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Categoria:

Brasileirão

Brasileirão

Palmeiras deixa a desejar em Dérbi e perde melhor chance de colar na liderança

por Redação 1 de setembro de 2025

O Palmeiras saiu de Itaquera neste domingo (31) com a sensação de que perdeu a melhor oportunidade de se aproximar da liderança do Campeonato Brasileiro. O empate em 1 a 1 contra o Corinthians, na Neo Química Arena, deixou o Verdão a quatro pontos do Flamengo, atual primeiro colocado, ainda com um jogo a menos.

O time de Abel Ferreira começou bem o clássico. Aos 13 minutos, Vitor Roque converteu pênalti e abriu o placar. Porém, o gol contra de Piquerez, aos 25, mudou o rumo do jogo. A partir daí, a equipe alviverde mostrou dificuldades para criar e pouco ameaçou o rival, mesmo com as entradas de Ramón Sosa e Facundo Torres, que não conseguiram alterar o panorama da partida.

O Corinthians, repleto de desfalques e sem nomes importantes como Carrillo e Yuri Alberto, conseguiu segurar o resultado sem grandes sustos, diante de um Palmeiras que não demonstrou poder de reação.

Com o tropeço, o Verdão desperdiça a chance de reduzir a distância para dois pontos em relação ao Flamengo. Na contagem de pontos perdidos, ainda teria vantagem sobre o rival carioca, mas a oportunidade desperdiçada deixa um gosto amargo.

A lição que fica para os próximos compromissos é clara: nos jogos grandes, o Palmeiras precisa de mais intensidade e capacidade de decisão para transformar oportunidades em vitórias.

Fonte: GE

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Brasileirão

São Paulo supera desfalques e vence Atlético-MG com atuação dominante no Morumbis

por Redação 25 de agosto de 2025

Mesmo sem Lucas Moura, poupado por lesão, e perdendo Marcos Antônio ainda no primeiro tempo, o São Paulo manteve a boa fase no Campeonato Brasileiro. Neste domingo (…), o Tricolor venceu o Atlético-MG por 2 a 0, no Morumbis, e chegou ao oitavo jogo de invencibilidade na competição.

A equipe comandada por Hernán Crespo mostrou novamente a intensidade e a organização que têm marcado seu trabalho. Os gols foram marcados por Pablo Maia e Tapia, ambos com participação direta das mudanças promovidas pelo treinador.

Domínio tricolor

Escalado no meio-campo ao lado de Bobadilla e Marcos Antônio, Pablo Maia foi o destaque do jogo. Além de cinco desarmes, abriu o placar com um chute de fora da área. Com Marcos Antônio sentindo dores e deixando o campo ainda no primeiro tempo, Rodriguinho entrou e manteve o setor em bom nível.

Apesar da fragilidade de um Atlético-MG que poupou titulares por causa do clássico contra o Cruzeiro, o São Paulo demorou a ampliar. Ferreira e André Silva criaram, mas não conseguiram concluir as chances. A defesa, porém, teve atuação segura, com Ferraresi, Alan Franco e Sabino bem posicionados e pouco trabalho para o goleiro Rafael.

Toque de Crespo

No segundo tempo, Crespo mexeu e mudou o jogo. Luciano, aclamado pela torcida, entrou e logo deu passe de calcanhar para Cédric cruzar na medida para Tapia fechar o placar: 2 a 0.

O São Paulo terminou a partida com superioridade nos números: 52% de posse de bola, 10 finalizações contra 6, 5 no alvo contra 2 e 33 desarmes contra 23 do rival.

Novo momento

Depois de um início irregular sob o comando de Luis Zubeldía, o Tricolor começa o returno embalado com Crespo e com a sensação de que pode brigar por objetivos mais ambiciosos no Brasileirão.

Fonte: GE

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Brasileirão

Viralizou: goleada histórica do Vasco, choro de Neymar, show de Pedro no Flamengo e vovôs em alta

por Redação 18 de agosto de 2025

É raro, mas acontece. Há fins de semana em que apenas um jogo vale por um Viralizou inteiro. Foi o que aconteceu neste domingo, com a goleada história do Vasco sobre o Santos por 6 a 0.

