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Categoria:

Olimpíadas

Olimpíadas

Rebeca Andrade revela confidência de Biles: Paris foi seu adeus olímpico

por Redação 9 de agosto de 2024

Rebeca Andrade, maior medalhista olímpica do Brasil e campeã do solo em Paris 2024 fez uma revelação durante a visita da equipe de ginástica artística à Casa Brasil, sede do Comitê Olímpico Brasileiro na capital francesa. Segundo ela, Simone Biles garantiu que estas foram as suas últimas Olimpíadas. A americana, considerada a maior ginasta de todos os tempos, dona de sete medalhas de ouro em três edições dos Jogos. Não estaria portanto, nas Olimpíadas de 2028, que acontecem em Los Angeles, nos EUA.

  • A Simone é a melhor do mundo, ela é sensacional, e pra mim foi uma honra, foi algo muito genuíno, porque a gente nem sabia que estava gravando. Estávamos ali conversando eu, ela e a Flávia muito tranquilas e ela perguntou se a gente ia continuar treinando depois de Paris. Eu falei que não sabia e perguntei se ela iria continuar. Aí ela disse: “Não, pra mim já deu.” Aí eu falei: “Não, a ginástica precisa de você, a gente precisa de você.” Aí ela foi, tirou a coroa e colocou na minha cabeça. Eu até fiquei assim… “Não, minha filha, não faz isso, não!! (risos)”. Só que não pegou o áudio, né? – disse a brasileira.

A brasileira ressaltou mais uma vez a parceria que tem com Simone Biles, e garantiu que uma torcerá sempre pela outra, assim como pelas demais ginastas.

  • É sensacional, a gente torce muito uma pela outra. Eu lembro em Tóquio como foi, o tanto que ela estava torcendo mesmo passando pelas situações que ela passando lá. A gente tá sempre torcendo uma pela outra, não só eu por ela, mas como todas as ginastas mesmo. A gente sabe como é difícil chegar lá, o tanto que a gente treina pra estar lá. Eu me senti muito feliz, e vai ser assim sempre.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Isaquias Queiroz dá arrancada espetacular no fim e garante a prata no C1 1000m em Paris

por Redação 9 de agosto de 2024

Uma demonstração impressionante de força física e mental deu a Isaquias Queiroz a medalha de prata no C1 1000m das Olimpíadas de Paris. Remada a remada na final da categoria, o baiano de Ubaitaba transformou a frustração no C2 500m no dia anterior em pódio nesta sexta-feira, com uma arrancada espetacular no últimos 250 metros para sair do quinto ao segundo lugar.

Martin Fuksa, da República Tcheca, levou o ouro com a melhor marca olímpica da categoria: 3m43s16 – o tempo do brasileiro foi de 3m44s33. Serghei Tarnovschi, da Moldávia, completou o pódio, em terceiro (3m44s68).

Com a medalha, Isaquias chegou ao quinto pódio olímpico na carreira e se igualou aos velejadores Robert Scheidt e Torben Grael em segundo entre os recordistas do Brasil – a ginasta Rebeca Andrade lidera o ranking, com seis medalhas.

  • É uma sensação de alívio, muita felicidade. Não foi um ano fácil para mim. Essa medalha, para mim, é como se eu tivesse sido campeão olímpico. É um peso que tiro das minhas costas. Muita gente não acreditou em mim, pelos meus resultados nesse ano. Eu estava bem atrás. Lembrei que o Sebastian (filho) pediu o ouro. O ouro não deu, mas fico feliz de subir no pódio e entregar essa medalha para ele, que faz aniversário em agosto, e para toda a minha família. Chegar aqui e ser prata, ser porta-bandeira do Brasil, representar minha Bahia, meu Brasil, obrigado por todo mundo que acreditou em mim. Eu saí de uma modalidade pequena, e hoje o Brasil inteiro sabe do tamanho da canoagem – disse o canoísta ao repórter Pedro Bassan, da TV Globo, logo depois da prova.

Isaquias contou também com a torcida da família em Paris. A esposa Laina Guimarães e os filhos Sebastian, de 6 anos, e Luigi, de 1 ano, marcaram presença nas arquibancadas da raia olímpica desde o início das disputas da canoagem de velocidade.

