Dados divulgados pela Fundação Seade apontam que 77% das mulheres permanecem desempregadas durante toda a pandemia, apesar de serem 53% da população
Autor: Virgilio Marques dos Santos, CEO da FM2S Educação e Consultoria
Qual o impacto da pandemia na carreira?
Emprego
Projeto “Mulheres do Butantan” promove a participação feminina em cargos de gestão da instituição
Iniciativa visa combater as distorções sociais que supõem que homens são mais capazes que mulheres no ambiente empresarial
Gestoras e diretoras de diferentes áreas do instituto deram início ao projeto “Mulheres na Alta Gestão do Butantan”, que propõe ações voltadas para aumentar a participação feminina em cargos elevados e de liderança dentro da instituição. Um dos objetivos do grupo é combater os vieses cognitivos e pensamentos adquiridos que perpetuam a ilusão de que os homens são mais capazes que as mulheres no ambiente empresarial.
Com mais de 30% dos colaboradores liderados por mulheres e com participação feminina no conselho gestor é consenso em todos os níveis corporativos do Butantan que ainda há muito a ser feito no mundo empresarial em relação ao tema da equidade de gênero. Quando analisados os cargos decisórios mais altos, apenas um quarto dos gestores são mulheres – o que não reflete a proporção das demais posições do instituto.
Ainda assim, as gestoras do Butantan fazem reflexões sobre desafios do seu dia a dia, especialmente aqueles pautados pela diferença de gênero. Além disso, o grupo convida mulheres de destaque de outras empresas e áreas de atuação para ampliar ainda mais as discussões. As atividades não estão restritas às colaboradoras do Butantan, uma vez que o site do projeto é aberto para inspirar outras empresas e mulheres a levantarem a discussão em seus ambientes de trabalho.
O projeto está alinhado com os preceitos do movimento Women on Board, movimento global apoiado pela ONU Mulheres, que visa reconhecer, valorizar e divulgar a existência de ambientes corporativos com a presença de mulheres em conselhos de administração ou conselhos consultivos, para demonstrar os benefícios desta diversidade ao mundo empresarial e à sociedade.
Já foram debatidos temas como a contribuição do Butantan como instituição para a qualificação e cooperação entre profissionais mulheres, questões ligadas à maternidade e ao mercado de trabalho, os resultados e a importância de aumentar o protagonismo feminino nas empresas, especialmente nos fóruns mais elevados de tomada de decisão, e a vida de brasileiras que foram pioneiras em seus campos de atuação e acabaram esquecidas pela história.
Desde o início das atividades, em fevereiro deste ano, o “Mulheres na Alta Gestão do Butantan” realizou quatro reuniões com participação da filósofa e professora do Centro de Ciências Naturais e Humanas da Universidade Federal do ABC, Maria Cecília dos Reis; com a então secretária de desenvolvimento econômico do Estado de São Paulo, Patricia Ellen; a coordenadora da Unidade de Fomento à Cultura da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, Natália Cunha; e também a pedagoga, pesquisadora e educadora social, membro da ONG REDEH – Rede de Desenvolvimento Humano, Schuma Schumaher.
Projeto inédito é gratuito para associados ao CIESP e pode aumentar em até 50% a capacidade produtiva das indústrias paulistas, em especial as de pequeno porte

O CIESP lançou o projeto “Jornada da Transformação Digital”, que pretende oferecer consultoria e suporte profissional para que 40 mil indústrias paulistas modernizem seus sistemas nos próximos quatro anos. A entidade estima que o impacto da mudança possa aumentar em até 50% a produtividade das empresas que aderirem à transformação.
O projeto foi desenvolvido em uma parceria envolvendo também o Senai, o Sebrae e a Fiesp e terá custo zero para as indústrias associadas ao CIESP (com faturamento anual de até R$ 8 milhões) na fase de diagnóstico, treinamentos e de revisão nos modelos de negócios. O projeto tem subvenção de R$ 100 milhões da área de educação com o Senai e de mais R$ 125 milhões do Sebrae.

