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Categoria:

Curiosidade

Mega-Sena

Bolão de Caxias (MA) fatura os R$ 63 milhões da Mega-Sena 2903

por Redação 20 de agosto de 2025

O concurso 2903 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (19) em São Paulo, premiou um bolão da cidade de Caxias, no Maranhão, com R$ 63.090.150,98.

A aposta vencedora, feita com sete dezenas e dividida em 15 cotas, acertou os números sorteados: 20 – 24 – 27 – 46 – 50 – 54. Cada participante do bolão vai receber aproximadamente R$ 4,2 milhões.

Outros 51 apostadores também chegaram perto e acertaram cinco números, garantindo R$ 52.488,16 cada. Já os 3.737 bilhetes que fizeram a quadra vão receber R$ 1.180,75 por aposta.

O próximo sorteio da Mega-Sena está marcado para quinta-feira (21).

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Curiosidade

Restaurante inglês lança carta de água mineral com garrafas de até R$ 138

por Redação 18 de agosto de 2025

O restaurante La Popote, localizado na Inglaterra e comandado pelo chef Joseph Rawlins desde 2019, inovou ao criar uma carta exclusiva de águas minerais, com rótulos de sete países, incluindo França, Espanha, Portugal, Itália, Islândia e Inglaterra.

A ideia surgiu há dois anos por sugestão do sommelier de água Doran Binder, fornecedor do restaurante, mas só começou a ser implementada em janeiro de 2025. O menu oferece opções com e sem gás, com preços que variam entre 5 libras (R$ 36) e 19 libras (R$ 138). Para quem prefere algo mais acessível, o estabelecimento também disponibiliza água filtrada gratuita. Todas as opções são servidas em taças de vinho, proporcionando uma experiência premium para clientes que não consomem álcool.

Segundo Rawlins, a iniciativa acompanha mudanças no mercado: “Estamos atendendo mesas menores, de duas a quatro pessoas, o que significa que uma delas provavelmente estará dirigindo e não vai beber. Para acompanhar o mercado, resolvemos fazer algo diferente”.

Desde 2022, o La Popote integra o Guia Michelin, e o casal proprietário já participou de uma degustação de águas promovida por Binder. “Nós rimos porque não tínhamos certeza do que significava. Ele nos convidou e então entendemos que água não é tudo igual”, afirmou Rawlins.

Fonte: PEGN

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Mega-Sena

Mega-Sena acumula e próximo sorteio pode pagar R$ 55 milhões

por Redação 15 de agosto de 2025

A Caixa Econômica Federal realizou, nesta quinta-feira (14), o sorteio do concurso 2.901 da Mega-Sena, que tinha prêmio estimado em R$ 46,2 milhões. As dezenas sorteadas foram: 02 – 20 – 28 – 38 – 44 – 47.

Nenhuma aposta acertou os seis números, e o prêmio principal acumulou para R$ 55 milhões, que será sorteado no próximo sábado (16).

No sorteio desta quinta, 38 apostas acertaram a quina e vão receber R$ 59.141,96 cada. Outras 3.111 apostas ganharam R$ 1.190,77 por terem acertado a quadra.

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio, em casas lotéricas credenciadas, pelo site ou aplicativo da Caixa. O valor mínimo para jogar é de R$ 6,00. Os sorteios acontecem sempre às 20h, no Espaço da Sorte, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da instituição.

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Mega-Sena

Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 47 milhões

por Redação 13 de agosto de 2025

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.900 da Mega-Sena, sorteado na noite desta terça-feira (12) em São Paulo. Com isso, o prêmio principal acumulou e está estimado em R$ 47 milhões para o próximo sorteio, que será realizado na quinta-feira (14).

As dezenas sorteadas foram: 33 – 50 – 54 – 55 – 59 – 60.

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Curiosidade

Panela antiaderente descascando? Veja como saber se está hora de trocar

por Redação 11 de agosto de 2025

Práticas e acessíveis, as panelas antiaderentes são conhecidas por facilitar o preparo de alimentos sem grudar.