Sebastian faz 7 anos em 25 de agosto, enquanto Luigi completou 1 ano no início da semana. Presenteá-los com uma medalha, como revelou na entrevista na zona mista, era uma das motivações de Isaquias. Um abraço dos filhos e da esposa depois da semifinal serviu como combustível extra para ele sair de uma situação difícil na final para conquistar a prata.

A prova
O bicampeonato olímpico da prova ficou distante diante do desempenho impecável de Martin Fuksa, mas Isaquias mostrou por que é um dos grandes canoístas da história. Depois de um começo acirrado, o brasileiro ficou para trás. Era o quarto na linha dos primeiros 250 metros.

Enquanto Fuksa sobrava na frente e abria vantagem, Isaquias chegou a cair para quinto. Foi essa a posição dele faltando o quarto final da prova (250 metros), a quase dois barcos de diferença para Zakhar Petrov (Atletas Individuais Neutros) e Serghei Tarnovschi, segundo e terceiro colocados no momento, respectivamente.

A partir de então, Isaquias acionou o “modo turbo” e atropelou os adversários para ganhar três posições e fechar em segundo, garantindo a 16ª medalha do Brasil em Paris. A exaustão dele ao deixar a canoa, se jogando no chão, é o retrato do tamanho do esforço que precisou fazer para colocar a medalha de prata no peito.

Resultado da final⏱️ :
Martin Fuksa (República Tcheca) – 3m43s16 ?
Isaquias Queiroz (Brasil) – 3m44s33 ?
Serghei Tarnovschi (Moldávia) – 3m44s68 ?
Zakhar Petrov (Atletas Individuais Neutros) – 3m45s28
Carlo Tacchini (Itália) – 3m48s97
Wiktor Glazunow (Polônia) – 3m49s05
Balazs Adolf (Hungria) – 3m49s83
Sebastian Brendel (Alemanha) – 3m51s44

Fonte: GE

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Olimpíadas

Brasil nas Olimpíadas em Paris: veja a agenda do dia 09/08

por Redação 9 de agosto de 2024

Depois de um jejum de medalhas no vôlei de praia em Olimpíadas de oito anos, o Brasil vai voltar ao pódio nesta sexta-feira, com Ana Patrícia e Duda. As brasileiras vão lutar pelo ouro contra as canadenses Melissa e Brandie na Arena da Torre Eiffel. Ao som de Lady Gaga, Bárbara Domingos tenta o primeiro pódio olímpico do país na ginástica rítmica.

Já nas águas do Estádio Náutico, Isaquias Queiroz vai tentar medalha na canoagem de velocidade, na mesma prova em que foi campeão em Tóquio. No atletismo, Alison dos Santos é candidato ao pódio nos 400m com barreiras, e Almir Júnior disputa a final do salto triplo. Veja a agenda dos brasileiros em Paris.

Busca pelo 2º ouro
Apesar da decepção com o último lugar na final das duplas da canoagem, ao lado do parceiro Jacky Godmann, Isaquias Queiroz se mantém vivo na disputa individual dos 1000m. Nesta sexta, o canoísta vai brigar por medalha. A semifinal começará às 6h30. Se ele avançar, a final será às 8h50. As disputas do brasileiro serão transmitidas ao vivo pela Globo e pelo sportv2 e terão acompanhamento em tempo real pelo ge.

Final histórica
Maior medalhista do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, em 2023, Bárbara Domingos se tornou a primeira brasileira classificada para uma final olímpica da ginástica rítmica. Inspirada por Daiane Santos, a ginasta pode fazer história novamente nesta sexta, em sua primeira participação em Olimpíadas, e garantir uma medalha inédita para o Brasil na categoria individual geral, ao som de Lady Gaga.

As competições serão transmitidas ao vivo pela Globo, pelo sportv3 e pelo sportv2. Você também acompanha aqui, em tempo real pelo ge. Bárbara faz a final individual geral às 9h30, mas antes, às 5h, o Brasil participa da classificatória por equipes.

De volta ao pódio
Depois de ver as outras três duplas brasileiras eliminadas durante a competição, Ana Patrícia e Duda lutaram bravamente até o tie-break contra as australianas Mariafe e Clancy e garantiram vaga na final olímpica do vôlei de praia. O Brasil não subia ao pódio na modalidade desde 2016. A dupla enfrentará as canadenses Melissa e Brandie nesta sexta, às 17h30 (de Brasília), pelo ouro. A partida terá transmissão ao vivo pela Globo e pelo sportv2, além de acompanhamento em tempo real pelo ge.

