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Copa do Brasil

Copa do Brasil

Derrota no Maracanã expõe feridas de um Vasco que precisa voltar a ser campeão

por Redação 22 de dezembro de 2025

A derrota por 2 a 1 para o Corinthians, no Maracanã, na final da Copa do Brasil, entrou para a lista dos capítulos mais dolorosos da história recente do Vasco. O resultado frustrou uma torcida que acreditou, com motivos concretos, na chance de encerrar um jejum de 14 anos sem títulos nacionais diante de mais de 65 mil torcedores.

O Vasco chegou à decisão com méritos. Eliminou Botafogo e Fluminense com atuações consistentes, mostrando equilíbrio dentro e fora de casa. No jogo de ida, em Itaquera, foi superior ao Corinthians, mas voltou ao Rio com um empate sem gols que acabou fazendo falta. A ausência de uma vitória em São Paulo se mostrou decisiva.

No Maracanã, o time de Fernando Diniz teve mais posse de bola e iniciativa, mas pagou caro por erros pontuais. Foram três falhas ao longo da partida, duas delas convertidas em gols pelo Corinthians, que soube explorar as transições rápidas e jogar com o peso da experiência. Faltaram casca e maturidade ao Vasco para resistir à estratégia paulista.

O apito final encontrou uma arquibancada silenciosa. Houve aplausos, mas predominou a paralisia. A frustração tomou conta do estádio. Mais uma vez, o Corinthians se apresentou como um adversário traumático para o clube carioca, que reviveu lembranças amargas do Mundial de 2000, do Brasileirão de 2011, da Libertadores de 2012 e agora da Copa do Brasil de 2025.

Dentro de campo, o roteiro foi claro. Os dois gols do Corinthians nasceram de jogadas em velocidade, especialmente explorando o espaço nas costas da defesa vascaína. No primeiro, falhou a pressão e a cobertura; no segundo, um erro individual foi potencializado por uma jogada de alto nível técnico. O Vasco até reagiu, empatou ainda no primeiro tempo e voltou melhor após o intervalo, mas caiu no jogo fragmentado imposto pelo adversário.

Algumas atuações abaixo do esperado pesaram. Enquanto Thiago Mendes e Andrés Gómez se destacaram, jogadores responsáveis pela criação não conseguiram decidir. No fim, a defesa de Hugo Souza em chute de Rayan simbolizou a noite em que o detalhe fez toda a diferença.

A temporada deixa lições importantes. O Vasco voltou a ser protagonista em duas Copas do Brasil consecutivas, algo raro nos últimos anos, mas ainda precisa dar o próximo passo. O elenco evoluiu após a janela do meio do ano, porém segue curto. Para 2026, o desafio será qualificar o banco, manter jovens decisivos e buscar constância no Brasileirão e nas competições eliminatórias.

A dor da derrota é grande, mas o caminho já foi iniciado. O torcedor mostrou apoio incondicional e segue esperando mais. Para um clube com a história do Vasco, competir não basta. É preciso voltar a vencer.

Fonte: GE

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Copa do Brasil

Vasco supera o Fluminense, vive noite épica e garante vaga na final da Copa do Brasil

por Redação 15 de dezembro de 2025

O Vasco é finalista da Copa do Brasil porque foi o time que mais jogou futebol no clássico contra o Fluminense. Mesmo derrotado por 1 a 0 no tempo normal no jogo de volta, no Maracanã, o Cruz-Maltino confirmou a classificação nos pênaltis e fez justiça ao desempenho superior ao longo da semifinal.

Após vencer a partida de ida com uma virada emocionante, o Vasco entrou em campo com vantagem, mas esbarrou em uma atuação decisiva do goleiro Fábio, que evitou ao menos três gols claros durante os 90 minutos. O gol tricolor saiu em um lance infeliz, com um gol contra de Paulo Henrique, um dos jogadores mais regulares da equipe na temporada.

Nos pênaltis, o roteiro dramático quase pesou contra. Vegetti, herói do jogo de ida, desperdiçou a primeira cobrança, reacendendo fantasmas recentes. Coube então a Léo Jardim assumir o protagonismo. O goleiro voltou a ser decisivo em disputas eliminatórias, repetindo atuações que já haviam garantido classificações ao Vasco em outras fases da competição.

