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Categoria:

Olimpíadas

Olimpíadas

Luiz Maurício da Silva quebra recorde sul-americano e vai à final do lançamento de dardo

por Redação 6 de agosto de 2024

Luiz Maurício da Silva vai disputar a final do lançamento de dardo em Paris. O brasileiro avançou em quarto no Grupo B da disputa, em sexto geral, na manhã desta terça-feira, com a marca de 85m91. Luiz Maurício da Silva fez história ao quebrar o recorde sul-americano, que pertencia a ele mesmo de 85m57. A final será realizada na quinta-feira, às 15h25 (de Brasília).

Na mesma prova, o brasileiro Pedro Henrique Rodrigues disputou o Grupo A e foi eliminado. Somente os 12 melhores atletas se classificavam.

Na primeira tentativa, Luiz Maurício da Silva alcançou a marca de 81m62. Na segunda, ele melhorou ao lançar o dardo a 83m21. Na terceira tentativa, ele avançou para a final com a marca de 85m91 e ainda quebrou o recorde sul-americano.

Luiz Maurício da Silva chegou em alta em Paris após alcançar 85m57 e conseguir o índice Olímpico para Paris 2024 com o recorde sul-americano em disputa do Troféu Brasil de Atletismo 2024, em junho. Agora, o brasileiro melhora a marca e ainda terá a final pela frente.

  • Um PB (recorde pessoal) nas Olimpíadas, eu não sei nem o que falar. Foi uma surpresa muito grande, competindo com os melhores aqui, que eu assistia na televisão. Agora estou aqui competindo com eles, estar na final junto com eles, não tem nem o que falar. Agora é voltar agora para final com outra cabeça, foi um bom lançamento e é isso, até o final – disse Luiz Maurício da Silva após a prova.

O brasileiro Pedro Henrique Rodrigues está eliminado do lançamento com dardo. No primeiro lançamento, Pedro Henrique Rodrigues alcançou a marca de 76m23. Com essa marca, ele assumiu a 8° posição no grupo. No segundo, ele melhorou a marca, fez 79m46 e voltou para oitavo.

Na terceira tentativa do lançamento de dardo, Pedro Henrique Rodrigues alcançou a marca de 75m69, mas caiu para a 10° colocação da bateria. Porém, somente 12 avançam para a próxima fase, e o brasileiro não conseguiu a classificação somando as duas baterias.

O lançamento de dardo
O lançamento de dardo é uma modalidade de atletismo onde os competidores tentam arremessar um dardo, uma lança de metal ou fibra de vidro, o mais longe possível. Este esporte exige não apenas força, mas também técnica e precisão.

O lançamento de dardo é realizado em uma área específica de um campo de atletismo. A área de lançamento é delimitada por uma pista de corrida curta, chamada de pista de impulso, com 34,9 metros de comprimento e 4 metros de largura. Os atletas correm por esta pista para ganhar velocidade antes de arremessar o dardo.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Brasil x EUA no basquete das Olimpíadas: onde assistir e horário

por Redação 6 de agosto de 2024

Brasil e Estados Unidos se enfrentam nesta terça-feira, às 16h30 (de Brasília), pelas quartas de final do torneio de basquete nos Jogos Olímpicos. Este será o reencontro da seleção brasileira com o Dream Team norte-americano após 28 anos. Globo, sportv e Globoplay transmitem a partida ao vivo, e o ge transmite com sinal aberto e acompanha em Tempo Real.

Será o décimo confronto entre Estados Unidos e Brasil em Jogos Olímpicos na história do basquete masculino. O retrospecto é de nove vitórias dos americanos, sendo duas delas desde a era do Dream Team, com os astros da NBA, na primeira fase de Barcelona 1992 e nas quartas de final de Atlanta 1996.

Último jogo da seleção brasileira
O Brasil garantiu a classificação para as quartas de final das Olimpíadas após vencer o Japão por 102 a 84 e avançar como um dos melhores terceiros colocados. No triunfo sobre o Japão, o destaque foi Bruno Caboclo, responsável por 33 pontos e 17 rebotes. .

Brasil x Estados Unidos no basquete das Olimpíadas 2024
Local: Arena Bercy
Data: 6/8/2024
Horário: 16h30 (de Brasília)

Fonte: GE

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Olimpíadas

Isaquias Queiroz e Jacky Godmann perdem vaga direta às semis por 21 centésimos e vão para as quartas

por Redação 6 de agosto de 2024

A dupla brasileira formada por Isaquias Queiroz e Jacky Godmann vai disputar as quartas de final da prova C2 500m na canoagem de velocidade. A primeira eliminatória foi disputada nesta terça-feira pela manhã, quando os dois ficaram em terceiro na bateria – os dois primeiros avançavam direto para as semifinais.

