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Brasileirão

Brasileirão

Análise: avassalador, Palmeiras joga leve e ganha força na briga pelo título com mais uma goleada

por Redação 16 de setembro de 2024

Em seu melhor momento no Campeonato Brasileiro, o Palmeiras foi avassalador no domingo. Com 20 minutos de jogo, já vencia o Criciúma por 3 a 0 e terminou com mais uma goleada por 5 a 0. Consequência de uma atuação leve da equipe comandada por Abel Ferreira.

Com as precoces eliminações na Copa do Brasil e Conmebol Libertadores, o Verdão teve frustrações econômicas e esportivas. Mas ao técnico veio o tempo para descansar o grupo e treinar mais. Há, consequentemente, uma melhora de rendimento recente.

Com a base que tem jogado as últimas partidas, o Palmeiras fez o que se esperava em casa e com duas semanas sem jogos: imprimiu ritmo forte desde os primeiros minutos contra o Criciúma.

O que se viu foi um misto das melhores qualidades ofensivas do Verdão no ano: balanço frequente das jogadas de um lado para o outro, mais mobilidade entre os homens de frente e presença de área. E logo no primeiro minuto, Flaco fez uma bela jogada para abrir o placar.

Com a bola, Maurício mais uma vez se aproximou de Felipe Anderson e Caio Paulista no lado esquerdo, enquanto Richard Ríos formava o trio pela direita com Estêvão e Marcos Rocha. Estas triangulações, combinadas com toques rápidos, traziam muitos problemas ao adversário.

Foi desta forma que Rocha chegou à linha de fundo, recebeu de Estêvão e tocou para Felipe Anderson fazer 2 a 0. O camisa 9 tem conseguido se integrar melhor coletivamente, mais solto, movimentando-se ora buscando a linha de fundo, ora entrando na área, como no lance do seu gol.

O Criciúma tentou buscar um gol diante do 2 a 0 sofrido rapidamente e acabou deixando Estêvão muitas vezes em jogadas de um contra um na sua defesa. O camisa 41, liso, criou o terceiro gol, contra, em lance individual.

O placar de 3 a 0 aos 18 minutos foi uma combinação de um time mais inteiro fisicamente, melhor entrado e leve para tocar rápido, buscar dribles e acelerar rumo ao gol.

Desde o começo, o bom desempenho ofensivo foi liderado pelo trio de frente, com Felipe Anderson e Estêvão pelos lados, e Flaco López com desarmes e boas tomadas de decisão para criar mais chances a favor do Palmeiras.

Com o jogo praticamente resolvido antes da metade do primeiro tempo, o Verdão passou a não sufocar tanto a saída do adversário, posicionando-se no seu campo para mais contragolpes. E assim sofreu alguns sustos em chutes de fora da área, todos bem defendidos por Weverton.

Mesmo com a expulsão de Caio Paulista, o time de Abel Ferreira continuou explorando os espaços do Criciúma e fez o quinto gol, em cobrança de falta de Raphael Veiga, que entrou bem no segundo tempo.

Teve até tempo para Dudu jogar alguns minutos na vaga de Estêvão e, mesmo ainda sem a explosão de antes, realizar boas jogadas com o camisa 23, e até aplicar um chapéu no último lance.

Se o mês de agosto tirou o Palmeiras precocemente de duas das três competições que tinha no segundo semestre, o que se esperava era a reação rápida para brigar pelo tri consecutivo no Brasileiro.

Os sinais na sequência de quatro vitórias seguidas vão ao encontro disso. O líder Botafogo é neste momento o melhor time do Brasil, mas o Verdão se coloca como o principal adversário na briga pelo campeonato, como no ano passado, quando acabou bicampeão.


Fonte: GE

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Brasileirão

Análise: Zubeldía acerta estratégia, sai da pressão e ganha novas opções para o São Paulo

por Redação 16 de setembro de 2024

Era preciso que Zubeldía tomasse uma decisão: poupar o time inteiro para guardar gás para o primeiro jogo contra o Botafogo pelas quartas de Conmebol Libertadores ou escalar o que havia de melhor no São Paulo para voltar a vencer após três jogos em branco numa busca de retomada de confiança.

Termo que virou meme, “Zubeldía e ousadia” desta vez foi dar um passo atrás, segurar os jogadores para o grande desafio da Conmebol Libertadores e escalar um time 100% reserva contra um Cruzeiro que ainda não havia perdido como mandante. E, com todas as mudanças, o São Paulo venceu por 1 a 0 no Mineirão.

