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Esporte

Olimpíadas

Gabi prega foco no ouro: “Qualquer resultado menor vai ser frustração muito grande”

por Redação 6 de agosto de 2024

O Brasil venceu a República Dominicana e está classificada para as semifinais das Olimpíadas de Paris, sem perder nenhum set até agora. Uma campanha que mostra a força e o foco da seleção verde e amarela, como diz Gabi. Em entrevista após o triunfo desta terça-feira (6), a capitã da equipe nacional afirmou que a preparação da equipe é voltada à busca pelo lugar mais alto do pódio na capital francesa:

– Viemos aqui para buscar o ouro. Qualquer resultado menor que esse será uma frustração muito grande. Mas acreditamos no processo, no dia a dia. Sabemos da dificuldade das quartas de final, e agora é ir jogo a jogo.

Gabi terminou a partida contra a República Dominicana como maior pontuadora, com 20 pontos. Ela já tinha ido bem em outros momentos das Olimpíadas e se coloca como forte candidata ao posto de destaque principal dos Jogos.

Aos 30 anos, a capitã da seleção já está na terceira participação olímpica e tem uma prata, conquistada em Tóquio, há três anos. O vice-campeonato aumentou o desejo pessoal pelo ouro, mas o que mais incomoda Gabi é uma lembrança dos Jogos do Rio, em 2016. Naquela edição, o Brasil também fez uma campanha impecável na fase de grupos e era favorita a medalha, mas caiu para a China nas quartas.

– Eu me preparei muito. Quero demais esse ouro. Passei por uma frustração grande na Rio 2016. Nos últimos Jogos Olímpicos, saímos com a prata, que é muito importante, mas também foi frustrante. Os três anos de preparação (para Paris) foram pensando no ouro. Acredito na força do grupo. Mas é dia a dia, passo a passo – comentou a ponteira.

Nas semifinais, o Brasil vai enfrentar Polônia ou Estados Unidos, que se enfrentam pelas quartas ainda nesta terça, às 12h (de Brasília). Gabi destaca que qualquer adversária despertará uma motivação extra na seleção verde e amarela:

– Qualquer um que vier agora, Estados Unidos ou Polônia, vai ser muito difícil. São times dificílimos, e estamos engasgados com os dois. A Polônia tirou nosso bronze na Liga das Nações, e os EUA ganharam na última final olímpica. É preparar, estudar, descansar. Precisamos trazer nossa energia, agressividade, jogar com raiva mesmo.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Michelle Obama exalta reverência de Biles a Rebeca Andrade no pódio: “Dá para sentir o amor”

por Redação 6 de agosto de 2024

A ex-primeira-dama dos Estados Unidos usou as redes sociais para exaltar a imagem de Simone Biles e Jordan Chiles reverenciando Rebeca Andrade no pódio das Olimpíadas de Paris. O momento aconteceu na premiação da final do solo dos Jogos, em que a brasileira foi medalha de ouro.

  • Ainda não superei esse momento lindo de espírito esportivo e irmandade. Você pode sentir o amor brilhando através dessas mulheres. Parabéns Rebeca, Jordan e Simone! ✨ – escreveu.

I’m still not over this beautiful moment of sisterhood and sportsmanship! You can just feel the love shining through these ladies. Congrats Rebeca, Jordan and Simone! ✨ https://t.co/WIQMccUDNK

— Michelle Obama (@MichelleObama) August 6, 2024

A homenagem das americanas a Rebeca se tornou imediatamente um dos momentos mais marcantes da história dos Jogos Olímpicos. Jornais de todo o mundo repercutiram as imagens da reverência.

Após a conquista da medalha de ouro da Rebeca Andrade, Simone Biles concedeu uma entrevista em que elogiou a brasileira e explicou o gesto.