Sem conseguir sustentar o ritmo na reta final, a dupla perdeu a segunda posição por 21 centésimos. Com o resultado, Isaquias e Jacky voltam a entrar na água ainda nesta terça, às 8h50 (de Brasília), para brigar por uma vaga às semis – os três melhores de cada bateria se classificam.

  • Eu ainda falei com o Jacky na água. Acho que eu cansei muito no final ali. Hoje é a primeira prova que o eu e o Jacky estamos fazendo depois de muito tempo. Não competimos (juntos) em nenhuma prova esse ano. A gente sabia que dava pra ficar em primeiro, na verdade. Fizemos uma saída boa, mas acabei cansando um pouco ali. É uma prova bem pegada – comentou Isaquias.

Isaquias e Jack largaram forte e chegaram a liderar a prova. O conjunto Zakhar Petrov e Alexey Koravashkov, da Rússia – mas que compete pelos Atletas Neutros Internacionais, assumiu a dianteira na sequência.

Ainda assim os brasileiros tinham uma certa folga para os terceiros colocados, mas perderam fôlego nos 50 metro finais e acabaram ultrapassados pelos italianos Gabriele Casadei e Carlo Tacchini, perdendo a vaga direta para as semifinais por 21 centésimos.

  • Acaba junto desgastado com o Isaquias, que vai competir o C1 ainda. Por isso que eu remei forte para garantir semi, mas agora é descansar um pouco e ir bem para as quartas – completou Jacky.

Em Tóquio, Isaquias e Jacky ficaram na quarta colocação na modalidade C2 1000m. Para buscar o pódio desta vez no conjunto, Isaquias conta com a torcida da família em Paris.

A esposa Laina Guimarães e os filhos Sebastian, de 6 anos, e Luigi, de 1 ano, marcam presença nas arquibancadas da raia olímpica nesta terça. Sebastian faz 7 anos em 25 de agosto, enquanto Luigi completou 1 ano há dois dias.

Veja a classificação final da bateria:

Zakhar Petrov/ Alexey Koravashkov (Atletas Neutros Internacionais) – 1:38.65 *
Gabriele Casadei/ Carlo Tacchini (Itália) – 1:39.17 *
Isaquias Queiroz/ Jacky Godmann (Brasil) – 1:39.38
Balazs Adolf/ Jonatan Danielo Hajdu (Hungria) – 1:40.02
Illie Sprincean/ Oleg Nuta (Romênia) – 1:40.84
Peter Kretschmer/ Tim Hecker (Alemanha) – 1:41.58
Max Brown/ Grant Clancy (Nova Zelândia) – 2:22.09

É a volta da modalidade à programação olímpica depois de ficar ausente nas três últimas edições (Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2020). O tempo de Zakhar Petrov/ Alexey Koravashkov bateu a melhor marca olímpica, mas, na segunda bateria, os chineses Hao Liu e Bowen Ji e os espanhóis Joan Antoni Moreno e Diego Dominguez foram ainda mais rápidos: 1:37.40 e 1:37.78, respectivamente.

Isaquias chega a Paris com a chance de igualar o recorde de Rebeca Andrade de seis medalhas olímpicas.

Com quatro pódios (um ouro, duas pratas e um bronze), ele também vai competir no C1 1000m (individual), a partir de quarta-feira na raia olímpica do Estádio Náutico Água Branca, em Vaires-sur-Marne. Se “medalhar” em ambas, vai igualar-se a Rebeca no topo da lista dos maiores medalhistas olímpicos do esporte brasileiro.

Campeão em Tóquio no C1 e porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura da atual edição dos Jogos, Isaquias inicia a participação nas Olimpíadas de Paris empatado com Serginho (ex-líbero com dois ouros e duas pratas) e atrás também dos velejadores Robert Scheidt e Torben Grael (cinco medalhas cada).

Fonte: GE

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Olimpíadas

Bernardinho: “Será que sou ideal para dirigir a nova geração?”

por Redação 6 de agosto de 2024

Em sete Olimpíadas como treinador, Bernardinho ficou de fora do pódio pela primeira vez em Paris-2024. A derrota para os Estados Unidos representou também a pior participação da seleção brasileira no vôlei masculino desde Munique-1972, quando a equipe ficou também em oitavo lugar. Além disso, o país não ficava fora de uma semifinal olímpica desde Sydney-2000. São tantos aspectos negativos que é preciso fazer uma reavaliação geral. O próprio treinador deixou em aberto o futuro no cargo, mas deixou claro que quer ajudar a recuperar a modalidade.