Da zoação dos vascaínos, ao brilho de Philippe Coutinho, passando pelo protesto dos torcedores santistas, que ficaram de costas para a partida, o choro de Neymar e até a lembrança da atriz Bruna Marquezine, ex namorada do craque e torcedora do Vasco, teve de tudo um pouco nas redes sobre a partida.

Porém, a zoeira não se limitou ao jogo do Morumbis. Afinal, a internet não perdoa.

A 20ª rodada teve ainda show de Pedro em vitória do líder Flamengo, o técnico da seleção, Carlo Ancelotti, assistindo à vitória do Grêmio sobre o Atlético-MG, em um jogo cheio de expulsões, a falha bizarra de goleiro que estreou no São Paulo e o brilho dos vovôs, com Fábio se tornando o jogador com mais partidas oficiais no planeta em vitória do Fluminense, e Nenê o mais velho a marcar pela Série A.

Um, dois, três, quatro, cinco, seis ?
Mas não tem como fugir. A partida da rodada foi a surpreendente goleada do Vasco sobre o Santos por Morumbis. Resultado que deixou atônito 54.428 torcedores presentes no estádios e outros tantos que acompanharam a partida na transmissão da Globo e do Premiere.

Fonte: GE

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Brasileirão

Corinthians joga no lixo chance de embalar na temporada com atuação apática no Sul

por Redação 12 de agosto de 2025

O Corinthians jogou um balde de água fria em sua torcida na noite da última segunda-feira. Parte daquela empolgação criada depois das convincentes vitórias em cima do Palmeiras, na Copa do Brasil, ficou pelo caminho com a atuação apática da equipe contra o Juventude, no Rio Grande do Sul.

Escalado com o que tinha de melhor em seu elenco para a partida no Alfredo Jaconi, o Timão voltou a jogar mal no ano e foi presa fácil para o vice-lanterna do Brasileirão. Como reconheceu o técnico Dorival Júnior em entrevista coletiva, a derrota para o Juventude, por 2 a 1, foi mais do que justa.

O resultado por si só já é péssimo. Afinal, o Corinthians caiu para a segunda metade da tabela, deixou a zona de classificação para as competições continentais e está se aproximando do grupo dos quatro últimos colocados – são seis pontos de vantagem para o Vasco, hoje 17º colocado.

O time não vence há cinco rodadas na Série A e, embora ninguém coloque em dúvida o potencial técnico do elenco, há um sinal de alerta ligado.

Mais impactante do que a derrota foi a postura em Caxias do Sul. Se contra o Palmeiras, o torcedor corintiano viu um time aguerrido, ligado e organizado em campo, contra o Juventude foi exatamente o oposto. Salvo algumas exceções, o Corinthians foi apático, jogou de salto alto e teve uma atuação irreconhecível.

Para agravar, alguns jogadores perderam a cabeça no fim da partida e caíram na provocação do Juventude. A consequência pode ser vista nos três desfalques para o jogo contra o Bahia: Angileri e Cacá, suspensos pelo terceiro amarelo, e Romero – expulso por agressão ao adversário.

Antes de entrar em campo na noite da última segunda-feira, o Corinthians via um cenário positivo se desenhar com a possibilidade de emendar o resgate das vitórias no Brasileirão com o contexto de classificação na Copa do Brasil.

A oportunidade, no entanto, foi jogada no lixo. Agora, com o deslize, o time está mais próximo da briga pelo rebaixamento do que por uma das vagas na Conmebol Libertadores de 2026. De quebra, o calendário não ajuda. Nas próximas semanas, sem Memphis Depay e André Carrillo, o Corinthians tem jogos contra Bahia, Vasco, Palmeiras e Fluminense.

Em 2025, seja no âmbito do futebol ou da política do Parque São Jorge, o clube parece estar preso em uma montanha-russa com altos e baixos. Nada é previsível, nada sai conforme o planejado e a sensação que fica é de que, vez ou outra, o maior obstáculo do Corinthians é ele próprio.