Com a jornada, o CIESP espera ajudar a transformar o dia a dia, especialmente, das indústrias de pequeno porte, que hoje são 48 mil no estado de São Paulo, o que representa 92% das empresas do ramo industrial.
Para o diretor titular Maurício Colin, do CIESP Guarulhos (regional que atende também as indústrias das cidades de Mairiporã, Arujá e Santa Isabel), é importante o foco nas micro e pequenas indústrias, já que a maioria das empresas desse porte tem dificuldades não somente de acesso, como também de se desenvolverem dentro de uma jornada de transformação digital. “Além disso, ao ajudar essas indústrias menores, as grandes também se beneficiam, já que elas também fazem parte da cadeia produtiva e são fornecedoras de matéria-prima e/ou serviços para as indústrias de grande porte”, afirma.

O presidente do CIESP, Rafael Cervone, lembra que a indústria 4.0 prevê a automação industrial e integração de diferentes tecnologias, dentre as quais está a digitalização das atividades industriais, a computação em nuvem, a internet das coisas, a inteligência artificial e o uso da robótica. Tudo no sentido de melhorar processos e a produtividade.
“A jornada será essencial para apoiar a transformação digital nas empresas, modernizando a tecnologia e os modelos de negócios. O impacto será muito significativo, trazendo competitividade e maturidade digital”, diz Rafael.
“Este projeto permite que as micros e pequenas indústrias passem a ter acesso ao mundo digital, tendo a oportunidade de atenderem novas demandas do setor e as necessidades da sociedade na qual elas estão inseridas”, afirma o diretor das unidades do SENAI em Guarulhos, professor Renato Daracdjian.
O que muda no auxílio-alimentação e trabalho remoto com a publicação da nova medida provisória?
A mudança foi aplicada exclusivamente pelo fato de que os trabalhadores usavam o auxílio para outras finalidades.
O que muda no auxílio-alimentação e trabalho remoto com a publicação da nova medida provisória?
A mudança foi aplicada exclusivamente pelo fato de que os trabalhadores usavam o auxílio para outras finalidades como pagamentos de combustíveis, eletroeletrônicos, entre outros.
O governo federal publicou recentemente a Medida Provisória nº 1.108/2022 que promove mudanças no auxílio-alimentação e regulamenta o trabalho remoto. O conteúdo da Medida, reforça que os recursos destinados ao vale-alimentação devem ser efetivamente utilizados exclusivamente para o pagamento de refeições em restaurantes ou para a aquisição de alimentos em estabelecimentos comerciais.
Segundo o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, o motivo da mudança foi pelo fato de que o governo detectou que o auxílio estava sendo usado para outras finalidades como pagamentos de academias de ginástica, TV a cabo, entre outros.
Já em relação ao trabalho remoto, o advogado e sócio-proprietário do BPH Advogados, Rafael Amaral Borba, explica que a pandemia do Covid-19 mostrou a necessidade de regulamentar o trabalho remoto em vários segmentos e foi isso que a nova MP tentou fazer. “A estimativa do IBGE é que a pandemia levou cerca de 8 milhões de trabalhadores para o trabalho remoto”, destaca.
Mudanças no vale-alimentação
O advogado ainda explica que a Medida Provisória prevê que o empregador não pode mais exigir ou receber das empresas que operam os benefícios qualquer tipo de desconto sobre o valor contratado. “Além disso, não é mais possível estabelecer prazos de repasse ou pagamento que descaracterizem a natureza pré-paga; receber outras verbas ou benefícios indiretos que não estejam vinculados à promoção de saúde e segurança alimentar do trabalhador”.
“A medida tem como objetivo acabar com o repasse de recursos entre as empresas que operam esse tipo de auxílio por considerar que onera o trabalhador. Importante lembrar que anteriormente da aplicação desta nova medida, as empresas que operam o auxílio-alimentação, ofereciam descontos para as empresas, mas posteriormente, cobravam taxas dos locais onde o auxílio era recebido, como restaurantes e supermercados, que acabavam sendo embutidas no preço cobrado do trabalhador”, revela Borba.
