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Brasileirão

Brasileirão

Análise: São Paulo precisa se manter em seu limite para sonhar com título

por Redação 4 de julho de 2024

Depois de um momento de instabilidade, o São Paulo voltou ao G-4 do Brasileiro ao bater o Athletico-PR por 2 a 1, fora de casa, na última quarta-feira. A seis pontos do líder, o Flamengo, a equipe se coloca como uma competidora pelo título. Para se manter nessa condição, o Tricolor precisará fazer um esforço maior do que outros candidatos.

Com um bom elenco e um técnico que tem demonstrado ideias interessantes desde que chegou, o São Paulo terá que se manter em seu limite para continuar como um intruso nessa disputa que tem o Flamengo à frente e o Palmeiras como perseguidor mais provável – o Botafogo completa o grupo dos quatro melhores.

Ao contrário desses adversários, o São Paulo tem margem de manobra menor, com um grupo não tão recheado como o dos cariocas ou tão consistente como o dos vizinhos da Barra Funda.

É um time mais propenso a sofrer pequenas instabilidades durante um torneio tão longo. A última é exemplo: com medo de perder atletas por lesão, o técnico Luís Zubeldía decidiu poupar alguns atletas contra Cuiabá e Vasco e perdeu os dois jogos.

Pelo sonho de conquistar o sétimo título nacional, o São Paulo não tem o luxo de descansar titulares sem perder desempenho.

As lesões, tão frequentes nos últimos anos, são um risco para o time. Dividir atenção com as copas – Libertadores e do Brasil – a partir de agosto, outro risco.

E não há previsão de que o time se reforce de forma relevante na janela que está prestes a abrir – há negociação com o volante Thiago Mendes e o sonho pelo lateral Alex Sandro.

Mas o jogo em Curitiba é um bom sinal do que o São Paulo, inteiro, é capaz de fazer.

A equipe fez um ótimo primeiro tempo contra o Athletico, até então invicto em casa. Zubeldía escolheu Welington Rato para ficar com a vaga de Luciano, suspenso. O meia dividiu com Lucas as funções pela direita e pelo meio do campo de ataque tricolor.

Incisivo, o São Paulo quase abriu o placar numa jogada bem trabalhada em que Lucas recebeu dentro da área, mas de costas para o gol, e preferiu rolar para Alisson, que bateu de fora e obrigou Léo Linck a fazer grande defesa.

O gol saiu pouco depois. Calleri, cercado por três rivais, girou e serviu Ferreira, dentro da área. O camisa 47 acertou um chutaço no ângulo.

A vantagem durou pouco. Fernandinho bateu colocado de fora da área e colocou a bola no canto esquerdo do gol defendido por Jandrei.

O segundo tempo começou diferente, com o Athletico muito mais perigoso, e o São Paulo contraído.

Foi aí que um erro bizarro da defesa rubro-negra facilitou a vida tricolor. Esquivel tentou recuar para Thiago Heleno, mas tocou no contrapé do colega, que não alcançou. Ele era o último zagueiro, e a bola sobrou limpinha para Calleri.

O camisa 9 entrou na área e desperdiçou a primeira chance, mas pegou o rebote da defesa de Léo Linck e recolocou o time à frente no placar.

Depois disso, quase não teve jogo.

Welington, numa confusão com Leo Linck, cavou a expulsão do goleiro – o VAR precisou alertar o árbitro do chute que o athleticano acertou no lateral tricolor.

A bola rolou pouco, deu tempo de Zubeldía ser expulso por insistir em invadir o campo. Calleri e Ferreira, que estavam pendurados, tomaram cartões amarelos e não enfrentam o Bragantino no sábado.

Com 24 pontos, o São Paulo assumiu a quarta posição, mas ainda pode ser ultrapassado pelo Bahia, que tem a mesma pontuação e joga nesta quinta, em casa, contra o Juventude.