Léo Jardim defendeu a cobrança de Canobbio e manteve o Vasco vivo até o pênalti decisivo convertido por Puma Rodríguez, que garantiu a vaga na final. Antes disso, Coutinho, mesmo abaixo tecnicamente ao longo do jogo, mostrou categoria ao bater com precisão no ângulo. Rayan e Victor Luís também converteram suas cobranças com tranquilidade.

A classificação entra para a lista das grandes noites recentes do clube, não apenas pela vaga na final, mas pelo peso simbólico de eliminar um rival histórico e retomar protagonismo nacional. Após anos de instabilidade, o Vasco volta a disputar uma decisão de Copa do Brasil, algo que não acontecia há mais de uma década.

O momento positivo também reflete escolhas acertadas da diretoria. Reforços chegaram e assumiram papel central no time titular, como Cuesta, Robert Renan, Barros, Thiago Mendes e Andrés Gómez, que foi o principal destaque da semifinal. A contratação de Fernando Diniz, apesar de oscilações no Brasileirão, mostrou impacto direto na campanha copeira.

Na final contra o Corinthians, o Vasco chega fortalecido dentro e fora de campo, encerrando a temporada sonhando com um título nacional e confirmando que a vaga foi conquistada de forma merecida.

Fonte: GE

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Copa do Brasil

Corinthians vence Cruzeiro no sufoco e garante vaga na final da Copa do Brasil

por Redação 15 de dezembro de 2025

O Corinthians está na final da Copa do Brasil após uma classificação marcada por sofrimento, superação e emoção na Neo Química Arena. Em um confronto dramático contra o Cruzeiro, o Timão contou com reação no segundo tempo e frieza nas cobranças de pênaltis para avançar e disputar o título contra o Vasco, nos dias 17 e 21.

Depois de vencer o jogo de ida fora de casa por um gol de diferença, o Corinthians entrou em campo com a vantagem, mas viu o cenário mudar completamente no duelo de volta. O Cruzeiro dominou as ações, apresentou um futebol intenso e abriu 2 a 0 ainda na primeira metade da partida, revertendo o placar agregado e ficando próximo da classificação.

A resposta corintiana veio quando o time parecia abatido. Rodrigo Garro e Breno Bidon assumiram o protagonismo no meio-campo, empurrando o adversário para trás. Em uma falha de Cássio na saída da pequena área, Matheus Bidu aproveitou a oportunidade e marcou o gol que recolocou o Corinthians no confronto, levando a decisão para os pênaltis.

Nas cobranças, o drama aumentou. O Timão chegou a estar em desvantagem por 4 a 2 e viu o Cruzeiro ter a chance de fechar a disputa. No entanto, a equipe paulista contou com a segurança do goleiro Hugo Souza e a tranquilidade de Gustavo Henrique e Breno Bidon nas cobranças decisivas para virar a série e vencer por 5 a 4.

A classificação tem peso ainda maior diante do contexto vivido pelo clube. Com um elenco que passou boa parte do Campeonato Brasileiro de 2024 na zona de rebaixamento e recebeu apenas dois reforços para a temporada, o Corinthians enfrenta uma grave crise política e administrativa, além de dificuldades financeiras e punições esportivas.

Mesmo assim, o time comandado por Dorival Júnior segue contrariando prognósticos. Após conquistar o Campeonato Paulista no primeiro semestre, o Corinthians chega à final da Copa do Brasil e mantém viva a esperança de mais um título em 2025, sustentado pela tradição, pela resiliência e pela força emocional que marcam a história do clube.

Fonte: GE

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Copa do Brasil

Corinthians supera desfalques e vê Gui Negão como solução promissora no ataque

por Redação 28 de agosto de 2025

O Corinthians venceu o Athletico-PR por 1 a 0, fora de casa, e largou em vantagem nas quartas de final da Copa do Brasil. O triunfo, porém, veio em meio a uma série de desfalques que tiraram de campo cinco titulares da equipe que havia eliminado o Palmeiras três semanas atrás: Raniele, José Martínez, Carrillo, Yuri Alberto e Memphis Depay.