Entre as boas decisões tomadas por Zubeldía, algumas se destacam: a mudança para o 3-4-3 já utilizado algumas outras vezes na temporada; a boa construção da linha de zaga com Ruan, Ferraresi (na sobra) e Sabino; e a boa escalação ofensiva do trio com Erick, William Gomes e André Silva.

Forte defensivamente, o São Paulo praticamente não foi ameaçado. Jandrei fez uma única defesa difícil, numa bola cruzada por Matheus Henrique que nem chegaria diretamente ao gol. O time soube marcar com linha de cinco e teve uma noite de boas estreias, principalmente as Ruan e de Santi.

O técnico, agora, precisa enxergar os sinais passados pelos jogadores em Belo Horizonte. Com um time titular que vem derretendo em desempenho, talvez seja o momento de alterações para os duelos com o Botafogo. Ou mudança tática, mantendo o 3-4-3, ou mudança de nomes na linha ofensiva.

Destaques da noite, os atacantes Erick e William Gomes deram velocidade, venceram duelos e conseguiram ser para o time reserva o que vinha sendo Ferreira para o titular antes da lesão. Sem o camisa 47, o São Paulo parece ter perdido aspectos de improvisação e jogadas individuais.

Por ser um jogo fora de casa, no Nilton Santos, e contra um time com muitos jogadores em alta, como Luiz Henrique e Thiago Almada, será importante para o São Paulo não sofrer gols no jogo de ida e sair vivo para a decisão no Morumbis. Até o jogo, Zubeldía precisa traçar sua melhor estratégia.

Fonte: GE

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Brasileirão

São Paulo pode conseguir anulação de jogo contra Fluminense? O que a lei diz? Veja perguntas e respostas

por Redação 9 de setembro de 2024

Após insistir para ter acesso aos áudios e imagens da cabine do VAR na derrota por 2 a 0 para o Fluminense, no dia 1º de setembro, em jogo pelo Brasileirão, a diretoria do São Paulo decidiu que irá acionar o STJD para tentar anular a partida. O clube paulista entende que o árbitro Paulo Cesar Zanovelli (Fifa-MG) cometeu um erro de direito no lance do primeiro gol do time carioca. Mas, afinal, quais são as verdadeiras chances de sucesso nessa tentativa?

A contestação, segundo informado inicialmente pelo jornal Folha de São Paulo, vem na origem do gol, marcado por Kauã Elias, no primeiro tempo disputado no Maracanã. O Flu tinha a bola na defesa e Calleri fez falta em Thiago Santos, mas Zanovelli deu vantagem. Só que Thiago Silva achou que a falta havia sido marcada, e parou a bola com a mão para recomeçar o jogo. No final, o jovem atacante abriu o placar.

O lance gerou bastante reclamação no campo, mas, após revisão no árbitro de vídeo, o árbitro manteve o gol. O acesso ao conteúdo da cabine, que veio cinco dias após o jogo, na sexta-feira (6), serviu de estopim para o clube do Morumbi. A partir de agora, o GLOBO responde dúvidas sobre o caso.

Qual é o motivo da reclamação do São Paulo?
O São Paulo acredita que Zanovelli deveria ter marcado a infração de Thiago Silva, por pegar a bola com a mão, após ele dar vantagem na falta de Calleri. Assim, o gol de Kauã Elias seria anulado. Os áudios do VAR revelaram o árbitro confuso sobre a decisão que tomou no campo.

O que a lei diz sobre a chance de anulação?
Para o São Paulo, a confusão apresentada pelos argumentos de Zanovelli constituem um erro de direito, e estão embasadas no artigo 259 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê punição para o árbitro que deixar de observar as regras do futebol, ou mesmo aplicá-las, cabendo também suspensão e multa.

Além disso, o 1º parágrafo do artigo 259 do CBJD diz que a “partida, prova ou equivalente poderá ser anulada se ocorrer, comprovadamente, erro de direito relevante o suficiente para alterar seu resultado.” Portanto, juridicamente, há a chance do STJD acatar o pedido do tricolor paulista.

O jogo entre Fluminense e São Paulo pode ser anulado?
Apesar da previsão jurídica, internamente, o tricolor paulista considera a anulação do jogo difícil. Mesmo assim, há o desejo em seguir com o movimento para deixar clara a insatisfação institucional.

A demora de cinco dias para divulgação dos áudios da cabine também pode prejudicar o São Paulo. O artigo 85 do CBJD diz que qualquer impugnação deve acontecer “em até dois dias depois da entrada da súmula” na CBF. Assim, o São Paulo entrará no STJD após ver os áudios do VAR, não pela súmula.

