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Olimpíadas

Olimpíadas

Bernardinho vê Brasil sem peso, mas liga alerta para quartas: “Jogo mais tenso em Olimpíadas”

por Redação 2 de agosto de 2024

O Brasil fez a lição de casa, venceu o Egito por 3 sets a 0 e avançou às quartas de final das Olimpíadas de Paris, que serão disputadas na próxima segunda-feira (5). O adversário ainda não está definido, mas será o líder de algum grupo. Por isso, o técnico Bernardinho entende que a seleção verde e amarela não carrega o peso do favoritismo. Ainda assim, vê os brasileiros fortes na disputa e cientes do que ainda precisam melhorar.

– Quartas de final sempre são o jogo mais tenso em Olimpíadas. Têm um lado emocional, mas quem vem de lá tem o peso de um certo favoritismo. Nós vamos com a ideia de provar uma qualidade histórica do Brasil e mostrar que temos condições de brigar com todos que estão ali. Mostramos isso nas partidas (até agora). Está faltando aquele golpe final, reencontrar o caminho dele contra quem quer que seja – disse Bernardinho.

A busca por esse golpe final povoa os pensamentos do técnico e de jogadores da seleção brasileira, especialmente os mais experientes.

– Quando nos juntamos, o Lucão falou o seguinte: ‘ganhamos de quem tínhamos que ganhar (Egito), perdemos quando tínhamos que brigar (Itália e Polônia). Estamos um passo atrás e temos que continuar crescendo’. As perguntas são: onde podemos melhorar? Como a gente faz para ganhar aqueles pontos que faltaram contra a Polônia? Como vamos buscar os dois sets que deixamos contra a Itália? Essa tem que ser a nossa busca hoje, amanhã, domingo, para na segunda-feira entregarmos – comentou Bernardinho.

As palavras do técnico encontraram coro em declarações de Bruninho. O capitão tem uma longa história na seleção brasileira e disputa sua quinta edição de Olimpíadas. Esses anos representando a equipe nacional permitiram que o levantador jogasse junto e contra diferentes gerações.

Com essa experiência, Bruninho afirmou que nunca viu Jogos Olímpicos tão disputados quanto esses de Paris. Ainda ressaltou que o vôlei se tornou mais físico, com pancadas nos ataques. Ainda assim, o levantador vê o Brasil na disputa:

– As pessoas perguntam como é a pressão, a responsabilidade. É a seleção brasileira de vôlei, que nos últimos 24 anos tem chegado. Enfrentamos as duas melhores seleções, as duas favoritas (Itália e Polônia) desse último ciclo olímpico. Estivemos perto delas, mas faltava alguma coisinha. Temos que buscar a cada jogo, não importando o adversário. Em relação à confiança, sabemos que é pedreira, que seis, sete podem chegar a uma medalha olímpica. E nós estamos no bolo. Temos que acreditar nisso. Não podemos perder a nossa cara.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Perfil de Bia Souza explode nas redes sociais após primeiro ouro do Brasil; veja números

por Redação 2 de agosto de 2024

O primeiro ouro faturado pelo Brasil nas Olimpíadas de Paris refletiu imediatamente nas redes sociais. A conquista de Beatriz Souza impulsionou o Instagram da judoca, que ganhou mais de um milhão de seguidores em poucas horas.

O perfil da brasileira amanheceu com a marca de 19 mil e, minutos após a vitória na final olímpica, superou um milhão de seguidores.

A judoca de 26 anos se tornou a sexta mulher brasileira a ser campeã olímpica em provas individuais. Medalhista de ouro categoria acima de 78kg do judô, a paulista de Itariri é a única da lista que obteve o feito logo na sua primeira Olimpíada.

Depois de eliminar a número 1 do mundo na semifinal, Bia chegou à final contra a israelense Raz Hershko. Com um waza-ari, ela administrou bem e conquistou a vitória por 1 a 0.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Beatriz Souza vence israelense e conquista medalha de ouro no judô

por Redação 2 de agosto de 2024

Aos 26 anos e em sua estreia nos Jogos Olímpicos, Beatriz Souza conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil em Paris. A façanha veio carregada de simbolismo. Saiu pela mãos de uma mulher na primeira edição com mais atletas do sexo feminino na delegação brasileira. E no esporte que historicamente mais dá medalhas ao país: o judô. De quebra, Bia ainda se tornou a primeira brasileira debutante campeã olímpica em provas individuais.