“Pode escrever o que digo aqui. O vôlei masculino vai brigar mais com esses principais times. Não tenho dúvida disso. Vamos ter que trabalhar muito, ralar muito, sentir um pouco mais as coisas. O trabalho lá embaixo (nas categorias de base) mesmo vai ter que começar. Eu nem sei se sou a pessoa ideal para estar. Posso contribuir? Claro que eu posso e vou. Tenho que refletir. Será que sou a pessoa ideal para ser o treinador da próxima geração? Essa é uma questão muito importante. Agora, quero poder voltar para ajudar. Não quero sair do processo com um gosto amargo de ter ficado fora da semifinal das Olimpíadas”, afirmou o Bernardinho, que também é o diretor de seleções da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

Responsabilidade
Bernardinho fez questão também de assumir toda a responsabilidade pela campanha ruim do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Em quatro jogos, a equipe venceu apenas uma. Aliás, se levarmos em consideração a temporada toda, a vitória sobre o Egito foi a única da seleção brasileira nos últimos oito jogos, já que a equipe terminou a Liga das Nações com quatro derrotas seguidas.

“A responsabilidade é toda minha, de não ter dado aos rapazes a condição de aproveitar a oportunidade. Talvez eu não conhecesse totalmente o grupo, não soubesse como extrair o melhor”, analisou Bernardinho.

Futuro
A decisão sobre o futuro passa por uma análise do que pode ser feito com a nova geração, mas também pela família.

“Eu tenho que ver o que minhas filhas vão dizer. É a minha vida, mas pode ter certeza que, se não estiver como protagonista liderando, vou estar próximo. Não vou me afastar e deixar de contribuir de maneira nenhuma com essa rapaziada e com o novo ciclo que se inicia. Precisamos realmente trabalhar muito bem. Existe um equilíbrio (no vôlei masculino), e a consistência que nos falta só pode ser alcançada de um jeito. É estando na arena nesse nível de jogo, nas competições internacionais, contra as principais equipes do mundo. E esse time precisa disso, jogar, rodar. Os Adrianos da vida, os Darlans da vida, todos os meninos precisam viver isso aqui muito mais vezes. E eu tenho que aprender a lidar com a nova geração, ser melhor para ela. Não é gritando mais ou gritando menos. Tenho que ser eficiente”, acredita.

Bernardinho retornou ao comando técnico da seleção em dezembro. Ele assumiu vaga deixada por Renan Dal Zotto, que pediu demissão logo após o Pré-Olímpico. Em 2024, dirigiu a seleção brasileira na Liga das Nações e nos Jogos Olímpicos. Ao todo, foram 17 jogos oficiais com apenas sete vitórias e dez derrotas ao todo.

Fonte: r7

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Olimpíadas

Deputados propõem isenção de imposto de renda a prêmios pagos nas Olimpíadas

por Redação 6 de agosto de 2024

O projeto de lei 3029/2024, de autoria do deputado Luiz Lima (PL/RJ), pretende isentar o Imposto de Renda dos prêmios recebidos por atletas brasileiros nos Jogos Olímpicos. A ideia é que eles não paguem taxas sobre os valores enviados pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro), pelo governo federal ou qualquer órgão público. A proposta foi apoiada por um grupo de parlamentares com requerimento de urgência iniciado por Felipe Carreras (PSB/PE), com 495 assinaturas em apoio.

Ambos os documentos foram entregues à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (5). O requerimento de urgência simplifica e acelera a votação de uma proposta pelo Congresso Nacional. Se aprovado, ele pode fazer com que o projeto entre em discussão na pauta do dia e seja votado na mesma sessão. Para isso, ele depende da validação da maioria absoluta dos deputados, ou seja, 257 dos 513 atuais membros da Câmara.

A expectativa dos parlamentares é que a lei seja aprovada a tempo de beneficiar os atletas que participam das Olimpíadas de Paris-2024. Segundo as regras do COB, os brasileiros podem receber três tipos de premiação: individual, coletivo em equipes de até seis membros e coletivo em equipes com mais de sete membros.

Os valores variam de R$ 350 mil, para medalhas de ouro; R$ 210 mil pela prata; R$ 140 mil pelo bronze. Nos esportes coletivos com até seis membros, os prêmios são de R$ 700 mil, R$ 420 mil e 280 mil, por ouro, prata e bronze respectivamente. Para as equipes maiores, os prêmios são de R$ 1,05 milhão, R$ 630 mil e R$ 420 mil, seguindo a mesma ordem.

Embora as medalhas recebidas durante a participação nos jogos sejam isentas, esses valores sofrem tributação, segundo as regras brasileiras. Os atletas pagam alíquotas progressivas, isto é, que aumentam conforme o valor recebido, assim como ocorre nas declarações anuais de Imposto de Renda de Pessoa Física. É nela, aliás, que os atletas devem incluir os valores que receberem como premiação, como rendimento tributável, para que sejam calculados os descontos.

