vida anterior estão a precocidade verbal e os modos que não coincidem com os do resto da família . Acredita-se também que fobias ou aversões inexplicáveis ​​​​foram transferidas de uma existência passada. Em alguns casos, as memórias são extremamente claras: os nomes, profissões e peculiaridades de um grupo diferente de parentes, ou as particularidades das ruas onde moraram, e às vezes até lembram de acontecimentos históricos pouco conhecidos, detalhes que a criança não conseguia saber. .

Um dos casos mais famosos em que a equipe trabalhou foi o de James Leininger , um garoto americano que se lembrava de ter sido piloto de caça no Japão . O caso gerou muita atenção do DOPS, mas também atraiu muitos detratores.

Ben Radford, vice-editor da Skeptical Inquirer , uma revista dedicada à pesquisa científica, acredita que o pensamento positivo e a ansiedade geral da morte impulsionaram um interesse crescente na reencarnação, e encontra falhas na metodologia de pesquisa DOPS, que ele frequentemente disseca em seu blog. “O fato é que, por mais sincera que a pessoa seja, muitas vezes as memórias recuperadas são falsas”, disse ele.

A evidência não é impecável
Lembrado por muitos como um homem digno, com uma queda por ternos de três peças, Stevenson vivia para sua pesquisa. Ele quase nunca tirava folga. “Certa vez, tive que passar no escritório na véspera de Ano Novo e havia apenas um carro no estacionamento, e era o dele”, lembra Tucker.

Nascido em 1918, Stevenson, que era canadense e se formou em história em St. Andrews antes de estudar bioquímica e psiquiatria na Universidade McGill, foi chefe do departamento de psiquiatria da Universidade da Virgínia por 10 anos, até 1967.

No início da década de 1960, ele ficou desiludido com a medicina convencional. Numa entrevista ao The New York Times em 1999, ele disse que se sentiu atraído pelo estudo de vidas passadas devido ao seu “descontentamento com outras explicações da personalidade humana. Nem a psicanálise, nem o behaviorismo, nem a neurociência me satisfizeram. Parecia-me que faltava alguma coisa.”

Então ele começou a registrar potenciais casos de reencarnação , que viria a chamar de “casos do tipo reencarnação” (CORT). Foi um dos seus primeiros trabalhos de pesquisa CORT, de uma viagem à Índia em 1966, que chamou a atenção de Chester Carlson, o inventor da tecnologia por trás das fotocopiadoras Xerox. Foi o generoso apoio financeiro de Carlson que permitiu a Stevenson deixar seu cargo na faculdade de medicina e se dedicar integralmente à pesquisa de vidas passadas.

O reitor da Faculdade de Medicina da época, Kenneth Crispell, não aprovou esta incursão no paranormal. Ele ficou satisfeito quando Stevenson renunciou ao seu cargo no departamento de psiquiatria e, acreditando na liberdade acadêmica, concordou com a formação de uma pequena divisão de pesquisa. No entanto, qualquer esperança que Crispell tinha de que Stevenson e suas idéias pouco ortodoxas desapareceriam nas sombras acadêmicas rapidamente desapareceu: Carlson morreu de ataque cardíaco em 1968 e em seu testamento ele legou um milhão de dólares para o projeto de Stevenson.

Embora nem toda a atenção tenha sido positiva nos primeiros anos da divisão, algumas pessoas na comunidade científica ficaram intrigadas. “Ou Stevenson comete um erro colossal ou será conhecido como o Galileu do século XX”, escreveu o psiquiatra Harold Lief num artigo de 1977 para o Journal of Nervous and Mental Disease.

Hoje, o DOPS continua a ser financiado inteiramente por doações privadas . Em outubro, foi anunciado que a divisão havia recebido o primeiro pagamento de uma doação de US$ 1 milhão do Philip Rothenberg Legacy Fund, que será usada para financiar pesquisadores em início de carreira. Também dão o seu apoio às irmãs Bonner, Priscilla Bonner-Woolfan e Margerie Bonner-Lowry, atrizes de cinema mudo da década de 1920, cuja doação continua a financiar o funcionamento do DOPS. Outro apoiador improvável é o ator John Cleese, que encontrou a divisão pela primeira vez no Instituto Esalen , um retiro e comunidade intencional localizado em Big Sur, Califórnia.

“Essas pessoas se comportam como bons cientistas”, disse Cleese em entrevista por telefone. “Os bons cientistas procuram a verdade: não querem apenas estar certos. Penso que é absolutamente surpreendente e bastante embaraçoso a forma como a teoria reducionista materialista ortodoxa contemporânea lida com todas as coisas – e há muitas – que não consegue explicar.”

Nos primeiros anos do departamento, Stevenson viajou extensivamente ao redor do mundo e registrou mais de 2.500 casos de crianças que se lembravam de vidas passadas. Nesta era pré-internet, descobrir tantas histórias e tendências semelhantes serviu para reforçar a sua tese. Os resultados destas excursões, recolhidos na caligrafia elegante de Stevenson, são armazenados por país em arquivos e estão em lento processo de digitalização.

A partir desta base de dados, os investigadores tiraram conclusões que consideram interessantes. Os casos mais fortes, segundo os pesquisadores do DOPS, foram encontrados em crianças com menos de 10 anos de idade , e a maioria das memórias geralmente ocorre entre as idades de 2 e 6 anos, idade a partir da qual parecem desaparecer. O tempo médio entre a morte e o renascimento é de cerca de 16 meses, período que os pesquisadores consideram uma forma de intervalo. Muitas vezes, a criança guarda lembranças que coincidem com a vida de um parente falecido.

Contudo, apesar de todo esse trabalho meticuloso, Stevenson estava ciente das limitações da pesquisa de vidas passadas. “A evidência não é impecável e certamente não obriga a tal crença”, explicou ele numa palestra na Universidade do Sudoeste da Louisiana (agora Universidade da Louisiana em Lafayette) em 1989. “Mesmo o melhor está aberto à interpretação. ”alternativas, e só podem ser censurados aqueles que dizem que não há provas.”

“Ian achava que a reencarnação era a melhor explicação, mas não tinha certeza”, disse Greyson. “Achei que muitos dos casos poderiam ser outra coisa. Poderia ser uma espécie de possessão, poderia até ser uma ilusão. Existem muitas possibilidades diferentes. Pode ser clarividência ou obter informações de outras fontes das quais você não tem conhecimento.”

Depois de passar mais da metade de sua vida estudando vidas passadas, Stevenson aposentou-se do DOPS em 2002, passando o bastão para Greyson. Embora acompanhasse os procedimentos de longe, orientando quando solicitado, nunca mais pisou na divisão. Ele morreu de pneumonia cinco anos depois, aos 88 anos.

Muitas memórias são difíceis
Todos os anos, o DOPS recebe mais de 100 e-mails de pais sobre algo que seus filhos disseram. Abordar a divisão é muitas vezes uma tentativa de esclarecer as coisas, mas os investigadores nunca prometem respostas. Sua única promessa é levar essas alegações a sério, “mas em termos de o caso ser grande o suficiente para ser investigado, o suficiente para potencialmente verificar se corresponde a uma vida passada, são muito poucas”, disse Tucker.

Neste verão, Tucker dirigiu até a cidade rural de Amherst, Virgínia, para visitar um caso de possível memória de vidas passadas. Ele estava acompanhado dos colegas Marieta Pehlivanova e Philip Cozzolino, que assumiriam a pesquisa no novo ano.

Pehlivanova, 43 anos, especializada em experiências de quase morte e crianças que se lembram de vidas passadas, está no DOPS há sete anos e está iniciando um estudo sobre mulheres que tiveram experiências de quase morte durante o parto . Quando ele conta às pessoas o que faz, elas acham o assunto fascinante e perturbador. “Recebemos e-mails de pessoas dizendo que estamos fazendo o trabalho do diabo”, disse ele.

Ao chegar na casa da família, a equipe entrou na cozinha. Uma menina de três anos, a mais nova de quatro irmãos que estudavam em casa, espiou por trás das pernas da mãe, olhando timidamente. Ela estava vestindo uma camiseta larga da Minnie Mouse e foi se sentar entre os avós em um banquinho, observando enquanto todos se sentavam ao redor da mesa da sala de jantar.

“Vamos começar do início”, disse Tucker depois que a mãe da menina, Misty, de 28 anos, assinou a papelada. “Tudo começou com a peça do quebra-cabeça?”

Alguns meses antes, mãe e filha olhavam para um quebra-cabeça de madeira dos Estados Unidos, no qual cada estado era representado por uma caricatura de uma pessoa ou objeto. A filha de Misty apontou com entusiasmo para a peça irregular que representava Illinois, que tinha uma ilustração abstrata de Abraham Lincoln.

“É Pom”, exclamou a filha. “Ele não está usando chapéu.”