Até chegar ao alto do pódio da categoria +78kg, Bia venceu quatro lutas. Na grande decisão, a brasileira superou a israelense Raz Hershko, número 2 do ranking mundial, por waza-ari. Ao fim da luta, caiu de joelhos no tatame, chorou e gritou em alto e bom som: “Eu sou campeã olímpica”.

  • É inexplicável. É uma das melhores coisas do mundo. Eu consegui. Deu certo, mãe. Eu consegui. Eu consegui. Foi pela avó. É para a avó, mãe. Eu amo vocês mais do que tudo. Eu amo vocês. Obrigada – resumiu Bia Souza sobre a sensação de ser campeã olímpica.

O Brasil agora soma agora um ouro, três pratas e três bronzes na edição dos Jogos Olímpicos de Paris. É a terceira conquista do judô, se juntando à prata de Willian Lima e ao bronze de Larissa Pimenta. São 27 medalhas brasileiras na história da modalidade.

A brasileira entrou no tatame na quarta luta da sessão da tarde para enfrentar a número 1 do mundo e já começou pressionada pelo arbitragem. Em menos de 15 segundos de combate levou o primeiro shidô por “judô negativo”.

A punição serviu de alerta para Beatriz, que adotou uma postura mais agressiva no combate e conseguiu tirar Dicko da zona de conforto. O combate ficou igual em advertências após dois minutos, punida por falta de combatividade.

Souza chegou à vitória já no golden score. Derrubou a francesa de costas e imobilizou, forçando Romane a desistir do combate e garantindo uma medalha para o Brasil. A cor seria definida no duelo com a israelense Raz Hershko.

A decisão contra a israelense trazia um bom retrospecto para a Bia Souza: eram quatro confrontos entre elas com 100% de aproveitamento para a judoca brasileira.

O que se viu no tatame foi um panorama que explica tamanho domínio. Souza conseguiu controlar o combate segurando a manga direita da Raz ao longo de todo o combate e apostando em uma pegada alta nas costas.

Com um o-soto-guruma, derrubou a adversária de lado conquistando um waza-ari com 44 segundos de combate. Dali para frente, manteve o controle, se defendeu bem, levou dois shidô e garantiu o título olímpico na estreia em Olimpíadas.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Rebeca Andrade admite pensar no recorde de medalhas do Brasil: “Preciso fazer a minha parte”

por Redação 2 de agosto de 2024

Rebeca Andrade pode ser tornar a maior medalhista olímpica brasileira de todos os tempos nas Olimpíadas de Paris 2024. Com quatro medalhas conquistadas em Tóquio 2020 e em Paris 2024, a ginasta está a um pódio de empatar com os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael, cada um com cinco, o que já pode acontecer no sábado, quando defende seu título na final do salto.

E pode ainda ultrapassá-los, chegando a seis ou mesmo sete medalhas na segunda-feira, dia 5, quando disputa as decisões da trave e do solo. A ginasta confessou que o recorde está na mira, mas mostrou que está com os dois pés no chão.

  • Eu penso, não vou mentir, que eu quero estar no pódio, né? – disse a ginasta logo depois do a cerimônia de premiação das medalhas – Com certeza vai ser muito importante para a carreira se acontecer, mas o resultado é consequência. Para eu ser a maior brasileira da história olímpica, eu preciso fazer a minha parte. Meu foco está nas minhas apresentações, no meu trabalho. E depois a gente pensa no pódio. Mas se acontecer vou ficar bem feliz.

Em Paris, Rebeca já se isolou como a maior medalhista olímpica entre as mulheres do Brasil. Ela repetiu a prata de Tóquio no individual geral e liderou a seleção feminina na conquista do bronze por equipes. Somando ao ouro no salto, conquistado nos Jogos de 2020, chegou a quatro medalhas.

No sábado, a ginasta faz a final do salto, aparelho no qual é a atual campeã olímpica e mundial. Deve saltar novamente com um Cheng, de valor de dificuldade 5.600, e um Amanar, de 5.400. A ginasta chegou a inscrever o inédito TTY, um Yurchenko com tripla pirueta de grau 6.000, mas dificilmente fará o salto. Simone Biles deve saltar com um Cheng e com o Biles II, um salto de dificuldade 6.400. Se realizá-lo sem quedas, é favorita para o ouro.