Algum jogo já foi anulado no Brasil por erro de direito?
O caso mais conhecido de anulação de jogos no Brasil aconteceu no Brasileirão de 2005, quando foi revelada a “Máfia do Apito”, e 11 partidas apitados pelo árbitro Edilson Pereira de Carvalho naquela edição foram invalidados. Fora isso, é muito raro que a CBF permita tal acontecimento.

Na primeira fase da Copa do Brasil de 2019, a Ponte Preta conseguiu a anulação de uma partida contra a Aparecidense, de Goiás, acusando interferência externa após a anulação de seu gol de empate — perdeu o jogo por 1 a 0. Em decisão dividida do tribunal, a reclamação foi validada e o jogo aconteceu de novo, com nova vitória dos goianos, por 2 a 0.

No Brasileirão de 2020, o próprio São Paulo entrou com ação no STJD após uma derrota por 3 a 0 para o Atlético-MG, entendendo que houve erro de direito na anulação de um gol de Luciano, após o então presidente da comissão de arbitragem da CBF, Leonardo Gaciba, ter admitido isso em um programa de TV.

Porém, o Tribunal indeferiu o pedido, alegando que o clube perdeu o prazo legal para entrar com a solicitação de impugnação da partida, justamente o caso previsto pelo artigo 85 do Código.

Fonte: OGLOBO

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Brasileirão

São Paulo consegue administrar elenco para se manter em cima no Brasileiro

por Redação 26 de agosto de 2024

O São Paulo tem feito o máximo para driblar os desgastes do calendário repleto de jogos para se manter vivo – e bem – no Campeonato Brasileiro, na Copa do Brasil e na Libertadores. E tem conseguido.

A vitória por 2 a 1 sobre o Vitória, no último domingo, no Morumbis, foi mais uma amostra disso. Desgastado por causa da partida contra o Nacional, do Uruguai, na última quinta-feira, pela Libertadores, e já de olho no Atlético-MG, pela Copa do Brasil, o São Paulo preservou alguns titulares.

Apesar de ter mostrado cautela com a questão física, o técnico Luis Zubeldía manteve jogadores importantes na equipe para enfrentar o Vitória. Os titulares Arboleda, Luiz Gustavo, Lucas e Calleri foram titulares, também, na equipe mista que entrou em campo no último domingo.

A estratégia do São Paulo tem dado certo. Mesmo com jogadores poupados em partidas importantes, como contra o Palmeiras, e algumas derrotas, o Tricolor se mantém perto do topo da tabela do Campeonato Brasileiro, que tem sido a competição pela qual os titulares menos atuam.

Depois de vencer o Vitória, o São Paulo chegou a 41 pontos e subiu para a quinta posição na tabela de classificação. Neste momento, está no grupo que se classifica para a Libertadores do ano que vem.

Além de ter vencido a partida do último domingo, o São Paulo teve sucesso na administração do desgaste físico do elenco. Nenhum jogador deixou o gramado lesionado ou preocupa para o jogo de quarta-feira, contra o Atlético-MG, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil, no Morumbis, às 21h30 (de Brasília).

Fonte: G1

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Brasileirão

Corinthians vê filmes repetidos e alarmantes na zona de rebaixamento

por Redação 26 de agosto de 2024

Mudam alguns personagens, um pouco do roteiro, mas a história tem se repetido semana após semana no Corinthians no Brasileirão: o time cria chances, até joga melhor do que seu adversário, mas paga caro pelos gols perdidos.

Foi assim novamente na derrota por 1 a 0 para o Fortaleza, neste domingo, no Castelão, que manteve a equipe na zona de rebaixamento após 24 partidas – e só quatro vitórias – no campeonato.

Diante do novo líder do Brasileirão, o Corinthians não fez um mau jogo. Mesmo fora de casa, finalizou e teve mais posse de bola do que o adversário, como já tinha sido em outros duelos recentes, mas pecou na falta de efetividade.

Pedro Raul, no primeiro tempo, e Yuri Alberto, na etapa final, desperdiçaram chances imperdoáveis na fase atual. Um filme de terror que, infelizmente para a Fiel torcida, não é novidade.

Mais uma vez Ramón Díaz optou pelo esquema com três zagueiros, mas logo no início teve de mudar um pouco do funcionamento da equipe. Talles Magno se machucou aos três minutos, e o técnico argentino optou pela entrada de Igor Coronado. O Timão perdeu em velocidade e profundidade, mas ganhou em qualidade de passe.

