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Categoria:

Esporte

Brasileirão

Análise: avassalador, Palmeiras joga leve e ganha força na briga pelo título com mais uma goleada

por Redação 16 de setembro de 2024

Em seu melhor momento no Campeonato Brasileiro, o Palmeiras foi avassalador no domingo. Com 20 minutos de jogo, já vencia o Criciúma por 3 a 0 e terminou com mais uma goleada por 5 a 0. Consequência de uma atuação leve da equipe comandada por Abel Ferreira.

Com as precoces eliminações na Copa do Brasil e Conmebol Libertadores, o Verdão teve frustrações econômicas e esportivas. Mas ao técnico veio o tempo para descansar o grupo e treinar mais. Há, consequentemente, uma melhora de rendimento recente.

Com a base que tem jogado as últimas partidas, o Palmeiras fez o que se esperava em casa e com duas semanas sem jogos: imprimiu ritmo forte desde os primeiros minutos contra o Criciúma.

O que se viu foi um misto das melhores qualidades ofensivas do Verdão no ano: balanço frequente das jogadas de um lado para o outro, mais mobilidade entre os homens de frente e presença de área. E logo no primeiro minuto, Flaco fez uma bela jogada para abrir o placar.

Com a bola, Maurício mais uma vez se aproximou de Felipe Anderson e Caio Paulista no lado esquerdo, enquanto Richard Ríos formava o trio pela direita com Estêvão e Marcos Rocha. Estas triangulações, combinadas com toques rápidos, traziam muitos problemas ao adversário.

Foi desta forma que Rocha chegou à linha de fundo, recebeu de Estêvão e tocou para Felipe Anderson fazer 2 a 0. O camisa 9 tem conseguido se integrar melhor coletivamente, mais solto, movimentando-se ora buscando a linha de fundo, ora entrando na área, como no lance do seu gol.

O Criciúma tentou buscar um gol diante do 2 a 0 sofrido rapidamente e acabou deixando Estêvão muitas vezes em jogadas de um contra um na sua defesa. O camisa 41, liso, criou o terceiro gol, contra, em lance individual.

O placar de 3 a 0 aos 18 minutos foi uma combinação de um time mais inteiro fisicamente, melhor entrado e leve para tocar rápido, buscar dribles e acelerar rumo ao gol.

Desde o começo, o bom desempenho ofensivo foi liderado pelo trio de frente, com Felipe Anderson e Estêvão pelos lados, e Flaco López com desarmes e boas tomadas de decisão para criar mais chances a favor do Palmeiras.

Com o jogo praticamente resolvido antes da metade do primeiro tempo, o Verdão passou a não sufocar tanto a saída do adversário, posicionando-se no seu campo para mais contragolpes. E assim sofreu alguns sustos em chutes de fora da área, todos bem defendidos por Weverton.

Mesmo com a expulsão de Caio Paulista, o time de Abel Ferreira continuou explorando os espaços do Criciúma e fez o quinto gol, em cobrança de falta de Raphael Veiga, que entrou bem no segundo tempo.

Teve até tempo para Dudu jogar alguns minutos na vaga de Estêvão e, mesmo ainda sem a explosão de antes, realizar boas jogadas com o camisa 23, e até aplicar um chapéu no último lance.

Se o mês de agosto tirou o Palmeiras precocemente de duas das três competições que tinha no segundo semestre, o que se esperava era a reação rápida para brigar pelo tri consecutivo no Brasileiro.

Os sinais na sequência de quatro vitórias seguidas vão ao encontro disso. O líder Botafogo é neste momento o melhor time do Brasil, mas o Verdão se coloca como o principal adversário na briga pelo campeonato, como no ano passado, quando acabou bicampeão.


Fonte: GE

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Brasileirão

Análise: Zubeldía acerta estratégia, sai da pressão e ganha novas opções para o São Paulo

por Redação 16 de setembro de 2024

Era preciso que Zubeldía tomasse uma decisão: poupar o time inteiro para guardar gás para o primeiro jogo contra o Botafogo pelas quartas de Conmebol Libertadores ou escalar o que havia de melhor no São Paulo para voltar a vencer após três jogos em branco numa busca de retomada de confiança.

Termo que virou meme, “Zubeldía e ousadia” desta vez foi dar um passo atrás, segurar os jogadores para o grande desafio da Conmebol Libertadores e escalar um time 100% reserva contra um Cruzeiro que ainda não havia perdido como mandante. E, com todas as mudanças, o São Paulo venceu por 1 a 0 no Mineirão.

Entre as boas decisões tomadas por Zubeldía, algumas se destacam: a mudança para o 3-4-3 já utilizado algumas outras vezes na temporada; a boa construção da linha de zaga com Ruan, Ferraresi (na sobra) e Sabino; e a boa escalação ofensiva do trio com Erick, William Gomes e André Silva.

Forte defensivamente, o São Paulo praticamente não foi ameaçado. Jandrei fez uma única defesa difícil, numa bola cruzada por Matheus Henrique que nem chegaria diretamente ao gol. O time soube marcar com linha de cinco e teve uma noite de boas estreias, principalmente as Ruan e de Santi.