Fonte: r7

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Olimpíadas

Astro da NBA diz que Dream Team vai atropelar Brasil nas Olimpíadas: “Uns 40 pontos sem problemas”

por Redação 5 de agosto de 2024

Duas vezes campeão olímpico e com quatro títulos da NBA pelo Golden State Warriors, o pivô Draymon Green disse em seu podcast (“The Draymond Green Show”) que o Dream Team dos Estados Unidos liderado por Lebron James, Curry e Durant vai atropelar o Brasil nas quartas de final das Olimpíadas de Paris.

  • Os EUA vai começar jogando contra o Brasil, acho que vamos varrer eles por uns 40 pontos sem problemas. É muito bom ver os brasileiros chegando até aqui, amo os brasileiros. Um salve para o Gui Santos, que está jogando pelo Brasil (e é companheiro de Green nos Warriors). Mas eles não têm nenhuma chance, vão perder por uns 35 ou 40 pontos de diferença e vamos avançar para as semifinais.
  • Sendo sincero, o Brasil não tem o suficiente (para vencer). Eles são velhos, eles têm alguns caras bem velhos no time, eles não têm mais o Leandro Barbosa, nem o Anderson Varejão. Eles têm que reconstruir o time com jovens, então, eles não têm chance e já entendemos isso – completou.

Green, medalhista de ouro na Rio 2016 e em Tóquio 2020, também opinou sobre a comparação entre o time atual e o Dream Team original, das Olimpíadas de 1992. Para ele, Lebron, Curry, Durant e companhia seriam favoritos em um hipotético confronto contra a equipe liderada por Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird.

  • Acredita-se que o maior time de basquete dos Estados Unidos de todos os tempos seja o Dream Team de 1992. O time atual entra definitivamente nessa discussão, e francamente acho que o time de 2024 venceria o Dream Team em cinco de sete jogos, pelo menos. Respeito todos do Dream Team, estão todos no Hall da Fama, mas essa equipe de 2024 tem mais repertório em todas as partes da quadra.

Desde que começaram a usar os craques da NBA, justamente em Barcelona 1992, os Estados Unidos só não ficaram com o ouro nos Jogos Olímpicos em Atenas 2004, quando acabaram eliminados pela Argentina (futura campeã) e voltaram para a casa com o bronze.

Além de Barcelona 1992, subiram ao lugar mais alto do pódio em Atlanta 1996, Sidney 2000, Pequim 2008, Londres 2008, Rio 2016 e Tóquio 2020.

O duelo entre Brasil e Estados Unidos pelas quartas de final está marcado para as 16h30 (de Brasília) de terça-feira. Depois de avançar como um dos dois melhores terceiros colocados da fase de grupos, a seleção desafia uma escrita, já que nunca ganhou nos nove encontros anteriores entre os países em Olimpíadas. Quem passar terá pela frente nas semifinais o vencedor de Sérvia x Austrália.

Confira o retrospecto Brasil x EUA em Olimpíadas:
EUA 57 x 53 Brasil – Olimpíadas de 1952
EUA 113 x 51 Brasil – Olimpíadas de 1956
EUA 90 x 63 Brasil – Olimpíadas de 1960
EUA 86 x 53 Brasil – Olimpíadas de 1964
EUA 75 x 63 Brasil – Olimpíadas de 1968
EUA 61 x 54 Brasil – Olimpíadas de 1972
EUA 102 x 87 Brasil – Olimpíadas de 1988
EUA 127 x 83 Brasil – Olimpíadas de 1992
EUA 98 x 75 Brasil – Olimpíadas de 1996

Fonte: GE

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Olimpíadas

Estrela mais brilhante do Olimpo brasileiro, Rebeca Andrade é ouro no solo em Paris

por Redação 5 de agosto de 2024

Rebeca Andrade chorou de emoção e alívio, e o Brasil chorou com ela. A estrela mais brilhante do Olimpo brasileiro conquistou o ouro na final do solo na manhã desta segunda-feira (5), na Bercy Arena, em Paris, e se tornou a maior medalhista olímpica do país em todos os tempos. Tudo isso aos 25 anos.

Foi um dia de emoção e redenção. Rebeca havia falhado na final de trave menos de uma hora antes e ficado fora do pódio. Mas levantou a cabeça e entregou tudo no tablado, com um solo belíssimo, chegadas praticamente cravadas ao fim de cada acrobacia e as lágrimas de quem sabia que havia encerrado sua participação nas Olimpíadas de Paris com uma apresentação de encantar o mundo todo. Simone Biles fez acrobacias incríveis, mas falhas na execução a deixaram com a medalha de prata. A americana Jordan Chiles ficou com o bronze.