Depois de um primeiro tempo de poucas emoções, mas superioridade alvinegra, Ramón Díaz percebeu que, com um pouco mais de ousadia, era possível voltar de Fortaleza com três pontos. Assim, desmanchou a linha de cinco na defesa e colocou mais um atacante, formando uma dupla entre Yuri Alberto e Romero na frente, municiada por Garro e Coronado, além de Charles, que vinha de trás.

O Corinthians ampliou sua superioridade e acumulou chances perdidas. Porém, além da falta de efetividade, repetiu vacilos defensivos que acabam sendo fatais.

No lance do gol, Charles não conseguiu voltar ao campo de defesa após puxar contra-ataque e foi pelo setor em que ele deveria estar que o Fortaleza construiu a jogada. Raniele não conseguiu fazer a cobertura, Matheuzinho furou o corte e Pikachu mandou para as redes.

Estatísticas da partida: Fortaleza x Corinthians
Posse de bola: 44% x 56%
Finalizações no alvo: 7 x 10
Passes completos: 366 x 468
Passes incompletos: 70 x 86
Desarmes: 19 x 16
Faltas cometidas: 14 x 16
Dribles: 2 x 5
Escanteios: 3 x 9

O mais alarmante é a repetição do filme de times rebaixados em outros anos: a tentativa de ajustar no meio da temporada um elenco mal montado; as turbulências geradas por um clube em ebulição política e crise financeira; constantes trocas de técnicos; grupo de jogadores insuficiente para competir em três frentes, entre outros.

Ainda há tempo para mudar o final deste filme, mas é preciso senso de urgência do Corinthians, dentro e fora de campo. Faltam 14 jogos para o fim do Brasileirão e uma semana para o encerramento da janela de transferências.

Fonte: G1

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Brasileirão

“Não acredito e nem confio nas linhas do VAR. E nas imagens das emissoras que as tevês mostram.” Acusa Abel, depois do 1 a 1, com o Fla

por Redação 12 de agosto de 2024

Foi a sétima partida do Palmeiras sem vitória, seguida, fora de casa, no Campeonato Brasileiro.

O time foi sufocado pelo Flamengo, escapou de nova derrota, graças a Weverton.

Ele fez pelo menos quatro grandes defesas.

A equipe de Tite vencia por 1 a 0, gol de Arrascaeta, quando o menino Luighi, de 18 anos empatou a partida.

Eram 41 minutos do segundo tempo, no Maracanã.

Depois que Viña demorou para sair da defesa e deixar Rony, que cabeceou e Rossi, espalmou, impedido.

1 a 1, que evitou que o rival assumisse a liderança do Brasileiro e abrisse seis pontos de distância, com uma partida a menos.

O VAR confirmou o lance, que a ‘olho nu’ era mais do que duvidoso.

Abel Ferreira sabia que iria ser questionado pela expulsão contra o Flamengo, na quarta-feira, por ter feito um gesto obsceno.

Segurou a genitália, não concordando com uma marcação de falta do árbitro Anderson Daronco.

Mas o técnico português conseguiu desviar o foco.

Tanto do gesto absurdo no Allianz Parque como de mais uma vez que seu time foi sufocado por um adversário.

Fez acusação gravíssima.

“Eu não acredito e nem confio nas linhas do VAR, e nas imagens das emissoras (Globo, SporTV e Premiere) que transmitem.

“A tecnologia usada pelo VAR no futebol brasileiro é arcaica.

“Não acredito nas imagens que as tevês mostram.”

Globo, Sportv e Premiere transmitem o Brasileiro.

Prime Video, Globo, Sportv e Premiere mostram a Copa do Brasil.

Essas são as competições nacionais que o treinador reclama.

A CBF é a responsável pelo VAR.

Ele estava absolutamente tenso, irritado.

Sentia a pressão pelas cobranças por melhor futebol do Palmeiras.

Pelo decepcionante desempenho nestes últimos meses.

A eliminação da Copa do Brasil, em casa, contra o Flamengo.

Pela quarta colocação no Brasileiro.

O técnico conseguiu levantar mais um tema que levou os jornalistas na coletiva para outro assunto.

“Não consigo entender como o jogador do Botafogo é expulso na copa do Brasil e hoje o do Flamengo não é expulso depois de acertar a cara e até machucar a língua. Onde está o critério dos lances? Por que o do Botafogo foi vermelho e esse é amarelo? Quando tem VAR eu não consigo entender.

“Não consigo entender, meu copo d’agua transbordou.

“Encheu meu saco.