Fonte: GE

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Brasileirão

Gols de Neymar aliviam o Santos em vitória com escolhas questionáveis no Morumbis

por Redação 5 de agosto de 2025

O Santos flertou com o perigo, mas conseguiu vencer o Juventude com dois gols de Neymar, no Morumbis, na noite da última segunda-feira, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, dando um certo respiro ao trabalho do técnico Cleber Xavier, que vinha pressionado pelos maus resultados.

Agora, depois de vencer o frágil time de Caxias do Sul, o Peixe terá a semana inteira para rever as escolhas da comissão técnica antes de enfrentar o Cruzeiro, no fim de semana, em Minas Gerais. Uma defesa instável e uma transição lenta poderiam ter custado o resultado contra os gaúchos.

Os destaques foram os de sempre: Rollheiser, com boa construção ofensiva, e Barreal, com ótimo desempenho ofensivo, profundidade e velocidade, serviram um Santos inspirado na frente no primeiro tempo. Rollheiser, porém, amarelado, foi sacado no intervalo para a entrada de Mayke.

Uma escolha curiosa do treinador, que por alguns minutos dobrou o estreante com Igor Vinicius pela direita, tirando do Peixe a boa construção ofensiva. Depois, com a entrada de Caballero, Mayke, enfim, pode jogar na lateral direita sem ser “atrapalhado”.

Velhos conhecidos, porém, colocaram o resultado em risco: substituindo João Basso, Gil fez uma partida bem abaixo da crítica, mostrando lentidão no mano a mano e mostrando estar fora de ritmo em função da baixa minutagem na temporada.

João Schmidt, na vaga de Tomás Rincón, também ficou para trás na crítica: baixa intensidade no meio-campo e lentidão na transição e recomposição do sistema defensivo.

Mesmo assim, o Santos foi merecedor do resultado pela boa condição técnica de Neymar na hora da definição das jogadas, mesmo com alguns erros ao longo do duelo. A defesa, por exemplo, merece atenção por ter sido vazada mais uma vez – agora são 22 gols sofridos em 17 partidas

O Juventude pagou o preço por um ataque ineficaz: chegou à frente, mas errou no momento final e parou em Gabriel Brazão, que teve mais uma boa atuação.

Na corda bamba?
O resultado dá certa paz a Clebinho no sentido de continuar no cargo ao menos até o próximo jogo. Os maus resultados vinham tirando a paz de uma ala da diretoria, convicta sobre a necessidade de mudar novamente o comandante do barco. A vitória, porém, anula momentaneamente uma troca no cargo.

Daqui para frente, porém, a vida seguirá difícil para o Santos: um duelo contra o vice-líder, fora de casa, e o reencontro com o Morumbis para enfrentar o Vasco, em confronto direto na parte de baixo da tabela.

Fonte: GE

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Brasileirão

São Paulo é eficaz, sofre muito pouco e esquece parte de baixo do Brasileirão

por Redação 4 de agosto de 2025

O São Paulo não tem mais com o que se preocupar no Campeonato Brasileiro. Se a briga até pouco tempo atrás era contra o rebaixamento, como o próprio técnico Hernán Crespo chegou a admitir, agora o foco é a parte de cima da tabela de classificação. As preocupações deram lugar à confiança por uma vaga no G-4, de repente.

A vitória diante do Internacional por 2 a 1, no último domingo, no Beira Rio, pela 18ª rodada, levou o São Paulo à quinta partida invicto no Campeonato Brasileiro. Neste recorte, o Tricolor conquistou quatro vitórias e um empate. Antes do início da série sem derrotas, o time agora comandado por Hernán Crespo brigava contra o rebaixamento, ainda sob o comando de Luis Zubeldía.

Diante do Inter, o São Paulo provou mais uma vez que tem condições de lutar por um lugar entre os primeiros colocados do Brasileirão. O Tricolor não esteve em suas noites mais inspiradas, mas, mesmo assim, foi muito sólido defensivamente, sofreu pouco jogando fora de casa, abriu 2 a 0 e esteve mais perto de fazer o terceiro gol do que de sofrer o empate do Inter. Vitória de quem sabe o que quer e não dá sorte ao azar.