Mesmo com tantas baixas, o técnico Dorival Júnior encontrou alternativas. A mais promissora atende pelo nome de Gui Negão, autor do gol decisivo e que chegou ao terceiro jogo seguido balançando as redes.

No duelo na Ligga Arena, Dorival iniciou com um 4-4-2 em losango, mas precisou mexer no esquema após dificuldades na saída de bola. A entrada de um zagueiro a mais não serviu para reforçar a defesa, e sim para liberar Matheus Bidu e Matheuzinho nas laterais. A jogada do gol ilustrou a estratégia: Vitinho lançou Matheuzinho, que apareceu como ponta direita e serviu Gui Negão para marcar.

A vitória, no entanto, escancarou um problema: a falta de peças de reposição. Com a lesão de Matheuzinho, Dorival improvisou Félix Torres na lateral, perdendo força na transição ofensiva.

Apesar das limitações financeiras e do elenco curto, o Corinthians mostrou capacidade de adaptação e reforçou a confiança para o Dérbi contra o Palmeiras, no próximo domingo, mesmo sem Matheus Bidu e provavelmente sem Matheuzinho.

Fonte: GE

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Copa do Brasil

Classificação do Corinthians no Dérbi tem potencial de mudar rumos da temporada

por Redação 7 de agosto de 2025

Se era verdade que uma eventual eliminação teria repercussões negativas para o Corinthians, a vitória dominante contra o Palmeiras nas oitavas de final da Copa do Brasil tem o potencial de mudar os rumos da temporada corintiana, com efeitos positivos sob diferentes ópticas.

Primeiro, o Corinthians fez, no Allianz Parque, uma partida ainda melhor do que a primeira, na Neo Química Arena.

Irretocável na defesa, o time soube aproveitar a expulsão de Aníbal Moreno logo aos 11 minutos do primeiro tempo para se impor. Foi uma atuação dominante, premiada com gols de Matheus Bidu e Gustavo Henrique, em um clássico nervoso, em que o Corinthians teve mais serenidade do que o rival.

Contra o Palmeiras, o Corinthians fez dois dos seus melhores jogos na era Dorival Júnior. Coincidentemente, isso ocorreu na primeira vez em que o treinador conseguiu repetir uma escalação em 19 partidas ao longo de três meses, o que deu respaldo ao que o técnico dizia sobre a falta de sequência do elenco, tão carente de opções, especialmente ofensivas.

Quando Yuri Alberto voltou e, por consequência, o trio com Memphis Depay e Rodrigo Garro retornou, o Corinthians pareceu finalmente se encontrar.

Dorival chegou à segunda partida do Dérbi com o futuro em jogo: em caso de eliminação, o técnico veria a pressão por sua demissão crescer, assim como ocorreu depois da dura derrota no clássico com o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro.

Mas o treinador, ciente das dificuldades financeiras do Corinthians, vem se mostrando resignado com a perspectiva de receber pouco ou nenhum reforço nesta janela de transferências. E provou que, com o elenco titular, dá para ser competitivo.

Dorival respira aliviado no cargo, e o Corinthians evita o cenário de terra arrasada, de sobrar apenas o Brasileirão, sem perspectiva de título para disputar em 2025, depois das eliminações precoces na Copa Sul-Americana e na Conmebol Libertadores.

O triunfo no clássico contra o seu maior rival, com uma atuação convincente, clareou novos caminhos competitivos para o Timão.

No meio da tabela do Brasileirão, o Corinthians vê o sonho do título da Copa do Brasil se tornar mais palpável. São seis jogos até uma eventual conquista, em uma competição cuja premiação seria muito bem-vinda para os cofres corintianos.

O clube ainda tem a sorte de contar com um técnico que sabe como vencer a Copa do Brasil. Dorival possui três títulos da competição, com Santos (2010), Flamengo (2022) e São Paulo (2023).

Se fora de campo o cenário no Corinthians é conturbado, político e financeiramente, dentro dele, a julgar pelo resultado dessa quarta-feira, o horizonte se tornou mais animador.

Fonte: GE

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Copa do Brasil

“Cabeça vazia, fralda cheia” e “fora, Abel”: torcedores do Palmeiras protestam com faixas após derrota

por Redação 7 de agosto de 2025

Torcedores do Palmeiras penduraram faixas em frente ao Allianz Parque após a eliminação para o Corinthians nas oitavas de final da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira.