“Na casa do Palmeiras apitam de forma tranquila, até sacanagem conseguem fazer com o Palmeiras

“Será que é o Maracanã que condiciona? O público? Não sei, acho grave.

“São erros graves que condicionam o presente e o futuro.”

Abel tinha razão hoje.

Pulgar deu um soco em Richard Ríos.

Wilton Pereira Sampaio não viu.

E, pelo jeito, nem Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira, responsável pelo VAR.

O lance foi limpo, claro.

O volante flamenguista deveria ter sido expulso.

Abel também estava certo em relação a Gregore, do Botafogo.

Ele não agrediu Santiago Arias, do Bahia, em bola disputada pelo alto.

Mas foi expulso pelo juiz Raphael Klein, na partida que eliminou o clube carioca da Copa do Brasil.

A postura de Abel surpreendeu porque há uma guerra entre as direções palmeirense e botafoguense.

Com direito a troca de processos entre Leila Pereira e John Textor.

E o português também mostrou exagero.

Com direito à interpretação como Síndrome de Perseguição.

“Eu sei que todo mundo quer que o Palmeiras entre em crise.

“São muitos anos vendendo jogador, ganhando títulos, mais sócios Avanti (torcedores).

“E isso incomoda muita gente, mas a gente não vai desfocar nosso caminho.

“É injusto o resultado aqui, estou triste, fomos melhores. Fatores que influenciaram no jogo, erros claros da arbitragem.

“Fizemos um gol que foi anulado, pequeno detalhe.”

Sim, apesar do sufoco do Flamengo, das espetaculares defesas de Weverton, o treinador negou a realidade.

Ele teria de comemorar, e muito, o empate.

Já são sete jogos no Brasileiro sem vencer fora.

Com quatro derrotas e três empates.

Não há como culpar o VAR e nem as emissoras de tevê por esses tropeços.

Mas pela maneira com que o Palmeiras está sendo montado fora do Allianz Parque.

Em 2023, a Comissão Técnica do clube dizia que ‘não iriam permitir’ um mesmo clube vencer repetidamente o Campeonato Nacional.

E o Palmeiras foi bicampeão do país…

O Flamengo treinou na véspera da partida, no Ninho, finalizando a preparação para o jogo contra o Palmeiras, válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Maracanã.

Fonte: GE

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Brasileirão

Análise: Corinthians volta para Z-4 do Brasileirão e aumenta pressão às vésperas de jogo decisivo

por Redação 5 de agosto de 2024

O futebol apresentado pelo Corinthians melhorou com Ramón Díaz. Os resultados, no entanto, não acompanham a evolução do time dentro de campo. Nos últimos quatro jogos, foram três empates e uma derrota.

Com dois jogadores a mais durante praticamente todo o segundo tempo, o Corinthians empatou em 1 a 1 com o Juventude, na Neo Química Arena, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. O tropeço em casa colocou o Timão novamente na zona de rebaixamento.

São 20 pontos em 21 rodadas, três jogos sem vencer e o pior: os adversários direitos somando pontos e ainda com jogos a menos na tabela. A missão do Corinthians no Brasileirão parecia facilitada com a chegada de Ramón Díaz, mas será necessário transformar o bom desempenho em pontos.

Paralelamente ao Campeonato Brasileiro, o Timão tem a disputa eliminatória de duas Copas, chances de aumentar a arrecadação em premiações e também de conquistar um título novamente depois de cinco anos.

Na quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), contra o Grêmio, no estádio Couto Pereira, em Curitiba, Ramón Díaz terá o seu primeiro grande desafio em meio a outros tantos até o fim do ano: o Corinthians decide uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil, que vale R$ 4,515 milhões para o caixa do clube.

Gol relâmpago e intensidade
Ramón Díaz mudou mais uma vez o Corinthians. Em sua sexta partida no comando do clube, o técnico argentino colocou em campo a sua sexta escalação diferente. O 4-4-2 foi mantido, mas com Igor Coronado atuando ao lado de Garro aumentando o poder criativo do time.

Não deu tempo de analisar a mudança. O Juventude abriu o placar aos três minutos, em jogada rápida pela direita do ataque Alan Ruschel aproveitou cruzamento na segunda trave, antecipando Fagner e tocando para marcar. O árbitro de vídeo demorou cinco minutos para validar o gol do time gaúcho.

Com a bola rolando, o Corinthians realmente criou mais chances do que nos últimos jogos. E a presença no ataque deixou o time mais exposto. Hugo Souza evitou que o Juventude marcasse o segundo gol fazendo defesa cara a cara em chute de Erick.