Na verdade, era um desenho de Abraham Lincoln sem chapéu, mas o mais importante é que embaixo da imagem não havia nenhum nome que indicasse quem ele era. Depois de semanas de conversas ininterruptas sobre como “Pom” sangrou até a morte depois de ser ferido e colocado em uma cama pequena demais – o que a família começou a pensar que poderia estar relacionado ao assassinato de Lincoln – eles começaram a considerar que sua filha havia sido presente no momento histórico. E isso apesar do fato de a família não ter nenhuma crença anterior na reencarnação, nem qualquer interesse particular em Lincoln.

No caminho para Amherst, Tucker confessou sua hesitação em assumir este caso específico, ou qualquer outro envolvendo uma pessoa famosa. “Se você disser que seu filho era Babe Ruth, por exemplo, haveria muita informação na Internet”, disse ele. “Quando recebemos esses casos, geralmente é porque os pais estão envolvidos. É um pouco estranho sair da boca de uma criança de três anos. Agora, se ele tivesse dito que sua filha era Lincoln, provavelmente não teria feito a viagem.”

Ultimamente, Tucker tem feito exames de imagem nas crianças. “Quando pensamos que conhecemos a pessoa de quem estamos falando, mostramos a ela uma foto daquela vida e depois mostramos outra – uma foto falsa – de outro lugar, para ver se conseguem escolher a certa”, disse ele. . “Você precisa ter algumas fotos para que isso signifique alguma coisa. Tive um em que o cara se lembrava de ter morrido no Vietnã. Mostrei a ele oito pares de fotos e em algumas delas ele não escolheu, mas nas demais acertou seis das seis. Então, você sabe, isso faz você pensar. Mas essa garota é tão jovem que não acho que possamos fazer isso.”

Na ocasião, a menina decidiu não se comprometer e fingiu estar dormindo. Então ele realmente adormeceu.

“Ele voltará em breve”, garantiu Misty aos investigadores. Com o passar dos minutos, Tucker decidiu que seria melhor deixar o teste das imagens para outro momento. A menina ainda estava dormindo quando os investigadores retornaram ao carro.

Após o primeiro encontro, a única coisa a fazer é não fazer nada e esperar, para ver se as lembranças se transformam em algo mais concreto. Como a pesquisa de vidas passadas se baseia em memórias espontâneas, a equipe não está muito convencida sobre o conceito de regressão hipnótica. “As pessoas são hipnotizadas e orientadas a voltar às suas vidas passadas e tudo mais, o que nos deixa bastante céticos”, disse Tucker. “Muitas coisas também podem ser inventadas, mesmo que sejam lembranças desta vida.”

O DOPS raramente leva em conta as histórias dos adultos. “Eles não são nosso principal interesse, em parte porque, como adulto, você foi exposto a muitas coisas”, explicou Tucker. “Você pode pensar que não sabe coisas sobre a história, mas é provável que tenha sido exposto a elas. Mas, além disso, o fenômeno ocorre tipicamente em crianças pequenas. É como se eles carregassem as memórias com eles e geralmente são muito pequenos quando começam a falar.”

Também existe a preocupação de que os pais estejam buscando atenção. “Há pessoas que dizem: ‘Bem, os pais só fazem isso para conseguir seus 15 minutos de fama ou algo assim’”, disse Tucker. “Mas a maioria deles não se importa que alguém saiba, você sabe, porque é constrangedor ou porque temem que as pessoas pensem que seu filho é estranho.”

Para uma criança, lembrar de uma vida passada pode ser difícil. “Eles podem sentir falta das pessoas ou sentir que há assuntos inacabados”, disse ele. Depois de um silêncio, ele continuou, com voz contemplativa. “Francamente, provavelmente é melhor para a criança não ter essas memórias, porque muitas delas são difíceis. “A maioria das crianças que se lembram de como morreram tiveram algum tipo de morte violenta e não natural.”

Ajude as pessoas a se tratarem um pouco melhor
Os investigadores esperam que a ideia de que a mente sobrevive à morte corporal seja melhor compreendida nos próximos anos e levada mais a sério.

“Duvido que haja uma descoberta ou um estudo que de repente convença a todos de que temos que mudar a forma como entendemos a realidade, mas acho que isso pode encorajar as pessoas a explorá-la”, disse Tucker, referindo-se ao trabalho que tem sido feito. no campo da pesquisa de vidas passadas no século passado.

Mas por que tudo isso importa?

A equipa do DOPS acredita que uma maior aceitação de que a vida é um ciclo contínuo poderia ter um efeito positivo na forma como vivemos.

“Isso certamente poderia influenciar a forma como as pessoas veem suas vidas”, disse Tucker. “Acho que é uma visão mais esperançosa do que a ideia de que este é apenas um universo aleatório sem significado. É claro que as pessoas encontram isso em sua religião, mas se pudessem ver que existe esse aspecto delas mesmas que continua, isso poderia ajudar com a dor e a ansiedade da morte e, você sabe, ajudaria as pessoas a se tratarem um pouco melhor. Haveria uma sensação mais forte de que estamos todos juntos nisso e que, novamente, esta não é uma existência sem sentido.”

Tucker pensa menos no passado e mais no futuro iminente. Ele passou os últimos meses resolvendo pontas soltas antes de sua partida.

Uma coisa é certa: quem assumir a direção do DOPS se tornará o novo guardião do experimento de Stevenson. Afinal, existem mais de um milhão de combinações possíveis para a fechadura, e não há coincidência em adivinhar a correta. Muitos tentaram, alguns até tentaram recuperar o código do próprio Stevenson recorrendo à ajuda de médiuns espirituais, em vão.

Quanto a Tucker, ele planeja se mudar para a Carolina do Sul com a esposa para ficar mais perto dos netos. “Estou pensando em virar a página e começar um novo capítulo”, disse ele.

Uma nova vida, talvez?

“Sim, bastante. Embora não seja assim que usamos esse termo aqui”, disse ele com um sorriso.Stevenson chamou esse experimento de Teste de Sobrevivência da Fechadura Combinada . Ele pensou que se pudesse transmitir o código a alguém, do túmulo, poderia ajudar a responder às questões que o consumiram na vida: a comunicação do “além” é possível? Ou simplesmente: a reencarnação é real?

Este último enigma – a sobrevivência da consciência após a morte – permanece na vanguarda da investigação da divisão. A equipe registrou centenas de casos de crianças que afirmam se lembrar de vidas passadas em todo o mundo , exceto na Antártida. “Só porque não procuramos casos lá”, disse Jim Tucker, que há mais de duas décadas investiga relatos de vidas passadas. Aposentou-se recentemente após ter sido diretor do DOPS desde 2015.

Para começar, foi um caminho inesperado.

“No que diz respeito à reencarnação em si, nunca tive um interesse especial nela”, disse Tucker, que apenas pretendia ser psiquiatra infantil e foi, a certa altura, diretor da Clínica de Psiquiatria Infantil e Familiar da Universidade da Virgínia. “Mesmo quando eu estava treinando, nunca me ocorreu que acabaria neste trabalho.”

Agora, aos 64 anos, depois de viajar pelo mundo para registrar casos de possíveis memórias de vidas passadas , e depois de publicar seus próprios livros e artigos sobre o tema de vidas passadas, ele deixou o cargo.

“Há um nível de estresse na medicina e na academia”, refletiu. “Sempre há coisas que você deveria fazer, artigos que deveria escrever, receitas que deveria prescrever. Eu gostava do meu trabalho diário, tanto na clínica quanto no DOPS, mas chega um momento que você não está disposto a ter tantas responsabilidades e cobranças.”

De acordo com anúncio de emprego publicado pela faculdade de medicina, além de reputação acadêmica, o candidato ideal para substituir Tucker deve ter “um histórico de pesquisas rigorosas sobre experiências humanas extraordinárias, como a relação da mente com o corpo e o possibilidade de que a consciência sobreviva à morte física.”

Nenhum dos oito membros principais da equipe possui a formação acadêmica necessária para desempenhar a função, por isso é necessário encontrar alguém de fora.

“Acho que há uma sensação de que seria rejuvenescedor para o grupo ter alguém de fora entrando”, disse Jennifer Payne, vice-presidente de pesquisa do Departamento de Psiquiatria, que chefia o comitê de seleção.

Cientistas que se desviaram do caminho habitual
Tucker estava trabalhando muito quando aprendeu sobre o DOPS. Era 1996 e um jornal local, The Daily Progress de Charlottesville , traçou o perfil de Stevenson depois de receber financiamento para entrevistar pessoas sobre suas experiências de quase morte. Atraído pelo trabalho pioneiro, Tucker começou a trabalhar como voluntário na divisão antes de ingressar como pesquisador permanente.