O técnico, agora, precisa enxergar os sinais passados pelos jogadores em Belo Horizonte. Com um time titular que vem derretendo em desempenho, talvez seja o momento de alterações para os duelos com o Botafogo. Ou mudança tática, mantendo o 3-4-3, ou mudança de nomes na linha ofensiva.

Destaques da noite, os atacantes Erick e William Gomes deram velocidade, venceram duelos e conseguiram ser para o time reserva o que vinha sendo Ferreira para o titular antes da lesão. Sem o camisa 47, o São Paulo parece ter perdido aspectos de improvisação e jogadas individuais.

Por ser um jogo fora de casa, no Nilton Santos, e contra um time com muitos jogadores em alta, como Luiz Henrique e Thiago Almada, será importante para o São Paulo não sofrer gols no jogo de ida e sair vivo para a decisão no Morumbis. Até o jogo, Zubeldía precisa traçar sua melhor estratégia.

Fonte: GE

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Copa do Brasil

Análise: São Paulo encerra sonho do bi na Copa do Brasil, mas precisa reagir logo para Libertadores

por Redação 13 de setembro de 2024

Toda eliminação é traumática. Atual campeão da Copa do Brasil, numa conquista histórica obtida em 2023, o São Paulo teve o sonho do bicampeonato interrompido na fase de quartas de final, depois de não conseguir superar o Atlético-MG e ficar no empate sem gols na Arena MRV.

Apesar do baque, o São Paulo precisa se erguer rapidamente para seguir sua luta no Campeonato Brasileiro e, principalmente, na Conmebol Libertadores, já que a partir da próxima semana já começa a duelar com o Botafogo nas quartas de final do torneio.

Com o Galo, num duelo equilibrado nos 180 minutos, pesou contra o São Paulo a derrota por 1 a 0 no Morumbis, num vacilo da equipe nos instantes finais do jogo, em resultado que acabou sendo decisivo em Belo Horizonte. Embora tenha lutado até o fim, o Tricolor foi incapaz de superar o rival.

Novidade no time
Em busca desta missão, o técnico Luis Zubeldía levou a campo uma equipe desenhada da mesma maneira que vem atuando, num 4-2-3-1 já característico, mas com uma novidade ousada: Liziero ao lado de Luiz Gustavo. Como Bobadilla jogou bastante com a seleção paraguaia na terça, ficou apenas no banco.

E a entrada de Liziero foi positiva. Além de se apresentar para participar do jogo, o meio-campista ajudou bem na marcação, dificultando as jogadas atleticanas. O São Paulo, em muitos momentos, conseguiu forçar erros do Galo na primeira etapa e chegou a indicar que poderia fazer o 1 a 0.

Muito vertical com a bola, o Atlético-MG teve as melhores chances do jogo, exigindo boas defesas do goleiro Rafael, mas o São Paulo teve maturidade para colocar a bola no chão e até mandar no jogo em alguns momentos. Numa trocação de imposição física, o jogo ficou sem gols.

Na segunda etapa, Zubeldía tentou mexer na equipe com Nestor, Erick e Michel Araújo, que entraram nas vagas de Luciano, Wellington Rato e Welington, mas faltou ao São Paulo um maior repertório para tomar as rédeas do jogo. Numa noite de baixa de Lucas, o time acabou sendo muito burocrático.

Nos instantes finais, ainda entraram André Silva e Igor Vinícius, mas pouca coisa mudou na partida. O São Paulo entregou tudo o que tinha, mas tudo acabou sendo pouco. Faltou usar melhor o fator casa no jogo de ida, para chegar em Belo Horizonte com um maior poder de negociação no jogo.

Na Libertadores, tudo se inverte: o primeiro jogo será no Rio de Janeiro, dia 18, enquanto a decisão está agendada para o Morumbis, dia 25. É preciso sobreviver no primeiro duelo e ser letal dentro de casa.

Fonte: GE

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Esporte

Com medo de calote, Memphis fez exigência antes de assinar com Corinthians

por Redação 12 de setembro de 2024

Apresentado ao torcedor do Corinthians como reforço nesta quarta-feira (11), Memphis Depay só assinou o contrato com validade de dois anos após ter uma exigência atendida: o holandês exigiu que todos os seus vencimentos sejam pagos pelo Timão, apesar de a Esportes da Sorte ter se comprometido a quitar R$ 57 milhões dos R$ 70 milhões prometidos.

Memphis fez tal pedido por orientação de seus advogados. É que, em caso de não pagamento, será mais fácil cobrar o dinheiro do clube do que de um parceiro alvinegro.

O atacante, de 30 anos, já sabe dos problemas da Esportes da Sorte. Na quarta-feira da semana passada, a casa de apostas teve muitos milhões de reais bloqueados pela Justiça, em meio a uma operação policial que levou o CEO da empresa à prisão no dia seguinte.

Memphis concederá sua primeira entrevista coletiva nesta quinta-feira, no CT alvinegro. Ele tem assegurados R$ 2,9 milhões por mês de salário e pode alcançar até R$ 4 milhões mensais em caso de bônus por metas e ações de marketing. Nunca, na história do futebol brasileiro e sul-americano, alguém ganhou tanto.

