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Categoria:

Olimpíadas

Olimpíadas

Calderano supera francês e a torcida para seguir às quartas

por Redação 31 de julho de 2024

O sonho da primeira medalha olímpica para o Brasil no tênis de mesa continua! Nesta quarta-feira (31), Hugo Calderano superou a torcida e o rival francês Alexis Lebrun nas oitavas de final do torneio. A vitória do mesatenista brasileiro veio pelo placar de 4 sets a 1, com parciais de (3/11, 11/5, 11/6, 11/3 e 11/8). Assim, Calderano iguala a melhor campanha da história do país em Jogos Olímpicos, que também era dele.

Antes do jogo, houve uma grande surpresa na disputa do tênis de mesa de Paris-2024. O chinês Chuqin Wang, número 1 do ranking mundial, caiu nas oitavas de final para o sueco Truls Moregard. A surpreendente notícia é excelente para Hugo, visto que o chinês estava na chave do brasileiro.

O jogo
Atual número 6 do mundo, Calderano não teve vida fácil diante do francês, que é 16º do ranking. Embalado com a vitória do irmão, Felix, Alexis dominou completamente a primeira parcial. O francês atacou bem e abriu 6/1 logo no início do set. O brasileiro não conseguiu encaixar as devoluções e viu a vantagem se estender até Lebrun fechar em 11/3.

Hugo voltou diferente para a segunda parcial. Mais ativo, o brasileiro abriu 5/1 no começo do set, mas viu o francês encostar no placar em 7/5. Porém, o brasileiro deu fim a reação do rival, emendou quatro pontos seguidos e empatou a partida.

Diferente dos anteriores, o terceiro set começou com mais equilíbrio, com os dois atletas alternando vantagens. Calderano, então, marcou cinco pontos em sequência e abriu 10/4 para encaminhar a virada.

Calderano manteve a pegada no começo do quarto set e abriu 2/0 no placar. O técnico de Alexis Lebrun, então, pediu uma parada técnica para esfriar o jogo. Na volta, o francês se recuperou e empatou em 3/3. Mas não teve jeito, Hugo voltou a dominar, fez mais oito pontos seguidos e fechou o set em 11/3.

A quinta parcial parecia se encaminhar para uma vitória tranquila de Hugo Calderano. O brasileiro começou bem e abriu 5/1 no placar. Porém, Lebrun reagiu bem e encostou no placar em 8/7. Então, Calderano gastou a sua única parada técnica, recuperou o fôlego e fechou a partida!

Próximo confronto

Com o triunfo, Hugo Calderano terá pela frente o vencedor do duelo entre o japônes Shunsuke Togami (15º) e o sul-coreano Jang Woo-jin (13º).

Fonte: r7

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Olimpíadas

Flávia Saraiva sofre queda feia e corta supercílio na final da ginástica

por Redação 30 de julho de 2024

A ginasta brasileira Flávia Saraiva sofreu um corte na sobrancelha durante o aquecimento antes da final por equipes da ginástica. A brasileira fazia o aquecimento nas barras assimétricas, caiu e machucou a região perto do olho direito.

Flavinha é quarta ginasta a se apresentar na decisão e precisou passar por atendimento médico antes de iniciar a série. A equipe brasileira dividiu o aparelho com a China. Huan Luo abriu a apresentação, Lorrane Oliveira foi na sequência e Qiyuan Qiu ainda se apresentou antes da vez de Saraiva.

O atendimento foi feito pela equipe média, que realizou um curativo no local. Flavinha seguiu na disputa e se apresentou nas barras. A série correu sem problemas e a brasileira conseguiu contribuir com a equipe na disputa.