A verdade é que o duelo no Beira Rio teve muito pouca inspiração dos dois times, mas foi o São Paulo quem mostrou o melhor futebol – principalmente no segundo tempo. O time de Hernán Crespo, porém, não começou bem ofensivamente. Apesar de muita solidez defensiva, triangulações que vinham dando certo não surtiram efeito no primeiro tempo.

Quando abriu o placar com Arboleda, nos minutos finais da primeira etapa, o São Paulo provou uma tese que tem se tornado cada vez mais realidade: mesmo quando não jogar bem, precisa vencer. E o Tricolor, àquela altura, não estava bem. O Internacional também não, é bom pontuar. O gol de cabeça, porém, mudou o panorama do confronto.

Em casa, o Inter voltou do intervalo tentando pressionar o São Paulo, que, mais uma vez, teve muita solidez defensiva. Rafael foi exigido em duas oportunidades, apenas, sem contar o gol de pênalti do rival. Fez duas boas defesas. No restante do jogo, pouco trabalhou. E o ímpeto colorado pelo empate deu mais espaço ao Tricolor, que ampliou, com Bobadilla, outro pilar de Crespo.

Ali, àquela altura, parecia que o São Paulo conseguiria sem nenhum sufoco conquistar os três pontos numa noite em que claramente não esteve em seu auge técnico. Os três pontos de fato foram conquistados, mas com uma pitada de sofrimento, porque o Inter diminuiu a vantagem no fim depois de um pênalti cometido por Pablo Maia e convertido por Bruno Tabata.

Com a vitória no Beira Rio, o São Paulo chegou a 25 pontos e terminou o domingo a 10 pontos da zona de rebaixamento, na oitava posição do Campeonato Brasileiro. São, agora, apenas quatro pontos para o Bahia, quarto colocado, mas que tem dois jogos a menos.

Se a briga se mostrava contra o rebaixamento, agora o foco é ir atrás de uma vaga entre os primeiros.

Fonte: GE

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Brasileirão

Corinthians esbarra em limitações do elenco, mas merecia melhor sorte contra o Fortaleza

por Redação 4 de agosto de 2025

As limitações do elenco do Corinthians voltaram a ficar evidentes neste domingo e cobraram um preço alto no empate em 1 a 1 com o Fortaleza, na Neo Química Arena, pela 18ª rodada do Brasileirão.

Ao poupar os principais jogadores para o clássico decisivo contra o Palmeiras, quarta-feira, pela Copa do Brasil, Dorival Júnior teve de recorrer a atletas de nível técnico bem abaixo dos titulares. Embora o Corinthians tenha sido superior neste domingo, a falta de qualidade em algumas posições acabou sendo determinante para o tropeço dentro de casa.

O gol do Fortaleza é fruto disso. Félix Torres, improvisado mais uma vez na lateral, posicionou o corpo de uma forma que lhe dificultou acompanhar Breno Lopes na corrida. O atacante do Fortaleza escapou às costas do equatoriano e também se aproveitou de vacilos dos únicos titulares do Timão em campo: o zagueiro André Ramalho foi mal na tentativa de bloquear o chute, e o goleiro Hugo Souza não fechou o ângulo para a batida cruzada.

Em desvantagem desde o início, o Corinthians teve no lado esquerdo a sua principal válvula de escape. A movimentação de Talles Magno abria espaço para Fabrizio Angileri infiltrar e ser acionado. Com 12 minutos, o lateral argentino já tinha criado quatro boas oportunidades: foram dois cruzamentos, um chute na trave e outro defendido pelo goleiro Vinicius Silvestre.

Com Breno Bidon inspirado, a equipe conseguia criar, mas sentia falta de Yuri Alberto e Memphis Depay. Duas das principais jogadas construídas terminaram em Ángel Romero, que finalizou mal. Primeiro, aos 31, o paraguaio chutou por cima um cruzamento na medida, quase dentro da pequena área. Depois, aos 42, cabeceou para fora.