Esperança no atletismo
No atletismo, há duas chances de medalha. Nos 400m com barreiras, Alison dos Santos teve problemas na semifinal, mas é forte candidato ao pódio na final das 16h45. No salto triplo, Almir Júnior corre por fora na prova que começa às 15h10. A disputa terá transmissão ao vivo pela Globo, pelo sportv e pelo sportv2, além de acompanhamento em tempo real pelo ge.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Bárbara Domingos faz história e avança à final do individual geral da ginástica rítmica

por Redação 8 de agosto de 2024

Quando Bárbara Domingos se classificou para as Olimpíadas de Paris, já era esperado um bom resultado. Ouro no individual geral, bola e fita no Pan-Americano de Santiago, no ano passado, Bárbara vem escrevendo seu nome na história da ginástica rítmica brasileira. Promessa de medalha nos Jogos, Bárbara apresentou boas séries na classificatória desta quinta-feira e conquistou uma vaga inédita para o país na final do individual geral.

Bárbara começou as apresentações com a bola e o arco, ficando em sexto ao fim das primeiras rotações e encaminhando a vaga para a final. Voltando para as últimas séries do dia, Bárbara se manteve bem no ranking, abrindo com a fita e encerrando com as maças. Bárbara se classificou em 8° no quadro geral, somando uma média de 129.750. A italiana Sofia Raffaeli foi a primeira nas classificatórias, com 139.100.

As classificatórias do individual geral da ginástica rítmica têm quatro rotações. Na primeira etapa desta manhã, as ginastas se revezaram entre as apresentações do arco e bola. Após um intervalo, elas voltaram para a segunda etapa, com as rotações das maças e fita. Das 24 atletas disputando essa etapa, apenas as dez melhores ginastas ao fim das séries se classificaram para a decisão, que será disputada na sexta-feira (9), às 9h30.

As séries de Bárbara
BOLA

Bárbara Domingos foi a 22ª a se apresentar nesta quinta-feira, quase no final das rotações. Para bailar a primeira apresentação, a brasileira escolheu a música “Je Suis Malade”, da cantora Lara Fabiane. Aos 24 anos, Bárbara estreou nas Olimpíadas e já começou muito bem. Se apresentando primeiro com a bola, a brasileira escolheu um collant vermelho com muito brilho.

Bárbara apresentou uma série difícil, com 1min30s, combinando o ritmo dramático da música com movimentos fortes e ligações complicadas. Mesmo recebendo -0.05 de penalidade na execução, a brasileira foi muito bem na apresentação. Bárbara somou 33.100, recebendo 10.3 pela dificuldade corporal, 7.0 no aparelho, 8.2 no quesito artístico e 7.650 de execução. Ela encerrou a primeira rotação em sétimo lugar, com a alemã Darja Varfolomeeve a italiana Sofia Rafaelli no topo do quadro geral.

ARCO

Bárbara voltou à arena pela segunda rotação para realizar a série com o arco. Usando um collant verde e amarelo, a brasileira utilizou a música “Circle Of Life”, tema do filme “O Rei Leão”, com fortes acordes. Novamente, a ginasta apresentou ligações dificílimas, encontrando o arco após o aparelho alcançar alturas incríveis.

Bárbara somou 34.750 no arco, recebendo 11.7 por dificuldade corporal, 6.9 no domínio do aparelho, 8.2 pela parte artística e 7.950 na execução. A brasileira comemorou após o fim da apresentação, que a colocou em 6° no quadro geral, e encaminhou sua vaga para a final.

FITA

Bárbara Domingos agitou o público quando os primeiros acordes de “Bad Romance”, de Lady Gaga, tocou na arena. A versão da música foi diferente, usada no filme “Moulin Rouge”. O look para a segunda parte das rotações do dia foi um show em particular, com um lindo collant preto e branco.

Segura e precisa nas movimentações com a fita, Bárbara foi muito bem na apresentação, sem cometer erros graves. A brasileira teve um pequeno desconto de -0.10 na execução e abaixou um pouco a nota em relação às anteriores, mas ainda assim se manteve em sexto no ranking, somando 31.700.

Bárbara recebeu 10.2 pela dificuldade corporal. A série mais simples da ginasta até então. A dificuldade dos aparelhos foi 5.7 e a parte artística recebeu 8.150. A nota de execução foi um pouco mais alta do que na bola, com 7.750.