Mas Rebeca pode subir ao lugar mais alto do pódio por entregar uma execução perfeita. E mesmo que não suba, é favorita à prata, que já lhe garantiria uma quinta medalha olímpica, empatando com Scheidt e Grael.

Na segunda-feira, a ginasta fará as finais de solo e trave, aparelhos nos quais também é aposta para medalhas. Tem, portanto, três chances reais de pódio, podendo chegar a sete medalhas olímpicas.

Veja a seguir quais são as medalhas de Rebeca até o momento e confira as de Scheidt e Torben:

Rebeca Andrade (ginástica artística) – 4 medalhas até o momento

Ouro no salto em Tóquio 2020 ?
Prata no individual geral em Tóquio 2020?
Prata no individual geral em Paris 2024 ?
Bronze por equipes em Paris 2024 ?
Robert Scheidt (vela) – 5 medalhas

Ouro na classe Laser em Atlanta 1996 ?
Ouro na classe Laser em Atenas 2004 ?
Prata na classe Laser em Sydney 2000 ?
Prata na classe Star em Pequim 2008 ?
Bronze na classe Star em Londres 2012 ?
Torben Grael – 5 medalhas

Ouro na classe Star em Atlanta 1996 ?
Ouro na classe Star em Atenas 2004 ?
Prata na classe Soling em Los Angeles 1984 ?
Bronze na classe Star em Seul 1988 ?
Bronze na classe Star em Sydney 2000 ?
Quando são as outras finais de Rebeca? ?️
Final do salto: sábado (3), às 11h20;
Final da trave: segunda-feira (5), às 7h30 – Julia Soares também participa;
Final do solo: segunda-feira (5), às 9h20.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Bárbara Santos perde para ex-campeã mundial e é eliminada no boxe

por Redação 1 de agosto de 2024

Estreante em Jogos Olímpicos, a atual campeã pan-americana do peso-meio-médio (até 66kg), Bárbara Maria dos Santos, caiu na primeira luta nas Olimpíadas de Paris 2024. Ela foi superada pela taiwanesa Nien Chin Chen, ex-campeã mundial, por decisão unânime (5-0) nas oitavas de final nesta quinta-feira, na Arena Paris Norte.

A pugilista baiana de 33 anos de idade se emocionou ao dar entrevista após o revés que encerrou sua primeira olimpíada prematuramente.

  • Apesar da derrota, é a gratidão, porque só eu e Deus sabemos o trajeto que percorri até aqui. Foi tudo muito difícil, tudo muito árduo, porque a vida de um atleta nunca é fácil. Mas me sinto com a sensação de dever cumprido, porque persisti todos esses anos, participei de competições importantíssimas, onde obtive medalhas. Hoje chegar aqui nas Olimpíadas, nunca tinha imagina chegar tão longe, não pelo meu potencial, mas pelas oportunidades mesmo. E assim como treino muito, as adversárias treinam também. E não tem como saírem dois vencedores. É ou eu, ou ela, e hoje ela se superou, ela me superou, foi melhor que eu, e é mérito todinho dela. Só tenho que agradecer mesmo – declarou Bárbara, que deixou sua família na Bahia para treinar com a seleção brasileira em São Paulo.

A luta
Chen tomou o centro do ringue e ditou o ritmo do combate no primeiro assalto. Mais forte, a taiwanesa acertou bons golpes e não sentiu a vantagem de envergadura da brasileira. Bárbara não fugiu da luta, mas não encontrou o tempo de ataque e foi castigada por cruzados e diretos quando hesitava. Chen venceu o primeiro round na pontuação de todos os juízes.

O segundo round seguiu o mesmo ritmo do primeiro. Chen foi mais ofensiva e rápida que a brasileira, que era mais lenta com os golpes. Além disso, a alternância de base da taiwanesa confundia a baiana. Bárbara acertou um bom cruzado de direita ao final do assalto que fez Chen cair para frente, mas não foi aberta contagem e não foi suficiente para mudar a opinião dos juízes, que deram novamente o round de maneira unânime para a taiwanesa.