Fonte: r7

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Copa do Brasil

Análise: Corinthians coroa festa por Memphis com classificação heroica para semifinal da Copa do Brasil

por Redação 12 de setembro de 2024

A festa começou antes mesmo de a bola rolar. Memphis Depay foi ovacionado e teve um pequeno gosto do que será jogar no Corinthians. No camarote, presenciou uma das características que marcam o clube: o sofrimento. Com gol aos 51 minutos do segundo tempo, o Timão conseguiu a vitória por 3 a 1 sobre o Juventude e a classificação para a semifinal da Copa do Brasil.

Os mais de 45 mil torcedores que pagaram ingresso para assistir ao jogo saem com uma nova perspectiva, a mesma de dez dias antes na vitória sobre o Flamengo. Apesar da oscilação em 2024, é possível sonhar com algo maior mesmo ainda na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

O clube segue vivo nas três competições que disputa na temporada.

Ainda tem a chance de chegar na semifinal da Copa Sul-Americana, enquanto agora terá a certeza de ao menos disputar uma vaga na final da Copa do Brasil. Tudo isso se soma à chegada de reforços e a possibilidade de ter um time mais competitivo.

O Corinthians agora volta a atenção para o Campeonato Brasileiro e a luta pela fuga do rebaixamento. No sábado, às 21h (de Brasília), contra o Botafogo, no Rio de Janeiro, o Timão tenta a segunda vitória consecutiva e a possibilidade de encerrar a 27ª rodada fora do Z-4.

Altos e baixos
Precisando vencer para ao menos levar a decisão para os pênaltis, o Corinthians quase abriu o placar logo aos cinco minutos. Romero aproveitou sobra na segunda trave, dominou e bateu na saída do goleiro Gabriel, que conseguiu se recuperar e fazer a defesa.

O lance representou bem o que seria o desenho de um time com três atacantes.

Yuri Alberto, Talles Magno e Romero comandaram as ações ofensivas. Apesar disso, o Corinthians só abriu o placar aos 28 minutos. O paraguaio recebeu bom passe de Talles Magno, depois de desvio de Yuri, e bateu cruzado, sem chance para o goleiro do Juventude.

No lance seguinte, o Juventude conseguiu empatar em lance que acabou invalidado na sequência pelo VAR. Em bobeada de Matheus Bidu, Lucas Barbosa conseguiu dar o bote em Hugo Souza e tocou para o gol. O árbitro viu falta do jogador do Juventude, já que o goleiro corintiano tinha a bola sob domínio.

Na sequência, Zé Marcos dividiu com Hugo Souza pelo alto e mandou para o gol. Após revisão, o árbitro desconsiderou duas possibilidades de faltas de ataque do time gaúcho e validou o gol, que esfriou o clima na Neo Química Arena até o intervalo.

Na base da insistência
O Corinthians voltou do intervalo pressionando o Juventude. Yuri Alberto, Talles Magno e Rodrigo Garro foram os que mais tentaram. Gabriel começou a brilhar com boas defesas garantindo o resultado para o Juventude.

Ramón Díaz mexeu em dose dupla. Tirou Talles Magno e Raniele para as entradas de Giovane e Igor Coronado. As mudanças surtiram pouco efeito nos minutos seguintes. Um chute de Garro de fora da área e uma finalização de Charles dentro da área levantaram o torcedor na arquibancada, que tinha a presença ilustre de Memphis em um dos camarotes.

E foi em uma finalização de Garro que o Corinthians conseguiu ficar em vantagem. O camisa 10 bateu de fora da área, Gabriel rebateu, e Zé Marcos tocou contra o gol na tentativa de evitar.

Ramón mexeu mais duas vezes: Léo Maná e Breno Bidon entraram nos lugares de Fagner e Charles, respectivamente.

Nos minutos finais, o Corinthians tentou mais um gol para evitar a disputa por pênaltis, a terceira em apenas um mês. E o gol saiu nos acréscimos: André Ramalho, que minutos antes havia sentido uma lesão no tornozelo, marcou de cabeça para garantir o Timão na semifinal da Copa do Brasil.

Classificação heroica, com a cara do Corinthians!

Fonte: GE

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Esporte

Análise: ponderações são necessárias, mas não dão conta de explicar futebol pobre da Seleção

por Redação 11 de setembro de 2024

Na véspera da partida contra o Paraguai, o capitão Danilo e o técnico Dorival Júnior concederam entrevistas coletivas bastante lúcidas e aprofundadas sobre o momento da Seleção e do futebol mundial. Embora viesse de vitória sobre o Equador, o Brasil seguia pressionado para voltar a jogar bem, e as perguntas para a dupla eram essencialmente sobre a busca por um desempenho melhor e mais vistoso. Em quase uma hora de conversa com os jornalistas, eles apresentaram uma série de ponderações, tais como:

o equilíbrio cada vez maior entre seleções fruto do aperfeiçoamento tático e da globalização do futebol;
a falta de tempo para treinamentos nas datas Fifa;
a incipiência do trabalho de Dorival, que estreou pelo Brasil em março e acaba de completar dez jogos;
o momento de renovação da Seleção, que tem recebe novos jogadores, muitos deles jovens, e em paralelo já não conta mais com pilares de tempos atrás;
o tempo perdido no início deste ciclo de Copa, com duas convocações de Ramon Menezes e quatro de Fernando Diniz, que deixaram legado pequeno ou nulo para Dorival;