Com sua sexta medalha em duas Olimpíadas, Rebeca Andrade ultrapassou os cinco pódios dos velejadores Robert Scheidt e Torben Grael. E pode ter se despedido do solo da maneira mais perfeita possível. A ginasta disse, nos últimos dias, que deve deixar de fazer o solo, que sacrifica muito seus joelhos. Rebeca teve que passar por três cirurgias de ligamento cruzado anterior (LCA), e os joelhos sofrem com o impacto da aterrissagem.

Se realmente essa foi a última vez, a brasileira fechou com graça, leveza e acrobacias impressionantes, altas e difíceis. Tanta beleza rendeu à ginasta um excelente 14.166 e o ouro. E quem sabe não a faz repensar a decisão?

Foi a quarta medalha de Rebeca em Paris 2024. Além do ouro no solo, Rebeca sai da França com duas pratas, no salto e no individual geral, e um bronze por equipes. Na carreira olímpica, ela ainda tem o ouro no salto e a prata no individual geral em Tóquio 2020, somando seis pódios nas duas edições dos Jogos. E foi reverenciada por Simone Biles e Jordan Chiles durante a cerimônia de medalhas.

O solo de Rebeca
Rebeca trocou o collant grená da trave por um azul lindíssimo para o solo. Deu sorte. Cravou cada uma das quatro chegadas de acrobacia, entregou uma coreografia cheia de graça e inventividade e levantou o público presente na Bercy Arena.

A ginasta começou sua série com “End of Time”, de Beyoncé, na trilha sonora; pose de diva, mão direita na cintura, braço esquerdo e rosto apontados para o alto. E partiu para uma pirueta para frente ligada, por um flic flac, com o Tsukahara grupado, duplo mortal com as pernas encolhidas junto ao peito emendado com uma pirueta.

No segundo trecho do solo, realizou um Tsukahara esticado, duplo mortal com as pernas estendidas com uma pirueta, a acrobacia mais potente e de valor mais alto da apresentação. Antes da terceira diagonal, Rebeca fez um salto ginástico chamado cadete com pirueta, interpretou a música com coreografia e seguiu para o Mustafina, um giro triplo com a perna alta.

Numa homenagem à apresentação com que encantou o mundo em Tóquio, repetiu o famoso passo de dança em que balança corpo e braços dando soquinhos no ar e seguiu para um duplo mortal esticado, agora já ao som de “Movimento da Sanfoninha”, de Anitta.

A ginasta deu mais dois saltos ginásticos e se preparou para o encerramento com um duplo mortal carpado perfeito. E finalizou com mais uma homenagem à apresentação que lhe deu tantas alegrias no ciclo olímpico passado, encerrando ao som de um trechinho do Baile de Favela.

O solo de Simone
É difícil competir com o altíssimo grau de dificuldade do solo de Simone Biles. Mas, desta vez, a americana pisou com os dois pés fora do tablado duas vezes e teve erros de postura. Ainda assim, realizou suas acrobacias impossíveis, tirou 14.133 e comemorou uma prata. Simone sai de Paris com três ouros no individual geral, no salto e por equipes, e com a prata do solo.

Os solos das outras ginastas
Bronze na trave, a italiana Manila Esposito sofreu uma queda em sua primeira diagonal no solo e, com nota 12.133, deu adeus às possibilidades de medalha.

A chinesa Yushan Ou fez uma série com algumas falhas e pisou fora do trabalho, recebendo a nota de 13.000.

Aos 16 anos, a japonesa Rina Kishi também pisou fora do tablado, mas apresentou uma série sólida em sua estreia em Olimpíadas, com nota 13.166.

Medalhista de ouro na trave, a italiana Alice D’Amato tirou 13.600 com uma série esteticamente encantadora.

Foi seguida pela romena Ana Barbosu, que fez uma apresentação sólida e tirou 13.700. Mesma nota de sua compatriota, Sabrina Maneca-Voinea.

A última a se apresentar foi a americana Jordan Chiles. Companheira de Simone na equipe dos Estados Unidos, Jordan tirou 13.766 numa série empolgante, embalada por canções de Beyoncé, e ficou com a medalha do bronze.

Classificação final
Rebeca Andrade – 14.166 ?
Simone Biles – 14.133 ?
Jordan Chiles – 13.766 ?
Ana Barbosu – 13.700
Sabrina Maneca-Voinea – 13.700
Alice D’Amato – 13.600
Rina Kishi – 13.166
Yushan Ou – 13.000
Manila Esposito – 12.133

Fonte: GE

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Olimpíadas

Brasil x EUA: seleção busca vitória inédita e reencontra Dream Team após última dança de Oscar

por Redação 5 de agosto de 2024

A seleção brasileira terá pela frente os Estados Unidos no duelo pelas quartas de final do torneio de basquete das Olimpíadas de Paris. Marcado para terça-feira, às 16h30 (de Brasília), o duelo do Brasil contra o “Dream Team” marca um reencontro após quase três décadas e a primeira tentativa de vitória por parte do elenco verde-amarelo.