Uma delas ironiza o lema “cabeça fria, coração quente” de Abel Ferreira: “cabeça vazia, fralda cheia, time cagão”. Em outra, há a mensagem “fora, Abel”, e a terceira diz “presidente inexistente, diretoria incompetente”.

Desde terça, o Palmeiras tem sido alvo de protestos. Na terça, torcedores levaram cestas de doces com fotos dos atletas e Abel Ferreira à porta da Academia de Futebol.

Na derrota por 2 a 0 para o Corinthians nessa quarta, parte do Allianz Parque mandou Abel Ferreira “tomar no c…”, além de xingar Leila Pereira, Anderson Barros e o elenco.

Apesar das cobranças, o Verdão não planeja mudar a forma de trabalho no departamento de futebol. Barros, inclusive, reforçou a intenção de renovar contrato com Abel Ferreira até o fim de 2027. O técnico, por sua vez, respondeu que não é momento de tratar do assunto.

Fonte: GE

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Copa do Brasil

Wallace Yan pede desculpas à torcida do Flamengo após pênalti perdido na eliminação da Copa do Brasil

por Redação 7 de agosto de 2025

O Flamengo foi eliminado pelo Atlético-MG nas oitavas de final da Copa do Brasil nos pênaltis. Wallace Yan foi titular de Filipe Luís e foi um dos atletas a desperdiçar a penalidade. Ele isolou a última cobrança rubro-negra. Em rede social, o jovem lamentou e pediu desculpas a torcida.

  • A vida me ensinou a dar volta por cima, ver que após a tempestade o sol brilha, que a dor não dura para sempre. É só acreditar. Peço desculpas a Nação e farei de tudo pra dar a alegria que vocês merecem! – escreveu no Instagram.

No segundo tempo, Wallace Yan perdeu uma chance clara. Aos 36, Saúl cruzou na área para Samuel Lino, que chutou por baixo. A bola explodiu na zaga e sobrou para o jovem atacante, que cabeceou para fora com Everson já caído.

Wallace Yan não foi o único a errar o pênalti para o Flamengo. Samuel Lino parou na mão de Everson. O Rubro-Negro acertou três cobranças, enquanto o Atlético-MG acertou quatro. Rossi defendeu a cobrança de Júnior Alonso. Na coletiva, Filipe Luís defendeu o jovem atacante.

— Ele é um jogador que tem muita personalidade. Não se esconde, não se acanha para ninguém. Ele tem sido o foco das atenções, mas Lyanco não é santo, Everson e Hulk também não. Eles provocam. Entram nessas coisas de jogo. No futebol de alto rendimento, ninguém quer perder. E é assim mesmo. Desde que não tenha violência, tudo bem. Os dois times querem ganhar. O Atlético-MG venceu. O Wallace fez uma grande partida, fez o que estava no plano de jogo. Ele tem personalidade e muito futuro pela frente.

Fonte: GE

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Copa do Brasil

Atlético-MG trava jogo do Flamengo e comprometimento tático faz time sair na frente nas oitavas

por Redação 1 de agosto de 2025

O Atlético-MG protagonizou um jogo de quebra-cabeça no Maracanã. Bem pensado, elaborado e aplicado taticamente. Suficiente para travar as armas do Flamengo e construir uma vitória por 1 a 0 no duelo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Cuca não espelhou a formação de domingo – quando os times se enfrentaram pelo Brasileiro. Menino saiu da ala direita para o meio, e Saravia ficou pelo corredor. Na esquerda, Scarpa seguiu na função. A linha de três foi desmontada na defesa. Ajustes nas peças e manutenção da ideia: travar o meio do Flamengo, ter encaixes individuais para diminuir os espaços e buscar o contra-ataque.

A estratégia passou pelo controle defensivo da partida. Mais uma vez, deu certo. Saravia não deixou Luiz Araújo jogar, Alan Franco não desgrudou de Plata – se posicionava quase como um zagueiro muitas vezes – e Lyanco e Alonso protegeram bem a área.