MAÇAS

Bárbara Domingos não poderia ter encerrado com uma música melhor. Sambando ao som do clássico “Garota de Ipanema”, ela vestiu um collant neon verde e amarelo e encheu o Brasil de orgulho. Ela teve uma pequena falha na série, deixando o aparelho cair, mas se recuperou entregando muito carisma. Mesmo com o erro, Bárbara conseguiu 30.200 e se garantiu na final do individual geral.MAÇAS

Bárbara Domingos não poderia ter encerrado com uma música melhor. Sambando ao som do clássico “Garota de Ipanema”, ela vestiu um collant neon verde e amarelo e encheu o Brasil de orgulho. Ela teve uma pequena falha na série, deixando o aparelho cair, mas se recuperou entregando muito carisma. Mesmo com o erro, Bárbara conseguiu 30.200 e se garantiu na final do individual geral.

No quesito de dificuldade corporal, ela ficou com 10.1. Já nos aparelhos, Bárbara somou 5.4. Com muita expressividade na coreografia artística, a ginasta ficou com 7.650. Com a falha nas maças, a execução foi 7.050.

Fonte: GE

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Olimpíadas

EUA vence Brasil no tie-break e seleção disputará o bronze

por Redação 8 de agosto de 2024

O Brasil perdeu nesta quinta (08) os Estados Unidos na semifinal dos Jogos de Paris 2024 por 3 a 2, em jogo emocionante com os EUA vencendo primeiro e terceiro set e a seleção brasileira correndo atrás no segundo e quarto set.

Zé Roberto escalou de titulares: Roberta, Rosamaria, Gabi, Ana Cristina, Thaísa, Carol e Nyeme (líbero). O técnico exaltou antes da partida, o amistoso que o Brasil fez contra as norte-americanas antes dos Jogos e venceu. O objetivo daquela partida era treinar o time para o jogo de velocidade dos EUA.

A derrota marca o fim do sonho do tricampeonato olímpico do Brasil e de Thaísa pelo menos até aqui. Agora, a seleção espera quem perder de Turquia e Itália para saber contra quem disputará a medalha de bronze no sábado.

1ºset

O primeiro set começou com os Estados Unidos acertando tudo o que tentava, saque, bloqueio e ataque, assim elas abriram 4 a 0 e Zé Roberto pediu tempo. O Brasil diminuiu para 6 a 3, depois das norte-americanas abrirem 8 a 3, Rosamaria e Robera saíram para entrada de Macris e Tainara, esta última foi a primeira a conseguir bloquear Plummer. Com isso, a seleção voltou a reduzir a vantagem para 8 a 7 e foi a vez das adversárias pararem o jogo.

A parada ajudou elas que abriram 10 a 7, mas bloqueando bem, o Brasil empatou em 12 a 12 e virou para 16 a 14, utilizando o fundamento. Carol, Tainara e Thaísa estavam muito bem na defesa durante a parcial, mas após dois erros de ataque brasileiro, os EUA empatou em 19 a 19 e Zé parou o jogo pela segunda vez no set. Com 21 a 20 para as adversárias, Zé desfez a inversão do começo do set e Roberta empatou com um ace. Porém, dois ataques norte-americanos foram o suficiente para elas fecharam a parcial em 25 a 23.

2ºset

Gabi começou muito bem e ajudou com ataque e bloqueio o Brasil a abrir 7 a 4. Os EUA chegaram a empatar em 8 a 8, mas as brasileiras voltaram a abrir para 11 a 8 e as adversárias pararam o jogo. O que não adiantou nada, já que com Ana Cristina inspirada, a seleção aumentou para 15 a 10, depois abrindo seis pontos com um ace de Carol.

Dominante, o Brasil aumentou ainda mais para 23 a 16, mas após as estadunidenses fizeram dois pontos seguidos e Zé parou o jogo. A parada adiantou e com Ana Cristina na diagonal, a seleção empatou o jogo fechando a parcial em 25 a 18.

3ºset

A parcial começou bem equilibrada e os EUA chegaram a abrir 4 a 2, mas em contra-ataque, a seleção brasileira empatou em 4 a 4, porém a arbitragem pegou um toque na rede de Gabi e o placar foi para 5 a 3. O problema é que depois disso, o Brasil demorou para se encontrar na parcial e as adversárias abriram 17 a 10, fazendo Zé parar o jogo pela segunda vez.