Cada um dos investigadores da divisão dedicou suas carreiras – e, até certo ponto, arriscou suas reputações profissionais – ao estudo do chamado paranormal . Isso inclui experiências de quase morte e extracorpóreas, estados alterados de consciência e pesquisas de vidas passadas, que são abrangidas pela “parapsicologia”. São cientistas que se desviaram do caminho habitual.

O DOPS é uma instituição curiosa. Existem apenas alguns laboratórios no mundo que possuem linhas de pesquisa semelhantes – a Unidade de Parapsicologia Koestler da Universidade de Edimburgo , por exemplo – mas o DOPS é a iniciativa mais proeminente. A única outra grande unidade de parapsicologia nos Estados Unidos era o Laboratório de Pesquisa de Anomalias de Engenharia de Princeton , ou PEAR, que se concentrava na telecinesia e na percepção extra-sensorial. Essa unidade foi fechada em 2007 .

Embora tecnicamente faça parte da Universidade da Virgínia, o DOPS ocupa quatro espaços semelhantes a condomínios dentro de um edifício residencial. Fica notavelmente longe do arborizado campus principal da universidade e a pelo menos alguns quilômetros da faculdade de medicina.

“Ninguém sabe que estamos aqui”, disse Bruce Greyson, 78 anos, ex-diretor do DOPS e professor emérito de psiquiatria e ciências neurocomportamentais na Universidade da Virgínia, que começou a trabalhar com Stevenson no final da década de 1970. Ian era muito cauteloso em relação a isso. ele enfrentou muito preconceito”, disse Greyson. “Ele manteve um perfil muito discreto.”

Greyson recebeu muitas críticas antes de ingressar no DOPS. Ele havia trabalhado na Universidade de Michigan durante oito anos no início de sua carreira, mas seu interesse em experiências de quase morte começou a irritar outras pessoas, assim como Stevenson.

“Disseram-me, sem rodeios, que eu não teria futuro se pesquisasse experiências de quase morte, porque isso não pode ser medido num tubo de ensaio”, disse ele. “A menos que você pudesse quantificar isso com uma medida biológica, eles não queriam ouvir sobre isso.” Ele deixou Michigan e foi para a Universidade de Connecticut, onde passou 11 anos, e depois foi para o DOPS.

O clima dentro do DOPS é calmo e de estudos. Existem apenas alguns sinais das atividades da equipe. No laboratório subterrâneo há uma gaiola de Faraday revestida de cobre usada para testar indivíduos em experiências fora do corpo, e cabeças de manequim de espuma com tampas de EEG. No andar de cima, ao longo de toda a parede da Biblioteca Memorial Ian Stevenson, que possui mais de 5 mil livros e documentos relacionados à pesquisa de vidas passadas, há uma vitrine com uma coleção de facas, espadas e maças, armas descritas por crianças que se lembraram de um fim violento. em sua vida anterior.

“Não se trata da arma em si, mas do tipo de arma usada”, explicou Tucker. Cada objeto é rotulado com detalhes intrincados, às vezes sangrentos. Uma das exposições contava a história de uma menina birmanesa, Ma Myint Thein, que nasceu com deformidades nos dedos e marcas de nascença nas costas e no pescoço. “De acordo com os aldeões”, dizia a placa, “o homem cuja vida ele lembrava foi assassinado, seus dedos foram cortados e sua garganta foi cortada com uma espada”. Há também uma fotografia das mãos da menina, à direita faltam dois dedos.

O fato de as crianças que afirmam lembrar-se de vidas passadas serem mais prevalentes no Sul da Ásia, onde a reencarnação é um princípio básico de muitas crenças religiosas , tem sido usado pelos críticos para desacreditar os estudos. Afinal, é certamente muito fácil encontrar provas corroborativas em locais onde existe uma crença pré-existente na reencarnação.

No entanto, a questão da vida após a morte tem sido uma preocupação existencial para os humanos ao longo dos tempos e, em muitas culturas, a reencarnação é um princípio central da crença. o budismo, religião na qual se acredita que existe uma jornada de 49 dias entre a morte e o renascimento; o Hinduísmo, com o seu conceito de samsara, o ciclo sem fim; e as nações nativas americanas e da África Ocidental compartilham conceitos básicos semelhantes da alma ou espírito passando de uma vida para outra. Entretanto, um inquérito da Pew Research de 2023 descobriu que um quarto dos americanos acredita que é “definitivamente ou provavelmente verdade” que as pessoas que morreram podem reencarnar.

Quando se trata de reivindicações de vidas passadas, a equipe do DOPS trabalha em casos que quase sempre vêm diretamente dos pais.

Entre os traços comuns das crianças que afirmam ter tido uma vida anterior estão a precocidade verbal e os modos que não coincidem com os do resto da família . Acredita-se também que fobias ou aversões inexplicáveis ​​​​foram transferidas de uma existência passada. Em alguns casos, as memórias são extremamente claras: os nomes, profissões e peculiaridades de um grupo diferente de parentes, ou as particularidades das ruas onde moraram, e às vezes até lembram de acontecimentos históricos pouco conhecidos, detalhes que a criança não conseguia saber. .

Um dos casos mais famosos em que a equipe trabalhou foi o de James Leininger , um garoto americano que se lembrava de ter sido piloto de caça no Japão . O caso gerou muita atenção do DOPS, mas também atraiu muitos detratores.

Ben Radford, vice-editor da Skeptical Inquirer , uma revista dedicada à pesquisa científica, acredita que o pensamento positivo e a ansiedade geral da morte impulsionaram um interesse crescente na reencarnação, e encontra falhas na metodologia de pesquisa DOPS, que ele frequentemente disseca em seu blog. “O fato é que, por mais sincera que a pessoa seja, muitas vezes as memórias recuperadas são falsas”, disse ele.

A evidência não é impecável
Lembrado por muitos como um homem digno, com uma queda por ternos de três peças, Stevenson vivia para sua pesquisa. Ele quase nunca tirava folga. “Certa vez, tive que passar no escritório na véspera de Ano Novo e havia apenas um carro no estacionamento, e era o dele”, lembra Tucker.

Nascido em 1918, Stevenson, que era canadense e se formou em história em St. Andrews antes de estudar bioquímica e psiquiatria na Universidade McGill, foi chefe do departamento de psiquiatria da Universidade da Virgínia por 10 anos, até 1967.

No início da década de 1960, ele ficou desiludido com a medicina convencional. Numa entrevista ao The New York Times em 1999, ele disse que se sentiu atraído pelo estudo de vidas passadas devido ao seu “descontentamento com outras explicações da personalidade humana. Nem a psicanálise, nem o behaviorismo, nem a neurociência me satisfizeram. Parecia-me que faltava alguma coisa.”

Então ele começou a registrar potenciais casos de reencarnação , que viria a chamar de “casos do tipo reencarnação” (CORT). Foi um dos seus primeiros trabalhos de pesquisa CORT, de uma viagem à Índia em 1966, que chamou a atenção de Chester Carlson, o inventor da tecnologia por trás das fotocopiadoras Xerox. Foi o generoso apoio financeiro de Carlson que permitiu a Stevenson deixar seu cargo na faculdade de medicina e se dedicar integralmente à pesquisa de vidas passadas.

O reitor da Faculdade de Medicina da época, Kenneth Crispell, não aprovou esta incursão no paranormal. Ele ficou satisfeito quando Stevenson renunciou ao seu cargo no departamento de psiquiatria e, acreditando na liberdade acadêmica, concordou com a formação de uma pequena divisão de pesquisa. No entanto, qualquer esperança que Crispell tinha de que Stevenson e suas idéias pouco ortodoxas desapareceriam nas sombras acadêmicas rapidamente desapareceu: Carlson morreu de ataque cardíaco em 1968 e em seu testamento ele legou um milhão de dólares para o projeto de Stevenson.

Embora nem toda a atenção tenha sido positiva nos primeiros anos da divisão, algumas pessoas na comunidade científica ficaram intrigadas. “Ou Stevenson comete um erro colossal ou será conhecido como o Galileu do século XX”, escreveu o psiquiatra Harold Lief num artigo de 1977 para o Journal of Nervous and Mental Disease.

Hoje, o DOPS continua a ser financiado inteiramente por doações privadas . Em outubro, foi anunciado que a divisão havia recebido o primeiro pagamento de uma doação de US$ 1 milhão do Philip Rothenberg Legacy Fund, que será usada para financiar pesquisadores em início de carreira. Também dão o seu apoio às irmãs Bonner, Priscilla Bonner-Woolfan e Margerie Bonner-Lowry, atrizes de cinema mudo da década de 1920, cuja doação continua a financiar o funcionamento do DOPS. Outro apoiador improvável é o ator John Cleese, que encontrou a divisão pela primeira vez no Instituto Esalen , um retiro e comunidade intencional localizado em Big Sur, Califórnia.