Notando os problemas, Dorival voltou do intervalo com a sua tropa. Entraram Matheuzinho, Garro, Yuri Alberto e Memphis Depay.

Assim, abriu mão do 4-3-3 e voltou ao 4-4-2 habitual, com um losango no meio. O jovem Dieguinho, que fez sua estreia como titular, deixou a ponta direita e recuou um pouco mais, para ajudar a preencher o lado direito do meio – aos 17 minutos, o garoto foi substituído por André Carrillo.

Embora abaixo do que podem render, os titulares “encorparam” o Timão, que passou a pressionar ainda mais. Os donos da casa tiveram mais de 70% de posse de bola na etapa final e finalizaram 10 vezes, mas em certos momentos abusaram dos cruzamentos na área.

O gol de Carrillo nos acréscimos deu um pouco mais de justiça ao placar, e o Corinthians poderia ter tido até sorte melhor, mesmo sem força máxima.

Porém, o amargo empate em Itaquera deixa um recado claro à diretoria, comissão técnica e torcida: faltam peças para a equipe brigar em mais de uma frente. E isso dá razão a Dorival Júnior ao poupar titulares. Com este grupo, o Corinthians não conseguirá lutar pelas primeiras colocações no Brasileirão – a equipe já está a sete pontos do G-4, mesmo com jogos a mais do que vários outros clubes. Assim, faz sentido concentrar as forças na Copa do Brasil, competição na qual o time está a sete jogos do título.

É pouco para o Corinthians? Sim, mas é a realidade que se apresenta no momento. Mesmo que cheguem reforços, eles não serão numerosos, nem em nível capaz de elevar radicalmente o patamar da equipe.

Resta focar no mata-mata e fazer de tudo para evitar perder titulares por desgaste físico. As carências estão evidentes e nada indica que elas serão supridas ainda em 2025.

Fonte: GE

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Brasileirão

Flamengo esbarra em marcação do Atlético e é salvo pela bola aérea para voltar à liderança

por Redação 28 de julho de 2025

O Flamengo foi o time de sempre contra o Atlético-MG, neste domingo, no Maracanã. Manteve a posse de bola e ocupou o campo ofensivo, onde pressionou a saída do adversário o jogo todo. Mas, como tem sido nos últimos tempos, teve dificuldades de criar e agredir e acabou salvo pela bola aérea na vitória por 1 a 0 que levou a equipe de volta à liderança do Brasileirão.

O time de Filipe Luís parou em uma marcação individual muito dedicada do Atlético, que caçou as cabeças pensantes do Flamengo e não deu espaços para a transição. Fausto Vera colou em Plata, e Alan Franco não tirou o olho de Arrascaeta.

O Fla chegou a ter 70% de posse de bola na etapa inicial, mas foi o Atlético o time mais perigoso no Maracanã. Ao anular o setor de criação do Rubro-Negro, os mineiros incomodaram na bola longa para Rony e foram melhores em boa parte do primeiro tempo. O atacante complicou a vida de Rossi logo aos 5 minutos ao ganhar duelo com o goleiro e finalizar. Varela salvou em cima da linha.

Esta foi uma das sete finalizações do Atlético na primeira etapa, com direito a até bola no travessão em saída atrapalhada de Rossi. O Flamengo custou a encaixar a marcação para impedir os contra-ataques adversários e só foi tomar conta do jogo com propriedade nos minutos finais.

Pedro fez primeiro tempo de boa movimentação, dividindo o ataque com Bruno Henrique. Mas, com exceção de um chute defendido por Everson aos 4 minutos, o centroavante não recebeu nenhuma bola em condições de finalizar. Fez bons pivôs, mas as conclusões dos colegas foram ruins. Um jogador com alto poder de decisão como o camisa 9 precisa ter mais chances ao longo do jogo.