Diferente do 1º tempo de domingo, o Atlético encontrou problemas no jogo ofensivo. Em algumas oportunidades, procurou sair curto de trás e não fez as melhores escolhas. Em outras, apostou na bola longa, sem entregar resultado. Cuello – destaque no domingo – foi bem marcado e encontrou menos espaços.

Mesmo assim, com um minuto, o time encaixou o contra-ataque perfeito. Igor Gomes antecipou uma rebatida do Flamengo no meio-campo. Hulk escorou para Cuello, que acionou Scarpa na esquerda. Ele conduziu e cruzeiro para Hulk. Sozinho, na área, o capitão atleticano furou a bola.

A chance bem trabalhada foi rara do lado atleticano. O Flamengo cresceu na reta final do primeiro tempo. Com volume, colocou uma bola no travessão. Depois, Plata exigiu uma boa defesa de Everson. Um duelo equilibrado.

O Atlético voltou sem trocas, mas com uma postura mais agressiva. Tratou de adiantar as linhas, subir a marcação nas saídas de bola do Flamengo e ficou mais com a posse. Cuello trouxe mais incômodo a defesa rubro-negra. Em um dos ataques, por pouco não deixou Rony na cara do gol. Um pouco antes, foi a vez de Menino e Scarpa arriscarem de fora da área. Um Galo com maior volume ofensivo.

Melhor no jogo, o time de Cuca saiu na frente. Em saída de bola do Flamengo, Rony subiu para pressionar, incomodou, e fez Léo Pereira forçar um passe e ver Cuello se antecipar a Ortiz. O atacante ganhou a posse e finalizou para abrir o placar.

Assim que o gol saiu, o treinador Alvinegro tratou de reforçar o meio-campo e deixar Hulk e Cuello à frente. Atrás, colocou Rabello para formar uma linha de cinco na vaga de Saravia, que saiu com dores. Com isso, Menino foi posicionado pela lateral direita.

A partir dos 35 minutos, iniciou uma blitz do Flamengo para buscar o empate. Lino trouxe problemas ao lado direito atleticano, que teve dificuldades para parar o atacante. O time chegou até a marcar, mas em posição irregular.

O Atlético resistiu e confirmou uma vantagem importante nas oitavas de final da Copa do Brasil. Premiado pela entrega e o comprometimento. Estratégia capaz de superar um dos times de maiores investimentos do Brasil e fazer o Alvinegro sonhar com a possibilidade de seguir vivo no mata-mata.

Fonte: GE

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Copa do Brasil

Crespo roda o elenco e acha soluções para São Paulo fazer lição de casa na Copa do Brasil

por Redação 1 de agosto de 2025

É muito difícil que qualquer trabalho resista sem feridas a tantos problemas. Questões físicas, que tanto já assombraram o São Paulo no passado, voltaram a dar dor de cabeça para o técnico Hernán Crespo no presente. Mesmo assim, o treinador tem encontrado soluções para que o Tricolor faça o que precisa ser feito. Na última quinta-feira, contra o Athletico-PR, foi assim.

Antes dos 20 minutos do primeiro tempo da partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, Crespo perdeu Wendell. O lateral-esquerdo, em seu melhor momento no São Paulo, sentiu uma lesão na coxa esquerda e se juntou a outros seis jogadores no departamento médico.

Crespo, preocupado com questões físicas, já havia preservado titulares desgastados para evitar novas lesões. Wendell, inclusive, tinha sido reserva e jogado apenas 21 minutos no domingo, contra o Fluminense, justamente para poder ser titular diante do Athletico. Mas como nem tudo é controlável no futebol, nem a preocupação do treinador foi o suficiente para evitar a lesão.

A saída de Wendell para a entrada de Enzo Diaz, porém, pouco afetou o São Paulo contra o Athletico, porque o time comandado por Hernán Crespo cada vez mais parece ter uma cara, uma maneira de jogar, independentemente de quem esteja em campo.

Está cada vez mais comum ver o São Paulo construindo jogadas trabalhadas, com inversão de lado, idas à linha de fundo, tabelas, triangulações… E foi assim que o gol de Pablo Maia, o primeiro da noite, foi construído. O Tricolor começou a construção ofensiva pela direita, foi para a esquerda, Enzo chegou à linha de fundo, cruzou para a direita e, só depois, o volante abriu o placar em belo chute de fora da área.