Necessitando um knockdown para ao menos empatar o confronto, Bárbara foi para cima, combinando mais golpes. Mas Chen mostrava uma esquiva eficiente e tratava apenas de administrar a vitória, praticamente garantida. Mesmo sem fazer muito, a taiwanesa venceu também o terceiro assalto de maneira unânime.

Mais cedo, outra brasileira, Caroline Almeida, foi eliminada também nas oitavas de final no peso-mosca-ligeiro (até 50kg).

Fonte: GE

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Olimpíadas

EUA ignoram critério e se colocam como líderes no quadro de medalhas

por Redação 1 de agosto de 2024

Após uma semana de disputa das Olimpíadas de Paris 2024, a China lidera o quadro de medalhas com 11 medalhas de ouro conquistadas. Para o mundo inteiro, o número de medalhas de ouro conquistadas é o que determina a posição de um país no quadro de medalhas olímpico, seguido pelo número de medalhas de prata e depois pelo número de medalhas de bronze, correto? Bem, em quase todo o mundo.

Ocupando apenas a quinta colocação no quadro de medalhas de Paris 2024, com seis medalhas de ouro até o momento, os Estados Unidos decidiram alterar o seu critério de classificação no quadro de medalhas, e simplesmente se colocaram em primeiro lugar. Segundo a NBC, emissora oficial das Olimpíadas e detentora dos direitos globais de transmissão do evento, o critério válido passou a ser o de número de medalhas conquistadas – coincidência ou não, por esse parâmetro os americanos estão em primeiro lugar, com 31 medalhas conquistadas, seguidos pela França, com 26 medalhas, e a China, com 21 medalhas no total.

Essa não é a primeira vez que os americanos adotam esse critério. Em Pequim 2008, quando os chineses sediaram os Jogos e dominaram as medalhas de ouro, os Estados Unidos começaram a ordenar a classificação olímpica por número total de medalhas. A mudança chamou a atenção de todo o mundo, já que o critério do COI, ainda que extra-oficial, seja o número de medalhas de ouro como principal indicador. A partir de então, o país adotou este critério sempre que esteve em desvantagem no número de medalhas de ouro nos Jogos.

Fonte: GE

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Olimpíadas

HISTÓRICO! Hugo Calderano vence e coloca Brasil na semifinal do tênis de mesa pela primeira vez

por Redação 1 de agosto de 2024

O Brasil terá um representante nas semifinais do tênis de mesa pela primeira vez na história. Hugo Calderano venceu, com sobras, Jang Woo-jin (KOR) por 4-0 (11/4, 11/7, 11/5, 11/6) na manhã desta quinta-feira (1º).

A torcida esteve presente na Arena Paris Sul e embalou o brasileiro a cada ponto, que entra na briga direta por medalhas. A partida decisiva será nesta sexta (2) e o rival será definido após o confronto entre Truls Moregard (SWE) e Omar Assar (EGY).

Hugo Calderano comentou que sempre acreditou na possibilidade de disputar uma medalha em Jogos Olímpicos. “Nunca parei de evoluir e isso no esporte é o mais importante. Eu gosto bastante de olhar pra trás e ver todo o caminho que percorri. Sempre tive bastante confiança que se continuasse focado nos meus objetivos, eu iria chegar e pegar a oportunidade um dia.”

O brasileiro ocupa a sexta posição no ranking mundial e venceu o rival nas oitavas de final de Tóquio 2020 de virada por 4-3. É a segunda vez que o brasileiro elimina o sul-coreano, 13º no ranking.

“Consegui jogar no meu melhor nível, foi muito bom a meu favor. O Woo-jin é extremamente forte, já ganhou de chineses, mas consegui impor meu jogo e neutralizar os golpes dele. Fiquei muito feliz com o nível de performance que tive hoje. Isso me dá bastante confiança para a próxima fase”, disse o mesatenista brasileiro após a partida.

No primeiro game, Hugo Calderano atropelou e venceu com muita autoridade, acelerando contra-ataques e com alto aproveitamento nas bolas curtas. O brasileiro chegou a abrir 10 a 3 e levou a melhor na parcial.