A última exibição do Brasil contra os Estados Unidos no basquete masculino olímpico teve como pano de fundo a despedida de Oscar Schmidt da seleção na briga por medalha. Foi nos Jogos de Atlanta-1996, em duelo válido pelas quartas de final.

Nos últimos Jogos Olímpicos de Oscar, os Estados Unidos venceram a seleção por 98 a 75 e eliminaram a lenda brasileira, que participou de cinco eventos com a equipe de basquete.

Oscar ainda atuaria nos jogos contra Croácia e Grécia, na disputa pelo quinto lugar. Porém, sem chance de brigar por uma medalha que não vem desde os Jogos de 1964.

Ao todo, Brasil x Estados Unidos se enfrentaram nove vezes em Jogos Olímpicos, com nove vitórias dos norte-americanos. Neste período, a seleção verde-amarela enfrentou duas versões de “Dream Team”, equipe com destaques da NBA pelo lado estadunidense.

Antes do duelo em Atlanta, o Brasil encarou a primeira versão do time dos sonhos americano, em Barcelona. Em duelo pela fase de grupos contra Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird, a seleção brasileira perdeu por 127 a 83.

O Brasil avançou como um dos melhores terceiros colocados, enquanto os Estados Unidos realizaram a melhor campanha em Paris. No mata-mata, os jogos saem de Lille e vão para a capital francesa.

Confira o retrospecto Brasil x EUA em Olimpíadas:
EUA 57 x 53 Brasil – Olimpíadas de 1952
EUA 113 x 51 Brasil – Olimpiadas de 1956
EUA 90 x 63 Brasil – Olimpíadas de 1960
EUA 86 x 53 Brasil – Olimpíadas de 1964
EUA 75 x 63 Brasil – Olimpíadas de 1968
EUA 61 x 54 Brasil – Olimpíadas de 1972
EUA 102 x 87 Brasil – Olimpíadas de 1988
EUA 127 x 83 Brasil – Olimpíadas de 1992
EUA 98 x 75 Brasil – Olimpíadas de 1996

Fonte: GE

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Olimpíadas

Brasil nas Olimpíadas em Paris: veja a agenda do dia 05/08

por Redação 5 de agosto de 2024

Se o domingo foi de poucas alegrias para os brasileiros nas Olimpíadas de Paris, a segunda-feira chega para animar a torcida, com chances de ouro no surfe e de pódio na ginástica artística. Rebeca Andrade vai encarar Simone Biles mais uma vez nas finais da trave e do solo, enquanto Gabriel Medina e Tati-Weston Webb buscam suas primeiras medalhas olímpicas nas águas de Teahupo’o. O vôlei promete emoção em dobro, com as favoritas Ana Patrícia e Duda na praia e a seleção masculina em quadra. Veja as disputas dos brasileiros a seguir.

Agora vai! Surfe decide medalhistas
Após três dias de adiamento devido às condições climáticas, as disputas do surfe serão decididas nesta segunda. Tati Weston-Webb e Gabriel Medina vão finalmente entrar no mar de Teahupo’o em busca de medalhas. As baterias estão previstas para começar às 18h. Os pódios serão decididos nesta segunda.

Medina vai encarar o australiano Jack Robinson, terceiro do ranking mundial. Um pouco depois, Tati enfrentará a costarriquenha Brisa Henessy, que eliminou Luana Silva nas quartas. Caso avancem na competição, os atletas devem disputar as finais em seguida, em busca do ouro. As provas serão transmitidas ao vivo pela Globo e pelo sportv2 e terão acompanhamento em tempo real pelo ge.

Despedida da rainha
Dona de três medalhas nas Olimpíadas de Paris, duas pratas (geral e salto no individual) e um bronze (equipes), Rebeca Andrade vai se despedir da Arena Bercy nesta segunda-feira em alto estilo. A brasileira irá disputar as finais individuais da trave e do solo em busca do pódio inédito nas modalidades.

Rebeca terá novamente a ginasta número 1 do mundo, Simone Biles, como principal adversária. A americana, por sua vez, coleciona um ouro no solo (Rio 2016) e dois bronzes na trave (Rio e Tóquio 2020). Julia Soares também compete nas finais da trave, a partir das 7h38 (de Brasília). A decisão do solo será às 9h23. As provas serão transmitidas ao vivo pela Globo e pelo sportv e terão acompanhamento em tempo real pelo ge.

Confronto delicado
Classificada para as quartas de final por um fio, como melhor terceira colocada da fase de grupos, a seleção masculina irá enfrentar os Estados Unidos em busca de vaga nas semifinais das Olimpíadas. A equipe de Bernardinho perdeu os dois primeiros confrontos em Paris, contra Itália e Polônia e venceu o último, contra o Egito. Já os americanos chegam invictos, após baterem Argentina, Polônia e Japão. A disputa decisiva será nesta segunda, às 16h (de Brasília) e terá transmissão ao vivo pela Globo e pelo sportv e acompanhamento em tempo real pelo ge.