Durante o jogo contra o Athletico, essa foi a principal arma do São Paulo. Circular a bola, trocar passes com velocidade, levar seus jogadores de um lado para o outro, com muita liberdade. Ferreira, por exemplo, um clássico ponta esquerda, virou um atacante sem posição fixa e deu muito trabalho aos defensores adversários, além de ter feito o segundo gol.

A escalação usada contra o Athletico não teve Ferraresi, suspenso, Luciano, Bobadilla e Alisson, preservados. Todos, menos o zagueiro, porém, entraram no decorrer da partida. E um sinal de que o São Paulo de Crespo já tem uma cara é que pouco mudou no que se viu em campo mesmo sem diversos titulares.

Houve oscilações, obviamente naturais. A saída de Luciano, que até então havia participado de todos os gols do Tricolor depois da chegada de Crespo, poderia ter diminuído o poderio ofensivo tricolor, mas não foi isso o que aconteceu. O São Paulo fez dois gols e esteve perto de encaminhar a vaga às quartas de final, mas o Athletico diminuiu a vantagem no fim.

Durante o segundo tempo, principalmente, o Tricolor teve momentos em que não conseguiu chegar com tanta facilidade ao gol de Santos, mas também não sofreu. O Athletico deu pouco trabalho a Jandrei, que mal fez defesas e não teve culpa no gol que pôs números finais à partida.

Tentando fugir de problemas e driblando as lesões e o desgaste como é capaz, Crespo tem encontrado soluções para fazer o São Paulo jogar futebol. Agora, pode até empatar na Arena da Baixada para voltar para casa, na semana que vem, com a vaga nas quartas de final da Copa do Brasil.

Fonte: GE

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Copa do Brasil

Jogar bem apenas não basta para um Palmeiras que teima em falhar nos detalhes

por Redação 31 de julho de 2025

O Palmeiras de 2025 mostrou mais uma vez, na última quarta-feira, que tem faltado aquele “algo a mais” para se provar em clássicos decisivos na temporada. A derrota para o Corinthians, na Neo Química Arena, foi um balde de água fria para uma equipe que jogou bem, mas novamente não foi letal.

O Verdão fez um primeiro tempo de altos e baixos, com direito a defesa de Weverton em cobrança de pênalti de Yuri Alberto e uma finalização de Giay que foi tirada em cima da linha. No segundo tempo, a equipe comandou praticamente todas as ações ofensivas, mas quem marcou o gol foi Memphis Depay, garantindo a vitória do rival por 1 a 0.

E é justamente esse o grande problema que o Palmeiras carrega neste ano até aqui e precisa resolver com certa urgência para ainda sonhar com a vaga nas quartas de final da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, às 21h30, no Allianz Parque.

Apenas jogar bem não vem sendo o suficiente. Pode ser por uma imaturidade de alguns jovens jogadores ou até por falta de sorte, como a presença de André Ramalho em cima da linha no lance com Giay ou no impedimento milimétrico de Gómez no que seria o gol de empate.

Fato é que aquela (quase) certeza que o torcedor tinha em outros momentos da era Abel Ferreira de que o time poderia se superar a qualquer momento já não existe mais.

O treinador parece que encontrou a sua formação ideal após as saídas de Estêvão e Richard Ríos. Sosa pelo lado esquerdo do ataque e Facundo pelo direito conseguiram algumas boas escapadas, dando opções aos meio-campistas.

Lucas Evangelista na função de segundo volante foi um dos destaques. Além da ajuda na marcação, deu passes interessantes para quebrar linhas e não teve medo de jogar com a bola nos pés. Mauricio novamente foi o cérebro do time.

Resta agora, portanto, ajustar a tal da eficácia, tão falada por Abel, para vencer um clássico da magnitude de um Palmeiras x Corinthians. Em Itaquera, o Verdão finalizou 12 vezes, mas apenas cinco foram no gol.

Na próxima quarta-feira, o Verdão precisará muito mais do que só jogar bem para avançar. Além da eficiência na frente do gol, vai precisar resgatar aquele antigo Palmeiras resiliente e que sufoca o adversário do começo ao fim dentro de casa.

Fonte: GE

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