Aos 24 anos, a ginasta brasileira disputa a terceira edição de Jogos Olímpicos da carreira. Tem como melhor resultado olímpico na carreira um 5º lugar na disputa da trave em 2016.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Onda de calor em Paris gera preocupação e força medidas nas Olimpíadas

por Redação 30 de julho de 2024

O verão parisiense tem sido intenso e a forte onda de calor que atinge a França está alterando protocolos em algumas das modalidades das Olimpíadas. A preocupação não se concentra apenas nos atletas, mas também no público e até nos cavalos das disputas do hipismo.

Quem não se surpreendeu com o calor foi a dupla brasileira do vôlei praia. Após a vitória sobre as lituanas, Bárbara Seixas, que faz dupla com Carol Solberg, revelou ter acelerado o jogo para cansar ainda mais as adversárias.

– Todo calor que a gente estava esperando em Paris chegou. Mas nós somos brasileiras, estamos mais acostumadas e preparadas. A gente percebeu que elas estavam sentindo cansaço por causa do calor, e aproveitou para acelerar o jogo em momentos que estava bem. Deu certo, e a gente conseguiu uma vitória muito importante – disse Bárbara Seixas.

Outro a falar sobre o calor foi Gustavo Bala Loka, do ciclismo BMX freestyle.

– Está 35, 40 graus, muito calor. Sem querer andamos todo de preto, pega um pouco mais. Ainda mais com todos os equipamentos de proteção. Dá uma interferida, mas para ir para final a gente faz de tudo – comentou Bala Loka.

No complexo de tênis de Roland Garros, onde a temperatura deve atingir os 37° C nesta terça-feira, os jogadores ganharam um intervalo de 10 minutos entre o segundo e o terceiro set, nas partidas de simples.

A Federação Internacional de Tênis adotou o protocolo da “Temperatura do Globo de Bulbo Úmido”, que mede o potencial estresse térmico sob a luz solar direta. Neste caso, há a liberação para os tenistas aproveitarem o intervalo para tomar banho, trocar de roupa, comer e beber. Só não podem receber tratamento médico ou falar com o treinador. Se o calor piorar, árbitro e profissionais médicos podem até decidir suspender o jogo.

No futebol, os árbitros também param as partidas para a hidratação dos jogadores, nos dois tempos, quando a temperatura fica acima dos 32 graus. No BMX, os ciclistas se sentam sob os guarda-sóis para se abrigar do sol. Há atletas que reclamam que as garrafas de água não estão ficando geladas.

A alta dos termômetros tem multiplicado as cenas de torcedores com leques e jogando água no rosto.

Quem também recebe os cuidados especiais com a onda de calor são os cavalos das disputas do hipismo. A Federação Equestre Mundial ativou um plano especial com monitoramento dos animais com câmeras térmicas e dados climáticos.

Os esportes que menos sofrem com a onda de calor são aqueles praticados dentro de ginásios fechados, que ostentam de ar condicionado em potência máxima.

Em entrevista a Reuters, um torcedor chinês em Roland Garros disse que “se sentia como se estivesse em uma sauna”. Uma estudante, que também acompanhava as partidas de tênis, mostrou seu kit com ventilador, água e protetor solar.

No sistema de metrô de Paris, há registro de distribuição de água aos usuários do transporte público.

Há previsão de tempestades para esta semana em Paris, o que pode ajudar a amenizar o forte calor na França.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Prova do triatlo masculino é adiada por conta da qualidade da água do Rio Sena

por Redação 30 de julho de 2024

O Comitê Olímpico Internacional (COI) decidiu adiar a disputa do Triatlo masculino das Olimpíadas de Paris, que estava marcada para começar às 3h da manhã desta terça-feira (horário de Brasília), por conta ainda do nível de contaminação do Rio Sena, onde será disputada a prova de natação.

Com isso, tanto a disputa masculina, quanto a feminina estão marcadas para a quarta-feira. As mulheres iniciam a disputa às 3h (horário de Brasília), enquanto os homens às 5h45 (também no horário de Brasília). As duas cerimônias de premiação ocorrerão após os dois eventos. Porém, há previsão de chuva para a madrugada em Paris, o que deixa a situação ainda mais preocupante.