“Essas pessoas se comportam como bons cientistas”, disse Cleese em entrevista por telefone. “Os bons cientistas procuram a verdade: não querem apenas estar certos. Penso que é absolutamente surpreendente e bastante embaraçoso a forma como a teoria reducionista materialista ortodoxa contemporânea lida com todas as coisas – e há muitas – que não consegue explicar.”

Nos primeiros anos do departamento, Stevenson viajou extensivamente ao redor do mundo e registrou mais de 2.500 casos de crianças que se lembravam de vidas passadas. Nesta era pré-internet, descobrir tantas histórias e tendências semelhantes serviu para reforçar a sua tese. Os resultados destas excursões, recolhidos na caligrafia elegante de Stevenson, são armazenados por país em arquivos e estão em lento processo de digitalização.

A partir desta base de dados, os investigadores tiraram conclusões que consideram interessantes. Os casos mais fortes, segundo os pesquisadores do DOPS, foram encontrados em crianças com menos de 10 anos de idade , e a maioria das memórias geralmente ocorre entre as idades de 2 e 6 anos, idade a partir da qual parecem desaparecer. O tempo médio entre a morte e o renascimento é de cerca de 16 meses, período que os pesquisadores consideram uma forma de intervalo. Muitas vezes, a criança guarda lembranças que coincidem com a vida de um parente falecido.

Contudo, apesar de todo esse trabalho meticuloso, Stevenson estava ciente das limitações da pesquisa de vidas passadas. “A evidência não é impecável e certamente não obriga a tal crença”, explicou ele numa palestra na Universidade do Sudoeste da Louisiana (agora Universidade da Louisiana em Lafayette) em 1989. “Mesmo o melhor está aberto à interpretação. ”alternativas, e só podem ser censurados aqueles que dizem que não há provas.”

“Ian achava que a reencarnação era a melhor explicação, mas não tinha certeza”, disse Greyson. “Achei que muitos dos casos poderiam ser outra coisa. Poderia ser uma espécie de possessão, poderia até ser uma ilusão. Existem muitas possibilidades diferentes. Pode ser clarividência ou obter informações de outras fontes das quais você não tem conhecimento.”

Depois de passar mais da metade de sua vida estudando vidas passadas, Stevenson aposentou-se do DOPS em 2002, passando o bastão para Greyson. Embora acompanhasse os procedimentos de longe, orientando quando solicitado, nunca mais pisou na divisão. Ele morreu de pneumonia cinco anos depois, aos 88 anos.

Muitas memórias são difíceis
Todos os anos, o DOPS recebe mais de 100 e-mails de pais sobre algo que seus filhos disseram. Abordar a divisão é muitas vezes uma tentativa de esclarecer as coisas, mas os investigadores nunca prometem respostas. Sua única promessa é levar essas alegações a sério, “mas em termos de o caso ser grande o suficiente para ser investigado, o suficiente para potencialmente verificar se corresponde a uma vida passada, são muito poucas”, disse Tucker.

Neste verão, Tucker dirigiu até a cidade rural de Amherst, Virgínia, para visitar um caso de possível memória de vidas passadas. Ele estava acompanhado dos colegas Marieta Pehlivanova e Philip Cozzolino, que assumiriam a pesquisa no novo ano.

Pehlivanova, 43 anos, especializada em experiências de quase morte e crianças que se lembram de vidas passadas, está no DOPS há sete anos e está iniciando um estudo sobre mulheres que tiveram experiências de quase morte durante o parto . Quando ele conta às pessoas o que faz, elas acham o assunto fascinante e perturbador. “Recebemos e-mails de pessoas dizendo que estamos fazendo o trabalho do diabo”, disse ele.

Ao chegar na casa da família, a equipe entrou na cozinha. Uma menina de três anos, a mais nova de quatro irmãos que estudavam em casa, espiou por trás das pernas da mãe, olhando timidamente. Ela estava vestindo uma camiseta larga da Minnie Mouse e foi se sentar entre os avós em um banquinho, observando enquanto todos se sentavam ao redor da mesa da sala de jantar.

“Vamos começar do início”, disse Tucker depois que a mãe da menina, Misty, de 28 anos, assinou a papelada. “Tudo começou com a peça do quebra-cabeça?”

Alguns meses antes, mãe e filha olhavam para um quebra-cabeça de madeira dos Estados Unidos, no qual cada estado era representado por uma caricatura de uma pessoa ou objeto. A filha de Misty apontou com entusiasmo para a peça irregular que representava Illinois, que tinha uma ilustração abstrata de Abraham Lincoln.

“É Pom”, exclamou a filha. “Ele não está usando chapéu.”

Na verdade, era um desenho de Abraham Lincoln sem chapéu, mas o mais importante é que embaixo da imagem não havia nenhum nome que indicasse quem ele era. Depois de semanas de conversas ininterruptas sobre como “Pom” sangrou até a morte depois de ser ferido e colocado em uma cama pequena demais – o que a família começou a pensar que poderia estar relacionado ao assassinato de Lincoln – eles começaram a considerar que sua filha havia sido presente no momento histórico. E isso apesar do fato de a família não ter nenhuma crença anterior na reencarnação, nem qualquer interesse particular em Lincoln.

No caminho para Amherst, Tucker confessou sua hesitação em assumir este caso específico, ou qualquer outro envolvendo uma pessoa famosa. “Se você disser que seu filho era Babe Ruth, por exemplo, haveria muita informação na Internet”, disse ele. “Quando recebemos esses casos, geralmente é porque os pais estão envolvidos. É um pouco estranho sair da boca de uma criança de três anos. Agora, se ele tivesse dito que sua filha era Lincoln, provavelmente não teria feito a viagem.”

Ultimamente, Tucker tem feito exames de imagem nas crianças. “Quando pensamos que conhecemos a pessoa de quem estamos falando, mostramos a ela uma foto daquela vida e depois mostramos outra – uma foto falsa – de outro lugar, para ver se conseguem escolher a certa”, disse ele. . “Você precisa ter algumas fotos para que isso signifique alguma coisa. Tive um em que o cara se lembrava de ter morrido no Vietnã. Mostrei a ele oito pares de fotos e em algumas delas ele não escolheu, mas nas demais acertou seis das seis. Então, você sabe, isso faz você pensar. Mas essa garota é tão jovem que não acho que possamos fazer isso.”

Na ocasião, a menina decidiu não se comprometer e fingiu estar dormindo. Então ele realmente adormeceu.

“Ele voltará em breve”, garantiu Misty aos investigadores. Com o passar dos minutos, Tucker decidiu que seria melhor deixar o teste das imagens para outro momento. A menina ainda estava dormindo quando os investigadores retornaram ao carro.

Após o primeiro encontro, a única coisa a fazer é não fazer nada e esperar, para ver se as lembranças se transformam em algo mais concreto. Como a pesquisa de vidas passadas se baseia em memórias espontâneas, a equipe não está muito convencida sobre o conceito de regressão hipnótica. “As pessoas são hipnotizadas e orientadas a voltar às suas vidas passadas e tudo mais, o que nos deixa bastante céticos”, disse Tucker. “Muitas coisas também podem ser inventadas, mesmo que sejam lembranças desta vida.”

O DOPS raramente leva em conta as histórias dos adultos. “Eles não são nosso principal interesse, em parte porque, como adulto, você foi exposto a muitas coisas”, explicou Tucker. “Você pode pensar que não sabe coisas sobre a história, mas é provável que tenha sido exposto a elas. Mas, além disso, o fenômeno ocorre tipicamente em crianças pequenas. É como se eles carregassem as memórias com eles e geralmente são muito pequenos quando começam a falar.”

Também existe a preocupação de que os pais estejam buscando atenção. “Há pessoas que dizem: ‘Bem, os pais só fazem isso para conseguir seus 15 minutos de fama ou algo assim’”, disse Tucker. “Mas a maioria deles não se importa que alguém saiba, você sabe, porque é constrangedor ou porque temem que as pessoas pensem que seu filho é estranho.”

Para uma criança, lembrar de uma vida passada pode ser difícil. “Eles podem sentir falta das pessoas ou sentir que há assuntos inacabados”, disse ele. Depois de um silêncio, ele continuou, com voz contemplativa. “Francamente, provavelmente é melhor para a criança não ter essas memórias, porque muitas delas são difíceis. “A maioria das crianças que se lembram de como morreram tiveram algum tipo de morte violenta e não natural.”

Ajude as pessoas a se tratarem um pouco melhor
Os investigadores esperam que a ideia de que a mente sobrevive à morte corporal seja melhor compreendida nos próximos anos e levada mais a sério.

“Duvido que haja uma descoberta ou um estudo que de repente convença a todos de que temos que mudar a forma como entendemos a realidade, mas acho que isso pode encorajar as pessoas a explorá-la”, disse Tucker, referindo-se ao trabalho que tem sido feito. no campo da pesquisa de vidas passadas no século passado.