  • A Rebeca é incrível. Ela é uma rainha. Estávamos muito animadas. Decidimos demonstrar nosso respeito. A Jordan disse que deveríamos fazer e eu disse que sim. É por isso que fizemos. Era o correto a ser feito. Amo Rebeca. Ela é incrível. Ela é uma pessoa maravilhosa e uma ginasta melhor ainda. Ela me ajuda a estar concentrada. Ela me faz competir melhor. É uma pessoa com muito talento, vejo que ela ainda terá uma longa carreira. Estou animada para ver o que mais vem para ela. Mas agora ela e todas nós precisamos relaxar – disse Biles.

Além da imprensa, a imagem viralizou nas redes sociais, com milhares de compartilhamentos e comentários enaltecendo o espírito esportivo das atletas.

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Olimpíadas

Juliana Viana, 1ª brasileira a vencer no badminton em Olimpíadas, mira L.A 2028: “Ciclo iniciou”

por Redação 6 de agosto de 2024

Juliana Viana retornou ao Piauí após a participação histórica nas Olimpíadas de Paris de 2024, quando se tornou a primeira brasileira a vencer uma partida olímpica de badminton. Em Teresina, a atleta relembrou sua passagem na competição, as experiências vividas, mas projetou novos desafios a serem superados em breve, incluindo uma campanha inédita no Mundial.

O próximo destino das Olimpíadas será Los Angeles, nos Estados Unidos, em 2028. Para Juliana, os preparativos para o torneio mundial começaram, mas antes terá que enfrentar outro desafio pelo caminho: o Mundial de badminton, também em Paris, no próximo ano.

  • Para mim, começou 2028. Para alguns, quatro anos passam muito rápido, mas para mim o ciclo iniciou. Eu aproveitei o que tinha que aproveitar em Paris, estou muito feliz, claro, mas começou tudo do zero. Um dia após o outro, dar meu melhor todos os dias nos campeonatos e conquistando essa vaga pouco a pouco para Los Angeles – disse Juliana Viana, que completou.
  • Tenho objetivos mais próximos do que Los Angeles 2028: o Mundial, que quero chegar nas semifinais, quem sabe? Ser top-30 mundial, pois nenhuma atleta feminina chegou tão longe no ranking. Então, esses são os objetivos a curto prazo, quero fazer história nos próximos desafios – finalizou a atleta.
    Em sua primeira participação nos Jogos, Juliana Viana curtiu ao máximo a experiência. Ao lado de grandes nomes do badminton e também de outras modalidades, a piauiense de apenas 19 anos voltou com a bagagem cheia, de memórias e recordações.
  • Voltei com a bagagem cheia de conhecimentos e experiência. São momentos e sensações que não vou esquecer jamais. A cada dia eu realizava um sonho, desde o momento que cheguei na vila e conheci grandes atletas mundiais, compartilhei refeitório com eles. Para mim era tudo surreal, pude treinar com campeãs olímpicas. Tudo, desde o primeiro dia, pude colher bons frutos – declarou a atleta.
  • Trouxe a camisa que usei nos jogos, trouxe também a peteca da partida que ganhei. Então são coisas que com certeza vão ficar marcadas na minha vida. Minha mala voltou com mais recordações – completou.

Ela também comentou sobre o “boom” que teve em suas redes sociais desde a sua eliminação do torneio. A atleta tinha pouco mais de três mil seguidores e agora, 20 dias depois, ultrapassou os 40 mil no Instagram, tendo um aumento em mais de 900%. A atleta olímpica afirmou que não liga tanto para seguidores, mas que o número pode trazer visibilidade para o badminton brasileiro. Ela aproveitou para agradecer as mensagens de apoio que recebeu durante sua passagem.

  • Nunca fui tão ligada com rede social, mas eu sabia que poderia ganhar seguidores pelo fato de ser um grande campeonato. Quando vi eu fiquei muito feliz, pois isso significa que não estou somente inspirando, mas dando visibilidade para o badminton piauiense e do Brasil. Fiquei bastante feliz com o apoio que me deram, várias mensagens de suporte. Agora vou ver como vou sustentar esses seguidores – afirmou.