Fonte: GE

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Brasileirão

Análise: Palmeiras comprova força da base, afunda rival na crise e eleva moral do elen

por Redação 2 de julho de 2024

As inúmeras ausências do Palmeiras para o clássico contra o Corinthians, na última segunda-feira, deixaram o torcedor apreensivo sobre o que esperar da equipe diante de um de seus maiores rivais.

Mas quando a bola rolou, o Verdão provou (mais uma vez) como tem resiliência nesses momentos de instabilidade. E mais do que isso: comprovou a força de suas categorias de base, que vêm gerando frutos a todo instante.

Ainda no vestiário, Murilo foi cortado devido uma entorse no tornozelo esquerdo. Em seu lugar, Vitor Reis foi o escolhido para a defesa. Com apenas 18 anos, ele teve ao seu lado Naves, de 22. Na posição de volante, Aníbal Moreno, suspenso, deu lugar a Fabinho, também de 22 anos.

E esse trio, que poderia causar alguma oscilação no time, foi o grande pilar da vitória por 2 a 0. A dupla de garotos na zaga foi praticamente impecável, com duelos ganhos no mano a mano e boas antecipações. Já Fabinho correu muito e ganhou duelos importantes no meio de campo.

Foram das cabeças de dois deles, inclusive, que o Palmeiras construiu o placar. Aos 7 minutos do segundo tempo, Veiga cobrou uma falta frontal, Fabinho abaixou para desviar e acabou encostando a cabeça para abrir o placar.

Quatro minutos mais tarde, Veiga cobrou um escanteio na primeira trave, Vitor Reis subiu alto e cabeceou firme para fechar o placar e garantir os três pontos para o Verdão.

– Vitor, Naves, Fabinho, Jhon Jhon e outros tantos, é um trabalho feito por todos: pela base, pela comissão principal, psicólogos, nutricionistas, por Barros, Leila… É feito por todos, portanto a base nos últimos anos tem sido muito potencializada, mas ela existe há muitos anos atrás – afirmou Abel Ferreira.

– Fui muito criticado por não apostar na base. Vários quiseram passar essa mensagem. O treinador treina o Palmeiras e depois toma as decisões que são melhores para o Palmeiras – acrescentou.

A vitória foi importante não só para dar o moral para os garotos da base, que fizeram a diferença, mas para mostrar que mesmo cheio de desfalques o Verdão é competitivo e tem um caminho otimista a ser seguido nesta temporada.

Além disso, afundou o seu maior rival em uma crise que parece não ter fim, elevando o moral de alguns jogadores importantes do elenco.

Com a vitória, o Palmeiras voltou à segunda posição no Campeonato Brasileiro e, com 26 pontos, está a apenas um ponto do Flamengo, o líder da competição.

Fortalecido, mas ainda com bastante desfalques, o Verdão volta a campo na próxima quinta-feira, às 19h, diante do Grêmio sem Zé Rafael, Veiga e Gabriel Menino, suspensos, e os lesionados Bruno Rodrigues, Lázaro e Rômulo, além dos convocados Gustavo Gómez, Endrick e Richard Ríos.

Fonte: GE

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Brasileirão

Análise: mudanças de Zubeldía e volta de Alisson mostram caminho para o São Paulo tentar embalar

por Redação 28 de junho de 2024

A vitória do São Paulo por 2 a 1 sobre o Criciúma, na quinta-feira, mostrou ao técnico Luis Zubeldía um caminho de tranquilidade a ser seguido. A volta de Alisson ao time titular e mudanças promovidas pelo treinador deram qualidade ao Tricolor na 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Morumbis. O time volta a campo no domingo, às 16h, contra o Bahia, novamente em casa.

O volante, jogador com mais partidas nesta temporada (30), empatado com Luciano, estava suspenso pelo terceiro cartão amarelo e não enfrentou o Vasco na derrota por 4 a 1, sábado, em São Januário. Em apenas um minuto, ele fez um golaço no Morumbis e mostrou por que é tão importante.