Mas por que tudo isso importa?

A equipa do DOPS acredita que uma maior aceitação de que a vida é um ciclo contínuo poderia ter um efeito positivo na forma como vivemos.

“Isso certamente poderia influenciar a forma como as pessoas veem suas vidas”, disse Tucker. “Acho que é uma visão mais esperançosa do que a ideia de que este é apenas um universo aleatório sem significado. É claro que as pessoas encontram isso em sua religião, mas se pudessem ver que existe esse aspecto delas mesmas que continua, isso poderia ajudar com a dor e a ansiedade da morte e, você sabe, ajudaria as pessoas a se tratarem um pouco melhor. Haveria uma sensação mais forte de que estamos todos juntos nisso e que, novamente, esta não é uma existência sem sentido.”

Tucker pensa menos no passado e mais no futuro iminente. Ele passou os últimos meses resolvendo pontas soltas antes de sua partida.

Uma coisa é certa: quem assumir a direção do DOPS se tornará o novo guardião do experimento de Stevenson. Afinal, existem mais de um milhão de combinações possíveis para a fechadura, e não há coincidência em adivinhar a correta. Muitos tentaram, alguns até tentaram recuperar o código do próprio Stevenson recorrendo à ajuda de médiuns espirituais, em vão.

Quanto a Tucker, ele planeja se mudar para a Carolina do Sul com a esposa para ficar mais perto dos netos. “Estou pensando em virar a página e começar um novo capítulo”, disse ele.

Uma nova vida, talvez?

“Sim, bastante. Embora não seja assim que usamos esse termo aqui”, disse ele com um sorriso.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Curiosidade

‘Enigmas e mitos’: entenda as diferenças no funcionamento dos cérebros de pessoas destras e canhotas

por Redação 6 de janeiro de 2025

No enigmático recanto da mente, onde ciência e curiosidade se encontram, surgiram historicamente perguntas complexas sobre como funciona o cérebro de destros e canhotos. Muitas delas estão relacionadas à possibilidade de a preferência por uma mão ou outra revelar segredos sobre personalidade, intelecto ou habilidades; questões que misturam fascinação com mistério, deixando espaço para ainda mais especulações.

Como resultado, surgiram mitos tentando decifrar as diferenças entre aqueles que usam a mão direita e aqueles cuja inclinação natural é a esquerda. Tornaram-se populares crenças que afirmam que os canhotos são mais criativos, já que seus cérebros seriam guiados pela intuição e imaginação. Por outro lado, os destros seriam vistos como dotados de uma lógica governada pela estrutura e pela razão. Contudo, como acontece com muitas generalizações, essas ideias carecem de fundamento ou evidências confiáveis.

Ao examinar mais de perto as crenças sobre destros e canhotos, fica evidente a quantidade de suposições negativas associadas à preferência pela canhota.

Por exemplo, durante a Idade Média, os canhotos temiam ser acusados de bruxaria, pois eram socialmente vinculados a comportamentos indesejados e atos de vandalismo. No início do século XX, muitos educadores nos Estados Unidos forçavam os canhotos a “reeducar” suas tendências naturais para se tornarem destros. Hoje, alguns canhotos atribuem muitas das dificuldades que enfrentam na vida cotidiana ao fato de viverem em um “mundo feito para destros”.

Evidências científicas
Em termos científicos, os resultados são variados: alguns indicam que ser canhoto pode trazer benefícios, enquanto outros apontam desvantagens. Décadas atrás, alguns cientistas sugeriam que a canhotice era causada por lesões cerebrais nas primeiras fases do desenvolvimento fetal. Mais tarde, em 1988, os psicólogos Diane F. Halpern e Stanley Coren publicaram na revista Nature o estudo “Do right-handers live longer?”, que sugeria que os canhotos viviam, em média, nove anos a menos que os destros. Essa teoria causou alvoroço na época, mas foi desmentida por pesquisas posteriores.

Um olhar aprofundado
Estatísticas mostram que apenas 10% da população mundial é canhota, enquanto cerca de 1% é ambidestra, o que significa que não possui uma mão dominante e é habilidosa com ambas.

O principal enigma está em entender se o corpo dos canhotos funciona de forma diferente do dos destros e se isso também reflete em disparidades na saúde.

Para compreender a complexidade do tema, é essencial considerar algo fundamental sobre a organização do cérebro: a lateralização, ou seja, a diferença estrutural ou funcional entre os hemisférios esquerdo e direito.

Segundo o neurologista Alejandro Andersson, em destros, a fala, o centro da linguagem e o controle motor geralmente estão localizados no hemisfério esquerdo do cérebro. Já em canhotos, essas funções tendem a ser dominadas pelo hemisfério direito. Por isso, canhotos têm mais habilidade com as extremidades do lado esquerdo do corpo, além de melhor visão e audição desse lado.

Inteligência e mitos
Um dos mitos mais polêmicos é o que sugere que uma dessas orientações tem coeficiente intelectual mais alto. Um estudo de 2015 publicado na Neuroscience & Biobehavioral Reviews analisou dados de mais de 16.000 pessoas e concluiu que não havia diferenças significativas nos níveis de QI entre canhotos e destros. Contudo, o estudo indicou que canhotos poderiam ter maior probabilidade de apresentar deficiência intelectual. Por outro lado, indivíduos intelectualmente dotados também tinham a mesma probabilidade de serem canhotos.

Outro estudo, divulgado na revista Brain em 2019, revelou diferenças genéticas entre destros e canhotos. Ao analisar dados de cerca de 400.000 pessoas, pesquisadores descobriram que os hemisférios esquerdo e direito do cérebro de canhotos estavam mais conectados e coordenados nas regiões relacionadas à linguagem. Isso sugere que eles podem ter habilidades verbais superiores aos destros.

Percepção do mundo
Especialistas acreditam que a preferência manual influencia a forma como as pessoas julgam ideias e valores abstratos. Um estudo da Universidade de Stanford pediu a participantes que avaliassem qual de duas colunas de ilustrações parecia mais feliz, honesta, inteligente e atraente.

Canhotos escolheram ilustrações da coluna esquerda, enquanto destros preferiram as da coluna direita. Segundo Daniel Casasanto, diretor da pesquisa, “canhotos tendem a associar coisas boas à esquerda e ruins à direita, enquanto o oposto ocorre com os destros”.

Origem biológica
O que faz uma pessoa nascer com a mão esquerda dominante? Pesquisadores britânicos descobriram que fetos de mulheres grávidas sob muito estresse tinham mais chances de tocar o rosto com a mão esquerda. Esses seriam os primeiros sinais de uma criança canhota.

Outro estudo realizado na Suécia observou que mães estressadas ou deprimidas durante a gravidez tinham maior probabilidade de ter filhos canhotos ou ambidestros.

De acordo com Andersson, os fatores que influenciam a lateralidade incluem biologia, genética e ambiente. “Se os pais são canhotos, é mais provável que o filho também seja. Contudo, nem todos os pais canhotos têm filhos com a mesma tendência, já que os genes nem sempre são dominantes”, explica o neurologista. Ele também destaca que lesões cerebrais durante o desenvolvimento do embrião podem alterar a lateralidade do bebê, tornando-o canhoto.

Fonte: OGLOBO

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Curiosidade

Atendimento durante a madrugada e cliente ‘vip’: Ferrari rara de mais de R$ 20 milhões é usada para ir ao barbeiro em Itu

por Redação 3 de janeiro de 2025

Um valor de mais de R$ 20 milhões, um exemplar raro e uma ida ao barbeiro em uma cidade com pouco mais de 168 mil habitantes localizada no interior de São Paulo. Os três itens podem parecer distantes, mas referem-se à mesma situação: o flagra do modelo “LaFerrari”, da famosa marca italiana, andando pelas ruas do Centro de Itu (SP).

O registro foi feito em dezembro de 2024, mas tem repercutido nas redes sociais. Segundo o dono da barbearia, Guilherme Henrique Gonçalves, o veículo pertence a um colecionador que sempre usa carros de luxo para ir ao local. Ao g1, ele conta que atende o cliente há cerca de sete meses e que já virou amigo do rapaz.

“Tratamos todos os clientes com a mesma atenção e capricho. Mas não posso negar que realmente é diferente para ele. Dá aquele certo medo de acabar não chegando no resultado esperado por ele. Mas sempre deu certo.”

Ele também comemora o fato de a presença do colecionador aumentar a sua freguesia. “Ele arrasta uma multidão de fãs para vir até a barbearia pra ser atendido no mesmo lugar em que ele esteve”, comemora.

O cliente VIP é recebido em horário especial, mas sem a necessidade de a agenda da barbearia ser trancada. Mesmo assim, ele é atendido em horários em que tem sossego e privacidade.