O segundo game começou mais equilibrado, com Woo-jin mais agressivo, mas sofrendo com o forehand de Calderano. Após abrir 7 a 3, o brasileiro viu o rival reagir, empatar a parcial. Mas com uma impecável recepção no saque, Calderano também fechou.

No terceiro, era nítido como o sul-coreano estava desestabilizado com as investidas de Hugo, que continuava aplicando efeito nas rebatidas e confirmando o favoritismo.

No último game, com o forehand e o backhand fortes, forçou o pedido de tempo de Woo-jin. Não foi suficiente para garantir a vitória do brasileiro.

Fonte: surtoolimpico

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Olimpíadas

Mayra Aguiar chora após derrota, pede abraço a repórter e diz: “A cobrança interna é muito grande”

por Redação 1 de agosto de 2024

A emoção tomou conta de Mayra Aguiar depois da eliminação nas Olimpíadas de Paris, nesta quinta-feira. Bronze em Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2020 na categoria feminina até 78kg, ela perdeu na estreia para estreia para a italiana Alice Bellandi, líder do ranking mundial, e caiu no choro na saída do tatame, pedindo um abraço ao repórter Marcelo Courrege durante a entrevista.

  • Eu não ia chorar. Posso te dar um abraço? – perguntou Mayra enquanto ouvia ouvia sobre sua trajetória.
  • É bom escutar isso. A gente se cobra muito. Óbvio que tem a cobrança externa, mas a interna é sempre muito, muito grande. Mas é isso. É o que nos dá força, o que nos faz crescer. E o judô é uma coisa que me ensinou muito para a vida inteira: cai, levanta. Obrigada pelas palavras, obrigada pelo carinho. Vamos voltar para casa, vamos colocar a cabeça no lugar e levantar de novo – completou a atleta de 32 anos.

Sobre a luta, Mayra Aguiar lamentou que a escrita contra Bellandi tenha sido mantida. Foi a quarta luta entre elas, sem nenhuma vitória para a brasileira. O combate foi para o golden score e acabou decidido com um waza-ari a favor da italiana.

  • É uma luta sempre muito dura, um estilo de jogo que ainda não aprendi a jogar. É um jogo mais estratégico. Eu sempre busquei muito golpe. Treinei bastante, mas infelizmente desta vez não deu. Ela foi melhor. É o judô, é o esporte. É triste, é ruim, uma derrota amarga. Derrota nunca é boa, por mais que seja onde a gente mais aprende. Mas é duro.

Com a derrota na primeira luta, Mayra, tricampeã mundial, fica sem chance de disputar medalha na sua quinta participação em Olimpíadas.

As disputas para o judô brasileiro acabaram cedo nesta quinta-feira. Além de Mayra, Leonardo Gonçalves (categoria de 100kg masculino) caiu logo na estreia para Dzhafar Kostoev, Emirados Árabes.

Até agora, a modalidade rendeu duas medalhas para o Brasil em Paris: a prata de Willian Lima (66kg masculino) e o bronze de Larissa Pimenta (52kg no feminino) na categoria meio-leve.

O judô brasileiro ainda vai entrar em ação na sexta-feira, com Beatriz Souza (78kg feminino) e Rafael Silva, o “Baby” (100kg masculino), e no sábado, quando haverá a disputa mista por equipes.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Caio Bonfim faz história e conquista a prata na marcha atlética das Olimpíadas de Paris

por Redação 1 de agosto de 2024

Caio Bonfim fez história nas ruas de Paris na madrugada desta quinta-feira (horário de Brasília). O brasileiro de 33 anos conquistou a medalha de prata na marcha atlética de 20 km para o Brasil – a primeira da história para o país. O brasileiro esteve entre os líderes durante toda a prova, sendo responsável por puxar o pelotão de frente em vários momentos. Com duas punições na reta final, a prova teve emoção até o fim, com Caio Bonfim pendurado e brigando pelo ouro até os metros finais.

Caio Bonfim foi quarto lugar na Rio-2016. Ele sobe no pódio de Paris com a prata com o tempo de 1h19m09s – 14s atrás do equatoriano Brian Daniel Pintado, que terminou com 1h18m55s e levou o ouro. O espanhol Alvaro Martin conquistou o bronze com 1h19m11s. Outros brasileiros na disputa, Max Batista chegou em 28º, enquanto Matheus Corrêa foi o 39°. Na disputa feminina da marcha atlética, Érica Sena ficou na 13ª colocação. Viviane Lyra foi a 18ª. Gabriela Souza foi a 36ª .