Campanha de Juliana Viana em Paris 2024 | Grupo D (Simples feminino)
1ª rodada: Juliana Viana (BRA) 0 x 2 Supanida Kathetong (THA)

1º set: 16 x 21;
2º set: 19 x 21.
2ª rodada: Juliana Viana (BRA) 2 x 0 Lo Sin Yan Happy (HKG)

1º set: 21 x 19;
2º set: 21 x 14.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Medalhistas olímpicos, Tati e Medina dançam no Taiti: “Dia especial para o surfe brasileiro”

por Redação 6 de agosto de 2024

Tatiana Weston-Webb e Gabriel Medina comemoraram com dança as medalhas olímpicas conquistadas nesta segunda-feira, em Teahupoo, no Taiti. Depois de subirem ao pódio das Olimpíadas de Paris 2024, os surfistas brasileiros ensaiaram um “passinho” – e não esconderam a falta de talento.

– A gente, em dia off (sem competições), inventa de fazer essas coisas para descontrair. Já estamos aqui há vários dias. (É bom) dar umas risadas. Não somos dançarinos (risos) – disse Medina.

O surfista brasileiro ficou com o bronze em Teahupoo depois de vencer o peruano Alonso Correa na disputa pelo terceiro lugar.

– Hoje foi um dia especial para o surfe brasileiro. Conseguimos duas medalhas. Estamos super felizes, nos dedicamos para caramba para esse momento. O mais legal disso tudo é que somos o Brasil. Qualquer competição vamos dar o nosso melhor. Não só eu e a Tati, mas todo dia aqui tivemos essa troca de um puxar o outro. Estávamos na reta final e foram duas medalhas. Estamos super orgulhosos de nós mesmos – completou Medina.

Vice-campeã olímpica, ao perder na final para a norte-americana Caroline Marks, a brasileira Tatiana Weston-Webb disse que espera deixar um legado para surfistas mais novas.

– Eu realmente estou sem palavras. Foi uma semana muito emocionante, muito difícil, mas ao mesmo tempo muito divertida. Surfe é o que eu amo fazer, então me sinto muito abençoada de fazer o que eu amo. Só queria agradecer Deus por me deixar fazer tudo isso. Me sinto muito abençoada, realmente. Eu acho que para as meninas que estão nos assistindo é sempre acreditar nos seus sonhos, porque acreditando você pode conquistar tudo o que acreditar. Vamos com tudo, meninas – disse Tati.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Luiz Maurício da Silva quebra recorde sul-americano e vai à final do lançamento de dardo

por Redação 6 de agosto de 2024

Luiz Maurício da Silva vai disputar a final do lançamento de dardo em Paris. O brasileiro avançou em quarto no Grupo B da disputa, em sexto geral, na manhã desta terça-feira, com a marca de 85m91. Luiz Maurício da Silva fez história ao quebrar o recorde sul-americano, que pertencia a ele mesmo de 85m57. A final será realizada na quinta-feira, às 15h25 (de Brasília).

Na mesma prova, o brasileiro Pedro Henrique Rodrigues disputou o Grupo A e foi eliminado. Somente os 12 melhores atletas se classificavam.

Na primeira tentativa, Luiz Maurício da Silva alcançou a marca de 81m62. Na segunda, ele melhorou ao lançar o dardo a 83m21. Na terceira tentativa, ele avançou para a final com a marca de 85m91 e ainda quebrou o recorde sul-americano.

Luiz Maurício da Silva chegou em alta em Paris após alcançar 85m57 e conseguir o índice Olímpico para Paris 2024 com o recorde sul-americano em disputa do Troféu Brasil de Atletismo 2024, em junho. Agora, o brasileiro melhora a marca e ainda terá a final pela frente.

  • Um PB (recorde pessoal) nas Olimpíadas, eu não sei nem o que falar. Foi uma surpresa muito grande, competindo com os melhores aqui, que eu assistia na televisão. Agora estou aqui competindo com eles, estar na final junto com eles, não tem nem o que falar. Agora é voltar agora para final com outra cabeça, foi um bom lançamento e é isso, até o final – disse Luiz Maurício da Silva após a prova.