“Não trancamos a agenda, mas, pra gente manter o ‘mistério’ e também a segurança, a gente acaba sempre atendendo ele de madrugada”, conta Guilherme, que lembra ainda que o cliente consegue até tomar um café no local, sem ninguém interromper.

Poucas unidades no Brasil

No mundo, foram fabricadas apenas 499 unidades do modelo. No Brasil, estima-se que existam ao menos três exemplares da LaFerrari. Um dos modelos no Brasil pagou mais de R$ 700 mil somente com IPVA, em 2024.

Em dezembro de 2024, o Brasil recebeu a segunda unidade da LaFerrari, de cor branca. A importação trouxe a unidade 499/499. Entretanto, não é possível afirmar se o modelo que circulou em Itu foi o mesmo que estava em Santa Catarina ou se é uma nova unidade importada para o Brasil. O proprietário prefere não falar sobre o assunto.

O supercarro é um híbrido com motor a combustão combinado com um elétrico, baseado na tecnologia Hy-Kers, da Fórmula 1. O propulsor V12 de 6,3 litros desenvolve até 800 cavalos a 9.250rpm e tem ainda a ajuda de um motor elétrico de 163 cv. O resultado dessa combinação: 976 cv de potência para o modelo.

A velocidade máxima, segundo a Ferrari, é de 350 km/h, e o carro acelera de 0 a 100km/h em menos de três segundos.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Curiosidade

Calendário astronômico de 2025: confira quando haverá eclipses, chuvas de meteoro e superluas

por Redação 3 de janeiro de 2025

2025 estará repleto de eventos astronômicos. Os fenômenos incluem 12 chuvas de meteoros, conjunções planetárias, 2 eclipses lunares e 2 eclipses solares, além de superluas.

E, para ajudar os curiosos pela astronomia, o g1 listou alguns dos principais fenômenos que ocorrerão este ano. Veja abaixo:

Eclipses
? 13-14 de março – Eclipse lunar total (visível em todo o país)
☀️ 29 de março – Eclipse solar parcial (não visível no Brasil)
? 7-8 de setembro – Eclipse lunar total (não visível no Brasil)
☀️ 21 de setembro – Eclipse solar parcial (não visível no Brasil)
Em 2025, teremos 2 eclipses solares: todos parciais (quando a Lua bloqueia apenas uma parte da luz do Sol), em 29 de março e 21 de setembro.

Atenção: um eclipse solar só pode ser observado com um filtro especial ou olhando para o reflexo do Sol.

Ambos não serão visíveis no Brasil. No de 29 de março, apenas alguns países da Europa, Ásia, África, América do Norte e América do Sul conseguirão observar o fenômeno. Além disso, ele também será visível em partes dos Oceanos Atlântico e Ártico. Já o 21 de setembro passará por partes da Austrália, do Pacífico e da Antártida.

Já os eclipses lunares também serão 2: um total entre os 13 e 14 de março (visível em todo o país) e outro parcial entre os dias 7 e 8 de setembro (não visível no Brasil).

O eclipse total também é conhecido como “Lua de Sangue”, e ocorre quando o Sol, a Terra e Lua se alinham e a Lua passa pela na sombra da Terra. Quando o evento chega em sua totalidade, e a sombra encobre completamente o disco lunar, fazendo com que a Lua fique avermelhada, isso porque não teremos a incidência direta da luz do Sol no nosso satélite natural.

Para observar o eclipse, nenhum equipamento especial é necessário, podendo ser visto a olho nu. Contudo, o uso de binóculos ou de um telescópio pode melhorar a visão e a intensidade da cor vermelha, explica a Nasa, a agência espacial norte-americana.

Além do território brasileiro, a Lua de Sangue poderá ser vista também em toda a América do Sul e Central e em partes da América do Norte, Europa Ocidental e África Ocidental.

Periélio e afélio
No dia 4 de janeiro, a Terra atingirá seu ponto mais próximo do Sol. O fenômeno ocorrerá às 10h28 no horário de Brasília. No periélio (que quer dizer literalmente “perto do Sol”), o planeta fica a 147 milhões de km da estrela central do Sistema Solar.

Dessa forma, no periélio, o Sol aparece maior porque o seu diâmetro aparente (angular) atinge o valor máximo no ano.

Atenção: observar diretamente o Sol sem o uso de equipamentos adequados pode implicar em danos irreversíveis à visão. Utilize métodos de observação indireta, sem auxílio de telescópios.

Já o afélio (o oposto do periélio, quando o Sol apresenta seu menor diâmetro aparente, e a Terra alcança o ponto de sua órbita mais distante do astro) ocorrerá em 3 de julho, às 16h54 no horário de Brasília. Neste ponto, o nosso planeta estará a 152 milhões de km do Sol e atingirá a sua menor velocidade do ano.

Conjunções planetárias??
As principais conjunções planetárias (quando mais de dois planetas aparecem próximos no céu) do ano acontecerão nas seguintes datas, de acordo com o Observatório de Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ):

2 de janeiro – Lua, Vênus e Saturno formarão um belo trio celeste no começo da noite, na direção oeste.
20 de janeiro – Conjunção entre Vênus e Saturno no começo da noite, direção oeste, na constelação de Aquário.
31 de janeiro – Lua, Vênus e Saturno formarão um belo trio celeste no começo da noite, direção oeste
5 de março – Conjunção entre Vênus e Mercúrio durante o crepúsculo, direção oeste. Os astros estão muito próximos ao horizonte.
19 de abril – Vênus, Saturno e Mercúrio formarão um belo trio planetário antes do amanhecer, direção leste, na constelação de Peixes. O planeta Netuno também estará no mesmo campo de visão.
25 de abril – Conjunção entre Lua, Vênus, Saturno e Mercúrio antes do amanhecer, direção leste, nas constelações de Peixes e Baleia. Um dos mais belos encontros de 2025.
28 de abril – Conjunção entre Vênus e Saturno, antes do amanhecer, direção leste, na constelação de Peixes.
4 de julho – Conjunção entre Vênus e Urano antes do amanhecer, direção nordeste, na constelação de Touro. Urano poderá ser visto apenas com binóculos, em céus escuros.
12 de agosto – Conjunção entre Vênus e Júpiter antes do amanhecer, direção nordeste, na constelação de Gêmeos.
19-20 de agosto – Lua, Vênus e Júpiter formarão belo trio celeste antes do amanhecer, direção nordeste, na constelação de Gêmeos.
23 de outubro – Conjunção entre Lua, Marte e Mercúrio. Os três astros formarão belo trio celeste ao anoitecer, direção leste, na constelação de Libra.

Chuvas de meteoro ?

Teremos 12 chuvas de meteoro relevantes, segundo o Observatório Real de Greenwich:

Quadrantidas: ativa de 26 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025 (pico para visualização do fenômeno: de 3 a 4 de janeiro). Pico de meteoros por hora: 120.
Líridas: ativa de 16 de abril de 2025 a 25 de abril de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 22 de abril). Pico de meteoros por hora: 18.
Eta Aquáridas: ativa de 19 de abril de 2025 a 28 de maio de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 5 de maio). Pico de meteoros por hora: 40.
Alfa Capricornídeos: ativa de 3 de julho de 2025 a 15 de agosto de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 30 de julho). Pico de meteoros por hora: 5.
Delta Aquáridas: ativa de 12 de julho de 2025 a 23 de agosto de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 30 de julho). Pico de meteoros por hora: 25.
Perseidas: ativa de 17 de julho de 2025 a 24 de agosto de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 12 de agosto). Pico de meteoros por hora: 150.
Dracônidas: ativa de 6 de outubro de 2025 a 10 de outubro de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 8 de outubro). Pico de meteoros por hora: 10.
Oriônidas: ativa de 2 de outubro de 2025 a 7 de novembro de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 22 de outubro). Pico de meteoros por hora: 15.
Tauridas: ativa de 10 de setembro de 2025 a 20 de novembro de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 10 de outubro). Pico de meteoros por hora: 5.
Leônidas: ativa de 6 de novembro de 2025 a 30 de novembro de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 17 de novembro). Pico de meteoros por hora: 15.
Geminídeas: ativa de 4 de dezembro de 2025 a 20 de dezembro de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 14 de dezembro). Pico de meteoros por hora: 120.
Úrsidas: ativa de 17 de dezembro de 2025 a 26 de dezembro de 2025 (pico para visualização do fenômeno: 22 de dezembro). Pico de meteoros por hora: 10.

Superluas

Teremos três superluas em 2025:

? Uma no dia 6 de outubro
? Outra em 5 de novembro
? E mais uma em 4 de dezembro
A “superlua” ocorre na lua cheia perto do perigeu (quando ela está mais próxima da Terra), o que resulta em uma lua cheia ligeiramente maior e mais brilhante do que as demais.