Outros argumentos poderiam ser utilizados, como a ausência de Neymar desde outubro do ano passado, os campos com menores dimensões na Copa América, os muitos desfalques com os quais Dorival lidou e até mesmo a constatação de que as Eliminatórias não são tão fáceis quanto pareceram na era Tite.

Embora justas e necessárias para uma análise coerente, tais ponderações não dão conta de explicar o futebol tão pobre praticado pelo Brasil na derrota por 1 a 0 para o Paraguai, nesta terça-feira, em Assunção.

Também não são suficientes para justificar a seleção pentacampeã mundial ter a mesma pontuação da Venezuela e estar atrás do Equador, que começou as Eliminatórias com três pontos a menos devido a punição.

Apesar de repleta de jogadores talentosos, a Seleção parecia amedrontada satisfeita em trocar passes de lado, especulando à espera de sabe-se lá o que para agredir o adversário no estádio Defensores del Chaco, em Assunção.

O que se viu, especialmente no primeiro tempo, foi uma equipe que teve a bola, mas não ideias do que fazer com ela. Mesmo com posse na casa de 70% e mais do que o triplo de passes do adversário, o Brasil deu apenas dois chutes.

Faltava acelerar o jogo, buscar passes verticais e aproximações para tabelas. Jogadas de um contra um, que talvez sejam o grande diferencial de nossos jogadores, praticamente não foram vistas.

O Paraguai, time de melhor defesa nas Eliminatórias, com três gols sofridos, estava satisfeito em ficar sem a bola, mesmo jogando dentro de casa. Até porque não era sufocado e ainda conseguia achar escapadas esporádicas ao ataque. Em uma delas, aos 19 minutos, conseguiu o gol que desmontaria a estratégia e desestabilizaria os nervos do adversário.

Após cruzamento na área, Gabriel Magalhães cortou mal, Guilherme Arana e Bruno Guimarães demoraram para pressionar a bola e, assim, Diego Gómez teve espaço para soltar um chute de rara felicidade.

A estratégia de Dorival, com a entrada de Endrick entre os titulares e Rodrygo partindo da ponta direita não funcionou. O garoto de 18 anos sofreu com duelos físicos, acabou desarmado muitas vezes e não foi acionado em profundidade com condições de finalizar.

A saída de bola brasileira era feita de forma lenta e facilitava a vida da marcação paraguaia. O tripé de meio-campo, com André, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá estava apagado, arriscava pouco e não conseguia municiar os atacantes de lado – Vini Júnior só apareceu em jogada aos 24 minutos, a melhor do Brasil no primeiro tempo. O camisa 7 ganhou disputa no corpo, invadiu a área e rolou a bola para Guilherme Arana, que teve chute bloqueado quase em cima da linha.

Dorival voltou para o segundo tempo com duas mudanças: Luiz Henrique e João Pedro entraram nos lugares de Bruno Guimarães e Endrick. Rodrygo voltou a jogar mais centralizado, e a Seleção passou a ter um centroavante mais fixo e de maior estatura e imposição física.

As trocas deram resultado, o Brasil criou algumas chances por cerca de dez minutos, mas ainda assim não se pode dizer que jogou bem ou fez por merecer o empate na etapa final.

Mesmo apagado (novamente), Vini Júnior foi mantido em campo até o fim e ainda criou duas chances, uma em chute de fora da área e outra finalizando nas mãos de Gatito uma jogada criada por Rodrygo. Muito pouco pelo talento que tem o camisa 7 e pelo que se espera dele.

Diferentes argumentos já foram usados para tentar justificar o desempenho aquém de Vini na Seleção. Primeiro era a necessidade de recomposição defensiva que atrapalharia seu jogo. Depois, uma suposta dificuldade em se encaixar com Neymar, além da admiração excessiva do garoto pelo ídolo, que, em tese, o forçava a procurar o companheiro a todo momento em vez de tentar jogadas individuais. Agora não está errado dizer que o atacante é pouco acionado pelos companheiros, mas isso não apaga o fato de ele cometer erros técnicos e de tomada de decisão em excesso. Também se espera mais iniciativa e busca por protagonismo de um favorito à conquista do prêmio de melhor do mundo. Se a bola não chega à ponta esquerda, por que não buscá-la em outro lugar?

Entretanto, não resta dúvidas que Vini e vários outros talentos da Seleção precisam de um coletivo mais azeitado para que suas qualidades individuais sejam realçadas.

Que o momento ruim não gere a falsa constatação de que o futebol brasileiro tem uma safra ruim de atletas. Embora careça de peças para determinadas posições e funções – como as laterais, no exemplo mais gritante – a Seleção ainda tem alguns dos melhores do mundo.