Isso acontece graças ao polímero politetrafluoretileno (PTFE), material usado no revestimento dessas panelas, que impede que os alimentos se fixem durante o cozimento.

Porém, você possivelmente já ouviu falar que esse material pode “liberar gases tóxicos” ou contaminar sua comida.

Uma parte disso é verdade: o estado do revestimento dessas panelas pode, sim, estar relacionado a problemas de saúde. E os riscos muitas vezes se acumulam silenciosamente com o uso diário.

Por isso, é importante prestar atenção à hora de trocar a panela antiga por uma nova, além de preferir utensílios mais suaves e tomar alguns cuidados com a manutenção dos seus produtos.

O Guia de Compras conversou com especialistas para entender quais são os riscos associados ao revestimento antiaderente e dar dicas de como evitá-los. Leia abaixo.

Quando trocar a panela antiaderente?
Alguns sinais visíveis e de uso ajudam a identificar que a panela já está pronta para ser aposentada.

Quando o revestimento é arranhado ou começa a descascar, significa que o material pode estar se misturando com a comida

“Se a panela for antiga, isso é de fato um risco. Se é daquelas que estão quase só o alumínio, você já ‘comeu’ todo o revestimento”, afirma Gentile.

Se a panela estiver abaulada, ou seja, sem estabilidade sobre a boca do fogão, pode ser outro indicativo. Em panelas antiaderentes, isso pode acontecer quando ela fica muito quente, o causa degradação do material do revestimento.

Quais são os riscos do antiaderente?
O risco associado às panelas com revestimento antiaderente tem a ver com a liberação de substâncias perfluoroalquiladas, os PFAS, também conhecidas como “químicos para sempre”.

“Essas substâncias não se degradam ou levam anos – cerca de 10 a 11 – para começar uma possível degradação e eliminação”, explica Marília Souza, toxicologista e professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP de Ribeirão Preto.

“Como a liberação delas é contínua, a tendência é sempre aumentar as concentrações tanto no organismo humano quanto no ambiente”, conclui Souza.

Segundo Souza, isso acontece principalmente em duas situações: quando a panela é submetida a temperaturas muito altas (acima de 260°C) ou quando o revestimento apresenta rachaduras, arranhões ou descascamento.

Nesses casos, as substâncias químicas que compõem o polímero se desprendem e passam para os alimentos. Apesar de não se converterem em gases tóxicos, essas partículas podem ficar suspensas no ar, o que representa mais uma via de exposição além da ingestão.

Entre os impactos comprovados, ela cita alterações no neurodesenvolvimento de crianças e recém-nascidos, baixa estatura ao nascer, pré-eclâmpsia em gestantes, além de doenças cardiovasculares e imunológicas.

Grupos específicos da população estão mais vulneráveis à exposição aos PFAS. Souza detalha quem são essas pessoas e por que os riscos são maiores:

Grávidas, porque a exposição pode levar à pré-eclâmpsia, restrição de crescimento fetal e prejuízos no neurodesenvolvimento do bebê;
Lactantes, pois os compostos podem ser transferidos pelo leite materno;
Recém-nascidos e crianças pequenas, já que o metabolismo e o sistema de eliminação de substâncias tóxicas do corpo ainda são imaturos;
Idosos, porque o organismo já está com funcionamento fisiológico reduzido;
Pessoas com doenças crônicas ou com o sistema imunológico comprometido.
“É muito diferente a exposição de um adulto saudável e a desses outros grupos. A gente considera esses indivíduos como grupos de risco mesmo”, diz Souza.

Como evitar a exposição a essas substâncias?
De acordo com Souza, a exposição aos PFAS é cumulativa e praticamente inevitável, já que essas substâncias são utilizadas em diversos produtos do dia a dia, graças à sua capacidade de repelir tanto a água como o óleo.

Os PFAs são usados em revestimento antiaderente de airfryers, embalagens de fast food, caixas de pizza, pacotes de pipoca de micro-ondas e até roupas impermeáveis.

“Eles são encontrados até em regiões remotas do planeta, como geleiras, onde nunca houve produção industrial. É extremamente preocupante”, comenta Souza.