Novos testes foram feitos pela organização do evento no Rio Sena ao longo da madrugada local e constatou-se que as condições ainda não são adequadas para a disputa da natação”.

Os treinos de familiarização dos atletas já haviam sido cancelados também por conta da qualidade da água. Por conta disso, os atletas brasileiros Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Manoel Messias e Miguel Hidalgo têm treinado em piscinas. Já as atividades de reconhecimento dos percursos do ciclismo e da corrida ocorreram conforme estava planejado anteriormente.

Apesar da marcação das provas masculina e feminina para esta quarta-feira, o Comitê Organizador das Olimpíadas também possui outros dois planos alternativos.

O primeiro seria adiar o triatlo para o dia 2 de agosto. E o segundo, se não acontecer nenhum avanço na recuperação do Rio Sena, é transformar a competição em um duatlo. Nesse caso, os 1500m de natação serão substituídos por mais 5 km de corrida também no dia 2 de agosto

O Rio Sena também receberá as provas da maratona aquática de 10 quilômetros feminina e masculina marcadas para os dias 8 e 9 de agosto.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Entenda a regra que tirou o bronze de Rafaela Silva no judô das Olimpíadas de Paris

por Redação 29 de julho de 2024

Uma regra para o ciclo das Olimpíadas de Paris causou a eliminação da brasileira Rafaela Silva na disputa pelo bronze na categoria até 57 kg do judô. A alteração ocorreu em 2022 e fez parte de uma série de mudanças no livro de regras, responsáveis por reclamações até alguns nomes importantes da modalidade, como a própria campeã olímpica do Rio em 2016.

Desde janeiro de 2022, a Federação Internacional de Judô proíbe o mergulho de cabeça no tatame. A entidade considera o movimento perigoso e acabou banido. Confira o texto completo da regra no fim da nota.

Rafaela, em ação de defesa, tocou com a cabeça primeiro no tatame e acabou desclassificada após intervenção da arbitragem de vídeo. Mais cedo, um atleta da Mongólia também perdeu pela mesma razão.

Na época das alterações, a Federação Internacional recebeu críticas da própria Rafaela Silva, que classificou como “ridículas” as mudanças no livro de regras. Além do mergulho de cabeça, o golpe seoi nage invertido resulta em punição ao invés de pontuação.

Outra mudança corresponde ao comportamento no combate: os atletas também podem ser castigados com um shido ao ajeitarem o kimono ou o cabeço mais de uma vez na luta.

A Federação Internacional se defendeu. O diretor de esportes, Vladmir Barta, assegurou que as mudanças vieram a partir de recomendações das confederações nacionais.

– A Federação Internacional de Judô está trabalhando duro para modernizar o esporte que amamos com ajuda de nossos parceiros. As novas regras valem a partir do início de 2022 até 2024 – disse o dirigente.

Nesta segunda-feira, Rafaela Silva chegou a olhar incrédula para a arbitragem, mas não contestou a marcação.

– Muito difícil. Eu queria a medalha. Eu trabalhei muito por essa medalha. Queria estar dando outra entrevista neste momento. Eu peço desculpa. Hoje eu não consegui, não consegui – disse a brasileira, emocionada, após perder a briga por medalha.

Confira o texto da regra que tirou o bronze de Rafaela Silva:
Artigo 18.2.1 Hansoku-make para Técnicas Perigosas

Técnicas usando mergulho de cabeça são perigosas e serão penalizadas com hansoku-make.