O maior desafio de Dorival é criar mecanismos para que estes bons jogadores se complementem. Em dez jogos do treinador até aqui isso apareceu poucas vezes.

Obter progressos num cenário de cobrança por resultados urgentes torna tudo ainda mais difícil, mas a realidade está posta e não há como alterá-la. O Brasil voltará a campo daqui a um mês diante do Chile ainda mais pressionado para vencer e convencer. As ponderações do começo deste texto seguem válidas, mas de nada adiantarão quando a bola voltar a rolar. A Seleção precisa de mais gols do que justificativas.

Fonte: GE

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Brasileirão

São Paulo pode conseguir anulação de jogo contra Fluminense? O que a lei diz? Veja perguntas e respostas

por Redação 9 de setembro de 2024

Após insistir para ter acesso aos áudios e imagens da cabine do VAR na derrota por 2 a 0 para o Fluminense, no dia 1º de setembro, em jogo pelo Brasileirão, a diretoria do São Paulo decidiu que irá acionar o STJD para tentar anular a partida. O clube paulista entende que o árbitro Paulo Cesar Zanovelli (Fifa-MG) cometeu um erro de direito no lance do primeiro gol do time carioca. Mas, afinal, quais são as verdadeiras chances de sucesso nessa tentativa?

A contestação, segundo informado inicialmente pelo jornal Folha de São Paulo, vem na origem do gol, marcado por Kauã Elias, no primeiro tempo disputado no Maracanã. O Flu tinha a bola na defesa e Calleri fez falta em Thiago Santos, mas Zanovelli deu vantagem. Só que Thiago Silva achou que a falta havia sido marcada, e parou a bola com a mão para recomeçar o jogo. No final, o jovem atacante abriu o placar.

O lance gerou bastante reclamação no campo, mas, após revisão no árbitro de vídeo, o árbitro manteve o gol. O acesso ao conteúdo da cabine, que veio cinco dias após o jogo, na sexta-feira (6), serviu de estopim para o clube do Morumbi. A partir de agora, o GLOBO responde dúvidas sobre o caso.

Qual é o motivo da reclamação do São Paulo?
O São Paulo acredita que Zanovelli deveria ter marcado a infração de Thiago Silva, por pegar a bola com a mão, após ele dar vantagem na falta de Calleri. Assim, o gol de Kauã Elias seria anulado. Os áudios do VAR revelaram o árbitro confuso sobre a decisão que tomou no campo.

O que a lei diz sobre a chance de anulação?
Para o São Paulo, a confusão apresentada pelos argumentos de Zanovelli constituem um erro de direito, e estão embasadas no artigo 259 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê punição para o árbitro que deixar de observar as regras do futebol, ou mesmo aplicá-las, cabendo também suspensão e multa.

Além disso, o 1º parágrafo do artigo 259 do CBJD diz que a “partida, prova ou equivalente poderá ser anulada se ocorrer, comprovadamente, erro de direito relevante o suficiente para alterar seu resultado.” Portanto, juridicamente, há a chance do STJD acatar o pedido do tricolor paulista.

O jogo entre Fluminense e São Paulo pode ser anulado?
Apesar da previsão jurídica, internamente, o tricolor paulista considera a anulação do jogo difícil. Mesmo assim, há o desejo em seguir com o movimento para deixar clara a insatisfação institucional.

A demora de cinco dias para divulgação dos áudios da cabine também pode prejudicar o São Paulo. O artigo 85 do CBJD diz que qualquer impugnação deve acontecer “em até dois dias depois da entrada da súmula” na CBF. Assim, o São Paulo entrará no STJD após ver os áudios do VAR, não pela súmula.

Algum jogo já foi anulado no Brasil por erro de direito?
O caso mais conhecido de anulação de jogos no Brasil aconteceu no Brasileirão de 2005, quando foi revelada a “Máfia do Apito”, e 11 partidas apitados pelo árbitro Edilson Pereira de Carvalho naquela edição foram invalidados. Fora isso, é muito raro que a CBF permita tal acontecimento.

Na primeira fase da Copa do Brasil de 2019, a Ponte Preta conseguiu a anulação de uma partida contra a Aparecidense, de Goiás, acusando interferência externa após a anulação de seu gol de empate — perdeu o jogo por 1 a 0. Em decisão dividida do tribunal, a reclamação foi validada e o jogo aconteceu de novo, com nova vitória dos goianos, por 2 a 0.

No Brasileirão de 2020, o próprio São Paulo entrou com ação no STJD após uma derrota por 3 a 0 para o Atlético-MG, entendendo que houve erro de direito na anulação de um gol de Luciano, após o então presidente da comissão de arbitragem da CBF, Leonardo Gaciba, ter admitido isso em um programa de TV.

Porém, o Tribunal indeferiu o pedido, alegando que o clube perdeu o prazo legal para entrar com a solicitação de impugnação da partida, justamente o caso previsto pelo artigo 85 do Código.