Mas dá para reduzir o contato com essas substâncias de algumas formas. A primeira é substituir suas panelas antiaderentes por outras sem esse revestimento.

Gentile recomenda três tipos principais de panela como substitutas ao revestimento antiaderente, mas com ressalvas quanto ao uso correto de cada uma:

Cerâmica: “Funciona bem. Uso para fazer tudo, não gruda, é muito fácil de lavar. Mas tem que tomar todos os cuidados: não pode arranhar, nem aquecer demais.”
Inox: “Também funciona, mas a panela tem que ficar muito quente – do tipo que a água ‘pula’ na superfície. Se deixar nessa temperatura, aí não vai grudar.”
Ferro fundido: “Ela é mais chatinha de manter limpa, tem que cuidar bem, mas, se deixar bem quente, também tem esse efeito de não grudar. Não precisa ser aquela caríssima esmaltada.”

A segunda forma de se proteger contra substâncias químicas tóxicas é apostar em uma alimentação saudável.

Uma dieta rica em alimentos antioxidantes ajuda o organismo a combater o estresse oxidativo causado por substâncias tóxicas. A toxicologista cita frutas vermelhas, peixes ricos em ômega 3, folhas verde-escuras e castanhas como exemplos.

“Esses alimentos ajudam a fortalecer o sistema de defesa do organismo. É um contrabalanço importante diante da exposição a diversos compostos tóxicos, e não só os PFAs”, afirma Souza.

Ela reforça que o ideal é evitar também outras fontes de PFAS, como embalagens de fast-food, alimentos prontos e itens industrializados.

Ainda vale usar panelas com revestimento antiaderente? O que fazer se não dá para trocar agora?
A realidade de muitos brasileiros é que nem sempre é possível substituir panelas com revestimento danificado, especialmente porque modelos com outros materiais costumam ter custo mais elevado.

As especialistas reconhecem essa limitação e orientam a adoção de práticas que, pelo menos, reduzam os danos. Veja as dicas:

Nunca use utensílios de metal na panela (prefira silicone, bambu ou madeira);
Não aqueça demais a panela;
Não use a temperatura máxima da airfryer, cujo cesto é revestido com o polímero;
Lave sempre com o lado macio (amarelo) da esponja;
Reserve panelas antiaderentes para receitas leves, em fogo médio ou baixo;
Descarte panelas riscadas, abauladas ou com sinais de descascamento.
Esses cuidados aumentam a vida útil dos bens de consumo e diminuem os efeitos dos PFAs na sua saúde.

Abaixo, veja panelas e utensílios que substituem os tradicionais e podem te ajudar a melhorar a qualidade de vida na cozinha.

Os utensílios custavam desde R$ 20 e as panelas, de R$ 200 a R$ 2.000, quando consultados, em agosto, nas grandes lojas on-line.

Fonte: G1

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Curiosidade

Grupo de caçadores com cães e espingarda abate ‘javali gigante’ em fazenda MG

por Redação 8 de agosto de 2025

Um javali com peso estimado em 250 quilos e 1,63 metro de comprimento foi abatido por dois caçadores próximo a uma fazenda em Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais.

Com a expansão por diversas regiões do Brasil e os riscos à biodiversidade, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizou em 2013 o controle da espécie. O objetivo do controle técnico é conter a multiplicação do animal. A caça precisa de autorização.

De acordo com Cristiano Mendonça, treinador que acompanha o grupo, o javali foi abatido no mês passado após ser localizado em uma área de lavoura. Os caçadores o seguiram com um veículo e usaram uma lanterna durante a noite.

O animal foi abatido com uma espingarda após perseguição com veículo. Esse foi o terceiro javali de grande porte abatido pela equipe em quatro meses. O grupo é registrado como Colecionadores, Atiradores Desportivos e Caçadores (CACs).

O javali pode ser considerado “gigante” porque, segundo a cartilha “O javali asselvajado: Norma e medidas de controle”, produzida pelo Ibama, um animal adulto pesa aproximadamente 80 kg, com comprimento de cerca de 1,3 m.