  1. “Mergulhar” de cabeça no tatame, inclinando-se para a frente e para baixo enquanto executar ou tentar executar técnicas como uchi-mata, harai-goshi, kata-guruma etc. É proibido dar cambalhota para frente quando uke está sobre os ombros ou nas costas de tori.
  2. Defesa da cabeça, para garantir que o Judô tenha o mínimo de traumas possível, se uke tenta voluntariamente usar a cabeça em qualquer movimento que seja perigoso para sua cabeça, pescoço ou coluna, para defesa e para evitar cair/escapar de uma pontuação, ele será penalizado com hansoku-make.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Conheça Julia Soares, finalista na trave da ginástica artística do time Brasil nas Olimpíadas de Paris

por Redação 29 de julho de 2024

Em sua primeira Olimpíada, Julia Soares, de 18 anos, encantou a Bercy Arena, em Paris, na tarde de domingo. Além de um espetáculo no solo ao som de “Cheia de Manias” misturado com “Milord”, de Edith Piaf, ela conquistou uma vaga na decisão da trave de equilíbrio.

O movimento com o nome dela, o “Soares”, um giro criado para entrada na trave e que foi batizado por ela e pela treinadora ucraniana Iryna Ilyashenko no Pan-Americano de 2021, na Colômbia, abriu a apresentação. Julia Soares fez uma série impecável, com um triplo giro cossaco perfeito, e teve nota 13,800.

Julia Soares nasceu em Curitiba. Na capital paranaense está o Centro de Excelência em Ginástica do Paraná, que foi casa da ginástica brasileira entre 2001 e 2008. Julia era muito pequena, mas pôde conviver ali com Daiane dos Santos e Rebeca Andrade.

— Me inspirou muito na ginástica. Pude pensar: eu quero um dia chegar onde elas estão – contou Julia ao ge em 2023.

Desde 2018, Julia vem se destacando nas principais competições nacionais e internacionais. O primeiro grande resultado internacional foi o ouro na etapa de Baku da Copa do Mundo de ginástica artística, mas ela também subiu ao topo do pódio quatro vezes no Sul-Americano.

Julia fez parte da equipe que conquistou a inédita medalha de prata no Campeonato Mundial que assegurou a vaga do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2023. Nos Jogos Pan-Americanos, em Santiago, ela ficou com a prata por equipes e bateu na trave no solo, perdendo a medalha de bronze por 0,1.

— É muito difícil, exige muita técnica, como na ginástica. E muito estudo! – disse em entrevista ao ge.

A final da ginástica artística por equipes nas Olimpíadas de Paris 2024 será na terça-feira, a partir de 13h15 (de Brasília). As finais individuais começam na quinta, também às 13h15.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Após caso de espionagem, Canadá suspende treinadora e pede que seleção não seja punida

por Redação 26 de julho de 2024

A Federação de Futebol do Canadá (Canada Soccer) pediu à Fifa nesta sexta-feira (26) que a seleção feminina não seja punida por conta do escândalo de espionagem com drone nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, que provocou a suspensão da treinadora da equipe.

Bev Priestman, à frente da atual campeã olímpica, foi afastada dos Jogos depois que foi descoberto que sua auxiliar Jasmine Mander e o analista Joey Lombardi usaram um drone para filmar um treino da Nova Zelândia, adversária da seleção canadense na fase de grupos.

Kevin Blue, diretor-executivo da Canada Soccer, defendeu suas jogadoras afirmando que elas não viram nenhuma das imagens registradas pelo drone e, portanto, não deveriam ser punidas com a perda de pontos.

O Canadá venceu a Nova Zelândia por 2 a 1 na quinta-feira.

Priestman não ficou no banco na partida e, horas depois, foi afastada do cargo até que seja finalizada uma “investigação externa independente” aberta pela federação.

Tanto Jasmine Mander como Joey Lombardi já haviam sido enviados de volta ao Canadá. O analista chegou a ser detido pela polícia francesa e recebeu uma sentença de oito meses de prisão, que acabou suspensa.

Blue disse à imprensa que houve “falhas francamente inaceitáveis” e “incidentes éticos” por parte de membros da comissão técnica canadense.