Fonte: OGLOBO

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NFL

NFL: Eagles e Packers se enfrentam em SP com expectativas altas

por Redação 6 de setembro de 2024

A partida entre Philadelphia Eagles e Green Bay Packers nesta sexta-feira, na Neo Química Arena, é a primeira da história da NFL no Brasil e na América do Sul, mas nem por isso é “festiva”. O duelo marca a estreia das duas equipes da Conferência Nacional (NFC) na temporada 2024-25, e ambos os times têm planos realistas de chegar ao Super Bowl. Uma derrota pode ser decisiva na disputa por mando de campo nos playoffs, e os clubes não tiram isso de vista.

Finalistas em 2022-23, os Eagles tiveram que jogar fora de casa na última pós-temporada e acabaram eliminados na primeira rodada pelo Tampa Bay Buccaneers. Os Packers também pegaram a estrada e, apesar de uma vitória dominante sobre o Dallas Cowboys, foram derrotados na rodada divisional pelo San Francisco 49ers num jogo competitivo, no qual o mando de campo poderia ter virado os rumos da partida.

  • É muito importante começar forte, contra um time muito bom. É uma grande oportunidade para nós de sermos testados, de nos focarmos e jogarmos como equipe. Veremos para onde vamos esta temporada, mas começa agora – comentou o quarterback Jalen Hurts, dos Eagles.

Philadelphia, particularmente, busca um recomeço após um final de temporada decepcionante. A equipe perdeu peças importantes, como o center Jason Kelce, aposentado, e o linebacker Haason Reddick, trocado para o New York Jets. Para voltar a brigar por um Super Bowl, contudo, os Eagles fizeram talvez a contratação mais bombástica da offseason: trouxeram o running back Saquon Barkley, saído do arquirrival New York Giants, que promete congelar defesas com sua ameaça de corrida e abrir espaços para os wide receivers AJ Brown e Devonta Smith.

  • Estou muito empolgado. Finalmente poderei botar este uniforme e entrar em ação pra valer com estes caras, é algo que venho sonhando desde que assinei. Estou muito animado com esta oportunidade de jogar na noite de sexta-feira, na América do Sul e fazer algo que nunca foi feito antes – disse Barkley em entrevista coletiva na quinta-feira.

Os Packers vivem um momento contrário: terminaram a temporada passada numa crescente, e o desempenho nos playoffs, com uma derrota apertada para o eventual finalista, fez a crítica especializada acreditar numa campanha de Super Bowl para este ano. O quarterback Jordan Love vê nos Eagles um excelente teste para essas pretensões.

  • Temos muito respeito por eles, mas os Packers têm tradição e um legado. Estamos pensando em dar o nosso melhor e performar da melhor forma possível para vencermos o jogo – afirmou.

Treinador principal de Green Bay, Matt LaFleur espera um duelo muito parelho contra Philadelphia e lembrou que, em 2022, sua equipe perdeu para o adversário jogando em casa.

  • Eu diria que o jogo será difícil para todos. Estamos ansiosos pela partida. É sempre um desafio. Na última partida contra os Eagles, perdemos muitas jardas, foi um jogo duro para nossa defesa. Ao mesmo tempo, olhando para nossos jogadores, sinto que estamos prontos. Será um grande jogo – analisou LaFleur.

Eagles e Packers se enfrentam a partir de 21h15 (horário de Brasília) na Neo Química Arena, em São Paulo. O ge acompanha em Tempo Real a partir de 20h.


Fonte: GE

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Esporte

São Paulo tipo importação: com novos reforços, Tricolor volta ao limite de estrangeiros no elenco

por Redação 5 de setembro de 2024

As contratações do volante argentino Santiago Longo e do lateral-esquerdo norte-irlandês Jamal Lewis colocaram o elenco do São Paulo no limite de jogadores estrangeiros para partidas de torneios nacionais.

Atualmente, os regulamentos do Brasileiro e da Copa do Brasil restringem a nove os estrangeiros que podem ser relacionados para uma partida.

Até o começo do ano passado, o limite era de cinco jogadores nascidos fora do país, número que subiu para sete no Brasileiro de 2023 – momento em que o São Paulo tinha oito estrangeiros no elenco.

O técnico Luis Zubeldía hoje conta com nove jogadores de fora do Brasil entre os que têm sido utilizados:

Zagueiros: Arboleda (Equador), Alan Franco (Argentina), Ferraresi (Venezuela).
Lateral: Jamal Lewis (Irlanda do Norte).
Meio-campo: Santiago Longo (Argentina), Bobadilla (Paraguai), Galoppo (Argentina) e Michel Araújo (Uruguai).
Atacante: Calleri (Argentina).

Além deles, há um décimo estrangeiro, o equatoriano Jhegson Méndez, que está fora dos planos de Zubeldía.

Recentemente, o colombiano James Rodríguez rescindiu contrato, e o senegalês Iba Ly foi emprestado à Inter de Limeira.

Ao contrário dos torneios organizados pela CBF, as competições da Conmebol, como a Libertadores, não limitam o uso de estrangeiros.