Gabi não acertou ataques, o Brasil não conseguiu bloquear e o set terminou em 25 a 15 para os Estados Unidos.

4ºset

As norte-americanas tiveram um bom começo, abrindo 6 a 4, mas Gabi voltou a acertar e o Brasil empatou em 6 a 6. A seleção conseguiu virar com ajuda do bloqueio e abriu 13 a 10. Com uma Ana Cristina inspirada, as brasileiras abriram 19 a 16 e os EUA pararam o jogo.

Depois de chegar a 23 a 19, o Brasil viu as adversárias encostarem em 23 a 21 e Zé parou o jogo. A seleção conseguiu chegar no set point, mas as estadunidenses salvaram duas vezes. Uma invasão por cima dos EUA deu fim ao set em 25 a 23.

5ºset

O tie-break começou bem disputado, com ambas as equipes pontuando em revezamento, até que Gabi conseguiu um ataque que desviou no bloqueio e o Brasil fez 5 a 3, mas os EUA empataram em 6 a 6 em um rally espetacular de 36 segundos e depois viraram para 7 a 6.

Com dois erros brasileiros, as adversárias abriram 12 a 8. O Brasil chegou a reduzir para 12 a 10, mas os EUA abriram 14 a 10 e fecharam em 15 a 11.

Fonte: surtoolimpico

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Olimpíadas

Isaquias Queiroz e Jacky Godmann fazem prova de recuperação e vão para a final do C2 500m

por Redação 8 de agosto de 2024

Isaquias Queiroz e Jack Godmann estão na final do C2 500m da canoagem de velocidade nas Olimpíadas de Paris. Os brasileiros fizeram uma prova de recuperação e terminaram em terceiro na bateria – os quatro primeiros avançavam. A disputa por medalha será às 8h30 (de Brasília) desta quinta-feira. Mais cedo, Valdenice Conceição, tia de Jacky, conseguiu vaga direta para as semifinais do C1 200m.

A dupla brasileira começou mal e chegou a aparecer na última colocação até a metade da prova (250m). A disputa direta em um primeiro momento era com os franceses Loic Leonard e Adrien Bart pelo quarto lugar. Jacky e Isaquias aceleraram, abriram vantagem para os franceses e ainda passaram os espanhóis Joan Antoni Moreno e Diego Dominguez na reta final.

Zakhar Petrov e Alexey Korovashkov (Atletas Individuais Neutros) ficaram em primeiro, com Balazs Adolf e Jonatan Daniel Hajdu (Hungria) em segundo. Loic Leonard e Adrien Bart acabaram eliminados.

Os tempos da primeira bateria ⏱️:
Zakhar Petrov/ Alexey Korovashkov (Atletas Individuais Neutros) – 1:39.57 *
Balazs Adolf/ Jonatan Daniel Hajdu (Hungria) – 1:39.83 *
Jacky Godmann/ Isaquias Queiroz (Brasili) – 1:39.95 *
Joan Antoni Moreno/ Diego Dominguez (Espanha) – 1:40.23 *
Loic Leonard/ Adrien Bart (França) – 1:40.98

  • classificados para final

Na segunda bateria, avançaram Hao Liu e Bowen Ji (China), Peter Kretschmer e Tim Hecker (Alemanha), Gabriele Casadei e Carlo Tacchini (Itália) e Petr Fuksa e Martin Fuksa (República Tcheca). Os romenos Illie Sprincean e Oleg Nuta ficaram fora.

No fim das contas, mesmo largando mal, Jacky Godmann e Isaquias Queiroz avançaram com o terceiro melhor tempo entre os oito finalistas.

FINALISTAS DO C2 500m? :
Zakhar Petrov/ Alexey Korovashkov (Atletas Individuais Neutros)
Balazs Adolf/ Jonatan Daniel Hajdu (Hungria)
Jacky Godmann/ Isaquias Queiroz (Brasili)
Hao Liu/ Bowen Ji (China)
Joan Antoni Moreno/ Diego Dominguez (Espanha)
Peter Kretschmer/ Tim Hecker (Alemanha)
Gabriele Casadei/ Carlo Tacchini (Itália)
Petr Fuksa/ Martin Fuksa (República Tcheca)

A classificação para a final do C2 500m mantém a chance de Isaquias igualar o recorde de Rebeca Andrade como maior medalhista olímpico do Brasil, com seis. O canoísta chegou para os Jogos de Paris com quatro e também está na disputa do C1 1000m, do qual é o atual campeão olímpico e participará das finais na sexta-feira, com as semifinais a partir das 6h30 (de Brasília).