Esse período é chamado de perigeu porque o nosso satélite natural aparece no céu cerca de 14% maior e 30% mais brilhante do que no apogeu (microlua) – quando está mais distante.

Cometas mais brilhantes ☄️
Os cometas são grandes objetos feitos de poeira e gelo que orbitam o Sol. Neste ano, os destaques de observação ficam com os seguintes astros:

C/2024 G3 (ATLAS). Período de visibilidade: de janeiro a fevereiro. Mês previsto para brilho máximo: janeiro. Visibilidade: por meio de binóculos, no final da madrugada (começo de janeiro) e início da noite (a partir da última semana de janeiro).
24P/Schaumasse. Período de visibilidade: de dezembro a janeiro 2026. Mês previsto para brilho máximo: janeiro 2026. Visibilidade: por meio de pequenos telescópios durante a madrugada de dezembro.
210P/Christensen. Período de visibilidade: de outubro a dezembro. Mês previsto para brilho máximo: novembro. Visibilidade: por meio de pequenos telescópios no final da madrugada de novembro.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Curiosidade

Azul índigo, amarelo dourado e laranja vão ser as cores de 2025, segundo cromoterapia e numerologia

por Redação 30 de dezembro de 2024

Que cor usar na Virada do ano? O amarelo dourado, o laranja e o azul-escuro serão as cores de 2025, afirmam os especialistas. Para eles, as cores despertam novos sentimentos e melhoram o desempenho nos relacionamentos, no trabalho e no dia a dia.

Segundo o cromoterapeuta Valcapelli, “o índigo, esse tom de azul-escuro, parecido com o céu à meia-noite, promove interiorização, consciência e uma visão mais clara do mundo”.

Valcapelli é cromoterapeuta há 30 anos. Segundo ele, a cromoterapia é a prática terapêutica que utiliza as cores para restaurar o equilíbrio físico, emocional e energético do corpo.

Ele, que também é psicólogo, explica que o índigo estimula a percepção, amplia a intuição e a visão, aguça a sensibilidade para entender o ambiente e reinterpretar os acontecimentos, melhorando a comunicação.

“Quando uma pessoa está com uma roupa ou acessório azul-escuro, rompe padrões repetitivos e sai da zona de conforto. Ele inspira mudanças internas e dá aquele impulso necessário para colocar em prática ideias e perspectivas que estavam guardadas, abrindo caminho para novas possibilidades. O índigo ajuda a enfrentar imprevistos com mais clareza e maturidade. Além disso, contribui para o crescimento pessoal, quebra de antigos padrões e o avanço coletivo.”

Confira como o índigo influencia diferentes relações, segundo o especialista:

No trabalho:

O índigo desperta o interesse em entender melhor os processos e o funcionamento da empresa, ajudando a alinhar suas funções aos objetivos da organização. Essa cor fortalece o espírito de equipe, promove respeito mútuo e estimula a criação de novos projetos, aumentando as chances de sucesso e prosperidade.

Nos relacionamentos:

O índigo desperta a sensibilidade para entender os sentimentos e comportamentos das pessoas, ajudando a sair do egoísmo e agir com mais altruísmo. Essa cor melhora os relacionamentos, tornando a convivência mais harmônica e respeitosa, sem desrespeitar o outro ou anular a si mesmo.

Com o índigo, desenvolvemos mais empatia e habilidade para lidar com diferenças, evitando mal-entendidos e conflitos desnecessários, o que fortalece os laços afetivos e sociais.

No amor:

O índigo reduz a necessidade de se destacar no relacionamento e incentiva o compartilhamento, fortalecendo os laços e permitindo que o amor prevaleça no casal.

Significados e propriedades das cores, conforme a cromoterapia
?Branco – Roupas brancas na Virada representam o propósito de se despojar do velho e de entrar limpo no Ano Novo. Sugere renovar algumas das condutas, mudar crenças e recomeçar sem o ranço nem as angústias do passado.

❤️Vermelho – Vestir tons de vermelho induz à ação e à prática efetiva dos objetivos. Contribui para transformar os planos em ações, realizando os desejos e as vontades. Desperta a eficiência e a praticidade para lidar com as questões difíceis do cotidiano.

?Laranja – Roupas laranja sugerem ousadia, coragem e espírito aventureiro, contribuindo para mudanças e inovações. É ideal para as fases de transições profissionais ou da vida afetiva, tais como mudança de emprego, assumir novos relacionamentos ou romper laços.

?Amarelo – Vestir tons de amarelo transmite alegria, clareza de raciocínio e o melhor entendimento dos acontecimentos cotidianos; disposição para acatar as ocorrências e lidar com as adversidades, com bom humor e descontração. Atrai oportunidades e conspira a favor da riqueza e da fartura.

?Verde – Tons de verdes na roupa transmitem ponderação e bom senso, com leveza. Essa cor ajuda a evitar os exageros e minimizarão o estresse durante a realização das atividades. Induz tanto ao respeito próprio quanto ao fluxo natural dos acontecimentos, sem “forçar a barra” ou cometer excessos.

?Azul – Roupas azuis sugerem confiança em si e fé nos processos existenciais. Promovem as condições favoráveis à tranquilidade e à serenidade. É ideal para quem busca a paz interior e a harmonia na convivência, seja em família, seja nos grupos sociais.

?Índigo (cor para 2025) – Vestir tons mais fortes do azul, como o anil, índigo ou marinho, intensificam a disposição e o entendimento do que se passa ao redor; que as verdades venham à tona, deixando de lado os melindres e a hipocrisia. Sugere que a consciência tome conta dos processos e direcione às novas decisões.

?Violeta – Roupas violetas sugerem exercer o controle dos acontecimentos, dominar as situações existenciais. Assumir a sua função e não deixar que os outros interfiram naquilo que diz respeito a si próprio.

?Rosa – Vestir essa cor desperta o afeto e contribui para a felicidade amorosa. Trata-se da cor apropriada para quem objetiva ser feliz no amor, seja com novos parceiros, seja com quem se relaciona atualmente. A influência do rosa potencializa a ternura e a afetividade, melhorando a expressão dos sentimentos, consequentemente atrairá condições favoráveis para o amor.

?Marrom – Entrar o ano vestindo marrom proporciona maturidade e firmeza para superar as adversidades. Essa cor desperta a seriedade, a responsabilidade e ajuda a estabilizar as emoções. Trata-se de uma escolha que favorece o confronto e não a fuga ou a negação dos eventos difíceis.

?Preto – Vestir preto na Virada não é comum; para os cromoterapeutas mais radicais, seria algo extremamente negativo, visto que a cromoterapia se baseia na energia da cor na aura. No entanto, vestir roupas pretas não tem essa finalidade energética; atua nas emoções, sugerindo neutralidade e sensação de distanciamento. Usar essa cor na Virada reflete a vontade de ficar consigo mesmo, sem precisar interagir ou se expor perante os outros.

Numerologia
E o que esperar de 2025? O ano será regido pelo número 9, que é a soma dos números do Ano Novo: 2+0+2+5 = 9. “A cor predominante no ano 9 é o dourado. Porém, existe também uma frequência muito forte nos tons alaranjados. Do mais clarinho ao mais escuro, que seria o salmão até o ferrugem. Esta cor vai nos trazer conhecimento, sabedoria, bagagem, comunicação interpessoal e vai facilitar nosso acesso à prosperidade em todos os níveis, amor, saúde, dinheiro”, explica Marcia Pugliesi.

Segundo a numeróloga, o ano 9 traduz o fechamento de um ciclo de nove anos. “Será um ano de limpeza em todos os níveis, pois a vida pede espaço para as novas sementes que estão sendo preparadas do novo ciclo seguinte. Limpar o mental dos pensamentos negativos e condicionantes, limpar o emocional das mágoas, rancores que só nos adoecem e limpar o físico dos objetos que não precisamos mais, como roupas, objetos e papéis.”

Marcia Pugliesi é especializada em terapia humanista, numerologia e angeologia e análise transacional. De acordo com ela, para estimular esse desenvolvimento, o ideal seria se conectar usando tons de amarelo dourado ou laranja com branco, que já é tradicional.

“O importante é se conectar e vibrar no positivo disso tudo. Roupas, acessórios, pedras, cristais e até mesmo alimentos nessas cores na Virada são bem-vindos.”

Márcia explica que o planeta Terra estará vibrando no número 9. Porém, todos nós temos um ano com uma energia pessoal, que vai do dia do nosso aniversário até um dia antes do próximo aniversário (veja como calcular seu ano pessoal abaixo).

“A pessoa pode associar a cor da vibração planetária com a cor do ano pessoal dela. Se no cálculo pessoal der 1, a pessoa pode usar o dourado ou laranja com alguma peça vermelha. E assim por diante.”