O advogado ainda informa que o descumprimento das novas medidas acarretará na aplicação de multa no valor de R$5 mil a R$50 mil, aplicada em dobro em caso de reincidência, sem prejuízo da aplicação de outras penalidades cabíveis pelos órgãos competentes. “Além da multa, a empresa poderá ter a inscrição da pessoa jurídica ou o registro das empresas canceladas e a perda do incentivo fiscal da pessoa jurídica beneficiária. A expectativa do governo é que a MP tenha um impacto no valor das refeições, diminuindo valores do ramo alimentício”.
Mudanças no trabalho remoto
Quanto ao trabalho remoto, Borba explica que a Medida Provisória, regulamenta a contratação de empregados na modalidade de teletrabalho e esclarece pontos importantes que a legislação anterior não previa, principalmente sobre as formas de controle de jornada nessa modalidade. “Além disso, permite a adoção do regime de teletrabalho ou trabalho remoto para estagiários e aprendizes”.
“A adoção desse modelo de trabalho poderá ser acordada entre o empregador e o trabalhador, e deverá seguir regras já previstas na legislação. No caso do controle de jornada, continuam valendo regras como a necessidade de concessão dos intervalos de descanso (intrajornadas e interjornadas), descanso semanal remunerado, e pagamento de horas extras, etc.
Borba ainda lembra que no caso de trabalho remunerado por produção, a MP prevê que não seja aplicado no contrato o controle das jornadas de trabalho. “Nesses casos o acordo individual poderá dispor sobre os horários e os meios de comunicação entre empregado e empregador, desde que assegurados os repousos legais”, reforça.
Outro ponto destacado pelo advogado é que o empregador não será responsável pelas despesas em caso de retorno ao trabalho presencial nos casos em que o empregado optar pela realização do teletrabalho ou trabalho remoto fora da localidade prevista no contrato, exceto se estiver previsto em contrato entre as partes. “Por fim, a medida dá preferência para que o regime remoto seja adotado por mães e pais de crianças pequenas de até quatro anos ou com filhos com deficiência”.
Unidade produzia motores e seu fechamento foi anunciado em janeiro de 2021, ao mesmo tempo em que o grupo encerrou as atividades na Bahia e, meses depois, na Troller, no Ceará; hoje, grupo apenas importa veículos
A Ford anunciou nesta quarta-feira, 18, a assinatura de um compromisso de compra e venda da fábrica de Taubaté (SP), com a construtora São José Desenvolvimento Imobiliário.
Segundo a empresa, a partir de agora começa o processo de “diligência conjunta”. A Ford informa ainda que, a concretização do negócio depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (cade). O processo deverá ser concluído no prazo de 60 a 90 dias.
Na nota divulgada nesta manhã, a Ford não cita valores e nem o que a construtora pretende fazer na área onde eram produzidos motores. A fábrica de automóveis do grupo de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, fechada em 2011, também foi vendida para uma construtora. Atualmente, está sendo construído no local um amplo centro logístico – um investimento de R$ 1,2 bilhão.
Agora importadora de veículos da marca, a Ford também tem à venda as instsalações da fábrica de Camaçari (BA), onde também eram produzidos automóveis, e a da Troller, em Horizonte (CE), que fazia jipes com essa marca. O fechamento das três unidades – Taubaté, Bahia e Ceará foi anunciado em janeiro do ano passado.
Fonte: Com informações da Agência Estado
O trabalho remoto tem feito o brasileiro economizar em sua contas pessoais. E até ganhar mais. Foi o que apontou levantamento da Deel, empresa de gestão de contratos e pagamentos internacionais. A pesquisa reúne dados a respeito do impacto do trabalho remoto na sociedade, explorando temas como desenvolvimento profissional, finanças e vida pessoal.