Em busca de soluções depois de quatro jogos sem vencer, Zubeldía também promoveu outras mudanças. O atacante Ferreira entrou no lugar de Nestor, com dores na coxa esquerda, e Arboleda e Luciano recuperaram suas posições depois de serem preservados contra o Vasco por desgaste físico.

A primeira (e talvez mais importante) mudança contra o Criciúma foi não ter poupado nenhum jogador. No início desta semana, a diretoria conversou com a comissão técnica sobre a importância de o São Paulo ser mantido na parte de cima da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Depois das quatro partidas sem vitórias, o time tinha caído para o nono lugar – agora, está em sétimo.

Zubeldía entendeu que também precisava dar mais atenção ao Brasileirão antes do recomeço das copas (Libertadores e Copa do Brasil) e escalou força máxima. Contra Cuiabá e Vasco, o treinador havia preservado titulares com receio de lesões musculares. Em campo, o resultado foi ruim.

O que também mudou foi a postura dos jogadores do São Paulo.

Alvo de críticas até de um de seus líderes, o volante Luiz Gustavo, que falou em “lição de humildade” depois da derrota para o Vasco, o elenco mostrou foco e mais concentração para entrar em campo na última quinta-feira. Bem diferente do que havia sido visto nas duas rodadas anteriores.

Taticamente, Luis Zubeldía escalou o São Paulo de uma maneira mais ofensiva do que antes. Ferreira ganhou a vaga de Nestor, sendo mais um atacante para pressionar o Criciúma. Do lado direito, Lucas deu muito trabalho com jogadas de velocidade.

Zubeldía também alterou a maneira como os laterais se posicionaram na fase ofensiva da partida. Para que os pontas pudessem jogar bem abertos, Welington e Igor Vinicius apareceram em diversos momentos tentando construir por dentro, mais perto de Luciano.

O São Paulo, então, voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. Resta saber se encontrou o caminho da tranquilidade, mesmo que com alguns sustos, como a falha infantil do goleiro Jandrei nos minutos finais no Morumbis e que gerou o gol do Criciúma.

Fonte: GE

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Brasileirão

Análise: Palmeiras tem noite desastrosa de Abel nas tomadas de decisões e se complica para Dérbi

por Redação 27 de junho de 2024

A noite de quarta-feira do Palmeiras começou errada e terminou mais errada ainda. Diante do Fortaleza, no Castelão, o técnico Abel Ferreira tentou rodar o elenco poupando alguns titulares, e o resultado final foi desastroso: uma derrota por 3 a 0.

Para diminuir o desgaste visando o clássico contra o Corinthians, na próxima segunda-feira, às 20h, no Allianz Parque, o treinador iniciou a partida de quarta-feira com Raphael Veiga e Estêvão no banco de reservas. Nos lugares deles, Caio Paulista e Mayke foram os escolhidos.

Com isso, Gabriel Menino assumiu a condição de meia armador, Caio Paulista atuou como ponta esquerda e Mayke ficou com a vaga de Estêvão, na ponta direita.

– Entendi que o Caio poderia nos dar outras soluções interiores. Os outros não estavam no mesmo nível de prontidão. Quatro jogos com dois dias de intervalo e vir aqui jogar em Fortaleza nós optamos por mudar – explicou Abel.

– Minha decisão foi pôr o Menino de 10 na posição do Veiga e Caio na do Menino, poder jogar aberto e fechado na ultrapassagem do Piquerez – acrescentou.

Nos primeiros minutos de jogo já foi possível perceber que a configuração do time não era das melhores. A velocidade e criatividade pelos lados de campo desapareceram, e a criatividade no meio de campo também.

A situação ficou ainda mais complicada com um gol logo aos oito minutos. Naves errou uma virada de bola no meio de campo, Pikachu interceptou e logo acionou Lucero. O atacante driblou Murilo e bateu forte, no canto de Weverton, para abrir o placar.

Aos 38 minutos, Abel teve a chance de corrigir a sua estratégia, que até ali não funcionava, com um mal-estar de Gabriel Menino. Mas o treinador não acertou novamente ao escolher Flaco López para entrar em seu lugar.