O brasileiro Pedro Henrique Rodrigues está eliminado do lançamento com dardo. No primeiro lançamento, Pedro Henrique Rodrigues alcançou a marca de 76m23. Com essa marca, ele assumiu a 8° posição no grupo. No segundo, ele melhorou a marca, fez 79m46 e voltou para oitavo.

Na terceira tentativa do lançamento de dardo, Pedro Henrique Rodrigues alcançou a marca de 75m69, mas caiu para a 10° colocação da bateria. Porém, somente 12 avançam para a próxima fase, e o brasileiro não conseguiu a classificação somando as duas baterias.

O lançamento de dardo
O lançamento de dardo é uma modalidade de atletismo onde os competidores tentam arremessar um dardo, uma lança de metal ou fibra de vidro, o mais longe possível. Este esporte exige não apenas força, mas também técnica e precisão.

O lançamento de dardo é realizado em uma área específica de um campo de atletismo. A área de lançamento é delimitada por uma pista de corrida curta, chamada de pista de impulso, com 34,9 metros de comprimento e 4 metros de largura. Os atletas correm por esta pista para ganhar velocidade antes de arremessar o dardo.

Fonte: GE

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Olimpíadas

Brasil x EUA no basquete das Olimpíadas: onde assistir e horário

por Redação 6 de agosto de 2024

Brasil e Estados Unidos se enfrentam nesta terça-feira, às 16h30 (de Brasília), pelas quartas de final do torneio de basquete nos Jogos Olímpicos. Este será o reencontro da seleção brasileira com o Dream Team norte-americano após 28 anos. Globo, sportv e Globoplay transmitem a partida ao vivo, e o ge transmite com sinal aberto e acompanha em Tempo Real.

Será o décimo confronto entre Estados Unidos e Brasil em Jogos Olímpicos na história do basquete masculino. O retrospecto é de nove vitórias dos americanos, sendo duas delas desde a era do Dream Team, com os astros da NBA, na primeira fase de Barcelona 1992 e nas quartas de final de Atlanta 1996.

Último jogo da seleção brasileira
O Brasil garantiu a classificação para as quartas de final das Olimpíadas após vencer o Japão por 102 a 84 e avançar como um dos melhores terceiros colocados. No triunfo sobre o Japão, o destaque foi Bruno Caboclo, responsável por 33 pontos e 17 rebotes. .

Brasil x Estados Unidos no basquete das Olimpíadas 2024
Local: Arena Bercy
Data: 6/8/2024
Horário: 16h30 (de Brasília)

Fonte: GE

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Olimpíadas

Isaquias Queiroz e Jacky Godmann perdem vaga direta às semis por 21 centésimos e vão para as quartas

por Redação 6 de agosto de 2024

A dupla brasileira formada por Isaquias Queiroz e Jacky Godmann vai disputar as quartas de final da prova C2 500m na canoagem de velocidade. A primeira eliminatória foi disputada nesta terça-feira pela manhã, quando os dois ficaram em terceiro na bateria – os dois primeiros avançavam direto para as semifinais.

Sem conseguir sustentar o ritmo na reta final, a dupla perdeu a segunda posição por 21 centésimos. Com o resultado, Isaquias e Jacky voltam a entrar na água ainda nesta terça, às 8h50 (de Brasília), para brigar por uma vaga às semis – os três melhores de cada bateria se classificam.

  • Eu ainda falei com o Jacky na água. Acho que eu cansei muito no final ali. Hoje é a primeira prova que o eu e o Jacky estamos fazendo depois de muito tempo. Não competimos (juntos) em nenhuma prova esse ano. A gente sabia que dava pra ficar em primeiro, na verdade. Fizemos uma saída boa, mas acabei cansando um pouco ali. É uma prova bem pegada – comentou Isaquias.

Isaquias e Jack largaram forte e chegaram a liderar a prova. O conjunto Zakhar Petrov e Alexey Koravashkov, da Rússia – mas que compete pelos Atletas Neutros Internacionais, assumiu a dianteira na sequência.