Invictas!
As líderes do ranking mundial do vôlei de praia, Ana Patrícia e Duda, vão enfrentar as japonesas Akiko e Ishii, nesta segunda, valendo vaga nas quartas. Invictas em partidas e em sets, as brasileiras são favoritas. As japonesas figuram em 33º lugar no ranking e venceram apenas uma partida até o momento nos Jogos Olímpicos. O duelo será no mesmo horário que o da seleção de Bernardinho, às 16h, com transmissão ao vivo pelo sportv e acompanhamento em tempo real pelo ge.

Projeção de Guilherme Costa, blogueiro do ge
“O surfe finalmente será disputado, e o Brasil é favorito a duas medalhas, principalmente se o mar estiver com ondas grandes e tubulares, como ocorreu em algumas das eliminatórias. Gabriel Medina é favorito ao título, enquanto Tatiana Weston Webb é favorita ao pódio, mas não necessariamente ao ouro. Ainda nesta segunda, Rebeca Andrade se despede das Olimpíadas com mais duas finais: trave e solo. No solo, é favorita ao pódio, mas tem a americana Simone Biles como principal favorita ao título. A final da trave está mais aberta, até pelo histórico de muitas quedas neste aparelho em finais desse porte. Assim, Rebeca não chega como favorita ao pódio, mas na lista das candidatas. Por fim, a segunda-feira marca o dia final da canoagem slalom, em que Ana Sátila está nas quartas de final do caiaque cross. Ele está no grupo das que podem surpreender, mas longe das favoritas.”

Confira a agenda de jogos das Olimpíadas desta segunda-feira
Triatlo

Assista ao vivo pela Globo e pelo sportv e acompanhe aqui, em tempo real pelo ge.

3h – ? Final – revezamento misto – Brasil (Miguel Hidalgo, Djenyfer Arnold, Manoel Messias e Vittoria Lopes)

Saltos ornamentais

Assista ao vivo pelo sportv2 e pelo sportv.

5h – Rodada preliminar – plataforma 10m – individual feminino – Ingrid Oliveira (sportv2)
10h – Semifinal – plataforma 10m – individual feminino (sportv)

Atletismo

Assista ao vivo pelo sportv e pelo sportv2. Acompanhe as disputas dos brasileiros e das brasileiras aqui, em tempo real pelo ge.

5h05 – Primeira rodada – 400m com barreiras masculino – Alison dos Santos e Matheus Lima (sportv)
5h40 Classificatórias – salto com vara feminino – Juliana Campos (sportv)
5h50 – Repescagem – 400m com barreiras feminino – Chayenne da Silva (sportv)
6h55 – Primeira rodada – 400m feminino – Tiffani Marinho (sportv)
7h50 – Repescagem – 200m feminino – Ana Carolina Azevedo e Lorraine Martins (sportv)
14h55 – Primeira rodada – 200m Masculino – Renan Gallina (sportv2)
15h45 – Semifinal – 200m feminino – Ana Carolina Azevedo e Lorraine Martins (sportv2)

Vela

7h05 – Nacra – 7ª, 8ª e 9ª regatas – Marina Arndt e João Bulhões
7h13 – Formula Kite – 5ª, 6ª, 7ª e 8ª regatas – Bruno Lobo
7h15 – Ilca6 – 9ª e 10ª regatas – Gabriella Kidd
9h40 – Ilca7 – 9ª e 10ª regatas – Bruno Fontes
12h05 – 470 – 7ª e 8ª regatas – Isabel Swan e Henrique Haddad

Ginástica artística

Assista ao vivo pela Globo e pelo sportv2 e acompanhe aqui em tempo real pelo ge.

7h38 – ?Final – trave – Julia Soares e Rebeca Andrade
9h23 – ?Final – solo feminino – Rebeca Andrade

Hipismo

Assista ao vivo pelo sportv4 até 10h (de Brasília)

9h – Classificatórias – saltos individual – Rodrigo Pessoa, Pedro Veniss e Stephan Barcha

Tênis de mesa

Assista ao vivo pelo sportv3 e pelo sportv4. Acompanhe as disputas do Brasil aqui em tempo real pelo ge

10h – Oitavas de final – equipes masculinas – Brasil x Portugal
15h – Oitavas de final – equipes femininas – Brasil x Coreia do Sul

Canoagem Slalom

Assista ao vivo pelo sportv4 e acompanhe as provas com a brasileira em tempo real pelo ge.