As informações foram levantadas em parceria com a Momentive, empresa especializada em gerenciamento de experiências ágeis.
Mais da metade dos entrevistados afirmam que o trabalho remoto proporcionou aumento salarial (58% – mesmo número quando se trata do Brasil); uma modalidade de trabalho mais flexível (53% – mesmo número quando se trata do Brasil) e aumento da produtividade (51% global vs. 56% dos brasileiros afirmam terem aumentado sua produtividade).
Além disso, a maioria (64% global vs. 58% Brasil) dos entrevistados dizem que conseguiram aumentar suas economias trabalhando remotamente.
Três em cada quatro profissionais entrevistados (76%) – mulheres e homens – dizem que o trabalho remoto criou um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Mais de um em cada três (35%) dizem que encontraram o emprego dos sonhos trabalhando remotamente. Neste caso, os homens são mais propensos do que mulheres (38% vs. 30%).
Mais de um em cada 10 (11%) diz ter sido promovido trabalhando remotamente. Quando se trata das promoções no ambiente de trabalho, os homens saem na frente das mulheres (13% vs. 9%).Home office faz o brasileiro economizar muito mais, diz estudo:
De acordo com o levantamento, mais de 91% dizem que o trabalho remoto os ajudou a superar barreiras profissionais. E 83% das mães ao redor do mundo, com filhos menores de 18 anos, dizem que o trabalho remoto as ajudou na rotina, são 10 pontos a mais do que entre os pais (73%).
Quatro em cada 10 (40%) dos entrevistados dizem que pagam menos por viagens; 30% dos respondentes dizem que começaram a viajar mais ao integrar o trabalho remoto em sua rotina. 39% dos participantes dizem que se mudaram para mais perto de amigos e/ou familiares; 21% dizem que pagam menos por moradia; 17% dos entrevistados se mudaram para mais perto de seu parceiro romântico; 14% dos respondentes afirmam terem conseguido se mudar para a cidade dos sonhos.
Além disso, 9% dos entrevistados conseguiram curar ou tratar uma doença ao aderir o trabalho remoto.
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Fonte: Com informações da Agência Estado
Projeção aponta que, desse total, 7,6 milhões já têm uma formação ou estão inseridos no mercado de trabalho, mas devem se atualizar. Outros 2 milhões precisarão de formação inicial
Até 2025, o Brasil precisará qualificar 9,6 milhões de pessoas em ocupações industriais, sendo 2 milhões em formação inicial – para repor inativos e preencher novas vagas – e 7,6 milhões em formação continuada, para trabalhadores que devem se atualizar. Isso significa que, da necessidade de formação nos próximos quatro anos, 79% serão em aperfeiçoamento.
O mercado de trabalho passa por uma transformação, ocasionada principalmente pelo uso de novas tecnologias e mudanças na cadeia produtiva. Por isso, cada vez mais, o Brasil precisará investir em aperfeiçoamento e requalificação para que os profissionais estejam atualizados.
Essa é a principal conclusão doMapa do Trabalho Industrial 2022-2025, estudo realizado pelo Observatório Nacional da Indústria para identificar demandas futuras por mão de obra e orientar a formação profissional de base industrial no país.
Em quatro anos, devem ser criadas 497 mil novas vagas formais em ocupações industriais, saltando de 12,3 milhões para 12,8 milhões de empregos formais. Essas ocupações requerem conhecimentos tipicamente relacionados à produção industrial, mas estão presentes em outros setores da economia. O crescimento da demanda por trabalhadores por nível de qualificação será de:
Em volume de vagas, ainda prevalecem as ocupações de nível de qualificação, que respondem por 74% do emprego industrial. Contudo, chama atenção o crescimento das ocupações de nível técnico e superior, que deve seguir como uma tendência. Isso ocorre por conta das mudanças organizacionais e tecnológicas, que fazem com que as empresas busquem profissionais de maior nível de formação, que saibam executar tarefas e resolver problemas mais complexos.