  • Olimpíadas é diferente de tudo, né, cara? Tinha uma expectativa, mas você viu tanto que é forte o nível. E Deus proporcionou esse momento. A gente se entregou. Jogos olímpicos não são só essas 20 voltas aqui. É um trabalho, mas também o resultado, graças a Deus, valeu a pena. Eu queria, eu entreguei o meu melhor todos os dias, todas as voltas, todos os momentos, todos os treinamentos deste ciclo olímpico curto de três anos para que eu passasse antes da minha chegada olhar para trás e falar: “cara, eu entreguei”. Tudo que eu podia entregar. Tomara que seja suficiente, e graças a Deus foi. Eu estava com duas faltas ali no final, então pra mim não importava – disse Caio Bonfim após a prata.

O brasileiro Caio Bonfim se tornou o primeiro atleta da história do país a ir ao pódio pela primeira vez na carreira somente na sua quarta participação. O persistente Caio esteve nos Jogos de Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2021, e conseguiu sua primeira medalha em Paris.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Olimpíadas: do que o Brasil precisa para ir às quartas do vôlei masculino? Veja cenários

por Redação 31 de julho de 2024

As derrotas nas primeiras duas partidas deram emoção à jornada da seleção masculina nas Olimpíadas de Paris. A equipe verde e amarela não tem mais chances de ficar na liderança ou na segunda posição do Grupo B. Assim, resta ao Brasil a possibilidade de se classificar para as quartas como um dos dois melhores terceiros colocados. Para isso, buscará uma vitória sobre o Egito por 3 a 0 ou 3 a 1 na próxima sexta-feira (2), às 8h (de Brasília). O ge te mostra todos os cenários.

Vitória por 3 a 0 ou 3 a 1 fará com que o Brasil não seja mais alcançado por Sérvia e Canadá, que disputam a terceira posição do Grupo A e se enfrentam na última rodada. Assim como os brasileiros, os sérvios somam um ponto nas Olimpíadas e podem chegar a quatro, mas venceram menos sets e, assim, levariam a pior na comparação entre parciais ganhas e perdidas (a famosa razão de sets). Os canadenses, por outro lado, só conseguem alcançar três pontos na tabela.

Para o Brasil ser o melhor terceiro colocado geral, terá que torcer para a Argentina derrotar a Alemanha por 3 a 0 ou 3 a 1 na rodada final do Grupo C (se os argentinos triunfarem por 3 a 2, os brasileiros não poderão ceder sets aos egípcios). Ou para os Estados Unidos fazerem 3 a 0 sobre o Japão (caso seja 3 a 1, a seleção verde e amarela precisará emplacar um 3 a 0 em seu jogo).

E o que acontece com vitória brasileira sobre o Egito por 3 sets a 2? Aí será hora de fazer contas. O Brasil, com três pontos, dependeria de algum dos resultados abaixo:

Vitória da Sérvia sobre o Canadá por 3 x 2;
Vitória do Canadá sobre a Sérvia;
Vitória da Argentina por 3 x 0;
*Se a vitória dos argentinos for por 3 a 1, será preciso comparar as razões de pontos (relação entre pontos marcados e sofridos) de Brasil e Alemanha para ver quem fica em vantagem.

Uma derrota da seleção verde e amarela para o Egito mandará os comandados de Bernardinho de volta para a casa. Por isso, o técnico trata a partida como uma decisão:

– Vamos seguir buscando. Agora nossa final é o Egito. (São) Quatro finais (até a busca pela medalha de ouro), e Egito é a primeira delas – disse, após o revés para a Polônia.

Pior início em quase 30 anos
A seleção brasileira masculina de vôlei não perdia os dois primeiros jogos em Olimpíadas desde Atlanta 1996. Naquela edição, o Brasil foi superado por Argentina e Bulgária, mas a redenção veio ainda na primeira fase, com vitórias sobre Polônia, Estados Unidos e Cuba. O formato do torneio era diferente, com dois grupos de seis times.

Classificados para as quartas, os brasileiros acabaram eliminados pela Iugoslávia em 1996 e não avançaram às semifinais.

Fonte: GE

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