O Palmeiras ficou perdido na armação de jogadas, afinal não havia nenhum jogador com características de camisa 10 em campo.

Mesmo com os problemas enfrentados, o Verdão foi para o segundo tempo no lucro com a derrota parcial de 1 a 0. Ainda havia chance de uma reviravolta, algo que o torcedor palmeirense se acostumou com Abel Ferreira.

E o português foi para o tudo ou nada durante o intervalo ao tirar o zagueiro Naves e colocar Raphael Vegia. Marcos Rocha virou zagueiro ao lado de Murilo. O Palmeiras ficou mais ofensivo e, consequentemente, muito exposto na defesa.

Fonte: GE

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Brasileirão

Bastidores: como o São Paulo tenta manter normalidade e evitar crise após duas derrotas seguidas

por Redação 25 de junho de 2024

A temperatura externa do Morumbis aumentou com as duas derrotas seguidas no Campeonato Brasileiro. Depois de 13 partidas sem perder, o São Paulo não vence há quatro rodadas e se afastou do topo da tabela de classificação do Brasileirão (está em nono lugar, com 15 pontos), mas tenta minimizar preocupações de torcedores.

A segunda-feira de reapresentação no CT da Barra Funda. Depois da folga de domingo, o elenco do São Paulo treinou normalmente. Houve um papo considerado comum da diretoria com a comissão técnica, como costuma acontecer às segundas desde a mais recente passagem de Rogério Ceni pelo clube.

Nessa conversa, diretoria e Zubeldía debateram o planejamento para as próximas partidas, o calendário do São Paulo no futuro próximo e a importância de chegar ao fim de julho, quando a Copa do Brasil e a Conmebol Libertadores voltam a ser disputadas, com uma tranquilidade no Campeonato Brasileiro.

Por isso, a tendência é que o Tricolor, nas próximas rodadas, entre com força máxima, sem preservar jogadores. Diante do Cuiabá e do Vasco, as únicas derrotas com Zubeldía no banco, o São Paulo foi a campo sem titulares considerados importantes – o técnico temia perdê-los por lesão.

No primeiro jogo, no Morumbis, o treinador decidiu preservar Lucas e Nestor, que ficaram no banco de reservas e entraram no segundo tempo. Diante do Vasco, Arboleda e Luciano sequer viajaram para o Rio de Janeiro, enquanto Calleri foi substituído no intervalo. Todos por causa de desgaste físico.

A frequência de jogadores preservados deve diminuir nas próximas rodadas.

Enquanto isso, nas redes sociais, o São Paulo vê crescer teses entre torcedores de que há uma insatisfação com o trabalho do técnico Luis Zubeldía. O clube tenta amenizar as especulações e dá respaldo para o treinador, que, até pouco tempo, era quase unanimidade entre são-paulinos por causa da sequência de 12 partidas sem derrotas e a evolução em campo.

Apesar da ciência de que há uma queda de rendimento, o São Paulo entende que não há um problema maior do que especificamente a oscilação no Campeonato Brasileiro. Acredita-se que seja uma questão de “campo-bola”. Não há relatos internos de problema de relacionamento entre elenco e comissão técnica.

Na segunda-feira, por exemplo, o São Paulo realizou um treinamento dividido em três partes. A última seria apenas com atletas que não entraram em campo contra o Vasco, mas o atacante Calleri, que foi titular e substituído no intervalo, pediu para também realizar desta atividade.

Um fato que foi debatido internamente, e também não proporcionou grandes ecos, foi a conversa entre o zagueiro Sabino e o preparador físico Adriano Titton Garcia, durante a partida contra o Vasco.

De acordo com o repórter Ricardo Lay, da Globo, na transmissão do confronto, Sabino, que estava no banco de reservas, contestou o profissional da comissão técnica ao ser chamado para aquecer pela segunda vez.

O ge consultou um dirigente tricolor nesta segunda-feira e ouviu que Adriano Titton Garcia não fez nenhuma queixa a respeito da conversa que teve com o jogador. O caso, então, foi encerrado.