Isaquias, porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura na atual edição do Jogos, Isaquias está empatado com Serginho (ex-líbero do vôlei com dois ouros e duas pratas) e atrás também dos velejadores Robert Scheidt e Torben Grael (cinco medalhas cada).

O canoísta, além do ouro em Tóquio no C1 1000m, tem duas pratas (C1 1000m e C2 1000m na Rio 2016) e um bronze (C1 200m na Rio 2016).

Rebeca se isolou no topo da lista com as quatro medalhas em Paris: bronze por equipes, prata no individual geral e no salto e ouro no solo. Para buscar a marca da ginasta, Isaquias conta também com a torcida da família em Paris.

A esposa Laina Guimarães e os filhos Sebastian, de 6 anos, e Luigi, de 1 ano, marcam presença nas arquibancadas da raia olímpica nesta terça. Sebastian faz 7 anos em 25 de agosto, enquanto Luigi completou 1 ano no início da semana.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Duda e Ana Patrícia não perdem há três jogos para rivais da semifinal olímpica; veja retrospecto

por Redação 8 de agosto de 2024

Única dupla brasileira sobrevivente na disputa do vôlei de praia das Olimpíadas de Paris, Duda e Ana Patrícia voltam à Arena Torre Eiffel nesta quinta-feira às 16h (horário de Brasília) em busca de uma vaga na grande final contra adversárias bastante conhecidas.

Afinal, este será o 10º confronto contra as australianas Mariafe e Clancy, desde 2022. E o retrospecto é favorável às brasileiras.

Nos nove confrontos anteriores, Duda e Ana Patrícia saíram vencedoras em seis oportunidades. A última dessas vitórias foi em março, na etapa de Doha da Elite 16 do Circuito Mundial, mas por desistência das australianas.

Nas areias, o último triunfo das brasileiras ocorreu também em Doha, mas na disputa da medalha de bronze da BPT Finals, por 2 sets a 1, com parciais de 21/18, 17/21 e 17/15.

Já a última das três vitórias da dupla australiana foi registrada em abril do ano passado, na etapa de Uberlândia do Circuito Mundial de Vôlei de Praia por dois sets a zero (16/21 e 23/25). Na decisão, Mariafe e Clancy perderam para as norte-americanas Nuss e Kloth e ficaram com a prata, enquanto as brasileiras venceram a disputa pelo bronze.

Em Paris, a dupla australiana foi responsável por eliminar as brasileiras Bárbara e Carol Solberg, nas oitavas de final.

Retrospecto Duda/Ana Patrícia x Mariafe/Clancy
06/03/2024 – Vitória de Duda e Ana Patrícia por desistência de Mariafe/Clancy (Elite 16 Doha)
09/12/2023 – Duda/Ana Patrícia 2 x 1 Mariafe/Clancy (BPT Finais Doha, disputa do bronze)
14/10/2023 – Duda/Ana Patrícia 2 x 0 Mariafe/Clancy (Mundial, semifinal)
30/04/2023 – Duda/Ana Patrícia 0 x 2 Mariafe/Clancy (Elite 16 Uberlândia, semifinal)
25/03/2023 – Duda/Ana Patrícia 2 x 0 Mariafe/Clancy (Elite 16 Tepic, semifinal)
04/02/2023 – Duda/Ana Patrícia 1 x 2 Mariafe/Clancy (Elite 16 Doha)
29/01/2023 – Duda/Ana Patrícia 2 x 1 Mariafe/Clancy (Tour Finals, semifinal)
27/01/2023 – Duda/Ana Patrícia 2 x 0 Mariafe/Clancy (Tour Finals)
27/05/2022 – Duda/Ana Patrícia 0 x 2 Mariafe/Clancy (Elite 16 Ostrava)

Fonte: GE

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OlimpíadasBrasil

‘Taxa olímpica’: Lula assina MP que isenta medalhistas de imposto nos prêmios do COI e do COB

por Redação 8 de agosto de 2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou nesta quinta-feira (8) no Diário Oficial da União uma medida provisória que isenta os atletas olímpicos de pagarem Imposto de Renda sobre os prêmios recebidos pelas Olimpíadas de Paris 2024.