Embora não tenha especificado há quanto tempo essas filmagens aconteciam, o diretor da Canada Soccer disse que fontes internas apontam que “esse tipo de comportamento pode ser sistêmico”.

“Mas as jogadoras não estão envolvidas em nenhum comportamento pouco ético”, ressaltou Blue. “E, francamente, pedimos à Fifa que leve isso em consideração se estiver pensando novas punições.

“Concretamente, não acreditamos que uma dedução de pontos neste torneio seja justa para nossas jogadoras”, continuou.

Após a estreia com vitória no Grupo A, que também tem França e Colômbia, as jogadoras canadenses se desvincularam da espionagem.

“Houve muita emoção, frustração e humilhação porque não reflete nossos valores nem o que queremos representar como competidoras nos Jogos Olímpicos”, declarou a zagueira Vanessa Gilles. “Os Jogos representam o jogo limpo. Como canadenses, esses não são nossos valores nem os de nosso país. Não somos trapaceiras”.

Fonte: gazetaesportiva

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Olimpíadas

Brasil investe R$ 43,4 bi em esportes e conquista 351 medalhas olímpicas em 20 anos

por Redação 25 de julho de 2024

Nos últimos 20 anos, o Brasil destinou R$ 43,4 bilhões aos esportes olímpicos e o resultado foram 84 medalhas olímpicas, sendo 25 delas de ouro. Incluindo as Paralimpíadas, o país conquistou um total de 351 medalhas, com 112 de ouro. Para os Jogos Olímpicos de Paris-2024, que começam nesta semana, o Brasil contará com 276 atletas, dos quais 241 são beneficiários do programa Bolsa Atleta, representando 87,3% da delegação.

“O Bolsa Atleta é um incentivo que vai diretamente para o atleta. Isso faz toda a diferença na preparação. Em Paris, dos 275 atletas olímpicos, quase 90% são apoiados pelo programa. Nas Paralimpíadas, o percentual é de 98%, mostrando a importância desse investimento”, detalha o ministro do Esporte, André Fufuca.

Do total de R$ 43,4 bilhões, R$ 6,5 bilhões correspondem ao patrocínio de marcas por meio do programa de incentivo ao esporte do governo federal, a partir de renúncias fiscais. O setor privado, inclusive, deu um salto nos investimentos no evento a partir de 2021, acompanhando o maior interesse da opinião pública: os recursos do último triênio (2021, 2022 e 2023) somaram R$ 1,9 bilhão, valor 48% superior ao aporte que antecedeu as Olimpíadas de Londres em 2012.

A pesquisa, feita pela empresa de análise e pesquisa Ponto MAP, demonstrou que há uma relação direta e proporcional entre os investimentos em esportes olímpicos e a conquista de medalhas. Os valores foram atualizados até dezembro de 2023, pelo IPCA, e tomam como base as informações do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), Ministério do Esporte e o portal Transparência no Esporte, da UnB (Universidade de Brasília). Este montante não inclui os investimentos destinados à infraestrutura de grandes eventos sediados no país, como os Jogos Pan-Americanos de 2007 e as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro.

“Além do entretenimento, os grandes eventos são expressões da cultura, que geram engajamento do público”, diz Marília Stábile, fundadora da Ponto MAP. “Essas reações podem ser positivas ou negativas e englobam as marcas apoiadoras. Daí a necessidade de medir o impacto social, no caso das Olimpíadas, e o quanto se espera das marcas, para além de um logotipo estampado na camiseta”, afirma.

O estudo revela uma evolução crescente dos investimentos ao longo dos anos. Entre 2003 e 2004, o Brasil investiu R$ 1,5 bilhão, resultando em 10 medalhas nos Jogos Olímpicos e 33 nas Paralimpíadas. Entre 2017 e 2020, período prolongado devido à pandemia, o país investiu R$ 7,3 bilhões e conquistou 21 medalhas nos Jogos Olímpicos e 72 nas Paralimpíadas.