O São Paulo tenta lidar, agora, com problemas dentro de campo. O técnico Luis Zubeldía tem tido dificuldade para escalar o Tricolor nas últimas rodadas e encaixar as peças de meio de campo.

Na derrota para o Vasco, o treinador ainda perdeu o meia Nestor, que deixou o gramado com dores na coxa direita e passou por exames nesta segunda-feira para saber a gravidade do problema.

A boa notícia para o São Paulo, em meio à falta de vitórias, é o retorno de Alisson, titular absoluto e que cumpriu suspensão diante do Vasco. Ele deve formar dupla com Luiz Gustavo no meio de campo tricolor nesta quinta-feira, contra o Criciúma, às 20h (de Brasília), no Morumbis.

Fonte: GE

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Brasileirão

Análise: bom momento do Palmeiras passa por retomada do “velho” Veiga na temporada

por Redação 24 de junho de 2024

A quinta vitória consecutiva do Palmeiras no Campeonato Brasileiro, conquistada no último domingo sobre o Juventude, por 3 a 1, tem algo em comum com as outras: Raphael Veiga foi um dos grandes destaques da equipe. E isso tem feito muita diferença para o Verdão viver seu melhor momento na temporada.

Nos últimos anos, as grandes conquistas passaram muito pelas boas atuações de Veiga, que lhe renderam até convocações à seleção brasileira. Em 2024, porém, as coisas com o meia não estavam saindo com naturalidade, apesar de ele ainda acumular bons números.

A oscilação em determinado momento fez com que ele assumisse publicamente a má fase, culminando em pedidos para não bater pênaltis (ele é o batedor oficial) em três ocasiões na temporada por não estar com a confiança em alta.

Mas no mês de junho a maré de Raphael Veiga virou, e jogo após jogo ele vai dando claras demonstrações de que tem retomado a fase do “bom e velho” Veiga.

No último domingo, diante do Juventude, o Palmeiras teve dificuldades para entrar na defesa da equipe gaúcha. O técnico Roger Machado foi ao Allianz Parque com uma proposta bem definida de se defender e anular o máximo possível o garoto Estêvão.

Com isso, Veiga conseguiu ter espaços entre o meio e a intermediária e comandou a vitória. Se no primeiro tempo ele quase marcou com finalizações de fora da área, na etapa final ele foi garçom.

Aos 3 minutos da etapa final, o seu cruzamento da direita encontrou a cabeça de Flaco López, que pulou alto para colocar a bola no canto do gol e abrir o placar. Quando o jogo se mostrava mais uma vez amarrado, após o empate do Juventude, Veiga novamente apareceu.

Aos 29 minutos, o meia cruzou da direita. Flaco não conseguiu acertar a cabeçada em cheio, mas a casquinha na bola foi suficiente para encontrar Estêvão, que bateu firme para desempatar.

Com o jogo mais tranquilo, o Palmeiras fez o terceiro com Mayke e teve duas chances de ampliar justamente com Veiga. Primeiro em um chute quase de dentro da pequena área, defendido por Gabriel. Depois, em uma pancada de fora da área que também parou no goleiro.

A retomada do bom momento de Veiga, aliada à estrela de Estêvão, é a grande notícia para o Verdão neste momento da temporada. Com o meia em alta, a chance de vitória se mostra muito maior.

Com a assistência no último domingo, o camisa 23 acumulou 15 participações em gols em 30 jogos disputados em 2024. São dez gols e cinco assistências.

Fonte: GE

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Brasileirão

Análise: São Paulo desperdiça chance de atropelar rival e precisa tirar lições para brigar por título

por Redação 17 de junho de 2024

O São Paulo iniciou o ano lutando contra o jejum na Neo Química Arena. No Paulistão, venceu o Corinthians por 2 a 1 e colocou uma pedra no trauma. Neste domingo, pelo Brasileirão, o Tricolor teve chance enorme de vencer mais uma vez o rival, afundá-lo em crise e entrar no G-4. Mas ficou no 2 a 2.