Medalhas, troféus, insígnias e outros objetos do tipo recebidos pelos atletas no exterior já eram isentos de impostos federais. Os prêmios em dinheiro, no entanto, entram normalmente na declaração anual do Imposto de Renda.

O texto isenta especificamente as premiações em dinheiro pagas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) pelo desempenho nos jogos deste ano.

Os prêmios oferecidos por confederações e federações das modalidades, por patrocinadores ou pelos clubes dos atletas continuarão sujeitos à taxação, que é de até 27,5%.

A nova regra vale para todos os prêmios recebidos na edição atual dos Jogos Olímpicos.

Por isso, vai beneficiar mesmo aqueles atletas olímpicos que ganharam competições antes desta quinta-feira, como a judoca Beatriz Souza e a ginasta Rebeca Andrade.

Nesta quarta (8), a Receita Federal divulgou nota dizendo que não podia, por conta própria, abrir mão de cobrar esse imposto. Ou seja: que era preciso mudar a legislação.

Segundo a Receita, para fins de tributação, os atletas eram enquadrados na norma como qualquer outro trabalhador.

“Isso é tributado como qualquer outra remuneração de qualquer outro(a) profissional, desde que seja um valor superior ao da faixa de isenção do imposto de renda (hoje em dois salários mínimos)”, acrescentou o Fisco, por meio de nota e antes da mudança.

A MP é assinada por Lula, pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, e pelo ministro do Esporte, André Fufuca.

Medidas provisórias têm prazo de validade de até 120 dias. Nesse período, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e convertido em lei – caso contrário, perde validade.

Durante a tramitação, deputados e senadores podem alterar o conteúdo do texto. Neste caso, as alterações vão para a mesa de Lula, que pode sancionar ou vetar a nova versão.

Valores pagos por medalha nas Olimpíadas de Paris. — Foto: Juan Silva/Arte g1

A taxação de prêmios recebidos pelos atletas brasileiros nas Olimpíadas ganhou repercussão nas redes sociais nos últimos dias.

O prêmio em dinheiro por cada medalha de ouro, por exemplo, é de R$ 350 mil. Medalhas de prata e de bronze, respectivamente, rendem aos atletas R$ 210 mil e R$ 140 mil. Sobre esses valores, incide o Imposto de Renda.

Beatriz Souza, por exemplo, que foi a primeira atleta a ganhar ouro para o Brasil nas Olimpíadas, além de uma medalha de bronze, conquistou R$ 392 mil em premiação. Se tivesse que pagar Imposto de Renda, o valor cairia para cerca de R$ 285,1 mil.
Rebeca Andrade, recordista brasileira em número de medalhas, somou R$ 826 mil em premiações individuais. Com a cobrança dos impostos, o valor final cairia para R$ 598,8 mil.

Fonte: G1

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Olimpíadas

Entenda por que o projeto do futebol feminino do Corinthians tem relação direta com o sucesso do Brasil nas Olimpíadas de Paris-2024

por Redação 8 de agosto de 2024

Entre as várias histórias que enriquecem a ida da seleção feminina de futebol para a final dos Jogos Olímpicos depois de 16 anos, uma das que melhor explica o sucesso da equipe em Paris-2024 é a da relação desta delegação com o Corinthians. Maior potência da modalidade na América do Sul, o Timão tem seis atletas entre as 18 convocadas (Gabi Portilho, Duda Sampaio, Jheniffer, Tamires, Yaya e Yasmim). Além delas, outras oito já atuaram pelo clube paulista anteriormente (Adriana, Ana Vitória, Angelina, Antônia, Gabi Nunes, Kerolin, Tainá e Tarciane).

Todos os seis gols marcados pelo Brasil na Olimpíada foram marcados por atleta que estão ou estiveram no time do Parque São Jorge — a exceção é, claro, o gol contra marcado por Paredes, da Espanha.

Inspiração no vitorioso projeto do Corinthians
Mas a importante relação entre clube e seleção não consiste só na presença massiva de atletas ligadas ao Corinthians no elenco brasileiro. No comando técnico da equipe que disputará a final contra os Estados Unidos, no sábado, está Arthur Elias. Contratado para ser treinador da seleção em setembro do ano passado, para substituir a sueca Pia Sundhage, o comandante chegou no cargo com as credenciais de ter sido multicampeão no clube paulista. Entre os principais títulos estão as quatro Libertadores e os cinco Campeonatos Brasileiros.