O Corinthians acertou bola na trave em chute de Giovane, que ainda despediçou outras duas chances em chegadas rápidas pelo lado direito do ataque. Igor Coronado acertou belo chute, Wesley teve duas grandes chances na esquerda, mas errou as finalizações.

O que mais preocupou foi a falta de efetividade de um time que finalizou 15 vezes contra o gol do Juventude e teve quase 60% de posse de bola. Além disso, os sustos defensivos podem custar um preço alto, como em jogos decisivos de mata-mata.

Animador, mas não o suficiente
Com um jogador a mais depois da expulsão do goleiro Gabriel na reta final do primeiro tempo, o Corinthians voltou do intervalo com Pedro Henrique no lugar de Raniele.

E se o Juventude abriu o placar com três minutos de jogo, o Corinthians empatou com o mesmo tempo de bola rolando na etapa final. Pedro Henrique aproveitou cruzamento de Fagner para desviar e empatar o jogo.

Pouco tempo depois, Alan Ruschel recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com dois a mais, o Corinthians aumentou a pressão e o volume de jogo intenso que havia feito também no primeiro tempo na Neo Química Arena.

A pressão que se esperava com a vantagem numérica em campo acabou não se transformando em chances criadas. Ramón Díaz mexeu ainda mais, colocando Pedro Raul, Breno Bidon e Guilherme Biro nos lugares de Hugo, Alex Santana e Giovane, respectivamente, mas as mudanças não surtiram efeito.

O Corinthians apresenta evolução dentro de campo, mas a pontuação precisa acompanhar os indícios de que o time pode estar em uma posição melhor do que a atual. A pressão pode aumentar ainda mais nas próximas semanas. Entre jogos do Brasileirão, o Timão tem a disputa de duas vagas nas quartas de final das Copas do Brasil e Sul-Americana.

Fonte: GE

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Brasileirão

Botafogo é eficaz, peca menos que o Palmeiras e mostra autoridade com liderança isolada

por Redação 18 de julho de 2024

Na noite com vitória do Botafogo sobre o Palmeiras por 1 a 0 na última quarta-feira, em duelo do líder contra o vice do Brasileirão, serviu para aliviar a tensão e o peso que o duelo poderia trazer em um futuro breve. O embate se repetirá pelas oitavas de final da Libertadores no próximo mês e, se depender do que se viu no Nilton Santos, terá muita intensidade e briga do início ao fim.

Embora os ânimos sigam aflorados no extracampo, com polêmicas envolvendo John Textor, dono da SAF Botafogo, e Leila Pereira, presidente do Palmeiras, o time fez o que competia a ele dentro das quatro linhas. E uma coisa nitidamente não faltou: vontade, principalmente do setor defensivo, que lutou até o fim para não ceder às investidas palmeirenses.

Artur Jorge iniciou o duelo com o que tinha de melhor, voltando ao quarteto ofensivo que apostou logo nos primeiros jogos do Botafogo. Quatro atacantes de origem em campo, em uma 4-4-2 com muita mobilidade entre os ofensores.

Desde o início foi possível observar disputa forte em lances, finalizações com perigo e atenção máxima para não errar. Júnior Santos, que não estava em uma noite tão inspirada, perdeu a primeira de outras boas chances do Botafogo, logo no início da partida. O atacante revezou a posição com Tiquinho, trocou os lados, e foi o que mais teve chance de arrematar, mas viu Weverton defender a maioria das suas tentativas.

Defesa sólida
Se o dia não era do camisa 7, o mesmo não se pode dizer de Bastos. O zagueiro angolano cumpriu suspensão no último jogo e voltou para entregar mais uma atuação brilhante. Seja com cortes pelo alto, como afastar cruzamentos rasteiros, o defensor foi fundamental para interromper o ataque palmeirense.

Mas seria injusto falar dele sem mencionar Barboza, que apesar de ter levado um cartão amarelo ainda no primeiro tempo, também rendeu muitos apalusos das arquibancadas. Dando apoio ao lateral-esquerdo Marçal, ele conseguiu parar as investidas de Estevão, destaque promissor dos paulistas.

John foi o grande nome do segundo tempo, fazendo grandes defesas em chutes de Marcos Rocha, Piquerez e Felipe Anderson.

Luta de Tiquinho e início da redenção
O camisa 9 do Botafogo vivia um jejum de nove jogos. Também era assombrado por ter perdido um pênalti que teria sido importante no duelo em 2023 para evitar a derrota. Mas ele foi o responsável por fazer o gol da vitória, que a transformou em acalento para si e para os quase 40 mil torcedores no estádio.