Fonte: GE

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NFL

NFL 2024/2025: principais datas, favoritos e candidatos a MVP

por Redação 5 de setembro de 2024

A temporada 2024/2025 da NFL começa nesta quinta-feira, dia 5 de setembro. A partida de abertura será entre Baltimore Ravens e Kansas City Chiefs, no Arrowhead Stadium de Kansas City. Os Chiefs, atuais campeões do Super Bowl, receberão o atual Jogador Mais Valioso (MVP) da liga, Lamar Jackson, para um jogo que, mesmo sendo o primeiro da temporada, promete ser um dos melhores do ano.

A temporada regular irá se estender até 5 de janeiro, quando será disputada a 18ª semana. Os playoffs estão previstos para começar no dia 11 de janeiro. O Super Bowl está marcado para 9 de fevereiro; este ano, a decisão do campeão da NFL será no Caesars Superdome, a casa dos New Orleans Saints.

Principais datas na temporada 2024/2025:
Semana 1: 5 a 9 de setembro de 2024
Jogo no Brasil: 6 de setembro de 2024
Semana 18: 5 de janeiro de 2025*
Playoffs: 11 a 26 de janeiro de 2025
Super Bowl: 9 de fevereiro de 2025
*A semana 18 tem inicio no dia 5, as datas das partidas ainda não foram definidas

Antes do kick-off os times da NFL passaram pela pré-temporada, que consiste de três semanas. Os minicamps, períodos os quais as equipes ficam concentradas, treinando e se preparando, ocorrem em junho.

Confira os jogos da semana 1:
5 de setembro, quinta-feira, 21h20

Baltimore Ravens x Kansas City Chiefs – Arrowhead Stadium
6 de setembro, sexta-feira, 21h15

Green Bay Packers x Philadelphia Eagles – Arena Corinthians
8 de setembro, domingo, 14h00

Pittsburgh Steelers x Atlanta Falcons – Mercedes-Benz Satadium
Arizona Cardinals x Buffalo Bills – Highmark Stadium
Tennessee Titans x Chicago Bears – Soldier Field
New England Patriots x Cincinnati Bengals – Paycor Stadium
Houston Texans x Indianapolis Colts – Lucas Oil Stadium
Carolina Panters x New Orleans Saints – Caesars Superdome
Minnesota Vikings x New York Giants – MetLife Stadium

8 de setembro, domingo, 17h05

Las Vegas Raiders x Los Angeles Chargers – SoFi Stadium
Denver Broncos x Seatle Seahawks – Lumen Field
8 de setembro, domingo, 17h25

Dallas Cowboys x Cleveland Browns – Cleveland Browns Stadium
Washington Commanders x Tampa Bay Buccaneers – Raymond James Stadium
8 de setembro, domingo, 21h20

Los Angeles Rams x Detroit Lions – Ford Field
9 de setembro, segunda, 21h20

New York Jets x San Francisco 49ers – Levi’s Stadium

As franquias favoritas ao título:
Chiefs: Os Chiefs, como sempre, chegam muitos fortes para a temporada. Além de terem mantido, basicamente, o mesmo elenco da temporada passada, contam com a adição de Marquise “Hollywood” Brown ao time de recebedores. Agora, Mahomes tem a peça que faltou em alguns momentos no ano passado para verticalizar o jogo quando necessário.
Ravens: Os Ravens chegam para a temporada carregando uma grande expectativa em cima da franquia. Liderados por Lamar Jackson, a equipe de Baltimore acrescentou o running back Derrick Henry para buscar romper a barreira dos playoffs e enfim retornar ao Super Bowl, ao qual não chega desde 2012-13.
Eagles: Com, possivelmente, o elenco mais forte e equilibrado da liga, a franquia de Philadelphia chega como uma das favoritas ao título deste ano. Jalen Hurts contará com Saquon Barkley ao seu lado, fortalecendo o jogo corrido da equipe, que já era muito forte. O elenco também conta com uma das melhores duplas de wide receivers da NFL, com AJ Brown e DeVonta Smith, e entra forte para alcançar o segundo título de Super Bowl da franquia.
49ers: Um time muito bem treinado e um elenco equilibrado, o time de São Francisco pode chegar ao terceiro Super Bowl em seis anos. Kyle Shanahan tem feito um trabalho excepcional na franquia, uma defesa forte e um ataque inteligente garantiram a ida para a pós-temporada nos últimos anos. O problema frequente da franquia é na posição de quarterback. Posição que já foi ocupada por Jimmy Garopolo e Trey Lance, no momento, a franquia se firmou com Brock Purdy. Com seu QB saudável e conseguindo liderar o ataque, os 49ers tem chances de título.