Como calcular o seu ano pessoal
Devemos somar o dia do nosso nascimento + o mês que nascemos + o ano do último aniversário. Devemos somar todos os números até ficar num dígito só do 1 ao 9, com exceção do 11, que nunca soma, pois é considerado um “número mestre”.

Exemplo:

04 (dia) +
09 (mês) +
2024 (ano do último aniversário)
4+9+2+0+2+4= 21
2+1= 3
Ano pessoal 3, que vai de 4.9.2024 a 3.9.2025

Outro exemplo:

20 (dia) +
12 (mês) +
2024 (ano do último aniversario) =
2+0+1+2+2+0+2+4=13=1+3=4
Ano pessoal 4, que vai de 20.12.2024 a 19.12.2025

ANO PESSOAL 1

Está no início de um novo ciclo de 9 anos. Período excelente para começar tudo o que quiser. Novos caminhos se apresentam, novas possibilidades estão à disposição. Momento do start, do novo, das aberturas. Evite a ansiedade, a irritação e o egocentrismo, características negativas dessa vibração. Tudo o que começar, conclua. Se perceber que não terá continuidade ou conclusão, não comece.

ANO PESSOAL 2

Período para descansar, cooperar e tranquilizar. As parcerias se farão presentes nessa frequência. Período de reavaliações, porém, não mude nada drasticamente, pois a fase exige leveza e adaptação. Atenção com a preguiça, a apatia e a postergação. O que precisa ser feito, faça. Não deixe para depois, o depois nesse período não existe.

ANO PESSOAL 3

Energia de crescimento, expansão e desenvolvimento. Tudo triplica nesse período. Falamos que é o “fermento do bolo”. O lúdico deve fazer parte. Otimismo, alegria e expressão são os pontos positivos dessa energia. O vitimismo, a irresponsabilidade e o mi-mi-mi devem ficar longe.

ANO PESSOAL 4

Período excelente para estruturar e edificar. A organização e a disciplina são bem-vindas nesse período. O trabalho e a mão na massa se fazem presentes e necessários. Evitar rigidez, crítica, autocrítica e minúcias desnecessárias. Traçar metas e planejamentos serão bases sólidas e consolidadas nesse período.

ANO PESSOAL 5

Ano divisor de águas. As mudanças, o movimento são vibrações fortes desse período. Dançar conforme a música e ter jogo de cintura é aconselhável. Aproveite para adaptar-se às circunstâncias, ser versátil e aproveitar a energia dinâmica do período. Excelente para viagens. Evite os exageros, os extremos e os excessos pontos negativos dessa frequência.

ANO PESSOAL 6

Ano harmonioso, voltado para cuidar, ensinar e ajudar. A família e o outro em geral serão pontos de atenção nesse período. Cuidar da casa, reformas e nova decoração trarão contentamento. Evitar o ciúme, evitar a possessividade, a manipulação, e até mesmo a vingança, pois são pontos destrutivos dessa frequência.

ANO PESSOAL 7

Ano voltado para a espiritualidade independentemente de religião. Excelente período para cursos, especializações, aprimoramentos. A qualidade em tudo tem que ser ponto forte, e não mais a quantidade. Intuição e conexão com algo maior fazem parte desse período. Evitar a introspecção, a tristeza e o isolamento. Natureza, pé descalço na terra, mato, mar, plantas são elementos bem-vindos nesse período.

ANO PESSOAL 8

Quem está num ano 8 estará de acordo com o ano Universal. Período excelente para colher os frutos materiais, profissionais e financeiros do que foi plantado nos 9 anos anteriores. Evitar a frieza e a ganância é um alerta. A dica é trabalhar o equilíbrio da razão e da emoção, da matéria e do espírito. Sendo bom e justo com os outros, sem se esquecer de ser bom e justo consigo mesmo.

ANO PESSOAL 9

Considerada a energia “irmã mais velha dos números”, traz dentro de si a vibração de todos os números que o antecede. Por isso o conhecimento, a sabedoria e a generosidade são pontos importantes desse período. Pode ser que apareçam cansaço e exaustão, pois é um fechamento de ciclo. São nove anos sendo concluídos. Descanse o que precisar descansar, mas faça o que precisa ser feito.

ANO PESSOAL 11

A energia da prosperidade, da abundância e da fluidez estarão presentes nesse período. Uma vibração “mestre”. Que simboliza Deus-Pai, você e a divindade protegendo. Com os pés firmes na Terra, dimensão que vivemos e todo amparo celestial. Ligação matéria-espírito, pois somos seres espirituais que vivemos na matéria. Pegue as rédeas da vida nas mãos e direcione para o que precisa ser feito. Evite a procrastinação, a apatia, a preguiça, o postergar características de quando o 11 vira 2 por atitudes negativas.

*Não tem o 10 porque a somatória fica sempre num único digito, com exceção do 11 que é o “número-mestre”, que nunca é somado.

Fonte: G1

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Curiosidade

Macumba Express: como é o carro que chama a atenção nas ruas e já viralizou

por Redação 13 de dezembro de 2024

Muito provavelmente, se você mora em São Paulo, já se deparou com carros de entrega de produtos como ovo e pamonha e morangos fresquinhos circulando pela sua rua.

Talvez você não saiba, mas também existe o carro da “Macumba Express”, que circula na região da Lapa, na zona oeste da capital paulista, e tem chamado a atenção tanto nas ruas quanto nas redes sociais.

Um vídeo publicado no perfil @casasaojorge.lapa do Instagram, mostrando o veículo, já ultrapassou 10 mil curtidas.

A loja Casa São Jorge Lapa opera há mais de 70 anos na venda de produtos para umbanda e candomblé. Seu carro de entregas, um Renault Kangoo, tem circulado desde meados de agosto e tem ajudado a divulgar a empresa e atrair mais clientes.

Segundo o coordenador de marketing da Casa São Jorge Lapa, Bruno dos Santos Silva, o carro é especializado em levar os itens “macumbilísticos” – como são chamados na loja – diretamente aos clientes.

“Também fazemos entregas de maior volume, para que tudo chegue com segurança e no melhor estilo”, afirma.

De acordo com Silva, a ideia de usar o nome “Macumba Express” surgiu para “sair da mesmice”.

“Queria que a minha loja se destacasse, oferecendo não só um produto, mas uma experiência única e divertida para os clientes. É uma forma criativa de chamar atenção, sair do comum e criar uma identidade forte para a marca”, explica.

O termo “macumba”, muitas vezes usado de forma pejorativa, também designa culto religioso de matriz africana e tem sido adotado por praticantes como forma de afirmação.

“Chama muita atenção das pessoas na rua, exatamente por ser algo diferente e autêntico. Escolhemos esse nome sem qualquer receio porque queremos ressignificar e quebrar preconceitos em torno de um termo que, muitas vezes, é discriminado. Nosso objetivo é levar nossos produtos com leveza, criatividade e, claro, muita personalidade”, diz Silva, para justificar a escolha do termo.

As reações das pessoas variam desde o espanto inicial até sorrisos e fotos tiradas com o celular.

“No começo, muitos reagem com espanto, pois é algo fora do comum. Depois, acabam soltando um sorriso e pegam o celular para tirar foto, porque percebem o lado criativo e divertido da ideia. Sempre tem aqueles que olham torto, mas faz parte”.

O funcionamento do Carro da Macumba Express é simples. Quando um cliente faz uma compra de maior volume na loja, todos os detalhes da entrega são combinados diretamente.

“Não temos um horário fixo, somos ‘pau para toda obra’ e nos adaptamos à necessidade do cliente. Inclusive, fazemos entregas até depois do expediente da loja”, finaliza.

Fonte: UOL

0 FacebookTwitterLinkedinWhatsappTelegramEmail
Novas Notícias
Notícias Anteriores
Weather Data Source: Guarulhos weather

Sobre Guarulhos

  • Guarulhos é um município da Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil.
  • Clima: tropical de altitude (Cwa)
  • Altitude: 759 m
  • Emancipação: 24 de março de 1880 (143 anos)
  • Fundação: 8 de dezembro de 1560 (462 anos)

Informações

  • Sobre
  • Contato
  • Anuncie Conosoco

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Telefones Úteis
  • Delegacia de Defesa da Mulher

Assine nossa Newsletter

* obrigatório
/* real people should not fill this in and expect good things - do not remove this or risk form bot signups */

referral badge

@2023 Voz de Guarulhos

Facebook Twitter Youtube Instagram Linkedin
Usamos cookies em nosso site para oferecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar tudo”, você concorda com o uso de todos os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Cookie SettingsAccept All
Manage consent

Privacy Overview

This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
Voz de Guarulhos
  • Home
  • Emprego
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Pet
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Jornal ImpressoHOT
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign
Envie sua Denúncia ou Vídeo!