A melhor chance criada pelo Flamengo no primeiro tempo foi aos 35 minutos, com um belo lançamento de Jorginho para Plata. O atacante ganhou a frente de Fausto Vera e acabou derrubado na entrada da área. O árbitro marcou pênalti num primeiro momento, mas voltou atrás e deu falta depois de consultar o VAR. O volante atleticano foi amarelado — PC de Oliveira, comentarista de arbitragem da Globo, explicou que ele não foi expulso porque o domínio do jogador do Fla não foi para frente.

Com a marcação individualizada do Atlético inibindo a criatividade do Flamengo, Jorginho foi uma das válvulas de escape do time. Mas o volante, assim como seu companheiro Allan, também estava bem marcado e nem sempre conseguiu espaço para verticalizar o jogo. Coube ao zagueiro Léo Ortiz ajudar a quebrar as linhas adversárias em muitos momentos do jogo.

O primeiro tempo terminou com sete finalizações para cada lado, mas com o Atlético sendo mais eficaz na sua estratégia e mais perigoso, apesar dos menos de 40% de posse de bola. O Flamengo intensificou sua atuação nos últimos 10 minutos e levou susto aos 44, em cabeceio de Léo Ortiz próximo ao travessão depois de cobrança de falta.

Se pelo chão, com Arrascaeta em noite de pouquíssima inspiração, não deu certo, o caminho para vencer a parede atleticana foi pelo alto. No segundo tempo, o ritmo foi outro. O árbitro Ramon Abatti Abel continuou paralisando muito o jogo, e a bola pouco rolou.

O Flamengo apertou mais a marcação no campo do Atlético e deu menos espaços para o adversário sair jogando. Mas continuou esbarrando na marcação dos mineiros. A solução veio do banco, com a entrada de Luiz Araújo, que desequilibrou na bola parada. Aos 29 minutos, o atacante cobrou falta na cabeça de Léo Ortiz, que finalizou com força para marcar 1 a 0.

— Bola parada é uma das fases do jogo, damos a importância que ela merece porque jogos bloqueados muitas vezes são desbloqueados na bola parada… É uma forma de criar. Se você tem oito escanteios, você tem oito cruzamentos na área de forma perigosa com jogadores importantes na bola parada. Hoje, foi difícil o jeito que o Atlético jogou. Os jogadores sabem que são 90 minutos, temos que ter paciência e defender bem. O gol pode chegar de várias formas, chegou e o importante é a vitória — analisou Filipe Luís depois da partida.

Foi a única chance clara do Flamengo no segundo tempo. O time de Filipe Luís ainda voltou a assustar nos minutos finais, novamente em cobrança de falta, com Léo Pereira batendo rasteiro perto da trave adversária.

Foi mais um jogo em que o Flamengo dominou e teve posse de bola no campo de ataque, mas que não conseguiu transformar o controle em chances claras. Filipe Luís precisa encontrar soluções para enfrentar defesas cada vez mais bem postadas e preparadas para a pressão rubro-negra. Talvez a ajuda virá da janela, já que o técnico ganhará três reforços ofensivos para o segundo semestre. O Fla tem o melhor ataque do Brasileirão, mas os atacantes não têm correspondido como o esperado.

A solução precisa aparecer já na próxima quinta-feira, quando o Flamengo enfrentará novamente o Atlético-MG, mas pela Copa do Brasil. O primeiro jogo das oitavas de final será no Maracanã, às 21h30.

Fonte: GE

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Brasileirão

São Paulo cresce com Crespo e volta a fazer do Morumbis uma casa de vitórias

por Redação 28 de julho de 2025

Apresentado há pouco mais de mês, Hernán Crespo aos poucos vai mudando o São Paulo. Não apenas pelas três vitórias consecutivas, a mais recente no domingo, por 3 a 1 contra o Fluminense, mas também pelos aspectos táticos e comportamentais da equipe dentro de campo.

De um São Paulo travado com Luis Zubeldía, o Tricolor se tornou um time mais dinâmico, vertical, com boas trocas de passes e eficaz com suas chances criadas. E, para além disso, volta a ter força dentro do Morumbis.