A fundadora ainda destacou o impacto cultural e social dos grandes eventos esportivos. “Nossa pesquisa mostra uma relação direta entre o investimento e o número de medalhas conquistadas. Além disso, 54% da classe C está engajada com as Olimpíadas, o que abre uma janela de oportunidades para investimentos contínuos em infraestrutura esportiva em escolas públicas e privadas. A atividade física é fundamental não apenas para a saúde mental dos jovens, mas também para a convivência social”, ressaltou Stábile.

Bolsa Atleta
Nos Jogos Olímpicos de Paris, a delegação contará com 276 atletas em 39 modalidades esportivas, 27 delas terão 100% de atletas bolsistas. O ministro do Esporte, André Fufuca, que liderará a delegação brasileira durante os Jogos Olímpicos, sublinhou a importância deste número. “Quase todos os atletas que estarão em Paris recebem o apoio do Ministério do Esporte. Isso demonstra que estamos no caminho certo e que os esportistas apoiados estão alcançando um alto desempenho com o incentivo do governo. Isso é positivo para o esporte e para o Brasil. Parabéns a todos os convocados e boa sorte na competição”, afirmou Fufuca.

A lista de atletas beneficiados pelo programa inclui nomes de destaque como Rebeca Andrade (ginástica), Rayssa Leal (skate), Rafaela Silva (judô), Abner Teixeira (boxe), Ana Marcela Cunha (natação em águas abertas), Marta (futebol) e Beatriz Haddad (tênis).

Um aspecto notável da delegação é a presença significativa de mulheres. São 153 mulheres, representando 55% do total de convocados. O COB atribui esse maior número de mulheres ao fato de que as vagas em esportes coletivos, como futebol, vôlei, handebol e rúgbi, foram determinantes para que elas fossem a maioria no Time Brasil. Em contraste, os homens garantiram suas vagas principalmente no vôlei e basquete. O Comitê observa que o número de atletas pode sofrer pequenas alterações devido a possíveis realocações de vagas ou lesões.

O Time Brasil competirá em 39 modalidades, que incluem:

Águas abertas
Atletismo
Badminton
Basquete (masculino)
Boxe
Canoagem slalom
Canoagem velocidade
Ciclismo BMX Racing
Ciclismo BMX Freestyle
Ciclismo estrada
Ciclismo mountain bike
Esgrima
Futebol (feminino)
Ginástica artística
Ginástica rítmica
Ginástica trampolim
Handebol (feminino)
Hipismo adestramento
Hipismo CCE
Hipismo saltos
Judô
Levantamento de pesos
Natação
Pentatlo moderno
Remo
Rúgbi (feminino)
Saltos ornamentais
Skate
Surfe
Taekwondo
Tênis
Tênis de mesa
Tiro com arco
Tiro esportivo
Triatlo
Vela
Vôlei
Vôlei de praia
Wrestling
Atletas com mais participações
Rodrigo Pessoa, cavaleiro campeão olímpico e detentor de dois bronzes, participará de sua oitava edição dos Jogos Olímpicos de verão, estabelecendo um novo recorde brasileiro. Ele superará Robert Scheidt (vela) e Formiga (futebol), ambos com sete participações. Considerando qualquer edição dos Jogos Olímpicos, Pessoa igualará Jaqueline Mourão, que possui três participações em Jogos de verão e cinco em Jogos de inverno.

Fonte: r7

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Olimpíadas

Olimpíadas: faxineiros receberão mais de R$ 11 mil para controlar ratos em Paris

por Redação 24 de julho de 2024

As autoridades de Paris afirmam que adotaram medidas adicionais para garantir que os visitantes não encontrem nenhum dos notórios moradores peludos da capital durante os Jogos Olímpicos de 2024.

Paris, que quer ficar bonita para receber o mundo durante o evento, está tendo dificuldades para manter seus habitantes mais indesejáveis, os ratos, longe dos turistas e acabar com a zombaria a qual é submetida regularmente nos quatro cantos do planeta.