Ao longo da partida, ele atuou um pouco mais atrás de Júnior Santos, e por muitas vezes voltava para buscar o jogo. O time de Artur Jorge tinha dificuldade para compactar o meio e construir pelo setor. Ele seria peça importante para isso, mas foi bem marcado pelo argentino Aníbal Moreno.

O gol saiu a partir de uma jogada da defesa ao ataque, que contou passe de Marlan para Luiz Henrique, que ingressou na grande área pela ponta-direita, puxou a marcação e cruzou para o centrovante livre. Sem pensar, chegou finalizando e abrindo o placar aos 11 minutos do segundo tempo.

Enquanto comemorava, ouviu a torcida voltar a entoar sua música nas arquibancadas, como um símbolo de redenção pelo passado e expectativa pelo que está por vir

Duelo parelho e intenso
O Botafogo saiu com os três pontos e a liderança isolada do Brasileirão porque soube aproveitar uma das várias chances que teve. Foram 14 finalizações, contra 11 do Palmeiras em uma disputa aberta, lá e cá. O visitante elevou o nível em comparação aos duelos mais recentes e testou o time de Artur Jorge.

Com a disputa intensa pela bola, o duelo ficou picotado pelo excesso de faltas. Ainda assim, foi um duelo aberto e empolgante para os amantes do futebol.

  • O Palmeiras nos criou dificuldades. Para quem assistiu e viu o jogo, ficou satisfeito. Tivemos a oportunidade de desempenhar o plano de jogo muito bem. Fomos comprometidos e capazes nas nossas ações e isso justifica a vitória, muito importante para nós – avaliou Artur Jorge após o jogo.

O Alvinegro agora se isola na liderança com 36 pontos e tem como próximo adversário o Internacional, sábado, também no Nilton Santos, às 18h30.

Fonte: GE

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Brasileirão

Corinthians mostra poder de reação e dá “respiro” para Ramón Díaz corrigir problemas

por Redação 17 de julho de 2024

Uma vitória para renovar o ânimo, aliviar a pressão e dar esperança por dias melhores. O Corinthians esteve longe de ser brilhante no triunfo por 2 a 1 sobre o Criciúma, mas conseguiu um resultado importantíssimo na luta para fugir do rebaixamento.

Além de somar três pontos e não deixar os concorrentes diretos se afastarem, o Corinthians mostrou poder de reação após sair atrás no placar e, assim, ganhou um “respiro” para o técnico Ramón Díaz implementar suas ideias.

Em sua estreia, o técnico argentino manteve a estrutura tática da equipe, postada no 4-3-3 com a bola e no 4-4-2 sem a posse, mas já promoveu três alterações na escalação.

No gol, Hugo Souza ganhou o lugar de Matheus Donelli e teve ótima atuação em seu primeiro jogo; na zaga, Gustavo Henrique entrou no lugar de Félix Torres; e no meio Breno Bidon perdeu a posição para Alex Santana, que ajudou a dar mais força física ao setor.

Empurrado por 43 mil torcedores, que mais uma vez lotaram a Neo Química Arena, o Corinthians conseguiu ter mais volume ofensivo do que nos últimos jogos, mas novamente enfrentou problemas na defesa.

Com participação dos pontas, que tiveram mais liberdade e ficaram menos colados à linha lateral, a equipe conseguiu criar associações pelos lados do campo, a maioria com participação direta ou indireta de Rodrigo Garro. Porém, voltou a finalizar muito mal.

Sem a bola, faltou um pouco mais de intensidade para retomar a posse no campo de ataque e defensores bateram cabeça. O time ainda comete muitos erros técnicos e de posicionamento.

Hugo Souza salvou em lance cara a cara com Barreto, mas nada pôde fazer quando Claudinho chutou de longe, e Cacá, num misto de azar e falha técnica, desviou a bola em direção ao gol.

Se anunciava um novo roteiro de tragédia, mas o Corinthians mostrou resiliência e força mental para reagir. O Criciúma começou melhor na etapa final, mas foram os donos da casa quem marcaram, com Romero e Cacá, ambos após cruzamentos.

Coronado entrou no lugar de Wesley e deu mais qualidade ao meio de campo. As demais alterações do treinador visaram fortalecer defensivamente o time, que terminou o jogo com cinco jogadores na primeira linha.

A vitória não ilude, nem mesmo tira o Corinthians do Z-4. Está claro que Ramón Díaz terá muito trabalho com um elenco desequilibrado e com problemas que vão além das esferas técnica e tática. A defesa, vazada nas últimas 11 partidas, deve ser a prioridade neste momento.