As áreas com maior demanda por formação são: Transversais, Metalmecânica, Construção, Logística e Transporte, e Alimentos e bebidas. As ocupações transversais são aquelas que permitem ao profissional atuar em diferentes áreas, como técnico em Segurança do Trabalho, técnico de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento e profissionais da Metrologia, por exemplo.
Estudo avalia estimativas e cenário político, econômico, tecnológico e de emprego
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) é a principal instituição formadora em ocupações industriais no país. Para subsidiar a oferta de cursos, em sintonia com as demandas por mão de obra do setor produtivo, o Sistema Indústria desenvolveu a metodologia do Mapa do Trabalho Industrial, referência no Brasil. O gerente-executivo do Observatório Nacional da Indústria, Márcio Guerra, explica que o estudo é uma projeção do emprego setorial que considera o contexto econômico, político e tecnológico. Um dos diferenciais é a projeção da demanda por formação a partir do emprego estimado para os próximos anos.
“Para esse cálculo, são levadas em conta as estimativas das taxas de difusão das novas tecnologias nas empresas e das mudanças organizacionais nas cadeias produtivas, que orientam o cálculo da demanda por aperfeiçoamento, e uma análise da trajetória ocupacional dos trabalhadores no mercado de trabalho formal, que subsidiam o cálculo da formação inicial. Um trabalho de inteligência de dados e prospectiva que deve subsidiar ações e políticas de emprego e educação profissional”, explica Guerra.
O estudo agrupa as ocupações industriais em 25 áreas. Abaixo, as que mais precisarão formar até 2025:
Vale observar que, devido à lenta recuperação na abertura de novas vagas formais, a formação inicial servirá, principalmente, para repor mão de obra inativa. Por isso, as áreas com maior demanda são aquelas que já respondem pelo maior volume de vagas.
Abaixo, as ocupações com maior demanda por formação, agrupadas por nível de qualificação: superior, técnico, qualificação mais de 200 horas e qualificação menos de 200 horas:
Aprendizagem ao longo da vida para driblar desemprego e aumentar produtividade
O diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, reconhece que a recuperação do mercado formal de trabalho será lenta em razão da retomada gradual das atividades econômicas no pós-pandemia. Para melhorar o nível e a qualidade do emprego e contribuir para o progresso tecnológico e aumento da produtividade nas empresas, será indispensável priorizar o aperfeiçoamento de quem está empregado e de quem busca novas oportunidades.
“Estamos diante de um cenário de baixo crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), reformas estruturais paradas, como a tributária, eleições e altos índices de desemprego e informalidade. Nesse contexto, o Mapa surge para que possamos entender as transformações do mercado de trabalho e incentivar as pessoas a buscarem qualificação onde haverá emprego. E essa qualificação será recorrente ao longo da trajetória profissional. Quem parar de estudar, vai ficar para trás”, avalia.
Novas vagas em ocupações industriais até 2025
Sobre a estimativa de criação de 497 mil novos postos em ocupações industriais, considerando um cenário de baixa capacidade de geração de empregos, algumas ocupações merecem destaque pela abertura de novas vagas. Abaixo, as ocupações com maior projeção de novas vagas, agrupadas por nível de qualificação: superior, técnico, qualificação mais de 200 horas e qualificação menos de 200 horas:Confira aqui imagens de apoio e entrevista em vídeo com gerente-executivo do Observatório Nacional da Indústria, Márcio Guerra, sobre o Mapa do Trabalho Industrial.
Inscrição para o Bolsa Empreendedor na Região Metropolitana de São Paulo termina hoje
Programa está com 67,8 milvagas; bolsista recebe R$ 1 mil de auxílio
O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, encerra hoje as inscrições para o Bolsa Empreendedor, programa que oferece R$ 67,8 milhões para apoiar, impulsionar e incentivar pequenos negócios na Região Metropolitana de São Paulo. Os participantes recebem bolsa-auxílio de R$ 1 mil. As inscrições para as 67,8 mil vagas da terceira turma de 2022 devem ser realizadas pelo site www.bolsadopovo.sp.gov.br.