Até a chegada de Crespo, o São Paulo vinha desperdiçando muitos pontos dentro de casa. No próprio Brasileirão, acumulou empates com Sport, Cruzeiro e Fortaleza e derrotas para Mirassol e Vasco. Agora, com o novo treinador, o Tricolor se impôs e derrotou Corinthians e Fluminense.

Consolidado no esquema com três zagueiros e três meio-campistas (Bobadilla, Marcos Antônio e Alisson), o São Paulo , contra o Flu, teve uma novidade considerável no ataque: André Silva, desgastado, começou no banco, permitindo a entrada de Ferreira no ataque com Luciano.

A dupla de jogadores mais leves e velozes deu resultado, dando mais luz a um time que colocou a bola no chão. Num primeiro tempo em que o São Paulo mandou, a vitória parcial por 1 a 0 foi pequena. Arboleda abriu o placar de cabeça, mas Luciano desperdiçou um pênalti, parando em Fábio.

O controle de bola do Tricolor ficou evidente na volta do intervalo, quando Renato Gaúcho promoveu quatro mudanças de uma vez e mudou o esquema, deixando os três zagueiros para jogar com linha de quatro. Depois de um baque inicial, os são-paulinos fizeram o segundo com Ferreira.

Perto do fim, num erro de Alan Franco, o Fluminense diminuiu e colocou pressão, mas uma escapada de Tapia fechou o placar em 3 a 1 para quem realmente mereceu vencer no Morumbi.

O São Paulo de Crespo, que a cada dia ganha mais quilometragem, contou neste jogo com boas presenças de Bobadilla, Marcos Antônio e Alisson no campo de ataque. O time, aos poucos, vai ficando mais encorpado para as competições. Na quinta-feira, enfrenta o Athletico pela Copa do Brasil.

Fonte: GE

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Brasileirão

Com dedo de Filipe Luís, Flamengo mostra nova face em virada sobre o Bragantino

por Redação 24 de julho de 2025

O Flamengo venceu o Red Bull Bragantino por 2 a 1, de virada, nesta quarta-feira, e diminuiu para um ponto (34 a 33) a distância para o líder Cruzeiro, que tem um jogo a mais. O resultado teve o dedo de Filipe Luís, que mudou a estratégia do time para suportar a intensidade do jogo em Bragança Paulista e, mesmo com muitos desfalques, conseguiu tirar do banco a solução para vencer.

A boa notícia da noite foi a atuação de Viña, que voltou recentemente após ficar nove meses afastado por grave lesão e mudou o rumo do jogo, válido pela 16ª rodada do Brasileirão. Mas, antes de chegar no uruguaio, o Flamengo teve outras situações interessantes no jogo.

— Eu particularmente joguei aqui alguns anos e não tinha tido esse gostinho da vitória. Muito difícil porque é um time muito bem treinado e que pressiona e defende muito bem, sofre pouco no campeonato. Vimos isso nas análises, sofre pouco pelo grande trabalho do Fernando Seabra. Isso nos dá muita força para sair com uma atuação que eu não tinha visto nenhum time fazer dentro do estádio deles — avaliou Filipe Luís, destacando o feito do Flamengo, que não vencia o Bragantino fora de casa há 29 anos.

Pedro voltou a ser titular e ficou em campo até os 42 minutos da segunda etapa. Jogou esse tempo todo ao lado de Arrascaeta em um Flamengo que se manteve intenso. Para superar a esperada pressão do Bragantino em casa, Filipe Luís escalou o time com o camisa 9 e Bruno Henrique centralizados e o uruguaio caindo da esquerda para o meio.

Os primeiros 10 minutos foram do Bragantino. O Flamengo teve dificuldades de sair jogando e viu o adversário criar duas chances logo no início. A estratégia da equipe mandante foi forçar o erro do Rubro-Negro e, assim, conseguiu recuperar algumas bolas no campo de ataque.

Se tecnicamente o ataque do Fla ficou abaixo no primeiro tempo, com BH e Pedro errando muito, taticamente a marcação se encaixou. O time carioca equilibrou as ações e foi melhor na tentativa de fazer o Massa Bruta errar. Evertton Araújo e Arrascaeta foram os líderes em desarmes. Jorginho também apareceu muito bem na sobra da pressão inicial na marcação do Bragantino.