Porém, o resultado desta terça faz com que a torcida creia que a maré pode ter começado a virar. Um novo goleiro, um novo técnico, uma reação tão rara nos últimos tempos. Há uma luz no fim do túnel.

Fonte: GE

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Brasileirão

Análise: maduro, Vasco vence a terceira seguida e embala no melhor momento na temporada

por Redação 11 de julho de 2024

O Vasco vive o seu melhor momento na temporada. A vitória por 2 a 0 sobre o Corinthians nesta quarta-feira, a terceira consecutiva neste Brasileirão, fala por si só e serve para consolidar a reação da equipe dentro do campeonato.

O time de Rafael Paiva não joga o futebol mais vistoso do Brasil. Mas, com o simples, no feijão com o arroz, venceu São Paulo, Fortaleza, Internacional e agora o Corinthians em três semanas. Não fosse o gol sofrido praticamente no último lance do jogo contra o Bahia, na Fonte Nova, a essa altura poderia ostentar uma invencibilidade de seis rodadas.

A guinada no campeonato distanciou de vez a equipe da zona de rebaixamento: oito longos pontos separam a equipe do próprio Corinthians, que no momento é o primeiro clube no Z-4. E permite ao Vasco olhar para cima na tabela com novos objetivos no horizonte. Ora, a zona de classificação para a Sul-Americana está apenas seis pontos à frente.

Com o discurso de pés no chão e jogadores ligados na mesma sintonia, o Vasco tem se mostrado acima de tudo uma equipe mais madura. Por isso, foi buscar o empate no clássico contra o Botafogo esses dias, não se afobou quando a bola demorou a entrar contra o Fortaleza e foi buscar a vitória sobre o Inter, dentro do Beira-Rio, mesmo com o desfalque de cinco jogadores considerados titulares.

O jogo contra o Corinthians teve enredo parecido. Com Praxedes escalado como o homem mais adiantado no meio de campo, o Vasco começou melhor em São Januário e quase bateu 70% de posse de bola em um determinado momento do primeiro tempo, embora só conseguisse espaço para finalizações de fora da área.

O Timão respondia com estocadas em contra-ataque que incomodavam e teve suas chances com Bidu, que tirou tinta da trave em chute de dentro da área, e Igor Coronado, que marcaria um bonito gol de falta se Léo Jardim não voasse no ângulo para espalmar. Apesar disso, o Vasco controlava a partida, sem deixar o adversário completamente confortável na partida. Como se tudo fizesse parte de um plano.

Segundo tempo perfeito
Sem Payet, que voltou a ser desfalque por lesão, a força desse Vasco parece estar no coletivo. Contra o Corinthians, não houve uma atuação individual muito ruim ou que tenha ficado abaixo. Praxedes não foi o meia armador que se esperava dele, ok. Adson e David tomaram algumas decisões erradas no ataque durante os 90 minutos. Mas os três tiveram um desempenho regular, por assim dizer. Ninguém puxou o nível do time para baixo.

O Vasco voltou do intervalo sem alterações, mas com a postura de quem estava disposto a liquidar a parada. Foi circulando a bola no ataque, da direita para a esquerda, depois para a direita de novo… Até Hugo Moura acertar um lançamento preciso para Lucas Piton, que dominou já tirando Romero da marcação e bateu com muita categoria no cantinho de Matheus Donelli.

A partir daí, o Vasco jogou mais leve em campo. Mesmo com o gol cedo, não fez cerimônia para tirar o pé do acelerador em alguns momentos para tentar administrar a vantagem – a entrada de JP na vaga de Praxedes contribuiu bastante nesse sentido. Mas sempre dando a impressão de que as coisas estavam sob controle. A rédeas da partida estavam em mãos vascaínas.

Há se de destacar a partida de manual de Mateus Carvalho, que já havia sido um dos melhores em campo em Porto Alegre. Dessa vez, não teve atuação resumida à marcação e distribuiu as jogadas com calma e excelência. A linha de quatro defensores formada por Paulo Henrique, Maicon, Léo e Piton também deu sua parcela de contribuição.

A verdade é que em nenhum momento o Corinthians pareceu ameaçar a vitória do Vasco, que tratou de fechar a tampa do caixão em cobrança perfeita de falta de Sforza. Era o que faltava para levar São Januário abaixo: a quarta-feira do vascaíno começou com o anúncio da contratação de Philippe Coutinho e terminou com vitória por 2 a 0 sobre o Corinthians. Que dia!

Fonte: GE

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