Ainda assim os brasileiros tinham uma certa folga para os terceiros colocados, mas perderam fôlego nos 50 metro finais e acabaram ultrapassados pelos italianos Gabriele Casadei e Carlo Tacchini, perdendo a vaga direta para as semifinais por 21 centésimos.

  • Acaba junto desgastado com o Isaquias, que vai competir o C1 ainda. Por isso que eu remei forte para garantir semi, mas agora é descansar um pouco e ir bem para as quartas – completou Jacky.

Em Tóquio, Isaquias e Jacky ficaram na quarta colocação na modalidade C2 1000m. Para buscar o pódio desta vez no conjunto, Isaquias conta com a torcida da família em Paris.

A esposa Laina Guimarães e os filhos Sebastian, de 6 anos, e Luigi, de 1 ano, marcam presença nas arquibancadas da raia olímpica nesta terça. Sebastian faz 7 anos em 25 de agosto, enquanto Luigi completou 1 ano há dois dias.

Veja a classificação final da bateria:

Zakhar Petrov/ Alexey Koravashkov (Atletas Neutros Internacionais) – 1:38.65 *
Gabriele Casadei/ Carlo Tacchini (Itália) – 1:39.17 *
Isaquias Queiroz/ Jacky Godmann (Brasil) – 1:39.38
Balazs Adolf/ Jonatan Danielo Hajdu (Hungria) – 1:40.02
Illie Sprincean/ Oleg Nuta (Romênia) – 1:40.84
Peter Kretschmer/ Tim Hecker (Alemanha) – 1:41.58
Max Brown/ Grant Clancy (Nova Zelândia) – 2:22.09

É a volta da modalidade à programação olímpica depois de ficar ausente nas três últimas edições (Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2020). O tempo de Zakhar Petrov/ Alexey Koravashkov bateu a melhor marca olímpica, mas, na segunda bateria, os chineses Hao Liu e Bowen Ji e os espanhóis Joan Antoni Moreno e Diego Dominguez foram ainda mais rápidos: 1:37.40 e 1:37.78, respectivamente.

Isaquias chega a Paris com a chance de igualar o recorde de Rebeca Andrade de seis medalhas olímpicas.

Com quatro pódios (um ouro, duas pratas e um bronze), ele também vai competir no C1 1000m (individual), a partir de quarta-feira na raia olímpica do Estádio Náutico Água Branca, em Vaires-sur-Marne. Se “medalhar” em ambas, vai igualar-se a Rebeca no topo da lista dos maiores medalhistas olímpicos do esporte brasileiro.

Campeão em Tóquio no C1 e porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura da atual edição dos Jogos, Isaquias inicia a participação nas Olimpíadas de Paris empatado com Serginho (ex-líbero com dois ouros e duas pratas) e atrás também dos velejadores Robert Scheidt e Torben Grael (cinco medalhas cada).

Fonte: GE

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Olimpíadas

Bernardinho: “Será que sou ideal para dirigir a nova geração?”

por Redação 6 de agosto de 2024

Em sete Olimpíadas como treinador, Bernardinho ficou de fora do pódio pela primeira vez em Paris-2024. A derrota para os Estados Unidos representou também a pior participação da seleção brasileira no vôlei masculino desde Munique-1972, quando a equipe ficou também em oitavo lugar. Além disso, o país não ficava fora de uma semifinal olímpica desde Sydney-2000. São tantos aspectos negativos que é preciso fazer uma reavaliação geral. O próprio treinador deixou em aberto o futuro no cargo, mas deixou claro que quer ajudar a recuperar a modalidade.