O resultado foi frustrante pelo cenário: o São Paulo de Zubeldía é, hoje, um time muito superior ao Corinthians de António Oliveira. Bem organizado e forte defensivamente, a equipe tricolor tem conseguido se impor contra os rivais. E, ao abrir o placar com três minutos, parecia que atropelaria.

Acontece que, fora o gol de Lucas e uma boa finalização de Luciano, o Tricolor foi diminuindo seu ímpeto, viu o Corinthians se mostrar superior em vontade e disposição e, num vacilo coletivo, levou o empate em gol de Igor Coronado. Depois, ao voltar a colocar a bola no chão, chegou ao segundo gol com certa facilidade, em lance de cruzamento de Igor Vinícius. Aí, num vacilo de Luciano, levou o 2 a 2.

– Não foram situações de mano a mano, foram arremates (chutes de fora). Podíamos ter tido controle (da jogada) no primeiro gol? Podíamos. Podíamos ter tirado a bola no segundo? Sim, mas não são situações por defender mal como organização, mas sim de tomada de decisão de segundos. É normal – refletiu Zubeldía em sua entrevista coletiva, sobre o time voltar a ser vazado após cinco jogos.

Há, porém, lições a serem tiradas do empate. Depois de fazer 1 a 0, o São Paulo abdicou de jogar. Dentro da casa do rival, que vive momento de pressão, a equipe poderia ter continuado o seu domínio e buscado uma vantagem maior. Defensivamente, os gols saíram após vacilos individuais.

E, no fim, com um a mais, a equipe não soube se aproveitar dos espaços deixados pelo Corinthians. Zubeldía tentou mexer na equipe com nomes como Michel Araújo, Wellington Rato e Ferreira, mas o time não conseguiu criar muitas chances – exceção à de Michel, que Carlos Miguel pegou.

Esperava-se mais do São Paulo no clássico justamente pela expectativa que vem sendo criada por esse elenco. Hoje, é possível olhar para o Tricolor e ver um time que brigará pelas primeiras posições do Brasileirão. Diante disso, a perda de pontos atrapalha a busca pelos altos objetivos da temporada.

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Brasileirão

Bastidores: Grêmio diz que debate sobre rebaixamento partiu de outros clubes e será tratado com CBF

por Redação 22 de maio de 2024

A proposta de Renato Portaluppi para que nenhum clube seja rebaixado em 2024 não partiu do Grêmio e nem do Inter. A ideia foi levantada por outros clubes da Série A em conversas informais entre os dirigentes. O assunto esquenta nos bastidores a menos de uma semana da reunião do Conselho Técnico da Série A, na próxima segunda, dia 27, e será uma das pautas a ser debatida com a CBF.

É muito difícil que a iniciativa saia da teoria e se transforme em prática. A alternativa estudada esbarra em obstáculos legais e políticos. O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, em entrevista recente ao ge, descartou, num primeiro momento, aplicar soluções como impedir a queda de divisão dos times gaúchos. A entidade confirmou as novas datas do Brasileirão e locais dos jogos gremistas na terça.

O Tricolor entende que a isonomia do Campeonato Brasileiro está prejudicada, uma vez que o time ficará boa parte da competição sem mandar jogos em Porto Alegre. Competir longe de casa e de grande parte da torcida é visto internamente como um notório desequilíbrio técnico.

A Arena, aliás, está muito longe de reunir o mínimo de condições para eventos e jogos. Apenas uma parte do gramado está aparente, na zona central do campo. Os demais pontos seguem alagados. A coloração da grama está escura, prejudica pela lama da cheia do Guaíba.

Duas partidas pela Libertadores, com The Strongest e Estudiantes, estão confirmadas para o Couto Pereira, em Curitiba. Para os pontos corridos, o objetivo é definir uma casa temporária no Rio Grande do Sul – Caxias, Erechim e Passo Fundo foram locais citados como possibilidades.