10h30 – Quartas de final – caiaque cross feminino – Ana Sátila
11h15 – Semifinal – caiaque cross feminino
11h43 – ?Final – caiaque cross feminino

Surfe

Assista ao vivo pelo sportv3 e acompanhe aqui em tempo real pelo ge.

18h – Semifinal – bateria 1 – Alonso Correa (PER) x Kauli Vaast (FRA)
18h36 – Semifinal – bateria 2 – Gabriel Medina x Jack Robinson (AUS)
19h12 – Semifinal – bateria 1 – Caroline Marks (EUA) x Johanne Defay (FRA)
19h48 – Semifinal – bateria 2 – Tatiana Weston-Webb x Brisa Henessy (CRC)
20h24 – Disputa do bronze – masculino
21h05 – Disputa do bronze – feminino
21h46 – ?Final – masculino
22h27 – ?Final – feminino

Vôlei masculino

Assista ao vivo pela Globo e pelo sportv2 e acompanhe aqui em tempo real pelo ge.

16h00 – Brasil x Estados Unidos

Vôlei de praia

Assista ao vivo pela Globo e pelo sportv.

16h – Oitavas de final – Duda/Ana Patrícia x Akiko/Ishii (JAP)- Acompanhe aqui em tempo real pelo ge

Fonte: GE

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Olimpíadas

Com desempenho impecável, Simone Biles rebate críticas: ‘Se quiser comentar sobre o cabelo de mulheres negras… Apenas não faça’

por Redação 2 de agosto de 2024

Simone Biles brilhou na prova de ginástica artística por equipes dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, alcançando o melhor desempenho individual entre todas as atletas que disputaram a prova na última terça-feira (30), com 58.332 pontos somados.

Nesta quinta (1º), no individual geral, deu show mais uma vez, com 59.131 pontos e uma nova medalha de ouro. Apesar disso, pessoas que comentavam as provas nas redes sociais encontraram motivo para criticar a apresentação: o cabelo da atleta.

“O cabelo da Simone Biles nunca estar arrumado me tira do sério. Todo mundo no time com o cabelo certinho, aí ela parece que acabou de cair da cama”, escreveu uma usuária do X.

“Simone Biles = perfeita. O cabelo dela, não tanto :(“, comentou outra.

A controvérsia fútil foi logo rebatida por Biles por meio de um post no Instagram, onde a ginasta compartilhou uma sequência de selfies legendadas.

O que foi visto como desleixo por alguns não teve peso nenhum nas notas da atleta.

Para a Federação de Ginástica dos Estados Unidos, porém, as ginastas devem seguir um rígido código de conduta que inclui tanto restrições objetivas quanto subjetivas. A versão mais recente do documento, publicada em 2023, conta com 118 páginas. A palavra “cabelo” aparece uma única vez e logo no primeiro capítulo. Na 16ª página, a federação diz que as atletas devem estar com a “aparência bem cuidada”. Isto é detalhado em três tópicos:

Uniforme limpo.
Cabelo preso longe do rosto, de modo que não obstrua a visão dos aparelhos.
Nenhuma joia, exceto por brincos de tarracha nas orelhas. Todos os outros piercings devem ser removidos, não apenas cobertos com esparadrapos ou curativos.
Entre outras exigências, estão “não expor roupas íntimas deliberadamente (incluindo sutiãs esportivos)”, ou “exibir autocontrole e calma no caso de queda ou lesão”.

Colega de equipe de Biles nas Olimpíadas do Rio 2016, Gabby Douglas passou por uma situação semelhante em Londres 2012.

Vencedora do ouro no individual geral – além da medalha por equipes -, Douglas virou assunto no Twitter e Facebook na época também por conta do cabelo. Em um artigo escrito para o site The Undefeated, a jornalista americana Jemele Hill lamentou o fenômeno.

“Em vez de falar que Douglas se tornou a primeira mulher afro-americana a vencer o individual geral, pessoas estavam fazendo piadas nas redes sociais sobre como esse fenômeno de 16 anos precisava fazer uma permanente, ou, pelo menos, um rabo de cavalo mais arrumado”, descreveu Hill.

Douglas continuou somando conquistas na ginástica, mas as regras rígidas e cobranças da internet deixaram cicatrizes emocionais. Em 2020, a ginasta desabafou:

As críticas sofridas por Biles e Douglas são discutidas no documentário “O Retorno de Simone Biles”, disponível na Netflix, que trata dos desafios de saúde mental enfrentados pela atleta, que deixou as Olimpíadas de Tóquio precocemente para cuidar da saúde mental – e ainda assim conquistou uma prata por equipes e um bronze na trave.

Encarando críticas sobre sua aparência mais uma vez, mesmo após apresentações brilhantes em Paris, Biles avisou em uma outra postagem: “Da próxima vez que você quiser comentar sobre o cabelo de mulheres negras. APENAS NÃO FAÇA.”

Fonte: G1

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