Franquias para ficar de olho:
Texans: A franquia de Houston surpreendeu a todos no ano passado, chegando aos playoffs com um QB calouro. A adição de Stefon Diggs ao ataque aumenta ainda mais o poderio ofensivo da equipe, colocando grande expectativas para a temporada.
Jets: Os planos da franquia de Nova York foram atrapalhados pela lesão, no primeiro jogo da temporada, da principal aquisição dos Jets na offseason do ano passado, o QB Aaron Rodgers. Para esta temporada, a campanha da franquia depende do estado físico de Rodgers. A equipe é equilibrada e tem peças interessantes dos dois lados do jogo, mas precisa de um QB para liderar o ataque, o que faltou na maior parte da temporada passada.
Cowboys: A franquia de Dallas tem um elenco repleto de talento e pode surpreender, porém o único fator que falta para a equipe conseguir alçar voos mais altos é um QB. Dak Prescott já se provou um bom QB, mas que não responde como deveria em momentos de pressão. A aquisição de Trey Lance pode demonstrar que a franquia já não confia tanto assim em Dak e pensa em, no futuro, próximo ou não, substituí-lo.
Bills: Com a perda de Stefon Diggs, Buffalo conta com o talento do seu QB Josh Allen para levar a equipe mais longe. O time não está mais entre os maiores favoritos pois há a dúvida sobre como irá absorver a perda de uma das peças mais importantes do ataque, e como Allen irá se portar neste novo ataque.
Bengals: A temporada da franquia de Cincinnati dependerá da saúde de Joe Burrow, quarterback titular. Com ele em plenas condições físicas, o time ja se mostrou capaz de chegar ao Super Bowl. O talento do QB pode fazer a franquia ir longe e virar uma das favoritas.
Cardinals: A equipe de Arizona pode surpreender. Com Kyler Murray saudável, o time sobe uma prateleira e uma possível ida aos playoffs está em jogo. O QB passou grande parte da temporada passada machucado e, quando voltou, a equipe melhorou. A chegada do wide receiver Marvin Harrison Jr, destaque universitário, preenche a necessidade de um alvo confiável para o ataque aéreo dos Cardinals.
Chargers: A franquia de Los Angeles chega à temporada como uma incógnita. O talento de Justin Herbert pode colocar o time no caminho das vitórias, mas tudo irá depender de como o elenco se adaptará ao novo treinador. Os Chargers perderam algumas peças, como o wide receiver Keenan Allen, que foi para Chicago numa troca.

Candidatos a MVP:
Patrick Mahomes: Campeão do último Super Bowl, é o grande favorito nas casas de apostas. Mahomes é o QB mais completo da NFL no momento e já soma três títulos da liga, além de dois MVP. Beirando a excelência em todos os atributos da posição, o jogador é comparado a Tom Brady e considerado por muitos como futuro “GOAT”* .
Lamar Jackson: Atual MVP da liga, Lamar Jackson é tido como um dos favoritos a levar novamente o troféu. O impacto do jogador no ataque dos Ravens é gigante. Seu diferencial é a mobilidade, o que gera uma dúvida nas defesas adversárias e ele por muitas vezes consegue tirar vantagem dessa dúvida gerada, produzindo muitos pontos para a equipe de Baltimore.
Jalen Hurts: Comandando, talvez, o ataque mais forte da liga, o QB dos Eagles tem todas as ferramentas para, além de ser campeão, conquistar o troféu de MVP da liga. Hurts conta com excelentes recebedores e, com a chegada de Saquon Barkley, um grupo de running backs extraordinário.
CJ Stroud: O QB dos Texans aparece na lista de candidatos no seu segundo ano, porque seu ano de calouro foi surpreendente. Agora com Stefon Diggs ao seu lado, Stroud tem todas as ferramentas para ir mais longe na pós-temporada e até mesmo conseguir o troféu de MVP.
Christian McCaffrey: O impacto que a versatilidade do jogador tem no ataque dos 49ers faz com que ele seja o único jogador que não é um QB na lista de possíveis MVP nas casas de apostas. O jogador demonstra ser um perigo tanto correndo como recebendo passes.

*GOAT – Greatest Of All Time, na tradução literal significa “O melhor de todos os tempos”. Tom Brady é chamado de GOAT e Mahomes é cotado para supera-lo.

Caleb Williams: O novo QB dos Bears chega com grandes expectativas em cima de si. Ter sido a primeira escolha do draft e uma carreira assombrosa no futebol universitário o colocam no topo da lista para o prêmio. Williams tem todas as ferramentas para fazer uma primeira temporada impactante e ser considerado o calouro do ano.
Jayden Daniels: Daniels é um quarterback faz as defesas ficarem confusas, combinando uma presença calma no pocket e ação suave com o instinto de evitar a pressão e atacar a defesa com sua habilidade de corrida. A chegada de Daniels e a aquisição de alguns jogadores, como Austin Ekeler, podem indicar que a franquia está se estruturando para futuramente brigar pelo Super Bowl. Daniels pode ser o líder que a franquia precisa.
Marvin Harrison Jr.: Chega para ajudar Kyler Murray a melhorar o ataque dos Cardinals, é considerado um “talento geracional”. Sendo 18 centímetros maior que seu pai, o ex-jogador dos Colts e Hall da Fama da NFL Marvin Harrison, o recebedor tem todas as características de uma superestrela. MHJ une força, habilidade, velocidade e sutileza aos seus movimentos. Visto como a peça que faltava no ataque dos Cardinals, o recebedor pode levar o prêmio caso a química com o quarterback Kyler Murray funcione.

Fonte: GE

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