Com a saída de Pia após as decepções em Tóquio-2020 e na Copa do Mundo da Austrália e Nova Zelândia, a contratação de Arthur Elias era vista como natural e até obrigatória por conta do enorme sucesso que teve no Corinthians e da chancela que tinha de pessoas ligadas ao mundo do futebol feminino. Essa, inclusive, era uma das preocupações do presidente Ednaldo Rodrigues.

Logo após a eliminação da Copa do Mundo, no empate em 0 a 0 com a Jamaica, o dirigente buscou a avaliação de pessoas fora da CBF sobre o trabalho de Arthur Elias. Tamanho era o otimismo com o treinador, que a entidade aceitou a condição imposta por ele, de levar os membros de sua comissão no Corinthians para a seleção.

Dessa forma, a CBF começou a colocar em prática a tentativa de repetir, na estrutura da seleção brasileira, o projeto do Corinthians na modalidade. Não à toa, Ednaldo Rodrigues foi buscar também no clube paulista a dirigente Cris Gambaré para ser a coordenadora técnica.

Foco na profissionalização
Depois de 11 anos como conselheira do Corinthians, Gambaré foi alçada ao cargo de diretora do time feminino em 2015, quando estava em vigor uma parceria do clube com o Audax. O objetivo principal, de profissionalizar o setor, foi mais do que concretizado. Sob a administração de Gambaré, o Timão enfileirou títulos e feitos históricos na modalidade, como a sequência de 34 vitórias e os seguidos recordes de público.

No fim da Copa do Mundo de 2023, a avaliação de dirigentes da CBF era que havia a necessidade de uma mudança na estrutura porque entendia-se que a coordenação anterior, chefiada por Ana Lorena Marche, ainda era pouco profissional se comparada com a de outros países que foram observados ao longo do Mundial.

Assim, Ednaldo tentou, por mais de uma vez, contratar Cris Gambaré, até que conseguiu em março desse ano. Foram sete meses de vácuo sem ninguém no cargo até a chegada da ex-Corinthians. A ótima relação de parceria entre a dirigente e o treinador era um dos trunfos em que o presidente da CBF se apoiava.

Com cerca de cinco meses de trabalho da dupla, e onze sob o comando do treinador, já pode ser dito que os frutos estão sendo colhidos. Mesmo que tenha tido altos e baixos ao longo da campanha olímpica, a medalha já garantida pela seleção será a primeira desde a prata em 2008.

Fonte: OGLOBO

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Olimpíadas

Rebeca Andrade entrega collant usado em Paris para o museu Olímpico de Los Angeles

por Redação 7 de agosto de 2024

A ginasta Rebeca Andrade segue sendo marcada na história. Nesta quarta-feira, a atleta entregou um dos collants que usou nas apresentações da ginástica em Paris para o museu Olímpico de Los Angeles, nos Estados Unidos. Este foi um dos uniformes que acompanharam Rebeca até conquista do ouro na segunda-feira.

  • Eu me sinto muito honrada porque temos tantos atletas nessa olimpíada. A gente fez história, a gente batalhou bastante pra conseguir o espaço que a gente tem hoje e chegar onde a gente chegou. Então eu me sinto verdadeiramente lisonjeada. Por essa ação, e por colocar o nome da ginástica, da minha equipe, e o meu na história – ressaltou Rebeca Andrade.

No museu Olímpico são mais de 10 mil peças que representam os atletas e estão expostas para visitação. O collant que foi entregue para exposição foi utilizado pela Rebeca no caminho até a medalha de o ouro, a primeira na história do país na categoria.

Nessas Olimpíadas, essa não foi a única medalha inédita da ginástica. Na disputa por equipes, Rebeca, Flávia Saraiva, Jade Barbosa, Julia Soares e Lorrane Oliveira conquistaram o bronze na final e levaram o Brasil ao pódio na categoria pela primeira vez. Para o treinador da equipe, Chico Porath, o collant que ficará no museu representa todas as gerações da ginástica brasileira.

  • Esse collant é da Rebeca, mas ele representa toda uma geração. É um feito que vai ficar realmente para história. Foi uma jornada linda até chegar aqui.

Fonte: GE

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