“Pode escrever o que digo aqui. O vôlei masculino vai brigar mais com esses principais times. Não tenho dúvida disso. Vamos ter que trabalhar muito, ralar muito, sentir um pouco mais as coisas. O trabalho lá embaixo (nas categorias de base) mesmo vai ter que começar. Eu nem sei se sou a pessoa ideal para estar. Posso contribuir? Claro que eu posso e vou. Tenho que refletir. Será que sou a pessoa ideal para ser o treinador da próxima geração? Essa é uma questão muito importante. Agora, quero poder voltar para ajudar. Não quero sair do processo com um gosto amargo de ter ficado fora da semifinal das Olimpíadas”, afirmou o Bernardinho, que também é o diretor de seleções da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

Responsabilidade
Bernardinho fez questão também de assumir toda a responsabilidade pela campanha ruim do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Em quatro jogos, a equipe venceu apenas uma. Aliás, se levarmos em consideração a temporada toda, a vitória sobre o Egito foi a única da seleção brasileira nos últimos oito jogos, já que a equipe terminou a Liga das Nações com quatro derrotas seguidas.

“A responsabilidade é toda minha, de não ter dado aos rapazes a condição de aproveitar a oportunidade. Talvez eu não conhecesse totalmente o grupo, não soubesse como extrair o melhor”, analisou Bernardinho.

Futuro
A decisão sobre o futuro passa por uma análise do que pode ser feito com a nova geração, mas também pela família.

“Eu tenho que ver o que minhas filhas vão dizer. É a minha vida, mas pode ter certeza que, se não estiver como protagonista liderando, vou estar próximo. Não vou me afastar e deixar de contribuir de maneira nenhuma com essa rapaziada e com o novo ciclo que se inicia. Precisamos realmente trabalhar muito bem. Existe um equilíbrio (no vôlei masculino), e a consistência que nos falta só pode ser alcançada de um jeito. É estando na arena nesse nível de jogo, nas competições internacionais, contra as principais equipes do mundo. E esse time precisa disso, jogar, rodar. Os Adrianos da vida, os Darlans da vida, todos os meninos precisam viver isso aqui muito mais vezes. E eu tenho que aprender a lidar com a nova geração, ser melhor para ela. Não é gritando mais ou gritando menos. Tenho que ser eficiente”, acredita.

Bernardinho retornou ao comando técnico da seleção em dezembro. Ele assumiu vaga deixada por Renan Dal Zotto, que pediu demissão logo após o Pré-Olímpico. Em 2024, dirigiu a seleção brasileira na Liga das Nações e nos Jogos Olímpicos. Ao todo, foram 17 jogos oficiais com apenas sete vitórias e dez derrotas ao todo.

Fonte: r7

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Olimpíadas

Deputados propõem isenção de imposto de renda a prêmios pagos nas Olimpíadas

por Redação 6 de agosto de 2024

O projeto de lei 3029/2024, de autoria do deputado Luiz Lima (PL/RJ), pretende isentar o Imposto de Renda dos prêmios recebidos por atletas brasileiros nos Jogos Olímpicos. A ideia é que eles não paguem taxas sobre os valores enviados pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro), pelo governo federal ou qualquer órgão público. A proposta foi apoiada por um grupo de parlamentares com requerimento de urgência iniciado por Felipe Carreras (PSB/PE), com 495 assinaturas em apoio.

Ambos os documentos foram entregues à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (5). O requerimento de urgência simplifica e acelera a votação de uma proposta pelo Congresso Nacional. Se aprovado, ele pode fazer com que o projeto entre em discussão na pauta do dia e seja votado na mesma sessão. Para isso, ele depende da validação da maioria absoluta dos deputados, ou seja, 257 dos 513 atuais membros da Câmara.

A expectativa dos parlamentares é que a lei seja aprovada a tempo de beneficiar os atletas que participam das Olimpíadas de Paris-2024. Segundo as regras do COB, os brasileiros podem receber três tipos de premiação: individual, coletivo em equipes de até seis membros e coletivo em equipes com mais de sete membros.

Os valores variam de R$ 350 mil, para medalhas de ouro; R$ 210 mil pela prata; R$ 140 mil pelo bronze. Nos esportes coletivos com até seis membros, os prêmios são de R$ 700 mil, R$ 420 mil e 280 mil, por ouro, prata e bronze respectivamente. Para as equipes maiores, os prêmios são de R$ 1,05 milhão, R$ 630 mil e R$ 420 mil, seguindo a mesma ordem.