– O princípio dos pontos corridos, uma fora e uma em casa, está quebrado, especialmente para o Grêmio, o Inter ainda volta antes. Não se sabe se só os gaúchos ou se todos os times (seriam impedidos de cair). Ninguém (do Grêmio) fez um estudo do regulamento – declarou uma fonte gremista ao ge.

Além de não ter a Arena e das dificuldades logísticas, já que o aeroporto de Porto Alegre segue fechado por tempo indeterminado e há muitas estradas bloqueadas no estado, o Grêmio também se preocupa com a questão esportiva. O time terá três confrontos decisivos pela Libertadores em um intervalo de apenas 11 dias.

Renato Portaluppi elencou argumentos que o deixam apreensivo com a retomada das competições: defasagem física, ritmo de jogo e aspectos psicológicos – este, de acordo com o treinador, é perceptível no semblante dos atletas, ainda aflitos com as consequências das enchentes no RS.

– Tem muita gente que acha que as águas do (lago) Guaíba vão baixar e vai tudo voltar ao normal. Acho que muita coisa, infelizmente, vai continuar acontecendo. E a parte psicológica dos jogadores vai ficar afetada. (…) Acho que seria a melhor ideia (não ter rebaixamento no Brasileirão), mas não cabe a mim. Eu penso dessa forma – disse Renato.

O Grêmio volta aos treinos às 10h desta quarta-feira, no CT Joaquim Grava, em São Paulo. Na quinta, às 15h30, o Tricolor fará um jogo-treino contra Portuguesa, no CT do Parque Ecológico, na zona leste da cidade, sem acesso para torcida e imprensa.

A retomada dos jogos será daqui uma semana, no dia 29, contra o The Strongest, pela Libertadores. O time gaúcho é o lanterna com dois jogos a menos em relação aos bolivianos, que já estão classificados.

Fonte: GE

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Brasileirão

Ednaldo Rodrigues diz que CBF paralisou Brasileiro por “democracia” e não pretende estender torneio

por Redação 16 de maio de 2024

Horas depois de ter determinado a paralisação do Campeonato Brasileiro, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, disse ao ge que não ver a competição estendida para além de 8 de dezembro, data inicialmente prevista para a última rodada.

– Não pensamos em estourar. O objetivo é terminar o calendário em 2024. Se não, impacta ainda mais no calendário de 2025, que já está bastante cheio – disse o presidente da CBF em Bangkok, na Tailândia, onde participa do Congresso da Fifa.

No ano que vem, pelo menos três clubes brasileiros vão disputar o Mundial de Clubes da Fifa nos EUA entre junho e julho. Esse número pode subir a quatro se Grêmio, Botafogo, São Paulo ou Atlético-MG conquistarem a Libertadores deste ano.

Ednaldo Rodrigues disse ainda que tomou a decisão de paralisar o Campeonato Brasileiro deste ano por “democracia”. A CBF ouviu os 20 clubes da Série A e 15 deles decidiram parar. Outros cinco não responderam.

– É a democracia. Temos que trabalhar ouvindo todos os clubes, todas as federações estaduais. Agora, neste contexto, a CBF vai fazer uma engenharia criteriosa para que possamos amenizar a sobrecarga de jogos para os clubes.

O presidente da CBF disse ainda ser “muito difícil” fazer previsões sobre como serão os detalhes dessa “engenharia” no calendário.

– Vamos fazer tudo o que for possível para não trazer nenhuma consequência maior para os clubes. O objetivo é que tenham rendimento técnico para representar bem nosso país nas competições internacionais.