Abate de ‘javalis gigantes’ no Noroeste de Minas
Em abril, outro javali de 190 quilos foi abatido após caçada em um milharal na mesma região.

A pedido de um gerente de fazenda, os caçadores saíram de João Pinheiro para Paracatu com oito cães. Pela manhã, os caçadores abateram primeiro um javali menor. Depois, na mesma caçada, mataram o animal de 190 quilos com seis disparos de espingarda.

No mês seguinte, caçadores relataram o abate de um javali com 2,40 metros de comprimento e 1,55 metro de altura e chegando a pesar até 300 quilos, sendo um dos maiores já caçado na região. Segundo eles, foi um dos maiores já caçados na região.

A captura do animal exigiu a assistência de cães farejadores treinados e guiados por GPS. Após percorrerem 5 km pela mata, o javali foi abatido.

O abate foi feito pela equipe autorizada como CAC, a pedido de fazendeiros que tiveram prejuízos com lavouras destruídas ou consumidas pelos animais.

Caça a javalis é legalizada para controle técnico
De acordo com o Ibama, para realizar o controle do javali, é necessário fazer a inscrição no Cadastro Técnico Federal e emitir o respectivo Certificado de Regularidade. Em seguida, deve-se solicitar a autorização de manejo. Caso sejam usadas armas de fogo no abate, elas precisam estar devidamente registradas no Exército.

Javali entre as 100 piores espécies invasoras
Os javalis (Sus scrofa) pertencem à família Suidae. São porcos selvagens naturais da Europa, norte da África e Ásia que entraram no Brasil há mais de 100 anos. Foram criados para consumo, mas muitos escaparam e cruzaram com porcos domésticos. Surgiu então o javaporco, híbrido maior e mais resistente.

O javali é classificado como uma das 100 piores espécies exóticas invasoras pela União Internacional de Conservação e Natureza (UICN). Isso quer dizer que estão entre as principais ameaças à biodiversidade em nível mundial, dificultando os esforços de preservação dos ecossistemas.

Sem predador natural, o javali se reproduz de forma descontrolada e é considerado praga. Além de destruir plantações, pisoteando ou escavando a terra em busca de alimentos, causa impacto no meio ambiente e traz prejuízos para pequenos agricultores.

Atualmente, há registros desses animais em quinze estados brasileiros, entre eles Minas Gerais e Goiás.

Fonte: G1

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Mega-Sena

Aposta do ES fatura sozinha os R$ 99,5 milhões da Mega-Sena 2897; veja números sorteados

por Redação 6 de agosto de 2025

O resultado da Mega-Sena 2897 com prêmio de R$ 99,5 milhões foi divulgado nesta terça-feira (5) em São Paulo, e uma aposta de Barra de São Francisco (ES) faturou sozinha a bolada.

Os números sorteados hoje foram: 06 – 28 – 01 – 24 – 57 – 27.

O jogo vencedor foi uma aposta simples, que custou R$ 6 e teve seis números escolhidos, e foi feito na Loteria Mapa da Mina.

117 apostas chegaram bem perto e acertaram cinco dezenas. Para cada uma delas a Caixa vai pagar R$ 36.347,56. Os 7.644 acertadores de quatro dezenas vão receber R$ 917,04 cada.

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Curiosidade

‘A primeira pessoa que viverá até os 150 anos já nasceu’, diz especialista em longevidade de Harvard

por Redação 31 de julho de 2025

E se, em vez de envelhecer, fosse possível “voltar no tempo” com um simples comprimido? A pergunta que parece maluca, mas está cada vez mais próxima da realidade, segundo o geneticista David Sinclair, da Universidade Harvard. Em entrevista ao podcast Moonshots, em julho, ele afirmou: “A primeira pessoa que viverá até os 150 anos já nasceu.”

Sinclair é uma das principais vozes quando o assunto é longevidade, e ele e acredita que, em menos de uma década, terapias genéticas capazes de reverter o envelhecimento estarão disponíveis para uso clínico.