Embora as medalhas recebidas durante a participação nos jogos sejam isentas, esses valores sofrem tributação, segundo as regras brasileiras. Os atletas pagam alíquotas progressivas, isto é, que aumentam conforme o valor recebido, assim como ocorre nas declarações anuais de Imposto de Renda de Pessoa Física. É nela, aliás, que os atletas devem incluir os valores que receberem como premiação, como rendimento tributável, para que sejam calculados os descontos.

Fonte: r7

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Olimpíadas

Astro da NBA diz que Dream Team vai atropelar Brasil nas Olimpíadas: “Uns 40 pontos sem problemas”

por Redação 5 de agosto de 2024

Duas vezes campeão olímpico e com quatro títulos da NBA pelo Golden State Warriors, o pivô Draymon Green disse em seu podcast (“The Draymond Green Show”) que o Dream Team dos Estados Unidos liderado por Lebron James, Curry e Durant vai atropelar o Brasil nas quartas de final das Olimpíadas de Paris.

  • Os EUA vai começar jogando contra o Brasil, acho que vamos varrer eles por uns 40 pontos sem problemas. É muito bom ver os brasileiros chegando até aqui, amo os brasileiros. Um salve para o Gui Santos, que está jogando pelo Brasil (e é companheiro de Green nos Warriors). Mas eles não têm nenhuma chance, vão perder por uns 35 ou 40 pontos de diferença e vamos avançar para as semifinais.
  • Sendo sincero, o Brasil não tem o suficiente (para vencer). Eles são velhos, eles têm alguns caras bem velhos no time, eles não têm mais o Leandro Barbosa, nem o Anderson Varejão. Eles têm que reconstruir o time com jovens, então, eles não têm chance e já entendemos isso – completou.

Green, medalhista de ouro na Rio 2016 e em Tóquio 2020, também opinou sobre a comparação entre o time atual e o Dream Team original, das Olimpíadas de 1992. Para ele, Lebron, Curry, Durant e companhia seriam favoritos em um hipotético confronto contra a equipe liderada por Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird.

  • Acredita-se que o maior time de basquete dos Estados Unidos de todos os tempos seja o Dream Team de 1992. O time atual entra definitivamente nessa discussão, e francamente acho que o time de 2024 venceria o Dream Team em cinco de sete jogos, pelo menos. Respeito todos do Dream Team, estão todos no Hall da Fama, mas essa equipe de 2024 tem mais repertório em todas as partes da quadra.

Desde que começaram a usar os craques da NBA, justamente em Barcelona 1992, os Estados Unidos só não ficaram com o ouro nos Jogos Olímpicos em Atenas 2004, quando acabaram eliminados pela Argentina (futura campeã) e voltaram para a casa com o bronze.

Além de Barcelona 1992, subiram ao lugar mais alto do pódio em Atlanta 1996, Sidney 2000, Pequim 2008, Londres 2008, Rio 2016 e Tóquio 2020.

O duelo entre Brasil e Estados Unidos pelas quartas de final está marcado para as 16h30 (de Brasília) de terça-feira. Depois de avançar como um dos dois melhores terceiros colocados da fase de grupos, a seleção desafia uma escrita, já que nunca ganhou nos nove encontros anteriores entre os países em Olimpíadas. Quem passar terá pela frente nas semifinais o vencedor de Sérvia x Austrália.

Confira o retrospecto Brasil x EUA em Olimpíadas:
EUA 57 x 53 Brasil – Olimpíadas de 1952
EUA 113 x 51 Brasil – Olimpíadas de 1956
EUA 90 x 63 Brasil – Olimpíadas de 1960
EUA 86 x 53 Brasil – Olimpíadas de 1964
EUA 75 x 63 Brasil – Olimpíadas de 1968
EUA 61 x 54 Brasil – Olimpíadas de 1972
EUA 102 x 87 Brasil – Olimpíadas de 1988
EUA 127 x 83 Brasil – Olimpíadas de 1992
EUA 98 x 75 Brasil – Olimpíadas de 1996

Fonte: GE

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