A iniciativa, que prioriza mulheres, jovens, pretos e pardos, indígenas e pessoas com deficiência, é destinada a desempregados ou MEIs em situação de vulnerabilidade em todo o Estado, que irão receber uma bolsa-auxílio, qualificação e migrar para o mercado formal.
A bolsa é paga em duas parcelas de R$ 500 e para ter acesso, os cidadãos devem participar de um curso gratuito de empreendedorismo do SEBRAE. Todos também devem obter formalização como MEI (Microempreendedor Individual) ou outra natureza jurídica.
As aulas irão iniciar em junho, serão seis turmas ao longo do ano, até o mês de outubro.
Como se inscrever?
Todos os moradores do estado de São Paulo, maiores de 18 anos, alfabetizados e que estão atualmente desempregados ou são MEI podem se inscrever no portal do Bolsa do Povo (www.bolsadopovo.sp.gov.br) ao longo dos próximos meses. Em caso de dúvidas, o cidadão pode entrar em contato na Central de Atendimento:
0800 7979 800 (segunda a sexta, das 8h às 18h. O atendimento eletrônico é 24h)
(11) 98714-2645 – WhatsApp (atendimento eletrônico 24h)
Empreenda Rápido
Os cursos do Empreenda Rápido são oferecidos pelo Estado em parceria com o Sebrae-SP. As capacitações são em formato virtual, com carga horária de 10 horas.
Os alunos são apresentados a temas como empreendedorismo, ideia de negócios, marketing, finanças e formalização, entre outros.
Sobre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico exerce papel fundamental para atrair investimentos ao Estado, fomentar o empreendedorismo com foco na geração de emprego e renda e incentivar a inovação tecnológica. Além disso, oferece qualificação profissional para atender as demandas atuais e futuras do mercado de trabalho. Entre os principais programas da pasta destacam-se o Bolsa Trabalho, Bolsa Empreendedor, IdeiaGov, Banco do Povo, Empreenda Rápido e Minha Chance.
No total, são 11 órgãos vinculados à secretaria, como o Centro Paula Souza, Instituto de Pesquisas Tecnológicos (IPT), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Universidade de São Paulo (USP).
A Prefeitura de Guarulhos receberá até o dia 17 de março as inscrições para os cursos profissionalizantes de culinária japonesa, culinária para buffet e manicure. Os interessados devem comparecer presencialmente na rua Adolfo Noronha, 49, Taboão, munidos de RG, CPF e comprovante de residência para proceder à inscrição.
Os cursos acontecerão de forma presencial no restaurante-escola Sabor do Saber, na avenida Paulo Faccini, 824, Macedo, a partir de 14 de março.

A Prefeitura de Guarulhos disponibilizou os locais e horários em que serão aplicadas as provas objetivas do concurso para Guarda Civil Municipal (GCM), que ocorrerá no próximo domingo (13). O candidato pode verificar as informações designadas para a sua inscrição por meio do edital de convocação 01/2022-SGE01, publicado no Diário Oficial da última sexta-feira (4).
As provas serão aplicadas em unidades escolares nos bairros Vila Progresso, Vila Rosália, Jardim Maia, Vila Nossa Senhora de Fátima, Macedo, Jardim Nova Taboão, Jardim Rosa de França, Jardim Vila Galvão, Vila São Jorge, Parque Cecap e Ponte Grande. Os portões estarão abertos a partir das 12h e fechados às 13h.
Os candidatos deverão comparecer munidos de um documento de identificação expedido por órgão oficial, caneta esferográfica de tinta preta com corpo transparente, lápis preto e borracha.
Vale ressaltar que todos os candidatos, sem exceção, deverão utilizar máscaras de proteção facial cobrindo a boca e o nariz durante todo o tempo em que permanecerem dentro das instalações onde se realizarão as provas.