No podcast ele explicou que o foco de sua pesquisa é a reprogramação epigenética. Em outras palavras, trata-se de um processo que “reseta” o relógio biológico das células, restaurando características de tecidos jovens. Resultados já foram demonstrados em camundongos e macacos, com regeneração de nervos ópticos e recuperação de funções celulares críticas.

O trabalho é parte do ambicioso Dog Aging Project, realizado em parceria com a Texas A&M University e a University of Washington, e prevê ensaios clínicos com humanos até 2026, começando com pacientes que sofrem de doenças oculares. O custo estimado por terapia, neste início, deve variar entre US$ 300 mil e US$ 2 milhões. A ideia é que, até 2035, a tecnologia se torne mais acessível, com a criação de uma “pílula rejuvenescedora” movida por inteligência artificial (IA). (Uau, né?)

Mas a promessa de estender a vida humana para 120, 130 ou até 150 anos está longe de ser consenso. De acordo com o Infobae, especialistas em longevidade, como Jan Vijg e Aubrey de Grey, alertam para os desafios éticos, sociais e regulatórios dessas terapias. De Grey chama atenção para o risco de acesso desigual a essas tecnologias, enquanto o gerontologista S. Jay Olshansky argumenta que “não basta viver mais, é preciso viver bem”.

A ciência, de fato, vem acumulando avanços. Em reportagem, o jornal argentino mostrou que estudos publicados na Nature Aging relatam o rejuvenescimento de órgãos em animais e a ativação de circuitos genéticos ligados à longevidade. A inteligência artificial está acelerando esse processo, ao analisar grandes volumes de dados genéticos e prever compostos com potencial antienvelhecimento. Gigantes da biotecnologia nos Estados Unidos, Europa e Ásia já investem bilhões nessa nova fronteira da saúde.

No entanto, o futuro da longevidade também passa pela forma como vivemos hoje. Regiões conhecidas como zonas azuis, – como partes do Japão, Itália e Costa Rica -, mostram que alimentação balanceada, convívio social e baixos níveis de estresse podem prolongar a vida de forma natural. A expectativa global é de 73,4 anos, mas em países como o Japão, ela ultrapassa 84 anos.

Enquanto os debates éticos se multiplicam e os testes seguem em curso, uma coisa é certa: a busca por prolongar a vida é tão antiga quanto a própria humanidade. E você, toparia viver até os 150 anos?

Fonte: OGLOBO

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Curiosidade

Por que o whey protein é considerado um ultraprocessado e o que isso significa para a sua saúde

por Redação 30 de julho de 2025

Embora seja muito popular nas dietas de quem quer ganhar massa muscular, o whey protein está dentro de uma categoria de alimentos que é considerada a principal vilã da alimentação saudável: os ultraprocessados.

⚠️Mas calma! Apesar de pertencer a essa categoria, os nutricionistas ponderam que o whey possui benefícios nutricionais, diferentemente de outros alimentos ultraprocessados, como bolachas, refrigerantes e salgadinhos (entenda em detalhes abaixo).

➡️Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, produtos ultraprocessados são “formulações industriais à base de ingredientes extraídos ou derivados de alimentos (óleos, gorduras, açúcar, amido modificado) ou sintetizados em laboratório (corantes, aromatizantes, realçadores de sabor, etc.)”.

E o whey se encaixa justamente nesse grupo, de acordo com a Classificação Nova (que agrupa os alimentos de acordo com a natureza e o nível de processamento).

O processo inclui filtração, secagem, adição de aditivos como emulsificantes para melhorar a solubilidade, flavorizantes (sabores), adoçantes artificiais ou naturais (como sucralose, estévia) e, por vezes, corantes para tornar o produto mais atraente e agradável ao paladar.

Whey protein x salgadinhos
De acordo com os nutricionistas, ainda que os ultraprocessados sejam uma grande categoria de alimentos que, em geral, não devem ser consumidos com frequência, os níveis de processamento podem variar dentro dessa classificação.

Ao comparar o whey protein com bolachas e salgadinhos, eles destacam que a principal diferença está no propósito e impacto do consumo.