A primeira boa chance do jogo saiu aos 12 minutos, após Wesley roubar a bola no ataque. Bruno Henrique recebeu na entrada da área e chutou para boa defesa de Cleiton. A partir daí, os dois times trocaram chances, mas o Flamengo repetiu os erros de jogos anteriores: cruzamentos ruins, poucos chutes e decisões erradas no último terço. Ficou com a bola, mas sem agredir o Bragantino.

A melhor chance do primeiro tempo aconteceu aos 42 minutos, com Jhon Jhon cobrando falta no ângulo esquerdo, e Rossi fazendo grande defesa. Ali começava a vitória do Flamengo. Mas não foi um caminho tão simples.

O Bragantino abriu o segundo tempo com uma jogada ensaiada. Jhon Jhon lançou Lucas Barbosa na saída de bola no meio-campo, e o atacante disparou até a área para chutar na saída de Rossi e abrir o placar aos 8 segundos. Varela, improvisado na lateral esquerda, não acompanhou e levou a bola nas costas. A busca pela virada exigiu muito do Flamengo, que soube corresponder.

O Fla saiu de quatro finalizações na etapa inicial para 14 ao fim do jogo. Foram 10 chances no segundo tempo — antes dos 10 minutos, Bruno Henrique, Arrascaeta e Jorginho ameaçaram em chutes para fora. A virada começou aos 16, com as substituições de Filipe Luís. Viña e Wallace Yan entraram e colocaram fogo no jogo.

— Viña está há 10 meses sem jogar 90 minutos. Então preferi usar ele no segundo tempo, usar essa força física que ele tem. Confesso que não esperava ele entrar desse jeito depois de 10 meses, de acabar com o jogo. Mas não é uma surpresa. É só olhar como ele treina. É primeiro em tudo. O futebol te devolve — elogiou Filipe depois do confronto.

Em meio a oito desfalques, o treinador recorreu à experiência de um jogador que ainda se recondiciona fisicamente e a um talento da base do clube. As entradas do lateral-esquerdo e do atacante mudaram o ritmo da transição do Flamengo, que acelerou mais o jogo. Aos 20, Arrascaeta cobrou falta na segunda trave, e Léo Pereira cabeceou para empatar.

O Bragantino, que se preparava para tentar segurar a vitória, precisou mudar a estratégia, mas foi sufocado pelo Flamengo e não conseguiu mais chegar ao gol de Rossi. Foram apenas três finalizações do adversário no segundo tempo: além do gol, outras duas aos 11 e aos 12 minutos.

O Flamengo conseguiu, pela pressão que impôs no segundo tempo, criar muito volume para virar o jogo. Viña fez bela jogada no segundo gol. Aos 39 minutos, o lateral saiu do campo de defesa, passou pelo marcador e acionou Wallace Yan, invertendo o jogo. O atacante atraiu a marcação do Bragantino e tocou para Wesley, que entrou caindo na área e chutou cruzado para fazer 2 a 1.

Um roteiro especial para o jovem lateral-direito, que pode ter feito nesta quarta seu último jogo pelo Flamengo. Wesley tem proposta da Roma, e o Fla já sinalizou positivamente para o clube italiano. O clube acelera a busca por um substituto para liberar seu cria.

O lance do segundo gol mostra como funcionou o posicionamento de Arrascaeta em Bragança Paulista. O camisa 10 flutuou pela intermediária defensiva e se aproximou para fazer a saída de bola, deixando espaço para Viña progredir e receber livre para fazer a transição. O passe de Léo Pereira para o lateral também merece destaque. Bela atuação coletiva do Flamengo no segundo tempo.

Filipe Luís deu mostras de que o Flamengo pode evoluir mais e ganhou pontos positivos para levar adiante no Brasileirão. O próximo jogo é no domingo, às 20h30, no Maracanã, contra o Atlético-MG.

Fonte: GE

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