Retratada de forma bem-humorada no filme de animação de sucesso Ratatouille, a abundante população de ratos da capital francesa não é uma piada para os moradores da cidade – e pode ser um constrangimento quando os holofotes dos Jogos Olímpicos se voltarem para Paris.

Além de ordenar uma limpeza profunda para remover quaisquer resíduos de alimentos que pudessem atrair os ratos de suas tocas subterrâneas, os especialistas em roedores da prefeitura também trabalharam para fechar os pontos de saída dos esgotos ao redor dos locais.

“Onde havia áreas com muitos ratos, colocamos armadilhas antes dos Jogos“, detalha Boux, acrescentando que foram usadas armadilhas mecânicas para roedores e soluções químicas para reduzir as populações incômodas.

Ratos são úteis mas devem ficar nos esgotosO parque situado atrás da Torre Eiffel, onde será disputado o vôlei de praia, e os jardins do Louvre, onde ficará a tocha olímpica, são locais populares para piqueniques – e anteriormente infestados de ratos.

“No final das contas, ninguém deve tentar exterminar os ratos de Paris, eles são úteis na manutenção dos esgotos”, acrescentou vice-prefeita. “A questão é que eles devem ficar nos esgotos”.

Personagens da literatura francesaOs “parasitas” de Paris, personagens da literatura francesa desde Os Miseráveis até o Fantasma da Ópera, são frequentemente incluídos em um debate contemporâneo sobre a limpeza na capital francesa.

A atual prefeita, Anne Hidalgo, uma socialista que conta com o apoio dos ecologistas, é regularmente acusada por seus críticos conservadores de não conseguir manter a capital livre do acúmulo de lixo, de roedores e de excrementos de cães.

Em 2021, uma campanha viral nas mídias sociais chamada #SaccageParis (#ParisLixo) levou os moradores a postarem fotos de lixeiras transbordando, mobiliário urbano mal conservado ou espaços verdes cobertos de vegetação que prejudicam a reputação de elegância cultivada da capital.

A cidade divulgou posteriormente um “manifesto pela beleza” em resposta às críticas.

Antes dos Jogos Olímpicos, suas avenidas e praças foram completamente renovadas, e muitos edifícios históricos receberam uma reforma.

Anne-Claire Boux enfatizou que os problemas com ratos eram causados principalmente por alimentos deixados no chão ou por latas de lixo transbordando, muitas das quais estão sendo trocadas em Paris por novas versões à prova de ratos.

“O mais importante é que as lixeiras estejam lacradas e fechadas”, disse ela.

Bônus olímpicos para faxineirosOs exterminadores de roedores da cidade – conhecidos como a equipe “Smash” – também foram consultados pelo comitê organizador de Paris, sugerindo maneiras de projetar seus locais para mantê-los limpos e organizados.

A responsabilidade pela remoção de resíduos e limpeza das ruas caberá às equipes de limpeza e coleta da cidade, compostas por 7.500 pessoas, cuja greve de três semanas no ano passado fez com que cerca de 10.000 toneladas de lixo se acumulassem nas ruas.

Eles receberão bônus de até € 1.900 (cerca de R$ 11.540,00) por trabalharem durante o período olímpico, enquanto os empreiteiros privados também ajudarão nos esforços para manter a cidade limpa.

“Não estou nem um pouco preocupado [com os ratos]”, disse o vice-prefeito de Paris, responsável pelo limpeza, Antoine Guillou. “Pelo contrário, os Jogos nos ajudarão a mostrar definitivamente que essa ideia de que há muitos ratos em Paris é falsa”, projeta.

“Há alguns, nós lidamos com eles, mas não são um problema específico de Paris nem na escala que às vezes é sugerida de forma caricatural”, concluiu Guillou.

Fonte: G1

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