De maneira mais aprofundada, eles poderiam ser caracterizados da seguinte forma:

?Whey protein:
É um concentrado de proteína de alto valor biológico, com baixo teor de carboidratos (especialmente açúcares) e gorduras. Seu propósito é fornecer uma fonte de proteína pura e de fácil acesso.

Os potenciais prejuízos vêm do seu status de ultraprocessado (pelo processamento em si e pelos aditivos), não do seu valor nutricional de proteína.

?Biscoitos recheados, refrigerantes e salgadinhos:
São caracterizados por serem ricos em açúcares adicionados, gorduras saturadas e trans, sódio e as chamadas calorias vazias, com baixo ou nenhum teor de fibras, vitaminas e minerais.

Eles são formulados para serem hiperpalatáveis e consumidos em grandes quantidades, contribuindo diretamente para o aumento do risco de ganho de peso, diabetes tipo 2 e deficiências nutricionais.

Apesar das diferenças, tanto de objetivo como dos impactos no organismo, há algumas semelhanças no processamento desses produtos:

Uso de aditivos: todos envolvem a adição de aditivos como flavorizantes, adoçantes (no caso do whey e refrigerantes), corantes, emulsificantes e estabilizantes para melhorar sabor, textura, aparência e validade.
Descaracterização da matriz alimentar original: o produto final se distancia muito do alimento in natura que lhe deu origem.
Altamente palatáveis: projetados para serem fáceis de consumir e agradáveis ao paladar, o que pode levar ao consumo excessivo.
Problemas no excesso do consumo
Mesmo sendo um produto que pode ajudar no ganho de massa muscular e também a atingir a quantidade diária de proteínas recomendada, o consumo frequente e excessivo do suplemento pode trazer problemas.

?O excesso pode levar ao ganho de peso, além de já ter sido associado ao aumento do risco de doenças cardiovasculares.

E, considerando que o suplemento não deixa de ser um produto ultraprocessado, também há riscos associados ao seu processamento.

?Segundo as nutricionistas, os principais pontos de atenção nesse sentido são:

Exposição a aditivos alimentares
A maioria dos wheys comerciais contém aditivos como adoçantes artificiais, aromatizantes, corantes e emulsificantes. Embora a segurança desses aditivos seja regulamentada, o consumo crônico e em grandes quantidades (especialmente se o whey for consumido diariamente por muitos anos) ainda é um tópico de pesquisa.

Risco da troca de alimentos por suplementos
A praticidade do whey pode levar à substituição de fontes proteicas integrais e naturais (carnes magras, ovos, leguminosas, laticínios) que, além da proteína, oferecem uma gama completa de vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos.

Menor saciedade comparado a alimentos
Embora a proteína dê saciedade, a forma líquida ou em pó do whey pode ser menos saciante do que a proteína consumida em uma refeição sólida. Isso pode acabar levando ao consumo de mais calorias totais ao longo do dia se não houver um bom planejamento.

Trindade ainda pondera que é importante contextualizar que esses riscos são geralmente menores do que os associados ao consumo frequente de outros ultraprocessados ricos em açúcares, gorduras não saudáveis e sódio.

Fonte: G1

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Mega-Sena

Ninguém acerta as seis dezenas da Mega-Sena 2894, e prêmio vai a R$ 76 milhões; veja números sorteados

por Redação 30 de julho de 2025

O resultado da Mega-Sena 2894 com prêmio de R$ 49.074.036,13 milhões foi divulgado nesta terça-feira (29), em São Paulo, e ninguém acertou as seis dezenas. Com isso o prêmio acumulado vai a R$ 76 milhões no próximo sorteio que será realizado na quita-feira (31).

Os números sorteados hoje foram: 05 – 21 – 24 – 25 – 29 – 49.

52 apostadores chegaram bem perto e acertaram cinco dezenas. Para cada um deles a Caixa vai pagar R$ 67.184,51. Os 4.381 acertadores de quatro dezenas vão receber R$ 1.139,20 cada.

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