Veja os tópicos citados pela CBF no comunicado sobre o calendário
Dificuldade de harmonização do calendário

Dificuldade de harmonização do calendário em razão de a data de encerramento da Série A (08/12) e a data de início da Copa Intercontinental, cujas semifinais estão programadas para o dia 14/12 e final no dia 18/12, porém com a previsão de playoff entre representantes da Conmebol e da Concacaf que sequer possui data definida, mas que deve ocorrer após a final da Copa Conmebol Libertadores no dia 30/11 e antes do dia 14/12, valendo frisar que nos últimos cinco anos o campeão da Libertadores foi um clube brasileiro.
A utilização de datas Fifa para reposição de partidas também encontra restrições, considerando:

Dificuldades para os clubes que terão jogadores convocados;
A supressão de períodos de repouso e recuperação para a reacomodação de partidas;
Possível sobreposição de reposição de partidas com shows ou eventos previamente agendados nos estádios e arenas;
A utilização por parte da Conmebol de datas Fifa para reposição de partidas da Libertadores e Sul-Americana, o que restringe o número de datas disponíveis;
Para o caso de possível prolongamento do calendário de 2024 haverá a necessidade de:

renegociações com detentores de direito de transmissão e patrocinadores;
análise de impacto em relação ao prazo de vigência de contrato de jogadores;
possível invasão de período de férias de jogadores com a necessidade de revisão;
impacto em relações sindicais e acordos com o Ministério Público do Trabalho;
estrangulamento do calendário de 2025, para o qual já há previsão de realização do novo formato do Mundial de Clubes, que consumirá maior número de datas;
possível impacto nas datas dos campeonatos estaduais, que precisarão se readequar para acomodar o prolongamento do calendário de 2025;
possível revisão de acordos para a redução dos intervalos entre jogos (66 horas).

Fonte: GE

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Brasileirão

Grandes clubes não aceitam parar o Brasileiro, e CBF avisa que gaúchos não terão privilégios

por Redação 14 de maio de 2024

O resumo é simples.

A força de Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo, junto com as tevês que transmitem o Brasileiro, é maior do que o apelo dos clubes da Liga Forte, reforçados do Atlético Mineiro e Grêmio, que desejam a paralisação imediata, por conta da tragédia que assola o Rio Grande do Sul.

Pressionado pelo ofício enviado pelos clubes que formam a Liga Forte União, ontem à noite, exigindo a paralisação do campeonato nacional, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, foi obrigado a se posicionar.

Da Tailândia, onde está em um congresso da Fifa, ele mandou avisar que recebeu o ofício, mas qualquer decisão só no dia 27, daqui a 13 dias.

O dirigente da CBF avisou que não é ‘fácil’ parar o Brasileiro. E que inúmeras pessoas de outros estados seriam prejudicadas.

Ednaldo tem três fortes argumentos para seguir com a competição.

O primeiro é o calendário, já ‘encavalado’ com a Copa América, além do Brasileiro, Libertadores, Copa Sul-Americana, Copa do Brasil.

O segundo é que a Conmebol só poupou os clubes gaúchos, suas competições continuam normalmente.

O terceiro está na fortíssima pressão das redes de televisão, para que o Brasileiro siga, por conta de seus compromissos comerciais bilionários.

Há multa altíssima se o contrato de transmissão for rompido.

E a CBF interromper o Brasileiro por conta de problemas ambientais em um só estado.

É frio, insensível, diante da enorme tragédia do Rio Grande do Sul, mas vale o que está no contrato de transmissão.

Palmeiras e Flamengo, rivais pelos títulos mais importantes da América, se aproximaram diante da ameaça de paralisação.

E combinaram se posicionar publicamente contrários, o que fizeram no último final de semana.

Corinthians e São Paulo vão pelo mesmo caminho.

Não aceitam o Brasileiro paralisado.

Ednaldo garante que a CBF não irá ceder à pressão popular.

Por mais que, infelizmente, as chuvas tenham voltado ao Rio Grande do Sul.

Não quer parar o Brasileiro de jeito algum.

E muito menos garantir o direito de permanência na Série A a Internacional, Grêmio e Juventude, como também está sendo aventado.

As regras seguem valendo, de acordo com o dirigente.

Como foi combinado no Conselho Técnico, entre todos os clubes.

Quando ninguém imaginava a tragédia que estava por vir…

Fonte: r7

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